17 de agosto de 2014

Beijos de Fogo




Quando, seis anos antes, a adolescente Rachel Hawthorne quisera se entregar a Lucas Chandler, este a rechaçara e fora embora de Montana.

Não podia aceitar o amor da filha do homem que havia arruinado sua família!
Agora, ao regressar, encontrou Rachel transformada numa belíssima mulher adulta que lhe despertou uma incontrolável paixão...
Se tivesse recebido uma oferta justa pela fazenda que o pai lhe deixara por herança, Rachel já teria ido embora há muito tempo.
Com o reaparecimento de Lucas, porém, todos os sonhos da adolescência voltaram, fazendo-a considerar seriamente a proposta de casamento que ele lhe fez. Mesmo sabendo que o selvagem desejo que Lucas demonstrava por ela era apenas um desejo de vingança!

Capítulo Um

Território de Montana, agosto de 1886.
Ele precisava voltar a vê-los. A terra e o gado. As duas coisas representavam uma afirmação de quem Lucas Chandler era, do que ele era. No entender dele, eram duas coisas infalivelmente ligadas, a terra e o gado. Tinham sido roubadas da família dele seis anos antes.
Lucas chegou ao cume da colina puxando o cavalo. Os cascos do animal levantavam um pó que atravessava a camisa e a calça, alcançando a pele dele.
A onipresente poeira e uma mosca que insistia em acompanhá-lo tornavam ainda mais sufocante o calor daquele fim de tarde, difi­cultando a respiração. Lucas empurrou o chapéu para trás e usou a manga da camisa para enxugar o suor da testa.
Daquele privilegiado posto de observação podia ver o planalto que se espraiava, bem como os novilhos cujos ancestrais ele havia ajudado a trazer do Texas até o Território de Montana, aos dez anos de idade, comendo poeira o tempo todo e adorando cada minuto daquela aventura.
A raiva queimava vagarosamente dentro de Lucas. No entanto ele não era do tipo de homem que cedia à raiva, assim como não desprezava as lembranças da infância. Além disso, se cedesse à ira que o consumia, teria que se enraivecer também com o falecido pai, que havia confiado num patife de fala mansa como Johnny Hawthorne.
Lucas voltou os olhos apertados para a bola vermelha de fogo que vagarosamente mergulhava no horizonte. Apesar do calor que subia do chão batido pelo sol, o coração dele estava frio. Ainda o corroia a lembrança do suicídio do pai. Em que havia pensado o velho naquela noite, enquanto se embebedava sozinho, trancado no escritório? Que uma bala poria fim à dor, à humilhação de ter perdido Rocking C?
O que podia sentir um homem que chegasse a uma situação tão angustiante? Lucas tentava entender tanto desespero, mas em vão. Aquilo ia contra tudo em que ele acreditava. Cabia ao próprio homem guiar a mão do destino. Essa crença simples o havia levado até os vinte e oito anos de idade.
Olhando para baixo ele riscou o chão com o bico da bota. Não podia dizer que tinha sido feliz no tempo passado longe do vale. Na verdade, não sabia se tivera disposição para ser feliz. Apesar de tudo, desempenhara com honestidade a função de xerife na cidade mineira de Gold Gulch. Era um trabalho do qual dependiam os cidadãos e ele se saíra bem.
Tinha sido, na mesma medida, justo e implacável.
Lucas ficou contemplando o pôr-do-sol, que tingia de púrpura o céu de Montana. Naquela noite ele dormiria em paz, como sempre. No dia seguinte cavalgaria até Fortitude Springs. Não pensaria na época em que tinha sido o filho do mais rico fazendeiro num raio de setecentos quilômetros. Não pensaria que estava voltando para uma modesta choupana de madeira, em vez da espaçosa casa onde havia morado, na Fazenda Chandler. E não pensaria cm Rachel Hawthorne, a filha de Johnny Hawthorne que havia estudado no Leste.
Voltando a montar, Lucas franziu a testa. Nos últimos seis anos, muitas vezes ele fora dormir lembrando-se do que havia sentido no dia em que a culta Srta. Rachel Hawthorne encostara o corpo macio no dele e propusera casamento.
Lucas esporeou Tusco. Ouvira a proposta de casamento quando o pai de Rachel tinha acabado de expulsá-lo dos oito mil acres de terras onde estavam os melhores pastos de todo o Território. Consequentemente, Lucas não estava com disposição para lidar com os caprichos de uma garota de dezessete anos.
Ele havia precisado encontrar o pai para que tudo ficasse muito claro. E Lucas o havia encontrado, sim. Com os miolos estourados e agarrando um Colt Peacemaker na mão direita. O mesmo Colt Peacemaker que ele agora carregava no coldre.
Enquanto eles desciam a colina, os cascos de Tusco jogavam para os lados pequenas pedras e blocos de terra solidificada. Lucas não se lembrava de ter visto aquela terra tão seca, embora fosse agosto.
Um outro homem teria se divertido com o fato de o inimigo ter enfrentado anos de seca contínua. Lucas Chandler não era desse tipo. A terra e o gado estavam acima das contendas. Era doloroso ver o vale sem a luxuriante beleza de antes, definhando daquele jeito. Não que Circle H estivesse numa situação tão ruim quanto a das fazendas vizinhas.
Felizmente, aquela terra era cortada por vários riachos de curso perene, bem como dispunha de mais de dez fontes naturais.
Tudo levava a crer que Johnny Hawthorne resistiria com o que havia sobrado do verão.

O Orgulho de Hannah




No inóspito território do novo México, Hannah Wade foi capturada e escravizada por uma tribo de apaches sedentos de vingança. 

Só a sua vontade inquebrantável de viver permitiu que ela não sucumbisse a tantas torturas e humilhações. 
Finalmente libertada, Hannah volta para o marido que a repudiou e às antigas amigas que a consideraram prostituída e degradada. 
Mas Hannah pôde lutar por sua honra com a ajuda do único homem que reconheceu o seu valor e sua coragem... o homem que ficou a seu lado numa terra varrida pelo ódio e pela injustiça.

Capítulo Um

Março de 1876, Nação Apache
Perto do forte Bayard, Território do Novo México.
- Cai fora, uma mulher tem de sobreviver da melhor forma que puder - Hannah Wade sugeriu, divertida e solidária, à jovem que, desalentada, olhava para a parafernália das construções de adobe onde se empilhavam, interna e externamente, cerâmicas e utensílios de uso doméstico. - Às vezes isso significa conformar-se com situações opostas à nossa índole.
Subitamente, a cálida tranquilidade foi quebrada pelo tropel de cascos desferrados golpeando o chão duro do deserto. Por um minuto, a única nuvem de poeira que subiu no anônimo povoado, metade mexicano e com casas de adobe - feitas com tijolos de palha e barro - foi provocada pelo alvoroço dos vestidos elegantes das mulheres dos três oficiais do exército. 
No torvelinho da próxima nuvem, circundados pela névoa baixa, surgiram os pôneis sarapintados e descarnados, com cavaleiros apaches.
Hannah Wade enrijeceu à visão dos índios investindo na direção dela. Nenhum grito ou brado de guerra cortou o ar. Esse não era o procedimento dos apaches. Furtivos, silenciosos, normalmente eles atacavam de surpresa. Hannah aprendera isso nos dois longos anos em que observara o marido no comando de regimentos de cavalaria.
Nos segundos que antecederam a chegada dos apaches, ela olhou de relance para o oficial que as escoltava. As feições rudes estavam parcialmente encobertas pela aba do chapéu de campanha.
- Capitão? - o tom de alerta na voz baixa denotava que aguardava as ordens. Mas a postura permaneceu tão suave quanto o cacho de cabelos castanho-avermelhados na nuca.
A mão dele já estava levantada, frustrando qualquer iniciativa do sargento negro e dos dois soldados, também negros, da polícia montada, que esperavam perto da ambulância do exército transformada em viatura militar, para conduzir as mulheres ao entreposto comercial.
- Senhoras, fiquem à vontade. - O capitão Jake Cutter levou à boca um charuto longo e fino. Os olhos azuis, estreitos e penetrantes, embora em alerta, demonstravam calma. As luvas de montaria, presas ao cinto, deixavam as grandes mãos nuas.
Os apaches amarraram os pôneis na pequena clareira, cobrindo-a com uma nuvem de poeira alcalina. Quatro deles desmontaram e avançaram na direção dos arbustos de ramada, nos quais Hannah se abrigava. A jovem mulher do tenente Sloane estava ao lado, e um pouco mais atrás, Ophelia Bettendorf, mulher do comandante do forte Bayard.
A sra. Sloane, recém-chegada ao território, soltou um gemido de medo à aproximação dos aparentemente pacíficos selvagens. No mesmo instante, Hannah percebeu que o pequeno bando os isolara da ambulância do exército e dos soldados - e de qualquer proteção que eles pudessem proporcionar. O capitão Jake Cutter permaneceu no campo visual, o cheiro penetrante do charuto misturado à poeira levantada no ar.
Nenhuma pintura de guerra adornava as faces embotadas dos apaches. Seguravam as armas em negligente prontidão e não as brandiam de forma ameaçadora. Hannah relaxou um pouco ao reconhecer que o capitão tinha analisado a situação com rapidez e precisão. Aquilo não significava um ataque.
Com algum esforço, Hannah ignorou a ameaça silenciosa da presença dos apaches desviando a atenção dos olhos negros e horizontais para a jovem mulher do recém-transferido tenente Richard Sloane.
- Você supõe que os apaches adivinharam que são novos por aqui, sra. Sloane, e que encenaram tudo isto com o intuito de beneficiá-los? - a delicadeza da voz assegurou à recém-chegada que não tinha nada a temer.
- O-o qu-quê que eles querem?

13 de agosto de 2014

Guerreiros da Lua

Série Filhos da Lua  


O homem lobo Chrechte Caelis, deu as costas a sua amante humana Shona para se manter leal a sua alcateia. Seis anos mais tarde, acha que ela está morta. Mas estava errado...

Ao ser rejeitada por Caelis, Shona foi obrigada a se casar com um barão inglês. 
Agora está fugindo do herdeiro do falecido barão. Determinada a proteger seus filhos, se dirige para o norte, à ilha Balmoral, para a única família que lhe restava. 
E em sua fuga encontra o único homem que gostaria de nunca voltar a ver... e também o único que seria capaz de salvá-la.
Tão poderoso e carismático como sempre, Caelis recebeu a responsabilidade de salvar sua alcateia do corrupto lorde que os governava. No entanto, nesta ocasião, negou-se a abandonar sua companheira sagrada. Perdeu Shona uma vez e jura que nunca mais voltará a separar-se dela. 
A paixão e o amor impulsionam Shona a unir-se a ele. Mas ela se pergunta se realmente está antes de sua alcateia ou se nada mudou entre eles...

- O Início
Milênios atrás Deus criou uma raça de pessoas tão ferozes que até suas mulheres eram temidas em batalha. Essas pessoas eram guerreiros em todos os sentidos, recusando-se a se submeter às regras de qualquer um que não fosse um dos seus... sem importar o tamanho das tropas enviadas para subjugá-los. 
Seus inimigos diziam que lutavam como animais. Seus inimigos vencidos nada diziam, pois estavam mortos.
Eram considerados primitivos e selvagens porque marcavam sua pele com tatuagens de tinta azul.

Capitulo Um

1150 D.C Propriedade Sinclair, Highlands Escocesa,
Reinado de Dabíd MacMaíl Choluim, Rei da Escócia.
— Mamãe, eles são gigantes!
Não foi o grito excitado de seu filho o que enviou uma dor aguda através da cabeça de Shona, mas a visão dos guerreiros vestidos com as cores dos Sinclair se aproximando a toda velocidade em cavalos tão grandes quanto seus donos.
E nenhum deles sorria em sinal de boas vindas.
A dor de cabeça chegou junto com o grande lobo marrom, que trotou junto com sua comitiva durante grande parte da manhã. Mas, o martelar em sua cabeça não se foi quando a fera o fez.
Com medo de que o animal atacasse, cavalgou tensa em sua cela de montar com um punhal pronto. 
Ele manteve distância, finalmente distanciando-se justo antes do sol do meio-dia lançar sua sombra.
A mente e os sentidos de Shona que já estavam tensos ao ponto da exaustão com o ocorrido antes desta viagem, e graças ao aparecimento do lobo estavam muito mais perto do colapso.
Mas ela não desistiria. As vidas de seus filhos e de dois amigos leais dependiam de que mantivesse a sanidade e a compostura.
Então, pegou sua filha, quem estava montando em turnos com os companheiros de Shona, Audrey e seu irmão gêmeo, Thomas e levou a pequena Marjory para seu próprio cavalo. E logo ela continuou como se o lobo não lhe tivesse causado o maior susto de sua vida.
Shona esperava que sua sorte continuasse, como milagrosamente aconteceu por quase duas semanas em sua louca fuga para o norte, mas isto já não seria assim.
Muito avançado na noite anterior alcançaram as terras dos Sinclair, de alguma maneira conseguiu escapar de quem quer que seu enteado pudesse ter enviado atrás deles, assim como evitou os habitantes dos territórios pelos quais ela e seu pequeno grupo haviam passado. Até agora.
Não tinha problema em compreender como seu filho de cinco anos confundiu os guerreiros que se aproximavam com gigantes. 
Como alguns homens de seu antigo clã, estes guerreiros facilmente eram uma cabeça mais alta e meio corpo mais largo que qualquer cavaleiro que houvesse jurado lealdade a seu falecido esposo.
Considerando o horror do qual fugia, Shona desejava que estes homens imponentes fossem do clã pelo qual foi ao norte buscar refúgio. Seriam mais que capazes de proteger seu pequeno grupo, mas não tinha nenhum amigo ou família entre os Sinclair.
E não receberiam bem o que perceberiam como transgressão por parte de uma inglesa invadir suas terras sem permissão. Apenas esperava que o laird lhes permitisse atravessar a salvo suas terras, ainda que apenas fosse para se desfazer dela e seus companheiros.
Ela tinha que chegar à ilha Balmoral.
Era a única chance que tinham de segurança, sua única esperança de preservar a vida de seu filho e sua própria virtude. Ou o que sobrou dela.
Ali, pelo menos, tinha família. Apesar da relação ser um pouco distante e não tinha nenhuma dúvida de que sua chegada seria um choque. Unicamente poderia orar para que fosse bem recebida.
— Eles não são gigantes, meu coração, são simplesmente guerreiros do clã aos quais estas terras pertencem. — Shona tentou infundir confiança em seu tom, enquanto sua própria mente corria com advertências e preocupações.
— De verdade? — Eadan perguntou os olhos do mesmo azul violeta de seu pai cheios de assombro.
— Estes são guerreiros Highlanders? — Audrey perguntou antes de Shona ter a chance de confirmar para seu filho. — Eles são enormes.
— É o modo das Highlands, eu suponho.








Série Os filhos da lua
00- Corra com a lua
01- Lua que desperta

02- Desejo da lua
03-Lua ardente
3,5 - Êxtase Sob A Lua
04-A Lua Do Dragão
5- Guerreiros da Lua





Caçada de Férias 2014

Esse foi o resultado da brincadeira de Blogs 

O Blog não participou porque eu Jenna estava de Férias, a Seriam participou em outros blogs.

Vencedoras
1- Claudia Ferreira
2- Flor do Tibet
3- Seriam

Challenge Groups
Premiação dos The Best do The Best

Resumo fofo dos Livros
Cada capitulo um tema e livro escolhido.

Capítulo 1
Desastre aéreo — Livro Missão Mackenzie- Linda HowarD-  Indicado por Baby.
Joe MacKenzie por si só já era uma coisa. 1,90m de pura gostosura, sujeito vitaminado e mestiço de índio. Uma coisa de louco! E pra piorar a situação o cara ainda por cima era Coronel da Força Aérea. A mocinha era uma CDF muito linda também, que foi prestar serviço na base do Joe, aí se envolvem... e vou te contar!! Não sei como a moça conseguiu andar depois de 2 (dois!!!!) dias de soca-martela sem sair de cima! E ainda era virgem... Ah, o acidente de avião foi uma passagem que não importou muito...  vá logo pra cena da escalavrada da ribombeta. De responsa!!

Capítulo 2
Mocinha Rica X pobreEm busca do paraíso – Judith McNaught- Indicado por Renata A, Deiziana, Roze, Jeanne e Maria Fz.
Meredith era uma mocinha rica e mimada e filhinha de papai. O papai dela queria que ela se casasse super bem com um carinha rico para aumentar o patrimônio da família. E o que a moça faz? Gama num carinha lindo e pobre. Mas a bichinha era uma mocinha cabeça fraca que seguia o que papai mandava e nisso se passaram 11 anos. Matthew, apesar de ter dado a volta por cima, ainda achava amor em seu belo coração para perdoar a fraqueza da mocinha e ainda por cima a levou ao paraíso. Eu bem que queria um carinha desses... a Meredith com toda certeza não merecia o Matt... eu sim!

Capítulo 3
Mocinho virgem — Archer’s voice – Mia San...tem na biblioteca em Título A  Indicado por Flor e Gladys.
Tema ótimo, né não?? Um dos livrinhos mais lindos e fofos, apesar do tema forte. Archer ficou mudo num acidente de carro quando tinha 7 anos, onde acabou órfão e foi criado por seu tio ermitão e meio doido. Sou bacana e só disse que ele era meio, não inteiro, sacou? Bom, a mocinha era Bree, que de virgem nem o signo... Então deu tudo certo, pois a mocinha era filha de surdo-mudo, e acabou se comunicando com o moço. Eu saquei logo de cara que ela queria traçar o moço, ele demorou um pouquinho. Mas com a ajuda dela ele modificou sua vida (não, ele não volta a falar!) e passou a participar da cidade. Ah, sua tia era uma fela!!! O primo até que toma jeito, mas no início dá vontade de matar... rs. 


Capítulo 4
Garçons e garçonetes Fallen to far- Abbi Glines - Indicado por Andréa Batalha.
Blaire era uma mocinha simples e ingênua que passou os últimos anos de sua vida cuidando de sua mãe doente. Aí depois que sua mãe bateu a caçuleta, o pai dela mais do depressa foi chorar nos braços de outra, que era lugar quentinho. Aí casou e levou sua filhota para morar com a nova família... e aí ela conheceu o filho da madrasta, o tal do Rush. O pai dá uma escapada logo ali, em Paris, e deixa a moça com o Rush. Foi um rush-rush do KCT. O carinha era um galinha, só comia... não queria mais nada além de sequiço... vcs estão querendo saber a respeito de ser garçom? Fala sério!! O cara é um gato, a série é boa. Vão ler!

Capítulo 5
Animais de estimaçãoAmante sombrio – J.R.Ward – Indicado por Seriam.
Ah, que belos animais tem nessa série, fala sério!! Até Godzilla tem. Bom, o 1º livro da Irmandade conta a história de Beth e o Rei Cego, que ainda não era cego neste livro. E ela levou pra morar com ela seu gatinho... que fofo! Mas voltando ao que interessa, esses vampiros são TDB, foderosos e a história tem pegada. Whrat é o rei de uma raça de vampiros e ainda por cima são guerreiros lutando contra a Sociedade Lesser, tudo bandido cheirando a talquinho Johnson’s. Beth não sabia que era filha de um vampiro, que por sinal era um dos melhores amigos e irmão de luta do rei. O cara fica com os 4 pneus arriados pela Beth, e ela acaba fazendo com que ele aceitasse o trono, o que ele não queria. Queria apenas ficar com sua adaga negra cortando os Lessers. Moça espeeerta!

Capítulo 6
Encontros em casamentos Simplesmente irresistível – Rachel Gibson – Indicado por Seriam.
O livro começa com o casamento marcado da Georgianne com Virgil, um cara beeem mais velho que tinha idade para ser seu avô. Não, não era por amor... adivinhona! A bicha só sabia cozinhar e falar pelos cotovelos. Aí na festa do seu casamento se arrepende e resolve fugir dali com um gatinho. Mal sabiam eles que o gatinho era um jogador de hóquei que trabalhava no time do seu ex-quase-futuro marido. Ferrou tuudo. O moço, claro, medrou e resolveu abandonar a moça depois de uma noite de amor. Só que essa noite de amor rendeu juros e correção monetária. Sete anos depois se reencontram, mas o cagão ainda se borrava todo de medo do patrão.

Capítulo 7
Feitiço de amorThe marriage bargain- Jennifer Probst – Indicado por Flor do Tibet.
Alexa precisava de dinheiro. E rápido. O que fez? Uma mandinga da hora. Pra salvar a casa da sua família, a bicha resolve fazer um macumbal de responsa e convoca ajuda dos espíritos. Mas acontece que baixou um espírito de porco e acaba mandando pra ela um bilionário que já tinha esmigalhado seu pobre coraçãozinho. Mas aí ele faz uma proposta indecente, pois precisava de uma esposa por um ano. A moça que não era doida nem nada, concorda na hora. Ai, que eu não tenho uma sorte dessas!! Eu que não trabalhe não, pra eu ver!!

Capítulo 8
Preconceito RacialA montanha dos MacKenzie – Linda Howard – Indicado por Cláudia F, Sil byo, Virgínia, Jeanne, Flor, Cris e Talita.
Quem não leu, leia. Leitura imprescindível pra quem quer ler um TDB. A mocinha é uma professora que dá aula para Joe, o filho do TDB (mocinho do livro citado acima, Missão MacKenzie), que resolve matar aula. A fessora sobe a montanha com seus sapatos e carro inapropriados para a neve. Acaba caindo nas graças do TDB, que era mal visto pelos moradores por ser mestiço de índio. Foi indevidamente culpado por um crime que não cometeu no passado por causa do preconceito de toda uma cidade, mas a fessora ajuda a colocar as coisas nos eixos. E ele, é claro, ensina a fessora a lavar roupa no seu tanquinho. Misericórdia!! As cenas de sequikço são fumegantes! Leiam! E com ventilador, mesmo no inverno vão pegar fogo na bacurinha.

Capítulo 9
DivórcioThe King – J. R. Ward – Indicado por Tininha.
Rapaize, o livro é fantástico. O rei é colocado na parede pela sociedade metida a besta dos vampiros por que sua Shellan, a Beth, não era sangue puro. Mas nesse entrevero eles têm uma rusga por que ele não quer que a moça engravide com medo dela morrer. Mas a Beth quer uma cópia fiel do seu macho alfa TDB. Quem não ia querer, né não? Aí eles fazem as pazes, mas acabam tendo um divórcio para acalmar os ânimos do povo metido a besta. Mas calma, foi de mentirinha! Eles fazem um casamento humano e nada mais que Lassiter acaba sendo o juiz de paz, vestido à La Presley. Mó chique, benhê. Viu? Tudo acaba bem.

Capítulo 10
Fazenda/Sítio/ RuralCalor do Caubói – Sable Hunter- Indicado por Renata S, Ana K e Márcia.
Oh Yeaah caubói gostoso! Uau, respirem fundo. Agora imagem um mocinho TDB dono de uma fazenda com uma cambada de irmãos tudo gostoso kinem ele, ficando sem uma cozinheira? Aí aparece para trabalhar ali a nossa mocinha recém-liberada pelo médico depois de ter uma leucemia, coisa pouca... rs. A bicha tinha mó disposição, lavava, passava, chuleava, e ainda dava a ximbica que era uma beleza... pro patrão! Mas eu também dava... ô lá em casa! Livro bão!

Capítulo 11
Despedida de Solteiro — The rocker that needs me - Terri Anne Browning -...A Serie toda na biblioteca em Séries: The Rocker.. Indicado por Renata S.
Drake é um roqueiro bebum. Não tem como não ser, mediante o que ele passou em sua infância atribulada. Por conta disso, todos os dias bebe literalmente até vomitar. Só que seu amigo roqueiro acaba se relacionando com a empregada, que trás junto sua irmã de 17 anos. Ah, o roqueiro gamou na garota. O único problema é que ele estava na casa dos 30, era vivido e não queria macular a pura mocinha. Na despedida de solteiro do amigo, ele bebe até quase cair... quase, por que ainda conseguiu arrastar uma piri para o quarto ao lado da Lana e traça a quenga ali mesmo, encostado na porta. A mocinha ouve tudo e pira. Acaba se afastando dele. Livro mara! Tô falando sério!

Capítulo 12
Sexo inusitado — Beautiful Bastard – Christina Lauren...na biblioteca em Títulos B..– Indicado por Flor do Tibet.
Bennett Ryan é um bastardo e FDP lindo, e Chloe Mills é sua assistente FDP e linda também. Livro bastante divertido, onde ele ataca e recebe o troco direitinho. Os dois no início tentam lutar contra a atração, pois ele é realmente bastante FDP. Mas a mocinha vence pelas suas maneiras, roupas, decotes e por fazer sexo em qualquer lugar possível e imaginável. Hahaha.

Capítulo 13
 Danças sensuais Stripped – Jasinda Wilder – Indicado por Didi, Cláudia f e Ana K.
Grey é uma mocinha recatada e crente, filha de um pastor de uma cidadezinha lá no raio que o parta. Doida pra tentar a vida e estudar (me engana que eu gosto!) na cidade grande, a mocinha mete o pé, larga tudo e vai tentar a vida em LA. Lá acaba sendo stripper (coisa leve) de uma boate de noite, de dia é estagiária (por isso Ana K gostou dessa... hmmm) e não, não foi no serviço que conheceu o mocinho gostoso e astro de cinema. Foi dançando. Depois dançou, né? Ô povo pra ter sorte, essas dançarinas... de recatada a dama do P-dance.

Capítulo 14
Virei filmeOrgulho e preconceito – Jane Austen – Indicado por Seriam, Sil byo  e Samara (tudo com S de sadia).
Elizabeth tinha um monte de irmãs. Numa época em que as terras eram deixadas só pros homens, a mulherada vivia de favores depois que o pai morria. Por isso suas irmãs e mãe ficaram com afliceta assim que a propriedade ao lado é alugada por Mr. Darcy... o povo vaiu a loucura. Mas calmaê, que Lizzie acaba a princípio irritando o irritante Darcy. Claro que depois que a escritora ajudou um cadinho, eles acabam se envolvendo e tudo acaba bem. Mas dá trabalho, já que Lizzie tem uma língua viperina. Não fui eu que disse isso, foi a autora mesmo. Juro!

Capítulo 15
Traumas 50 tons de cinza – E. L. James – Indicado por Kátia S.
Christian Gray era um pobre menino rico que sofreu muito em sua infância. Até que acaba nas mãos da pérfida Senhora Robinson, uma amigalinha da sua mamãe, senhora admiradora de um bom spanking no rabo dos outros. Acontece que o moço tomou gosto por uma boa chibata, só que no rabo alheio. E eis que conhece mais uma estagiária (isso dá futuro!) que tira o moço do Norte. Aí ferrou tudo. O moço sofre, dá vexame, fica tenso, nervoso, a pressão quase sobe, mas tudo acaba bem no 3º livro. Anastacia dáum jeito no moço, mas pra ele não ficar muito nervoso e ficar com aquele olhar parado que dava medo nela, ela deixa ele semana sim, semana não, dar uma esquentada no seu rabicó com um cinto. Os 50 tons de cinza ficam por conta do degradê de tons de sua pobre alma. Ah, tem um quarto vermelho pra sair da monotonia do cinza. Manêro.

Capítulo 16
Deixa que eu escrevo — Toda sua / série Crossfire – Sylvia Day – Indicado por Flor do Tibet.
Gideon Cross era um magnata, e acaba se envolvendo com uma moça rica (pra variar) que trabalha no prédio dele. O moço é rico e dono de um prédio. E gosta de um trem meio retorcido também, kinem o Christian Gray. Acontece que tanto ele quanto ela tem um passado tempestuoso, tumultuando assim sua relação já tumultuada. Ela divide o apartamento com um amigo gay, e eles são fofos juntos. Série ainda não terminada, apesar de ter sido vendida inicialmente como trilogia, mas já tem um novo livro a caminho. E será bem-vindo, pois apesar da brincadeira, a série é ótima.

Capítulo 17
Família e Agregados Irmandade da Adaga Negra — J. R. Ward – Indicado por Seriam.
Série bastante boa sobre vampiros urbanos. São guerreiros e lutam contra a Sociedade Lesser, bandidos cheirando a talco que são frutos do mal, o Ômega, ser perverso que gosta de dar uma catracada forte em seus subordinados rebeldes. Só pra castigar, a autora não cita se ele curtiu, os pobres dos lessers saem um tanto ofendidos pela malvadeza. Bom, quanto aos vampiros, tem o rei Cego, o Rhage, que quando fica nervoso vira Rhagezilla, tem o V, Z, as shellans, que são as esposas dos guerreiros (Ô inveja da Mary) e mais um montão. Por fim, ela ficou bastante conhecida por ter introduzido em suas fileiras um casal gay, mas isso não tirou o brilho da série, ao contrário. Leiam que é muito boa.

Capítulo 18
ComédiaO amor... é cego? – Linsay Sands – Indicado por Cris V.
Lady Clarissa era míope. O Conde Adrian tinha uma cicatriz bem grandona na cara. Pronto. Temos um começo perfeito pra tudo dar errado, certo? Errado. Clarissa quer casar, mas sua madrasta quer mais ainda. E proíbe a moça de usar os óculos fundo de garrafa pra não assustar os homens. Já o pobre do Conde faz de tudo pra mocinha não usar os óculos e assim não enxergar sua cicatriz. Bobinho. Mal sabe ele que isso renderia boas gargalhadas durante a leitura desse livro. Hilário.

Capítulo 19
Hot Hot Hot 50 tons mais escuros – E. L. James – Indicado por Flor do Tibet.
Segundo livro da trilogia. Neste o casal começa separado, mas logo fazem as pazes e partem pra catracada forte com direito a todos os tons de todas as cores do arco-íris no Quarto Vermelho da Dor. Ui. Pois é, depois de ter passado o finalzinho do1º livro de bico, o casal vem forte para cenas calientes, e dá uma esquentada básica no frio que congelava o moço. Claro que aparece uma doida na parada, mas no livro 3 as coisas se resolvem.

Capítulo 20
ApostasBelo desastre – Jamie McGuire- Indicado por Tininha, Claudia f ,  Samara e  Seriam.
Esse é o famoso Travis Maddox, comedor de tudo quanto era menina de sua faculdade, menino bonito e de vida tranquila. Até que cruza seus caminhos com uma garota meio mal-humorada, bichinha do mato que tentava passar despercebida depois de sua infância e adolescência traumática, por conta de mãe alcoólatra e pai jogador. O que ninguém sabia era que a mocinha era uma exímia jogadora de pôquer também, e que havia “roubado” a sorte do seu pai nas mesas, tornando-se uma lenda viva no pôquer. Ela dá um show de cartas e acaba roubando o coração do mocinho, apesar do moço não valer o que a gata enterra... rs.

Capítulo 21
Ela é a amanteO conquistador- Brenda Joyce – Indicado por Tininha, Claudia f ,  Seriam  e  Samara.
Um dos livros mais falados nos grupos, pela realidade nua e crua de sua história. O mocinho na verdade é um grande conquistador e salafrário. Ele acaba se casando com a irmã da mocinha e faz da mocinha sua amante, o que por si só já é uma afronta. Mas O cara é um Warenne, dando início a uma saga que fazer tremer os alicerces de sua casinha. Ceirdre é uma mocinha pobre, bastarda e que aceita os termos ditados por sua vida. Livro bastante controverso e forte, mas bom pra caramba. Aliás, a série toda é.

Capítulo 22
Adoção 50 tons de liberdade – E.L. James – Indicado por Flor do Tibet,  Kátia S,  Renata S e  Tati  P.
O último livro da trilogia do mocinho que foi adotado na tenra infância... e por causa da amiga-vizinha da mãe adotiva dele (que é uma safada) ele ficou traumatizado... e começou a sentar a mamona (e outras coisitas mais) nas suas subs. Até que encontra a Anaxata que diz: nem vem, Jamelão, nimim não!!! Popozinho que mamys passou talquinho vagabundo nium vai sentar a mão!! E não é que acabaram se entendendo e o livro termina com total liberdade para o casal? Ele bate e assopra, e ela deixa uns dias outros não... ah, o mundo é lindo... e o amor também.

Capítulo 23
Guerras — Stinger – Mia Sheridan... na Biblioteca em Títulos S...– Indicado por Cláudia F.
Grace era uma menina focada em sua carreira, estudava advocacia e estava querendo se dar bem. Aí a moça vai para uma conferência e chegando lá dá de cara com Carson, que também estava naquele hotel para uma conferência... de atores pornô! Isso mesmo, o moço era ator de vuco-vuco. O babado pega fogo. A moça acaba se relacionando com ele e nunca mais foi a mesma. O coitado sai dali com o coração partido e envergonhado por mostrar suas partes pudendas ao vivo e cores para todo mundo. As coisas mudam e ele resolve mudar também. Transforma-se no TDB Seal mais gostoso do planeta e vai salvar o mundo do mal. Depois de anos eles se reencontram. Mas a vergonha pelo passado ainda está marcada a ferro e fogo na memória do moço. Livro bom.

Capítulo 24
Amigo Gay 1 — Série In flight – R.K.Lilley ...na Biblioteca em Séries ...Trilogia Up In – Indicado por Fernanda D,  Tininha,  Andréa Batalha,  Livia  c. e Kátia S.
Ownn... que amizade mais fofa e linda e cuti-cuti. Os dois comem o panetone que o diabo amassou ao longo de sua vida até terminarem trabalhando lado a lado como comissários de bordo. Stephan é o sonho de toda mulher, fofo, carismático, protetor e que ainda por cima divide com ela os sonhos do futuro. O único problema é que Bianca tem em seu passado um pai violento. E ele a persegue na trilogia inteirinha, causando um estresse sem fim nas leitoras. Série muito boa e altamente viciante. Quero um amigo kinem o Stephan.

Capítulo 25
Amigo Gay 2 — Toda Sua – Série  Crossfire – Sylvia Day – Indicado por Flor do Tibet  e  Seriam.
Amigo gay é ótimo, ainda mais quando dividem apartamento. É o caso de Eva e Cary, só que na verdade Cary era bissexual, cortava dos dois lados. Muito fofa a relação dos dois, e isso acaba roubando várias cenas do Gideon Cross. A série, como falei acima, é bastante densa, já que os dois possuem muitos traumas para resolver em suas cabeças, mas vale super a pena ser lida. Só vou avisando: esse amigo num vale o que a gata enterra!

Capítulo 26
PiorES – R.I.P. — Aqueles que nem de graça.
Os 10 mais indicados foram:
  • Em 1º lugar — Trilogia erótica da Bela Adormecida – Anne Rice – um compilado de contos de fodas eróticos.
  • Em 2º lugar (empate) — Forasteiro — Diana Palmer – Colby Lane é achincalhado pela galera por ter causado uma lesão na ximbica da mocinha que precisou levar 4 pontos! Ô atrocidade, fala sério! O moço ainda por cima larga a mocinha na lua de mel e corre para a quenga.
  • Em 2º lugar também — Carícia do vento — Janet Daily – Mocinha se casa com caça-dotes e foge para passar a lua de mel no México. Sofrem uma emboscada e seu marido que não valia nada morre, deixando-a à mercê de Alfonso, cabra-macho que a estupra, chicoteia, tudo em nome do amor e da honra de bandidos. Ah, esqueci de dizer que ele é bandido??
  • Em 3º lugar (empate) — A culpa é das estrelas — John Green – Hazel é paciente terminal e encontra Augustus que certo dia dá as caras no grupo de apoio ao câncer. Depois disso a culpa é das estrelas, que minha que não é se você se debulhar em lágrimas.
  • Em 3º lugar também — O Morro dos ventos uivantes – Emily Brontë – Cathy e Heathcliff são criados como irmãos, ele adotivo, mas na verdade ele é só um empregado da casa. Cathy se apaixona por ele, mas fraca como ela só acaba se deixando levar pelas vontades do pai e da sociedade, e faz como é devido. Casa-se com o cara certinho, o que leva todo mundo a ser infeliz.  O irmão dela de verdade sujeita o pobre do Heathcliff a todo tipo de humilhação. Depois de uma reviravolta ele volta rico e se vinga. Depois acabam uivando pela propriedade. E tenho dito.
  • Em 3º lugar (empatado também) — Série envolvida pelo bilionário – Sara Fawkes – Lucy encontra um milionário em um elevador e passam a série toda de vuco-vuco com direito a uns tapas, tudo e nome do sequiço.
  • Em 4º lugar — Taint  — S.I.Jennings – Programa de educação sexual para as senhoras ruins de cama. Justin Drake veio para transformar donas de casa em prostitutas (palavras dele)... agora... quem vai ser a 1ª?
  • Em 5º lugar — Falsa Submissão — Laura Reese – A jornalista Nora acaba se envolvendo no universo BDSMêmico após a morte de sua irmã, que por acaso deixou um diário. Nora se envolve com M. que é um suspeito na morte de sua irmã. E tome chicotada!
  • Em 6º lugar — O Lobo e a Pomba — Kathleen E. Woodiwiss – A pomba no caso é Aislinn, filha de um senhor de terras saxão, que são invadidos pelos normandos. Wulfgar chega com tudo e se transforma no Lobo. Coitada da pomba, passa o panetone que o diabo amassou com o rabo. Mas tudo termina bem, relaxe!
  • Em 7º lugar — Proibida — Velvet – Não há mocinhos nesse livro. Tem uma advogada qye tem um namorado que quer ser senador. Só que ele tem um filho que é dono de um clube de sexo. A moça sente-se preterida por conta da política e vai encontrar emoção ali no clube. Envolve-se com o filho do seu namorado, sem saber quem é quem na parada. O rolo fica mais enrolado ainda... final que dá vontade de torcer o pescoço da escritora.
  • Em 8º lugar — Coração sofrido — Jo Beverly – mocinha é estuprada por um mocinho que é gêmeo. “Arrependido” ele força o irmão Nick a casar com a mocinha, só que o irmão é espião da Coroa. E é “obrigado” a ter uma amante francesa. Uma enrolação dos diabos, mas a mocinha sofre kinem uma condenada.
  • Em 9º lugar — Enquanto você dormia – Sandra Steffen – Enquanto você dormia o mocinho comia a irmã da mocinha... enquanto ela estava em coma ele estava ativo. Livro controverso. Uns amam.. outros odeiam. Descubra de que lado você está.
  • Em 10º lugar — O Fá clube — Irving Wallace – Sharon é sequestrada por um fã que trama com mais 3 amigos para levá-la a um cafofo enquanto se revezam estuprando-a. Quando a danada consegue fugir o que faz? Nada. Cruizem.

Capítulo 27
Funcionários Públicos — Não posso me apaixonar (Os Sullivan 3) – Bella Andre – Indicado por Sil Byo  e  Seriam.
Gabe é bombeiro e não só isso. TDB a toda prova. Altruísta. Num salvamento ele encontra Megan e sua filha, Summer. Ele fica ferido e elas vão visitá-lo, dando início a um relacionamento que ambos não queriam, mas que se veem sem condições de dizer não. O cara é gostoso, quem poderia resistir? Com certeza eu não. Nem você. Nem vem.

Capítulo 28
Padres e teólogos — Anjos e demônios - Dan Brown – Indicado por Cláudia F.
2º livro de Robert Langdon, professor de Harvard. Nesse livro Robert acaba envolvido com os Illuminati e com Vittoria, a filha adotiva do físico assassinado que dá partida na história. Livro quase que totalmente passado em Roma, cheio de mistérios e tramas que fazem você ficar atenta e doidinha para terminar a coisa toda. Tal como o Código da Vinci, ele apresenta um quebra-cabeças que faz com que a história seja altamente dinâmica e eletrizante.

Capítulo 29
Encontro às cegasA Sir Phillip, com amor – Julia Quinn — Indicado por Virgínia.
Elloise e Phillip, depois de um ano de trelelê por cartas, resolvem se encontrar. Acontece que ele não era bem o que ela esperava, além de ter dois filhos gêmeos que são o catiço, o que esqueceu de comentar nesse ano de papo. Só que a bicha era teimosa como uma mula e não arreda mão de conseguir o que quer, apesar do carinha ser bronco e introvertido. Ela aceita a parada e está pronta para a briga.

Capítulo 30
FériasTodo o ar que respiras – Judith McNaught – Indicado por Kátia S.
Mitchell é um TDB e rico que por acaso encontra Kate, que está passando as férias numa ilha paradisíaca para se recuperar da perda do pai. O que ninguém contou pra Kate (safada!) que o Mich era um TDB. A bicha se apaixona pelo TDB e esquece que tem um namorado.. affe... até eu esqueceria, né não?

Capítulo 31
Livros e Afins — Dangerous Lover (2º da série dangerous) – Lisa Marie Rice- Indicado por Jaqueferra e Sil Byo.
Caroline precisa de um pensionista e pra ontem. Jack Prescott já arrastava um caminhão pela bela desde garotinho. Então juntou a fome e a vontade de comer. Nesse caso, como esse TDB come, meldels! Ele lida com ela como se fosse uma florzinha de estufa, mas na hora da catracada o sujeito chega forte, tem pegada e vicia a pobre da moça. E ela tem mó sorte, pois não é que o danado além de gostoso ainda era rico??? E ainda por cima toma conta, cuida dela e jura amor eterno. Ô lá em casa!!!!


Gente, realmente muito fofo os resumos espero que aproveitem a caçada!

* notinha: ebooks indicados e postados nos blogs estão na Biblioteca em Títulos ou Séries.
Os sem links, Sylvia Day, Bella André retirados dos blogs, portanto por favor não peçam...não temos.

bjs 
                                 


A Espiã












A Espia da Rainha, conta a história de uma jovem obrigada a sobreviver entre traições, rivalidades, conspirações, falta de fé religiosa e amores não correspondidos. 

 Capítulo Um 

Verão de 1548 
Aos risos e muito excitada, a moça corria no jardim banhado de sol, fugindo do padrasto, mas não com rapidez suficiente para que ele não pudesse apanhá-la. 
A madrasta, sentada debaixo de uma latada com rosas em botão à volta, avistou a rapariga de catorze anos e o belo homem que corria atrás dela por entre os largos troncos no relvado plano e sorriu, decidida a ver apenas o que havia de melhor neles: a moça que educava e o homem que há anos adorava. 
Ele agarrou a moça pela bainha do vestido esvoaçante e apertou-a por um momento contra o peito. - Mereço uma prenda! - disse ele, o rosto moreno perto das faces afogueadas dela. Ambos sabiam qual seria a prenda. 
Como mercúrio, ela esgueirou-se do seu abraço e afastou-se para o outro lado de uma fonte ornamental com um largo tanque circular.  Carpas anafadas nadavam lentamente na água. Ao debruçar-se para zombar dele, o rosto corado de Elizabeth reflectiu-se na superfície. 
- Não conseguireis apanhar-me! 
- Claro que consigo. Ela inclinou-se de modo que ele pudesse ver os seus pequenos seios pelo decote quadrado do vestido verde. 
Sentiu os olhos dele pousados nela e o rubor das suas faces aumentou. Ele observou-a, divertido e excitado, enquanto o pescoço dela avermelhava. 
- Apanhar-vos-ei sempre que quiser - disse, pensando na caça ao sexo que termina na cama. 
- Então tentai! - disse ela, sem saber ao certo para o que o estava a convidar, mas sabendo que queria ouvir os pés dele correr atrás dela sobre a relva, as mãos esticadas para a agarrar; e, mais do que tudo, a sensação dos seus braços à volta dela, puxando-a contra os fascinantes contornos do seu corpo, o arranhar do gibão bordado contra a sua face, a pressão da coxa contra as suas pernas. Soltou um gritinho e voltou a fugir por uma álea de teixos, onde o jardim de Chelsea se estendia até ao rio. 
A rainha, sorrindo,  ergueu os olhos do trabalho de costura e viu a sua querida enteada correr por entre as árvores e o seu belo marido a poucos passos atrás. 
Voltou a baixar os olhos e não o viu apanhar Elizabeth, rodopiá-la no ar, voltar a pousá-la junto do tronco vermelho do teixo e tapar-lhe a boca meio aberta com a mão. 








nota:portugues de Portugal

4 de agosto de 2014

Ganhar o Coração do Highlander

Série Medieval













A Condessa Anice prometeu fugir das investidas amorosas do Rei Henrique I e voltar para sua casa na Planície, onde espera encontrar um latifundiário para se casar.
O Highlander Laird Malcolm McNeill está em busca de uma noiva inglesa e se envolve com a moça escocesa, enquanto tenta descobrir por que seus homens desapareceram.


Série Medieval
1- Ganhar o Coração do Highlander

3 de agosto de 2014

O Senhor da Fronteira





Lachlan Kerr recebe ordens para se casar, por isso acha inútil protestar ao se tornar noivo da tímida e sem graça lady Grace Stanton. 

Entretanto, ele descobre o quanto ela é especial. 
Durante toda sua vida, Lachlan fora cercado por traições, mas Grace acredita que ainda há bondade nele. 
A força de Lachlan e o cuidado que tem com ela o tornam ainda mais atraente. 
E Grace se dá conta de que está cada vez mais apaixonada por aquele homem cheio de segredos na alma…

Capítulo Um

Agosto de 1360 — Grantley Manor, Clenmell, Durham, Inglaterra.
Lady Grace Stanton observava o homem que caminhava em sua direção. Alto, moreno e belo.
Era algo pelo que ela não esperava.
Aquela beleza a preocupava mais do que o perigo que o envolvia ou a indiferença que ele usava como um manto. E quando, enfim, ele estacou diante deles e a poeira, levantada pelos cascos dos cavalos, assentou, ela controlou a expressão e ergueu o rosto.
Ele ficara desapontado. Dava para perceber em seu olhar. Havia uma nuance de desconfiança sob a superfície azul-cinzenta. O coração de Grace afundou. Podia sentir a dor fria de suas suspeitas. Com um sorriso forçado, aceitou a mão que ele lhe estendeu, odiando as unhas roídas e a aparência de sua pele, vermelha e ressecada, de encontro à dele, morena e lisa.
Padecia com aquela enfermidade desde que nascera, há 26 anos. Porém, naquele dia, pelo menos, a pele sob seus olhos não estava descamada nem exsudada.
— Lady Grace. — Assim que proferiu seu nome, ele soltou-lhe a mão e recuou um passo.
— Kerr — disse o tio dela, o conde de Carrick, e seu tom não soou acolhedor. O olhar semicerrado, voltado para o recém-chegado, também englobava os membros do clã, mais ou menos uns 20, que se encontravam sobre os lombos de seus cavalos, atrás do lorde. — Nós o aguardávamos semana passada.
— Já chamaram o sacerdote? — Kerr o interrompeu dispensando completamente as boas maneiras.
— Sim. O padre O’Brian veio de...
— Então, traga-o aqui.
— Mas minha sobrinha ainda não está vestida adequadamente.
— Um vestido é a menor de suas preocupações em face do decreto de meu rei. — As palavras soaram categóricas. Quase insolentes. Oscilando à beira da insubordinação. Quando Grace olhou para o tio, a nitidez da luz o fez parecer mais velho, um homem que superara as agruras da guerra e que agora almejava passar a velhice em paz. Quando seu olhar recaiu sobre as armas que os Kerrs portavam, ela percebeu, com mais clareza do que nunca, o verdadeiro preço da política. Um passo em falso e sua família sofreria as consequências, pois plebeus inocentes eram facilmente descartáveis em períodos de frustração política.
— Eu... a-a-cho, t-tio, que o senhor deveria chamar o pa-pa-padre O’Brian. — Deus! Sua gagueira habitual estava pior do que nunca. Grace ouviu, mais do que viu, o murmúrio dos homens atrás de Kerr, e seu pulso acelerou tão descontroladamente que temeu desmaiar por falta de ar.
Não, não se permitiria tal luxo!
Mordendo o lábio inferior, manteve-se imóvel, esforçando-se para sufocar o pânico que a dominava, até senti-lo retroceder.
— Você se casaria aqui mesmo? Do lado de fora? Mas você esperava...
— Não, tio. Aqui está bo-bom.
Esperanças! Seu olhar percorreu o rosto do guerreiro a sua frente, esperando júbilo ou, no mínimo, compaixão, mas não viu nada.
Apenas uma obrigação, pensou de repente. Para ele, aquele casamento era apenas uma obrigação, uma maneira de apaziguar o rei e encher os próprios cofres de dinheiro.
Maculada por uma doença de pele, mas agraciada com boas ancas para gerar filhos. O emissário de Eduardo III da Inglaterra havia dito exatamente tais palavras, quando ela fora convocada para vê-lo. Lembrou-se da fúria momentânea do tio ao ler o decreto que lhe fora colocado nas mãos, um pedaço de papel que mudaria suas vidas para sempre. Se ele não obedecesse, Grantley Manor estaria em risco. Grantley! Perderiam a propriedade da família se ele não fizesse o sacrifício de casar uma sobrinha, sem atrativos e já passada, com um cônjuge escolhido. Até mesmo seu tio tinha limites quanto ao que estava disposto a perder.
A vontade dos reis. Uma união forjada, enquanto todos estavam às voltas com o conceito de independência da Escócia.
Grace podia ver o traço de impaciência nos olhos de Lachlan Kerr, azuis com pontinhos cinza. Olhos que diziam que ele certamente estava a par da extensão de sua reputação na corte, onde os boatos sobre ela eram cantados nas canções de bufões, figuras de entretenimento, que proporcionavam às damas e aos lordes uma pausa para fugir da realidade mais dura das conspirações. Stephen lhe contara no último verão, após retornar de Londres. O primo recitara os versos maldosos, achando que lhe estava fazendo um favor, avisando-a.
Talvez estivesse mesmo, pensou Grace. Um ano atrás, não teria sido capaz de perceber a aversão e a piedade tão claramente estampadas no rosto de Kerr, julgando ser apenas traços de impaciência. Agora, a forma de uma irritação indisfarçável em seu semblante era evidente em sua postura e na maneira como se colocava diante deles, uma das mãos no quadril e a outra no cabo da espada.
O sucessor do irmão!

Viagem Para o Amor












A força do amor rompeu as barreiras que separavam dois jovens apaixonados.

Trêmula, os olhos marejados de lágrima, Shena não ousava encarar o marquês de Kilbrooke. 
Viajara o tempo todo ao lado desse homem belo e fascinante em seu iate, e agora, na hora de se despedir, tinha medo de deixar transparecer todo o amor que lhe ia na alma... 
Não havia a mínima chance de conquistar o marquês de Kilbrooke. 
Afinal, ele a julgava uma simples cozinheira do castelo...

Capítulo Um

1885
Lorde Hallam, um dos mais brilhantes ministros das relações exteriores que a Inglaterra já ti­vera, aposentara-se e passara a fazer parte da câmara dos lordes, achando que nunca mais iria ligar-se à diplomacia.
Entretanto, sempre que havia uma crise entre a Inglaterra e outro país ele era, invariavelmente, chamado para ajudar o governo, sobretudo por ser dotado de muita energia e inteli­gência brilhante.
No momento, estando lorde Hallam de partida para Londres reinava grande alvoroço em sua residência, no campo. O que o preocupava era deixar a única filha, Shena, sozinha.
Naturalmente havia muitos parentes que viriam com o maior prazer fazer-lhe companhia, porém a jovem preferiu ficar só com os criados.
— Estou muito acostumada a Conversar com o senhor e me aborreço com nossas parentes que só falam sobre futilidades do tempo em que eram jovens — Shena justificou-se.
— Compreendo, querida — Lorde Hallam abraçou a filha.
Mas você precisa divertir-se. Prometo-Ihe que iremos para Londres assim que meu livro estiver terminado. Oferecerei um baile magnífico em nossa casa e você será a debutante da temporada.
Seria tarde demais para debutar, pois em breve faria deze­nove anos, Shena pensou, mas nada disso; não queria aborrecer o pai.
Além disso, sentia-se muito feliz no campo. A propriedade que eles possuíam, em Hertfordshire, era vasta, toda cultivada, e a casa, encantadora.
O jardim à frente da casa era vivamente colorido pelas flores. No inverno estas floresciam nas estufas.
Para distrair-se Shena podia montar os excelentes cavalos de raça e passear pelos campos ou pelo bosque tão cheio de magia.
Devido à carreira diplomática lorde Hallam se casara com mais idade. Apaixonara-se pela filha do duque de Larington, já viúva, e desse casamento nasceu Shena.
Infelizmente lady Hallam não pôde mais ter filhos; após o nascimento de Shena tomou-se muito frágil, vindo a falecer quando a filha tinha quinze anos.
Com a morte da esposa lorde Hallam apegou-se ainda mais à filha e ambos viviam um para o outro.
Tendo herdado do pai a inteligência privilegiada, Shena tor­nou-se para ele uma ajudante preciosa. Além de auxiliá-lo na supervisão das fazendas que formavam a grande propriedade, ajudava-o a escrever sua autobiografia.
No momento o que lorde Hallam menos queria era viajar para o exterior, uma vez que seu trabalho estava prestes a ser concluído.
Entretanto, pareceu-lhe impossível deixar de atender o pe­dido do Sr. Gladstone, primeiro-ministro da Inglaterra.
— Voltarei o mais brevemente possível — disse lorde Hal­lam à filha assim que a carruagem estacionou à frente da casa.
— Cuide-se bem, papai. Nada de abusos, sobretudo não se deite tarde demais — recomendou Shena com carinho.

Uma Dama Nunca Mente

Série Romances À Luz da Lua

Alexandra, Lady Morley, uma viúva atraente, está de férias para escapar de seus credores e elaborar um plano para recuperar sua fortuna. 

Distraída pela chegada de Phineas "Finn" Burke, um inventor brilhante com um passado chocante, ela se desespera e teme nunca conseguir o que precisa... Até que eles se beijam.
Finn, ingênuo em relação à espécie feminina e focado apenas em aperfeiçoar sua "carruagem sem cavalos" para uma exposição em Roma, nunca sonhou que pudesseencontrar uma mulher como Alexandra, que é tão enlouquecedoraquanto graciosa. 
Finn anseia fazer Alexandra sua esposa, mas seus próprios planos estão no caminho...A menos que Alexandra possa sacrificar tudo para realizar seus desejos mais profundos.

Capítulo Um


A cinquenta quilômetros a sudoeste de Florença – Março de 1890
Sempre havia mantido um nível de exigência muito elevado. Enquanto outras jovens damas sonhavam em encontrar o homem perfeito, Alexandra estava determinada a encontrar o duque perfeito.
No final, havia se conformado com um marquês, mas considerando que lorde Morley havia sido imensamente rico e idoso, ela achava que seu casamento tinha sido um êxito. Sua máxima era «pede e será concedido» — afinal isso estava na Bíblia; tinha quase certeza — e não se conformar jamais com algo de qualidade inferior.
Nem sequer quando fugia dos credores.
Aquele aposento era claramente de segunda categoria. Não, nem isso. Era pouco mais que um armário, apenas maior que o guarda roupa em que armazenava seus vestidos de noite para o verão durante o resto do ano. 
Um estreito catre embutido contra a parede não deixava espaço nem sequer para uma caixa de chapéu; a única manta de lã áspera parecia o paraíso ideal para as pulgas. Era de quarta categoria, ou de quinta. Sinceramente, era inadmissível. Alexandra se virou para o proprietário.
— Creio que não seja adequado. Non possiblo. Entende? Compreende? É muito pequeno. Troppo… Hum… Petito. Somos três. Trio. E o menino.
O dono da pousada franziu o cenho. Talvez não tenha entendido seu italiano rudimentar.
— A pousada está cheia, milady. Prepararei camas no salão de jantar, muito quentinhas, muito confortáveis.
— Dormir no salão de jantar! Três damas inglesas! Não pode estar falando sério. — Alexandra soltou uma risadinha afogada para abstrair a ideia absurda.
— Mas, milady, está chovendo, a ponte está… Inundada. Todos os quartos estão ocupados!
— Por quem? — exigiu saber, erguendo-se até uma altura impressionante.
— Um duque, milady — respondeu o homem em voz baixa e reverente. — Um duque inglês, seu irmão e um amigo.
— Não me diga! Acompanhe-me aos seus aposentos, se for amável. Hum… Operários. Veja bem bom homem, — explicou com amabilidade enquanto empurrava-o pelo estreito e maltratado corredor. 
— No meu país temos um encantador costume segundo o qual os cavalheiros estão obrigados, sem exceção, a renunciar a qualquer comodidade em favor das damas em apuros. Você concordará comigo que é uma ordem perfeitamente civilizada no mundo todo, sem a qual cairíamos na barbárie, como aqueles pobres romanos. Tenho certeza que o seu duque compreenderá. Oh, sim!
Parou na entrada e deu uma olhada no aposento. Esse era muito melhor. Maior e espaçoso. Uma ordenada cama de casal grande no centro da parede do fundo, com um armário em um lado, uma lareira na outra parede, atendida nesse instante por uma jovenzinha de bochechas coradas com uma dessas cabeleiras italianas escuras e cacheadas que eram impossíveis não se invejarem nos momentos mais apaixonados.
Era simples, claro. Essa pousada estava situada em uma remota parada em um péssimo caminho toscano, longe do civilizado refinamento de Milão e inclusive de Florença, mas, Alexandra estava disposta a fazer concessões com relação aos móveis rústicos e a carência de detalhes e acabamentos adequados. E, afinal, a chuva açoitava a pequena janela e se ouvia o som do vento pelo buraco da lareira. Não poderia se permitir ser demasiadamente exigente.
— É ideal, — disse voltando-se para o dono da pousada. — Ficaremos com ele. E também com o aposento contíguo. — apontou para a porta entreaberta próxima ao armário.
Certamente o rosto do homem havia sofrido com os rigores de um longo e chuvoso inverno, parecia quase impossível que aquelas bochechas pudessem ficar ainda mais pálidas, e mesmo assim, até o último traço de vermelhidão havia abandonado o rosto dele.
— Mas, milady, este aposento já está ocupado! — Disse com voz trêmula. — É de um duque! De um duque muito importante! De um duque muito forte! E de seu irmão e seu amigo! Todos muito altos!


Série Romances À Luz da Lua
1-  Uma Dama Nunca Mente

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