30 de junho de 2012

Paixão Diabólica

Série Some Like It


A alguns excita o perigo... 


À beldade das Highlands, Catriona Kincaid, não é importante o decoro, e inclusive sua própria segurança, quando irrompe nos domínios da prisão de Newgate. 
Decidida a retornar a Escócia e restaurar a honra de seu clã, busca a ajuda de sir Simon Wescott, um nobre caído em desgraça e célebre libertino. Está disposta a lhe oferecer riqueza e liberdade, mas nunca imaginou que o perverso libertino teria a audácia de lhe exigir um preço muito mais sensual por sua ajuda. 
A outros excita a sedução... 
Simon se surpreende ao descobrir que a menina que mais parecia um garoto, que conhecia há anos, converteu-se em uma obstinada e sedutora mulher. 
Levando em conta ter renunciado aos seus sonhos de converter-se em herói, não pode resistir a fazer o papel de cavalheiro errante para Catriona. 
A ambos aguardam aventuras e perigos em seu lar escocês, onde arriscarão a vida para vencer seus inimigos... 
E arriscarão o coração para descobrir uma paixão que supera seus sonhos mais selvagens. 


Comentário revisora Kelly : Livro lindo, história ótima, com um enredo emocionante, é um luvinha com cara de espadão, com um par romântico maravilhoso, com muitos momentos hots de dar água na boca. 
Estou louca para ler o próximo. 
Leiam e confiram 


Capítulo Um 


Inglaterra, 1805 
Um gemido feminino e gutural perturbou a aprazível privacidade do palheiro. 
Quando Catriona Kincaid, sobressaltada, levantou a cabeça, o preguiçoso bichano enroscado a sua nuca soltou um estridente miado. 
Por sorte, o protesto do gatinho ficou afogado por outro gemido proveniente da parte inferior do estábulo, sublinhado neste caso por uma rouca risada de cumplicidade que provocou um quente comichão na coluna de Catriona. 
Ainda segurando o livro que estava lendo, apoiou-se nos cotovelos para impulsionar-se sobre o estômago em meio dos raios enviesados de sombras e sol que atravessavam as cavalariças enquanto o gatinho começava a brincar com sua cabeleira com a ferocidade de um filhotinho de leão. 
Outra risada insípida chegou flutuando até seus ouvidos, acompanhada dos ritmos intrigantes de uma respiração dificultosa, e então Catriona decidiu inclinar-se para pegar um olho à generosa fresta aberta entre duas madeiras. 
Inclusive sob a débil luz, o cabelo de sua prima reluzia como um desordenado halo loiro em torno de seu rosto ruborizado. 
Alice estava apanhada contra a porta de um compartimento situado frente ao palheiro, presa entre os braços fervorosos de um oficial da Armada Real de Sua Majestade. 
Enquanto o marinheiro pegava sua boca aberta ao pescoço pálido de sua prima, ela inclinava a cabeça para trás, deixando ver seus olhos fechados e os úmidos lábios separados com certa ânsia indefinível. 
Catriona também abriu a boca. Nunca tinha visto sua frívola prima tão pouco preocupada que a maquiagem se danificasse ou se rasgasse a cauda de sua bata de jardim. Este novo e bonito pretendente devia criar um feitiço poderoso, sem dúvida. 
O olhar curioso de Catriona se deslocou às costas do galã. A casaca azul escuro do jovem oficial estava pendurada de qualquer maneira em uma porta próxima ao compartimento, jogada ali com urgência. 
Sua deslumbrante camisa branca se adaptava a seus amplos ombros enquanto o colete se pegava à magra cintura. 
Levava umas calças brancas rodeadas aos seus magros quadris, que se estreitavam sobre as panturrilhas e coxas musculosas até desaparecer por dentro de um par de reluzentes e negras botas. 
Não foi a beleza esculpida destes quadris que atraiu de novo o olhar de Catriona, a não ser o movimento sutil que acompanhava cada um de seus ataques contra o pescoço de sua prima. 
Aquele movimento provocador conseguia tal equilíbrio delicado entre persuasão e exigência que era como se seu corpo magro e hábil tivesse sido criado por Deus do céu para tais atividades perversas. 
Quando deslocou seus ávidos cuidados da garganta aos lábios separados de sua prima, Catriona soltou um ofego, hipnotizada. 
Nem sequer em seus sonhos mais escandalosos tinha imaginado tal maneira de beijar! 
Aquilo não guardava relação alguma com os beijos pouco generosos na bochecha que sua tia permitia a seu tio cada noite antes de retirar-se a seus dormitórios separados. 
Tampou seus lábios trementes com as pontas dos dedos, perguntando-se o que sentiria enquanto alguém os devorava com tal terno ardor. 
Seus pais tinham sido generosos em abraços e beijos, mas desde que tinha vindo viver com a família de seu tio não tinha recebido muito mais que algum beijo seco na testa. O insolente descarado se aproveitou da distração de sua prima para afundar seus dedos largos e magros no decote de encaixe do vestido. 
Alice murmurou um protesto desinteressado.
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Some Like It
1 – Paixão Diabólica
2 – Desejo Selvagem- em revisão
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