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7 de abril de 2013

O Lorde De Elphindale

Histórico Sobrenatural 
 











A encantada Gwen Forsythe amou Drew desde que era uma menina. 

Ambos são metade fada, mas Drew negou sua parte não humana durante anos. 
Com intenção de escapar para sempre da influência do vale mágico, planeja casar-se com outra mulher e mudar-se para muito longe. 
Mas o povo fada tem outros planos e toma medidas para trazer Drew de volta e fazer com que ele e Gwen fiquem. 

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21 de agosto de 2011

Donzela Ou Devassa?


A dama e o rebelde!

Thea acha que seu único problema é um vestido de baile manchado, mas depois de conhecer o visconde Darien, seu mundo vira de pernas para o ar.
A atração entre ela e lorde Darien é imediata, e Thea sabe que aquilo não se trata de um flerte inocente.
Mas será que ela pode confiar no visconde? E mesmo que ela queira confiar, como conseguirá convencer sua família, especialmente seu irmão, de que Horatio não merece a amaldiçoada reputação dos Cave?
Durante gerações, a família Cave foi marcada pelo escândalo, pela loucura e pela violência.
Mas depois de conquistar reputação e prestígio por sua coragem e lealdade no Exército, o visconde Darien, está determinado a encantar a sociedade londrina e a recuperar o bom nome de sua família,
E ele pretende começar com a adorável lady Thea Debenham. Thea sempre foi uma dama, o que serve muito bem aos seus propósitos.
Mas ao descobrir de quem ela é irmã, Darien começa a se perguntar se ela de fato é a dama perfeita que parece ser, ou se tem algum segredo guardado.

Capítulo Um

Londres, maio de 1817.

Lady Thea Debenham tirou rapidamente o traje verde.
— Harriet, um vestido novo, depressa!
— Pelo amor de Deus, milady! — a criada gemeu e apanhou a roupa manchada como se esta fosse uma criança ferida.
— Eu sei que você é capaz de fazer mágica. Por favor, outro vestido.
— Qual deles, milady?
— Não me importa! — O que não era verdade. Thea olhou-se no espelho.
A roupa íntima sempre combinava com o vestido e ela estava usando verde dos babados do espartilho até a barra da anágua. — Eu tenho algum que combine com essa cor?
— Não, milady.
Thea mordeu o dedo, percebeu que estava de luvas de seda e retirou-as.
— Qualquer um que eu ainda não tenha usado.
Harriet correu ao quarto de vestir.
— Sapatos que combinem! — Thea gritou.
Ela tentou tirar o calçado, mas foi impedida de abaixar-se por causa das barbatanas do espartilho. Havia escolhido para aquela noite o vestido mais elegante de seu guarda-roupa. A moda ditava decotes baixos e havia sido isso que ocasionara o desastre. O marquês de Uffham ficara tão encantado com o busto de Thea que entornara beterraba em conserva sobre o vestido dela.
Duas damas gritaram e Thea tivera vontade de fazer o mesmo. O vestido fora estragado na primeira vez em que o usava, e justo naquela noite. Thea andou pelo quarto, fazendo barulho com a anágua de seda.
Para todos os efeitos, o baile dado por sua mãe era para celebrar o noivado do irmão de Thea, lorde Darius Debenham com lady Mara St. Bride. Sob essa intenção feliz, havia um motivo mais sério. Novos problemas haviam surgido para Darius.
Ele havia sofrido muito. Lutara em Waterloo, fora ferido e dado como morto. Durante mais de um ano, Thea e sua família acreditaram nisso, atormentadas. Ele de fato não morrera, mas a mulher que tinha cuidado dele dera-lhe ópio durante muito tempo e, quando Darius voltou para a Inglaterra, estava fraco e viciado.
A família cuidou dele e ele, por fim, acabou encontrando o amor. Ele lutou e lutou até que foi capaz de sobreviver com uma pequena dose diária de ópio. E como se o destino não quisesse vê-lo feliz, começaram os boatos apavorantes. Toda Londres comentava que a origem de seus ferimentos em Waterloo fora desonrosa em uma tentativa de fugir do campo de batalha.
Quem o conhecia, sabia que isso não era verdade, mas Darius de nada se lembrava, e o pavor de que isso fosse verdade o consumia.
Enquanto não encontrassem uma testemunha entre as centenas de homens que haviam estado na batalha, nada poderia ser esclarecido. A impressão que se tinha era de que uma névoa baixara sobre o campo de batalha, a ação se dissolvera e agora cada um só sabia de si.

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31 de julho de 2011

Série Medieval Dark Champion

4- DONO DO MEU CORAÇÃO



Aimery de Gaillard é um homem com o coração dividido, de um lado, mantém o juramento feito ao Duque da Normandia, agora rei da Inglaterra, mas por outro, defende os camponeses ingleses das injustiças de seus novos senhores.

Vive em contínuo perigo, mas seus verdadeiros problemas começam no dia em que conhece uma mulher formosa e corajosa como nunca viu antes.

Sua paixão vira raiva quando descobre quem ela é, e aos olhos do povo oprimido, uma normanda é tão desumana e cruel quanto outros invasores.

Aimery trava uma luta entre seu irrefreável desejo e sua causa pela liberdade, enquanto o amor e o ódio se confundem em uma obsessão mais perigosa que o fio de uma espada.

Nota da Revisora Lica:“ Sem dúvida um livro gostoso de ler, apesar de morrer de pena da Madeleine, e ter vontade de dar umas pauladas na cabeça do mocinho, mas o sofrimento dele me fazia perdoá-lo.
Duas pessoas com personalidades muito parecidas tendo os mesmos objetivos, vivendo juntos, mas ao mesmo tempo separados por um mal entendido que impede o mocinho de entregar seu coração a mulher amada, sofrendo de amor e desejo... Resumindo: Amei!

Capítulo Um

Abbaye dê Dames. Caen, Normandia
Fevereiro de 1066

O salão da Abbaye dê Dames de Caen era uma sala pequena, mas bem proporcionada.
Estava acolhedor nesse dia gelado, porque suas duas estreitas janelas estavam fechadas por precioso vidro e na imensa lareira de pedra o fogo estava aceso.
A luz do sol que entrava pelos pequenos painéis de vidro era enganosamente dourada e destacava as cores dos quadros da parede e os bordados das almofadas, fazendo-os parecer jóias.
Em contraste, as três pessoas reunidas no salão pareciam apáticas.
Dois eram homens de guerra, altos e robustos, e vestiam armadura e roupa que falavam do muito e longo uso.
Um era bastante grande, muito grisalho, de mãos nodosas, o outro era mais jovem, de cabelos castanhos e, além da idade, era a viva imagem do mais velho e estava claro que era seu filho.
A terceira pessoa era uma menina embelezada com o simples hábito branco de uma noviça.
O hábito de linho caía reto sobre sua figura que ainda não adquirira as formas femininas.
Uma grossa trança castanha caía sobre a costa coberta por um fino véu de linho.
Sua face bem lavada ainda tinha os traços suaves de uma menina pequena, mas seus lábios insinuavam firmeza e seus grandes olhos castanhos eram vivos e inteligentes.
O homem mais velho, Gilbert de Haute Vironge, sentia-se nervoso e inquieto no meio de toda aquela elegância.
Dava uns poucos passos e se detinha, como temeroso de quebrar algum objeto precioso. Marc, seu filho, apoiava os ombros com malha na parede branca, sem considerar os arranhões que deixaria ali.
Madeleine, a filha de Gilbert, sentava muito reta e serena, a imagem perfeita de uma noviça, que parecia encaixar em seu adorno como uma pérola engastada em ouro.
Mas a serenidade de Madeleine era uma máscara para ocultar sua angústia

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Série Medieval Dark Champion
1- A Flor do Oeste
2- Flores Partidas
3- O Cavaleiro da meia-noite
4- O Dono do seu coração

17 de julho de 2011

3- O Cavaleiro Da Meia-Noite

Série Medieval Dark Champion


Na Inglaterra do século X Clarence de Summerbourne é acusado de traição contra o rei, e como a punição é forçado a lutar até a morte contra um dos campeões da Coroa, Renald de Lisle.

Como recompensa Renald obtém todas as posses de Clarence, incluindo suas terras.
Mas o Rei também exige que ele se case com uma das três filhas de Clarence.

Lady Claire, a filha de Clarence se oferece para o casamento a fim de proteger suas irmãs.
A beleza de Claire, seus sacrifícios, sua lealdade logo conquistam o coração de

Renald... mas ele está preso em uma luta, um segredo que vai romper todos os laços com sua nova família.

Comentário da Revisora Cléia Mesquita: História ágil e bem escrita com personagens verossímeis que cativam o leitor com suas personalidades fortes.
Livro que vale a pena conferir.

Capítulo Um

Ao ritmo das badaladas do sino, os homens foram cravando uma estaca atrás da outra na terra ressecada pelo verão.
Atrás, outros homens colocando cordas para delimitar um círculo coberto de erva.
Uma luta pela coroa, combate de morte, atrairia a atenção de uma grande multidão que era preciso controlar.
No soalho, os martelos dos carpinteiros golpeavam num ritmo mais acelerado.
A plataforma devia estar acabada logo, pronta para o rei e sua guarda.
Era uma estrutura simples, sem pátio nem adornos, pois não estaria presente nenhuma dama. Aquela extensão de terreno iria se tornar um tribunal de justiça onde os homens defenderiam com sua vida seu legítimo direito.
E iria ser também um campo de execução.
Deixando na sombra o círculo de relva, erguia-se a Torre Branca, digna advertência de que o poder dos reis normandos não deveria ser contrariado.
Como prova disso, a última rebelião ia se resolver ali, naquele tribunal da morte.
Antes que tivessem terminado de cravar as estacas, começaram a juntar os primeiros espectadores, procedentes das ruas e veredas mais próximas, para ficarem na primeira linha ao redor das cordas e ocupar as melhores posições.
Muitos deles mastigando ainda o pão do café da manhã ou sorvendo os últimos goles de suas jarras de cerveja.
Apareceram também os vendedores ambulantes, oferecendo cerveja, bolo de carne ou fruta.
Havia músicos que tocavam a gaita de fole ou o tambor, adivinhos que liam a palma da mão e enganadores que garantiam curas e encantamentos contra todo tipo de enfermidades.
Embora não estaria presente nenhuma nobre dama, havia mulheres entre o povo que podiam ser incultas e desajeitadas, pois não lhes afetavam as regras da nobreza. Algumas tinham levado os trabalhos para costurar ou fiar enquanto esperavam.
Muitas foram com seus filhos pequenos.
— Bom dia, Truda — disse uma mulher à outra, enquanto a agulha que usava tecia um fio com agilidade. — Dizem que a luta será como poucas.
— Ah sim! Um velho contra um jovem... Mas você sabe Nan, os velhos são mais ressabiados.
— Pelo visto, esse tal de Clarence de Summerbourne não tem fama de lutador.
— Isso não pode ser!

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Série Medieval Dark Champion
1- A Flor do Oeste
2- Flores Partidas
3- O Cavaleiro da meia-noite
4- O Dono do seu coração

27 de março de 2011

1- A Flor Do Oeste

Série Medieval Dark Champion





O mundo agradável de Imogen, filha do senhor de Carrisfod, desmorona numa noite quando a violência e a morte arrebentam em seu castelo.

Seu pai morto, sua terra conquistada, Imogen se torna o mais precioso espólio de guerra: quem quer que se case com ela se tornará o mais poderoso senhor feudal.

Imogen precisa de um defensor, e a única escolha segura é o bastardo Fitzroger.

Um homem forte e um grande lutador, mas cuja rudeza e falta de piedade leva Imogen a pensar que, possivelmente, substituiu um monstro por outro igualmente terrível.
Enquanto se aproxima a batalha, a jovem não sabe se o tremor que sacode seu corpo quando ele está perto é fruto só do medo, ou de algo diferente que nunca havia experimentado...

Nota da Revisora Zelpe: Adorei o livro.
Imaginem uma mocinha que viveu super protegida pelo pai, cercada por pessoas que a poupavam de tudo que é coisa ruim no mundo e de repente, perde o pai, parentes, o castelo é invadido e ela tem que ir buscar de ajuda a pé acompanhada unicamente pelo seu mordomo e disfarçada de grávida?
No decorrer do livro, ela amadurece e se transforma em uma mulher que tem que tomar as próprias decisões mesmo tendo medo do mocinho.E o mocinho…. TDB dos pés a cabeça!
E o que achei mais legal no livro é que ela vai à busca de um salvador e por amor, ela é quem acaba sendo a salvadora!
Achei super fofis!!!!

Capítulo Um

Inglaterra 1101
Imóvel na fria escuridão, Imogen de Carrisford estremecia ao escutar os horríveis ruídos.
Nem sequer aqui, nas passagens secretas de seu castelo, era capaz de evitar o barulho distante do choque de armas, os rugidos da fúria bélica, as frenéticas ordens deflagradas e os uivos de terror.
Uivos de morte.
Os gritos revelavam horrores que superavam a imaginação, mas o pequeno postigo revelava unicamente a bonita grande sala do castelo de Carrisford, vazia, intacta e, graças à iluminação de tochas e velas, áurea.
Ali, a única violência visualizada era nas preciosas tapeçarias, cujos guerreiros de seda lutavam com espadas de linho de ouro.
Os criados tinham desmontado as mesas sustentadas por cavaletes, mas a robusta mesa de carvalho permanecia sobre o assoalho, com suas duas sólidas cadeiras, a de Imogen e a de seu pai.
Seu pai tinha morrido.
Uma jarra de vinho e umas taças evidenciavam a reunião tão bruscamente interrompida, na qual ela e os oficiais de seu pai tramavam tristes, mas planos ordenados para o futuro.
O vinho tinto de uma taça de prata tombada ensopava a madeira e gotejava sobre a palhinha de juncos.
Era ali o único indício do tumulto. A pacífica e familiar sala tentava Imogen a abandonar seu escuro esconderijo, mas não se moveu.
Sir Gilbert de Valens, o marechal de seu pai, tinha-a escondido no vão secreto entre as paredes e lhe tinha rogado que permanecesse ali a todo custo.
Seja quem fosse era certo que os invasores vinham em busca de uma só coisa: o Tesouro de Carrisford.
Ou seja, a própria Imogen. A herdeira da vasta riqueza e de todos os domínios de seu pai. A passagem secreta era tão estreita que a maioria dos homens só conseguia atravessá-la de lado.
Embora ela não fosse tão vasta como um homem, seu corpo roçava às vezes as paredes, e a umidade que gotejava das enormes pedras lhe penetravam no vestido e a deixava gelada.
Ou talvez o que a deixasse gelada fosse o terror.
Talvez, inclusive, devesse-se à tortura da espera.

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Série Medieval Dark Champion
1- A Flor do Oeste
2- Flores Partidas
3- O Cavaleiro da meia-noite
4- O Dono do seu coração

5 de novembro de 2010

Série Patifes

Jo Beverly
2-UMA NOIVA RELUTANTE










Beth Armitage tinha a vida que desejava.
Seu trabalho como professora lhe dava a independência que sempre tinha sonhado e uma vida livre dos estorvos do casamento.



Entretanto depois de um doloroso encontro com o Duque Belcraven, Beth se encontra apanhada na rede do poder da aristocracia… E comprometida para casar-se com seu libertino herdeiro, Lucien do Vaux, Marques de Ardem.
Estava decidida a desprezar seu prometido, mas quando Ardem decidiu seduzi-la necessitou de todas suas forças para evitar lhe entregar seu coração...

Nota da revisora Katia: No primeiro livro da série, o grupo de Nicholas Delaney foi traduzido como: Companhia dos uvas sem sementes.

Capítulo Um

—Inferno e condenação.
As palavras foram murmuradas em vez de gritadas, mas foram o suficientemente chocantes para fazer com que Gerald Westall, secretário de William do Vaux, Duque de Belcraven, olhasse sobre o ombro a seu senhor.
O Duque se achava sentado detrás de sua maciça mesa esculpida, atendendo a correspondência do dia.
O óculos, que só usava para ler, estava sobre seu largo e reto nariz, enquanto relia a missiva que tinha provocado a exclamação.
Mr. Westall, um alto, e magro cavalheiro que dava a impressão de estar estirado — como uma figura de um quadro Grego— pretendeu voltar para seu próprio trabalho, mas sua mente estava presa ao Duque.
Essas palavras tinham sido um sinal de comoção? Ou de aborrecimento? Não, pensou. Assombro.
O homem jovem esperou impacientemente que se requeresse sua assistência para assim poder saber a causa de tudo isso, porém ficou frustrado, pois o Duque deixou a carta e se levantou para dirigir-se para uma das amplas janelas que davam a Belcraven Park, assento da família por trezentos anos.
Quinze anos atrás, para celebrar o novo século, centenas de acres que rodeavam a grande casa tinham sido brilhantemente embelezadas pelo pitoresco estilo Humphry Repton.
Quatro anos atrás, como parte das grandes celebrações que tinham marcado a maioridade do herdeiro de Belcraven, o Marquês de Ardem, o lago tinha sido alargado. Ao mesmo tempo tinha sido melhorado com o agrego de uma ilha, completa com um templo grego do qual se disparavam foguetes.
Tudo era muito formoso, mas conhecido, e o chefe de Mr. Westall não tinha o costume de estudar sua propriedade.
Havia pouco que deduzir da postura do Duque. Permanecia reto e havia poucos rastros de seu cinquenta e altos anos no magro corpo.
Como era habitual suas poucos notórias feições não revelavam segredos. O Duque de Belcraven era, na opinião de seu secretário, um pescado frio.
Enquanto o reflexivo silêncio do Duque continuava, Mr. Westall começou a preocupar-se. Se o desastre chegou à casa do duque, cairia ele com isso?
Mas isso era ridículo.
O Duque era um dos homens mais ricos da Inglaterra, e Gerald Westall estava na melhor posição para saber que seu patrão não era dado a investimentos arriscados nem ao jogo. Como tampouco o era sua formosa Duquesa.
Seu filho então?
Mr. Westall não gostava de Lucien Philippe do Vaux, Marquês de Ardem, um pertinente elegante que tinha nascido entre sedas, como dizia o dito, e não temia a nada nem a ninguém.
Em suas estranhas visitas a Belcraven, o Marquês ignorava a existência de Westall e tratava a seu pai com formal cortesia o que era tão bom como um insulto.
O secretário ponderava o estranho feito de que os pais e filhos de classe alta pareciam incapazes de dar-se bem.
Se não olhe ao Rei e ao Regente… bom antes que o Rei se voltasse louco.
Talvez porque o herdeiro era forçado a esperar a morte de seu pai para que sua própria vida começasse, e o pai era muito consciente desse fato.




Nota de Jenna: Ainda não tenho o 1º ebook,assim que tiver publico aguardem!!!

8 de março de 2009

Flores Partidas

Série Medieval Dark Champion



Inglaterra, 1100.
O verdadeiro amor é imortal!

Jehanne nunca deixou de amar seu marido, Galeran de Heywood.
Agora ele regressou da Guerra Santa, magro, sofrido, ansiando por rever a esposa e a criança que ele ainda não conhece.

Em outras circunstâncias, isso seria tudo o que Jehanne mais poderia desejar!
Mas o tempo e o destino se encarregaram de realizar mudanças com as quais nenhum dos dois contava ao se despedirem, três anos antes...


Agora Galeran tem um rival, Raymond de Lowick, um nobre ambicioso que cobiça tudo o que pertencia a Galeran: as terras, o castelo, a esposa.

Raymond lançará mão de qualquer artifício para dominar Jehanne, mas Galeran não é homem de desistir, não importa quantos poderosos aliados Raymond possa ter.
Quando a corte se reunir, dois homens disputarão a mesma mulher, e o valente guerreiro enfrentará sua última batalha para garantir a segurança de Jehanne... e conquistar seu coração!

Capítulo Um

Nortúmbria, Inglaterra, Julho de 1100.
O grupo de homens armados avançava ao longo da estrada, os cascos de suas montarias espirrando lama a cada pisa­da.
Mesmo exauridos pela longa viagem, os cavaleiros seguiam adiante, rígidos, inabaláveis, como um rio que se encaminhasse ao mar.
Embora estivessem todos cobertos de sujeira e com as rou­pas quase em farrapos, três aspectos distinguiam dois homens dos demais: ambos cavalgavam os melhores animais, usavam cotas de malha sob seus mantos e, enquanto seus acompanhan­tes carregavam arcos ou lanças, portavam uma espada bastante usada à lateral do corpo e um escudo à sela.
O mais magro deles ergueu a mão e deteve seu cavalo.
Sem uma só palavra, os outros oito guiaram suas montarias rumo ao rio perto dali, para descansar e dar de beber aos animais.
Assim que apearam, podia-se ver que alguns mancavam.
Um deles tinha somente um toco no lugar da mão direita.
No rosto emaciado, o líder do destacamento trazia a marca de uma queimadura na testa e também a cicatriz de um corte abaixo do queixo, bastante evidente porque a barba não crescera ao redor dela.
Eram cavaleiros que voltavam da guerra, e o tom brônzeo de sua pele indicava que haviam lutado em terras de clima muito mais quente do que aquela porção de terra ao norte da Inglaterra, onde agora se encontravam.
Eram homens que lu­taram em nome de Deus. Eram cruzados.
E apesar de desbotada ou meio encoberta pela sujeira, a cruz vermelha ainda era vi­sível em alguns de seus mantos.
Alguns deles tinham visto o rio Jordão, onde Cristo fora batizado, e também Jerusalém, onde o filho de Deus sofrerá todo o tipo de humilhações antes de perecer na cruz.
Alguns haviam pisado as correntes de sangue que percorriam as ruas da Terra Santa quando as forças cristãs enfim as recuperaram.
Tão logo desmontou de seu cavalo, o líder esticou os mús­culos, depois afastou da cabeça o capuz da cota de malha e sacudiu os cabelos castanhos, agora suados e desalinhados.
Ainda que não fosse um homem de extraordinária estatura, tinha o corpo reduzido a fibras e tendões, e seus olhos escuros achavam-se como encovados num rosto que era quase pele e osso. Seu nome era Galeran de Heywood.
A brisa fria do Mar do Norte fez Galeran tremer por um breve instante.
Um friozinho de que ele gostava... Um frio in­glês.
Era bom, era muito bom estar de volta à Inglaterra.



Série Medieval Dark Champion
1- A Flor do Oeste
2- Flores Partidas
3- O Cavaleiro da meia-noite
4- O Dono do seu coração
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