12 de setembro de 2010

Série Noivas

1- A NOIVA TROCADA








A irmã errada... ou a irmã certa?

Douglas Sherbrooke, o conde de Northcliffe, decidiu que chegou a hora de se casar e ter um herdeiro.
E quem melhor do que a deslumbrante Melissa Chambers para ser sua esposa e mãe de seu filho?
Entretanto, quando surge um imprevisto que o obriga a viajar, ele pede a seu primo, que o ajude a se casar com ela por meio de uma procuração...
E qual não é sua surpresa, ao retornar, e encontrar à sua espera, em lugar de Melissa, a irmã dela, Alexandra!
Desde os quinze anos de idade, Alexandra é apaixonada pelo charmoso conde, e sem querer, de repente ela se vê casada com o objeto de seus mais românticos sonhos juvenis!
Embora o casamento tenha sido um engano, uma vez que a intenção de Douglas era casar-se com sua irmã. Alexandra, porém, não perderá a oportunidade de conquistar o coração do teimoso Douglas, e provar ao marido que ele se casou com a irmã... certa!

Capítulo Um

New Romney, Inglaterra Maio de 1803
— Eu a vi ontem à noite! A Noiva Virgem!
— Oh, não! É verdade, Sinjun? Jura que viu o fantasma?
Dois suspiros foram seguidos de gritos de medo e excitação. As vozes diminuíram, mas ele ainda ouvia os risinhos e as exclamações entusiasmadas conforme as moças se afastavam da porta do escritório.
Douglas Sherbrooke, o conde de Northcliffe, fechou a porta com firmeza e caminhou até a escrivaninha.
O maldito fantasma! Até quando os Sherbrooke estariam condenados a suportar as narrativas fantasiosas daquela menina?
Relanceou para a pilha de papéis na mesa, suspirou e sentou-se, olhando para o vazio de cenho franzido.
Vinha repetindo o gesto com freqüência nos últimos tempos, pois era bombardeado todos os dias com lembretes insistentes a respeito do mesmo assunto entediante: precisava se casar e providenciar um herdeiro.
Estava ficando velho e cada minuto representava um peso sobre sua virilidade. Segundo diziam primos, tios e os criados mais antigos, ele completaria trinta anos no dia de São Miguel.
Mas não podiam considerá-lo um ancião!
Fitou o relógio de pêndulo sobre a lareira.
Onde estaria Ryder? Como era possível que seu maldito irmão não se lembrasse das reuniões na primeira terça-feira de cada trimestre, às três horas?
A entrada abrupta de Ryder, somente cinco minutos além do horário, com os cabelos revoltos pelo vento e trazendo o cheiro de cavalos e do mar para dentro do cômodo, apaziguou os ânimos do conde.
Afinal de contas, o pobre tinha vinte e seis anos. Deveriam permanecer como aliados.
— Lindo dia, Douglas! Estava cavalgando com Dorothy nos despenhadeiros... Vou dizer, que espetáculo.
Ryder sentou-se diante do irmão mais velho, cruzou as pernas e escancarou um sorriso satisfeito.
— Conseguiu ficar sobre o cavalo?
Os olhos do rapaz se iluminaram e seu sorriso se alargou.
— Bem, se você insiste em manter estas reuniões trimestrais, Douglas, preciso me ocupar e fazê-las render.
— Com Dorothy Blalock? — Douglas ironizou.
— A viúva Blalock é suave e perfumada, e sabe agradar um homem. Sem falar que também é cuidadosa.
— Devo admitir que ela é uma boa amazona.
— E não são apenas os cavalos que ela monta bem, se é que me entende — Ryder completou, cínico.
Somente devido ao seu autocontrole Douglas conseguiu refrear um sorriso. Afinal, era o conde de Northcliffe, o chefe dos Sherbrooke.
— Vamos começar logo — Douglas pediu, mas Ryder não se deixou enganar, tendo percebido a curva nos lábios do irmão mais velho.
Douglas recusou o conhaque que lhe foi oferecido e passou a ler a papelada diante de si.
— Ao fim deste trimestre, então, você conta com quatro filhos e quatro filhas. O pobre Daniel morreu no inverno e a queda de Amy não parece ter deixado seqüelas. É isso?
— Terei outro filho em agosto. A mãe parece saudável e forte.
Douglas suspirou.
— Muito bem. Qual o nome dela? — Depois que Ryder o forneceu, perguntou: — Está certo agora?

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 2- A NOIVA ENDIABRADA

O mistério de Sophie Ryder Sherbrooke é um conquistador galante e divertido, e que tem um segredo. 

Quando ele viaja para a Jamaica a fim de solucionar um intrigante mistério nos canaviais de sua família, um outro enigma se apresenta na forma de Sophie Stanton-Greville, uma jovem de dezenove anos que está determinada a seduzi-lo. 
E Ryder desconfia que não é por causa de seu charme irresistível. Sophia sempre teve absoluto controle sobre os rapazes, até conhecer Ryder. 
Seu vizinho, obviamente, é diferente dos outros. 
Ele, por sua vez, confiante e seguro como qualquer homem bom conhecedor das mulheres, trata de logo deixar claro para Sophie quem está no comando. 
Segundo os rumores, ela divide a cama com três amantes. 
Será aquela jovem encantadora tão audaciosa como parece? 
Será que ela é uma mulher sedutora... ou uma garota inocente com um terrível segredo? 

Capítulo Um 

Montego Bay, Jamaica Junho de 1803. 
Dizia-se que ela colecionava amantes. 
Três constavam de sua lista atual: o pálido e franzino Oliver Susson, solteiro, advogado, rico, avançando rapidamente para a meia-idade; o fazendeiro Charles Grammond, com esposa e quatro filhos, dono de uma grande plantação de cana-de-açúcar, vizinho a Camille Hall, onde ela morava com o irmão e o tio; e lorde David Lochridge, o filho mais novo do duque de Gilford, banido da Inglaterra por participar de três duelos em três anos consecutivos, matando dois homens e ferindo o último, além de tentar dilapidar em mesas de pôquer a herança que a avó lhe deixara e da qual tomara posse ao completar a maioridade, sete anos antes. 
Ryder Sherbrooke ouviu atentamente cada detalhe a respeito de cada um daqueles homens em sua primeira tarde em Montego Bay. 
Era surpreendente, porém, que nada se explicasse sobre a notória mulher, cujos favores eram tão ostensivamente disputados. 
Gold Doubloon poderia ser chamado de bar, de clube e de café. 
Construído em um único piso, ao lado da igreja de St. James, o local parecia ser o ponto de encontro preferido dos cavalheiros daquela ilha, ao que o movimento indicava. 
Ryder cogitava se o sucesso do empreendimento não se resumia a uma estratégia simples, mas eficaz do proprietário. 
Segundo ele, todas as lindas jovens que circulavam por entre as mesas com sorrisos e notável cordialidade, ou eram suas filhas, ou sobrinhas ou primas. 
Fosse isso verdade ou não, ninguém se atrevia a questionar. 
Em boas-vindas, Ryder fora convidado a provar uma cerveja artesanal, escura e espessa, que o fizera relaxar e se sentir confortável, de volta mais uma vez à terra firme, de onde não acreditava que precisaria ter saído. 
Não fosse a insistência quase desesperada de Samuel Grayson, o administrador da fazenda de cana-de-açúcar que sua família possuía naquele fim de mundo, para que alguém viesse em seu socorro, Ryder não teria deixado a excitação de sua vida na Inglaterra e o convívio com seus entes queridos. 
Mas fora preciso tomar uma atitude altruísta e enfrentar sete semanas em alto-mar por águas turbulentas, até desembarcar no meio de um verão insuportável que fazia de cada respiração uma agonia. 
Não que ele preferisse ter permanecido em Northcliffe Hall, no lugar de Douglas. 
Por ser o irmão mais velho, fora Douglas a herdar o título de conde com todos seus atributos, mais a exigência de se casar com uma moça da escolha da família. 
Assim, enquanto Douglas se esforçava por se adaptar à nova vida de casado, Ryder empreendia uma viagem para verificar se havia algum fundamento nessas histórias sobrenaturais e malignas que estavam ocorrendo em Kimberly Hall, segundo o supersticioso administrador. 
Ele não era capaz de resistir a um mistério. De qualquer gênero. 
Estava intrigado, aliás, com essa tal mulher de que todos pareciam gostar de falar. 
Sua curiosidade se aguçou ainda mais com o silêncio que se fez à entrada de um novo freguês. 
— Vejam!
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3- A HERDEIRA


Sinjun tem dezenove anos, é abençoada com os olhos azuis dos Sherbrooke, uma personalidade cativante e um senso de humor maravilhoso. 

E está terrivelmente entediada com a temporada de bailes em Londres... até que avista Colin Kinross, o conde escocês de Ashburham, do outro lado do salão. 

Ao ouvi-lo comentar com um amigo que precisa encontrar com urgência uma moça rica para se casar a fim de salvar suas finanças, Sinjun prontamente se apresenta como resposta às preces do rapaz... 
Sinjun, então, faz a última coisa que imaginara que um dia tivesse coragem de fazer: contrariando todas as expectativas de sua família, ela vai para a Escócia, para começar uma nova vida num castelo antigo e misterioso, que contém mais revelações e surpresas do que ela esperava encontrar 

Capítulo Um 


Londres, 1807 

Sinjun o viu pela primeira vez no meio do mês de maio em uma reunião oferecida pelo duque e duquesa de Portmaine. 
Ele devia estar a alguns metros dela. Não conseguiu desviar o olhar. 
Dobrou o pescoço para continuar com uma boa visão quando ele parou diante de um grupo de damas, inclinando-se com respeito diante de uma delas. 
Era alto, Sinjun deduziu, já que a jovem dama chegava apenas ao ombro do rapaz. 
Continuou com o olhar fixo nele, sem saber por que e sem se importar tampouco com esse comportamento estranho até que sentiu uma mão pousar em seu braço. 
Mas não queria perder o rapaz de vista. Caminhou à frente. 
Ouviu a voz de uma mulher atrás de si, mas não se voltou. 
Ele sorria para a jovem, e Sinjun foi tomada por uma estranha sensação. Aproximou-se mais, circulando a pista de dança. 
Ele agora estava muito próximo e era definitivamente alto como Douglas, o irmão dela, e igualmente forte, os cabelos mais escuros que os do irmão, e os olhos... Oh, bom Deus, um homem não devia ter olhos daquela cor! 
Eram de um azul-escuro, mais escuro que o colar de safira que Douglas havia dado a Alex em seu aniversário. 
Se apenas estivesse próxima o suficiente para poder tocá-lo, colocar os dedos naqueles fios negros de cabelos... Soube naquele momento que seria feliz olhando para ele pelo resto de sua vida. 
Decerto era um pensamento maluco, mas mesmo assim verdadeiro. 
Esse homem tinha atributos masculinos. Sim, tinha um corpo atlético, forte e rijo, e era talvez mais jovem que Ryder, que acabara de completar vinte e nove anos.
Uma voz insistente lhe alertou que abrisse os olhos e parasse com toda essa bobagem. 
Afinal, era apenas um homem e, sendo assim tão bonito, possuiria também o mesmo problema de caráter que sempre acompanhava a boa aparência. 
Isso, ou pior. Não teria inteligência alguma. Talvez até tivesse algum dente podre. 
Mas não, não era verdade, porque ele jogou a cabeça para trás e riu, e aquela risada dava sinais de grande inteligência. 
Ah, quem sabe ele fosse um bêbado ou um jogador, ou um patife ou coisa do tipo. 
Ela não se importava. Continuou com os olhos fixos nele.
Sensações estranhíssimas invadiam seu corpo, sensações que não entendia bem. 
Finalmente a conversa entre ele e a jovem dama findou, e ele se curvou e se afastou em direção a um grupo de cavalheiros. 
O grupo seguiu para a sala de jogos, para grande desapontamento de Sinjun. 
Alguém bateu em seu braço de novo. Era Alex, sua cunhada. 
— Você está bem? Está aí parada como uma estátua. Eu a chamei, mas nem pareceu me ouvir.
 — Oh, sim, estou muito bem. — Ouviu uma risada masculina e soube que era a dele, pura e ressonante. Encheu-se de excitação, e algo que não soube definir bem, mas que era poderoso.
— Sinjun, que diabos está acontecendo com você? Está doente ou algo assim? 
Naquele momento Sinjun decidiu manter a boca fechada, o que não era de seu costume. Além do mais, o irmão se reunira a ela e à esposa. 
O conde Douglas Sherbrooke observou a irmã. Sinjun parecia estranha. 
Distraída, o que era uma novidade. 
Ela era como um lago de águas límpidas, seus pensamentos e sentimentos sempre visíveis no rosto expressivo, mas agora ele não conseguia ter a menor idéia do que lhe passava pela mente. Isso o aborrecia. 
Era como se não conhecesse mais a própria irmã. Tentou então a neutralidade. 
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6- A NOIVA ESCOCESA




Artimanhas do Destino!

Viúvo e com três filhos aos trinta e um anos de idade, Tysen Sherbrooke acaba de ser nomeado o novo barão Barthwick, do Castelo de Kildrummy, na Escócia.
Tysen Sherbrooke, viúvo e pai de três filhos, acabou de ficar sabendo que se tornou o novo Barão Barthwick, do Castelo de Kildrummy, na Escócia.

Devoto, ponderado e de espírito honrado, o mundo limitado e sóbrio de Tysen vira de pernas para o ar quando ele se vê envolvido numa série de problemas, tendo de enfrentar pessoas que de bom grado lhe cortariam a garganta.
É quando entra inesperadamente em sua vida a bela Mary Rose, uma jovem marginalizada por ser filha ilegítima, uma mulher nobre e corajosa, que precisa de proteção.
E logo Tysen se vê contemplando a possibilidade de fazer bem mais do que apenas protegê-la...

Capítulo Um

Northcliffe Hall 15 de agosto de 1815
Tysen Sherbrooke olhou o gramado pelas grandes janelas da sala de Northcliffe com a testa franzida.
— Eu sabia que estava na linha de sucessão do título, Douglas, mas havia tantos herdeiros antes de mim que nunca imaginei que pudesse acontecer de fato.
Na verdade, não penso em Kildrummy há uma década. O último neto, Ian, morreu mesmo?
— Sim, seis meses antes do avô.
Parece que caiu de um penhasco no Mar do Norte.
O advogado acha que a morte de Ian acabou provocando a morte do velho Tyronne.
Bem, ele já tinha oitenta e sete anos, e provavelmente não precisava mais do que um empurrãozinho... Isso significa que você, Tysen, agora é o barão Barthwick.
É um título antigo, que remonta ao século XV, quando os homens importantes eram todos barões. Os condes vieram mais tarde, e foram considerados arrivistas por muito tempo.
— Eu me lembro bem do Castelo de Kildrummy — disse Tysen. — Fica no litoral, ao sul de Stonehaven, com vista para o Mar do Norte.
É um lugar bonito.
Não é como os antigos castelos medievais escoceses, muito altos e sem janelas: é uma construção mais recente, do final do sécuo XVII, creio.
Parece que o castelo original foi destruído em uma dessas intermináveis lutas entre clãs.
O novo tem telhados de duas águas, muitas chaminés e quatro torres.
O andar térreo tem um imenso pátio interno.
— Ele parou um instante, vendo tudo aquilo do ponto de vista do menino que era quando conhecera o lugar. Seus olhos brilhavam quando falou:
— A região é ainda selvagem, como se Deus tivesse olhado para baixo e decidido que ali não iria haver construções nem grandes estradas.
Há mais despenhadeiros do que se pode contar e apenas um caminho, estreito e sinuoso, que conduz ao castelo. Há também uma colina íngreme e rochosa, terminando em precipício à beira de uma praia, e muitas flores silvestres.
Douglas pensou que aquele havia sido um discurso bastante poético para um homem sério e, às vezes, até seco como seu irmão.
E ficou feliz por perceber que Tysen não só se lembrava muito bem de Barthwick, como também parecia gostar bastante de lá.
— Lembro-me de que você foi para lá com papai, quando tinha... Quanto? Dez anos?
— Isso mesmo. Foi um dos melhores momentos da minha vida.
Douglas não ficou surpreso com a resposta. Não era comum que um deles houvesse tido o pai só para si.
Sempre que pudera contar com a atenção do conde, sentira-se abençoado por Deus. Ainda sentia saudades do pai, um homem que amara os filhos e conseguira tolerar sua difícil esposa com um sorriso e um encolher de ombros.
Suspirou. Quantas mudanças!
— Já que você agora é o titular de um baronato medieval, suponho que terei de deixá-lo sentar-se à cabeceira da mesa.
Tysen não chegou a rir. Não tinha rido muito desde que decidira se tornar um homem de Deus, aos dezessete anos.
Douglas se lembrou do irmão deles, Ryder, dizendo a Tysen que, entre todos os homens que viviam naquela terra inculta, os sacerdotes eram os que deveriam ter o maior senso de humor, já que, obviamente, Deus o tinha.
Bastava olhar para todos os absurdos que os rodeavam.
Será que Tysen nunca havia observado o ritual de acasalamento dos pavões? Bastava olhar para o príncipe regente, aquele palhaço que, de tão gordo tinha de ser içado para entrar e sair da banheira.
Mas seu irmão Tysen era um homem sério; seus sermões eram magnânimos e profundos, sempre deixando implícito que Deus era um feitor severo e que não perdoava com facilidade os erros dos homens.
Tysen tinha agora trinta e um anos de idade, e todos os traços dos Sherbrooke: era alto, bem proporcionado, com os cabelos castanhos tendendo para o loiro e olhos da cor do céu no verão.
Ele, Douglas, era diferente, com sua cabeleira negra e olhos escuros.
Porém Tysen não tinha o mesmo amor pela vida que os irmãos tinham; nem a mesma alegria inata, ilimitada; ou a crença de que o mundo era um lugar agradável.
— Acho que devo viajar para a Escócia e ver como estão as coisas por lá — ele disse num suspiro.
— Sempre tenho tantas coisas para fazer aqui, entretanto nosso tio-avô Tyronne merece um herdeiro que, pelo menos, veja se a propriedade está sendo bem administrada. Não que eu tenha muita experiência nessa área, mas posso aprender.
— Sabe que eu vou ajudá-lo, Tysen. Quer que eu o acompanhe até Barthwick?
Ele meneou a cabeça, recusando a oferta.
— Não, Douglas, eu agradeço muito, porém é minha a responsabilidade. Conheço um cura que pode assumir minhas funções por algum tempo. Você se lembra de Samuel Pritchert, não?Claro que sim, pensou Douglas. Não havia como esquecer aquele homem tão austero e arrogante.

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Série Noivas
1- A Noiva Trocada
2- A Noiva Endiabrada
3- A Herdeira
4- Mad Jack
5- The Courtship
6- A Noiva Escocesa
7- Pendragon
8- The Sherbrooke Twins
9- Lyon's Gate
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6 comentários:

  1. O link da noiva escocesa tá errado tá indo para o noiva em cativeiro.

    já tem algum link para a noiva endiabrada???

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  2. Anônimo4:52 AM

    oi gostava de ler a noiva endiabrada mas não consigo fazer download do livro em nenhum site. Por favor se houver uma maneira de fazer download do livro agradecia muito. Gosto do site.

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  3. Anônimo9:10 AM

    Olá, sou muito fã dos livros postados neste blog. E estou doida para encontrar A Noiva Endiabrada (Catherine Coulter), será que vocês não poderiam postar este, ou me falar onde posso encontra-lo.

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  4. Olá, anônimo kkkkkkkkkkk
    Eu não tenho noiva endiabrada, e não tem ebook por aí, se tivesse eu teria publicado, por isso não tenho como indicar para você.

    Bjs

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  5. Anônimo12:11 PM

    Obrigado pela informação. Esse site é fantástico. Adoro vir aqui, pois tem livros fantásticos.
    Bjs.

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  6. selma7:58 PM

    Oi, tudo bem.

    nossa essa site é maravilhoso pois tem livro muitos bons aki, eu queria saber se vcs tem todas as series de noivas Sherbrooke é otima essa serie e não teno todas.
    bjos brigada

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Oiiiiii...Não vai sair sem deixar um comentário vai?

Aqui é seu canal compartilhando a leitura...Conte para nós o que achou do último livro que leu ou lendo, livros que está afins de ler, comente o que desejar sobre o blog, os livros, só não vale detonar revisões e sim agradeçam as revisoras que fazem com carinho a leitura chegar à vocês!
bjs, Jenna e Seriam

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