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4 de agosto de 2018

O Sósia do Duque

Era uma vez, a linda Johanna Sherwood, condessa de Carew, que esteve loucamente apaixonada por Adrian Delacourt, o sombrio, atrativo, e devastadoramente encantador Duque de Roxbury. 

Isso foi antes de casar-se com ele. Isso foi antes que ele mostrasse sua verdadeira natureza quando a acusou de infidelidade, arrastando seu nome pela lama. Isso foi antes que ela fugisse para Itália com o melhor amigo de Adrian, Gareth Sherwood, que a resgatou da ruína total de seu divórcio ao fazê-la sua esposa. Agora Johanna retornou a Inglaterra como uma jovem viúva encantadora só para descobrir que nada mudou. O escândalo injusto ainda envolve seu nome e o amor impossível ainda ardia em seu coração. A opção mais simples… Johanna sabia muito bem que não deveria duvidar na escolha entre o Duque de Roxbury e Lorde John Barrasford. O duque era exatamente como ela o recordava de seu breve e desastroso matrimônio, arrogante, desconfiado, implacável e impaciente por acreditar o pior dela, sempre rechaçando ouvir suas explicações. 
Lorde John Barrasford era justamente ao contrário, atencioso, pormenorizado, elogiando-a e comprometendo-se fazê-la a mais feliz das mulheres. Obviamente isto não deveria fazê-la duvidar: voltar com o terrível duque ou abrir seus braços e coração à adoração que lhe professava Barrasford. Porque para Johanna era tão difícil escolher algo tão evidente. 

Capítulo Um

 — Em realidade, querida, é de pouca importância onde a aflige a morte de meu filho — a condessa viúva suplicou a sua nora. — Então, também podemos retornar a Inglaterra. Suas saias de seda negra rangeram ao mover-se pelo salão fracamente iluminado. 
— Johanna, nada pode devolver a vida de Gary, ambas sabemos. Sua preocupação agora devem ser seus filhos, Justin deve crescer consciente de suas responsabilidades. 
— Mamãe, ele tem só cinco anos — protestou. — Meu amor, ele deve saber que é inglês, não pode criá-lo na Itália e esperar que aprenda o que significa sua herança. Por favor, Johanna, pelo amor de Gary volte com seus filhos à Inglaterra. Johanna Sherwood não se alterou pela suplica. Olhou tristemente o pequeno jardim onde o sol banhava as flores da primavera com sua luz, em contraste com a escuridão de seu coração. Com um suspiro olhou para sua sogra. 
— E fazê-los viver com o escândalo? — perguntou amargamente. — Ouvir que sua mãe foi acusada de adultério e divorciada. — Razão a mais para transladar-se agora, quanto antes Johanna, voltemos para New Haven, confrontemos os falatórios, conseguiremos que se esqueçam. Novos rumores substituem sempre os velhos. Terá que se comportar prudentemente, é obvio, como se a sociedade esquecesse. 
— Eles realmente se esquecem? — Durante um momento seus olhos se nublaram. — Esqueceram um divórcio, que me obrigaram a deixar o país, esqueceram as humilhantes acusações públicas de Adrian, duvido-o muito. 
— O tempo e a distância já tomou cuidado que se esqueçam da maior parte, passaram seis anos desde que ocorreu e Gary... — Ninguém sabe melhor que eu, o que deixou atrás por mim, mas não posso voltar, não me peça isso, não posso. 
— Johanna. — A mulher mais velha se aproximou e abraçou a jovem viúva. — Me olhe, por nada no mundo quero te causar mais dor, mas deve fazê-lo. Gary deixou por você sua casa, seu país, seus amigos, sua carreira política porque a amou por cima de todas as coisas. Pode não encontrar em seu coração razões para retornar com seus filhos para casa. Eles têm o direito de conhecer a herança de seu pai. Justin deve crescer em New Haven, Gary desejaria que fosse dessa forma e você sabe disso. 
— Só tem cinco anos, podemos viver alguns anos a mais na paz do exílio. Não devemos voltar tão cedo.
 — Jo — sua sogra insistiu brandamente. — Só tem vinte e cinco anos, com sua hierarquia e a fortuna de meu filho pode voltar a se casar, amar outra vez, não deixe à amargura te privar disso, ou a meus netos, de encontrar de novo a felicidade, não há nada para atá-la a esta casa, mas a herança de meu filho está esperando por seu filho, não esqueça que Justin é agora o conde de Carew. 


3 de fevereiro de 2018

Dama de Fogo

Série Fogo


Lady Eleanor de Nantes - A moça mais bela de sa época e três homens lutando por seu amor...

O Príncipe Henry, filho do Rei da Inglaterra. Apaixona-se a primeira vista pela a adolescente Eleanor. Imediatamente deseja casar-se com ela. Como possível herdeiro ao trono, ele deve fazer um matrimônio que traga alianças estratégicas e políticas. 
Sendo bonito e sedutor pode ter a qualquer mulher em sua cama e por que não tomar Eleanor como amante se não pode tê-la como esposa...Seu meio-irmão Roger. Seu único amigo e companheiro.
Desprezado pela família e os nobres por ser bastardo. Sempre amou secretamente sua irmã Eleanor e seu amor e fidelidade é tanto que mesmo sendo adolescente fará um juramento ante Deus, de converter-se no defensor e cavaleiro de Eleanor pelo resto de sua vida. Roger guarda um segredo que pode transformar a vida de todos e convertê-lo em um poderoso Lorde.
Só tomará Eleanor se ela vier a ele por sua própria vontade. Lorde Robert do Besleme, um bonito cavaleiro de cabelos escuros e penetrantes olhos verdes. Tem a fama de ser o homem mais temido de toda a Inglaterra e Normandia. Qualquer pessoa faz o sinal da cruz antes de pronunciar seu nome.
O plano de Robert é claro: terá Eleanor de qualquer modo e a qualquer preço. Daria tudo o que tem para sentir-se amado pela bela Eleanor.

Capítulo Um

Maio, 1085

Um ar espectador reinava no pequeno pátio cercado por altas muralhas em Nantes. Herleva, a babá das três filhas do Conde Gilbert, travava uma batalha perdida para manter às jovenzinhas ocupadas, enquanto os sons e os aromas das preparações festivas competiam pela atenção delas. 
Em algum lugar no povoado perto do castelo, os carpinteiros martelavam madeiras para armarem cabines e penduravam alegres bandeirolas, enquanto os cozinheiros se ocupavam de assar carne e os padeiros mantinham os fornos acesos dia e noite para prepararem bastante pão e tortas para nobres e camponeses. De vez em quando, o ruído de cavaleiros chegando com seus acompanhantes se ouviam nas ruas estreitas de pedra. 
A maioria procuraria alojamento dentro do povoado, mas alguns mais favorecidos da nobreza desfrutariam da hospitalidade de Gilbert. Herleva observou como a menina primogênita, Eleanor de doze anos de idade, lutava reticentemente com seu trabalho de costura. 
A menina segurou a toalha do altar que ela tinha estado trabalhando, inspecionou-o com desgosto, e lentamente começou a descosturar os pontos que fazia pouco tempo tinha costurado. 
Não, a menina nunca seria notável por sua habilidade com a agulha e fio — ou com qualquer outra tarefa de dona-de-casa. Bem, nenhum cavaleiro se preocuparia com isso porque a menina era muito reconhecida por sua beleza. 
A diferença de outras moças da idade dela, Eleanor de Nantes carecia dessa estupidez tão frequentemente associada com a aproximação da feminilidade. 
Com compridos cabelos escuros que caíam em uma cortina grossa até sua cintura minúscula, uma pele lisa e clara, com um rubor saudável, e um par de olhos marrom claro bordeados com pestanas negras e grossas, que em conjunto apresentava uma formosa visão. 
Aos doze, ela era pequena e delicadamente bem —feita, mas seus jovens seios já se esboçavam no decote do vestido vermelho. Rumorejava-se que o Conde Gilbert pretendia arrumar seu matrimônio, e os criados de Nantes esperavam que sua Lady fosse a algum lugar onde seria mais apreciada. 
Um insulto moderado escapou dos lábios da menina enquanto jogava no piso seu trabalho, cheia de frustração. Abruptamente ela se levantou e começou a caminhar impacientemente de um lado para o outro com passos longos.
 — Minha Lady! 

Série Fogo
1 - Dama de Fogo
2 - Fire and Steel
3 - Hearts of Fire
4 - The Fire and The Fury
5 - Winter Roses
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