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3 de fevereiro de 2018

Dama de Fogo

Lady Eleanor de Nantes - A moça mais bela de sa época e três homens lutando por seu amor...

O Príncipe Henry, filho do Rei da Inglaterra. Apaixona-se a primeira vista pela a adolescente Eleanor. Imediatamente deseja casar-se com ela. Como possível herdeiro ao trono, ele deve fazer um matrimônio que traga alianças estratégicas e políticas. 
Sendo bonito e sedutor pode ter a qualquer mulher em sua cama e por que não tomar Eleanor como amante se não pode tê-la como esposa...Seu meio-irmão Roger. Seu único amigo e companheiro.
Desprezado pela família e os nobres por ser bastardo. Sempre amou secretamente sua irmã Eleanor e seu amor e fidelidade é tanto que mesmo sendo adolescente fará um juramento ante Deus, de converter-se no defensor e cavaleiro de Eleanor pelo resto de sua vida. Roger guarda um segredo que pode transformar a vida de todos e convertê-lo em um poderoso Lorde.
Só tomará Eleanor se ela vier a ele por sua própria vontade. Lorde Robert do Besleme, um bonito cavaleiro de cabelos escuros e penetrantes olhos verdes. Tem a fama de ser o homem mais temido de toda a Inglaterra e Normandia. Qualquer pessoa faz o sinal da cruz antes de pronunciar seu nome.
O plano de Robert é claro: terá Eleanor de qualquer modo e a qualquer preço. Daria tudo o que tem para sentir-se amado pela bela Eleanor.

Capítulo Um

Maio, 1085

Um ar espectador reinava no pequeno pátio cercado por altas muralhas em Nantes. Herleva, a babá das três filhas do Conde Gilbert, travava uma batalha perdida para manter às jovenzinhas ocupadas, enquanto os sons e os aromas das preparações festivas competiam pela atenção delas. 
Em algum lugar no povoado perto do castelo, os carpinteiros martelavam madeiras para armarem cabines e penduravam alegres bandeirolas, enquanto os cozinheiros se ocupavam de assar carne e os padeiros mantinham os fornos acesos dia e noite para prepararem bastante pão e tortas para nobres e camponeses. De vez em quando, o ruído de cavaleiros chegando com seus acompanhantes se ouviam nas ruas estreitas de pedra. 
A maioria procuraria alojamento dentro do povoado, mas alguns mais favorecidos da nobreza desfrutariam da hospitalidade de Gilbert. Herleva observou como a menina primogênita, Eleanor de doze anos de idade, lutava reticentemente com seu trabalho de costura. 
A menina segurou a toalha do altar que ela tinha estado trabalhando, inspecionou-o com desgosto, e lentamente começou a descosturar os pontos que fazia pouco tempo tinha costurado. 
Não, a menina nunca seria notável por sua habilidade com a agulha e fio — ou com qualquer outra tarefa de dona-de-casa. Bem, nenhum cavaleiro se preocuparia com isso porque a menina era muito reconhecida por sua beleza. 
A diferença de outras moças da idade dela, Eleanor de Nantes carecia dessa estupidez tão frequentemente associada com a aproximação da feminilidade. 
Com compridos cabelos escuros que caíam em uma cortina grossa até sua cintura minúscula, uma pele lisa e clara, com um rubor saudável, e um par de olhos marrom claro bordeados com pestanas negras e grossas, que em conjunto apresentava uma formosa visão. 
Aos doze, ela era pequena e delicadamente bem —feita, mas seus jovens seios já se esboçavam no decote do vestido vermelho. Rumorejava-se que o Conde Gilbert pretendia arrumar seu matrimônio, e os criados de Nantes esperavam que sua Lady fosse a algum lugar onde seria mais apreciada. 
Um insulto moderado escapou dos lábios da menina enquanto jogava no piso seu trabalho, cheia de frustração. Abruptamente ela se levantou e começou a caminhar impacientemente de um lado para o outro com passos longos.
 — Minha Lady! 


Série Fogo
1- Dama de Fogo

30 de junho de 2012

A Princesa Rebelde



Inimigos ou amantes? 


Alaric... Um forte e bravo guerreiro normando, talhado para feitos heroicos e grandiosos, é obrigado a tomar partido em uma sangrenta disputa pela glória e pelo poder... Fallon... Uma corajosa e decidida princesa saxã, que viu sua pátria dilacerada por sórdidas traições, é forçada a lutar pela própria vida contra os infames invasores normandos... 
O destino levaria este homem e esta mulher a se confrontarem num combate entre normandos e saxões. 
Ele a salvaria da morte certa... Mas na primeira oportunidade ela fugiria determinada a resistir àquele inimigo sedutor, que ameaçava conquistá-la com uma paixão arrebatadora, capaz de deixar seu coração mais dilacerado do que os campos de batalha assolados pela guerra!


Capítulo Um 
Normandia, março de 1027, Primavera. 


Roberto, conde de Hiemois, a viu pela primeira vez dançando na estrada, de pés descalços. 
Deslumbrado, admitiu que ninguém era tão gracioso como ela. 
Era dia de festa. Músicos e ambulantes lotavam as ruas. Roberto deteve o cavalo e foi imitado por Henri de Mortain, seu amigo. 
Vinham discutindo a querela sem fim de Roberto com Ricardo, seu irmão e duque da Normandia. Henri entrara a serviço do velho duque. 
Ricardo, o filho mais velho, herdara o ducado, mas Henri estava convencido de que Roberto era um homem melhor. 
Aos vinte anos, era bonito, educado e musculoso. 
— O senhor tem de aceitar que Ricardo, é o duque, por ser o mais velho — Henri aconselhou-o. 
— Sei, sei... Henri percebeu o alheamento de Roberto e o motivo de sua distração. 
— Quem é ela? 
— Descobrirei para milorde. — Henri virou a montaria e começou a fazer indagações entre as pessoas. 
Roberto observou-a de longe. Cabelos negros, pele clara, seios fartos. 
Corpo perfeito. À moça teria de ser sua. 
— Ela é Herleve, filha de Fulbert, um curtidor de peles de Falaise. 
— É linda — Roberto afirmou. Henri alegrou-se em ver o jovem interessado em outra coisa além de usurpar a posição do irmão mais velho. 
— O senhor é o conde. Poderá ficar com ela. 
— Simples assim? — Ela ficará honrada com a preferência. — Será mesmo? Roberto urgiu o cavalo para frente e as pessoas fizeram mesuras à sua passagem. 
Ele era o conde, a lei. Jovem, forte e poderoso, descendia de Rollo, o Viking, que recebera aquele território há um século, no tempo de Carlos, o Simples. Todos o amavam e recuavam. 
Ela não o vira e continuava a dançar, rindo, ao som de uma flauta. A vê-lo, majestoso, vestido com seda e arminho, Herleve estacou, atônita. 
Roberto sorriu, aproximou-se e segurou-a pela mão. O busto subia e descia, enquanto ela o encarava. 
— Quer vir comigo? — Roberto convidou, alvoroçado. 
A jovem nada perguntou. Anuiu de maneira discreta. Roberto percebeu nela o medo e a excitação. 
Ela o desejava. 
Roberto deu um grito, arrebanhou-a e sentou-a diante dele. Incitou a montaria que saiu a galope. 
Herleve supôs que vivesse um sonho. 
Apesar de jovem, ima¬ginava como seria deitar-se com um homem. Pensara em Michel, filho do ferreiro. 
Em Ralph, filho do estalajadeiro. 
Em Guy de Monet, herdeiro do velho soldado. Porém jamais ousara pensar que seria distinguida pelas atenções do conde de Hiemois. 
Roberto levou-a até uma cabana na floresta. Chamou por alguém e um velho apareceu. Roberto disse algumas palavras e entregou-lhe algumas moedas. 
O homem foi buscar a esposa que saiu, fazendo mesuras. Os dois se afastaram da casa. 
O conde desmontou, segurou Herleve nos braços e levou-a para dentro da cabana. 
— Sabe para que viemos, não é? — perguntou, abaixando a cabeça para beijá-la. Herleve refletiu na diferença entre pecado, êxtase e paraíso. 
O conde jamais se casaria com ela. Então seria pecado. 
E por ele, pagaria alegremente. 
Tremendo, sentiu os músculos rijos e quentes, os lábios imperiosos. Perdeu a razão e foi invadida por uma onda de mel que a deixou tonta. 
— Seja gentil, milorde. 
— Serei, prometo. 
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Série Fogo
1. A Princesa Rebelde 
2. Knight of Fire
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