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12 de abril de 2017

Seu Highlander Sedutor

Série Guerra pela Independência da Escócia

Em 1304, Em meio a grande Guerra da Escócia para se tornar independente da Inglaterra, duas almas feridas são forçadas a seguir uma jornada indesejada por ambos, resultando em tragédia e mágoa.

Duncan MacThomas, um homem de coração endurecido pelas batalhas que enfrentou na vida e na guerra, ele é o desconfiado herdeiro de um Laird Escocês, e o único desejo de seu coração é ver seu país livre do domínio Inglês. Em nome da honra é obrigado a assegurar o futuro financeiro de seu Clã, relutantemente viaja para a Inglaterra para se casar com uma mulher que ele não deseja.
Rica e mimada, Catherine Gillighan anseia por um casamento com o filho de um duque e fica infeliz quando o Rei Edward decreta que ela deve se casar com um Escocês, o tipo de homem que toda Londres despreza.
Podem esses dois opostos encontrar o amor em meio a guerra e quebrar suas barreiras para encontrar a paz dentro de si mesmos?

Capítulo Um

Escócia, 1304
Duncan MacThomas se preparou para o pior. Ele não tinha visto aquele olhar no rosto de seu pai desde o dia em que ele tinha sido promovido.
O dia que mudou sua vida para sempre.
Seu pai enfrentou a questão diretamente, falando como se soubesse que ele iria enfrentar a borda da espada do temperamento de Duncan.
— Recentemente, tenho me correspondido com um homem rico, em Londres, Lord Nigel Gillingham. Nós dois, por ordem do Rei Edward, elaboramos um contrato de casamento.
Duncan se aproximou de seu pai, cada passo calculado.
— Você pretende se casar? Você não está um pouco velho para isso?
— Não! Não seja idiota, Duncan. - Os olhos de MacThomaidh se encontraram com o de seu filho. — E pouco combina com você. Você vai se casar com a filha de Gillingham dentro de uma quinzena.
—O quê? - Duncan bateu sua caneca de cerveja na mesa, os nós dos dedos se esfolando na borda da mesa, a bebida se derramou no chão. Ele esfregou sua outra mão sobre os nós dos dedos esfolados.
— O que está feito, feito está. - Determinação cruzou sua face, uma característica física dos MacThomaidh. — Nós precisamos chegar a Londres dentro de uma quinzena. Partiremos, amanhã.
— Você é tolo. Não me casarei para agradá-lo. - A voz de Duncan levantou-se. — Você perdeu o direito de me dizer o que fazer no dia que me abandonou aos cuidados de estranhos.
— Promover-se é a maneira Highland, filho.
— Mas nunca mais quis ver o seu filho novamente, não é!
Duncan se virou e atravessou a sala se dirigindo para as portas duplas em três passos largos. Passando pelas portas abertas foi para o jardim, enviando partículas de poeira que giravam em raios suaves do sol. Quando criança, antes de ter sido mandado embora, a beleza do jardim, muitas vezes o acalmou. Sua mente estava turbulenta e numa fúria negra, desta vez, ele não viu nada. Como se atreve seu pai, o homem que o tinha enviado para ser criado por um clã que abusou dele, agora ter a pretensão de governar a sua vida?
— Você deve fazer o que eu digo. Você me desafiou antes se casando com uma mulher não melhor do que uma prostituta. Isso não vai acontecer novamente.
— Por que você não me deixa em paz? Você fez isso enquanto eu crescia.
— Você é meu filho! Independentemente de meus erros do passado, um dia você deverá ser o laird do Clã MacThomaidh.
Voltando-se para enfrentar seu pai, o rosto de Duncan torcia-se em uma mistura de dor e raiva. Ele abriu a boca para responder, mas seu pai antecipou-se a ele.
— Tempo. Está na hora de produzir um filho e herdeiro. Você tem obrigações para com o seu clã. Está em tempo de você reconhecer isso.
— Eu não vou partir para Londres, ou em qualquer outro lugar amanhã. - Duncan soltou um rosnado irritado e baixo. — O único lugar que devo ir é Cray Hall.
Nada tinha mudado. Seu pai sempre trazia à tona o pior dele.
— Essa é a minha casa e nada que você diga vai mudar minha mente. Com palavras amargas. - Duncan prosseguiu. — Você realmente acreditava que eu iria concordar com as maquinações de um rei Inglês? Com o Longshanks*? Você apoiá-lo me enoja.


Série Guerra pela Independência da Escócia
1 – Corações Solitários
1.5 – The Realer – não traduzido
2- Seu Highlander sedutor
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22 de outubro de 2012

Corações Solitários

Um amor impossível... 

Em plena guerra pela independência da Escócia, o jovem lorde Grant Drummond vai até a fronteira entre a Escócia e Inglaterra com a intenção de vingar o brutal assassinato de seu pai. 
Depois de sequestrar Victoria, a filha de seu inimigo, ele a leva para seu castelo nas Terras Altas, onde os dois enfrentarão sua própria batalha pessoal... 
Uma batalha de vontades irredutíveis, de temperamentos explosivos e de emoções poderosas... Enquanto os conflitos entre os dois países se intensificam. 
Poderão este homem e esta mulher, separados por diferenças irreconciliáveis, encontrar a felicidade nos braços um do outro e fazer seu amor aparentemente condenado sobreviver e durar por toda a eternidade?... 



Capítulo Um 

Inglaterra e Escócia, março de 1296 

 — Não! — gritou Victoria Blackstone, correndo do movimentado pátio para o interior da mansão. 
Sem se importar com o que os outros poderiam pensar, lágrimas escorriam pelo seu rosto enquanto ela subia às pressas a escadaria de pedra até os aposentos da família. 
— Não vou fazer isso. Ele não pode me forçar! 
Ela disparou pelo corredor longo e escuro até o quarto de sua avó, abriu a pesada porta de madeira e espiou pela fresta. 
 — Vovó, eu posso falar com a senhora? 
— Claro, minha criança — foi à resposta frágil e trêmula. — Você é sempre bem-vinda. Em que você precisa da ajuda de sua velha avó? 
Victoria ficou ali; imóvel e silenciosa, olhando para as tapeçarias de tonalidades ricas que enfeitavam as paredes do aposento. Elas se misturavam a tudo o que o avô trouxera para casa de suas longas viagens. Sua avó guardava com carinho cada presente que mantivesse viva a lembrança dele. 
 — Venha aqui, menina — chamou a avó, indicando sua cama. 
— Por que você está tão triste? Victoria subiu os três degraus para poder se sentar ao lado da avó. Travesseiros fofos, de um vivo escarlates, repousavam contra a cabeceira. Por se cansar com facilidade, sua avó raramente deixava o quarto agora, mas Victoria a julgava a própria imagem da velhice adorável. Olhando para seus pálidos olhos azuis, a jovem segurou a mão frágil e desgastada entre as suas. 
 — Vovó, papai me contou ontem que ele prometeu minha mão á lorde Bothington! Hoje ele me disse que eu devo me casar com aquele velho desprezível no próximo sábado. 
Ela falhou em seus esforços para conter as lágrimas, que caíram livremente pelo rosto. As elegantes sobrancelhas prateadas da avó se levantaram no que só podia ser interpretado como desprezo. 
— Não! — gemeu Abigail Blackstone, estremecendo. 
— Não Percival. Seu avô não confiava nele. Ele é degenerado. Suas esposas... Ela se calou, parecendo incerta quanto ao que deveria dizer. 
— Você já conversou com seu pai, querida? — Olhando para o rosto manchado de lágrimas de Victoria, sua expressão se suavizou. 
— Claro, ele não lhe deu atenção. Ele pode ser muito teimoso às vezes. É um defeito sério. Apesar de ser seu único filho, lady Blackstone já não tentava arranjar desculpas para a crueldade dele. Ela havia desistido disso anos atrás. Victoria anuiu. 
— Eu fui até o jardim das rosas. Papai me seguiu e nós discutimos. Ele se recusou a me ouvir. O pai dela entrou de supetão no quarto, lançando um olhar de desagrado na direção de Victoria. 
 — Foi o que eu pensei — começou ele. 
— Eu sabia que você iria correr para sua avó. Ela faz todas as suas vontades. 
No pescoço de Gerald Blackstone, um homem alto, de peito amplo, com cabelos pretos e olhos castanhos, uma veia pulsava com força, e acelerava cada vez mais conforme sua raiva se acumulava. 
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Série Guerra pela Independência da Escócia
1 – Corações Solitários

2- Seu Highlander sedutor


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