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17 de julho de 2017

Resgatada pelo Guerreiro das Terras Altas

Clã MacKinloch
Celeste de Laurent está determinada a nunca mais viver na pobreza. 

Depois de sacrificar o amor por um casamento seguro, ela agora está a perder tudo como uma viúva. 
Sua única esperança é ter um herdeiro. E que melhor homem para ser o pai de seu filho — e salvá-la de um destino terrível — do que Dougal MacKinloch, o único homem que ela sempre amou?

Capítulo Um

Eiloch, Escócia, 1312
— Ela pretende livrá-la de seu filho, minha senhora — sussurrou sua criada, Síla, ao seu ouvido, olhando para a taça sobre a mesa.
— Não beba de nenhum copo que ela lhe der.
Celeste de Laurent, Lady de Eiloch, manteve seu rosto inexpressivo, embora o perigo fosse real. Agora que seu marido estava morto, seu irmão mais novo, Lionel, tornou-se herdeiro.
Mas só se ela não tivesse um filho.
Sua esposa, Lady Rowena, queria assegurar que nada ameaçasse a herança do marido. O cálice foi provavelmente misturado com ervas para forçá-la a abortar se estivesse grávida.
— Deixe-nos — ordenou Rowena. A criada obedeceu, mas lançou outro olhar de advertência em direção a Celeste.
A taça continha um vinho temperado e Celeste brincou com a taça, seguindo o dedo pela borda de prata. Mas ela deu ouvidos ao aviso de sua empregada e não bebeu.
— Você faria bem em deixar Eiloch — Rowena disse, seu rosto plácido com um sorriso suave. — Casar com outra pessoa e dar a meu marido as terras que lhe pertencem.
— Não tenho nenhum desejo de voltar a casar. Celeste se endireitou no assento, olhando para o vinho escuro. — Eu permanecerei aqui, como é meu direito.
— Por que você ficaria onde não é querida? — Seu olhar centrou-se na cintura de Celeste. — Você pode ter direito a um terço da propriedade de Lord Eiloch, por lei. Mas isso não significa que você deve morar aqui, dentro dessas paredes. — Seu sorriso se tornou ameaçador. — Há outros lugares dentro de nossa propriedade onde você poderia ir.
Outros lugares, menos desejáveis, ela não disse. — Eu posso estar carregando o herdeiro de Edmon — disse Celeste, recusando-se a recuar. — Até que eu tenha certeza, você não tem direitos.
Uma vez que tinha vindo a notícia da morte de Edmon, Rowena e Lionel tinham descido sobre Eiloch como um enxame de gafanhotos. A ameaça de uma gravidez era tudo o que Celeste tinha para defender seu direito de permanecer em sua casa. Suas mãos foram para seu ventre, orando em silêncio para que ela tivesse vivificado com a semente de seu marido. Um filho poderia mantê-la a salvo dos urubus que circulavam — mas ela se preocupava com sua própria segurança.
— Tente ficar aqui, e cuidarei para que sua vida seja uma miséria — advertiu Rowena. — Você não receberá nada de nós e viverá às margens de nossas terras, entre os arrendatários. — Ela se aproximou, seus olhos escuros decididos. — Será como era a sua vida antes de se casar com Edmon, ou você esqueceu?
Celeste fingiu não ter ouvido as ameaças de Rowena. Mas mesmo assim, um arrepio percorreu seu sangue, lembrando-se dos anos de fome e de como ela e sua irmã se haviam amontoado para se aquecerem nas noites de inverno.
Ela agarrou o cálice, como se pudesse absorver força da prata. — Não, eu não esqueci. — Ela escolheu esse casamento para escapar das lembranças.
— Edmon nunca deveria ter se casado com uma mulher como você, você não sabe nada do que significa ser senhora de um castelo.
Ela não negou. Durante seu breve casamento, ela tentou aprender, mas as complexidades de governar as pessoas e administrar os aluguéis a haviam dominado. Edmon não tinha escolha a não ser assumir as responsabilidades por conta própria. Ele deveria ter casado com uma rica herdeira normanda, que teria trazido terra e ouro para seus cofres. Em vez disso, ele a havia escolhido, a filha de um escocês de baixo nascimento.
Edmon a desejara e ela usara descaradamente sua aparência para prendê-lo em matrimônio. Seu casamento tinha sido seu meio de escapar da pobreza de sua infância, uma forma de manter sua irmã segura.
E agora, ela poderia não ter nada.
— Você não carrega nenhuma criança dentro de seu ventre — Rowena previu. — E dentro de uma quinzena, vamos saber a verdade. desaparecido daqui — replicou Celeste. — Porque eu carrego uma criança.
— Você não poderia saber disso. — Rowena se serviu uma taça de vinho. — E quando se provar que você não está grávida, sua irmã vai sair com você.
Celeste não tinha certeza de que Rowena tivesse permissão para forçá-la a sair do castelo, por lei. Mas ela não iria provocar a mulher para tentar.
— Você não gostaria que Melisandre sofresse, não é?
Celeste ficou rígida ante a ameaça. Sua irmãzinha mal tinha mais do que treze anos.
— Ela é apenas uma menina.
— Ela é. E se você insistir em ficar aqui, ela vai aguentar o mesmo destino que você. — A expressão calma de Rowena não revelou nenhum remorso.
Melisandre era a única família que Celeste possuía e não podia permitir que ninguém a ameaçasse. A resolução de ferro endureceu sua espinha dorsal e ela entendeu agora que tudo dependia de ela ter um filho. Uma criança significava santuário, um meio de proteger aqueles que amava. Isso significava mantê-la em casa em Eiloch e se livrar de Lionel e Rowena.
  








Clã MacKinloch
1 – Reclamada por Seu Marido
2 – Esquecida por Seu Marido
2.5- Desejando o Toque do Highlander
3– Voz do Coração - Brumas do Silêncio: traduzido
3.5- Resgatada pelo Guerreiro das Terras Altas 
Série Concluída


Desejando o Toque do Highlander

Clã MacKinloch
Quando Alys Fitzroy, Lady de Harkirk, encontrou Finian MacLachor o prisioneiro de seu brutal marido, acorrentado, algo no guerreiro ferido a fez libertá-lo. 

Ele deveria ser seu inimigo, mas ao contrário, o Highlander despertou nela um desejo que ela jamais houvera experimentado em seu leito matrimonial...
As cicatrizes de Finian são provas da culpa de seu passado e de tudo que ele perdeu. Mas agora, com a ajuda de Alys, ele tem uma segunda chance de lutar pelo seu clã. E em troca, mostrar a lady forte e corajosa às noites de inacreditável prazer que ela está perdendo!

Capítulo Um


Escócia, 1306
Finian MacLachor estava morrendo lentamente de frio. Despojado de suas roupas, ele não usava nada, a não ser às calças. Suas roupas haviam sido retiradas. O barão de Harkirk, Robert Fitzroy, ordenou que ele fosse chicoteado e naquele momento Finian estava aprisionado, dentro de uma câmara de armazenamento.
Suas costas estavam nuas e ensanguentadas. As grossas correntes que cercavam seus pulsos impossibilitavam sua fuga. Ao amanhecer, ele morreria.
Finian sabia que o barão não lhe daria uma morte rápida. Eles o tomariam como exemplo para aterrorizar os outros escoceses que se atrevessem a se levantar contra as guarnições inglesas.
O ar gelado se infiltrou em sua pele, lentamente tirando sua capacidade de sentir, então a sua mente se acalmou. Você não merece viver. Por causa de você, a maioria dos MacLachors estão mortos. Incluindo sua própria filha.
Finian fechou os olhos, o nó estrangulando seu coração. Era tarde demais para salvá-la. Suas mãos se enrolaram contra as correntes, agarrando-as com força enquanto tentava arrancá-las do muro de pedra. Teria Iliana morrido acreditando que ele havia se esquecido dela? A garota acabara de completar dez anos.
De joelhos, ele fez uma oração pela alma da menina. Duvidava que pudesse viver tempo suficiente para vingar a morte dela, mas não iria morrer tão facilmente. Se Deus quisesse, mataria Harkirk antes que isso acontecesse.
O som de passos se aproximando o fez se perguntar se já havia amanhecido. Finian levantou-se e ficou de pé, esperando. Quando a figura encapuzada emergiu, ele logo percebeu que era uma mulher. Intrigado, se perguntou por que ela iria entrar em um lugar como aquele? O que ela queria?
Finian abaixou a cabeça, comportando-se como se não a tivesse visto. Era mais fácil lutar com um inimigo se agisse de surpresa. Ela ainda estava na escada quando através da sua visão periférica ele pode vê-la melhor.
Seu cabelo castanho claro brilhava como ouro, ela pareceu surpresa ao vê-lo. Finian nada disse, aguardando que ela falasse. Seus olhos analisavam as correntes do prisioneiro, quase incerta do que devia fazer, às chaves descansavam na palma da sua mão. Ela estava planejando libertá-lo? Ele duvidava que uma estranha pudesse demonstrar tanta misericórdia.
O guerreiro esperou que ela partisse, aquele não era um lugar para uma mulher. Em vez disso, os passos dela se aproximaram, descendo os degraus de pedra. Finian permaneceu imóvel, e então ela ficou diante dele, ele estava consciente do seu próprio tremor. As correntes tremiam, apesar de seus punhos cerrados. E embora o sangramento houvesse parado, sua pele latejava intensamente.
— Se eu o soltar você promete que não irá me machucar? 
  








Clã MacKinloch
1 – Reclamada por Seu Marido
2 – Esquecida por Seu Marido
2.5- Desejando o Toque do Highlander 
3– Voz do Coração - Brumas do Silêncio: traduzido
3.5- Resgatada pelo Guerreiro das Terras Altas

2 de setembro de 2013

Voz Do Coração

Clã Mackinloch




A força de seu silêncio a tocou…

Finalmente, depois de anos de torturas brutais, Callum MacKinloch está livre de seus raptores, mas sua voz ainda está aprisionada. 
Seu grito não seria ouvido por ninguém, nunca. 
Apesar de invisíveis, as correntes de lady Marguerite de Montpierre podem prendê-la a um casamento cruel e sem amor. 
Quando Marguerite descobre Callum à beira da morte, seu coração bate mais forte, ainda que o amor deles não tenha futuro. 
Mesmo assim, ela é única mulher com o poder de domar a fúria contida no peito dele. 
Talvez Callum possa encontrar uma nova razão para viver...Por Marguerite.

Capítulo Um

Escócia, 1305
O som de um homem gritando a despertou do sono.
Marguerite de Montpierre sentou-se num sobressalto, agarrando a colcha enquanto encarava sua criada, Trinette.
— O que foi isso?
Trinette balançou a cabeça, os olhos arregalados de medo.
— Não sei. Mas devemos ficar aqui, onde é seguro.
Marguerite aproximou-se da janela da torre, espiando o céu escuro iluminado apenas pela lua. Os gritos do homem tinham silenciado agora. Ela bem podia imaginar o que isso significava.
Fique aqui, ordenou sua mente. Não se intrometa. O que poderia fazer, afinal? Era apenas uma moça de 18 anos. Tanto seu pai quanto lorde Cairnross ficariam furiosos caso saísse sozinha.
Mas se alguém precisava de ajuda, que direito tinha ela de permanecer no quarto? O medo não deveria encobrir a misericórdia.
— Vou descobrir o que foi — informou à criada. — Pode ficar aqui se quiser.
— Minha senhora, non. Seu pai não permitiria.
Não, ele não permitiria. Marguerite podia bem imaginar a voz autoritária do pai ordenando que permanecesse na cama. Respirou fundo, dividida pela indecisão. Se não fizesse nada, permaneceria segura e ninguém se zangaria com ela.
E alguém poderia morrer. Isso não tinha a ver com obediência, mas sim com salvar uma vida.
— Tem razão. O duque não me permitiria sair. Mas ele não está aqui, está? — murmurou, e rezou para que seu pai voltasse o mais rápido possível, pois cada dia de ausência transformava sua vida num pesadelo maior.
Guy de Montpierre, o duque DAvignois, não sabia o que estava acontecendo ali, pois o noivo de sua filha havia se comportado com grande cortesia diante da família.
O duque era um homem que valorizava riqueza e status, e Gilbert de Bouche, o conde de Cairnross, promoveria uma forte aliança com a Inglaterra. Uma filha caçula não poderia esperar por casamento melhor.
Mas embora o conde a tivesse tratado com respeito e honra, sua crueldade a horrorizava. Era um homem que acreditava piamente que os escoceses mereciam a servidão. Ele havia capturado vários prisioneiros de guerra, e ela os viu construírem muros de pedra por horas a fio.
Trinette estremeceu, olhando para o cobertor.
— Acho que não vai querer zangar lorde Cairnross saindo deste aposento.
Marguerite não discordou. Mas o grito do prisioneiro a assombrava, penetrando em sua consciência. 
Tinha visto os escravos de Cairnross, homens magérrimos, com a desesperança marcada no rosto. 
Dois já haviam morrido desde a sua chegada. E suspeitava, a julgar pelo berro, que outro homem estava agonizando.
— Não posso ficar parada sem fazer nada — murmurou. Do contrário, não seria melhor que o conde.
Ela colocou um vestido justo de mangas compridas, uma túnica rosada, depois uma capa escura. 
A criada deu um suspiro resignado e a ajudou a terminar de se arrumar antes de colocar a própria roupa.
Passava da meia-noite, e os soldados estavam dormindo ao longo dos corredores e no cômodo maior da torre de madeira principal. 
Marguerite ficou com as costas grudadas na parede, o coração tremendo enquanto passava sorrateira pelos homens. Seu pai havia deixado meia dúzia dos seus soldados como guardas; sem dúvida, eles a deteriam caso acordassem.
Deixou a torre de madeira e seguiu para o pátio interno. Lá, viu a causa dos gritos.
Um homem, talvez um ano mais velho que ela, jazia prostrado no chão. 
As costas estavam cobertas de sangue, os tornozelos, acorrentados. 
O longo cabelo escuro obscurecia seu rosto, mas ela viu que os ombros se mexiam. Ele estava vivo...
 









Clã MacKinloch
1 – Reclamada por Seu Marido
2 – Esquecida por Seu Marido
2.5- Desejando o Toque do Highlander
3 – Voz do Coração - Brumas do Silêncio-traduzido
3.5- Resgatada pelo Guerreiro das Terras Altas

7 de abril de 2013

Brumas De Silêncio

Clã MacKinloch

Sua força silenciosa chegou até o coração dela...

Depois de sofrer torturas brutais durante muitos anos, Callum MacKinloch obteve, por fim, a liberdade de seus captores. Entretanto, sua voz continuou silenciosa.
Ele nunca tinha deixado que ninguém ouvisse seus gritos de sofrimento.
Embora as correntes de lady Marguerite de MontPierre fossem invisíveis, também era prisioneira dos planos de seu pai e, quando descobriu que Callum estava a ponto de morrer, sentiu uma dor inexplicável e uma poderosa atração por aquele guerreiro, embora soubesse que nunca poderia haver um futuro para os dois. Entretanto, ela era a única pessoa que tinha o poder de dominar toda a raiva que havia em Callum…


Capítulo Um

Escócia, 1305
Despertou por causa dos gritos de um homem.
Marguerite de MontPierre levantou-se de repente, agarrando-se à colcha, e olhou fixamente à sua donzela, Trinette.
—O que foi isso?
Trinette meneou a cabeça com uma expressão de medo.
—Não sei. Mas deveríamos ficar aqui, onde estamos seguras.
Marguerite se aproximou da janela da torre e olhou para fora, para o céu escuro. Os gritos do homem tinham parado. Ela sabia o que isso significava.
«Fique aqui», ordenou-lhe sua mente. «Não interfira».
Depois de tudo, o que podia fazer ela? Ela era uma moça sozinha de dezoito anos. Tanto seu pai como lorde CairnRoss ficariam furiosos se saísse sozinha.
Entretanto, se alguém necessitasse de ajuda, que direito tinha ela de ficar em seu aposento? O medo não deveria impedir que socorresse a quem necessitava.
—Vou verificar o que é isso —disse a sua donzela— Você pode ficar aqui, se quiser.
—Não, milady, não. Seu pai não permitiria.
Estava certa. Marguerite imaginou a seu pai lhe ordenando que ficasse na cama com sua voz autoritária. Respirou profundamente; estava indecisa. Se ficasse ali, estaria a salvo e ninguém ficaria zangada com ela.
Mas alguém podia morrer. Aquilo não era uma questão de obediência, mas sim de salvar uma vida.
—Tem razão. O duque não me permitiria que saísse. Entretanto, não está aqui-murmurou Marguerite. Ela rezava todos os dias pedindo que voltasse o quanto antes, porque a cada dia que ele passava longe, sua vida se transformara mais e mais em um pesadelo.
Guy de MontPierre, o duque D’Avignois, não sabia o que estava acontecendo ali, porque o prometido de Marguerite se comportou sempre com grande cortesia para com sua família. O duque valorizava a riqueza e o status, e Gilbert de Bouche, o conde de CairnRoss, proporcionar-lhes-ia uma aliança forte com os ingleses. Uma filha jovem não podia esperar um casamento melhor.
Entretanto, embora o conde a tinha tratado de forma respeitosa e honrável, sua crueldade a horrorizava. Era um homem que acreditava firmemente que os escoceses eram escravos. Tinha capturado a vários prisioneiros de guerra, e ela os tinha visto construir muros de pedra durante horas intermináveis.
Trinette estremeceu e olhou à colcha.
—Não acredito que deseje enfurecer lorde CairnRoss saindo deste quarto.
Marguerite estava de acordo. Entretanto, os gritos do prisioneiro a obcecavam, aguilhoavam sua consciência. Tinha visto os escravos de CairnRoss. Estavam muito magros, e tinham a desesperança gravada no rosto. Desde que ela tinha chegado tinham morrido dois. E por aqueles gritos, suspeitava que estivesse morrendo outro mais.
—Não posso ficar de braços cruzados sem fazer nada —murmurou. —Do contrário, não serei melhor que o conde.
Foi vestindo a capa escura. Sua donzela suspirou de resignação e a ajudou a terminar de vestir-se antes de colocar sua própria roupa.
Eram mais das doze, e os soldados estavam dormindo nos corredores e na sala maior da torre de madeira principal. Marguerite avançou com as costas presa à parede e com o coração tremendo, enquanto passava junto aos homens. 
Seu pai tinha deixado meia dúzia de soldados para que ela tivesse sua própria guarda. 
Sem dúvida, deteriam-na se despertassem. 
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Clã MacKinloch
1 – Reclamada por Seu Marido
2 – Esquecida por Seu Marido
2.5- Desejando o Toque do Highlander
3- Brumas do Silêncio  - Editora - Voz Do Coração

25 de novembro de 2012

Desejo nas Terras Altas

Clã MacKinloch 
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Ele vai exigir a noite de núpcias que jamais tiveram!

Bram MacKinloch passou sete anos, longos e torturantes, em cativeiro. 
Durante esse tempo, apenas três pensamentos o faziam resistir: cultivar sua força bruta, alimentar a sede de vingança e manter viva a memória do belo rosto de sua noiva. 
Ao rever seu marido após tanto tempo, Narnia ficou totalmente paralisada pelo choque de um encontro inesperado. 
As cicatrizes sobre o corpo de Bram revelavam o quanto sofrera em cativeiro, enquanto a fome em seus olhos provocava chamas de desejo. 
Porém, muitas. coisas mudaram desde seu inocente casamento... 
Os guerreiros do clã MacKinloch estão sempre prontos para lutarem até o fim... pela sua terra... e pelos seus amores! 

Capítulo Um 

Ballaloch, Escócia, 1305 
Bram MacKinloch não conseguia se lembrar da última vez em que comera ou dormira. Estava tomado pelo entorpecimento, e tudo o que conseguia fazer era continuar andando. 
Ficara aprisionado na escuridão por tantos anos que esquecera como era sentir o sol na pele. 
A luz o cegava, forçando-o a manter os olhos no chão. 
Deus todo-poderoso, nem se lembrava de há quanto tempo estava correndo. 
A exaustão lhe nublava a visão, e nem mesmo sabia quantos soldados ingleses o perseguiam ou onde estavam agora. 
Ficara distante do vale e permanecera nas colinas, sob os abetos que o escondiam. 
Suas roupas e seu cabelo ficaram ensopados depois que atravessara um rio a nado para impedir que os cães seguissem seu cheiro. 
Mas não se lembrava mais se houvera cães, as sombras lhe tomavam a mente até não conseguir mais distinguir entre a realidade e os pesadelos. 
Continue correndo, ordenou a si mesmo, não pare, não agora. Escorregou enquanto cruzava o topo da colina e caiu. Antes de se levantar, prestou atenção aos sons de seus perseguidores. Nada. 
O silêncio se estendia pelas Highlands, rompido apenas pelo canto de pássaros e insetos. 
Segurou um punhado de grama e usou o gesto como uma alavanca para recuperar o equilíbrio. 
Depois de se levantar, girou lentamente num círculo para olhar para todas as direções. 
Do alto da colina, não via ninguém, apenas a imensa extensão das montanhas ásperas e verdes e as nuvens no céu. Liberdade. 
Bebeu a vista, saboreando o ar livre e a terra de que sentira tanta falta nos últimos sete anos. Embora estivesse longe de casa, estas montanhas lhe eram familiares como velhas amigas.
Bram descansou por um momento e esperou a respiração voltar ao normal, Devia se sentir grato por ter conseguido fugir do cativeiro, mas a culpa não permitia. 
Seu irmão Callum ainda estava prisioneiro naquele lugar esquecido por Deus. Que ele esteja vivo, Bram rezou, que não seja tarde demais. 
Libertaria Callum mesmo se precisasse vender sua alma, especialmente depois do preço que pagara pela própria liberdade. Começou a se mover para o oeste, em direção a Ballaloch. 
Se mantivesse a mesma velocidade, seria possível chegar à fortaleza em menos de uma hora. Não estivera lá em anos, desde seus 16 anos de idade. 
Os MacPherson lhe dariam abrigo, mas se lembrariam dele ou o reconheceriam? Um vazio gelado lhe tomou o peito e roçou os dedos sobre as cicatrizes nos pulsos. 
Os dias sem nenhum descanso haviam cobrado seu preço, fazendo suas mãos tremerem. 
O que não daria por uma noite sem sonhos, uma noite em que sua mente não o atormentasse. 
Mas um sonho deveria permanecer: o da mulher em quem pensara todas as noites dos últimos sete anos. Nairna. Apesar dos pesadelos do cativeiro, mantivera sua imagem fixa na mente. 
Seus olhos verdes, o cabelo castanho que lhe chegava à cintura. 
A maneira como sorria para ele, como se fosse o único homem que jamais quisera ou quereria. 
Uma sensação de pesar o abalou enquanto pensava no que havia acontecido com ela durante todos aqueles anos. Passara a odiá-lo ou o esquecera? 
Devia estar diferente agora, mudada, como ele. Depois de tantos anos perdidos, não esperava que ela sentisse nada por ele. 
E, embora jamais tivesse sido sua vontade deixá-la para trás, o destino o arrastara por outro caminho. Levou um dedo até a barra da túnica e tocou a pedra familiar que mantivera escondida na bainha. 
Em todos aqueles anos, quase desgastara completamente a pequena pedra achatada. 
Nairna a dera a ele na noite em que partira para lutar contra os ingleses. 
Tantas vezes segurara a pedra durante seu cativeiro, como se pudesse chegar a Nairna por meio daquele toque. 
A imagem dela o afastara da loucura, como um anjo segurando-o para impedir que mergulhasse no inferno. Dera-lhe um motivo para viver, uma razão para lutar. 
O pesar lhe encheu a alma, já que não era realista imaginar que esperara por ele. Depois de sete anos, provavelmente já esquecera as lembranças... 
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*Editora
Desejo nas Terras altas/ Reclamada por seu marido

1 de abril de 2012

Esquecida Por Seu Marido

Clã MacKinloch
Voltaria à cama de seu marido? 

Alex MacKinloch se transformou no chefe de seu clã e, em um tempo tão incerto, tinha conseguido unir seu povo. 

No entanto, a relação com sua esposa estava sendo muito mais difícil.

E quando descobriu que Laren esteve escondendo coisas, não pôde conter por mais tempo a frustração que sentia. 
Fazia muito que Laren se esqueceu dos prazeres do leito conjugal, mesmo assim, no olhar de seu marido havia cada vez mais desejo… 
O poderoso guerreiro escocês parecia estar decidido a voltar a seduzir sua mulher… 

Comentário revisora Rosangela Breda: Eu amei o livro a historia não é muito hot, mas têm umas cenas bem quentes e românticas eles sofrem muito para conseguirem recobrar a confiança que tinham um no outro e conseguirem reconquistar o amor que tinham um no outro, mas eu gostei muito espero que vocês gostem como eu. 

Capítulo Um 

Glen Arrin, Escócia. 1305 

Os soldados pegaram as lanças e começaram a avançar até sua esposa e suas filhas. 
A ferida que tinha no antebraço não parava de sangrar, mas Alex MacKinloch seguiu correndo. 
De sua boca saiu um rugido animal no momento em que levantou a espada para proteger as mulheres. Conforme lutava, sentiu que ardiam os pulmões e um aturdimento que mal lhe permitia ser consciente da realidade. 
Ao longe, distinguiu o cabelo vermelho de sua mulher, enquanto ela lutava para sair de uma vala cheia de água. O peso da saia molhada dificultava seus movimentos, e tinha que segurar nos braços sua filha pequena. 
Não via as dúzias de soldados que se aproximavam, enquanto ela tentava evacuar a fortaleza. 
 «Tenho que chegar a elas ou morrerão». 
Era uma terrível verdade com a qual Alex não queria confrontar-se, porque lhe horrorizava a ideia de que a espada de um soldado atingisse Laren. 
Sentia uma dor indescritível no braço, mas, ainda assim, seguiu avançando até elas. 
Os soldados se interpuseram em seu campo de visão, e, de repente, o único que pôde ver foi uma chuva de flechas. 
Porém, então, se deu conta de que essas flechas procediam do arco de seu irmão menor, Callum, que estava protegendo as mulheres e as crianças. 
Da torre, saíam labaredas enormes que lhe davam o aspecto de uma sentinela moribunda. 
A fortaleza estava a ponto de cair. Alex corria tão rápido como podia, em seguida, ouviu a voz de seu amigo Ross: 
—Mãe de Deus. Alex não deixou de correr, ao ouvir o chiar da madeira. 
—Pule para a água, Callum! — gritou um homem atrás dela. Laren MacKinloch tentava fugir pelo bosque, enquanto a torre caía consumida pelo fogo. 
Observou entre as árvores como se derrubava seu lar. O que teria sido de Alex, seu esposo? 
—Leve Mairin e Adaira — pediu a Vanora, entregando-lhe suas filhas — Eu me reunirei com vocês logo. 
—Não pode voltar — lhe advertiu a velha matrona — Isto ainda não acabou. 
—Não sairei do bosque — prometeu Laren. «Só necessito vê-lo. 
Necessito saber que está bem». Não esperou para ouvir a resposta de Vanora e foi até o limite do bosque, onde buscou apoio em uma fina bétula. 
O ar frio do vale lhe congelava a respiração. Ao ver que os soldados ingleses conseguiram rodear os homens, Laren sentiu que o horror lhe rompia o coração em pedaços. 
«Deus, não». Não ouvia o que estava ocorrendo, mas a expressão de fatalidade que havia no rosto de Alex indicava que estava a ponto de acontecer o pior. 
Conforme o observava de seu esconderijo, foi como se os anos retrocedessem. 
Já não era o poderoso chefe de um clã, senão o homem que Laren amou em outro tempo. 
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 Clã MacKinloch
1. Reclamada por Seu Marido
2. Esquecida por Seu Marido

9 de outubro de 2011

Reclamada por seu Marido

Clã MacKinloch 1



Ia reclamar a noite de núpcias que não teve.

Bram MacKinloch passou sete longos e atormentados anos em cativeiro e somente três coisas o mantiveram vivo: a força bruta, a sede de vingança e a lembrança do belo rosto de sua esposa.
Assombro foi uma das sensações que estremeceram o corpo de Nairna quando voltou a ver Bram.
As cicatrizes mostravam seu sofrimento, e seus olhos refletiam a voracidade de um desejo tão ardente que podia consumi-los.
Entretanto, muitas coisas mudaram desde que se uniram com tanta inocência…

Comentário Leitura Final Maristela : Adorei!!!! 

Que sensibilidade!!!
Leiam e desfrutem de uma linda historia de amor.

Capítulo Um

Ballaloch, Escócia, 1035

Bram MacKinloch não podia se lembrar quando foi a última vez que comeu ou dormiu. 
Estava dominado pelo atordoamento e só podia seguir adiante.
Passou tanto tempo preso na escuridão que se esqueceu da sensação do sol na pele e que também o cegava e tinha de andar com o olhar fixo no chão.
Nem podia recordar a quanto tempo estava correndo.
O esgotamento nublou sua vista, até não saber quantos ingleses o perseguiam nem onde estavam.
Manteve-se afastado dos vales e continuava pelas montanhas, entre os abetos que podiam ocultá-lo.
Estava empapado por cruzar um rio a nado, para que os cães não pudessem seguir seu rastro. 
Tinham-no seguido uns cães?
Não se lembrava de nada. Tinha a cabeça cheia de sombras e não distinguia a realidade dos pesadelos.
Tinha de continuar, não podia parar; escorregou ao chegar ao topo e caiu.
Aguçou o ouvido antes de levantar-se.
Só ouviu os pássaros no meio do silêncio das Highlands. Levantou e se virou lentamente.
Não viu ninguém, só viu as verdes montanhas e o céu nublado.
Estava livre.
Deleitou-se com a vista e com o ar, dos quais teve saudades todos esses sete anos. 
Embora estivesse longe de sua casa, conhecia essas montanhas como se fossem as amigas de sempre.
Tomou fôlego e descansou.
Deveria estar satisfeito por escapar de sua prisão, mas o remorso o mantinha cativo, nesse momento.
Seu irmão Callum ainda estava preso nesse lugar abandonado por Deus.
Rezou para que ainda vivesse.
Libertaria Callum ainda que tivesse de vender a alma.
Sobretudo, depois do preço que pagou por sua própria liberdade.
Foi para o oeste, para Ballaloch.
Se mantivesse o passo, poderia demorar uma hora até chegar à fortaleza.
Há anos que não ia ali, desde que tinha dezesseis anos.

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Clã MacKinloch 1
1- Reclamada por seu marido
2. Esquecida por Seu Marido
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