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24 de junho de 2009

Minha Adorável Safada




Agora é a vez de Jeremy, filho do cavalheiro e pirata James Mallory.

Quando Danny, uma jovem que cresceu nas ruas de Londres sem nenhuma lembrança de sua família,é expulsa de seu bando por ajudar a Jeremy Mallory a recuperar as jóias que seu amigo Percy perdeu em um jogo de cartas, exige de Jeremy que lhe dê um trabalho.
Está decidida a converter-se em uma mulher respeitável para poder cumprir seu sonho de casar-se e fundar uma família.
Cativado por sua beleza e sua coragem, Jeremy contrata Danny como criada, embora queira fazer dela sua amante. Sob a tutela de Jeremy e sua prima Regina, Danny se transforma em uma dama.
Embora se sinta atraída por Jeremy, nega-se a ser algo mais que uma criada 
porque sabe que ele não está disposto a casar-se com ela. Quando Danny volta a ajudar Jeremy fazendo-se passar pelo novo amor dele para evitar um escândalo, alguns membros da alta sociedade se dão conta de que o rosto de Danny lhes é familiar.
Desatam-se os rumores a respeito de sua verdadeira identidade, algo que porá em perigo não só as possibilidades de que Danny conquiste o coração do Jeremy mas também sua vida!

Prólogo

A chuva não levou o fedor nem mitigou o calor, mas sim pareceu intensificá-los. O lixo se acumulava em altas pilhas no beco: caixas, comida podre, pratos quebrados e toda classe de refugos que já ninguém queria.
A mulher e a menina se colocaram em um dos caixões maiores que havia junto ao montão de lixo, para esconder-se. A pequena não sabia por que tinham que ocultar-se, mas compartilhava o medo da mulher.
Esse medo esteve sempre presente na expressão da mulher, em sua voz, na mão tremente que segurava à menina e a arrastava de um passadiço a outro de noite, nunca durante o dia, quando podiam topar-se com outras pessoas.
A mulher lhe havia dito que a chamasse senhorita Jane. A menina acreditava que devia conhecer esse nome, mas não era assim. Tampouco sabia seu próprio nome, embora a mulher a chamasse minha "pequena Danny", de modo que devia ser esse.
A senhorita Jane não era sua mãe. Danny perguntou e lhe respondeu:
"Não, sou sua babá." Mas jamais lhe ocorreu perguntar o que era uma babá, porque parecia algo que deveria saber.
A senhorita Jane esteve com ela desde o começo, quer dizer, o princípio de suas lembranças, que em realidade se remontavam só a uns dias atrás. Despertou estendida junto à mulher em um beco muito parecido a esse, ambas cobertas de sangue, e depois estiveram correndo e ocultando-se em outros becos.
A maior parte desse sangue era da senhorita Jane. Tinha uma faca cravada no peito e outros cortes depois de ter sido apunhalada várias vezes. Conseguiu ela mesma arrancar a faca, quando voltou a si, mas não se ocupou de tratar das feridas.
Sua única preocupação era a menina, deter o sangue que ainda saia da parte posterior da cabeça de Danny... e sair daquele lugar onde despertaram.
- Por que nos escondemos? - perguntou Danny quando compreendeu o que estavam fazendo.
- Para que não te encontre. - Quem?
- Não sei, filha. Acreditava que não era mais que um ladrão que se pôs a matar todos para não deixar testemunhas. Mas agora não estou tão segura. Parecia muito resolvido a encontrar você. Mas eu a tirei dali a salvo e a protegerei. Não voltará a lhe fazer mal, prometo.
- Não recordo que ninguém me fizesse mal.
- Suas lembranças voltarão, pequena Danny, não se preocupe por isso, embora possamos esperar que não seja muito logo. É uma verdadeira sorte que de momento se apagaram.



8- Cativa de Meus Desejos
9- Sem mais Alternativa que Sedução
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