24 de abril de 2011

O Preço De Uma Noiva


Ela jamais se casaria com ele!
O último homem que Arabella Hadley deseja ver outra vez é Lucien Deveraux, o charmoso, atraente e dissoluto duque de Wexford, que anos atrás partiu seu coração e depois foi embora para Londres.

Por isso, quando encontra um homem desfalecido na estrada deserta que leva à sua casa, e reconhece Lucien, ela fica tentada a deixá-lo ali mesmo e prosseguir caminho.
Mais perturbador, porém, do que a presença dele, é o beijo ardente que ele deposita em seus lábios chocados, e sua própria reação àquela carícia.
Seria muito insensato levá-lo para casa para se recuperar?...
Isto é, pensando bem,talvez sim...
Lucien não se atreve a revelar por que voltou para sua propriedade no campo, nem por que abandonou a encantadora Arabella anos atrás.
Principalmente porque é óbvio que ela esconde algum segredo.
Mas quando as tias casamenteiras de Arabella dão um jeito de comprometer os dois, eles são obrigados a se tornar marido e mulher...
O que dificulta ainda mais lutar contra a paixão que nunca deixou de existir...

Capítulo Um

Yorkshire, Inglaterra Novembro 1814

Wilson! Por que tinha de fazer isso?
A carruagem parou de repente, derrubando o cesto onde havia potes de geléia de framboesa.
Os potes se quebraram.
Alarmada, Arabella Hadley abriu a porta do veículo e olhou para a noite escura.
— Ned? O que aconteceu?
— Venha depressa, Srta. Hadley! — chamou o empregado.
Rapaz simples de dezessete anos, ele também servia de lacaio, menino de recados, assistente de cozinha, e fazia todos os outros trabalhos pelos quais Arabella não podia pagar.
— Wilson fez aquilo de novo. A voz do velho cavalariço se ergueu em protesto.
— Quieto menino falastrão! Não precisa chamar à senhora.
Arabella passou por cima da geléia derramada e desceu da carruagem.
Esperava que Wilson não houvesse atropelado outro porco miserável.
Lorde Harlbrook ainda não havia se recuperado da perda de seu precioso animal no mês anterior. Ela parou diante da carruagem.
— Por que paramos?
Ned apontou para Wilson, que resmungava de cabeça baixa.
— Ele dirigia como um maluco e...
— Eu não! — Wilson protestou.
— Sim, você dirigia! E quando fez a curva, deve ter assustado o cavalo daquele homem, porque ele empinou e...
— Que homem? — Arabella interrompeu. Wilson apontou para a lateral da estrada.
Arabella se virou apreensiva.
Na escuridão da noite, só conseguia ver a silhueta de um homem caído no chão.
Seu coração quase parou quando ela identificou o casaco de múltiplas camadas e o inconfundível brilho de um caríssimo par de botas Hessian, polido com perfeição.
— Por Deus! — ela gemeu. — Ele está... morto?

DOWNLOAD
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Oiiiiii...Não vai sair sem deixar um comentário vai?

Aqui é seu canal compartilhando a leitura...Conte para nós o que achou do último livro que leu ou lendo, livros que está afins de ler, comente o que desejar sobre o blog, os livros, só não vale detonar revisões e sim agradeçam as revisoras que fazem com carinho a leitura chegar à vocês!
bjs, Jenna e Seriam

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...