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26 de maio de 2026

Sete dias com seu Duque

Série Corações de Whitmores

Case-se comigo ou assista ao meu duelo ao amanhecer.
Uma única semana. É tudo o que Eleanor Whitmore precisa suportar sob o olhar atento e irritante do Duque de Salford...Dominic Elkins é charmoso, imprudente e totalmente imune ao amor. Acompanhar a irmã quieta e perspicaz de seu melhor amigo durante toda a temporada deveria ser simples. Até que ela se torna a única distração que ele não consegue ignorar...Ele jura protegê-la do escândalo. Em vez disso, ele a beija. E com a reputação de Eleanor em jogo, manter distância se mostra muito mais perigoso do que se render a ela...

Capítulo Um

Uma inspiração lenta e outra expiração ainda mais lenta.
Eleanor tentou de novo, com as mãos sobre o peito, enquanto tentava bloquear o barulho ao seu redor. Não que eles chamariam de barulho. Todos estavam sorrindo, rindo e dançando. Não, eles chamariam de música, mesmo que o pianista não conseguisse acompanhar e os dois violinos estivessem desafinados.
Como ela conseguia se concentrar na respiração enquanto profanavam Haydn? Embora ela achasse que a maioria das pessoas não se importava com o trabalho de Haydn.
—Sem dúvida, querida, ou levante seu leque.
Assentindo, Eleanor tentou ouvir a cunhada. Joanna havia se casado com seu irmão mais velho, Nicholas, quase um ano antes. Fora um começo complicado para eles, mas agora os dois estavam profundamente apaixonados. Isso era muito claro para qualquer um que pudesse vê-los, mesmo naquele momento, com Nicholas retornando para perto deles. Seus olhos estavam apenas em Joanna, cheios de absoluta adoração.
Isso facilitou um pouco a respiração de Eleanor. Inspirando fundo, ela pegou o leque e o balançou diante do rosto. Não conseguia se lembrar de nenhuma das aulas, tomara que não estivesse pedindo para ninguém ir até ela.
Eu não saberia o que dizer. O que fazer. Meu Deus, por que eu concordaria em ter uma temporada? Eu deveria ter implorado para ir para o campo. Logo estarei na prateleira.
Mas ela temia que fosse tarde demais, agora que estava participando do seu primeiro baile. O baile dela, na verdade. Joanna e Nicholas estavam organizando para ela. Joanna já havia confirmado que também tinha ingressos para o Almack's. Mais lugares para ela frequentar, conversar, flertar, dançar.
—Eleanor, você está bem? Só saí por um instante, mas parece que você vai desmaiar. Quer que eu pegue meus sais aromáticos? — perguntou Nancy Hiland, voltando do outro lado.
Nicholas conseguiu chegar até Joanna, mas olhou para a irmã. Franziu a testa.
— O que aconteceu?
—Nada aconteceu, — sua esposa o tranquilizou.
Eleanor agitou o leque ainda mais rápido. —Posso ir para casa?
Suspirando com um sorriso gentil no rosto, Joanna a lembrou: —Chegamos, querida. Você está apenas nervosa. Continue respirando. Nancy, mantenha os sais por perto.
—Nesse caso, posso ser dispensada? — tentou Eleanor.
A amiga dela respondeu: —Vou mantê-los à mão, na minha bolsa, para ter certeza. Se eu guardasse um na luva, meus parceiros de dança poderiam sentir o cheiro, e eu não posso ter isso. A menos que eu esteja dançando com o velho Lorde Arnold.
Embora o casal lançasse olhares severos à jovem com uma palavra de advertência, Eleanor silenciosamente agradeceu à amiga. A língua afiada de Nancy sempre a ajudava a se distrair. Esta era a segunda temporada de Nancy em Londres. Ela sabia exatamente o que fazer em qualquer evento especial. Sabia o que dizer, como provocar os cavalheiros e nunca se envergonhava.
Não sei como ela consegue. Eu poderia muito bem morrer de medo. Ou talvez não fosse medo, não exatamente. Eleanor tentou se lembrar quando Nancy concordou em deixá-la ficar atrás dos vasos de plantas novamente.
—Sais aromáticos? — Nancy ofereceu.
Ela engoliu em seco antes de balançar a cabeça. —Não, acho que não. Vou ficar bem. Só preciso de um momento. Desculpe, - acrescentou Eleanor em voz baixa, certificando-se de que ninguém estava olhando para elas. —É que tem tanta gente.
—Tem menos gente do que no baile do ano passado, — lembrou-lhe a amiga. Eleanor havia comparecido a alguns eventos na temporada passada. Ela não cumprimentou ninguém, nem dançou, nem participou de nenhuma atividade, mas seu irmão permitiu que ela estivesse presente ocasionalmente para os amigos.
Amiga. Nancy. Joanna conta, claro, mas isso é diferente. Ela é da família.
—Aquilo foi diferente, — Eleanor tentou explicar. —Eu não deveria estar presente. Mas agora... eu tenho um cartão de dança, Nancy. O que eu devo fazer?
3- Sete dias com seu Duque 
Série concluída

5 de maio de 2026

Sua Duquesa Inesperada

Série Corações de Whitmores
É muita ousadia sua invadir minha casa e me propor casamento, milady...

O desespero de Joanna Crampton a leva a se esgueirar para a propriedade do duque mais notório da alta sociedade. Com uma proposta intrigante...O dever de Nicholas Whitmore sempre vem em primeiro lugar. Então, apesar da abordagem ultrajante de Joanna, ela pode ser exatamente o que ele precisa. Se ela não o deixar louco primeiro...Mas antes que possam fechar um acordo, eles se envolvem em um escândalo. A única solução? Casar, mas ficar longe da vista um do outro. No entanto, Nicholas começa a perceber que essa dama fogosa está prestes a queimá-lo vivo. E ele não consegue escapar de suas chamas...

Capítulo Um

Joanna havia se acomodado na janela ao entrar na pequena sala amarela. Este era um dos seus cômodos favoritos em Crampton Manor, uma charmosa casa geminada localizada em Mayfair. Ela morou ali a vida toda e conhecia cada cantinho.
Este era o seu assento favorito, devido ao acolchoamento perfeito da almofada, à maciez das cortinas em suas costas e à excelente luz do sol que entrava pela janela, proporcionando-lhe a luz necessária para bordar. Embora não fosse algo pelo qual fosse apaixonada, ela estava determinada a fazer um lindo colete para o pai até o final do ano.
—Ah, aí está você.
Ela endireitou as costas imediatamente ao som da voz da madrasta. Qualquer pensamento de uma tarde alegre se evaporou com apenas algumas palavras curtas.
Beatrice Highler Crampton, com quase quarenta anos e a atual Condessa de Ely, exibia seu porte imponente. Seu cabelo loiro-claro estava penteado em cachos presos em espiral que apareciam sob a touca, e seus olhos azul-escuros percorriam a sala. Olhos que pousaram na outra jovem mulher na sala.
Joanna se encostou na parede enquanto sua meia-irmã, Madeline, se endireitava. Madeline tinha vinte anos, assim como ela, cabelos loiro-claros e lábios trêmulos.
—Mãe. — Madeline lançou um olhar para Joanna, como se pedisse ajuda, antes de forçar um sorriso. —Estou aqui a manhã toda, juro.
Ela não estava lá, mas Joanna não ia dizer nada. Provavelmente, Madeline estava lá embaixo, nos estábulos. Ultimamente, só criavam cavalos de carruagem, mas Madeline gostava muito de animais. Mesmo agora, havia um gato branco e fofinho chamado Sampson sentado em seu colo.
—Muito bem. Está na hora de você se dedicar à costura, porque precisamos terminar de preparar o seu enxoval.
Ah, que droga. O que a Beatrice tem em mente desta vez? A pobre Madeline franziu a testa, confusa.
—Preciso?
Sua mãe bufou, o que era o hábito mais impróprio para uma dama. Fora isso, ela mantinha a coluna ereta, o queixo erguido e a expressão diabólica de sempre. Seu vestido estava na cor da estação, que acabara de começar. Mas o laranja quente só a desbotou. Terrível. Mas nenhuma palavra foi dita. Joanna mordeu a língua e não disse nada, esperando ser ignorada durante toda a conversa.
—Você não ouviu? — Beatrice franziu os lábios de um jeito que só poderia ser descrito como ruidosa, antes de largar um jornal no colo da filha com grande desenvoltura. Ela esperou apenas um instante para que Madeline procurasse o que lhe chamara a atenção antes de apontar o dedo.
—Madeline, leia mais rápido. Não vê? Temos um novo duque na cidade. Não temos novos duques e novos títulos. Muito provavelmente, será um duque idoso que finalmente recebeu o título agora que seu pai, tio ou avô faleceu. Poucos herdariam um título tão jovem. Não que isso importe. Um título não necessariamente torna alguém interessante.
Mesmo enquanto Joanna se deixava levar por suas reflexões, ela não conseguia deixar de ouvir o discurso apaixonado de sua madrasta.
—O novo Duque de Henley está solteiro, Madeline. Você me entende? O homem precisa urgentemente de uma esposa. Aliás, já há rumores de que ele se casará antes do fim da temporada. Lady Lisabeth acredita que ele poderá ter alguém até o ano novo. E nós garantiremos isso.
—Eu..., mas como podemos ter certeza de que ele quer se casar? —perguntou Madeline, arregalando os olhos cada vez que a mãe gesticulava com as mãos. —Não é ele quem perdeu o pai e o irmão recentemente? Mãe, ele pode ainda estar de luto.
Beatrice acenou com a mão no ar, leviana. Ainda era gracioso e contido para qualquer observador, mas parecia positivamente indecente vindo dela. Joanna a encarou, surpresa, e se assustou quando ela furou o dedo. Chupando-o, observou a madrasta falar monotonamente.
—Sim, sim, tenho certeza de que ele seguirá as convenções. Como se fôssemos deixá-lo fazer qualquer outra coisa, mas tenho informações de fonte confiável de que está determinado a se casar muito em breve. É um dos motivos pelos quais ele está em Londres, tenho certeza.
Como se um lorde não fosse requisitado pelo Parlamento. Pelo menos seu pai se importa com seus deveres, enquanto a atividade parlamentar parece ser mais um hobby para todos os outros. Incapaz de se conter, Joanna perguntou: —Que tipo de fonte poderia ser tão confiável?
—Seu pai, na verdade. — Beatrice lançou lhe um olhar irritado, tão frio que Joanna quase babou em si mesma. Ela tirou o dedo da boca e verificou se não havia sangue. Quando olhou de volta, sua madrasta já havia se virado. Provavelmente, estava determinada a ignorá-la o máximo possível.
O que acontecia praticamente na maior parte do tempo.
Ela tinha apenas cinco anos na manhã em que sua mãe saiu para seu passeio habitual e não retornou. Embora se constatasse que seu coração não havia parado de bater, seu pai nunca mais conseguiu andar a cavalo. E Joanna nunca aprendeu. Algumas lembranças vagas de sua mãe viviam em sua mente, mas, acima de tudo, ela se lembrava dos anos de sofrimento que deixaram sua casa tão silenciosa.
Quatro anos antes, Beatrice ficara viúva e na miséria quando um primo distante assumiu o título de baronete. Ela se mudara para Londres, onde Joanna e seu pai residiam o ano todo, e no dia seguinte ao seu ano de luto, o Conde de Ely casou com ela.
Tinha sido uma manhã nublada. Joanna se lembrava de ter encontrado a mulher educada uma ou duas vezes antes do casamento, ao qual não comparecera. Ela estava sentada em uma casa de chá com Madeline. A jovem, da sua idade e que em breve seria sua irmã, mordiscava sua comida em silêncio enquanto Joanna tagarelava. Duas governantas lhes faziam companhia enquanto cuidavam de seus bolos.
Foi muito estranho.
Com o tempo, Joanna conseguiu abandonar a esperança que nutria no início da união. Parou de esperar amor ou mesmo atenção de Beatrice e passou a trocar gentilezas com Madeline, que podia parecer um raio de esperança, mas era quieta e tímida demais para brilhar.
—Vamos comprar vestidos novos para você. Já marquei um horário com Madame Constantine, já que Madame Isla já está reservada para toda a temporada. — sibilou Beatrice, irritada. Ela endireitou os ombros. —Vamos descobrir quais eventos ele participará e encontrar uma maneira de nos apresentarmos. Ele não parece ser exigente em relação à esposa, mas estou determinada a garantir que ele escolha você, e somente você.


Série Corações de Whitmores
1- Presa pelo acordo do Duque
2- Sua Duquesa Inesperada

14 de abril de 2026

Presa pelo acordo do Duque

Série Corações de Whitmores

—Temos um acordo, minha senhora. E você obedecerá a cada palavra minha.

Quando sua madrinha insiste em encontrar um pretendente para ela, Charlotte fica horrorizada ao ser colocada sob a orientação do arrogante Duque de Wakefield...
Adrian vive para a aventura, não para o casamento. Mas ensinar à teimosa afilhada da tia os costumes da alta sociedade? Esse é um desafio ao qual ele não consegue resistir...Ela está determinada a desafiar todas as suas “lições”. No entanto, a cada ato de rebelião, Adrian percebe que a ideia de outro homem a tocar o enche de uma fúria perigosa e implacável.

Capítulo Um

Quando Charlotte Whitmore pensava em si mesma, gostava de imaginar palavras como, atenciosa e gentil—. Essas eram palavras que seus pais teriam usado quando vivos. Não hesitante—. Não esquiva
E, no entanto, lá estava ela. Hesitante, cautelosa. Consertando algo que havia evitado durante o último ano.
Pelo menos eu tinha uma desculpa para lamentar. Mas agora, não há mais nada. Tenho vinte anos e ainda não me assumi na sociedade. Embora eu apreciasse nada mais do que um passeio pela floresta e um bom livro, está na hora de eu crescer. A prima Eleanor tem razão. Minha madrinha merece esta visita.
Ela respirou fundo e bateu à porta de uma deslumbrante mansão londrina, não muito longe do Palácio de Buckingham. A estrutura devia estar ali há muito tempo. Anos e anos.
Ela piscou, esticando o pescoço com curiosidade. Seriam colunas dóricas? Ela nunca conseguia se lembrar delas em comparação com as jônicas.
—Bem-vinda à Casa Bradford. — Ela deu um pulo para trás ao ouvir a voz amigável de um mordomo mais velho, agora parado na porta aberta. —A senhora deve ser Lady Charlotte Whitmore, afilhada da Duquesa Viúva de Bradford. Chegou bem na hora, minha senhora. Entre.
—Ah, eu... obrigada. — Charlotte não se lembrava se deveria fazer uma reverência aos funcionários. Conseguiu acenar rapidamente com a cabeça antes de entrar. —Cheguei mais cedo, mas estava preocupada em chegar cedo demais. Só estava admirando a casa.
Seus olhos percorreram o interior impecável. Nunca tendo estado ali antes, ela mal sabia para onde olhar primeiro. O papel de parede colorido, as belas pinturas e a escadaria deslumbrante eram todos grandiosos demais. Acho que estou acostumada com a casa dos meus primos. A casa de campo deles é simplesmente adorável. Mas Londres é... Bem, Londres é tão diferente e, ao mesmo tempo, tão próxima. Charlotte mal conseguia se lembrar da última vez que estivera em Londres, provavelmente, tinha oito anos, logo após o falecimento da mãe, e seu pai a levara consigo. O lugar era barulhento e solitário na época. Mas, depois disso, ela passou os onze anos seguintes no campo com o pai até ele falecer. Depois disso, ela gostou de morar com os primos durante o ano de luto.
—Minha Senhora?
—Hm? Ah! Ah, sim. Aqui está.
Ela tirou às pressas as luvas pretas e o gorro antes de brincar com seu vestido de verão. Era de um lindo tom de lavanda, havia lido vários livros com sua prima Eleanor para saber o que era elegante o suficiente para vestir, já que estava saindo dos dias de luto.
—Minha madrinha não está esperando há muito tempo, não é?
O mordomo riu baixinho. Era um sujeito mais velho e de aparência amigável, talvez da idade do pai dela, com cabelos brancos e cacheados e um sorriso generoso. Embora tivesse um nariz grande, seu uniforme estava bem passado e ele se movia com graciosa facilidade enquanto a conduzia pelo corredor.
—Sua Graça espera o tempo que quiser—, foi tudo o que ele disse. —Por aqui. Acabamos de reabrir o solário, e ela achou que você poderia aproveitar a luz do sol daqui. Aqui está, Minha Senhora.
—Não acredite em uma palavra que esse homem diz—, disse uma voz familiar e autoritária. A Duquesa Viúva se levantou com os lábios franzidos e um brilho nos olhos. Ela brincou com o leque antes de apontá-lo para ele. —Seu bajulador. Você escolheu este recinto, e eu não vou levar o crédito por tal coisa. Entre, Charlotte. Nossa, você é um colírio para os olhos. Deixe-me olhar para você.
Charlotte entrou na sala, vacilante. Lambeu os lábios antes de forçar um sorriso.
O mordomo assentiu com um sorriso reconfortante antes de se afastar.
Charlotte ouviu a porta se fechar atrás de si. Isso não foi nada reconfortante, mas ela entrou mais na sala mesmo assim.
A Duquesa Viúva estava em movimento, seu vestido esvoaçando enquanto se apressava em torno de Charlotte com seu nariz pontudo e olhar penetrante. Ela parecia um furão, farejando seu próximo prêmio.
Charlotte se preparou. Ela e a criada de Eleanor passaram a manhã toda montando seu conjunto e arrumando seu cabelo para que não houvesse reclamações.
A Duquesa Viúva era um símbolo da sociedade londrina. Ela passava a maior parte do tempo na cidade com suas amigas — outras grandes matronas da alta sociedade. Elas exigiam uma apresentação impecável. Charlotte a manteve afastada o máximo que pôde, mas parecia que havia chegado a hora de elas conversarem novamente.
—Você está muito magra—, anunciou a Duquesa Viúva antes de retornar ao seu assento acolchoado e se sentar. Pegando os óculos do pescoço, ela arqueou uma sobrancelha para Charlotte. —Sente-se, minha querida. Você não é uma estátua em exposição. Seu tio não está te alimentando bem? Não sei o que eles têm no interior. Nada além de sangue de porco, suponho.
Charlotte foi até uma cadeira próxima, alisou as saias e respondeu em tom comedido: —Acredito que o sangue de porco possa ser usado em várias receitas, mas nenhuma delas eu conheço ou uso. Agradeço seu bom humor em um dia tão nublado, Vossa Graça. Também confio que esteja em boas mãos?
—Claro que sim


Série Corações de Whitmores
1- Presa pelo acordo do Duque