27 de julho de 2021

O Cavaleiro da Armadura Brilhante

Série Montgomery Saga

Dougless Montgomery tentou ser a melhor, mas de alguma maneira sempre terminou vítima de piadas familiares.

Ela partiu de férias com o namorado, mas a viagem foi uma decepção, fazendo-a sentir muito desgosto e abandono...Abandonada por seu amado, Dougless Montgomery se encontra sozinha e aos prantos em uma velha igreja inglesa. O que ela precisava era de um Cavaleiro de Armadura Brilhante para salvá-la. Foi o que desejou, encontrar um grande amor. Mas nunca imaginou que um amor mais poderoso que o tempo a aguardava...Nicholas Stafford, Conde de Thornwyck, um cavaleiro do século XVI, apareceu de forma súbita e atraente que desafiou a razão, ligado a ela por algum vínculo inexplicável, Dougless sabia que Nicholas era nada menos que um milagre: um homem que não desejava mudá-la em nada, que encontrou a perfeição ao seu lado. Mas ela não podia saber como eram fortes as correntes que lhes amarravam ao passado ou a grande aventura que estabelecera antes deles.Esse romance é um conto inesquecível de um caso de amor fantástico - de uma paixão, inteligência e amor verdadeiro entre uma mulher completamente moderna e um homem que viveu quatrocentos anos antes dela!

Capítulo Um

Inglaterra, 1988
Dougless Montgomery se sentou no assento de trás do carro. Robert e Glória, sua filha gorducha de treze anos, na frente. Como sempre, Glória estava comendo. Dougless colocou suas pernas finas ao lado da bagagem da menina para ficar mais cômoda. Havia seis malas grandes e caras com os pertences de Glória e como não couberam no porta-malas do carro alugado, iam empilhadas na parte traseira com Dougless.
— Papai! — Glória se queixou como uma menina enferma de quatro anos. — Ela está arranhando as malas tão bonitas que o senhor me comprou.
Dougless apertou os punhos, fincando as unhas nas palmas das mãos. Ela. Nunca a chamava pelo nome. Só ela.
Robert a olhou por cima do ombro, mas só se via o cabelo castanho.
— Acho que poderia ser mais cuidadosa.
— Não arranhei nada. Estou bastante incômoda sentada aqui. Não há muito espaço.
Robert suspirou fastidiosamente.
— Dougless, tem que se queixar por tudo? Nem sequer pode desfrutar das férias?
Ela conteve seu aborrecimento passando a mão pelo estômago. Doía outra vez. Nem sequer se atreveu a pedir a Robert que parasse para beber algo e assim poder tomar um Almax para acalmar o transtorno. Levantou os olhos e viu Glória com um sorriso zombeteiro através do espelho. Desviou os olhos e tratou de se concentrar na beleza da campina inglesa. Tinha campos verdes, antigas cercas de pedra, vacas e mais vacas, pequenas casas pitorescas, magníficas mansões e... E Glória, pensou. Glória em todas as partes. Robert continuava dizendo, “é só uma menina e sua mãe a abandonou. Tenha um pouco de consideração. Na verdade, é uma menina doce”.
O Cavaleiro da Armadura Brilhante – Jude Deveraux
“Uma menina doce”. Aos treze anos, Glória usava mais maquiagem que ela aos vinte e seis, e passava horas no banheiro do hotel. Quando a menina se sentou no assento dianteiro do carro, ele disse “É só uma menina e é sua primeira viagem à Inglaterra”.
Se supunha que Dougless devia ler os mapas e seguir as indicações, mas que quase não pudesse ver a estrada com a cabeça de Glória na sua frente parecia não importar muito. Tratou de se concentrar na paisagem. Robert afirmava que ela estava com ciúme de Glória, que não desejava compartilhá-lo com ninguém, mas que se tranquilizasse, pois seriam um trio muito feliz. “Uma segunda família para uma menina que perdeu muito”. Dougless tinha tentado se relacionar bem com Glória e, durante o ano em que vivia com Robert, a tinha levado às compras e gastado com ela mais dinheiro do que seu reduzido salário de professora primária lhe permitia gastar consigo mesma. Noite após noite, tinha ficado com ela na casa de Robert, enquanto ele ia a festas e jantares. “É hora de vocês se conhecerem”, era a justificativa.
Em algumas ocasiões, Dougless pensou que a coisa funcionava, já que Glória e ela eram cordiais e inclusive amistosas uma com a outra quando se encontravam a sós. Mas no momento em que Robert aparecia, Glória se transformava em uma criança chorona e mentirosa. Sentava-se no colo de seu pai, com seu um metro e cinquenta e sete, sessenta e três quilos, e se queixava de que ela era desrespeitosa. A princípio, Dougless negou aquelas acusações e enfatizou que amava crianças, razão pela qual tinha escolhido ensinar, e não pelo dinheiro. Mas Robert sempre acreditava em Glória. Dizia que era uma menina inocente e incapaz de cometer as falsidades das quais Dougless acusava à pobre. Reclamava que não podia compreender como uma pessoa adulta como ela era capaz de agir assim com uma menina pequena.
Durante esses sermões de Robert, Dougless sentia culpa e fúria. Tinha uma classe de crianças que a adoravam, mas Glória parecia odiá-la. Era ela a ciumenta? Estava inconscientemente mostrando àquela menina que não desejava compartilhar Robert com sua própria filha? Cada vez que lhe vinham estes pensamentos, prometia se esforçar mais para agradar Glória, o que geralmente significava sair e comprar um presente caro. Seu outro sentimento era a fúria. Não podia Robert se colocar uma vez, uma só, do lado dela? Não podia dizer a Glória que se




Série Montgomery Saga
1- O Leão Negro
2- A Donzela
3- A Herdeira
4- O Corsário
5- A Duquesa e o Capitão
6- Eternidade
7- A Duquesa
8- A Sedutora - este e anteriores tradução independente
Próximos LR
9- Desejos
10- O Despertar
11- O Convite
12- A Princesa
13-Doces Mentiras
14- Os Casamenteiros
15- O Cavaleiro da Armadura Brilhante

20 de julho de 2021

Lady Emily

Série Época

Lady Emily ficava apavorada ao pensar em conhecer seu noivo. 

Depois de especular por meses sobre como ele seria, ela finalmente o conheceria já que ele acabara de chegar a Londres. Mas estava claro que seu futuro marido tinha muitas explicações para dar a ela, pois os rumores estavam circulando por Londres e havia coisas que ela não estava disposta a tolerar.





Capítulo Um

Passou a mão pela mancha sob o olho direito e gemeu porque o leite de amêndoa não ajudara. Aí permanecia. Ruth não fazia ideia do que se passava. Ela viu com o canto do olho como sua empregada entrava em seu quarto com um de seus vestidos brancos sem graça. Mordeu o lábio inferior, pensando no que diria ao pai assim que ele chegasse. Tinha que conseguir que ele pagasse por roupas novas.
— O que você está pensando, garota?
Ela corou e disfarçando colocou um de seus cachos castanhos sobre o ombro como indicava a moda. — Pensando? O que você quer dizer, Ruth?
A mulher colocou na cama o vestido para o jantar daquela noite e virou-se furiosa. — Olhe não se faça de boba, que ainda faltam alguns bailes para disfarçar apropriadamente.
— Bailes que não poderei aproveitar por sua causa! Se você não tivesse conversado com meu pai, isso não teria acontecido!
— Você vai com seu marido! — Ela apontou com o dedo. — E não me culpe por querer te proteger. Estivemos à beira de te perder para sempre e você não sabe a angústia que passamos! Casada, você estará muito mais segura. Quando eu sugeri, foi ele quem tomou a decisão. Como todas as que são tomadas nesta casa.
Como se estivesse casada eles não poderiam sequestrá-la. Ela suspirou ao ver sua irritação e se aproximou dela, segurando suas mãos. — Não fui culpada por ter sido sequestrada. — Ela se sentiu culpada quando viu seus olhos azuis se encherem de lágrimas e a abraçou. — Não fique assim, estou bem e nada aconteceu comigo. Estou bem.
— Menos mal que elas te salvaram.
— Aconteceu. — Ela a beijou na têmpora e sorriu. — Eu vou para a biblioteca…
— Esmeralda…
O tom de advertência de Ruth, chamando-a pelo apelido usado por todos que a amavam, indicava que ela não desistiria. Ela se virou como se não soubesse do que ela estava falando, mas devia ser verdade que não sabia fingir, porque Ruth cruzou os braços irritantemente. — Desde que você conheceu suas novas amigas há uma semana, você está muito estranha e estou farta! Deveria ter te acompanhado.
— A duquesa de Stradford e a afilhada da rainha são muito gentis comigo! — Ela ergueu o queixo. — E elas sabem mais sobre a vida que eu.
Ruth ofegou, segurando a mão no peito. — Mais sobre a vida? Você não precisa saber de nada! Você é uma menina e elas estão casadas!
— Eu sou uma mulher! E eu vou me casar com o conde de Weston! E pare de se intrometer na minha vida!
— Parar de me intro… — Emily saiu do quarto. — Volte aqui, senhorita! — Chateada, não parou e Ruth gritou: — Vou falar com seu pai sobre essa atitude que você está tomando, senhorita!
— Pare de me chamar de senhorita! Eu sou uma dama! Na escola da Srta. Primt, elas estavam sempre me lembrando disso. E eu não te digo nada porque você sempre conta tudo para o meu pai, então faça o que quiser.
Ruth espiou pelo corrimão da escada. — Se você continuar com esse comportamento, eu falo com seu pai, você vai ver!



Série Epoca
1- Elizabeth Bilford
2-A Mimada da Rainha
3- Condenada por seu amor
4- Você não me ama como eu quero
5- Juramento de Amor
6- O Herdeiro
7- Eu não posso ficar longe de você
8- Confia em Mim
9- Eu preciso de você na minha vida
10- Você me faz feliz
11-Uma moeda por seu coração
12- Lady Johanna
13- Lady Corianne
14- Não te mereço
15 Lady Emily


(esta série são livres independentes, pode ler fora de ordem)

13 de julho de 2021

Sempre um Cafajeste, para sempre o seu Amor

Série Temporada Escandalosa

A Srta. Juliet Marshville está furiosa. 

Com um guardião ausente e o outro singularmente desinteressado em seu destino, ela está à mercê de seu irmão perdulário, que perde sua amada casa de infância para um homem conhecido como Sin. Determinada a retomar o controle de Rosecliff Cottage e de seu próprio destino, Juliet marca um encontro com o notório ladino e exige a devolução de sua propriedade. Jonathan Tidemore, 5º Conde de Sinclair, conhecido na alta sociedade como Sin, tem uma sorte excepcional na vida e nas mesas de jogo. Ele tem apenas um problema. Bem… quatro, na verdade. Suas irmãs incorrigíveis expulsaram outra preceptora. Desta vez, entretanto, sua mãe exige que ele encontre uma substituta adequada. Quando a Srta. Juliet Marshville ousadamente exige a devolução de seu precioso chalé, ele aproveita de sua súbita boa sorte e faz uma oferta a ela; se transformasse suas irmãs em damas inglesas adequadas, ele devolveria Rosecliff Cottage para a posse de Juliet. Jonathan passa a apreciar o espírito, a coragem e a sagacidade de Juliet, e decide reivindicar a beleza ígnea como sua amante. Juliet, entretanto, não será amante de nenhum homem. Nem poderia amar um homem que insensivelmente tinha roubado sua casa em um jogo de cartas. Quando Jonathan começa a ver Juliet como mais do que uma beldade animada para aquecer sua cama, ele percebe que ela poderia ser uma senhora que poderia amar pelo resto de sua vida, se ao menos pudesse convencer a orgulhosa Juliet de que ele é digno de sua mão e de seu coração.

Capítulo Um

Abril de 1819, Londres, Inglaterra
— Olá, Popp…
— Shh!
Jonathan Tidemore, o quinto conde de Sinclair, diminuiu a velocidade até parar no meio do vestíbulo. Ele jogou a capa para o mordomo que esperava e olhou para a escada longa e sinuosa até onde sua irmã mais nova estava sentada com as pernas balançando nas ripas do topo.
— Problemas de novo, Poppet? — seu sussurro ecoou pelo chão de mármore e foi carregado pelo amplo espaço.
Poppy apontou outro dedo para sua boca. — Eu disse, cale-se, Sin. As coisas estão terríveis. — Ela bateu com as costas da mão na testa de maneira floreada.
O que só poderia significar…
Ele suspirou. — Vocês fizeram a Sra. Atleby ir embora, eu suponho?
— Sra. Battleby. — Poppy murmurou baixinho. — Ela era horrível, Sin!
— Eu disse para você não me chamar de Sin.
Poppy torceu o nariz. — Por que não? É muito mais interessante do que Jonathan.
Ele sorriu e começou a subir as escadas. — Você me pegou.
Poppy puxou as pernas para trás quando ele alcançou o nível principal e se sentou com as pernas cruzadas na frente dela. Ele havia aprendido há muito tempo a não se preocupar em instruir suas irmãs Poppy, Prudence ou Penelope em quaisquer questões de comportamento adequado.
Então, considerado um dos malandros mais insuportáveis da sociedade, havia muito pouco com que ele poderia contribuir em tópicos relativos a comportamentos femininos.
— O que vocês fizeram agora?
Sua irmã puxou os joelhos contra o peito e o olhou. — Eu não fiz nada. — Ela deu um sorriso travesso que seria ou a morte de sua mãe ou da
Sempre um Cafajeste, para sempre o seu Amor – Christi Caldwell
próxima pobre preceptora, que certamente seria necessária para suas três irmãs mais novas.
Jonathan encostou-se na parede e cruzou os braços sobre o peito. Ele arqueou uma sobrancelha.
— Muito bem. — Ela soltou um suspiro aborrecido. — A Sra. Battleby estava nos instruindo sobre o tema aquarelas. Aquarelas. — gritou ela, balançando a cabeça.
Ele bateu com a mão no peito. — Puxa, não diga, aquarelas?
Em sua juventude, Poppy ainda não tinha aprendido a sutileza do sarcasmo, pois ela assentiu. — Nossos sentimentos exatamente, Sin! Simplesmente insistimos em um assunto totalmente diferente. — Ela se levantou de um salto. — Afinal, pintar frutas e flores é muito chato.
Ele estreitou os olhos. — E eu suponho que o assunto alternativo tenha enviado a Sra. Battle… er, Atleby a fazer as malas?
Ela abriu a boca para falar, mas o grito de sua mãe vindo do corredor interrompeu sua resposta. — Por favor, Sra. Atleby, eu imploro!
Os olhos de sua irmã se arregalaram quando a velha mulher de rosto severo com cabelo grisalho crespo apareceu no longo corredor. A mãe trotava atrás dela como um dos terriers da Rainha.
O que dizia muito do desespero de sua mãe. Ela nunca fazia nada tão plebeu quanto trotar.
Poppy praguejou e saiu correndo pelo corredor na direção oposta. Com seus modos atrevidos e tendência para problemas, suas irmãs um dia provariam ser o fim dele e, pelo brilho desesperado nos olhos da mãe, ela seria a primeira vítima do mau comportamento delas.
Jonathan deslizou para dentro de seu escritório antes que a velha Battleby e a mãe o abordassem. Afinal, se a mãe não tinha conseguido convencer a velha preceptora a continuar trabalhando com suas três difíceis pupilas, bem, então Jonathan certamente não tinha esperança de convencê-





Série Temporada Escandalosa
1- Sempre a prometida, nunca a noiva
2- Nunca cortejada de repente casada
3- Sempre adequado, de repente escandaloso
4- Sempre um Cafajeste, para sempre o seu Amor

 

12 de julho de 2021

Série Escândalos de Scarcliffe Hall

1- A Paixão Secreta do Conde

Duas famílias em guerra. Um amor proibido. Lady Cecily Balfour sempre foi ensinada que os homens de Hartley são loucos, maus e perigosos. Quando conhece Robert Hartley, conde de Scarcliffe, faz algumas adições a essa lista: teimoso. Irritante. Lindo. Encantador. Tentador. A sociedade espera que Cecily faça um matrimônio vantajoso da escolha de seu pai. O que pode fazer agora que sua própria escolha é um homem que é expressamente proibido de ver? O conde de Scarcliffe gosta de caçar, beber, bilhar e ser solteiro. O amor não está em sua lista de requisitos. Especialmente para uma mulher com uma veia obstinada de uma milha de largura e uma inclinação para cavalgar em seu garanhão favorito. E se essa mesma mulher é uma Balfour? De maneira nenhuma! Mas resulta que Cecily tem um par de chamativos olhos azuis, um gosto por aventura e um senso de humor agudo. Isto significa que o coração de Robert corre tanto perigo quanto sua cabeça se eles forem apanhados juntos. Quando Robert e Cecily desafiam suas poderosas famílias por amor, o que terão que sacrificar em troca?

 

 

Série Escândalos de Scarcliffe Hall
1- A Paixão Secreta do Conde

Série Romance de Regência de Segunda Chance

1 - Amando o Soldado Com Cicatrizes

 Caldor House, Alnerton, 1807
—Euvou pegar você, Lady Charlotte Pierce, - James sussurrou em seu ouvido enquanto se inclinava um pouco mais perto. Charlotte olhou por cima do ombro para onde a Sra. Crosby, sua acompanhante gordinha, que caminhava alguns passos atrás deles. —Oh, não, você não vai, James Watts, porque eu já tenho você, Charlotte respondeu descaradamente, um sorriso brincalhão em seu rosto que exagerava suas covinhas e a pequena fenda em seu queixo.
—Ah, mas você só pensa que me tem. Verdade seja dita, eu já reivindiquei você por muitos anos, mas permiti que você acreditasse no contrário. — Ele ergueu o queixo ligeiramente, o sol brilhando em seu rosto bonito. —Não há escapatória.



2 - Segunda Chance do Amor

 "Mary? Mary? Devo te caçar? " O estalo áspero da voz de Jane Grover ressoou por toda a pequena casa. Mary tinha certeza de que os vizinhos podiam ouvir, mas seria um som costumeiro. Ela não conseguia se lembrar de uma única ocasião em que tia Jane tivesse falado com ela gentilmente.
—Sim, tia? Disse Mary, correndo para a sala de visitas, onde sua tia estava parada com os olhos semicerrados e o rosto corado de aborrecimento.
—O que é isso? Você chama isso de limpo? Tia Jane apontou seu longo dedo para a cômoda de carvalho, seu balcão ainda marcado com manchas.
—Eu fiz o melhor que pude, tia, Mary tentou explicar. —Mas não há como tirar as manchas. Falei para Roberta não usar os corantes aqui, para levá-los para a oficina, como você sempre orientou - mas ela não quis ouvir. Ela insistiu que estava muito frio lá e que ela não trabalharia longe do fogo.



3 - Sua Própria Família

 O que você faz quando todos ao seu redor têm o que você quer, mas não pode ter?
Para Sophie Lefebvre, a resposta era simples - aceitar o cargo de governanta da pomposa irmã do Conde de Wycliff, Gertrude. Rude, arrogante e absorto em sua riqueza, sua presença é uma tarefa difícil de suportar, mas muito melhor do que a dor de ver os outros terem o que ela não pode.
Claveston St. John, Conde de Wycliff, ficou apaixonado no momento em que pôs os olhos na acompanhante de Lady Tate no casamento de seu bom amigo, William Pierce. Quando, de brincadeira, ele lhe ofereceu um emprego como governanta de sua irmã, ele nunca imaginou que ela aceitaria. No entanto, agora que ela o fez, ele está determinado a conquistá-la. No entanto, é mais fácil dizer do que fazer. Como ele pode conquistar uma mulher que não se importa com suas armadilhas? O que mais ele tem para convencê-la a considerá-lo seu par? Quando o emprego e a liberdade de Sophie são ameaçados, Claveston sabe que ele é o único que pode ajudá-la. Existe alguma esperança de atração desses opostos ou suas diferenças são muito grandes?

 

 

Série Romance de Regência de Segunda Chance
1 - Amando o Soldado Com Cicatrizes
2 - Segunda Chance do Amor
3 - Sua Própria Família

 


 

 

 

 

 

Série As Regras do Canalha

1- Um Conde em Roupas de Lobo

Uma perseguição está em andamento ... Dos saguões sagrados do Almack de Londres às tabernas desleixadas de Drury Lane; das palavras sussurradas nos cinemas reluzentes aos beijos sedutores no Vauxhall Gardens ― um conde deve perseguir sua dama. Regras sejam condenadas. Tudo é permitido. Mas para obter sucesso, o Conde de Kelmarsh pode precisar aprovar as Regras do Canalha ... Uma lady resoluta. Sophie Beckford escapou para a Irlanda depois que seu quase noivo quebrou seu coração. Agora, um ano depois, ela está de volta a Londres ― mais forte, mais bem vestida, protegida pela prima e determinada a não se apaixonar novamente pelas artimanhas do lado negro. Um cavalheiro desesperado. O que um conde deve fazer quando sua quase prometida se recusa a falar com ele, ouvi-lo ou até olhá-lo depois de um mal-entendido de proporções gigantescas?



Série As Regras do Canalha
1 - Um Conde em Roupas de Lobo

6 de julho de 2021

Miss Prim

 

Aos vinte e cinco anos, Louisa Walker descreveu cuidadosamente o padrão de sua vida: a temporada em Londres, algumas semanas em festas caseiras da moda e o resto do ano passando visitando e organizando a vida de seus seis irmãos e seus filhos. 

Por causa de sua idade, natureza refinada e código moral rigoroso, ela é considerada “Miss Prim”.
A existência guardada de Louisa é interrompida quando ela aceita um convite de sua irmã. Ela acredita que está simplesmente ajudando a irmã e o cunhado ao cuidar das crianças durante suas viagens. No entanto, após sua chegada, ela conhece William, o visconde Woodstone, e uma aventura além de sua imaginação mais selvagem começam. Começando com a herança questionável de um bebê sob seus cuidados, ela decide se juntar à busca secreta de Woodstone para enganar espiões franceses e impedir seu plano maligno. Apesar de todas as crenças de Louisa, essa refinada dama percorre as estradas secundárias da Inglaterra em uma velha carroça, se apresenta como uma camponesa e até salva a vida de Woodstone.  Quando a aventura termina, Louisa se preocupa que sua imagem de “Miss Prim” seja destruída e espera que Woodstone sinta as mesmas emoções que ela desenvolveu por ele.

Capítulo Um

— Minha vida está arruinada! — disse Lucinda, Lady Bertram, jogou a carta que estava lendo e caiu na espreguiçadeira.
Lady Louisa Walker observou o que prometia ser um grande caso de sais, quando sua irmã Lucinda pressionou as costas da mão graciosa contra a perfeição da testa de marfim e suspirou.
— Edward! — Lucinda apelou para o marido. — Como Cassie pode ser tão impensada! Para me privar da companhia de minha querida irmã no meu tempo de necessidade?
Mas Louisa há muito tempo envolvida em tais demonstrações de emoção, bebia calmamente seu chá e mordiscava um bolo de limão.
— Querida, não se deixe aborrecer — disse o marido adorado de Lady Bertram quando ele deu um tapinha no ombro. — Talvez Louisa possa ficar aqui até você ficar mais forte.
Mas Louisa, vestida na moda com um vestido de manhã com gola alta e mangas bufantes e um gorro de renda não simpatizava ao apelo nos olhos da irmã ou na voz do cunhado. De fato, era difícil sentir compaixão por uma mulher cujo marido lhe dava tudo o que ela queria e, que tinha dois filhos saudáveis e bonitos, uma propriedade encantadora em Oxford, bem como em uma área elegante em Londres.
— Tenho certeza — Louisa disse firmemente à irmã — que Cassandra não me pediria para comparecer, se não fosse importante. — Apesar da confiança com que falou, Louisa não tinha certeza disso: Cassie era completamente desmiolada, e o marido de Cassie, Arnold, era igualmente irresponsável.
Louisa largou a xícara de chá e pegou a missiva no chão onde Lucinda a jogara.
— Ela diz que devo partir para a propriedade de Arnold imediatamente. O pai dele está doente e eles necessitam urgentemente de ajuda.
Louisa procurou a missiva em busca de mais informações, uma tarefa que apresentava grande dificuldade devido ao hábito de Cassandra atravessar a página, sublinhar e recriar a página.
— E — Louisa começou enquanto tentava interpretar o pouco que podia decifrar —, que ela acabou de ter um bebê — Ao suspiro de Lucinda, Louisa alterou: — Não, não, desculpe. Ela tem um bebê com eles. E há um surto de... — Ela virou o papel e o segurou para que a luz da janela caísse na página. — Agulhas? Não, não pode ser isso. Prados? Não, não... sarampo! É isso. Há um surto de sarampo nos arredores da propriedade do pai de Arnold, e o beb... quem é esse bebê? — Louisa virou a carta em busca de iluminação. — Eles não ousam expô-la à doença. Pronto! — Ela recostou-se na cadeira.
— Bem, pela primeira vez Cassandra está mostrando algum sentido. Mas quem é esse bebê? — perguntou Edward.
— Certamente ela teria nos dito se tivesse engravidado — acrescentou Lucinda.
— A menos que, é claro, ela tenha esquecido, o que é possível. — Louisa procurou a carta novamente. — Ela não diz quem é o bebê, só que ela precisa que eu vá lá e cuide dela o mais rápido possível. Bem, queridos — disse ela rapidamente, enquanto estava de pé —, se eu for necessária, devo ir embora. Vou fazer as malas esta manhã e partir ao meio-dia, se você me emprestar um cavalariço e cocheiro, Edward.
— Se você sentir que deve, é claro que sim.
— Oh, não vá, Louisa — Lucinda implorou. — Não esqueça o quanto Michael e Elliot precisam de você
.

 

Espião Mestre

Série Agentes Secretos

Dez anos atrás, Thomas Paxton foi enviado pela França Revolucionária para se infiltrar no Serviço de Inteligência Britânico. 

Agora, seu senso de honra o leva de volta a Londres para se confessar. Mas, em vez de enfrentar a forca, ele recebe uma última tarefa impossível para provar sua lealdade.
A adorável e mentirosa ex-espiã francesa Camille Leyland é arrastada da obscuridade por ameaças e chantagens. Tirando o pó de suas habilidades de espiã, ela sai para rastrear um fanático francês implacável e resgatar a vítima inocente que ele está segurando, apenas para encontrar um velho colega já no caso-Pax. A velha amizade se transforma em um novo amor, e conforme os segredos sombrios de Pax e Camille surgem do passado, Pax fica com uma escolha – ser leal ao Serviço de inteligência ou perder Camille para sempre.

Capítulo Um

Quando você precisar correr, não carregue nada e nunca olhe para trás.
"Um provérbio Baldoni"

O fim de seu mundo particular chegou cedo na terça-feira de manhã, embrulhado em papel marrom e barbante, selado com uma gota de cera vermelha. Ela o encontrou no fundo da pilha de correspondência matutina.Ela estava sentada em sua mesa na biblioteca, agradavelmente cheia com o café da manhã, abrindo cartas, pronta para ser rápida com o conteúdo.Camille Leyland - Cami - sobrinha obediente, súdita britânica, decifradora de códigos, espiã francesa, pronta para lidar com a correspondência matinal. As tias Fluffy não concordavam em abrir correspondência na mesa do café da manhã. “Um costume bárbaro”, dizia tia Lily.
Livros enchiam a sala em que ela se sentava e a maior parte do resto da casa substancialmente. Eles corriam do chão ao teto ao longo de todas as paredes do salão da frente, do hall de entrada, do salão dos fundos, o que originalmente era um quarto, e desse pequeno escritório nos fundos da casa. Os livros, cheios de páginas de anotações e cheios de marcadores, enchiam as prateleiras com profundidade e se encaixavam em todos os espaços disponíveis no topo.
Na sala ao lado, Lily e tia Violet balançavam para frente e para trás, arrastando lenços e discutindo amigavelmente . . . algo a ver com a simbologia gnóstica. De qualquer forma, elas tinha vagado profundamente no labirinto da disputa acadêmica. Qualquer decodificação feita hoje cairia em seu colo. A janela atrás dela estava aberta para a manhã. O sol caiu sobre essas prateleiras mais próximas no padrão das vidraças, dezoito trapézios através dos livros. A capa de couro era marrom, vermelho e azul suave. As letras douradas nos espinhos se transformaram em fogo.
Trabalhar, trabalhar. Ela tirava primeiro do caminho o pequeno negócio chato do dia. Era uma velha rotina relaxante cortar uma ponta fresca na caneta-tinteiro e desparafusar a tinta. Ela tirou os sapatos e aconchegou os pés sob as meias, confortável como um gato. Sua mesa estava vazia como o convés de um navio no mar. Quando alguém codifica e decodifica diplomatas e agências secretas do governo britânico, mantém uma mesa arrumada.
―Não consigo encontrar . . . ― Tia Violet se inclinou na porta. ― Cami, você mudou o manuscrito de Norbert por algum motivo?
― Experimente as caixas na mesa.― Essa resposta geralmente funcionava.
― Eu tenho aqui.― A voz da tia Lily soou em volta do canto. ― Eu estava consultando isso ontem à noite. Fanshaw está errado. Citações incorretas.Bolsa de estudos descuidada. Nenhum conhecimento real do assunto. Ele está simplesmente errado.
― Ex scientia vera― falou tia Violet.
Meia vida de latim sobre a mesa de jantar tornou a tradução automática. “Do conhecimento, a verdade.” Ela mesmo, sempre pensou que alguém poderia ter muita verdade.
Tia Lily cruzou a porta para a sala da frente, entrando e saindo da linha de visão, carregando um grande manuscrito.
― Estúpido como corujas .Não os húngaros. Tolos velhos abafados e a política de Cambridge. ― Isso era obscuro, mas provavelmente era verdade, as tias Fluffy eram experts em tais assuntos. Uma manhã serena, azul e dourada enchia o céu do lado de fora da janela à sua esquerda. O ar estava cheio de lutas acadêmicas e o cheiro de rosas tardias. Esta primeira carta . . .



Série Agentes Secretos
0.5-A Dama de companhia de sua Senhoria
1. Desarmado por uma Dança
2. Meu Lorde e Espião
3- A Rosa Proibida
4- O Falcão Negro
5- Espião Mestre
 

 PARCERIA LRTH+PRT

4 de julho de 2021

Entre o passado e o coração

Inglaterra, 1886.
A morte rondava os desventurados de Londres naquela noite de dezembro, mesmo os que tinham a sorte de contar com um teto sobre suas cabeças. Mas, apesar do frio, em uma das muitas pequenas vilas de imigrantes em White Chapel, um pequeno grupo de amigos reunia-se no pátio, próximo à janela da moribunda. Ali, onde tantas culturas se misturavam e nem sempre homogeneamente, senhoras idosas vestidas de preto, crianças, jovens e adultos rezavam, cada um em sua própria língua e religião, por aquela alma tão querida. Todos sabiam que aconteceria em breve, e a tristeza marcava os rostos amigos que faziam a vigília. O médico, por fim, saiu do pequeno cômodo, olhar contrito, o chapéu nas mãos.Anne Thèrese Templeton não mais estava neste mundo. As pessoas que moravam naquela vila, crianças e velhos, jovens e adultos, de repente, sentiram-se órfãos.No entanto, ninguém ali, eles tinham certeza, sentia-se mais triste do que a jovem filha de Anne.A pequena multidão abriu passagem para a moça que saía correndo da casa. A menina a quem chamavam carinhosamente de Amie. Ela correu sem direção pela noite de Londres, não sabia para onde estava indo e nem se importava. Queria apenas se afastar daquilo tudo.

Capítulo Um

Londres, 1888.
Quando a Sra. Howard fora chamá-la em seu quarto, dizendo que alguém desejava vê-la, Ártemis Templeton franziu o nariz, já antecipando o que lhe esperava: um velho, pomposo e rabugento mordomo, cheirando à água de colônia, que viera em nome de seu senhor, o lorde qualquer-coisa, para contratá-la. Nunca era muito diferente disso! Mas, mesmo diante de tal perspectiva, ela tinha de receber a pessoa. Depois que os Stratkery haviam se mudado para Kent, ela ficara desempregada, e, em pouco tempo, também ficaria sem dinheiro. A Sra. Howard era muito boa, mas dependia dos aluguéis para viver. Também não podia voltar para a vila, pois lá, não a deixariam pagar por suas despesas, o que Amie não considerava justo.
Seguida de perto pela dona da pensão, desceu a velha escada de madeira rumo à sala de visitas. Involuntariamente, parou por um instante na porta, para observar o visitante que, distraído, olhava a rua movimentada pela janela. O jovem negro, medindo quase dois metros de altura, virou-se e sorriu antes de tomar-lhe a mão para beijá-la polidamente.
—Jesus dos Reis, senhorita. Secretário pessoal do conde de Hallen. Muito prazer em conhecê-la.
Ele tinha traços bonitos, fortes, acentuados pela cabeça raspada e as roupas impecáveis. Seus olhos eram incrivelmente verdes.
—O prazer é meu, senhor. Sente-se, por favor.
—Creio que sabe por que estou aqui, miss Templeton.
—Acredito que seu patrão esteja interessado em meus préstimos como dama de companhia, estou certa?
—Exato. Sua Graça tem uma sobrinha que mora com ele desde o falecimento de sua irmã e o marido...
—Ouvi falar do acidente...
—O caso é que a babá de Ethnee decidiu nos deixar, e precisamos de alguém para substituí-la.
—Compreendo. – Então ela olhou-o nos olhos e disse: - Permite-me uma pergunta, senhor?
—Mas é claro!
—Tenho algum motivo para me preocupar com esta partida repentina da antiga governanta?
Os olhos do secretário arregalaram-se momentaneamente e, depois, ele riu.
— É uma pessoa franca, miss Templeton! De forma alguma. Ethnee é uma menina extremamente doce e bem educada.
—Entendo, e quanto ao conde? – Amie se permitiu sorrir também.
—Não terá de se preocupar com Sua Graça, miss Templeton. Lorde Hallen é recluso e raramente deixa sua biblioteca.
—É uma pena. Sua presença deve fazer falta à pequena lady.
O S. rDos Reis pigarreou e desviou o olhar do dela, não querendo fazer qualquer comentário que desabonasse seu patrão e bom amigo, mas tinha de admitir que concordava com a moça.

—O conde recebeu ótimas referências suas, senhorita, e espera que esteja pronta para assumir seu cargo imediatamente.
—Com toda a certeza, Sr. Dos Reis!
—Ótimo, não esperávamos menos da senhorita. – Ele se levantou encerrando a visita. – Sua Graça a espera amanhã, às oito horas. Um coche virá buscá-la.
—Como o senhor quiser. Até amanhã.
Ele fez uma breve reverência e saiu, acompanhado pela dona da pensão.
—Que homem encantador! Muito distinto, não?
—De fato.
—Uma pena o conde de Hallen viver isolado, não acha? Era um homem tão bonito...



Stefani Banhete, nova escritora brasileira,

vamos prestigiar lendo e comentando?

 

3 de julho de 2021

A Magia que vem de dentro

Aos 529 anos de idade, o Mago Evander já teve de se adaptar a mais mudanças do que ele de infância, a Vidente Aliz, lhe diz que um jovem loiro vai entrar em suas vidas e mudar tudo mais uma vez. 

Esse jovem se chama Tommy e ele não tem ideia do quão importante sua mera existência é para o futuro de seu país. Ele também não e seus amigos gostariam, mas a maior delas ainda está por vir, quando sua amiga faz ideia de que o famoso cantor, para o qual trabalha agora, também vai virar sua vida de pernas para o ar, despertando no jovem uma paixão não só pela sua recém descoberta Magia, mas também pelo próprio Evander. Juntos, Evander, Tommy e o grupo de músicos/guerreiros, recebem a missão de encontrar a sua Rainha perdida e defender seu lar de um novo ataque da mulher que destruiu, séculos antes, seu modo de vida pacífico e próspero.

 BAIXE AQUI O LIVRO

 


30 de junho de 2021

O Anjo de Bruce

 

Lady Charlotte MacLeod está desesperada para escapar do casamento com um traidor, então ela se torna uma pirata. 

Com o notório, ela é capaz de capturar o navio da Rainha e, finalmente, conseguir alguém para ouvir suas evidências. Mas ela não espera que a Rainha seja protegida pelo homem que uma vez roubou sua inocência e seu coração.
Liam Bruce passou anos servindo seu primo real. Enquanto ele não inveja este último dever de guarda, ele lamenta que isso o esteja impedindo de retornar à terra MacLeod e ao anjo de fogo que ele não consegue esquecer. Mas quando ele desmascara um pirata perigoso no meio de uma batalha desesperada, ele é a sua Charlotte cuspindo maldições nele!
Agora cabe a Liam proteger o seu amor de acusações de traição real. Ele pode convencer Charlotte a confiar nele novamente?



Série Os Anjos Highlanders
0.5- O Anjo de Bruce 

Área 51 Traduções.

No Baile de Caça à Noiva


Para um duque, não há nada como a emoção de uma perseguição para prender uma noiva ... Para Gabriel Devine, Duque de Wolverest, os laços do casamento não passam de algemas. 

Mas se ele continuar solteiro, só resta seu irmão mais novo para continuar o nome da família. Convidando as damas mais elegíveis da ton para um baile elegante, Gabriel tem certeza que qualquer uma delas estaria muito ansiosa para se tornar a próxima duquesa e fornecer um herdeiro— deixando Gabriel livre para continuar sua busca extasiada pelo prazer. Para pegar um patife ... Sua madrasta escaladora social daria qualquer coisa para que Madelyn Haywood fosse prometida a um futuro duque. Mas Madelyn acredita que os irmãos Devine não são nada mais do que vilões sem coração ― especialmente Gabriel, cuja reputação libertina o precede. Ele não é nada mais do que um escravo da paixão, e ela não será conquistada por suas carícias ― e ainda assim, seus caminhos perversos a tentam tanto.


Série Irmãos Devine
1 - No baile de caça a noiva
2 - Um Conde Sedutor
3 - Guarding a Notorious Lady

29 de junho de 2021

Não te mereço

Série Época

 

 

Michelle queria o que sua prima conseguira. 

Um marido que a amasse e protegesse tudo o que ela havia conseguido na vida. Para isso, inicia uma longa jornada, onde conhece um homem mal-humorado e rude que não a aprecia. Foi uma surpresa para ambos saber que eram parentes distantes, mas Michelle com seu objetivo em mente não ficaria deprimida com o que Edward pensava de sua busca por um marido. Esse metido não a conhecia de jeito nenhum.

Capítulo Um

Lady Johanna Fishburgne sorriu através do espelho para a criada enquanto esta penteava seus cachos negros e os prendia no lado da cabeça. Betsy franzia a testa enquanto, com os grampos de cabelo na boca, lutava para que o penteado ficasse como ela queria.
— Você saiu esta tarde?
—Não, milady. Eu estive passando o vestido desta noite. — Ela sorriu, colocando os grampos no lugar. — Já está perfeito, será a mais linda no jantar.
— Com Elizabeth à mesa?—ela disse ironicamente, mas não sentindo inveja pela beleza da sua amiga.
— É por causa do cabelo cor de mogno. —A criada começou a pegar as roupas que a patroa vestira antes de se trocar e Johanna olhou para ela preocupada, virando-se no banco da penteadeira. —E aqueles olhos verdes — ela sussurrou distraidamente, olhando para as meias.
— Betsy...
Sua criada olhou para ela com as roupas na mão. —Sim, milady?
— Você é feliz?
— Feliz? Claro, minha senhora. Tenho muita sorte de morar aqui e pela forma como toda a família me trata.
Johanna se levantou mostrando seu lindo vestido verde esmeralda com renda preta e aproximou-se dela segurando suas mãos, olhando para ela com seus belos olhos âmbar. —Eu sei que você amava aquele canalha que se aproveitou de você, e nós não falamos sobre isso.
—Isso são águas passadas, minha senhora. Ela corou tentando se afastar e suspirou quando não conseguiu. — Na sala de estar seu marido deve estar impaciente por sua chegada, condessa.
—Betsy...
—Ele se aproveitou do meu amor. Isso acontece muito. Há histórias assim em todas as casas. Não se preocupe mais, eu já superei isso.
—De verdade? Não mentes para mim?
Sua criada olhou para ela maliciosamente. — O novo mordomo não é ruim.
Johanna ofegou de surpresa. — Mas George tem o dobro da sua idade!
— Bem, ele está de olho em mim.
Johanna riu. —De verdade? O que ele disse?
— Ele me convidou para dar um passeio no domingo, — ela disse emocionada — e me deu um pequeno presente.
— Você não me diz nada! O que ele te deu?
Ela olhou para a porta de ligação do quarto do conde e pegou uma corrente de prata com uma pequena estrela pendurada no pescoço. —Bem... — disse a Condessa impressionada.
— Eu sei que não são como as jóias que o seu marido lhe dá, mas...
— O que importa é a intenção e eu gosto que seja atencioso com você. — Ela sorriu deliciada. —Estás feliz?
Betsy corou de prazer. —Muito. Nenhum homem me tratou com tanto carinho quanto ele.
— Fico feliz.
— Eu sei, milady.
A porta se abriu, assustando-as, e James, vestido com um traje de noite e com o impecável lenço branco, olhou para elas com desconfiança. — O que vocês estão aprontando?
Ambas riram. — Por que você acha que planejamos algo?
— Sua cabecinha não para de funcionar. —Ele se aproximou e beijou a esposa nos lábios enquanto Betsy deixava discretamente o quarto. — Você esta linda esta noite, condessa.
—E você é melhor marido a cada dia. — Ela o abraçou pela cintura e suspirou, aconchegando-se no

peito dele. — Meu gigante escocês.
Seu marido riu baixinho. — O que você tem?
— Estou um pouco cansada. Isso é tudo.




1- Elizabeth Bilford
2-A Mimada da Rainha
3- Condenada por seu amor
4- Você não me ama como eu quero
5- Juramento de Amor
6- O Herdeiro
7- Eu não posso ficar longe de você
8- Confia em Mim
9- Eu preciso de você na minha vida
10- Você me faz feliz
11-Uma moeda por seu coração
12- Lady Johanna
13- Lady Corianne
14- Não te mereço 

(esta série são livres independentes, pode ler fora de ordem)

Os Casamenteiros

Série Montgomery Saga

Kane Taggert relutantemente concordou em guiar quatro mulheres da cidade de Nova York em uma trilha no Colorado, pode se encantar por Ruth Edwards, uma viúva calculista e encantadora, se ele puder passar pela viagem de duas semanas sem estrangular a amiga de Ruth.

 

 

 

 

 

Capítulo Um

Sobre a escrivaninha de Kane Taggert havia um telefone com teclado de seis botões, todos os quais estavam acesos, mas quando soou sua linha particular, conectou a de número seis e esperou. Essa linha particular era para sua família e qualquer um que estivesse relacionado com seus dois filhos pequenos.
— Mamãe — disse, virando na cadeira para olhar a linha do horizonte de Nova Iorque —, que prazer inesperado. — Não perguntou, mas sabia que sua mãe desejava ou necessitava algo: se só quisesse conversar, não ligaria enquanto a Bolsa de Valores estivesse aberta.
—Tenho que te pedir um favor.
Kane não gemeu, embora sentisse vontade de fazê-lo. Fazia cinco meses que seu irmão gêmeo se casou e, depois disso, sua mãe se mostrou implacável em seus esforços para casar Kane, seu filho viúvo.
—Acredito que necessita de férias.
Ante isso, Kane sim gemeu. Olhou o teclado do telefone e viu que a linha número quatro começava a piscar, o que significava que Tóquio queria comunicar-se.
— Me conte, mamãe — disse. — Que nova tortura planejou para mim?
—Seu pai não anda muito bem...
—Vou até aí.
—Não, não, nada disso. É só que seu coração bom o colocou em uma situação incômoda e prometi ajudá-lo a sair dela.
Esse era um fato comum na casa de seus pais. Seu pai frequentemente se oferecia para ajudar as pessoas e se esforçava muito. Em um intento para protegê-lo, sua esposa muitas vezes tinha que se esforçar bastante para anular o oferecimento.
—Agora, o que ele fez? — perguntou Kane enquanto a linha número quatro se apagava.
— Já conhece nosso vizinho Clem — Começou a explicar quem era Clem para indicar que Kane não visitava a casa paterna há tanto tempo que poderia ter se esquecido de um conhecido da vida toda. — Ele costuma levar pessoas do Leste para acampamentos, lembra?
Enfim, no mês passado levou seis homens e, bem, foi um pouco duro para ele, Clem está envelhecendo e essas subidas são difíceis para ele.
Kane não disse nenhuma palavra, Clem era tão forte e resistente como um potro selvagem. Ele sabia muito bem que a saúde do vizinho não tinha nada a ver com o que sua mãe queria que ele fizesse.
— Enfim, seu pai se ofereceu para levar o próximo grupo de viajantes.
Clem também era bastante trapaceiro, de modo que se tinha persuadido enganosamente Ian Taggert para levar o grupo seguinte, alguma razão tinha.
— Era um grupo de chatos, suponho.
Pat Taggert suspirou.
— Do pior. Queixosos, com medo dos cavalos. O chefe lhes havia “pedido” que fossem, e não queriam estar ali.
O pior tipo.
— E do que Clem convenceu papai desta vez?
Kane percebeu o tom zangado na voz de Pat quando ela voltou a falar.
— Parece que Clem sabia que o próximo contingente de turistas era da mesma empresa, só que, Kane...
— Qual é a má notícia?
— São mulheres! Clem descobriu e pediu a seu pai para passar duas semanas guiando quatro relutantes mulheres de Nova Iorque em uma cavalgada esportiva. Imagina! Oh, Kane, não pode.
Kane se pôs a rir.
— Mamãe, nunca vai ganhar um Oscar, de modo que termine de uma vez. Quer que eu, seu filho viúvo, seu pobre e solitário filho viúvo, passe duas semanas com quatro jovens solteiras e talvez ele encontre uma mãe para seus filhos.
— Em resumo, sim — admitiu Pat, irritada, — Como espera conhecer alguém se passa todo o tempo trabalhando? Essas quatro mulheres vivem em Nova Iorque, onde você e Mike escolheram morar e...




Série Montgomery Saga
1- O Leão Negro
2- A Donzela
3- A Herdeira
4- O Corsário
5- A Duquesa e o Capitão
6- Eternidade
7- A Duquesa
8- A Sedutora - este e anteriores tradução independente
Próximos LR
9- Desejos
10- O Despertar
11- O Convite
12- A Princesa
13-Doces Mentiras
14- Os Casamenteiros 

22 de junho de 2021

Sempre adequado, de repente escandaloso

Série Temporada Escandalosa

Geoffrey Winters, o Visconde Redbrooke nem sempre foi o Lorde duro e implacável movido pelo decoro.

Depois de um erro trágico, ele resolveu honrar sua responsabilidade com a linhagem Redbrooke e viver uma vida livre de escândalos. Sabendo que seu dever é se casar com uma senhorita inglesa adequada e respeitável, ele seleciona Lady Beatrice Dennington, filha do duque de Somerset, a mulher perfeita para ele. Até ele conhecer a Srta. Abigail Stone…Para se distanciar de um escândalo pessoal, Abigail Stone foge da América para visitar seu tio, o duque de Somerset. Ela se encontra irremediavelmente intrigada com o duro e correto Geoffrey. Com seu estrito apreço pelo decoro e pela ordem, ele não se parece em nada com o homem com quem ela sempre sonhou. Abigail é tudo que Geoffrey não precisa. Ela vira seu mundo cuidadosamente ordenado em cada encontro. Enquanto eles começam a cuidar um do outro, Abigail guarda cuidadosamente o segredo que resultou em sua jornada para a Inglaterra.No entanto, se Geoffrey descobrir a verdade sobre Abigail, ele deve decidir o que tem mais valor — seu lugar na sociedade ou o lugar de Abigail em seu coração.

Capítulo Um

Londres, Inglaterra 1818
Um jovem senhor de posse de vastas propriedades e riqueza tinha que ser muito meticuloso em todos os assuntos. Servia a tal cavalheiro ter sua vida bem ordenada, sem escândalos e devidamente planejada.
Quando era jovem, Geoffrey Winters, agora falecido pai do Visconde Redbrooke, tinha avisado Geoffrey sobre suas obrigações familiares. Geoffrey falhara abominavelmente em suas responsabilidades. Até que ele havia assumido o título de Visconde Redbrooke, quatro anos atrás. Sentado à mesa de mogno em seu escritório, Geoffrey olhou fixamente para o papel cor de marfim à sua frente. Sua mente vagou de volta para uma noite escura, estradas enlameadas, um céu raiado de relâmpagos. Ele nem sempre tinha estado acima de qualquer reprovação…
As palavras na página ficaram confusas. Geoffrey balançou a cabeça com força e deixou de lado suas reflexões distraídas antes que elas o levassem para o caminho das velhas feridas e da culpa ainda forte. Ele pegou sua caneta e a mergulhou no tinteiro de cristal. A jovem deve ser de berço excepcional. Ele novamente mergulhou a ponta na tinta. A senhora não deve ter comparecido a mais de duas temporadas. Afinal, as jovens damas mais casáveis seriam identificadas com sucesso na primeira temporada por aqueles cavalheiros em busca de uma esposa. Qualquer coisa além de duas temporadas não devia ser tolerada.
A senhora deve possuir delicadas sensibilidades, uma risada educada e não ser dada a grandes demonstrações de emoção. Sim, seu par ideal não seria uma mulher dada a voos da fantasia ou possuidora de qualquer visão ingênua de amor. Houvera um tempo em que ele acreditava que a emoção absurda do amor era mais poderosa do que a responsabilidade. Seu lábio se repuxou em uma careta. Aquele erro tinha custado caro.
Geoffrey jogou a caneta no chão e abriu a primeira gaveta de sua mesa. Ele folheou várias folhas de papel e, em seguida, puxou outra lista familiar. Seu olhar rapidamente examinou os nomes na folha de jovens damas que poderiam ocupar admiravelmente o papel de viscondessa.
Lady Diana Shorington. Uma incomparável da temporada, ela seria um excelente par. Com sua pele clara e cabelo dourado, ela se encaixava bem nos padrões de beleza da sociedade. Devido ao seu status de filha com bom dote do Marquês de Castlebury, Geoffrey esperava que ela fizesse um casamento relativamente rápido naquela temporada. Ele tamborilou com as pontas dos dedos no topo de sua mesa. Havia a Srta. Anna Adams, filha do Visconde Wethersfield, sempre muito estoica e composta nos eventos da sociedade.Ou Lady Beatrice Dennington, a única filha do Duque de Somerset. Ela também possuía uma delicada beleza dourada.O olhar de Geoffrey se fixou no nome de Lady Beatrice, enquanto ponderava ainda mais sobre sua adequação. Recatada, apropriada e extremamente educada, ela seria uma viscondessa de Redbrooke excepcional.Todas as mulheres em perspectiva tinham uma característica em comum… eram extremamente enfadonhas…





Série Temporada Escandalosa
1- Sempre a prometida, nunca a noiva
2- Nunca cortejada de repente casada
3- Sempre adequado, de repente escandaloso
4- Sempre um cafajeste, para sempre o seu Amor

 

13 de junho de 2021

O Escandaloso Diário de Lily Layton


Sob o exterior doce e encantador de Lily Layton bate o coração de uma megera com segredos e desejos chocantes e escandalosos.

Mas como uma senhora gentil, ela confina suas fantasias proibidas, como aquelas sobre o filho devastadoramente bonito de sua patroa, ao seu diário... até que ela o perde.Oliver Carlyle, Marquês de Ambrose, finalmente encontrou a esposa perfeita, uma mulher que não se esconde de seus desejos escuros e carnais. Ele só precisa descobrir quem ela é. Quando ele tem um encontro secreto com uma estranha misteriosa, de repente ele começa a acreditar que ela pode ser a autora do diário.Ele está determinado a descobrir quem é sua mulher misteriosa...Seu maior medo - e fantasia mais profunda - é que ela pode ser a única mulher que ele não pode ter.

Capítulo Um

Abril, 1818, Hampshire, Inglaterra
O pequeno livro de couro marrom escuro parecia bastante inócuo até que alguém ousou dobrar a capa gasta e folhear as primeiras páginas. Oliver Simon Carlyle, o nono marquês de Ambrose, estava lendo a mesma entrada nos últimos minutos, incapaz de acreditar nas palavras escritas em uma caligrafia tão elegante e fluida. Absolutamente nada indicava o conteúdo lascivo e chocantemente excitante do que se revelou um diário do tipo mais escandaloso.
Querido diário,
Meu marido, que Deus o tenha, disse que meus desejos são abomináveis e pouco femininos e me advertiu severamente. Eu tentei tanto ser adequada, mas parece que estou destinada a ser amaldiçoada. Na noite passada, estive na passagem secreta oriental na mansão Belgrave e observei enquanto Lorde R separava as pernas de sua amante e lambia sua fenda brilhante. Lady W gritou, agarrou a cabeça dele e caiu de cara no chão. Ela parecia tão selvagem e tão maravilhosamente livre.
Para minha total vergonha e prazer, fiquei molhada, dolorosamente molhada. Corri o mais silenciosamente possível pela passagem oculta para meu quarto e me joguei sob as cobertas. Deus
me ajude, eu me toquei. Eu não era elegante... Eu enfiei dois dedos profundamente em meu canal escorregadio e...

Oliver fechou o fino volume de couro preto suavemente, uma respiração áspera sibilando por seus lábios. Ele estivera lendo o diário na última hora, incapaz de parar, embora estivesse consciente de que eram pensamentos privados de alguém que nunca teria compartilhado sentimentos tão íntimos e devassos com ele. Ou qualquer outra pessoa, por falar nisso.
Esses foram os segredos mais profundos de uma senhora que compareceu à festa em casa de sua mãe, que durou uma semana. A festa tinha sido, na verdade, a seu pedido, para que ele pudesse ver uma noiva em potencial em um ambiente íntimo, em vez dos mercados de casamento mais públicos da temporada. Se Oliver se lembrava com precisão, havia apenas cinquenta convidados presentes, e pelo menos trinta eram do

sexo frágil. Agora ele estava consumido por uma pergunta: quem era a autora?




 

 

A Fortaleza do Tempo

A advogada de discriminação de Nova York, Donna, busca implacavelmente a justiça para as mulheres. 

Mas enquanto luta com machos alfa no tribunal, ela não consegue resistir a eles em suas fantasias noturnas. Até que uma noite, quando está prestes a dizer "sim" para outro gigante tentador, ela percebe com um choque que não está em um sonho - mas de volta à antiga Noruega! O jarl viking Sigurd ama seu povo e jura mantê-lo seguro. Mas depois de perder uma batalha sangrenta, os restos degradados de sua fortaleza se tornam um alvo fácil para seus inimigos. Com poucos homens sobrando, sua única esperança de reforçar suas defesas a tempo é permitir que as mulheres do clã ajudem - uma solução a qual despreza profundamente. Mas quando uma deusa loira aparece do nada, o que mais isso poderia ser senão um presságio? Enquanto Donna luta contra a arrogância masculina viking de Sigurd com inteligência feminina, os inimigos se aproximam para o ataque. Conseguirão a advogada e o guerreiro ver além de suas diferenças culturais milenares, ou os invasores perversos saquearão sua chance de amor?




Série Chamado de um Viking
1- A Fortaleza do Tempo

Área 51 Traduções.

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