Pont au Double, Paris
Sexta-feira, 13 de dezembro de 1844
Josiah nunca tinha sido capaz de recriar o reflexo da luz da lâmpada a gás na água. O fascínio hipnótico disso, o conceito de movimento, sempre escapou às suas pinceladas. A pintura em sua mão não era exceção. Ele o havia completado duas noites antes, quando o céu estava sem lua e um vento temperado do Sul anulou a necessidade de um lenço. O Sena era sempre mais bonito à noite, ele pensou. Uma artéria cintilante de luz e escuridão, fluindo pela cidade.
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Oiii você não vai sair sem comentar nada vai? Ou que tal indicar o que leu. Ou então uma resenha heheheheh...Todo mundo agradece, super beijo!