Mostrando postagens com marcador Vanessa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vanessa. Mostrar todas as postagens

8 de setembro de 2026

Vanessa

Série Senhoritas Americanas

Quem seria tão desesperado a ponto de se casar com a espinhosa Vanessa Cleveland? 
Desesperado e louco. William Witthall, conhecido como o Conde Louco, está falido. Talvez seja por sua má administração, ou talvez por sua predileção por falar sobre duendes. Ele não sabe. A única certeza que tem é que precisa de ajuda para salvar suas terras, e quem melhor do que a brilhante Srta. Cleveland? Vanessa não conseguirá resistir ao desafio de provar que pode fazer tudo o que lhe é proibido, especialmente quando os segredos de seu passado voltam para assombrá-la e forçá-la a descobrir do que são feitos seus sonhos e aspirações. Você é tão louco quanto William? Você se atreve a mergulhar na história de Vanessa?

Capítulo Um

Inglaterra, outono de 1954.
O céu estava cinza-plúmbeo, com nuvens baixas e densas que prometiam chuva congelante nas próximas horas. Vanessa Cleveland teve que aproximar a vela de suas anotações para conseguir ler.
O frio não a incomodava, ela estava acostumada aos invernos de Boston. Mal notou o lacaio que se aproximou para atiçar a lareira. Estava absorta em sua próxima tarefa, e a pilha de livros continuava a crescer bem à sua frente.
Ela havia prometido a Simon Patinson que, antes de retornar à América, deixaria para ele mais alguns artigos para publicar como Dr. C, para que ele não desaparecesse no mesmo dia que ela e as suspeitas não recaíssem sobre seu nome. Ou pior, sobre o de Sir Philip Johnson, seu tutor.
Ela devia muito a Sir Johnson, e fora impossível para ela não desenvolver um forte afeto pelo homem que a acolheu em sua casa e a incentivou a continuar seus estudos. Aliás, foi o próprio Sir Johnson quem a apresentou a Patinson depois de ler alguns de seus trabalhos.
Vanessa teve que admitir que a ideia de assinar com um pseudônimo, e ainda mais um que sugerisse que ela era um homem, a incomodava. Mas era um começo, era alguma coisa, era mais do que ela havia conquistado em Boston como resultado de sua rebeldia.
Essa rebeldia foi o que a levou a embarcar num navio, com a ideia de que a Inglaterra a ajudaria a amadurecer. A imagem de Robert Cleveland, com os olhos vermelhos e o maxilar cerrado, sem demonstrar qualquer desejo de se despedir, era uma lembrança que ocasionalmente lhe vinha à mente.
Talvez ela tivesse exagerado. Do que ela tinha certeza era de que seu pai havia exagerado. Ela esperava que esse ano de distância tivesse acalmado as coisas entre eles e, acima de tudo, os ajudado a encontrar um terreno comum, como havia acontecido com Sir Johnson.
Ele supôs que era por isso que, devido à nostalgia e à influência de suas emoções, a caneta deslizava pelo papel naqueles momentos, revelando sua preocupação ainda maior: os papéis sociais. O que uma dama podia ou não fazer? E como essa prisão feminina se estendia aos homens limitando sua liberdade?
Desde que chegara a Londres no início do ano, ela se inspirara para escrever seus artigos na situação das mulheres ao seu redor. Miranda Clark, agora Lady Bridport, expôs a hipocrisia social, Cameron Madison, Sra. Walsh por alguns meses, a desigualdade, e Emily Grant, Lady Webb, se as notícias sobre seu casamento fossem verdadeiras, os estereótipos…Ela mergulhara, navegara e absorvera os eventos ao seu redor para evitar se concentrar no espinho em seu pé, a sociedade falida que ela exigia dela: ser mulher e querer estudar. Agora que sabia que um oceano a separaria da Inglaterra, sentia-se livre para expô-lo, como a cereja do bolo, como o fechamento de um capítulo.
Sim. Ela voltaria madura, fortalecida e determinada. Voltaria aos Estados Unidos para estudar, e não como homem, como tentou no passado, mas como mulher.
—Srta. Cleveland—A voz da governanta interrompeu seu trabalho—, A Srta. Amy Brosman chegou.
—Muito obrigada. —Vanessa ergueu os olhos e, vendo a desordem de livros, canetas e papéis, acrescentou: —Leve o chá para a sala de estar, eu a receberei lá.
A mulher de Boston não era de sorrisos e demonstrações de emoção, então sua expressão permaneceu impassível, bem diferente do que se passava por dentro, ela estava encantada com a visita. Isso, claro, se ignorasse a interrupção que deixou seu artigo inacabado.
Amy Brosman era pupila do Marquês de Shropshire, Anthony Richmond, e de sua esposa, Katherine. Nobres ricos e influentes, eles se dedicavam integralmente a melhorar a vida dos órfãos da Inglaterra desde sua união. Amy era uma delas, uma lutadora que nunca desistia. Foi essa garra, essa determinação, que levou os Richmonds a acolhê-la em sua casa e proporcionar-lhe a mesma educação que seus próprios filhos. Contudo, a Srta. Brosman não considerava sua boa sorte como algo garantido, nem tinha a intenção de fazer o que se esperava dela: encontrar um bom marido por meio das conexões do Marquês. Pelo contrário, ela ansiava por continuar seus estudos para se tornar professora, seguindo o caminho defendido por Horace Mann na América.
Foi essa sede de conhecimento e essa ambição de progresso que Vanessa identificou imediatamente. Sem mencionar que, para realizar seu sonho...
Amy sonhou que tinha que viajar para Boston, e a Srta. Cleveland ficou entusiasmada ao saber que desta vez não passaria as semanas de viagem na companhia de uma senhora rígida e mal-humorada, como acontecera no passado.
—Amy, finalmente chegamos a um acordo—, cumprimentou Vanessa, que não se importava muito com as regras de etiqueta. Isso agradou Brosman, já que ela também achava o excesso de protocolo tedioso.
—Desculpe, os preparativos estão realmente me afetando e a Kath… Lady Katherine —ela se corrigiu rapidamente—, está um pouco nervosa com a minha partida.
—Você conquistou o afeto delas. — O sorriso que ela ofereceu era genuíno. Ela havia conquistado o afeto de sua tutora e de sua mãe, Henriet, e achava difícil imaginar a vida sem elas. Lamentava não ter sido mais fria e distante, como sempre fora, assim, o laço teria sido mais fácil de romper. Assim como com as damas americanas.
—Sim, elas me deram tanto que às vezes me sinto culpada…, foram minha inspiração. Mudaram tantas vidas para melhor, e acho que, mais do que qualquer coisa, posso retribuir com…— Ela se emocionou, as palavras embargando na garganta. Vanessa aproveitou o momento para servir o chá, entregar-lhe um doce e abrir as cortinas com a tênue esperança de que o sol inundasse o quarto.
—Com bobagens sentimentais—, completou ela por ela. —E você tem razão, Amy—ela se permitiu usar o tu informal com ela, como haviam combinado em confidência —abraços são inúteis. Mas, se você der continuidade ao trabalho delas, a partir de onde está agora, então você realmente as deixará orgulhosas.
—Espero que sim…







Série Senhoritas Americanas
2- Cameron
4- Vanessa
Série concluída

11 de janeiro de 2017

Coleção Sissi

As Quatro Irmãs
Sir Giles Russell, elegante, gentil, despertava no coração de Abigail anseios profundos que ela não queria reconhecer: tinha três irmãs mais novas para casar e se considerava uma "solteirona" sem esperança...
Só que lady Jeffrey estava decidida a arranjar marido para as quatro lindas sobrinhas de qualquer maneira, e pôs a nobreza londrina em polvorosa com o bolo mágico, que uma cigana jurara ser um filtro de amor!
Vanessa
Chamada de feia e desajeitada pelo jovem visconde Peregren, Vanessa enfrentou-o e discutiu com ele durante um baile, no meio do salão, para horror e delícia da alta sociedade.
Banida de Londres, ela foi embora apoiada no ódio que sentia pelo arrogante nobre de cabelos ruivos e olhos verdes. O que Vanessa não sabia é que tinha um encontro marcado com o amor, em Paris, depois de muitos desencontros.









Pasta Bárbara Cartland: 
Coleção Sissi   05, 06
(relançamentos)





8 de outubro de 2011





















































Diga seu nome e de onde você é ?

Vanessa Vieira, sou de Joinville/ Santa Catarina.



Fale um pouco de você...Se acha viciada (o) em ler romances?

Totalmente !!!! Eu sempre adorei ler, de tudo mas desde que descobri os ebooks, nossa, não parei mais de baixar. Tenho mais de 200 no meu computador.



Costuma ler quantos livros na semana ?

Olha por semana, eu devo ler uns 7 a 8 livros. Leio pelo menos 1 por dia, e final de semana como tenho mais tempo, leio uns 2 ou 3, dependendo da quantidade de páginas.



O que acha de quem lê só romances e não outra leitura ?

Ah acho normal, é questão de gosto né ? Eu não consigo ler outra coisa. rs



Qual o primeiro livro que leu?

Ixx, olha eu comecei a ler livros de romance mais atuais são os chamados contemporaneos né ? Li quase todos da Marian Keys, que eu adorei e recomendo.



Fale um pouco sobre ele...

Eu li a séria toda que eram: Casório, Férias, É agora ou nunca, Melancia, cada livro conta a história de uma irmã, é muito bom.



Qual sua autora(s) preferida (s) ?

Vix, são tantas, mas eu adoro principalmente os livros da Julia Quinn, adoro o modo que ela escreve, além de ter muito romance, sempre tem cenas cômicas, as vezes fico rindo sozinha que nem uma tansa na frente do computador.

Mas também gosto bastante da Candace Camp, da Jude Deveraux, da Teresa Medeiros, gosto também dos livros da Meg Cabot, que ela escreveu como Patricia Cabot.



Lê todo tipo de romance, ou tem algum preferido (medievais, regência) ?

Olhaa, leio todos, mas adoro os medievias, os de regência. Ultimamente só não leio muito os contemporaneos.



Qual o seu mocinho/mocinha inesquecível e porque?

Vou dizer uma coisa, tenho uma queda por mocinho com cicatriz, ou com alguma deficiência. Esses tempos li um livro lindooo sobre um mocinho que era surdo e mudo, o nome do livro é Ouvindo o Coração de Bonnie Dee, foi o único livro que eu li dela, mas adoreeeei.

E de mocinha eu adoro o livro Lady Liana, da Jude Deveraux, nossa essa mocinha é muito engraçada e muito valente, adoro a cena que ela bota fogo na cama que o mocinho tá com a amante.



Que tema não gosta que a autora aborde em um livro ? (cabe aqui: estupro, violência. etc..)

Olha não e bem um tema, mas eu detesto livro em que a mocinha é um pé no saco de teimosa, tipo o cara tá no meio da batalha e fala pra ela fica aqui, e mesmo assim ela vai e faz outra coisa, uuiii detesto !!!!

Esses dias mesmo tava lendo um livro, beeem no comecinho (nããõo consigo lembrar o nome), mas meu deus como a mocinha era insuportável, não consegui nem terminar, deixei na metade.



Qual mocinho/mocinha que mais odiou num livrinho?

No começo do livro Lady Liana da Jude Deveraux.



Que livro foi este e porque ?

Nossa odiava o mocinho, que era insuportável, praticamente estuprou a coitada da mocinha na noite de núpcias e só queria saber do dinheiro dela. Mas depois ele foi melhorando. rs



Em que romance você gostaria de estar no lugar da mocinha?

Por mais que adoooreee ler livros de romance histórico não me imagino nessas vidas de antigamente não, sendo controlada por pai, marido, irmão. Deus o livre...



Já se identificou com alguma personagem, em que romance ?

Não, nenhum.



Seu Príncipe... seria qual personagem de um romance?

Seria o Collin Bridegerton, do livro Seduzindo Mr Bridgerton da Julia Quinn.

Ou o Gregory Bridegerton do livro A caminho do Altar.



E no momento que livro está lendo?

Comecei hoje a ler o livro A conquista do Amor da Candace Camp, e estou gostando.



É realizada (o) profissionalmente ?

Com certeza, Sou Nutricionsita formada, e adoro a minha profissão, desde que terminei a faculdade também, tenho bem mais tempo de ler, e no meu trabalho que é em uma cozinha industrial tenho bastante tempo pra ler, sempre que tá tranqüilo do uma fugida pro PC pra continuar de lendo meu livrinho.



Gostaria de ser alguém diferente de vc ?

Não, gosto bastante de quem eu sou :D



Encontrou o amor de sua vida?

Pode se dizer que sim, em outubro estou juntando os trampos com o meu namorado de 4 anos.



Já teve um grande amor ?

Meu atual namorado.



Já teve um sonho realizado ?

Já, acabei de conseguir comprar minha casa.



Alguma saudade...pode falar um pouco ?

As vezes dá uma saudade de ser criança, sem responsabilidade nenhuma....



Já perdeu alguém muito querido ?

Graças a Deus, faz tempo que não perco ninguém querido, a ultima pessoa foi minha vózinha, mas como eu era pequena não senti muito na época.



Acredita em outra vida além dessa ?

Cooooom certeza, não tenho religião nenhuma sabe, fui criada na religião católica, pela minha família, mas depois de grande preferi não seguir nenhuma.

Mas acredito muito em vida após a morte e em carma !!!

Acredito muito que se você tá sofrendo nessa vida, você deve ter feito muito mau pra alguém na outra vida.



Se fosse pedir algo à humanidade ...?

Eu pediria para as pessoas pararem de desperdiçar tanta comida.

Nossa eu vejo sobre como falta comida na mesa das pessoas.

E a coisa que mais me deixa triste e indignada com esse mundo com tantas terras produtivas e com tanta comida é ver criança passando fome, nossa é de cortar o coração.





A FOME NO BRASIL E NO MUNDO



O Brasil é o quinto país do mundo em extensão territorial, ocupando metade da área do continente sul-americano.





Leia mais ...










































Comentários: Ambiente

(Iniciativas locais de preservação)

Meio ambiente



""SEMENTES DE FRUTAS""







As frutas consumidas pela população devem ter suas sementes guardadas e postas para germinar.

Cada casa ou apartamento, cada familia, pode produzir uma muda de arvore frutífera por mês.

Essa muda, que pode germinar até numa embalagem tetrapak, de leite ou suco, ou num vaso, ou até num saquinho plástico.

Não importa onde, o importante é criar uma muda a ser plantada numa calçada, num vaso, num terreno baldio, num parque ou praça, em volta dos muros ou pátios de escolas.

A meta é uma arvore frutifera por mês - que apenas um vingue por ano, já vai ser suporte para comida de passarinhos, crianças, sem teto...quem quiser.

Uma cidade com frutas nas ruas, no centro, na periferia, nos bairros comerciais e residenciais.

Começando uma campanha pelas escolas, igrejas de todos os credos, clubes, tv(com Partido Verde e ONGS), escoteiros, prefeitura.... Aumentar o verde, aumentar a quantidade de passaros (com cores e cantos), alimentar naturalmente crianças e cidadãos moradores de rua, oferecer alimento a quem faz esporte nas ruas (caminhadas, corridas, pedaladas...) e trazer a natureza de volta as Megacidades, com cores e sabores.

É só guardar as sementes, que acabam apodrecendoos lixões e garantir que ao menos uma por mês vire mudinha e plantar.

A cidade grande pode ser um pomar.

Eu já comecei. Miriam.

Enviado por Miriam CDA (26/11/2009)