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1 de abril de 2017

Assalto ao Castelo

Série Fairy Tales 
O que a Srta. Phillipa Damson precisa é de um bom, cavaleiro de armadura brilhante à moda antiga. 

O que ela tem é um noivo que não queria e uma vontade irresistível de fugir. Mas se ela conseguir escapar, irá encontrar seu “felizes para sempre”?






Capítulo Um

Residência de Phineas Damson, Esq. Little Ha’Penny, Lancashire. Final da pimavera. Nem todo conto de fadas começa com um príncipe ou uma princesa. Alguns começam com um beijo que transforma um homem em um sapo, ou uma queda na estrada que transforma uma cesta de ovos em ovos mexidos. Aqui a história começa com a percepção de que o príncipe, antes alto e bonito, agora é verde e ronca.
Esta história pertence a essa categoria, Srta. Philippa Damson deu a virgindade a seu noivo, Rodney Durfey, o futuro Sir Rodney Durfey, Baronete, acreditando que ele era um príncipe até que ela percebeu exatamente o que queria da vida: Nunca estar perto de Rodney novamente. Foi uma pena ela perceber este ponto significativo somente agora, estando no celeiro ajustando suas anáguas depois de dar a Rodney seu bem mais precioso, sua virgindade. Mas às vezes é preciso um olhar perspicaz para um homem deitado na palha para perceber como você se sente sobre ele.
Um momento de fraqueza, dez minutos de desconforto, e agora ela era uma mulher. Ela sentia-se diferente. Fraca.
 —Droga, como foi bom! —disse Rodney. Não fazendo nenhuma tentativa para endireitar sua roupa. —Você é tão apertada como… —Sua imaginação aparentemente falhou com ele. ¯… muito mais apertada do que a minha mão, de qualquer maneira.
 —Você não acha que deve se levantar agora? —disse Philippa torcendo o nariz.
 —Eu esperei tanto tempo por isso que preciso de toda minha força de vontade para fazer isso. Não é todo dia que um homem perde a virgindade. Você sabe! —disse Rodney.
Ou uma mulher. —pensou Philippa, usando os dedos para pentear os pedaços de palha que ficaram no seu cabelo. 
—Meus amigos ficam picando em todo momento quando tem oportunidade. Você não é mais inocente, então não importa se eu seja franco, eu acho. Eu me poupei para você, não queria pegar nenhuma doença. 
—Obrigada. —disse Philippa. A etiqueta que sua mãe havia lhe ensinado não a preveniu para esta situação em particular. 
—Se você não é a coisa mais bonita com o seu cabelo brilhando contra a luz do sol. —disse Rodney alongando seus músculos. —Eu sou capaz de fazer amor com você cerca de dez vezes mais agora, Philippa. E você sabe que eu te amei desde que te vi pela primeira vez, desde… 
—Desde que me viu na igreja quando eu tinha sete anos de idade. —disse Philippa Damson. 
 —Você era como um anjinho, e agora você é uma moça. E seus seios foram enviados dos céus. Diabos, eu poderia fazer isso o dia todo. Devo subir até sua janela hoje à noite? Eu sei que você nunca me deixou antes, mas os proclamas já foram publicados em St. Mary, por isso parece que se… —Ele estendeu a mão para o tornozelo dela tentando agarrá-la. Philippa deu a volta bem na hora.
 —Não. —Philippa afirmou. —Absolutamente não. E você… deve cobrir-se. E se um dos ajudantes dos estábulos regressa?
—Eu aposto que sou o maior homem que já viu! —disse Rodney olhando para baixo, para a coisa rosada e mole que estava envolta da sua coxa de uma forma que fez Philippa sentir-se doente. Philippa revirou os olhos e começou a trançar seu cabelo. —Claro que você nunca viu de qualquer outra pessoa. —acrescentou. —Eu sei disso. Você era virgem tudo bem. Claro que era. Eu tive que forçar o meu caminho, você sabe. —continuou Rodney a falar. Ele a fez recordar, e a lembrança à fez moer seus dentes. —Ainda que eu fiz por você também. —disse Rodney, alheio aos seus sentimentos como sempre.
 —Você fez o quê? —exclamou Philippa com espanto. 
—Você não notou quando eu toquei você? —perguntou. —Eu sabia exatamente onde eu deveria tocar para dar prazer nas mulheres. Eu espero fazer amor duas ou três vezes por dia no próximo ano com você.



Série Fairy Tales
1- a revisar
1,5-  Assalto ao Castelo
Baixar em Séries

24 de novembro de 2014

Uma Verdadeira Inglesa


Gilbert Baring-Gould, Conde de Kerr, comprometido desde criança, com a Honorável Emma Loudan, não é exatamente o que alguém chamaria um bom partido.

Toda a alta sociedade conhece-lhe por ser um completo libertino, o marido menos indicado para uma dama. Quando escandaliza a todos anunciando que não se casará com Emma até que ela esteja esperando um filho seu (ou disse que já o estava?), os rumores aumentam.
Era evidente que Emma deveria devolver imediatamente o anel de compromisso a esse diabo. Mas a curiosidade e um forte desejo de ensinar boas maneiras a seu descarado prometido, exigem que lhe vença em seu próprio jogo.
E o faz.

Capítulo Um

Quando uma citação de Shakespeare Insulta aos aborrecidos e horroriza os prudentes
15 de Março de 1817
Lady Cecília Petworth a sua irmã, a Condessa de Bredelbane:
Minha querida irmã, pego a pluma embora quase seja a alvorada, porque sei que te entristecerá muito quando lhe chegarem às notícias da festa desta noite em Sandleford House. Kerr montou um verdadeiro espetáculo, e, embora isso não seja nenhuma novidade (como já comentamos anteriormente, seu afilhado dá uma nova definição à palavra vadiagem), ontem à noite sua libertinagem alcançou novas alturas.
Para horror de todos, acompanhou-lhe uma atriz francesa à reunião de lady Sandleford. Brincando como sempre, Lorde Dressel se aproximou do casal e perguntou a Kerr se já tinha marcado uma data para suas bodas. Kerr simplesmente rodeou com o braço a sua ave do paraíso (para ser mais exatos não era melhor que uma delas) e arrastando as palavras com a mais insuportável vulgaridade disse algo como: não antes que leve meu filho no ventre e meu anel no dedo.
Naturalmente lady Sandleford se sentiu muito insultada por um comportamento tão impróprio sob seu teto, e estou segura de que o assunto corre como um rastro de pólvora... É de agradecer que a mãe de Kerr não possa vê-lo.
Amanhã voltarei a te escrever, mas querida, acredito que chegou o momento de plantar-se e fazer com que seu ignorante adotado se case com essa pobre moça… como se chama?
É muito tarde para um velho cérebro como o meu. Pela manhã voltarei a te escrever. Que cabeça a minha!

(Tradução GTR)

8 de dezembro de 2013

Seus Maus Costumes

Quarteto Duquesas







Helene Holland, a condessa Godwin, sabe que não há nada mais insuportavelmente tedioso do que uma mulher virtuosa.

Afinal de contas, ela foi assim durante dez longos anos, enquanto seu marido se divertia com rameiras e provocava escândalo atrás de escândalo.
Então, decide que é hora de mudar as coisas; corta o cabelo na última moda, coloca um vestido escandalosamente transparente e vai a uma festa como se fosse uma Cinderela, com a esperança de encontrar um príncipe encantado que a faça perder a cabeça… e a leve para sua cama.
Entretanto, em vez de um príncipe, encontra o seu imprevisível e irritantemente charmoso marido, Rees Holland, conde Godwin.
Há muito tempo, o casal tinha fugido para Gretna Green e se casado, movidos por uma intensa paixão, que já não queimava com a mesma chama de antigamente.
Agora Rees lhe faz uma proposta indecente e Helene decideassumir novamente o seu papel de esposa… mas não só para manter as aparências.
Não, desta vez ela decide que não será tão virtuosa. 









Série Quarteto Duquesa
1- Duquesa Apaixonada
2. Louca de Amor
3. Uma Perseguição Selvagem
4. Seus Maus Costumes
Série Concluída

24 de novembro de 2013

Uma Perseguição Selvagem

Quarteto Duquesas 







Atrás dos leques das viúvas de Londres e nos cantos dos salões de baile há rumores, que o escândalo persegue obstinadamente a selvagem Lady Beatrix Lennox onde quer que vá.

Três anos atrás, a debutante causou sensação ao ser descoberta em uma situação bastante comprometedora.
Agora, a Alta Sociedade a considera como uma ovelha desencaminhada que nunca poderá se casar, sua família a chamou de prostituta, e Beatrix não vê razão para não perseguir o que, e a quem, deseja.
E o que quer é Stephen Fairfaix-Lacy, o atraente Conde de Spade.
Com suas atrevidas sugestões e sua irresistível atração sensual, Beatrix não é nada o protótipo de futura noiva ideal do Conde.
Mas Beatrix produz no Conde um incontrolável desejo que tentou negar durante muito tempo.
Não obstante, ele não vai seguir as regras de Beatrix no jogo do amor.
Ela pode estar acostumada a estar no topo nos assuntos do coração, mas isso logo mudará.



Série Quarteto Duquesa
1- Duquesa Apaixonada
2. Louca de Amor
3. Uma Perseguição Selvagem
4. Seus maus costumes
 

7 de abril de 2013

Milagre De Amor

Série Contos de Fadas 


Miss Linnet Berry Thrynne é Bela... Naturalmente, está noiva de um Monstro.

Piers Yelverton, conde de Marchant, vive num castelo no País de Gales, onde, corre o boato, o seu mau humor arrasa todas as pessoas com quem se cruza.
E também consta que uma lesão deixou o conde imune aos encantos de qualquer mulher.
Só que Linnet não é qualquer mulher.
Ela é mais do que simplesmente formosa: o seu espírito e encanto forçaram um príncipe a ajoelhar-se.
E calcula que um conde se apaixonará loucamente por ela... em apenas duas semanas.
No entanto, Linnet não tem ideia do perigo a que o seu coração é exposto por um homem que poderá nunca devolver-lhe o seu amor.
Se ela decidir ser realmente muito perversa... que preço pagará por domar o coração selvagem desse homem?

Capítulo Um 
  
Era uma vez, não há muito tempo...
Meninas bonitas em contos de fadas são tão banais como seixos na praia.
Pastoras de pele rosada convivem com princesas de olhar romântico e, de fato se contássemos os dois olhos brilhantes de cada donzela, teríamos toda uma galáxia de estrelas cintilantes.
Esse brilho ainda torna mais triste o fato de as mulheres reais raramente estarem à altura das suas homólogas fictícias. Têm dentes amarelados ou pele manchada. 
Têm a sombra de um bigode ou um nariz tão grande que um rato poderia esquiar por ele.
Claro que também há as bonitas. Mas mesmo essas são propensas a todas as doenças que constituem «herança do homem», como disse Hamlet, há muito tempo, num lamento.
Em resumo, é rara a mulher que ofusca verdadeiramente o sol. 
Quanto mais toda essa história de dentes de pérola, voz de cotovia e um rosto tão belo que os anjos carpiriam de inveja.
Linnet Berry Thrynne tinha tudo o que foi mencionado, exceto talvez a pretensão de uma melodia de cotovia. Apesar disso, a sua voz era perfeitamente agradável e tinham-lhe dito que o seu riso era como o toque de sinos dourados, falando-se muitas vezes nas cantigas de verdilhão
Mesmo sem olhar para o espelho, sabia que o seu cabelo e seus olhos brilhavam, e os seus dentes — bem, talvez não brilhassem, mas eram muito brancos.
Era exatamente o tipo de mulher que conseguia levar um moço de cavalariça a feitos heróicos ou um príncipe a atos menos intrépidos como atravessar um denso silvado meramente para lhe dar um beijo. 
Nada disso alterava um único fato: Desde a véspera, não lhe era possível casar-se.
A calamidade tinha que ver com a natureza dos beijos e com aquilo a que se fazia crer que os beijos levavam. Embora talvez seja mais exato falar da natureza dos príncipes. 
O príncipe em causa era Augustus Frederick, duque de Sussex.
Beijara Linnet mais do que uma vez; de fato, beijara-a muitíssimas vezes. E declarara veementemente o seu amor por ela, já para não falar numa noite em que atirara morangos à janela do seu quarto (o que tinha causado uma porcaria horrível e enfurecido o jardineiro).
A única coisa que não fizera fora oferecer-lhe a sua mão em casamento.
— É uma pena eu não poder casar contigo.










Série Contos de Fadas
1- O Beijo encantado
1.5. Storming the Castle - sem ebook
2- Milagre de amor
2.5. Winning the Wallflower - sem ebook
3. The Duke is Mine - idem próximos
4. The Ugly Duchess
4.5. Seduced by a Pirate
5. Once Upon a Tower

10 de fevereiro de 2013

O Beijo Encantado

Série Contos de Fadas 


Forçada pela madrasta a ir a um baile, Kate conhece um príncipe... e decide que ele é tudo menos encantado.

Segue-se um esgrimir de vontades, mas ambos sabem que a atração irresistível que sentem um pelo outro não os levará a lado nenhum. Gabriel está prometido a outra mulher
— uma princesa que o ajudará a alcançar as suas ambições implacáveis.
Gabriel gosta da noiva, o que é uma surpresa agradável, mas não a ama.
Obviamente, deve cortejar a sua futura princesa, e não a beldade espirituosa e pobre que se recusa a mostrar-se embevecida.
Apesar das madrinhas e dos sapatinhos de cristal, este é um conto de fadas em que o destino conspira para destruir qualquer oportunidade de Kate e Gabriel poderem ser felizes para sempre.
A menos que um príncipe abdique de tudo o que o torna nobre...
A menos que o dote de um coração indisciplinado triunfe sobre uma fortuna...
A menos que um beijo encantado ao bater da meia-noite mude tudo.

Capítulo Um  

Casa Yarrow,
Residência de Mrs. Mariana Daltry, da sua filha Victoria, e de Miss Katherine Daltry.
Miss Katherine Daltry, conhecida praticamente por toda a gente como Kate, desceu do cavalo a ferver de raiva.
Deve dizer-se que esse estado não lhe era estranho. Antes de o pai morrer, sete anos atrás, sentia-se por vezes irritada com a nova madrasta. Mas só depois de ele ter partido e de a nova Mrs. Daltry — que mantivera esse apelido durante uns escassos meses — começar a dar ordens é que Kate aprendeu realmente o significado de raiva.
A raiva estava a ver os arrendatários da propriedade a serem obrigados a pagar a renda a dobrar, ou a deixar as casas em que tinham vivido toda a sua vida. A raiva estava a ver as colheitas a definharem e as sebes a crescerem de mais porque a madrasta dava com relutância o dinheiro necessário para manter a propriedade. A raiva estava a ver o dinheiro do pai a ser esbanjado em vestidos e chapéus novos e coisas supérfluas... Tantas que a madrasta e a meia-irmã não arranjavam dias suficientes no ano para usá-las todas.
Raiva.
Eram os olhares compadecidos que recebia de conhecidos que já não a encontravam ao jantar. Era a ser relegada para um quarto no sótão, com móveis decadentes que anunciavam o valor relativo que ela tinha entre os residentes na casa. Era a aversão por si própria pelo facto de não conseguir abandonar a casa e resignar-se com isso. Era raiva alimentada por humilhação e desespero e pela certeza absoluta de que o pai devia estar a dar voltas no túmulo.
Subiu pesadamente as escadas da frente arregaçando as mangas para a batalha, como o pai teria dito.
— Olá, Cherryderry — disse ela, quando o seu querido velho mordomo abriu a porta. — Agora faz de lacaio?
— Ela Própria mandou os lacaios a Londres chamar um médico — disse Cherryderry. — Para ser exato, dois médicos.
— Está a ter uma crise, não?
Kate tirou as luvas com muito cuidado uma vez que o cabedal estava a separar-se do forro em volta do pulso. Houvera tempos em que podia realmente ter-se interrogado se a madrasta (conhecida entre o pessoal como Ela Própria) fingia estar doente, mas agora já não. Não, depois de tantos anos de alarmes falsos e vozes a gritarem a meio da noite sobre ataques... Que em geral acabavam por ser indigestão.
Embora, como Cherryderry comentara uma vez, uma pessoa possa ter esperança.
— Desta vez não se trata de Ela Própria. É do rosto de Miss Victoria, acho eu.
O Beijo Encantando – Eloisa James
— A dentada?
Ele acenou com a cabeça.
— Está a fazer descair o lábio, disse-nos a criada dela esta manhã. Também tem um inchaço nesse sítio.
Apesar de se sentir amarga, Kate teve um acesso de compaixão. A pobre Victoria não tinha muito a seu favor para além de uma cara bonita e de vestidos ainda mais bonitos; o coração da sua meia-irmã ficaria despedaçado se ela ficasse desfigurada para sempre.
— Tenho de falar com Ela Própria sobre a mulher do vigário — disse ela, entregando a peliça a Cherryderry. — Ou melhor, sobre a mulher do antigo vigário. Depois da morte dele, mudei a família para a casa mais afastada.
— Caso infeliz — disse o mordomo. — Especialmente num vigário. Parece que um vigário não devia pôr termo à vida.
— Deixou-a com quatro filhos — disse Kate.
— Repare bem, não é fácil para um homem ultrapassar a perda de um membro.
— Bem, agora os filhos têm de ultrapassar a perda dele — disse ela com frieza. — Já para não mencionar o facto de a minha madrasta ter mandado ontem uma ordem de despejo à viúva.
Cherryderry franziu o sobrolho.
— Ela Própria diz que a menina tem de ir jantar com elas esta noite.
Kate parou a meio da escada.
— Ela disse o quê?
— Que a menina tem de ir jantar com elas hoje à noite. E Lorde Dimsdale vem jantar.
— Deve estar a brincar, Cherryderry.
Mas o mordomo abanou a cabeça.
— Ela disse isso. E mais, concluiu que as ratazanas de Miss Victoria também têm de ir, mas por qualquer razão exilou-as para o quarto da menina.
Kate fechou os olhos por um momento. Um dia que tinha começado mal só estava a piorar. Detestava a matilha dos cãezinhos da meia-irmã, afetuosamente, ou não tão afetuosamente, conhecidos por toda a gente como as ratazanas. Também detestava Algernon Bennett, Lorde Dimsdale, o noivo da meia-irmã. Sorria com demasiada facilidade. E odiava ainda mais a ideia de se sentar a jantar en famille.
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Série Contos de Fadas
1- O Beijo encantado
1.5. Storming the Castle - sem ebook
2- Milagre de amor
2.5. Winning the Wallflower - sem ebook
3. The Duke is Mine - idem próximos
4. The Ugly Duchess
4.5. Seduced by a Pirate
5. Once Upon a Tower

20 de abril de 2011

Quarteto Duquesas

2- LOUCA DE AMOR




Lady Henrietta Maclellan suspira pelo romântico torvelinho de uma temporada em Londres.

Mas como todas as singelas donzelas do campo, tem que manter escondida sua natureza sensual...
Até que conhece Simon Darby. Simon lhe faz desejar românticos sussurros ao anoitecer, trocar beijos na varanda, receber ilícitas cartas de amor.
Assim Henrietta deixa sua imaginação voar e escreve...
Uma erótica carta de amor surpreende à sociedade.


Todo mundo supõe que ele a escreveu para ela, mas a verdade não tem importância diante do escândalo que se desencadeará se não se casarem rapidamente.
E nada preparou Henrietta para a pura sensualidade de...
Simon jurou que nunca se converterá em um tolo por uma mulher.
Assim, as debutantes desmaiam enquanto ele anda a pernadas, desdenhosamente, diante das encantadoras damas da alta sociedade...Até Henrietta.
É possível que ele tenha sido um tolo durante todo este tempo?

Nota da Tradutora Paty: A história é maravilhosa e super romântica.
Simon, ao descobrir que a viúva de seu tio está grávida, resolve ir para Limpley Stoke e verificar se sua tia está mesmo grávida e conhece Lady Henrietta Maclellan, uma jovem muito diferente das outras jovens daquela época.
Lady Henrietta Maclellan sabe que não pode casar por causa de um problema no quadril, o que a impossibilita de ter filhos e, por isso, sabe que não pode se apaixonar pelo engomado e metido Simon Darby, que só está à procura de uma esposa rica, que seja mãe de suas irmãs.
Mesmo sabendo que não pode ficar com Darby, Henrietta não consegue evitar se apaixonar por ele e acaba planejando com Esme, a tia dele, para que eles acabem se casando.
A narrativa é muito interessante e alguns personagens do primeiro livro Duquesa Apaixonada aparecem no livro, uma dessas personagens é Esme que continua sua historia nesse livro. Amei traduzir.

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Série Quarteto Duquesa
1- Duquesa Apaixonada
2. Louca de Amor
3. Uma Perseguição Selvagem
4. Seus maus costumes
Série Concluída

1 de fevereiro de 2011

Quarteto Duquesas

1- DUQUESA APAIXONADA







A retirada do duque...

Gina se viu forçada a contrair matrimônio com o duque de Girton numa idade em que era melhor que estivesse na sala de aula de uma escola do que nos salões de baile.
Logo depois do casamento seu atraente marido foi rapidamente para o continente, deixando o casamento sem consumação e Gina bastante indignada.
Uma mulher no centro de tudo...
Agora ela é uma das mulheres mais conhecidas de Londres... vivendo no limite do escândalo, desejada por muitos homens, mas resistindo a todos.
A duquesa apaixonada...
Finalmente, Camden, o duque de Girton, voltou para casa, para descobrir que sua inocente mulher se converteu no centro do universo.
O que deixa Cam na incômoda posição de perceber que teve a má educação de apaixonar-se... por sua própria mulher!

Capítulo Um

- Bom e como ele é?
Houve uma pausa.
- Tem os cabelos negros, disso me lembro...- disse Gina duvidosa. Encontra-se sentada à mesa de seu quarto, fazendo nós em uma pequena fita de cabelos.
Ambrogina , a duquesa de Girton dificilmente se aquietava. “Uma duquesa é o que uma duquesa faz” tinha-lhe ensinado uma de suas tutoras.
Mas Gina estava à beira do pânico. Todas as duquesas sentem pânico alguma vez.
Esme Rawlings soltou uma gargalhada.
- Não sabe como é seu marido?
Gina franziu o cenho.
- É fácil para você sorrir. Não é seu marido que volta do continente para encontrar-se com sua esposa que está metida em um escândalo. Eu pedi a Cam que anulasse nosso casamento para poder me casar com Sebastian, mas agora, quando ler essas odiosas intrigas no Tablóide, pensará que sou uma mulher fácil.
- Não pensará, se a conhece.
- Esse é o problema! Que não me conhece. O que aconteceria se chegasse a acreditar nos falatórios sobre o senhor Wapping ?
- Mande embora seu tutor e tudo será esquecido em uma semana.
- Não vou despedir o senhor Wapping. Veio da Grécia para ser meu melhor tutor e não tem aonde ir. Além disso, ele não fez nada de mau, e eu tampouco, assim, porque devo atuar como se o tivesse feito?
- Que Willoughby Broke e sua mulher lhe vissem com ele às duas da madrugada é suficiente para que todos acreditem que seu comportamento não foi de tudo tão decente como teria sido de se esperar...











Quarteto Duquesas
1- Duquesa Apaixonada
2. Louca de Amor
3. Uma Perseguição Selvagem
4. Seus maus costumes
Série Concluída

27 de abril de 2010

Trilogia Prazeres

1- PODEROSOS PRAZERES






A ponto de fazer sua apresentação na sociedade,Charlotte Calverstill abandona Londres para passar uns dias no campo na casa de sua amiga Julia.

Esgotadas pelas intermináveis lições de comportamento, as duas estão completamente decididas a aproveitar esses poucos dias de liberdade; de modo que Julia propõe que vão ao baile de mascara de Stuart Hill.
Essas festas populares não são muito adequadas para que duas jovenzinhas da alta sociedade, mas com os disfarces postos, ninguém poderá as reconhecer.
Certamente Charlotte não tinha pensado que essa noite perderia sua virgindade, entretanto isso é exatamente o que acontece quando um atraente desconhecido a leva até o jardim.
Arruinadas suas expectativas de matrimônio, decide que ficará solteira. Três anos mais tarde, Charlotte reconhece seu amante de uma noite na pessoa de Alexander, conde de Sheffield.

Nota da Revisora Tessy: É uma história surpreendente, no começo parece ser sem graça, mas a trama se desenvolve de maneira simples e clara e você se prende no enredo cada vez mais. Não é hot, mas têm cenas bem sensuais com uma mocinha a frente de seu tempo e um mocinho meu confuso e machão, mas lindo de morrer... E com um gêmeo a reboque... kkkkk... Resumindo Adorei e mal posso esperar para ler à próxima.

Kent, Inglaterra, abril 1798.
Para Charlotte faltava uma semana para fazer dezessete anos quando sua vida deu um giro de cento e oitenta graus; sempre haveria um “antes” e um “depois”.
O “antes” era quando estava com Julia Brentorton, sua melhor amiga do colégio. Tinham passado juntas os anos de internato e tinham sobrevivido à monotonia das aulas que faziam que todos os dias parecessem iguais: latim, música, baile, educação artística, comportamento e normas sociais com lady Sipperstein.
A verdade era que esse último curso tinha sido o mais fastidioso de todos.
― Julia ― Repreendia lady Sipperstein aparecendo repentinamente atrás delas ― Cruze os tornozelos quando se sentar em um sofá…
Suba de novo as escadas, Charlotte, e desta vez faça sem mover os quadris. Você rebola de uma forma totalmente inadequada.
Lady Sipperstein era uma dama temível cujo impressionante seio sobressaía como se fosse à proa de um navio. Sabia exatamente o grau de inclinação que devia ter uma reverência conforme se tratasse de uma duquesa ou do rei, e o repetia a suas alunas como se elas fossem ver-se obrigadas a fazê-lo todos os dias.
Do mesmo modo as bombardeava com um montão de normas.
― Aos criados despede do mesmo modo que os meninos: com firmeza, rapidez e mantendo a distância.
Os presentes para os doentes dependem do lugar onde vivam, se viverem em sua propriedade devem dizer à cozinheira que faça uma gelatina de medula e a dão vocês mesmas junto com um pouco de fruta.
Se viverem no povoado ordene a algum criado que leve um frango sem cozinhar. E, naturalmente, antes de entrar na casa devem assegurar-se de que a enfermidade não é contagiosa.
Devem mostrar-se compassivas, mas não inconscientes.
As aulas supunham frequentemente uma hora de intermináveis pergunta.
― Julia! Se um lacaio entrar no salão do café da manhã com uma bochecha inchada que deve fazer?
― Mando para sua casa ― Assegurou Julia.
― Não. Primeiro deve fazer averiguações. O inchaço pode ser consequência de uma dor de dente, mas também pode ser o resultado de uma briga de bêbados. Se se tratar deste último deve o despedir. Julia O que faria se fosse dor de dente?
― Bem… Digo que vá ver o médico ― Balbuciou a aludida.
― Falso! Deve ordenar ao mordomo que atribua um trabalho afastado dos donos da casa. Não terá que consentir aos criados.
Para Charlotte o momento mais agradável do dia era a aula de desenho. Sentia-se completamente feliz na sala de aula de pintada de branco onde havia doze cavaletes. Sempre pintavam o mesmo: duas laranjas e um limão. Ou duas maçãs e uma pêra. Mas para Charlotte dava o mesmo. Entretanto Julia não opinava o mesmo; imitava a perfeição a voz maravilhada da senhorita Frollip quando preparava uma nova natureza morta.
― Hoje uma cabaça!
A Julia adorava as aulas de dança, mas não porque gostasse de dançar, mas sim pelo senhor Luskie. Este era um homem mais peludo, pai de família, robusto e afável; em resumo, segundo as professoras, não representava nenhum perigo para as jovenzinhas. Mas Julia adorava e acreditava ver algum tipo de mensagem na forma em que o lhe apertava a mão quando a dirigia dançando a equipe.
- Adoro-o ― Murmurava a Charlotte pelas noites.
Esta franzia o cenho.
- Escute Julia, é um pouco… Enfim, não é…

2- Prazeres Noturnos







Depois de rejeitar vinte e dois pedidos a sua mão,Sophie York se resigna a aceitar o de Braddon Chatwin, conde de Slaslow.

Evidentemente teria sido muito mais excitante aceitar o pedido de Patrick Foakes; entre seus braços se desfazia e perdia toda noção de bom comportamento.
Mas ele era um sedutor sem remédio e Sophie queria evitar a humilhação de ser enganada constantemente como aconteceu com sua mãe.
Com o tranquilo Braddon não existe essa possibilidade. Embora o rejeite, Patrick não desiste de conquistar Sophie embora para isso tenha que comprometê-la.
De modo que não duvida em disfarçar-se e fazer-se passar por Braddon em uma rocambolesca simulação de sequestro.
O truque não a engana por muito tempo, entretanto cede às carícias desse habilidoso amante.

Londres, mansão dos marqueses de Brandenbourg.
Dezembro 1804
Lady Sophie York, única filha do marquês de Brandenbourg, tinha rejeitado o pedido de matrimônio de um barão, dois cavalheiros, um punhado de senhores muito convenientes e de um visconde que tinha pedido de forma muito adequada no escritório de seu pai o privilégio de obter sua mão.
Inclusive descartou um marquês em metade de uma caçada e ao simples senhor Kissler na Ascot.
Outras garotas menos afortunadas não podiam entender Sophie.
Nas duas últimas temporadas havia feito perder as esperanças à maioria dos homens mais procurados.
Mas a partir de agora já não haveria mais pedidos de matrimônio tanto se eram oficiais como se não.
As más línguas iam estar de acordo: a jovem tinha entregado seu afeto a um homem da nobreza. Lady Sophie seria condessa na seguinte temporada.
Olhou-se no espelho e fez uma careta ao pensar nas caras de curiosidade e as numerosas reverências que teria que suportar no baile dos Dewland.
Estremeceu interiormente com uma indecisão totalmente desacostumada nela.
Não sabia se estava corretamente vestida para o anúncio de seu compromisso.
Usava um vestido de seda prateada; era possível que a cor lhe permitisse desaparecer entre a multidão de mulheres com roupas apertadas, grandes decotes e com vivas cores que abarrotavam o salão de baile.
O cinza prata era uma cor de monjas, pensou divertida, mas uma religiosa desmaiaria se tivesse que usar uma roupa como esta, era de uso Império com o corte alto e umas fitas que rodeavam o sutiã.
A marquesa de Brandenbourg entrou na habitação.
― Esta pronta Sophie?
― Sim, mamãe ― Ela renunciando à ideia de trocar-se, pois já iam com atraso.
A marquesa a observou entrecerrando os olhos.
Ela usava um vestido de cetim cinza bordado com flores que se parecia muito aos que estavam de moda uns vinte anos antes quando se casou.
― O vestido que usa é indecente ― Declarou secamente.
― Sim mamãe.
Essa era a sistemática resposta de Sophie as ácidas recriminações de sua mãe.
Pegou o xale e seu ridículo e se dirigiu para a porta.
Heloise parecia um pouco indecisa e a olhou ressentida.
A marquesa, de origem francesa, parecia pensar que o mundo era um campo de batalha e ela o general chefe. Era muito raro vê-la tão insegura de si mesma.
― Esta noite vai anunciar que aceita o pedido de matrimônio do conde de Slaslow.
― Sim mamãe.
Houve um breve silêncio. Sophie se perguntou qual seria o problema. A sua mãe rara vezes faltavam às palavras.
― Estou segura de que pedirá uma prova de seu afeto.
― Sim mamãe ― Disse Sophie baixando os olhos para dissimular sua diversão.
Educada em um convento, Heloise tinha chegado a sua noite de bodas terrivelmente mal preparada.
Casou-se com um inglês tão apaixonado de tudo quão francês não aceitava nenhum criado que não o fosse.
A babá de Sophie tinha sido francesa, as donzelas, os lacaios e naturalmente o cozinheiro eram franceses. Heloise não podia imaginar reveladoras conversas que se desenvolviam no quarto dos meninos.
Sua filha não necessitava que ninguém a pusesse a par do que os homens esperavam das mulheres.
― Pode lhe conceder um beijo, dois como muito ― Continuou Heloise ― Estou segura de que entende a importância desses limites Sophie. Sua reputação…

3- Prazeres Encantados








―Bem-vinda a Inglaterra, senhorita Jerningham.

Quill Dewland vai ao porto receber a sua futura cunhada que chega da Índia e mal pode dissimular sua surpresa; esperava ver uma herdeira e quem desce do navio em seu lugar é uma jovem despenteada e gordinha, cuja espontaneidade se choca com os estritos costumes da sociedade vitoriana.
De fato seu irmão Peter, o noivo, esta horrorizado.


É impossível que acreditem que realmente vai se casar com esse espantalho que não sabe comportar-se. Se o fizer se converterá no bobo de toda Londres.
Quill por sua parte não pensa o mesmo. Desde que a conhece, essa voluptuosa sereia embota seu sentido fazendo desejar estar no lugar de seu irmão Peter… Se não fosse pelo terrível segredo que o impede de ter qualquer tipo de intimidade com uma mulher.

Capítulo Um

St James Square, Londres, 1806.

A sorte acabava de dar ao visconde Dewland um golpe que teria derrubado um indivíduo menos forte, ou mais sensível, que ele. Olhava seu filho mais velho com a boca aberta sem fazer caso do balbuceio de sua esposa.
Depois passou pela sua cabeça uma ideia: essa mesma esposa tinha lhe dado dois filhos varões.
Sem dar mais voltas, girou sobre seus calcanhares e ladrou dirigindo-se a seu filho mais novo:
―Já que seu irmão não pode sacrificar-se no dever conjugal, será você o que se encarregue. Por uma vez em sua vida, comportará-se como um homem.
A Peter Dewland pegou de surpresa esse ataque. Acabava de levantar-se para comprovar no espelho do salão o estado do nó de sua gravata, evitando desse modo encontrar-se com o olhar de seu irmão. Em nome de Deus que se podia fazer diante uma revelação como essa?
Foi sentar no sofá.
―Suponho que esta sugerindo que me eu case com a filha de Jerningham.
―Evidentemente! ― Gritou o visconde ― Algum dos dois tem que fazê-lo e seu irmão acaba de declarar-se incapaz.
―Rogo que me perdoe ― Disse Peter com expressão realmente enojada ― Mas não tenho nenhuma intenção de me casar só para agradar você.
―E que quer dizer com isso? Casar-se-á com ela se eu lhe ordenar isso!
―Não tenho pensado me casar, pai, ordene você ou qualquer outra pessoa.
―Tolices! Todo mundo se casa.
―Isso não é certo ― Suspirou Peter.
― Foi o acompanhante de um montão de garotas apropriadas durante seis anos, se alguma tivesse gostado cederia a seus desejos, mas como esse não parece ser o caso, casar-se-á com a filha de Jerningham. E o fará porque seu irmão está incapacitado. Tive muita paciência contigo; neste momento poderia estar no sétimo de infantaria, tinha ocorrido pensá-lo?
―Preferiria isso antes que tomar uma esposa ― Decretou Peter.
―Nem pensar! ― Grunhiu o visconde dando a volta ― Seu irmão esteve entre a vida e a morte durante anos.
Fez-se um pesado silêncio. Peter fez uma careta em direção a seu irmão mais velho.
Quentin Dewland, que estava um momento olhando a ponta das botas, levantou os olhos para seu pai.
―Se Peter tiver decidido não casar-se, eu o farei ― Disse com sua grave voz.
―Para que? Não poderia fazer frente a suas obrigações como marido, e essa pequena tem direito a ter um digno de tal nome, diabo!
Quentin, a quem seus amigos chamavam Quill, abriu a boca para responder, mas a voltou a fechar.
Podia consumar o matrimônio, mas certamente não seria uma agradável experiência. Qualquer mulher merecia algo melhor que o que ele podia oferecer.
Embora suas feridas tivessem deixado de fazê-lo sofrer, as enxaquecas de três dias de duração que implicava qualquer tipo de movimento repetitivo, certamente não favoreciam uma união agradável.
―Não responde? ― Disse o visconde, triunfante ― Não estou falando por falar, nem tento fingir que é um garanhão quando não é assim. Dá conta de que poderia fazê-lo já que a garota não saberia nada até que fosse muito tarde.
E seu pai se tornou tão miserável que nem sequer a acompanhou a Inglaterra. Seja como for ― Prosseguiu dirigindo-se de novo a seu filho mais novo ― Ela vem para casar-se. E se não poder ser com Quill, será contigo. Enviarei-lhe teu retrato no próximo navio.
―Não quero me casar, pai ― Insistiu Peter marcando cada sílaba.
O visconde ficou vermelho como um tomate.
―Já vai sendo hora de que deixe de se divertir. Por Deus que me obedecerá!

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