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5 de maio de 2015

Irlandês

Série Olhos Irlandês




Lady Hope, descendente dos Reis Irlandeses, é uma jovem de espírito corajoso e aventureiro e quer viver uma grande aventura antes de um casamento de conveniência. 

Disfarçada como um menino, acompanhada por seu fiel cão, Hope começa sua jornada, apenas para descobrir que a aventura pode ser ... perigosa para seu coração.
Colin Shanekill pode deslumbrar qualquer mulher na cama e vencer qualquer guerreiro no campo de batalha. Mas o verdadeiro amor o iludiu ou ele iludiu o amor? Quando o diabo irlandês, o encarregou de encontrar uma mimada aristocrata que foge de sua responsabilidade, ele encontra o menino, Harold, que precisa de sua ajuda. Ele acaba gostando do garoto e ensinando Harold a deslumbrar as mulheres.
Uma vez que a verdadeira identidade de Harold é descoberta, Colin conseguirá ensinar a impetuosa Hope a amar?

Capítulo Um

Colin se separou da impaciente boca, mas não sem antes apertar o amplo traseiro da mulher nua. Outro apertão, um beijo suave e já estava de pé e colocando sua roupa.
—Um pícaro encantador é o que é. — disse a mulher com um sorriso zombador que fazia que sua cara parecesse bonita e quando o sorriso encheu seu rosto pareceu formosa, Colin não desperdiçou esse precioso momento, inclinou-se e tomou seu queixo com uma firmeza possessiva que enviou um tremor de desejo correndo através dela.
—Nellie, só uma beleza como você poderia agradar a fundo a um pícaro encantador como eu. — Beijou-a então, rudamente, antes de suavizar seus lábios lhe roubando o fôlego junto com o coração.
Um suspiro de decepção precedeu a suas palavras.
— Tem que ir ?
—Por muito que eu gostasse de permanecer aqui contigo, tenho um dever com meu senhor.
Ela assentiu com a cabeça com conhecimento e apaziguou sua desilusão o observando vestir-se. Seus olhos escuros se detiveram em cada linha dura e musculosa dele. De pé era muito alto, possivelmente rondasse o metro e noventa, embora fosse largo de ombros não era grosso e tinha um talhe magro, mas possuía uma dureza definida em seus músculos da qual outros homens maiores careciam. 
Os músculos tensos se atavam em seu estômago e mais abaixo, lhe fazendo perguntar-se se em caso de que recebesse um golpe em sua parte baixa, se não seria o punho que sofreria todo o dano.
Suas largas pernas possuíam essa mesma estrutura muscular definida e logo estava seu... riu bobamente, acariciando sua virilidade com os olhos. Era grande e grosso, e tão ah... agradável, e sabia exatamente como agradar a uma mulher. Era um professor nesta arte. 
Um pícaro encantador com uma bela aparência que seduzia e com uma língua de ouro que o mesmo poderia falar, brincar ou tentar a qualquer mulher levando-a para o pecado. Mas ela mesma era uma pecadora e sempre ficava a confissão.
Nellie a contra gosto deixou sua cama quente e revolta, conservando as lembranças vividas nela. Vestiu-se com pressa, deixando cair um vestido folgado feito de suave lã verde sobre sua cabeça e rodeando-o na cintura com um magro cinturão de couro. Colocou um par de gastas sandálias e se sentou em cima de Colin, que tinha terminado de se vestir com uma túnica vermelho escuro, calças escuras e botas de couro. 
Ele passou seus dedos por seu próprio cabelo que levava comprido até os ombros, sorriu-lhe e estendeu seus braços abrindo-os.
Nellie doía pelo desejo por ele enquanto seus braços a envolviam e a pressionavam ferozmente contra ele.
—São boas tuas lembranças as que levarei comigo moça e sempre estarei agradecido por elas.
Nellie o beijou profundamente, apartou-se rapidamente de seus braços e foi para a porta.
—Será pão tenro e queijo, bastante para ti e seus homens, o que levará contigo, Colin.
A expressão do Colin se fez séria.
—Não procuro nenhuma compensação pelo tempo agradável que passamos juntos.
Nellie apreciou suas palavras mais do que ele saberia alguma vez, já que por instinto sabia que dizia a verdade.
—Sim e lhe agradeço isso, mas lhe ofereço isso como a um amigo.
Colin sorriu e seu coração saltou um batimento.
—Então o aceito como um amigo e obrigado por sua generosidade.
—Se só... 









Série Olhos Irlandês
1- O Diabo Irlandês
2- Irlandês
Série Concluída





11 de dezembro de 2011

A Canção De Annie



Alex Montgomery ficou horrorizado ao descobrir que seu irmão forçou uma moça indefesa.

Atormentado pela culpa, Alex se casa com ela e pretende criar o filho que leva em seu ventre.
A pouco tempo do casamento, Alex descobre que Annie Trimble, a filha “boba” de um juiz
local, não sofre nenhuma incapacidade mental, mas sim padece de surdez.
Enquanto Alex aprende a comunicar-se com Annie, desperta uma parte inexplorada da moça e lhe mostra um mundo do amor.

Prólogo
Hooperville, Oregón.
Domingo 6 de abril de 1890.

Quando Douglas Montgomery estava sóbrio, sua companhia era suportável; mas quando bebia Alan Dristol sentia medo dele.
Alan não tinha explicação do porque. Que ele soubesse Douglas nunca fez nada verdadeiramente mal a ninguém.
Mas mesmo assim pressentia, sem poder evitar, que poderia chegar a fazê-lo. Este era um pensamento perturbador, pois obrigava Alan a examinar sua própria personalidade.
Se Douglas não lhe parecesse todo simpático, por que se relacionava com ele?
E, ainda mais, por que bebia com ele? Eram perguntas que Alan se fez milhares de vezes, e a resposta, embora não gostasse de reconhecer, era que não se atrevia a lhe dizer não...
Uma palavra tão simples como “não”!
Mas dizer a alguém como Douglas não era nada simples.
Depois de obrigar seu cavalo para que diminuísse o passo, Alan entreabriu os olhos frente ao forte sol matutino para observar as costas dos quatro companheiros que cavalgavam adiante dele. Douglas Montgomery, mais alto e largo de costas que outros, encabeçava o grupo.
Como querendo deixar em relevo sua autoridade, cravava com frequência as esporas no cavalo e sacudia continuamente as rédeas da pobre besta.
Alan quase sentia náuseas ao pensar em semelhantes maus tratos.
Era um cavalo obediente e não havia nenhuma necessidade de que Douglas o tratasse com crueldade.
Logo, Alan dirigiu o olhar para James Radwick, Roddy Simms e Sam Peck, os outros três jovens que estavam adiante dele.
Eram seus melhores amigos desde que se lembrava e acreditava conhecê-los quase tão bem como a si mesmo.
Suspeitava que temessem Douglas tanto como ele.
Que pena davam!
Na noite anterior esqueceram tudo o que alguma vez aprenderam para seguirem Douglas como obedientes cordeirinhos, ou como estúpidos escravos: foram com ele aos bordéis e logo afogaram os remorsos em álcool.
Mas as fortes dores de cabeça que sentiam naquele momento os faziam pagar caro por sua debilidade. Deus santo!

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27 de maio de 2010

Feita Para Amar

Trilogia Conqueror
















Prisioneira apaixonada...

Criada em um convento, Kathryn de St. Marie aprendeu que render-se ao desejo por um homem é pecaminoso e proibido.
Apesar disso, a bela normanda sonha em viver um grande amor.
Mas o destino cruel interfere quando ela é capturada por um grupo de bárbaros escoceses, e logo em seguida, de uma forma bem mais branda, quando é resgatada por Edric de Braxton Fell, um homem orgulhoso e amargurado, deposto de seu cargo pelo governo normando.
Embora despreze os normandos, Edric percebe que Kathryn é diferente, gentil, generosa e dona de uma sensualidade envolvente.
Tendo a reputação manchada pela captura, Kathryn não pode mais voltar para sua gente e ele é o único que poderá ajudá-la.
Agora, o futuro dela repousa nas mãos fortes de Edric... e num sonho por longo tempo acalentado, de uma sedução perfeita e uma paixão arrebatadora...

Capítulo Um

Castelo de Kettwyck, Fim de verão, 1072
Raptada? — exclamou a majestosa lady Beatrice, sentada à frente de Kathryn de St. Marie.
— Se os escoceses bárbaros me raptassem, teriam de me matar antes que eu mostrasse a face diante da civilização outra vez.
Um calafrio correu pela espinha de Kathryn. Certamente as novas muralhas de Kettwyck eram suficientes para impedir qualquer incursão escocesa.
E havia muitos e poderosos cavaleiros normandos presentes para as festividades ali, nos domínios de seu pai.
Mesmo assim, encontravam-se perto demais da fronteira, longe da segurança da Abadia de St. Marie, onde Kathryn e a irmã, Isabel, haviam passado os últimos dez anos. Estariam vulneráveis ali, em Kettwyck?
A fortaleza ainda não estava pronta, e Kathryn vira os trabalhadores colocando argamassa e pedras nas muralhas naquele dia mesmo. E ela só poderia esperar que toda aquela festa e o banquete de boas-vindas não fossem prematuros.
— O que fazem aos cativos é indescritível — disse lady Alice, a mãe de Kathryn.
— A minha filha preferiria se jogar do penhasco mais próximo a voltar à sociedade. Jamais...
As palavras da velha faladeira perderam-se no ar quando sir Geoffroi Le Chievre aproximou-se por trás de Kathryn e tocou-lhe o ombro.
Faíscas de calor desceram-lhe pelo braço ao toque do rapaz.
Era um belo cavalheiro e atraíra a atenção de Kathryn mais cedo, naquele dia. Tinham trocado alguns olhares, e ela ficara intrigada.
Mas não esperava que viesse procurá-la ali.
— Venha, vamos dançar.
Kathryn levantou-se, mas as palavras de sua mãe a seguiram enquanto se afastava com Geoffroi do grupo de senhoras.
— Uma vez que tenha se tornado a prostituta de um escocês, é melhor estar morta.
— Não dê ouvidos àquelas velhotas — retrucou Geoffroi, conduzindo Kathryn para o pátio onde os músicos tocavam e o pessoal mais jovem se reunira para dançar.
— Não quero ofender sua mãe ou as outras senhoras, mas as muralhas de Kettwyck são fortes e sólidas. Nenhum escocês irá transpô-las.
— Você tem razão, é claro — murmurou Kathryn, com um sorriso, afastando os pensamentos negativos e concentrando a atenção no jovem cavalheiro.
Afinal, tinha de lhe dar algum crédito, pois ele mal notara sua irmã, Isabel, a beldade. Isabel ficara encantada com a permissão do pai para que as filhas escolhessem seus próprios maridos.



Trilogia Conqueror
1- Meu amor, meu inimigo
2- Refém do desejo
3- Feita para amar
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