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5 de junho de 2017

Quando um Duque diz Sim

Série Lordes e Ladys
A senhorita Elsie Stanhope residia em Nottinghamshire numa área tão rica em cavalheiros titulados, tão prazerosa para as mães com ideias matrimoniais, era chamada de “Ducados”.

De fato, Elsie havia sido prometida desde a infância ao herdeiro de um ducado.
Ela não tinha nenhuma expectativa de que se casaria por amor. 
Ainda menos, que ela entraria em um caso escandaloso com um tipo totalmente diferente de amante. 
E a última coisa que imaginava era que os mistérios do nascimento dele seriam desvendados com tantas voltas e reviravoltas imprevistas, como os segredos mais profundos de seu coração.

Capítulo Um

Nottinghamshire, England, 1862
Uma das tarefas mais angustiantes dos criados de Mansfield Hall era procurar Miss Elsie, que tinha uma tendência a adormecer nos lugares mais estranhos. Uma vez a encontraram equilibrada precariamente na beirada de uma fonte, com uma mão pendurada na água enquanto uma carpa mordiscava curiosamente e sem dor, seus dedos. Embora os criados começassem sempre a busca em seus aposentos, era quase inevitável que a encontrassem onde não deveria estar, e, nunca, em sua cama.
― Porém, não parece um anjo. ― Disse Missy Slater, empregada doméstica de Elsie, olhando para a patroa enquanto dormia como uma criança encolhida, em uma enorme poltrona de couro, na biblioteca de seu pai.
A Sra. Whitehouse, a governanta, era muito menos caridosa e olhou para a garota adormecida. ― Como se eu tivesse tempo para isso ― Ela resmungou, então limpando sua garganta, alto, em uma tentativa de despertá-la.
― Você tem que dar uma boa sacudida. ― Missy disse, fazendo exatamente isso. Ela foi recompensada quando os olhos verde musgo de Elsie se abriram sonolentos, e ela sorriu. Ela, quase, sempre acordava sorrindo.
― O que eu estou perdendo? ― Ela perguntou, como sempre fazia. Estava se sentindo um pouco grogue, porque deveria ter dormido durante, pelo menos, uma hora. Os criados foram instruídos a nunca despertar Elsie a menos que algo de importante estivesse acontecendo.
― Aquele pintor francês está aqui ― disse Missy. ― Eu sei que você queria estar no salão de baile quando seu pai se encontrasse com ele.
― Monsieur Laurent Desmarais, senhorita Elizabeth. Ele chegou há dez minutos, ― disse a Sra. Whitehouse, olhando para Missy por sua familiaridade. Missy fez uma careta atrás das costas da empregada e Elsie se encontrou tentando não sorrir para sua criada. Só porque sabia que deveria, deu a Missy um olhar severo, o que só fez a pequena criada encolher de ombros, inocentemente.
― Obrigada, senhoras ― disse ela, saltando, como se não tivesse dormido. Ela deu uma ajeitada em seus cabelos castanho dourados, que não ficaram piores por ter dormido, e foi para o salão de baile. Ter o grande Laurent Desmarais pintando um mural no seu salão de baile, fora uma grande jogada para a família Stanhope. Normalmente, o famoso muralista não pintava para ninguém abaixo do nível de um visconde, mas seu pai, o barão Huntington, possuia mais libras do que um barão típico, e aparentemente, essa renda era mais do que monsieur Desmarais pudera resistir.
A propriedade de Stanhope estava nas proximidades de Dukeries, uma área de Nottinghamshire que teve um número excessivo de duques, fazendo, da área, um lugar uma vez afortunado para toda a família com meninas em idade casadoura. Elsie teve a sorte de ter sido comprometida com um futuro duque desde a infância. Pelo menos, seu pai insistia, que era, uma boa sorte. 









Veja vídeo de lançamento


9 de novembro de 2011

Quase Perdidos

O tempo certo para amar...

Bonito, elegante e irresistível, Edward Hollings causa furor em Newport, e, para surpresa de Maggie Pierce, somente ela atrai sua atenção.
No entanto, quando o charmoso conde volta para a Inglaterra sem pedi-la em casamento, Maggie compreende que precisa esquecê-lo, embora fique arrasada ao ver todos os seus sonhos de amor e felicidade cair por terra.
Quando recebe um convite para ir à Inglaterra para as festas de fim de ano e para conhecer o bebê de sua melhor amiga. Maggie aceita, decidida a esconder seus vergonhosos segredos e mentiras do único homem que amou na vida... Embora tivesse jurado a si mesmo que nunca se casaria, Edward quase rompeu a promessa quando conheceu Maggie. Ela é linda, inteligente, encantadora, e ele não consegue esquecê-la. Quando o destino os aproxima de novo, na residência de um casal de amigos em comum, Edward tem dificuldade para ficar longe dela.  Ele se sente mais atraído que nunca, e a indiferença de Maggie só faz aumentar seu desejo.
Agora, com o amor que ele nunca imaginara sentir um dia escapando por entre seus dedos, Edward está determinado a conquistar Maggie, custe o que custar...

Capítulo Um

Nova Iorque, 1893

Esperando acalmar-se, Margaret Pierce sentou-se no sofá da sala cor-de-rosa, um cômodo extravagante, tão amado pela mãe excêntrica.
Balançou o corpo para a frente e para trás, as mãos unidas, dedos entrelaçados e rezou fervorosamente pelo pai. Ouviu a porta da frente abrindo-se e a mãe falando em voz baixa com um dos poucos criados que continuavam na casa.
Em seguida, passos ressoaram no piso de mármore. Margaret sentiu uma batida lenta e dolorida no coração.
— Ah, você está aí, Maggie — disse Harriet Pierce, a expressão notavelmente tensa.
— Agora tudo terminou.
Maggie olhou para a mãe com medo de perguntar o resultado do julgamento do pai, homem educado e brilhante que tinha ido para a prisão.
Faltara-lhe coragem de comparecer ao tribunal; sentira-se incapaz de olhar nos olhos do homem que tinha nas mãos imundas o destino de Reginald Pierce. Como desejava saber quanto tempo o pai iria permanecer na prisão. Teria de ser um ano apenas, e não cinco. Ela se sacrificara para conseguir a redução da pena.
— Minha querida — prosseguiu Harriet Pierce, sentando-se ao lado da filha e abraçando-a. — Eu sei que tudo isto é muito difícil para você que sempre foi tão unida a seu pai. Imagino que ele também esteja sofrendo por não poder estar presente ao seu casamento. Por não ver os netos quando nascerem. Maggie afastou-se um pouco da mãe e olhou para ela com expressão de medo.
— Papai ficará na prisão por um ano apenas. Estará em liberdade por ocasião do meu casamento e, claro, verá os netos quando nascerem. Lágrimas brilharam nos olhos de Harriet e ela balançou a cabeça.
— De onde tirou essa ideia? Você sabe tão bem quanto eu que a pena é de cinco anos.
O que a fez pensar o contrário? — A mãe endireitou-se no sofá.
— Mas conseguiremos superar esta provação. Seu pai é relativamente jovem. Quando voltar para casa estará com cinquenta e poucos anos. Não será tão velho.
— Tem de ser um ano — Maggie murmurou, a voz traindo seu desespero.
Sentia-se como se fosse desmaiar, como se o mundo girasse ao seu redor.
— Um ano. Não mais que um.
— Minha querida — a mãe tentou abraçar de novo a filha para confortá-la —, os anos passarão depressa. Você verá. Maggie levantou-se, agitada.
— Impossível. Ele prometeu. Harriet sorriu para a filha.
— Quem prometeu?

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