Isabel Elliot só quer uma vida tranquila, num lugar onde a comida seja valorizada e onde não seja tratada como escrava. Desde que sua mãe morreu, deixando-a aos 13 anos com o pai alcoólatra, ela aprendeu as dificuldades da vida.
Mas quando ele também morre, ela tem que deixar sua casa em Savannah, Geórgia, para viver com sua tia, que não faz nada além de humilhá-la e fazê-la trabalhar quase até a exaustão. Seu único consolo são as receitas que sua mãe lhe ensinou desde muito jovem, sempre lhe dizendo que o melhor ingrediente para torná-las tão deliciosas era o amor. Com a ajuda de uma boa amiga, ela descobre uma vaga para cozinheira em uma enorme fazenda em Montana. Embora não dê muita atenção no início, quando as coisas pioram, ela decide tentar a sorte e, dias depois, se encontra a caminho da fazenda "4D". Charles Brandon é, na verdade, herdeiro de uma vasta fortuna e do título de Barão Clarencott, mas não quer mais saber da vida que deixou para trás há muito tempo e está feliz morando com os amigos, que considera família. Como um dos sócios da maior e mais rica fazenda da região, ele não precisa de dinheiro, mas sim de uma esposa, ou assim pensava antes de se interessar pela mulher errada. Então, ele conhece a nova cozinheira, e toda a sua vida vira de cabeça para baixo.
Capítulo Um
Isabel estava terminando de servir o jantar nos vários recipientes que seriam levados à mesa. Havia muita agitação na cozinha, pois alguns convidados de sua tia haviam chegado de longe naquela noite, e queria causar uma boa impressão, já que aparentemente o tio Henry tinha negócios com eles. Mabel, sua amiga e empregada mais antiga da casa, ajudava em tudo e também carregava os pratos para a mesa.
— Esses estão prontos para levar? — perguntou sua amiga Mabel, que entrou a toda pressa na cozinha.
— Sim, mas a bandeja com o camarão, ainda não. — Pegou cuidadosamente o arroz de camarões e o colocou delicadamente no centro da bandeja, depois dispôs cuidadosamente o restante do camarão que havia reservado ao redor da bandeja em um padrão artístico. — Agora está pronto.
— Parece perfeito, Isabel.
Ela sorriu. — Você não viu o pescado. É salmão cozido com semolina.
Mabel riu. — Tenho que admitir que, quando vi a semolina pela primeira vez, não achei nada apetitoso. Mas depois de ver como você o prepara e tudo o que coloca nele, posso dizer que é a coisa mais deliciosa que já provei.
— Obrigada, Mabel.
— Os convidados estão satisfeitos com o que está sendo servido. Só falta esta bandeja?
— Sim, as saladas e os legumes quentes já estão sendo levados à mesa.
— Só faltam as sobremesas, que serão servidas no final. — Ela foi até um canto onde havia vários tipos de doces. De torta de nozes-pecã e coco a bolo de limão e creme, passando por um bolo “red velvet” tão fofinho que seria o sucesso da noite. Não tinha sido nada fácil, já que ela teve que preparar as beterrabas para dar aquela cor especial e depois recorrer a alguns truques para disfarçar o sabor.
— Todos vão enlouquecer com essas sobremesas. O pessoal da Virgínia está falando da sua tia, por sua causa. A alta sociedade já está falando da moça que cozinha na casa da Sra. Rebecca Elliot. Se continuar assim, vai ficar tão famosa que pode sair daqui a qualquer momento para abrir seu próprio restaurante.
— Espero que isso seja possível um dia, minha amiga, — sorriu aos bons desejos de Mabel. — Mas, por enquanto, vamos continuar com este jantar e torcer para que seja mais uma noite de sucesso na casa dos Elliot. Três horas depois, Isabel estava quase desmaiando de exaustão. Ela pensou que aquelas pessoas nunca iriam embora, e a cozinha estava uma verdadeira bagunça para limpar. Sentou-se por um instante para descansar os pés, mas quando ouviu passos se aproximando, levantou-se imediatamente, pensando que era sua tia.
Capítulo Um
Isabel estava terminando de servir o jantar nos vários recipientes que seriam levados à mesa. Havia muita agitação na cozinha, pois alguns convidados de sua tia haviam chegado de longe naquela noite, e queria causar uma boa impressão, já que aparentemente o tio Henry tinha negócios com eles. Mabel, sua amiga e empregada mais antiga da casa, ajudava em tudo e também carregava os pratos para a mesa.
— Esses estão prontos para levar? — perguntou sua amiga Mabel, que entrou a toda pressa na cozinha.
— Sim, mas a bandeja com o camarão, ainda não. — Pegou cuidadosamente o arroz de camarões e o colocou delicadamente no centro da bandeja, depois dispôs cuidadosamente o restante do camarão que havia reservado ao redor da bandeja em um padrão artístico. — Agora está pronto.
— Parece perfeito, Isabel.
Ela sorriu. — Você não viu o pescado. É salmão cozido com semolina.
Mabel riu. — Tenho que admitir que, quando vi a semolina pela primeira vez, não achei nada apetitoso. Mas depois de ver como você o prepara e tudo o que coloca nele, posso dizer que é a coisa mais deliciosa que já provei.
— Obrigada, Mabel.
— Os convidados estão satisfeitos com o que está sendo servido. Só falta esta bandeja?
— Sim, as saladas e os legumes quentes já estão sendo levados à mesa.
— Só faltam as sobremesas, que serão servidas no final. — Ela foi até um canto onde havia vários tipos de doces. De torta de nozes-pecã e coco a bolo de limão e creme, passando por um bolo “red velvet” tão fofinho que seria o sucesso da noite. Não tinha sido nada fácil, já que ela teve que preparar as beterrabas para dar aquela cor especial e depois recorrer a alguns truques para disfarçar o sabor.
— Todos vão enlouquecer com essas sobremesas. O pessoal da Virgínia está falando da sua tia, por sua causa. A alta sociedade já está falando da moça que cozinha na casa da Sra. Rebecca Elliot. Se continuar assim, vai ficar tão famosa que pode sair daqui a qualquer momento para abrir seu próprio restaurante.
— Espero que isso seja possível um dia, minha amiga, — sorriu aos bons desejos de Mabel. — Mas, por enquanto, vamos continuar com este jantar e torcer para que seja mais uma noite de sucesso na casa dos Elliot. Três horas depois, Isabel estava quase desmaiando de exaustão. Ela pensou que aquelas pessoas nunca iriam embora, e a cozinha estava uma verdadeira bagunça para limpar. Sentou-se por um instante para descansar os pés, mas quando ouviu passos se aproximando, levantou-se imediatamente, pensando que era sua tia.
— Você se destacou, Isabel. Os pratos não só pareciam deliciosos, como estavam lindos. — Mabel entrou na cozinha naquele momento e sentou-se, suspirando de exaustão. — Meus pés estão me matando.