18 de março de 2009

Tentação

"Série Vikings"

Os nórdicos deixaram as terras frias do Norte e chegaram em suas naus que bailavam ao sabor das ondas.
Do século VIII ao X os vikings tomaram o mundo de assalto, na procura de terras e tesouros. Exploradores e guerreiros corajosos saíram da Noruega, da Suécia e da Dinamarca, atacaram a Europa e chegaram até Bagdá. Suspeita-se de que tenham atingido a costa do Labrador, na América.
Os vikings adoravam ornamentos vistosos. Seus artesãos eram experientes no trabalho com metais. Esculpiam jóias fantásticas como broches, colares, anéis, braceletes e berloques. Para esse povo, usar jóias de ouro e prata era sinônimo de riqueza e de prestígio. Depois de um ataque bem-sucedido, um chefe ou vice-rei escandinavo não raro recompensava um guerreiro com uma peça valiosa. A joalheria também era usada como proteção, uma espécie de talismã. Muitas peças eram esculpidas com feições de deuses ou deusas.
Eram mercadores astutos, navegadores excelentes, carismáticos contadores de histórias, extraordinários artífices e construtores de navios. No começo tomaram de assalto, mas depois colonizaram a Irlanda, a Islândia, a Groenlândia e metade da Inglaterra. Desfrutavam de uma sociedade aberta e democrática. Eram administradores e legisladores competentes.
A Escócia, ou Alba, como era chamada na época, habitada pelos celtas, pictos e escoceses, também recebeu a visita dos vikings. Os historiadores antigos dividiam os atacantes em dois grupos distintos: os loiros nórdicos e os normandos de cabelos escuros. Mais da metade de Alba foi conquistada, e no final do século IX os nórdicos dominavam as ilhas Oreadas, as Shetland e as ilhas Ocidentais. Em diferentes épocas, a maior parte da Escocia esteve nas mãos dos nórdicos. A ocupação dos nórdicos continuou até 1264, quando finalmente foram expulsos, exceto das ilhas Oreadas e Shetland.
Os habitantes da Escocia tinham cultura oral e escrita muito rica. Preservavam de maneira extraordinária o parentesco, a raça e os laços sanguíneos. A ligação profunda à terra e à tribo constituiu o alicerce emocional do sistema único do clã escocês. Nele, os homens livres empenhavam sua lealdade aos parentes e ao líder patriarcal, mesmo que isso lhes custasse a vida.



1- "TENTAÇÃO"

O poder de uma paixão!

Mesmo sem nunca ter visto o pai, um vice-rei, Érica MacQuarie sempre se orgulhou dele e sonhava conhecê-lo 
A oportunidade surge quando Torin, um guerreiro escandinavo e emissário de Ragnar, aporta na Escócia, enviado com a missão de localizar seu filho “Eric”.Ao descobrir que o filho do filho vice-rei viking é na verdade uma filha, Torin prepara-se para levá-la até Ragnar. Porem um grupo de membros do clã, chefiados pelo tio de Érica e sedentos por vingança, o fazem prisioneiro. A última esperança de Torin é que os aguardam... Nem o desejo implacável que os conduzirá a uma grandiosa revelação!

Herança de FogoDas ilhas Hébridas e da Irlanda até a costa da Islândia. 

Será preciso encontrar os três filhos de Ragnar Longsword, um grande e intrépido chefe viking, cujas conquistas se tomaram legendárias.A cada uma de suas amadas, Ragnar dera uma pedra preciosa tirada de sua espada. As gemas deveriam ter sido penduradas no pescoço dos filhos logo após o nascimento. Naquela altura os pendentes eram a única chave para solucionar a investigação.
A procura começa na Escócia e reúne dois amantes corajosos e determinados. Uma jovem meio viking e meio escocesa do clã MacQuarie de Ulva e um viking que fora estigmatizado como um proscrito


Capítulo Um

As tochas tremeluziam e faiscavam no skaalen, o salão nobre de Ragnar Longsword. Pedaços gigantescos de lenha queimavam na grande cavidade central do recinto imenso.
A atmosfera estava impregnada com a fumaça que se desprendia da carne de veado que era assada para a refeição noturna.
Nos caldeirões de ferro e de pedra sabão suspensos por tripés borbulhava um ensopado de cordeiro que exalava um aroma delicioso. Sobre as mesas de madeira, havia pães recém-assados de cevada e trigo, além de tigelas com amoras, framboesas e morangos.
Servos azafamavam-se em acender o óleo das lamparinas de pedra-sabão que pendiam do teto, seguras por correntes de ferro.
As chamas refletiam-se nas armaduras, nas espadas e nos machados pendurados na parede. Essas armas feitas de ferro e decoradas com cobre e prata eram os bens mais preciosos de Ragnar. Uma espada ricamente ornamentada era sinal de riqueza e poder. A luz também fazia brilhar os braceletes de prata, os colares, as correntes de ouro e os broches que as mulheres ostentavam, perambulando pelo salão nobre. Mais uma prova da riqueza da família.
Os homens chegavam em grupos, rindo e conversando. Mergulhavam as guampas, copos feitos de chifre, na gamela enorme contendo hidromel. Divertiam-se com concursos de bebida, jogos de tabuleiro e em falar mais alto de que o vizinho. Alguns se entretinham apostando qual dos homens acertaria o alvo, entre os quatro que disputavam o arremesso de machado.
Apesar da euforia, todos os movimentos cessaram quando um viking imponente e orgulhoso entrou no salão. Usava uma túnica castanha bordada em azul e vermelho nas mangas e na barra. A armadura de couro era presa nos ombros com tiras, e no peito, com fivelas. Usava meias escuras e nos braços, pulseiras de ouro e prata. Em cada detalhe, destacava-se a importância de sua posição social. Um chefe. Ou vice-rei, como era considerado.
Ragnar Longsword, um gigante de meia idade e de porte atlético, era o guerreiro mais respeitado da Escandinávia. Era temido das Hébridas até Kiev. A simples visão no horizonte de suas naus, das velas quadradas e proas com formato de dragão, amedrontava os habitantes da costa.
Durante vinte e sete anos Ragnar e seu bando saquearam aldeias, castelos e mosteiros. Os ataques trouxeram riquezas e propriedades a Ragnar e a seus homens. A fama era de homens corajosos, mas sem piedade. Um exército apoiava-o nas ações e no castelo.
— Nesse mundo não existem homens tão corajosos como nós — Ragnar costumava dizer.
— Ninguém ousa desafiar-nos em uma luta. Quer estejamos certos ou errados, todos se rendem diante de nós.


2- Provocação
3- Sedução
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2 comentários:

  1. Esse viking é tudo de bom!!! Reúne os três em um...
    Beijos,Márcia

    ResponderExcluir
  2. Anônimo7:28 PM

    OII adorei o seu blog muito bom mesmo...
    adoro romances o historicos e outros
    Gosto muito dos historicos onde os homens sao dificeis mas acabam domados pelas mulheres. bjao

    ResponderExcluir

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