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9 de agosto de 2009

Mestre do Desejo

Série MacAllisters/Irmandade da Espada




Emily sempre sonhou ser esposa e mãe, mas seu pai tinha outros planos para seu futuro. 

Mas quando este enfrenta um dos homens mais poderosos da Inglaterra, o rei Henrique II, decide que a melhor forma de manter a paz é entregar Emily como refém política a Draven de Montague, conde de Ravenswood.
Draven não sabe o que é gentileza.
Foi criado para mostrar-se implacável,e dedicou sua vida a servir à coroa. 

Agora jurou ao rei que não tocará em um só cabelo de Emily, seja por aborrecimento ou por desejo.
Se ela tão somente o deixasse em paz…
Porque Emily o persegue sem pausa, obcecada com a idéia de convertê-lo em seu marido.
E o matrimônio é algo que ele não pode permitir-se, especialmente por causa da maldição familiar que mancha seu sangue… 

Capítulo Um 
— Tudo o que uma mulher precisa saber sobre os homens é que são criaturas que dependem de sua braguilha. Apele a suas calças e tereis um controle absoluto sobre eles, porque, quando seu membro masculino está no controle, não o está seu cérebro.
Emily estava sentada na cama junto a sua irmã Joanne, tentando não ofender a Alys revelando a diversão que lhe produzia sua proclamação. 
Apertou o punho contra os lábios para conter seu regozijo.
Foi nesse momento quando cometeu o desafortunado engano de olhar a Joanne, e então ambas estalaram em gargalhadas.
Quem não riria? Especialmente ao imaginar a enorme braguilha que vestia o noivo de Joanne.
Oh Senhor, Niles desfilava em qualquer parte como o deus Príapo em um festival de virgens.
Sua donzela, Alys, em troca, não parecia muito contente com o alvoroço. 
Clareando a garganta, Emily apertou os lábios e fez tudo que pôde para recuperar a compostura.
Alys pôs os braços nos quadris e lhes fez uma careta. 
Com apenas um metro e meio de altura, a donzela não conseguia intimidar a ninguém. 
Ainda assim, tinham sido elas quem lhe tinham perguntado sobre aquele assunto. 
O mínimo que elas podiam fazer era escutá-la sem rir.
— Como pude acreditar que minhas senhoras levariam isto a sério? — perguntou Alys.
— Nos perdoe — disse Emily clareando a garganta de novo e colocando as mãos primorosamente sobre seu regaço — Comportaremos-nos como é devido.
De fato, não tinham mais remédio, já que estavam conspirando para buscar um marido para Emily, e, posto que nenhuma das duas tinha a mais mínima idéia de como levar a um homem ao matrimônio, Alys era a única mulher do castelo a que se atreviam a perguntar. 
Qualquer outra teria ido diretamente a seu pai com o conto.
Mas por sorte, a terrena e freqüentemente corruptível Alys, podia contar-se entre as que ainda eram fiéis às damas às quais servia.
Alys lançou sua escura trança por cima do ombro e deu de ombros.
— Bem, como Lady Joanne pode testemunhar, a parte da sedução é bastante fácil. É a parte da conservação o que é difícil.
O rosto de Joanne se coloriu de um profundo tom vermelho, fazendo que ressaltassem seus olhos azuis.
— Eu não fiz outra coisa mais que entrar no quarto. Foi Niles quem me seduziu.
Alys levantou a mão com a palma para cima em um gesto de triunfo.
— Como disse, a sedução…



Série MacAllisters ou Irmandade da Espada 
Mestre do  desejo
Nascido em pecado
O cavaleiro de verão
O escocês domado
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17 de fevereiro de 2009

O Lobo do Mar



Geórgia, 1793

Aventura nos Sete Mares

Muitos temem o lobo-do-mar, terror dos oceanos, mas poucos conhecem seu verdadeiro nome: Morgan Drake. É ele o destemido pirata que liberta marinheiros americanos das embarcações inglesas. Serenity, uma linda repórter, está disposta a arriscar sua vida, inocência e coração, para tornar público os segredos que Morgan está determinado a guardar a qualquer custo...
Com sua natureza independente e personalidade forte, Serenity sabia que sua presença era apenas tolerada no jornal de seu pai. A reportagem exclusiva sobre o temível Lobo-do-Mar certamente a ajudaria a conquistar o respeito e reconhecimento que ela tanto desejava. Mas Serenity não imaginava que seria raptada pelo sensual e perigoso pirata cujas proezas despertam nela fantasias proibidas. Nem esperava encontrar nos braços fortes do capitão Morgan Drake a aventura e a paixão com que sempre sonhara!

Capítulo Um

- Bem, o que você acha?
Douglas Adams sorriu diante do ar de expectativa de Serenity James.
- Acho que é o seu melhor artigo, Serenity - ele disse, dando um fim ao suspense.
O elogio fez com que o sorriso da jovem se tornasse ainda mais intenso.
- Bem, tentei não dar um final muito dramático. Mas você sabe como sou quando me entusiasmo e deixo-me levar pela imaginação. Por vezes, exagero.
- Acho o final perfeito.
- Acredita que meu pai vai concordar em publicá-lo?
- Não vejo razão para ele recusar um texto tão interessante. O jornal precisa de artigos como esse.
Serenity sorriu com certa tristeza. Tinha certeza de que seu pai não a considerava uma boa jornalista.
- Queria ter nascido um homem - ela desabafou. - Assim poderia ir ao cais e entrevistar pessoas, ir a tavernas e... - Fez uma pausa. - Sei que está cansado de me ouvir repetindo essas coisas, Douglas.
- Não se deixe abater, minha cara. Um dia viverá uma aventura maravilhosa, como essas com as quais sonha.
Naquele instante, Benjamin James entrou na sala e encontrou o funcionário e sua filha conversando.
-O que está fazendo aqui parada, Serenity? Não lhe passei alguns novos manuscritos?
- Já os terminei, papai. E escrevi um novo artigo - ela disse, estendendo-lhe uma folha de papel. - Gostaria que o lesse.
Benjamin passou os olhos pelo papel sem lhe dar muito crédito.
- Não sei porque está tão interessada em escrever em vez de sonhar em cuidar de uma casa e de filhos como toda moça de bem. Gostaria de ter um neto, sabia? E o que é isso? Mais um de suas histórias fantásticas?
- Pelo menos poderia ler o que escrevi? - Serenity dominou-se para não se deixar abater pela aspereza do pai.
Benjamin James saiu da sala sem lhe responder, mas levou consigo o artigo.
- Ele vai publicá-lo, srta. James - Douglas exclamou, procurando afastar com suas palavras o ar de desânimo da jovem. - E um dia a sua aventura acontecerá.
- Então quero que essa aventura aconteça deste jeito: um lindo homem entrará por aquela porta. Será alto, moreno e com ar de pirata. Melhor, talvez seja um pirata de verdade.
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