6 de março de 2017

Depois do Baile

Juliana Chevron não podia acreditar no que estava lhe acontecendo. 

Recebera uma proposta para casar-se com Johnny Travassos. Considerado irreverente, louco e destruidor de corações, ele sempre preferira as perigosas corridas de obstáculos às festas de debutantes. 
Seu irmão, porém, pensava diferente, e fizera uma proposta irrecusável para Juliana ser o troféu definitivo da vida de Johnny!

Capítulo Um

Juliana Chevron endireitou os ombros quando o mordomo a conduziu a uma ante-sala e pediu que aguardasse. Ele informou, desnecessariamente, que havia outras interessadas na vaga. Podia ver isso por si mesma. Havia pelo menos umas dez damas na sala, todas mais qualificadas que ela, de acordo com seu julgamento. 
Talvez nem tivesse sentido perder tempo esperando para ser atendida pelo conde. Juliana ponderou que precisava do emprego que, a julgar pelo anúncio no Gazette, parecia ser muito bom. Sentou-se, decidida a esperar.
A porta abriu-se e o mordomo chamou uma mulher bastante elegante, que ergueu-se, majestosa. Juliana pensou em sua aparência naquele momento. Não estava nada bonita. Anna, sua amiga, havia protestado ao vê-la prender os cabelos em um coque rígido, que a fazia parecer mais velha do que seus vinte e dois anos. Ficara abismada ao perceber que além de tudo ela usava um vestido largo, que escondia suas formas graciosas. Mas Juliana permaneceu irredutível na decisão de parecer mais velha e sem graça.
O mordomo reapareceu, chamando a próxima candidata. A mulher que se levantou tinha uma aparência desamparada, o que fez com que Juliana sentisse muita pena dela.
Será que tinha onde morar? Por sorte, Juliana contava com Anna e o marido bem-humorado, William Goodbody. Ao ser despedida por lady Poole, procurara a antiga babá, que insistira para que ficasse com eles até encontrar outro emprego. Ela detestava ser um fardo para eles. A casa minúscula onde moravam mal abrigava o casal e os dois filhos pequenos. E, por mais que ambos negassem, sabia que tinham dificuldade para alimentar mais uma pessoa. Perdida nos próprios pensamentos, Juliana espantou-se ao ouvir o mordomo chamar seu nome.
— É a sua vez, senhorita. Siga-me, por favor.
Ela pôs-se de pé, quase tropeçando na barra do vestido. Ouviu um murmúrio vindo de uma das candidatas. Endireitou os ombros e seguiu o mordomo, decidida.
O criado atravessou o corredor em direção a uma porta, que abriu, fazendo um gesto para que Juliana entrasse.
— A srta. Chevron, milorde — anunciou.
Spencer Drayton, o quarto conde de Granville, estava de pé atrás de uma enorme escrivaninha de mogno. Ao notar a aparência distinta, os ombros largos e o olhar penetrante do conde, imaginou-o em meio a barões e príncipes. Sentiu-se intimidada.
— Entre — o nobre cavalheiro ordenou, ríspido, observando-a caminhar através da sala.
Ele havia especificado que procurava uma mulher de estirpe e só apareciam candidatas desqualificadas. Esta não parecia ser melhor que as outras. Fez sinal para que ela se sentasse em uma cadeira em frente à escrivaninha. Hesitante, Juliana sentou, as mãos agarrando-se, com força aos braços da cadeira. Observou a expressão impenetrável do conde. Precisou engolir, antes de conseguir falar.
— Obrigada por atender-me, lorde Granville.
Ele não respondeu. Estava ocupado demais, estudando-lhe as feições, reconsiderando sua primeira opinião. Ela não passava muito dos vinte anos. Ainda por cima possuía lindos olhos verdes, parecidos com os de lady Eastbourne. As sobrancelhas escuras conferiam uma expressão dramática ao rosto, que chamou a atenção do conde.
— Posso pedir que tire o chapéu, srta. Chevron? Juliana ergueu a mão, hesitante.
— Tirar o chapéu? Por quê?
— Gosto de ver as pessoas com quem estou falando. Meu pai sempre dizia que o rosto mostra o caráter de um homem. Com certeza o mesmo se aplica às mulheres. Por isso peço-lhe que tire o chapéu.


Coleção Sissi



Passeio dos Namorados
Dizia a lenda: os namorados que percorressem juntos a trilha que vai do velho carvalho à mansão estariam casados em um mês. Julia Witton, porém, não era namorada do barão de Rossiter, um homem envolvente, misterioso, que despertava os mais lindos sonhos em sua cabecinha. Era noiva de um homem imposto por seus pais. Um homem que ela detestava! Ao percorrer a trilha com o barão, naquela noite, Julia desejou que a lenda fosse verdadeira, mas a realidade a esperava com o amanhecer.

A Parente Pobre
Quando viu Rowena, frágil e desamparada, inconsciente sob o pesado galho de arvore que a atingira, o conde de Farleigh ficou desesperado. Cobriu-a com seu sobretudo e, sem poder fazer mais nada, enquanto não chegasse socorro, sentou-se junto dela e segurou a pequenina mão inerte. Soube, então, que a amava loucamente e duvidou que Rowena, linda, de educação refinada, viesse a amá-lo, rude soldado que o destino transformara em conde!
Donzela Misteriosa
Elizabeth, emocionada pela descoberta, só conseguia pensar: "Eu o amo!" Ela amava profundamente Charles Carlyle e daria tudo para ser sua esposa, mas via-se obrigada a recusar: não podia aceitar seu pedido de casamento sem revelar que, inocente e indefesa, pertencera a outro homem. Um desconhecido a seduzira, condenando-a a ser uma mulher marcada, pois ninguém poderia saber que a respeitável Elizabeth Ashton perdera a virtude, devendo renunciar ao amor para sempre!
O Casamento de Christina
O olhar de lorde Stanhope brilhava, intenso. Christina teve o impulso de correr para o marido, de tocar-lhe o rosto, os cabelos ruivos. Queria que ele a abraçasse, que... Abaixou a cabeça, envergonhada. Não devia esquecer que seu casamento com lorde Domenic Stanhope era uma farsa para salvar a vida do pai dela e dar ao marido liberdade para ter as amantes que bem quisesse, sem se comprometer. Mas quando aceitara esse acordo, ela não sabia que iria se apaixonar!








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Coleção Sissi 
(relançamentos) 27-28-29-30




3 de março de 2017

Além do Nascer do Sol


Eu te amarei por toda a minha vida e até mesmo além disso.” 

Mesmo aos quinze anos, Jeanne, a filha privilegiada de um imigrante francês monarquista, sabia de quem gostava: do inglês Robert Blake, filho bastardo de um Marquês. 
No entanto, o seu nascimento questionável o tornava proibido. 
Forçados a se separar, ainda eram jovens o suficiente para acreditar no amanhã. 
Mas com o passar do tempo, esse breve e efêmero flerte em Haddington Hall, se desvaneceu na memória. 
Onze anos mais tarde, em Portugal, durante as Guerras Peninsulares, eles se reencontram, como dois espiões trabalhando em lados opostos. Ele agora é um capitão do exército britânico. 
Ela é a viúva Marquesa das Minas, às vezes usando o nome de Joana da Fonte. No entanto, para apenas um deles se mantém o lampejo do reconhecimento...

Capítulo Um

Inglaterra, 1799
O entretenimento estava em andamento em Haddington Hall, em Sussex, moradia do Marquês de Quesnay, que não poderia exatamente ser chamado de festa, já que não havia dança, e os sons de música e alegria flutuavam das janelas abertas da sala de estar principal. Era um entretenimento, e os convidados não eram muitos, havendo apenas dois hóspedes na casa, naquele momento em particular, para engrossar as fileiras da pequena nobreza local.
Não era uma festa, mas o rapaz sentado fora da vista da casa, no banco em torno da grande fonte de mármore abaixo do terraço, desejou estar lá dentro participando de tudo. 
Ele queria que a realidade pudesse ser suspensa e que ele pudesse estar lá dançando com ela, a jovem filha dos hóspedes de seu pai, de cabelos e olhos escuros. Ou, pelo menos, olhando para ela e talvez lhe falando, quem sabe lhe buscando um copo de limonada. 
Ele desejou… oh, ele desejava a lua, como sempre fazia. Um sonhador, isto foi do que sua mãe o chamava frequentemente.
Mas havia duas razões intransponíveis para sua exclusão ao entretenimento: ele tinha apenas dezessete anos de idade, e era filho ilegítimo do Marquês. Esse último fato teve um significado especial para ele, apenas durante o último ano e meio, desde a morte repentina de sua mãe. Através de sua infância e em grande parte dela, parecia uma forma normal de vida ter um pai, que ele e sua mãe visitavam com frequência, mas não vivia com eles, e um pai que tinha uma esposa, na casa grande, onde não havia outras crianças.
Foi apenas no ano e meio desde a morte de sua mãe, que a realidade de sua situação se tornou totalmente evidente para ele. 
Ele era um rapaz de quinze anos de idade, sem casa, e com um pai que tinha financiado a casa de sua mãe, mas nunca tinha sido uma parte permanente da mesma. Seu pai o levou a viver na casa grande. Mas, ele entendeu sua situação desde que se mudou para lá. Não era um membro da família e a mulher de seu pai, a Marquesa, o odiava e ignorava sua presença, sempre que era forçada a estar com ele. Mas ele não era um dos servos também, é claro.
Foi só no último ano e meio que seu pai começara a falar sobre o seu futuro, e que o menino tinha percebido que a sua ilegitimidade o tornava um negócio complicado. O Marquês lhe iria comprar um posto no exército, quando ele fizesse dezoito anos, ele havia decidido, mas teria que ser com um regimento de linha e não com a cavalaria, certamente não com os guardas. Isso nunca faria, pois as fileiras dos guardas eram preenchidas com os filhos da nobreza e aristocracia superior. Os filhos legítimos.
Ele era o único filho de seu pai, mas ilegítimo.



25 de fevereiro de 2017

O Regresso do Canalha

Série Homens do Duque
Victor Cale nunca imaginou que sua doce e tímida noiva, Isabella, iria usar seus talentos para a criação criminosa de imitação de jóias requintadas. 

Mas não há como negar que a sua obra foi usada no roubo de diamantes, logo após Isa desaparecer na noite.
Dez anos mais tarde, Victor é enviado para Edimburgo para investigar a misteriosa noiva de um rico barão... que acaba por ser Isa, disfarçada como uma viúva atraente. 
Não mais a menina mansa que ele conheceu, Isa afirma corajosamente que foi Victor que a abandonou, depois que ele ajudou a roubar os diamantes reais! Juntando os fatos a verdade do passado desperta sua paixão volátil, que arde mais quente do que nunca. Mas, com uma década de segredos entre eles, Victor e Isa precisam confiar um no outro para trazer os verdadeiros ladrões para a justiça, sem se queimarem.

Capítulo Um

Londres, Setembro 1828 
Victor Cale entrou no vestíbulo da despretensiosa casa na cidade onde era situado o escritório da Manton Investigações, em Bow Street, rezando para que seu amigo de longa data Tristan Bonnaud estivesse aqui hoje. Tristan teve que convencer Dominick Manton, proprietário da agência de investigação, para contratar Victor como investigador. Não que ele não tivesse tal habilidade ― era fluente em seis línguas, tinha boa pontaria e já tinha feito alguns trabalhos de investigação. Poderia até ser considerado habilidoso já que recentemente tinha sido descoberto como sendo o primo de Maximilian Cale, o Duque de Lyon, um dos homens mais ricos e poderosos da Inglaterra. E o mais importante, Tristan não jogara os crimes do pai de Victor contra ele, o que seria um alívio. 
Às vezes, sentia como se carregasse as ações de seu pai como uma marca, mesmo que Max nunca tivesse feito nenhuma alusão a elas. Na verdade, Max não poupava esforços para tratar bem ao seu primo recém-descoberto. Esse era o problema. Max parecia determinado a exibi-lo na alta sociedade, onde Victor nunca poderia se sentir confortável. A infância passada em campos regimentais Ingleses e três anos no exército Prussiano não praticamente não o prepara para uma vida assim. Sem mencionar, o breve casamento malfadado com uma ladra mentirosa. Ele franziu o cenho.
― O Sr. Manton vai vê-lo agora. Victor virou-se para encontrar o mordomo de Dominick Manton, o Sr. Skrimshaw, ali de pé em um colete salmão brilhante, cossacos azuis e um casaco trespassado com botões dourados parecendo um soldado de alguma guerra moderna. 
― Eu não estou aqui para ver Dom, Victor apontou. ― Venha, senhor, estamos há demasiado tempo com trivialidades. Com essa curta e curiosa afirmação, Skrimshaw se dirigiu para as escadas, claramente esperando que Victor o seguisse. Só então Victor recordou que Skrimshaw não só atuava no teatro, algumas vezes, mas tinha igualmente uma propensão para citar falas de peças. 
Ele desejou que o sujeito irritante tivesse a propensão de falar e se vestir com simplicidade, em seu lugar. O casaco do homem era um assalto aos olhos. Embora talvez fosse uma fantasia. Nunca se sabia com Skrimshaw. Quando o mordomo o introduziu no escritório de Dom, Victor relaxou para encontrar tanto Dom como Tristan esperando por ele. Sempre que via os dois meio irmãos juntos, ficava impressionado com a semelhança familiar. Ambos os homens tinham cabelo preto, embora o de Tristan fosse comprido e descontroladamente encaracolado, enquanto Dom tinha-o cortado mais curto, o que estava na moda. 
Os olhos de Tristan eram azuis e os de Dom, verdes, mas eles eram da mesma constituição e tamanho. E os dois homens tinham o tipo de atratividade magra que fazia as mulheres corar e gaguejar sempre que qualquer um deles entrava em uma sala. Era aí que a semelhança acabava, no entanto, Tristan gostava de uma boa piada, um bom copo de brandy, e de muitas mulheres bonitas, com quem pudesse conviver sem comprometer seu trabalho como investigador. 
Dom gostava do trabalho e nada mais. O homem queria fazer da Manton Investigações uma força a ser reconhecida. Aparentemente, brincadeiras, brandy, e mulheres bonitas eram distrações inaceitáveis.
Portanto, não foi surpresa quando Tristan foi o único que se adiantou para recebê-lo com palmadas no ombro de Victor. 
― Como vai você, meu velho? Já tem algumas semanas, não é? 
― Algumas. Victor lançou um olhar para Dom, que permaneceu sentado. A expressão do homem não revelava nada. Ele desejava que Dom não estivesse ali também. Isso poderia ficar muito estranho. 
― Sente-se, sente-se, disse Tristan encostando-se à mesa com os braços cruzados. ― Diga-nos porque você veio. Com um suspiro, Victor se estabeleceu em uma cadeira. Sem meias palavras, foi direto ao assunto. 
― É simples, realmente. Eu estava esperando que você pudesse me contratar como investigador. 









Série Homens do Duque
0,5-  Era a Noite depois do Natal
1- O que o Duque deseja
2- O Regresso do Canalha

22 de fevereiro de 2017

A Perfeita Fugitiva



Roslyn fez o impossível para fugir do inferno em que se convertera seu país por causa da perseguição dos cátaros.

Fugindo de seu passado, empreendeu uma longa viagem para as terras onde acreditava poder encontrar a paz que tanto necessitava. 
Mas seus inimigos estavam muito perto e não pararam seu empenho para fazê-la regressar.
Quando Alec McAlister, um dos lairds mais temidos da Escócia recebeu a notícia que havia estrangeiros em suas terras surpreendeu-se porque estavam ousando chegar tão próximos, mas ao sair em sua procura se encontrará com uma mulher envolvida em mistérios que cruzou o mar em busca de ajuda. Uma ajuda que ele estará disposto a lhe oferecer.

Capítulo Um

— Não há dúvidas que acamparam aqui.
Gabriel McDonald se abaixou em frente aos restos do que fora uma pequena fogueira. Agora, à luz do dia, somente ficavam as cinzas. As brasas que antes estiveram acesas eram somente pedaços de carvão negro. Sem dúvida os homens que ocuparam o improvisado acampamento haviam deixado arder os pequenos troncos até se consumirem, sem apagá-los com água ou terra.
Alec, o laird dos McAlister, passeava pelo limite do rio, observando a paisagem convencido de encontrar uma resposta para aquele assunto que o trouxera até ali. Olhou com atenção as águas enfurecidas que seguiam seu caminho depois do pronunciado salto que nascia nas íngremes rochas. O caudal não era pouco e se chocava com as grandes saliências de pedra, envolvendo-as com espuma branca que brotava diante de sua fúria. O rio, naquele lugar era longo e profundo, uma das fronteiras naturais que separava o clã McAlister dos dois clãs vizinhos: McDonald e McGregor. E era precisamente aquele lugar que fora testemunha e cenário de três violentas mortes.
O pequeno acampamento se encontrava ao lado de uma curva, onde o rio se adentrava na terra, rodeando-se de árvores e formando uma pequena clareira desobstruída, cujo elemento central era a fogueira que haviam encontrado.
Alec olhou ao seu homem de confiança, Iain. Enquanto coçava o forte queixo coberto por uma barba de dois dias, Iain permanecia de pé do outro lado da clareira, observando atentamente qualquer coisa que pudesse chamar sua atenção e os levasse a averiguar a identidade e o possível paradeiro dos assassinos daqueles ingleses.
Além desses três homens, uma dezena mais dos melhores guerreiros McDonald e McAlister observavam seus senhores. Cada um daqueles homens daria sem dúvida, a vida por seus líderes. Eram senhores poderosos.
O nome de Alec causava temor e admiração. O jovem laird demonstrava arrojo na batalha, mas tinha um caráter sombrio que incomodava ao próprio rei da Escócia. Por outro lado, Gabriel McDonald possuía, além de um grande sentido de humor, uma inteligência e astúcia quase sobrenaturais. E na sombra dos dois lairds se encontrava o diabo das Highlands: Iain. Ele era um homem a quem jamais se chegaria a conhecer, e um homem ao qual não se podia desafiar sem algumas consequências.
— Nada. — Gabriel McDonald se apressou a andar até o centro da clareira.
Alec seguiu seus passos aborrecido consigo mesmo por não encontrar uma resposta que parecia tão simples a princípio.
Naquela mesma manhã Gabriel aparecera na fortaleza McAlister sendo portador de estranhas notícias: Tinham sido encontrados três cadáveres na fronteira que delimitava ambos os clãs. Ninguém parecia ter visto nada, nem ouvido rumores sobre forasteiros naquelas terras altas.
Alec voltou a olhar de lado para Iain e o viu abaixar-se perto do fogo extinto, como Gabriel fizera antes. O temível guerreiro, seu melhor rastreador estava observando o terreno, as pegadas e os pequenos pontos de pressão sobre a terra, onde sem dúvida os homens deveriam ter permanecido dormindo antes de serem assassinados.
— Algo estranho? — Perguntou o laird McDonald. Iain assentiu e Gabriel se abaixou ao seu lado. — Aqui dormiu um homem.
Alec franziu o cenho. — E o que há de estranho nisso?
Iain ergueu as espessas sobrancelhas ruivas e Alec suspirou diante do gesto.
Como o silêncio de um homem podia exasperá-lo tanto era algo que Alec não podia compreender, contudo nada como as escassas palavras de Iain para impacientá-lo.
— É estranho Alec, porque há somente um.
— O que quer dizer?
— Bem, os três ingleses foram os atacantes ou nem sequer tiveram tempo de recostar-se para descansar quando aconteceu o ataque. Acredito mais no primeiro. — Assinalou o extremo da clareira a sua direita — Todas as pegadas se encontram ali. Vieram do sul.
— Ingleses. — Murmurou Gabriel.



21 de fevereiro de 2017

Coleção Barbara Cartland



À Procura de uma Noiva
Um Homem comum, culto e carinhoso. Era tudo que Vita desejava!
1815, Inglaterra
Ivor, marquês de Milverton, precisava de uma esposa, mas que não soubesse que era rico e nobre. Vestiu-se então como um camponês e começou a percorrer pequenas aldeias distante de Londres. O destino quis que ele encontrasse Vita, uma moça simples, porém descendente de nobres, e se apaixonasse perdidamente por ela. O amor foi recíproco e o pedido de casamento, aceito. Ivor, no entanto, sentiu-se temeroso de revelar sua verdadeira identidade a Vita, afinal, tudo o que ela menos desejava era unir-se a um nobre!

O Amor não se Compra
Em meio ao ódio de suas famílias dois jovens lutam pelo direito de amar.
Escócia, 1745.
Como chefe de clã, o duque de Barenlock precisava se casar para manter sua linhagem.
Porém, acalentava o desejo secreto de só se casar por amor. Foi quando conheceu lady Sheinna. Ela queria escapar de um noivado arranjado. Cúmplices, desafiaram a inimizade ancestral que havia entre suas famílias, anunciando que casariam. Porém, não sabiam que estavam se envolvendo numa batalha de final imprevisível.


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"Coleção Barbara Cartland"
À Procura de de uma Noiva - 382
O Amor não se Compra - 392

Coleção Sissi



Viúva de Aluguel
Frio e determinado, o visconde de Doncastle obrigou lady Amélia a ir com ele para a pista de dança. Passou um braço pela delicada cintura, enquanto ela fechava os olhos tentando esquecer que aquele não era mais o seu amado Joseph. Seus passos combinavam, como no passado, mas suas vidas estavam separadas pelo terrível segredo que ela jurara não revelar e que a transformara de uma jovem feliz, cheia de esperanças, em uma mulher marcada, de má reputação…

Um Mal  chamado Amor
Ao descer a escada, a jovem lady Elizabeth viu lorde Anthony Russelford no hall. Ele mudara muito: de quase adolescente, tornara-se um homem alto, de ombros largos e fortes. Não fossem os olhos azuis, ainda tímidos, e o sorriso franco, teria certa dificuldade em reconhecê-lo. Ela corou diante do olhar intenso dele. Também crescera, não era mais a jovem inocente de anos atrás. E, naquele momento, prometeu a si mesma que lorde Anthony seria seu marido, por mais que tentasse escapar...

O Segredo de Lydia
O duque Gilbert de Canfield não podia entender a personalidade de Lydia Crenshaw. Em um momento ela era meiga, os olhos sinceros, carinhosos; em outro, era estranha e desafiante. Perturbado, ele não conseguia esquecer o beijo roubado que lhe incendiara o coração nem a imagem dela entre os rufiões bêbados. Ele não sabia quem era, de fato, a fascinante Lydia, mas sabia que a queria de qualquer jeito, mesmo que precisasse forçá-la ao casamento!

A Professorinha 
O marquês Richard de Jarred descobriu, surpreso, que era amor a deliciosa perturbação que a moça esguia, de longos cabelos castanhos e olhos azuis, lhe causava. Não a esquecia um só instante. Olivia Anthony também se apaixonou pelo marquês assim que fitou seus expressivos olhos negros. Mas precisava enfrentar a realidade: quando Richard de Jarred soubesse a verdade sobre o misterioso Jack, por quem ela sofria tanto, seu amor iria se transformar em ódio.









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Coleção Sissi 
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18 de fevereiro de 2017

Ao dispor do Conde

Depois de recusá-lo uma vez, a herdeira Srta Selina Wakefield aceitou a proposta de casamento de Giles Devereux, conde de Halcrow, apesar dos seus melhores instintos. 

O bonito conde confessou que ele precisava se casar por dinheiro para salvar Halcrow Hall que estava desmoronando e para produzir um herdeiro.
Giles é o homem mais interessante e fascinante que Selina conhece. Mas ele também é o mais misterioso. 
Ele renunciou ao seu cargo no exército enquanto a Inglaterra estava em guerra e por isso foi rejeitado pelas pessoas da cidade.
Por causa da má reputação do conde, Selina teme que ela esteja trocando sua calma e organizada vida por uma vida desordenada e desgostosa. Mas ela nunca esperou o que iria vir a seguir.

Capítulo Um

Bath, Inglaterra, 1812

O grande salão de baile da Nova Assembleia estava lotado. Selina Wakefield e sua melhor amiga, Elsbeth Millichamp, estavam espremidas em um canto perto de uma coluna de mármore. Longe da agitação, elas podiam ouvir uma a outra mais facilmente.
— Olhe, a senhorita Somersby tem todos os homens disponíveis a seus pés, o tempo todo — disse Elsbeth abanando irritada sua saia de musselina branca. Vários homens estavam reunidos em torno da Senhorita Somersby esperando para reivindicar uma dança.
— Ela é muito nova. E você não pode negar que ela é bonita. — O olhar de Selina varreu ao redor procurando por um rosto familiar.
— Se você gosta de loiras de olhos azuis — disse Elsbeth com uma bufada — Pessoalmente, eu as acho sem graça.
— Oh, Elsbeth, como você pode falar isso? — Selina voltou a se focar em sua amiga, bem ciente do que havia produzido seu humor sombrio.
— Eu prefiro muito mais as morenas. — Elsbeth colocou uma mão em seus cachos castanhoclaros torcidos na parte de trás da sua cabeça em um nó indiano — Sua cor é mais agradável, Selina.
— Castanho escuro?
— É um castanho tão escuro que quase se pode chamá-lo preto. E com seus olhos verdes e pele dourada você é mais incomum.
— Muito tempo gasto no sol sem o meu chapeu. Eu preferia ter uma tez mais rosada, muito mais elegante.
— Isso não importa mais de qualquer jeito — disse Elsbeth com um rictus em seus lábios — Com a nossa idade estamos destinadas a ser solteironas.
— Você poderia se casar com Freddie Goodwin — disse ela — Ele é louco por você. As sobrancelhas de Elsbeth se juntaram.— Freddie é muito decidido. Ele tinha certeza que iriamos nos casar só porque nós nos
conhecemos desde que éramos crianças. Coloquei-o firmemente em seu lugar e, finalmente, ele deu ouvido e desistiu — Uma expressão triste substituiu sua carranca — É horrível ter vinte e três anos e não ter uma perspectiva no mundo.
— Onde Freddie está?
— Londres. A última vez que eu ouvi sobre ele, seu pai o tinha empregado em seu negocio de exportação. Não que eu esteja interessada.Selina sorriu — Claro que não. Elsbeth alisou a saia de seu vestido de crepe branco.
— Como se você pudesse falar, Selina. Você recusou um conde, não menos. Lorde Halcrow, não foi? — Ela levantou as sobrancelhas — Eu não teria. Ele é diabolicamente belo. O olhar de Selina percorria o salão de baile.
— Você está sendo contraditória, Elsbeth. Devereux é loiro de olhos azuis.
— Eu ficaria feliz em fazer uma exceção para ele, se ele apenas olhasse para mim — Elsbeth esfregou os braços com um arrepio convincente — Aqueles olhos! Você nunca me disse por que o recusou. Era sua situação financeira? Ouvi dizer que ele está endividado e que suas propriedades são vinculadas.
— Eu ouvi isso também.
— Não é uma lorota então? Seu pai deixou para você uma fortuna considerável, de modo que não pode ser esta razão.
— Não — Selina mexia com o pendão sobre seu leque. Elsbeth riu.
— Eu posso ver que você não vai me contar. Devereux está lutando na Espanha?
— Eu ouvi que ele renunciou ao seu cargo.
— Você está muito bem informada. — Elspeth escondeu um sorriso com os dedos enluvados. — Não que você esteja interessada.
Os músicos tomaram seus lugares, e todos foram para a pista de dança para uma dança campestre.
— Aí vem o meu primo Eustace para pedir para dançar comigo. Ele é tão querido — Elsbeth se levantou quando um homem corpulento com um bigode eriçado se aproximou. — Mas eu preciso
conversar com ele por toda uma meia hora!

15 de fevereiro de 2017

O Retorno do Viking

A grande batalha do viking!

Kara agradeceu aos deuses quando foi desposada por Ash Hringson. Porém, esse destemido guerreiro estava desaparecido havia tanto tempo que a ela restara apenas boas lembranças.
Agora, Kara precisa se casar novamente para garantir o futuro de seu filho. Contudo, no dia da cerimônia, o heroico conquistador retorna e é recebido por suspiros de horror e de surpresa. Afinal, todos acreditavam que Ash morrera… Mas aos olhos repletos de desejo de Kara, ele parece tão lindo e sensual quanto no dia em que partira… E também nada feliz por sua bela esposa estar prestes a entregar-se a outro homem.

Capítulo Um

Início de outono, 793 d.C. — Sand, Raumerike, sudoeste da Noruega
JÁ SE passaram sete anos e Ash Hringson não conseguiria calcular quantos milhares de quilômetros viajara desde a última vez em que pusera os pés em Sand, a capital de Raumerike. Teria sido melhor ir direto para casa em Jaarlshiem, mas ele tinha a obrigação de informar ao rei sobre suas viagens e planos para o futuro.
Ash passou a mão no queixo e sobre uma pequena cicatriz em formato de meia-lua. Já havia participado de mais de trinta batalhas e conflitos menores. Se não fossem as pequenas cicatrizes, seu rosto estaria limpo, mas ele mancava um pouco, um legado de uma batalha três anos antes, que agravou um ferimento que tivera numa masmorra dos germânicos. Ele não era mais o mesmo jovem destemido que deixara a costa do Raumerike, com sede de aventura e a certeza de um futuro glorioso. Para Ash, Raumerike e todo o resto que deixara para trás permanecia o mesmo.
Ele sentiu um aperto no peito causado pela ansiedade do final de uma longa espera. Afinal estava em casa. Em seu país de origem. Com os pés em solo nativo. Ele já não era mais um estrangeiro em outras terras.
Ash esboçou um sorriso amargo. Devia ter feito algo para recuperar um pouco do respeito do pai. Seu destino não seria mais pautado pela vergonha e não teria mais que andar nas sombras. Ele havia se tornado um líder e não um covarde que deixava outros homens para morrer no inferno.
A cidade tinha mudado um pouco durante os últimos sete anos. Havia um ar de prosperidade provocado por algumas mudanças, mas as ruas continuavam no mesmo lugar. 
A  ferraria, onde ele comprara a primeira espada, parecia estar sob a gerência de outra pessoa, e o salão nobre do rei fora reconstruído. O mercado perto do porto estava maior, com um aumento do comércio de tecidos e peles, mas o peixeiro continuava vendendo no canto à direita do mercado, chamando os fregueses para comprar arenque e bacalhau salgado.
Os comerciantes olhavam de lado, empalideciam e viravam o rosto conforme ele se aproximava. Alguns deles corriam para fechar as portas. Por instinto, Ash colocou a mão na empunhadura da espada, mas forçou-se a relaxar.
Será que as pessoas lembravam-se da vergonha que ele causara ao pai e ao país? Ou da morte de irmãos, amigos e primos por causa de sua negligência naquela noite fatídica? Ou aquela seria uma reação típica dos moradores de Raumerike a um estranho?
Ash vestia roupas de um viking, mas seu coração pulsava de amor por Raumerike. Ele jamais se esqueceria de onde viera. Era exatamente por isso que voltara… para fazer as pazes com o pai e dar aos jovens guerreiros de Raumerike a oportunidade de progredir, em vez de morrerem num mar nada amistoso.
Foi preciso conter a vontade de gritar para os curiosos e desconfiados que a vergonha e a covardia não faziam mais parte de sua vida. O jovem, que havia encalhado o navio durante uma tempestade porque estava ansioso demais por riqueza, aprendera a lição. Agora, ele sabia que a vida de um homem era muito mais importante do que ouro e joias preciosas.
Ash continuou de boca fechada, braços estendidos ao longo do corpo enquanto caminhava. Travou o maxilar e virou na direção do salão nobre do rei. Primeiro se apresentaria ao rei, em seguida ao pai e à esposa. Era essa a ordem natural de tudo, agora.
Kara entenderia. Ele se lembrava dessa qualidade dela, apesar de não fazer ideia do tom exato da voz dela ou o louro de seu cabelo. Kara sempre o apoiara, desde que eram crianças. Ela havia colocado uma atadura na asa do falcão dele. A última cena em que estiveram juntos tinha sido quando ela de cabeça erguida, orgulhosa, com uma única lágrima escorrendo de seus olhos, implorou para que ele voltasse como herói.
Ash afastou as memórias de Kara, do mesmo jeito que vinha fazendo havia sete anos. Logo, logo ele se lembraria de mais detalhes. Antes, porém, precisava cumprir sua obrigação com o rei e com o país.
— Ora, ora, agora os fantasmas perambulam entre os vivos? — perguntou uma senhora de uma barraca de panelas de cerâmica. — Justo hoje.
Ash deu um passo em falso e colocou todo o peso do corpo na perna ruim. De todas as pessoas para cumprimentar, tinha de ser aquela mulher. Ele se forçou a se lembrar de cada um dos filhos dela antes de responder. O mais velho morrera numa tempestade, porém o mais novo fora seu companheiro de cativeiro, e o mantivera vivo contando histórias sobre bravura de tempos atrás.
Ash chorara bastante quando o último de seus amigos morreu. Durante um dia e uma noite, ele conviveu naquele buraco com o corpo. Quando um soldado germânico apareceu para ver como estavam, Ash o dominara e fugira através de um escoadouro estreito e fedido. Até o momento, depois de mais de seis anos, ele ainda não conseguia dormir e nem mesmo entrar em algum lugar subterrâneo.
Pela primeira vez naquela viagem amaldiçoada, os deuses estiveram ao seu lado. Depois de sair do escoadouro, ele encontrou um navio viking no porto, alistou-se e começou a vida de mercenário.
— Não sou fantasma, estou vivo, Hildi, mãe de guerreiros e uma pérola entre as mulheres. — Ash falou o nome dos três filhos dela que tinham viajado com ele e que estavam mortos. — Vim fazer uma homenagem a você pelas vidas de seus corajosos filhos. Os três estão jantando com Odin agora. Dê-me sua mão. Sinta que estou aqui mesmo.
Ela o cutucou com o dedo ossudo.
— Bah. Sua fala continua mansa, Ash Hringson. Tomara que desta vez você esteja sendo sincero. Vivo e não afogado. Isto é realmente uma coisa nova.
— Sim, eu sobrevivi, mas as mortes deles serão recompensadas. Dou a minha palavra, Hildi, da mesma forma como prometi a todos aqueles que me seguiram. — Ash fitou Hildi no fundo dos olhos. — Agora seus filhos moram em Valhalla, em vez de compartilhar a escuridão do reino das profundezas de Ran. O que mais você poderia querer?
— Nunca duvidei disso.




Coleção Barbara Cartland



A Cruz do Amor
Um encontro que mudaria o futuro de dois desconhecidos!
Inglaterra, 1864.
Ao chegar à mansão em ruínas, Rena pensou que tivesse perdido seu tempo em ir ali entregar o tesouro que encontrara ao pé da cruz que ficava nas terras do conde. O silêncio era total. Ela se aproximou devagar, empurrou a porta, esperando encontrar alguém. De repente, o conde de Lansdale surgiu em sua frente, como Rena nunca imaginara: bonito, elegante, contrastando com o interior da mansão. Para o conde, a fortuna que ela descobrira sob a cruz era sua salvação. Para Rena, a possibilidade de conhecer o verdadeiro amor!


A Bela Espiã

“A Princesa que tentou salvar um Reinado e conquistou um Principe”
Disfarçada de dama de companhia, a missão de Zuleika era, na verdade, servir de espiã para descobrir uma trama para invadir o pequeno principado da Silésia. Tudo ia muito bem, até aparecer o príncipe Vaslov. Vaslov achava a dama de companhia da princesa refinada demais, bela demais.
Uma mulher como aquela devia ser o porto-seguro para um homem acostumado a viver tensões e conflitos. E era isso que ele queria. Uma mulher que não representasse perigo. Mas era aí que ele estava enganado!


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"Coleção Barbara Cartland"
A Cruz do Amor - 427
A Bela Espiã - 376

12 de fevereiro de 2017

Coleção Sissi

Uma Lady Perigosa
As mãos fortes do conde de Brandford seguraram os delicados ombros de Emma, causando-lhe uma indefinível sensação feita de encantamento, de estranha ansiedade. De repente, ele se afastou, os olhos castanhos quase negros de incontida fúria. O que ela teria feito dessa vez? A jovem lady não conseguia entender por que despertava tanta agressividade em Charles Brandford, quando tudo que desejava na vida era ser amada por ele...

Depois daquela Valsa
Os casais flutuavam, rodopiando no luxuoso salão, ao som romântico de uma valsa vienense. Lorde Jeremy mal conseguia respirar, emocionado por ter a linda e jovem lady Constance em seus braços. Compreendeu, então, que a queria a seu lado, para sempre, como sua esposa. Mas, para isso, ele teria de fazê-la perdoar e esquecer a terrível ofensa que lhe fizera ao oferecer-lhe proteção, pensando que ela era uma das "meninas" da casa de prazeres de madame Duprey.

Carrossel do Amor
O carrossel girava, veloz, mas suas voltas atordoavam menos o barão Maxim de Wolverton do que a perturbadora proximidade da condessa. A brisa perfumada da tarde fazia flutuar o véu que lhe ocultava o rosto, e o barão ficou paralisado, com o coração em tumulto: quem era, na verdade, aquela moça linda, de feiticeiros olhos verdes, que ria feliz como uma criança com as voltas do brinquedo? Por certo não era a condessa, famosa cortesã italiana, que ele conhecia muito bem!


Aconteceu na Praia
Georgiana, desesperada, entrou no mar, para salvar seu afoito cãozinho. De repente, uma onda enorme a envolveu e ela foi atirada na praia, aos pés do visconde Anthony Sarre. Horrorizada, Georgiana percebeu que seu vestido leve, de musselina, estava colado a seu corpo, deixando-a praticamente nua. Era uma situação muito comprometedora: como podia ficar tão exposta diante do homem que ia casar com sua irmã?









Pasta Bárbara Cartland: 
Coleção Sissi 
(relançamentos) 19-20-21


11 de fevereiro de 2017

Amanhã a Glória

A Mulher
Ela é Kendall Moore ― uma belle do sul de espírito tão orgulhoso quanto ela é linda,
impulsionada por uma cruel traição no leito nupcial arrisca sua vida em um jogo perigoso pela
liberdade...
O Homem
Ele é Brent McClain ― o agente confederado que conhece Kendall a bordo do navio de guerra
Jenni-Lyn, e perde seu coração em uma única ardente noite de paixão...
A Glória
Mas a guerra e traição logo os separam ― Brent na furiosa batalha, Kendall em fuga desesperada da vingança do marido desprezado. Eles vivem somente para a promessa de um amanhã ― e um amor que vai arder para sempre em seus corações.

Capítulo Um

Novembro de 1861 
O mar parecia muito bonito. Em alguns locais a água era cristalina, brilhava à luz do sol, como o brilho de uma pedra preciosa. Ao penetrar nos recantos dos estreitos, seu tom azul se intensificava, até se converter em algo tão misterioso e profundo como a noite, irresistivelmente desafiante. 
De perto, era como o cristal, e na transparência de suas profundezas se distinguiam diminutos peixinhos brilhantes, que, se forçasse a vista, a Kendall pareciam tão mágicos e cheios de cor como um arcoíris, como a chama longínqua de uma promessa mística. 
Suspirou e abriu bem os olhos; a água não guardava nenhuma promessa em seu interior, e tão pouco havia na cativante beleza dos peixes do recife. 
Todavia fazia calor, apesar de que quase havia chegado o inverno. Se encontrava a muitos quilômetros ao sul da fronteira de Mason-Dixon, ainda em solo unionista. 
Se situava dentro dos limites do terceiro estado que se havia separado, que embora continuasse pertencendo à Confederação, Forte Taylor, e portanto toda a ilha do Oeste, formava parte da União. Kendall sabia que bem pouco podiam fazer os cidadãos da diminuta ilha do pequeno Oeste para combater as tropas unionistas, embora a maior parte deles se considerassem confederados. 
Essa certeza a reconfortava, apesar de que nunca lhe permitiam sair, por sua conta, dos limites de Forte Taylor. Entretanto podia sonhar; algum dia um soldado baixaria a guarda, e ela poderia escapar. 
Depois, os amáveis confederados, ao enteirar-se de que procedia da Carolina do Sul e que desejava fugir da União, a ajudariam. Sobretudo, quando lhes contasse como a haviam obrigado a contrair matrimônio. 
Os olhos se encheram de lágrimas, que em seguida enxugou com a palma da mão. 
Depois do tempo transcorrido, chorar era ridículo. Afinal, após a ultrajante proeza tentada durante o natal passado, devia se considerado afortunada de seguir com vida. 
Contemplou o mar, nublando outra vez o olhar e imaginando um arco-íris brilhante sobre a água. A vida teria sido mais agradável... não, agradável jamais. Mas mais suportável, se John não a detestasse tanto. 
Por que se havia empenhado em tê-la consigo a todo custo se a havia desprezado desde o primeiro momento? Travis insistia que John a amava, afirmava que rezava noite após noite para que sua enfermidade acabasse, para poder amá-la como um verdadeiro esposo. Mas Kendall não acreditava que isso pudesse ocorrer. 
Para John, ela não era mais que uma posse, tal como seu uniforme azul, suas espadas e seus rifles. Para ele, ela representava um símbolo; John Moore era um homem, e a presença de Kendall servia para lembrar a todo mundo: um homem, um homem...


7 de fevereiro de 2017

Coração de Templário

Inglaterra, ano do Senhor de 1191.

Catherine Rumsfield, filha do Conde de Rumsfield recebe a terrível notícia da morte de seu irmão mais velho, Michael, na Terra Santa.
Muitos habitantes da Europa Ocidental haviam partido para as Cruzadas, desejosos de conquistar Jerusalém e provar com sangue e fogo seu fervor religioso, e Michael, um mais nas centenas de nobres que atenderam a uma chamada do Rei Ricardo Coração de Leão, caiu em Limassol, deixando a sua família uma dívida milionária contraída com a Ordem do Templo...
Catherine deve se tornar responsável pelos tremendos problemas que sufocam sua família, e em meio de uma Inglaterra assolada pelo príncipe João, parte para a Terra Santa à procura de uma solução para os seus e no caminho vive a maior aventura de sua vida.
Aventura que a levará diretamente a Jerusalém, e também a percorrer a Europa e voltar à Inglaterra com uma salvação para sua família, ainda que o mais importante seja conhecer o grande amor de sua vida, Lorde Evrard de Clerc, Cavaleiro Templário, militar de alta categoria, primo do rei Ricardo, e o homem que mudará sua vida para sempre.

Prólogo

Terra Santa, ano de 1187.
As moedas de ouro pesavam e dificultavam o avanço, mas Zara não queria abandoná-las. Em um dos recantos do bairro dos comerciantes, Michael parou e se apoiou contra a parede de estuque para respirar e recuperar o fôlego; o peito explodindo, as pernas apenas lhe respondendo, mas deviam continuar fugindo; virou a cabeça e viu Zara, completamente vestida de negro, os cabelos e o rosto ocultos sob o hiyab1, decidida a cruzar o bairro muçulmano para sair da cidade. Ajustou o lenço e lhe fez um gesto com a cabeça para que continuassem; era de madrugada e eles deveriam sair de Jaffa2 antes do sol despontar.
Uma hora depois continuavam correndo pela paisagem do deserto a caminho de Raruim, sem conversar, somente fugindo para Jerusalém, com a intenção de escapar para o Egito e não se deixarem ver no porto de Jaffa onde certamente os estariam procurando nesse momento.
— Você está bem? — lhe perguntou em francês.
— E você meu amor? — respondeu ela dando-lhe um formoso sorriso com seus lindos olhos dourados — Se estamos juntos, nada pode ser ruim...
Chegar a Terra Santa, recentemente reconquistada pelo sultão Saladino, não sendo o lugar certo para um cruzado inglês como ele, mas precisamente por isso lhe parecendo ser uma opção certa, porque ninguém o procuraria ali. Entraram na cidade ocultos entre as centenas de árabes que se encontravam pelas ruas aglomeradas de comerciantes, militares, mercenários e aventureiros vários... com os alforges cheios de ouro e pedras preciosas, juntos, mas sem se tocar, até que encontraram o antigo templo de Salomão, e ao seu lado, a casa certa que seu contato conseguira para ele e sua jovem esposa.
— Conseguimos meu amor... — disse tirando o turbante e deixando a vista seus cabelos ruivos e longos, os olhos verdes faiscantes e o coração cheio de amor por ela. Havia chegado à Terra Santa para lutar pelos lugares santos, mas encontrara algo muito mais valioso, o amor nessa bela, misteriosa e única mulher de olhos ambarinos que não somente lhe salvara a vida, como agora fugia com ele dando as costas a sua família, suas crenças e seu país... somente para estar ao seu lado — Zara?
— Ainda não conseguimos nada, Michael... — deixou os alforges no chão e apareceu a janela com a angústia ainda colada ao peito — meu pai nos perseguirá até o fim do mundo se for preciso... ainda nos resta muito caminho...
— Sim, saímos de Jaffa e o pior já passou.
— Não acredito...
A bela Zara não acabou a frase, se virou para seu novo marido e tentou gritar, mas foi impossível. Michael Rumsfield conseguiu ver o brilho da adaga cruzando diante de seus olhos sem poder fazer nada para detê-la; a arma voou para sua mulher e cravou no seu peito de forma limpa. Deu um grito de terror e imediatamente desembainhou a espada em direção do agressor, um muçulmano enorme e de pele muito escura, que se deixou ver por um segundo antes de lançar-se contra ele gritando.
O jovem inglês se moveu para a esquerda e o esperou em guarda; o sarraceno avançou rápido demais e se pôs à frente com a direita desprotegida; Michael levantou com calma a espada e a cravou-lhe no pescoço, tirando-lhe a vida de forma instantânea; o sarraceno caiu de joelhos sangrando e então ele pode correr para atender sua esposa.
— Vai embora Michael! Saia daqui virão mais dois... vá embora!
— Não a deixarei, meu amor, não a deixarei... — as lágrimas apenas o deixavam ver o rosto pálido de sua amada — não a deixarei, você vai ficar bem...
— Estou morrendo... pegue as jóias e vá embora, volte à Inglaterra, fuja de meu pai... se me ama, vá embora! Pelo amor de Deus... Michael olhe-me... — ele vislumbrou seus olhos que perdiam o brilho pouco a pouco — deve fugir, quero morrer sabendo que se salvou. Prometa-me e leve nosso tesouro, leve-o, meu amado esposo, prometa-me!
— Prometo...




5 de fevereiro de 2017

O Retrato de Natal de Lady Jenny

Série As Filhas do Duque
Única irmã solteira da família Windham, Lady Jenny não se importaria muito em ficar cuidando de seus pais, se ao menos ela pudesse primeiro estudar artes em Paris por alguns anos. 

Jenny anseia por um desafio artístico e pelo gosto da paixão que a vida reserva para aqueles com coragem de aproveitá-la.
 Quando Lorde Elijah Harrington chega à casa dos Windham para passar as festas de Natal e pintar retratos encomendados pelo Duque e a Duquesa, Jenny acha que conheceu não apenas sua alma gêmea, mas um homem que ela pode amar.  Infelizmente para Jenny — e para Elijah — a honra o obriga a estar em outro lugar, e embora este seja um período de alegria, para Jenny e Elijah, será necessário um milagre para terem seu — felizes para sempre.

Capítulo Um

Ou Lady Genevieve Windham não reconheceu Elijah Harrison com suas roupas, ou ela tinha uma capacidade de autodomínio que ele só poderia invejar.
— Senhor, em que posso ajudá-lo?
Ela estava parada na porta, um anjo loiro em uma noite de inverno miserável, não permitindo sua entrada, e essa não admissão era a metáfora sucinta para os confrontos de Elijah com a sociedade educada.
— Peço sua hospitalidade, minha senhora, porque meu cavalo está mancando um pouco, e o tempo está piorando. Me chamo Elijah Harrison, ao seu serviço. Deixei a última estalagem algumas milhas para trás e vejo que não há outras hospedarias ao longo do caminho.
Ele estremeceu com o vento e o granizo e tentou evitar que seus dentes batessem. Ela estava pronta a recusá-lo ou dizer-lhe para dar meia-volta e procurar a entrada atrás das cozinhas. Seus dedos, pelos quais ele ganhava a vida, e uma série de outras partes estavam há muito dormentes, se assim não fosse não teria de jeito nenhum batido nesta porta.
A lady deu um passo para trás e fez um gesto para dentro.
— Deus do céu, Senhor Harrison, entre agora mesmo. Espero que os cavalariços estejam cuidando de seu cavalo.
Seus olhos verdes estavam iluminados com preocupação, e não era, Deus a abençoasse, por seu cavalo.
— Obrigado.
Ele entrou para o calor e a quietude da casa de campo de Kesmore quando ela fechou a porta atrás dele. Da última vez que viu, o animal estava sendo levado para uma baia acolhedora, já ficando mole rapidamente com a perspectiva de uma cama de palha e uma ração de aveia.
— Sou Jenny Windham —, disse ela. —Que ela evitasse seu título, como ele evitava o dele, havia capturado sua curiosidade. — Como é quase domingo, os criados já se recolheram por hoje. Deixe-me pegar seu casaco.
Ela levantou a lã encharcada de seus ombros e pendurou-a num gancho, estendendo a capa e as luvas da melhor forma para que secassem mais rápido. Esta atenção ao casaco de Elijah deu-lhe um momento para estudá-la da forma como um retratista estava condenado a fazê-lo com todos os outros de sua própria espécie.
Suas mãos tinham uma competência que ele não teria esperado da filha de um duque. Ela lidou com o tecido molhado como qualquer mulher do povo teria feito, em seguida, estendeu a mão para o cachecol de Elijah.
— Nunca vi chover gelo —, disse ela. — Uma nevasca ocasionalmente durante a tarde sim, mas não como essa... essa... 


Série As Filhas do Duque
1- O Desejo de Natal de Lady Sophie
2- O Escandaloso Segredo De Lady Maggie
3- Um Cavalheiro para Lady Louisa
4- A Indiscrição de Lady Eve
5- O Retrato de Natal de Lady Jenny
Série Concluída
8- Série Windham


Coleção Barbara Cartland



Em Busca da Aurora
Ela rejeitou uma grande fortuna para poder viver o amor verdadeiro.
Estados Unidos e Inglaterra, 1889.
Ao piano, a música fluía dos dedos da linda Georgina, como se viesse do céu. Ela era a própria música. Apaixonado demais para ser sensato, o duque David implorou: "Deixe esta vida errante. Fique comigo para sempre, eu a farei feliz". Estar com o duque de Stonebury era o refúgio e o paraíso que ela sempre almejara, mas ele nada sabia sobre ela. Para viver um amor pleno, escondera sua verdadeira identidade. Agora, estava ficando cada vez mais difícil sustentar a farsa que montara, e o medo de perder o duque fazia Georgina cada dia mais se afundar em mentiras...


Férias em Berlim
O passeio de Simona se transformou em pesadelo quando descobriu um plano mirabolante do Kaiser para obter informações sobre um projeto secreto que o marquês de Midhurst estava desenvolvendo. Os alemães queriam roubar esse projeto e depois assassinar o nobre inglês! Corajosa e audaz, Simona armou um plano para ajudar o marquês. Não podia deixar que um complô pusesse fim à vida do homem a quem amava! 


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"Coleção Barbara Cartland"
Férias em Berlim - 332
Em busca da aurora - 417

4 de fevereiro de 2017

Beleza Sedutora

Série Os Fitz.




Quando o Duque de Lexington conhece a misteriosa Baronesa Von Hardenberg-Seidlitz a bordo de um paquete1 transatlântico, ele fica fascinado. 

Ela é exatamente o que tem procurado — uma linda mulher que o interessa e o seduz. Ele cai duro e rápido — e logo propõe casamento.
E depois ela desaparece sem deixar rastro...
Na realidade, a “Baronesa” é Venetia Easterbrook — uma jovem viúva que tinha os seus próprios motivos vingativos para incentivar um caso com o Duque. Mas o seu plano correu mal. Venetia apaixonou-se pelo homem que ela desprezava — e não se sabe o que pode acontecer quando ela for finalmente desmascarada...

Capítulo Um

Cambridge, Massachusetts, 1896
O esqueleto do Ictiossauro no Museu de Zoologia Comparativa de Harvard estava incompleto. Mas o lagarto de peixe foi um dos primeiros a ser encontrado em solo americano, no estado de Wyoming, e a universidade americana estava compreensivelmente ansiosa para colocá-lo em exposição.

Venetia Fitzhugh Townsend Easterbrook aproximou-se para ver os seus dentes pequenos, assemelhando-se a lâmina de uma faca de pão serrilhada, o que indicou uma dieta de organismos marinhos de corpo mole. Lula, talvez, que tinha sido abundante nos mares do Triássico3. Ela examinou os minúsculos ossos das suas barbatanas, alinhados como as linhas de grãos de milho. Ela contou os seus muitos ossos de costela, longos e finos como os dentes de um pente curvo.
Agora que este arremedo de escrutínio científico tinha sido realizado, ela permitiu-se voltar atrás e ver o comprimento da criatura, três metros e meio de ponta a ponta, mesmo com a maior parte da sua cauda faltando. Ela não mentia. Era sempre o tamanho desses animais pré-históricos que a encantava.
— Eu disse que ela estaria aqui, disse uma voz familiar que pertencia à irmã mais nova de Venetia, Helena.
— E tinha razão, disse Millie, a esposa de seu irmão Fitz.
Venetia virou-se. Helena com as suas meias ficava com um metro e oitenta. Como se isso não fosse atenção suficiente, ela também tinha cabelos vermelhos, a cabeça mais magnífica desde a boa Rainha Bess e olhos de cor verde malaquita4. Millie, em um metro e sessenta, com cabelo castanho e olhos castanhos, desaparecia facilmente numa multidão, embora fosse um erro por parte da multidão, porque Millie era delicadamente bonita e muito mais interessante do que ela parecia.
Venetia sorriu. — Você achou que as entrevistas com os pais foram frutuosas, minha querida?
— Um pouco, respondeu Helena.
A próxima turma a se formar de Radcliffe, um colégio feminino afiliado com a Universidade de Harvard, seria a primeira a ter a assinatura do Presidente de Harvard em seus diplomas, um privilégio rotundamente negado aos seus homólogos ingleses Lady Margaret Hall e Girton. Helena estava a preparar-se para escrever sobre as senhoritas deste lote histórico para a revista A Rainha. Venécia e Millie tinham vindo com ela como suas acompanhantes.
Aparentemente, Helena, uma talentosa jovem que tinha estudado na Lady Margaret Hall e, atualmente, possuía uma pequena, mas próspera ela resistiu veementemente a esta tarefa.
Mas a família dela tinha provas que Helena, uma mulher solteira, estava tendo um caso potencialmente ruinoso. 


Série Os Fitz.
0,5 - Reivindicando a Duquesa
1- Beleza Sedutora
2- Uma Mulher para todas as Estações
2.5 - Uma Dança ao Luar
3- Tentando a Noiva
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31 de janeiro de 2017

Coleção Sissi

Uma Esposa Comprada 
O vento murmurava lá fora, derrubando as primeiras folhas secas do outono, e a lua apareceu entre as nuvens pondo reflexos de prata nas vidraças.
Emily Weston teve a perturbadora impressão de que naquela casa não existia mais ninguém a não ser ela e o capitão Adam Harcourt. O homem que a comprara por uma dívida de jogo! Um estranho que lhe despertava as mais contraditórias emoções. Será que um dia conseguiria amá-lo?


Entre o Amor e a Mentira
A bela Helena acordou assustada, com a sensação de que alguém a olhava intensamente.
Viu, então, lorde Peter Cliveden, seu marido, ao lado da enorme cama de casal que jamais haviam partilhado, pois o deles era um casamento apenas de aparência! Dominou a estranha atração que sentiu, lembrando a si mesma que jamais poderia pertencer a esse homem que a enganara, de modo desprezível...

O Cavaleiro Misterioso
Valentina Ashford não podia acreditar! 
Amava aquele homem selvagem e imprevisível.
Amava loucamente Charles de Michel, não importava o que ele tivesse feito, que fosse francês e o acusassem de trair a Inglaterra. Ao fitar aqueles olhos negros, profundos, teve certeza de que ele também a amava. Com o coração sangrando ao vê-lo ferido, humilhado e preso, Valentina jurou esperar por Charles e não vacilou, mesmo quando lhe disseram que ele havia morrido!

Feira de Verão
Dançar com o jovem lorde era uma experiência mágica!
Susan e o lorde beijaram-se com indescritível ternura e quando, por fim, separaram-se, permaneceram de mãos dadas. Ela sentiu-se deliciosamente perturbada ao notar o brilho apaixonado de seus olhos. Então, uma voz ecoou no silêncio da estrebaria, trazendo-os de volta à realidade. Uma realidade dura e fria, que obrigava Susan a repelir aquele sonho maravilhoso. Era procurada pela justiça: jamais poderia aceitar o amor do barão de Harleston.










Pasta Bárbara Cartland: 
Coleção Sissi 15-16-17-18
(relançamentos)



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