27 de março de 2017

Circunstâncias Atenuantes

Série Regência Barrister
Brincando com o perigo

O primeiro amor de Evelyn Darlington foi a lei. Mas desde que uma mulher erudita não encontra nos homens senão desprezo, ela decidiu escolher um futuro marido. 
Randolph parece adequado para o efeito: providencia uma conversação inteligente e não a aborrece demasiado. É claro que, antes que possam se comprometer, ela terá de fazer alguma coisa acerca das acusações de homicídio que pairam sobre a cabeça de seu futuro noivo. 
Se apenas o advogado mais famoso de Londres não fosse Jack Harding, o objeto das fantasias amorosas de sua adolescência.
Sedução e escândalo
Jack Harding se recorda muito bem de Evelyn – mas a ideia de que aquela bela mulher que está ante si seja Evie, a filha de seu antigo professor, é incrível. Ele sabe bem que não deve entrar numa relação de negócios quando tudo o que ele quer é perseguir o prazer. Contudo, por mais desejável que ela seja agora, Evie ainda é Evie – teimosa, inteligente e nunca aceitando um não como resposta. Ainda que a tentativa de provar a inocência de seu noivo lhe possa custar a sua…

Capítulo Um

5 de abril de 1814, Londres
Tribunal Old Bailey Preside o honorável Tobias Townsend
— Não são putas!
— Se não é um bordel, que nome daria a uma casa onde vivem sete mulheres? — perguntou o promotor Abrams dando umas passadas.
— São minhas amigas — explicou Slip Dawson.
— As sete?
— Minha mãe sempre disse que eu tinha mãos muito boas com as mulheres —replicou Slip.
— Disse-lhe então sua mãe que compartilhasse livremente suas mulheres com todos os homens do centro financeiro de Londres? — perguntou-lhe Abrams bruscamente, lançando ao acusado um olhar pétreo.
O imponente advogado da mesa de defesa ficou de pé de um salto: — Protesto, senhor. A acusação não trouxe nenhum homem do ―centro financeiro de Londres‖ que ateste haver se deitado com alguma das damas amigas do senhor Dawson.
O juiz suspirou e apoiou o queixo na mão, com expressão de absoluto aborrecimento. Quatro dos doze membros do júri puseram os olhos em branco; os outros riram baixinho.
Evelyn Darlington estava sentada na borda de um banco de madeira no centro da tribuna de espectadores. Seus olhos não se separavam do advogado de defesa, Jack Harding, que era o único homem na sala que conhecia. Ele era a razão pela qual estava ali, sendo testemunha desse espetáculo junto ao resto do público que lotava o tribunal.
O sol do entardecer entrava pelas janelas, elevando em vinte graus a temperatura da abarrotada sala. Tantos corpos sujos, em um espaço tão pequeno, normalmente deve-la-iam ter repelido.
Contudo, permanecia em seu assento completamente cativada.
Jack Harding estava exatamente como recordava, e só umas poucas rugas, ao redor de seus olhos, delatavam os anos que tinham passado desde a última vez que o vira. Era alto, com mais de um metro e noventa e seus traços cinzelados lhe conferiam um perfil anguloso e confiante. O verde profundo de seus olhos lembrava o das samambaias que cresciam nos meses de verão. Seus lábios se curvavam formando um sorriso, mas ela sabia que podiam ser maliciosos, encantadores, ou ambos.
Sabia também que, sob a peruca de advogado, seu espesso cabelo castanho tinha uma mecha rebelde que frequentemente jogava para o lado com impaciência quando se concentrava em um texto legal. Usava uma toga negra de advogado que em qualquer homem faria com que a tez adquirisse um tom cítrico, mas, no seu caso, realçava sua pele bronzeada.
Mas possivelmente seu atrativo mais fascinante fosse sua atitude completamente relaxada, como se não o perturbasse nem o juiz, nem o júri, nem o promotor, e nem sequer o público do tribunal que o olhava fixamente. Tinha tal confiança em si mesmo que as pessoas ficavam absortas com cada palavra que saía de seus lábios. Sem dúvida, Jack Harding tinha muitas mulheres de todas as classes sociais pairando em seu redor.
Uma fala a seu lado despertou sua atenção.
—Tem-os agarrados pelo cangote.
Evelyn se voltou para olhar o homem que tinha sentado à sua esquerda, um tipo rechonchudo com olhos redondos e brilhantes, e papada carnuda. De sua pele emanava um poderoso fedor a cebola. Ao sorrir revelava que não tinha dentes e que suas gengivas estavam inchadas.
Ela se moveu uns centímetros para a direita, roçando-se em uma mulher corpulenta com um avental machado de sangue, arregaçada por cima dos cotovelos e com as mãos gastas pelo trabalho. Sem dúvida, seria a esposa de um açougueiro.
— Vai passar muito tempo antes que o velho Abrams se renda — sorriu a mulher e esfregou os calos das mãos. — Ninguém pode com este Jack Harding.
— Tal e qual como nos velhos tempos — pensou Evelyn. — Jack Harding pode estar seduzindo a uma monja e ao mesmo tempo argumentar, sutilmente, os mais complicados assuntos legais.
Essa era a razão pela qual ela estava ali, observando-o...
Série Regência Barrister
1- Circunstâncias Atenuantes
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Coleção Cristine



Aplausos de Amor
LEONORA DESCOBRIU QUE A VIDA PODE SER UM PALCO DE ILUSÕES.
Robert abraçou Leonora docemente e deu-lhe um beijo apaixonado. Ela suspirou, feliz, mas logo uma terrível dúvida surgiu em seu coração: ele a amava de verdade ou estava apenas representando? Ambos haviam sido convidados a participar de um grupo de teatro amador patrocinado por uma nobre dama da sociedade. Leonora não se revelou boa atriz, pois não conseguia esconder as emoções que Robert lhe despertava. Mas ele parecia usar seus talentos de ator tanto no palco quanto na vida real!


Um Presente do Céu
O PEQUENO ÓRFÃO TROUXE ALEGRIA À MANSÃO DO MARQUÊS!
Decidida, Ângela jurou que não cederia aos desejos do pai; não se casaria com o marquês de Brynne, famoso por sua libertinagem! Como resistir, porém, ao poder de sedução do marquês, cujos olhos pareciam desvendar-lhe todos os segredos da alma? Ângela estava prestes a esquecer seu juramento e entregar-se ao amor que nascia em seu coração. Mas primeiro precisava resolver o mistério da criança que fora abandonada à porta da mansão do marquês... O bebê seria filho dele?


Fuga para a Felicidade
VOLUNTARIOSA E OUSADA, MELODY PARTE EM BUSCA DA LIBERDADE E DO AMOR!
Lorde Dake custou a acreditar no que via: Melody, disfarçada de camponesa, encontrava-se no meio de um grupo de comerciantes exaltados que a acusavam de roubo de um colar de pérolas! A primeira reação de lorde Dake, depois de evitar que Melody fosse presa como ladra foi de arrependimento. Afinal, por que se envolvera com uma jovem que estava sempre metida em confusões? Por outro lado, como recusar auxílio a uma linda moça que começava a conquistar-lhe o coração?


Ilusão de Primavera
PARA OBTER O PERDÃO DE HARRIET, ROBERT PRECISAVA PROVAR QUE A AMAVA!
Robert tomou as mãos de lady Harriet entre as suas e atraiu-a docemente para junto de si. A jovem dama enrubesceu, mas permitiu que ele depositasse um cálido beijo em seus lábios. Ela o amava, mesmo sabendo que não passava de um simples fazendeiro, e estava disposta a enfrentar a ira dos pais para poder se casar com ele. Seu amor, porém, logo transformou-se em revolta. Por que Robert mentira, escondendo-lhe sua verdadeira identidade? Com o coração partido, lady Harriet jurou que faria Robert pagar caro por tê-la enganado!









Coleção Cristine - relançamento 1-2-3-4.
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24 de março de 2017

Louco, Mau e Perigoso em Tartã

Série Escândalos nas Highlands 
O perseguido se torna o perseguidor. 

Depois de anos tendo Rowena MacLawry, a irmã mais nova de seu melhor amigo rondando, o que Lachlan MacTier quer fazer é fugir. Mas, em seguida, Winnie foge para Londres, determinada a esquecer Lachlan no redemoinho de sua temporada de debutante. 
Quando ela retorna, três meses depois, se preparando para o pródigo casamento Highlander de seu irmão mais velho, Rowena é uma mulher mudada. 
Sufocou seu sotaque escocês, se tornando um árbitro das últimas modas de Paris e Londres, e está na companhia de vários jovens e bonitos aristocratas ingleses, todos competindo por seus favores. 
Lach não sabe bem o que fazer com esta beleza espirituosa e sofisticada, que agora tem coisas melhores a fazer do que segui-lo até uma lagoa de pesca. 
Mas, por mais determinada que esteja em provar que não tem necessidade de bajular um ladino escocês vestindo kilt, que não podia sequer se incomodar em escrever-lhe uma única palavra, e quanto mais deseja se afastar, mais interessado ele está em Winnie. 
Está fingindo desdenhá-lo agora, ou será que realmente perdeu a chance com uma dama que está se tornando muito mais agradável e interessante do que jamais imaginou? 

Capítulo Um 

—Paixão. Foi isso. —Rowena MacLawry virou a mão para o par de jovens damas sentadas à sua frente. —Quero dizer, pelo amor de Deus, não conhecia ninguém. Lady Jane Hanover manteve o olhar voltado para fora da janela da carruagem. 
—Acho que ficaria mais convencida se conservasse seus sentimentos por Lorde Gray e gastasse menos tempo falando sobre como não dá a mínima para ele. 
—Não seja rude, Jane —, sua irmã mais velha, comentou. Lady Charlotte sorriu para Rowena. —Falar abertamente de uma complicação, muitas vezes faz maravilhas para se libertar. E considerando que passou dezoito anos vendo Lorde Gray de uma forma particular, espero que isso leve algum tempo para vê-lo de forma diferente. Rowena assentiu, chegando do outro lado da carruagem para apertar a mão da filha mais velha do Visconde Hest. 
—Da mesma forma, ela concordou, cuidadosamente enterrando seu sotaque sob os tons ingleses cultivados, que tinha passado os últimos três meses aperfeiçoando. —É uma nova maneira de pensar sobre as coisas, é tudo. 
—Deslocando-se, olhou pela janela para pegar um vislumbre da longa cauda de carruagens atrás deles. Civilização nos cascos, por assim dizer. O conteúdo desses veículos foi o resultado de três meses passados aprendendo a ser uma dama sensata, de lembrar-se que os cavalheiros pareciam achar divertido que damas conversassem sobre tosquia de ovelhas e pesca e banho em um lago como se fossem pagãos. 
Bem. Não era uma pagã. E agora tinha os amigos e admiradores e guarda-roupa e maneiras, para provar isso. —Todos temos que encontrar uma nova maneira de pensar, não é? 
—Jane comentou, mudando-se para sentar-se ao lado Rowena. 
—Você e eu estamos prestes a nos tornarmos cunhadas. E estamos na Escócia, de todos os lugares! Todos os Highlanders usam kilts? Nunca pensei em perguntar. Por mais que pudesse apreciar um homem impecável nas cores preto, vermelho e branco do clã MacLawry, Rowena continuou a ficar surpreendida com a maioria da paixão de seus amigos ingleses ‘com o traje’. —Hoje todos vão estar em kilts e cores do clã. Ranulf vai querer que sua noiva veja Glengask no seu melhor. 
A cor tocou o rosto de Charlotte, o que foi bastante animador. Rowena não pensou que a filha mais velha de Lorde Hest poderia parecer tão calma quanto tinha estado fingindo ao longo dos últimos dias. Não, quando estava prestes a lançar seus olhos sobre o que seria seu novo lar. Sua nova vida. Sufocou uma careta abrupta. Charlotte estava viajando para o norte, para uma nova vida com um homem que a adorava. 
Tudo o que ela estava fazendo, porém, era voltar para a sua antiga vida, depois de três meses gloriosos em Londres. Nada tinha mudado para ela, exceto ela, é claro. No entanto, quanto tempo duraria isso, de volta nas Highlands com seus irmãos? Não pertencia mais aqui. Pertencia à maravilhosa e sofisticada Londres. —Contudo, seja como for que se sente sobre Lachlan MacTier e, como ele se sente sobre você, imagino que vai ficar muito surpreso ao vê-la novamente, Winnie. 
—Charlotte sorriu. —E o que...









Série Escândalos nas Highlands
0,5- Um Escocês Sedutor
1- O Diabo Veste Kilt
2-  Um Libertino com Sotaque
3- Louco, Mau e Perigoso em Tartã
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Malaquita

Série Jóias do Texas



Se não fosse pela coragem de Ônix, o líder dos Comanches teria certamente sido morto, pois os caçadores de búfalos tinham a vantagem dos rifles.

Mas ter salvado a vida de seu líder, dois cervos, não viera sem um preço. 
Ônix tinha oscilado à beira da morte por vários dias. 
Foi apenas por causa do carinho da irmã do chefe que ele sobreviveu.

Capitulo um

Texas, 1871
Ele tinha estado na sela por cinco dias, parando apenas tempo suficiente para algumas horas de sono e mudança de cavalos. A jornada, partindo de um rancho isolado em Montana para a região montanhosa do Texas, tinha já lhe custado dois bons cavalos. Fora forçado a deixar o primeiro para trás em Wyoming, o segundo no Colorado. Ainda, com alguma sorte, devia chegar ao seu destino antes do amanhecer.
Ele deslizou de sua montaria e ajoelhou-se na neve para beber de um córrego gelado. Passando a mão sobre o seu queixo barbudo, esperou impacientemente até que seu cavalo terminar de beber. Então montou e estava em seu caminho mais uma vez.
Ele era impulsionado por um sentimento de urgência. A mensagem tinha sido breve.
Estrela da manhã está doente. Mas ele sabia que a sua mãe nunca teria permitido essas quatro palavras serem enviadas, a menos que a doença fosse grave.
Incitou sua montaria até uma colina, depois, nas águas do riacho ainda entupido de gelo.
E rezou para que chegar a tempo de fazer as pazes com a mãe cujo coração ele tinha quebrado tantos anos atrás, quando tinha deixado sua casa e povo, virando as costas para o seu modo de vida. O Comanche tinha se refugiado para o inverno em uma pequena floresta, densamente arborizada de uma área do Texas. Para um fazendeiro ocasional ou cowboy, as suas tendas eram indistinguíveis das árvores.
Quando os cascos de seu cavalo agitaram os flocos de neve, a notícia se espalhou rapidamente através do acampamento. O filho da Águia tinha retornado.
No momento em que ele entrou na tenda de sua mãe, uma multidão se reuniu, embora todos mantivessem a uma respeitosa distância.
Uma jovem mulher, sentada ao lado da cama, olhou com surpresa antes de, tranquilamente ter sua licença.
No mesmo instante, ele caiu de joelhos e tomou as mãos de sua mãe na sua. Quão pequenas pareciam. Quão frias.
"Eu sabia que você viria, Filho da Águia. "Sua voz era pouco mais que um sussurro. Mesmo o pequeno esforço parecia demais.
"Como eu não viria? Preciso consertar essa coisa entre nós, Mãe. Eu não deveria ter ficado tanto tempo longe. Eu deveria
ter ... "


Série Jóias do Texas
1-Esmeralda
2- Pérola
3- Jade
4- Rubi
5- Malaquita
Série Concluída



19 de março de 2017

Uma Temporada Roubada

Um pequeno erro no passado vai mudar tudo sobre o seu futuro...

A arqueóloga Sarah Baxter acaba de quebrar uma das maiores regras de viagem no tempo: deixou um dispositivo do século XXI na Inglaterra Regencial do século XIX. Infelizmente, quando volta para recuperá-lo, ela faz uma confusão ainda maior das coisas – resultando na morte de um conde inglês. Agora seu irmão não está apenas atrás de vingança, mas ele também tem o dispositivo de Sarah. 
O que significa que será necessária uma abordagem completamente diferente. Não ocorre ao novo conde de Earnston que sua encantadora desconhecida é responsável pela morte de seu irmão. 
Ele é simplesmente varrido por uma paixão que ameaça a sua própria reputação. Mas ele tem a impressão de que a senhorita Baxter está escondendo alguma coisa dele. Agora Sarah deve encontrar uma maneira de roubar seu dispositivo, esconder a verdade sobre o irmão do conde e, o mais importante, não se apaixonar...

Capítulo Um

Inglaterra1817 - Kent
Sarah cambaleou na sela, suas roupas encharcadas pesando em seus ombros e dificultando manter-se em seu assento. Os cascos do cavalo, tão fortes como um tambor, ecoavam em seus ouvidos. Ela chutou sua montaria e a exortou sobre uma pequena sebe, sua determinação de não ser apanhada, superando seu bom senso.
A chuva escorria pelo seu rosto, mas ela não conseguia parar. O futuro da TimeArch dependia disso. Os anos de pesquisa de seu pai. As centenas de horas passadas trabalhando na maior e mais desejada capacidade do homem. Sarah retardou sua montaria para galopar através de um riacho turbulento, as pedras fazendo com que o cavalo tropeçasse, tornando a curta travessia dolorosamente lenta. O tempo acabou. Ela tinha de ir. Embora o cavalo se agarrasse e deslizasse para o outro lado da margem lamacenta para continuar, a apreensão ainda ameaçava fechar sua garganta em pânico.
A montaria perdeu um passo, e Sarah agarrou a sela, amaldiçoando o clima. Ela lançou um olhar sobre seu ombro e gritou sua frustração para a cortina de chuva, ao ver o conde de 1 Condado situado no sudeste da Inglaterra, próximo de Londres, com capital em Maidstone.
Uma Temporada Roubada – Tamara Gill
LRTHistóricos 6
Earnston, nem dois cavalos atrás2.
Seu olhar segurou o dela e, com intrépida determinação, ele instou sua montaria a emparelhar com a dela, agarrando suas rédeas.
— Deixe-me ir. — Sarah deu um soco em sua mão e chutou, tentando afastá-lo. Tudo em vão, já que nada parecia impedir sua determinação.
— O que isso faz? — Ele gritou, puxando as rédeas dela.
Os cavalos bateram duro, e Sarah lutou pelo equilíbrio.
— Vamos, Lorde Earnston.Você vai matar-nos.
Ele soltou as rédeas por um momento, enquanto um grande arbusto os separava. Mas, a uma velocidade incontrolável, ele se aproximou novamente.
— O que é tão importante para que você arrisque sua vida? — Ele gritou sobre a tempestade.
Sarah sacudiu a cabeça. Por que ele não a deixava em paz? Maldita fosse a sua falta de jeito na biblioteca. Se ela não tivesse derrubado o vaso – se não tivesse tropeçado –, o conde nunca teria investigado o som. Mas ele tinha, e encontrou suas mãos enfiadas em sua coleção de peculiares3, roubando um dispositivo de outro tempo.
— Esqueça isto. Esqueça-me. — Gritou ela através do dilúvio. — Vá para casa!
— Não. — Ele disse, incitando seu cavalo a ficar diante dela.
Um ramo de árvore baixo bateu em seu rosto. Sarah se encolheu com dor. A noite era perfeita para o roubo, mas não para uma fuga a uma velocidade vertiginosa. Se continuassem a perseguição, seria apenas uma questão de tempo até que um deles fosse morto.
— Pare seu cavalo!
Sarah sacudiu a cabeça e chutou a montaria. Não importava os perigos, ela não podia obedecer. O futuro, o negócio de seu pai, tudo o que ela considerava importante dependia de sua fuga.
— Eu não posso. Milorde, por favor, deixe-me.
Ele apertou as rédeas dela e puxou com força. O cavalo de Sarah resistiu à agressividade, e ela se inclinou desajeitadamente para um lado. Sentindo-se prestes a cair, ela estendeu a mão e agarrou o conde. Suas rédeas escorregaram do aperto dele, enquanto seu braço forte rodeava a cintura de Sarah Sarah, lutando para impedi-la de cair entre os dois cavalos. Mas não foi muito eficiente. Seu cavalo se desviou, e ela caiu duramente contra a montaria de Sua Senhoria. Seus dedos, frios e molhados, deslizaram para agarrar a sela, mas seu cavalo se afastou dela.
— Espere, eu peguei você. — Praguejando, o conde tentou puxá-la para cima, mas a gravidade estava contra eles.
— Estou escorregando. Deixe-me ir. Eu vou derrubá-lo.
Os pés de Sarah arrastavam na estrada lamacenta e cheia de pedras, e ela se preparou para uma queda dolorosa. Um cavalheiro até ao fim, ele balançou a cabeça e tentou puxar o cavalo.
— Por favor, deixe-me ir. Mas era tarde demais.
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A Promessa de um Cavaleiro




Separados pela guerra, unidos pelo amor!

Gaira sabe que não deve confiar no sombrio cavaleiro inglês que encontra nas ruínas do vilarejo onde sua irmã vivia. 
Porém, como seu mundo fora completamente devastado pela guerra, ela não tem escolha além de acompanhá-lo. 
Robert de Dent a levará a um lugar seguro… e nada mais! 
Mesmo que a coragem e a resiliência de Gaira façam esse temido guerreiro desejar protegê-la a todo custo, ele precisa se afastar. Mas tudo mudará quando Gaira descobrir a verdade sobre Robert!
Escócia

Abril de 1296
– Mais rápido, magrelinho, vamos lá, voando!
Gaira de Clan Colquhoun inclinou-se para a frente e abraçou o pescoço do cavalo roubado. Quanto tempo ela teria antes que seu noivo ou seus irmãos descobrissem em que direção ela havia fugido? Dois dias, três? Tempo apenas suficiente para chegar em segurança à casa de sua irmã.
Era impossível forçar o cavalo a aumentar o passo. O pobre suava em bicas e sua respiração estava ruidosa, em cadência com o galope veloz. Ela própria respirava no mesmo ritmo frenético.
Lá estava! Assim que chegasse à última colina estaria a salvo. Em segurança! E teria comida, cama e o acalento caloroso do conforto e conselhos de sua irmã.
Ela virou a cabeça para olhar para trás. Não havia sinal de perseguição. Seu coração ficou mais leve e ela relaxou um pouco as rédeas.
– Conseguimos, rapaz! Só um pouco mais e você terá uma lauta e merecida refeição!
Gaira sentiu o cheiro de fumaça antes de alcançar o topo da colina. Era uma mistura de fumaça amanhecida, queimada, muito calor, relva ressecada e animais em decomposição. O cavalo deu um passo para o lado e sacudiu a cabeça, agitado, mas ela reassumiu o controle e o conduziu até o topo do terreno elevado.
Foi então que se deparou com o horror no vale logo abaixo. Sentindo-se fraca, deixou-se cair sobre o pescoço do cavalo e escorregou da sela. O tornozelo esquerdo torceu-se sob o peso de seu corpo quando o pé tocou o chão, mas Gaira não sentiu dor enquanto punha para fora o desjejum de bolinhos de aveia e água. Em seguida, com o estômago vazio, sentiu as palmas das mãos ásperas de terra e a relva seca estalando sob os joelhos. O cavalo não estava mais ali.
Ela se levantou, respirou fundo e tossiu. Não era de gado em decomposição o cheiro que sentia, mas de cabelo queimado e carne humana carbonizada.
O odor fétido era tudo o que restava do vilarejo em que sua irmã morava. As choupanas dos arrendatários pareciam carcaças vazias e enegrecidas. Não havia mais telhados, nem paredes, apenas estruturas queimadas sendo consumidas pelos derradeiros focos de chamas.
O vale inteiro parecia ter sido atingido por uma bola de fogo que transformara as choupanas em meras armações de gravetos. Enormes redemoinhos retorcidos de fumaça preta subiam em anéis espessos para o ar e desapareciam no céu claro da manhã.
O silêncio era opressivo. Não havia canto de pássaros, nem farfalhar de folhas nas árvores, nem zumbido de insetos. Todos os sons da Escócia pareciam ter sido sugados pelo ar parado.
Por alguns segundos, o coração de Gaira parou de bater e ela parou de respirar. Irvette. Sua irmã. Talvez ela não estivesse em casa quando aquela desgraça acontecera. Não queria pensar. Forçando-se a andar, tropeçou quando seu pé virou. Não conseguiria descer a encosta com aquele tornozelo machucado.
Olhou por sobre o ombro. O cavalo estava na beirada do morro, assustado com o calor e o cheiro pungente e ardido; Gaira sabia que seria inútil chamá-lo, ele não viria.
Abaixando-se e apoiando-se nas mãos e nos joelhos, ela engatinhou de costas em direção ao vale. Lufadas de calor trazidas pelo vento agitavam sua túnica e as calças largas de montaria. Ela tossiu quando a fumaça lhe atingiu o rosto. Quando chegou ao sopé da colina, ficou em pé, tirou o pequeno chapéu marrom que usava e cobriu com ele a boca e o nariz.
Seus olhos esquadrinharam toda a área devastada, enquanto ela tentava assimilar o que via. Placas de sapé, tábuas de madeira e móveis estavam espalhados pelas passagens entre as choupanas, mas não era só isso…

Destino Insólito


Uma era turbulenta... Uma terra inóspita... E uma paixão que resistiu ao tempo!

Casada contra a sua vontade com um brutamontes das Terras Altas, a linda e graciosa Kylynn Gowrie sentiu-se reviver quando conheceu o atraente Roarke MacKinnon... Roarke irrompeu de repente na corte da rainha Mary da Escócia, para reivindicar suas terras, mas seus modos gentis e sua ternura conquistaram o coração de Kylynn, que ansiava por entregar-se àquela paixão proibida...
Quando, porém, a rainha da Inglaterra tramou um ardil para a rainha da Escócia, a quem Kylynn venerava, o destino fez de Roarke seu inimigo. Seria o amor deles forte o suficiente para sobrepujar as agruras e as traições de uma guerra implacável?...

Capítulo Um

Escócia, 1565
O céu do meio-dia estava escuro enquanto o sol tentava escapar das nuvens cinzentas que se avolumavam numa ameaça de tempestade iminente.
Roarke MacKinnon olhou para as nuvens com irritação. Desde o início, a expedição ordenada pela rainha vinha sofrendo um atraso após o outro. O que mais poderia dar errado? O que ele não daria para dar meia-volta... Mas fora encaminhado para a Escócia sob as ordens de Elizabeth. Somente um tolo ousaria contrariar as ordens da rainha, e Roarke estava bem longe de ser um. Embora sua missão lhe deixasse um gosto amargo na boca, seguiria em frente.
Espião. Não gostava da palavra. Não era do tipo de homem que agia furtivamente, observando as pessoas e reportando cada uma de suas palavras e ações. Elizabeth lhe dissera que ele seria um emissário, mas ele sabia que essa era apenas outra denominação para a mesma função.
Não que lorde Burghley não tivesse sido bem convincente ao falar da rainha escocesa e da ameaça que ela representava para todos os ingleses.
O homem seria capaz de convencer um fazendeiro de que uma ovelha era uma vaca, Roarke pensou com seus botões, bravo consigo mesmo por ter aceitado as palavras dele. Em menos de uma hora provocara seu patriotismo a ponto de fazê-lo esquecer que também tinha sangue escocês.
Brandindo a espada, ele prometeu proteger Elizabeth da megera caprichosa que reinava em Edimburgo. Agora se arrependia de suas palavras fervorosas. Não tinha nada contra Mary, muito menos apreciava a ideia de entrar em sua corte sob falsos pretextos.
Elizabeth armara o plano: Roarke deveria pedir uma audiência com a rainha a fim de solicitar que o título e as terras de seu pai lhe fossem devolvidos, jurando-lhe fidelidade. Deveria fingir uma desavença com Elizabeth e com tudo o que fosse inglês. Resumindo, deveria encontrar um modo de ganhar a confiança de Mary para manter Elizabeth informada de tudo o que ela pensasse ou fizesse.
Roarke não gostava da missão, porém, talvez valesse a pena pelo simples fato de se distanciar da corte elisabetana. Embora fosse leal à casa dos Tudor, não era homem de apreciar as necessidades constantes de uma rainha exigente. Elizabeth era vaidosa. Não obstante ajudasse seus favoritos, poderia muito bem aniquilá-los, sem nunca demonstrar remorso. Sua corte se assemelhava a um campo de batalha onde as armas eram dinheiro, vestes finas, bela aparência e elogios vãos. Esse tipo de ambiente não servia para ele. Só lhe restava esperar que a corte escocesa lhe fosse mais aprazível.
— Uma tempestade se aproxima, não? 

Beijo da Meia-Noite

Série Espada Negra 
A Dra. Veronica Reid é uma arqueóloga de renome mundial cujas habilidades Druidesas a ajudam a desenterrar itens mágicos antigos.

A chegada do muito atraente e carismático Arran MacCarrick coloca-a na defensiva quando ele começa a questionar como ela realmente encontra seus artefatos... até que um inimigo desconhecido ataca e Ronnie descobre que Arran tem um segredo tão grande quanto o seu próprio. 
Juntos, eles desencadeiam uma paixão que tudo consome e que não será negada... Guerreiro Imortal Arran está em uma missão para encontrar o feitiço que prende o deus dentro dele. Mas um olhar para a impossivelmente bela Ronnie e ele sabe que há mais sobre ela do que aparenta.
Com o perigo que espreita em cada esquina e uma fome inegável que cresce com cada beijo, Arran deve revelar quem é para proteger Ronnie de seu inimigo. Agora ele não tem mais escolha senão lutar - ou morrer - pela mulher que ama...

Capítulo Um

Castelo de MacLeod, Maio de 2013

As coisas tinham mudado. E não exatamente para melhor. Arran MacCarrick olhava fixamente para o tabuleiro de xadrez, sem realmente ver. Ele tinha 646 anos de idade, e hoje ele sentia todos os dias desses anos. Uma grande tristeza pesava sobre ele. Não por ele mesmo, mas pelos seus amigos. Isso guerreava com a inquietação que o incitava a fazer alguma coisa.
A necessidade da batalha, trabalhava seu corpo em um frenesi quando ele soltava os poderes de seu deus dentro dele, Memphaea. O anseio por algo para fazer o mantinha acordado à noite, e no limite durante o dia. Ele procurava por qualquer coisa, e tudo, para ocupar seus pensamentos e seu corpo. Mesmo que fosse por um tempo. Camdyn disse que ele precisava de uma mulher. Arran bufou interiormente. A última coisa que precisava era de uma mulher que se interpusesse em seu caminho e o fizesse se preocupar com sua mortalidade.
Uma mulher.
― Provavelmente não. ― murmurou.
Uma indesejada lembrança de sua irmã encheu seus pensamentos. Ela tinha sido uma estrela luminosa e brilhante em seu mundo. Um espírito livre que via apenas o bem. Seu futuro deveria ter sido preenchido com amor e risos.  Em vez disso, Deirdre o encontrou. Shelley, sua doce irmã, tentara ajudá-lo. Em troca, ela foi despedaçada diante de seus próprios olhos.
Ele não tinha se tornado um guerreiro então, não tinha o poder de parar os wyrrans. Mas mesmo agora com esse poder correndo sob sua pele, ele sabia que estava melhor sem quaisquer obstáculos.
Estava realmente?
Levantou os olhos do tabuleiro de xadrez para ver Lucan e Cara andando de mãos dadas pelas escadas, sussurrando palavras de amantes passando entre eles.
Espontaneamente, as noites solitárias o assaltaram. Enquanto os outros riam e conversavam com suas mulheres, ele se sentava sozinho em seu quarto, olhando para a televisão sem prestar atenção ao filme que alguém lhe tinha dado para assistir. Arran sabia que ele estava melhor sozinho, mas admitia, só para si mesmo, que invejava o que os outros guerreiros tinham com suas mulheres. Os sorrisos, os toques, os olhares secretos.
Foram essas mulheres, todas formidáveis Druidesas, que ajudaram a moldar cada Guerreiro no castelo. Os Druidesas eram fortes, independentes e ferozes. A combinação perfeita para os guerreiros highlanders imortais que tinham reivindicado.
Arran e os outros do Castelo MacLeod haviam matado os dois mais malvados que já haviam andado pela Terra, e perderam amigos no processo.
Levaram séculos para acabar com o reino do mal. Depois de derrotar tais ameaças, a felicidade deveria ter seguido. Mas o destino nem sempre era tão gentil.
Arran lembrou-se de seu parceiro quando olhou para cima para encontrar Aiden olhando para ele com impaciência. Arran estava movendo seu cavalo no tabuleiro de xadrez quando Larena irrompeu no grande salão, seguida de perto por seu marido, Fallon MacLeod.
― Cheque!

Coleção Sissi



O Mistério de Silverdale
Os olhos verdes de lorde Charles, o conde de Eversleigh, pareciam sinceros e demonstravam um sentimento que Hester não devia reconhecer. O jovem e poderoso conde não podia amar uma simples governanta. Muito menos, ainda, se ela fosse prima de um chantagista. A verdade que poderia destruir sua felicidade encontrava-se oculta em Silverdale e Hester não descansaria enquanto não a descobrisse.


O Segredo da Viúva
Priscilla Hythe descia, com elegância, a escada para o hall de mármore, onde lorde Leopold Savage a esperava. O vestido de veludo azul realçava a esguia silhueta. Ao encontrar o ardente olhar do fascinante lorde, ela abaixou os luminosos olhos castanhos e ele compreendeu que Priscilla escondia algo em sua vida misteriosa. Lorde Leopold decidiu, então, descobrir o segredo da linda viúva, sem imaginar que arriscaria o que mais prezava: sua liberdade.


Três Lordes e um Amor 
O sonho de Alison, de casar-se com um lorde, ia se realizar. Já havia sido apresentada à nobreza e três jovens de sangue azul a cortejavam. Então, por que a perturbadora sensação quando fitava os olhos castanhos de Philip Trevelyan, que era um simples cavalheiro? Por que sofrera ao descobrir que ele amava a elegante lady Emma? Alison aprendia que a vida não é feita só de sonhos e risos, mas também de algo chamado amor, que é maravilhoso e às vezes faz chorar!

O Colar de Brilhantes
Susanna Harte sentia-se fascinada pelo charme latino do major Hugh Russell. Ela nunca vira um homem de olhos tão negros e misteriosos, que a faziam suspirar e sonhar cada vez que a fitavam. Hugh, porém, escondia um terrível segredo, e o sexto sentido de Susanna lhe dizia para não confiar nele. Quando o famoso colar de brilhantes dos Harte desapareceu, contudo, Susanna recusou-se a acreditar que Hugh fosse o culpado. O cavalheiro que roubou seu coração não poderia também ter roubado as joias da família! gante lady Emma? Alison aprendia que a vida não é feita só de sonhos e risos, mas também de algo chamado amor, que é maravilhoso e às vezes faz chorar!

Sonhos de uma Impostora
Para escândalo da alta sociedade, lorde Ashington, fascinado pela doce beleza de Katherine, dançou duas vezes seguidas com ela durante o primeiro baile da Temporada londrina. O coração da jovem Katherine quase explodiu de alegria; era delicioso rodopiar pelo salão nos braços do nobre cavalheiro! Mas aquele lindo sonho não iria durar para sempre. Lorde Keswick, um libertino sem escrúpulos, descobriu que Katherine não era uma dama legítima e ameaçou revelar a todos sua verdadeira origem . a menos que ela o aceitasse como marido!


Travessuras de Cupido 
Miranda Branscombe parecida destinada a permanecer solteira para sempre. Era uma moça excêntrica, com ideias muito avançadas para o seu tempo. E não podia ser considerada uma verdadeira beldade, pois era desajeita e alta demais. Foi então que seu irmão, Richard, decidiu arranjar-lhe um marido, e convidou o amigo Peter para ajudá-lo na difícil missão. Quando, por fim, encontraram não apenas um, mas dois candidatos à mão da jovem, Peter se sentiu enciumado. Por que lhe doía tanto a ideia de ver Miranda casada com outro homem?









Pasta Bárbara Cartland: 
Coleção Sissi 
(relançamentos) 35-36-37-38, 39-40



Guerreiro da Meia-Noite

Série Espada Negra 
Um coração escondido

Durante dez longos anos, Tara tem sido uma mulher em fuga, escondendo―se dos Guerreiros e Druidas da Escócia moderna. Agora, como guia turístico em um remoto castelo Highland, ela espera finalmente escapar de seu passado ― até que um homem impossivelmente lindo entra em sua vida ... e expõe seus segredos mais selvagens.
Um Guerreiro Apaixonado
Durante séculos, Ramsey MacDonald tem escondido sua força e habilidade como parte Guerreiro, parte Druida, por medo de liberar toda a força de seu poder. Mas quando ele toma Tara em seus braços ― e sela seu destino com um beijo ― Ramsey terá que lutar por seu amor ... embora possa significar perder o controle da magia dentro dele.

Capítulo Um

Torre de Dunnoth, Norte da Escócia
Tara tamborilava o dedo do pé debaixo de sua escrivaninha enquanto discretamente escutava seu iPod em uma orelha. Ela gostava bastante de seu trabalho como agente de reserva, guia de turismo, tesoureira, e qualquer outra coisa que eles precisassem no castelo. Ela não tinha pensado para onde iria quando deixou Edimburgo depois daquela fuga desastrosa dos Guerreiros e Druidas. 
Tinha dirigido e dirigido e dirigido até a estrada que levou―a para o mar e Dunnoth Tower.
Tara havia parado no castelo medieval para comer e esticar as pernas. Ela tinha sido imediatamente envolvida com a construção e fez a turnê. Para sua surpresa, havia uma vaga aberta, e ela pediu. Começou a trabalhar naquele mesmo dia.
Eram apenas algumas semanas, mas ela estava desfrutando completamente seu tempo em Dunnoth, que ela não esperava depois de ensinar. No entanto, ela encontrara o silêncio e a paz do castelo e do Mar do Norte que ajudou a resolver o tumulto dentro dela. Também ajudava que os proprietários fossem agradáveis, seus companheiros de trabalho amigáveis, e os turistas tão ávidos para aprender sobre o castelo que não eram muito um problema de se lidar.
Embora o turismo em meados de janeiro no extremo norte da Escócia não era muito para se falar. A maioria dos turistas estavam nas estâncias de esqui, mas na chegada do verão, o castelo estaria muito ocupado.
Tara esperava ansiosamente por isso. Por enquanto, ela estava lendo os livros de contabilidade para ter certeza que tudo estava em ordem, e fazendo as reservas para o castelo para os meses de verão.
Uma porta se abriu à sua esquerda e entrou o mais novo membro dos funcionários do castelo. A boca de Tara caiu aberta a primeira vez que viu o alto, de cabelos negros com incríveis olhos cinzentos que pareciam ver bem direto dentro de sua alma.
Isso tinha sido no dia anterior. E agora, ela se viu olhando para ele novamente quando ele atravessou a entrada e começou a trabalhar na tomada elétrica que tinha quebrado meses atrás.
Apesar que desta vez ela conseguiu manter a boca fechada e não se mostrar uma tola completa.

17 de março de 2017

Se Ele se Atrever

Série Irmãs Wherlocke
Roubar a carruagem de um estranho foi a segunda coisa mais imprudente que Lady Catrin Gryffin de Warrene já fizera. 

A primeira fora sucumbir à sua poderosa atração pelo proprietário da carruagem. Catrin ouvira rumores sobre a família de Sir Orion Wherlocke e seus dons de outro mundo. No entanto ele é a única pessoa que pode manter seu filho e sua herança a salvo do irmão impiedoso de seu falecido marido. Quanto a como se proteger… Pode ser tarde demais para isso. 
Orion está enfrentando o pior perigo que um homem de sua linhagem pode encontrar: uma mulher de quem não pode se afastar.  Catrin é uma mistura inebriante de inocência e sensualidade, e, pela primeira vez, a sedução é muito mais do que um jogo. Mas sua beleza e fortuna fizeram dela um alvo —um alvo que o fará ousar arriscar tudo que conhece —em busca de tudo o que sempre desejou …De repente, ela estava consciente de estar sentada próxima a Orion, que mantinha seu braço ao redor dela.  Era bom, o calor de seu corpo mantendo longe o frio crescente da noite. Era também grandemente impróprio mas até então ela já estava fazendo muitas coisas que eram impróprias, como atravessar o campo com um homem solteiro que não possuía qualquer relação com ela. Ela levantou os olhos para olhar para ele e o encontrou olhando-a. 
Seu rosto estava tão perto e era tão formoso. Ela pôde ver preocupação por ela em seus lindos olhos azuis. Sua boca era quase tão bonita quanto os olhos, o lábio inferior levemente mais cheio que o superior. Catryn não pôde lembrar a última vez que havia sido beijada por um homem e ela de repente desejava um beijo. Orion soube que era um erro enquanto baixava sua boca para a dela, mas o jeito que ela o olhou era uma tentação que ele não podia resistir. 
Havia uma faísca de desejo e curiosidade em seus olhos verdes e cada parte dele fortemente o encorajou a responder a ambos. Levou apenas um roçar de sua boca sobre os cheios e macios lábios dela para dizer que estava arriscando muito só por roubar este pequeno gosto mas ele ignorou esse aviso... 

Capítulo Um

Inglaterra, Outono, 1790 
O grunhido ecoou pela pequena casa, cada parte dele cheio de dor e fúria frustrada. Catryn atirou sua bolsa no gancho perto da porta e se apressou em direção ao cômodo de onde ela estava certa de que o som vinha. Seu coração batia com medo por sua família enquanto se amaldiçoava por tê-los deixado sozinhos. Ela nunca deveria ter cedido ao pedido de sua amiga Anne para juntar-se a ela durante o dia de folga dos servos. Ela certamente não deveria ter se demorado lá, tanto quanto havia. 
Ela encontrou seu pai de joelhos na biblioteca, uma mão na cadeira enquanto lutava para se levantar. Catryn correu para ajudá-lo a levantar e depois insistiu que se sentasse. Sangue manchava sua pálida bochecha enquanto escorria ao lado de sua cabeça, o vermelho contrastando com o branco de seu cabelo. Os nódulos de sua mão direita estavam esfolados e seu olho esquerdo já estava inchando. Uma rápida olhada ao redor revelou uma mesa virada e um vaso quebrado. 
Quem iria atacar seu pai? O homem era apenas um quieto e recluso estudioso. A necessidade de saber o que havia acontecido queimava em sua língua pela necessidade de ser manifestada, mas ela a segurou. Seu pai precisava de cuidados, o olhar confuso em seus olhos verdeescuros a dizia que ele não estava pronto para responder a todas as suas perguntas, nem mesmo aquela que gritava dentro de sua mente. 
Onde está meu filho? Catryn rapidamente molhou seu lenço em um pouco de água de primavera que seu pai sempre trazia da cidade para sua casa no campo e que mantinha em um recipiente em sua mesa. Seu coração ainda cheio de medo, enquanto gentilmente lavava o sangue de seu rosto. Quando terminou, seu ferimento não parecia tão ruim quanto a princípio pensou que fosse, e seus olhos haviam se desanuviado. As primeiras palavras que ele disse a fizeram tremer até os ossos. 
—Ele levou Alwyn. —Quem o levou, papai? —ela perguntou, mesmo tendo uma boa ideia de quem poderia ter cometido tal crime contra ela. 
—Morris.









Série Irmãs Wherlocke
1- A Vidente 
2- A Sensitiva
3- A Intuitiva
4- O Escolhido
5- Se Ele for Tentado
6- Se Ele se Atrever
7- If He's Noble - a revisar
Baixar em Séries

12 de março de 2017

Casa dos Sonhos

 Dinastia Warenne


Duas famílias aristocráticas, uma inglesa, uma espanhola, estão tragicamente destinados a se reunirem repetidamente ao longo dos séculos. 

Cassandra de Warenne passa seus dias em uma mansão inglesa tranquila, cuidando de sua sobrinha, enquanto sua irmã Tracey vive a vida glamorosa de uma socialite. 
Quando Cass conhece a mais nova conquista de Tracey, Antonio de La Barca, ela não está preparada para a intensa e imediata atração, uma atração que anuncia algo mais profundo, mais poderoso e mais perigoso do que Cass jamais poderia imaginar. 
Tanto os de Warennes e os de La Barcas têm uma complicada e horrível história de corações partidos, amarga rivalidade, e derramamento de sangue, que começou há 450 anos atrás, com uma mulher, Isabel, abandonada e traída por sua família, seu amante e seus amigos. 
Hoje, Isabel convocou e uniu as duas famílias uma última vez, desta vez para completar uma busca por vingança do além-túmulo.

Capítulo Um

Belford House, Leste de Sussex - O presente
Simplesmente onde diabos estava sua irmã?
Cass gastou a maior parte de sua vida nas sombras da sua irmã, Tracey era uma das mais bonitas e glamorosas mulheres que Cass conheceu, e infelizmente, ela tinha uma propensão para se atrasar. Cass estava estressada. Certamente hoje, dentre todos os dias, Tracey podia ser pontual. Só desta vez.
Em outras duas horas a casa estaria cheia com os convidados de Tracey. Com os tipos do Forbes. Mas sobretudo, Tracey devia chegar a tempo, porque ela não tinha visto sua própria filha em três meses, ainda que elas falassem ao telefone.
Cass permanecia nervosamente junto a janela, olhando além do seco caminho de cascalhos brancos e através das colinas verdes da zona rural do Leste de Sussex. Ela estava suando. As vacas leiterias pontilhavam os campos abrangendo a distância entre a casa e a pequena aldeia de Belford, que ela podia apenas distinguir como um amontoado de telhados de pedras claras. O dia era cinza, a ameaça de chuva iminente, reduzindo visibilidade. Mesmo assim, ela podia ver a cidade mais próxima, Romney, famosa por sua atração turística, um castelo intacto datando de cinco séculos completos, uma vez que estava construído sobre uma das colinas circundantes. Cass podia ver também uma estreita faixa de estrada sinuosa pelo campo. Nenhum carro à vista.
— Onde está mamãe? Por que ela ainda não está aqui? — Uma voz infantil perguntou.
O estômago do Cass estava embrulhado quando ela virou para enfrentar sua sobrinha de sete anos de idade.
— Sua mãe estará aqui a qualquer momento, eu estou certa disto — ela mentiu. E ela pensou, por favor, Trace. Por Alyssa, por mim, apenas chegue aqui!
Alyssa se sentou em sua imaculada cama rosa e branca, defronte aos numerosos travesseiros fofos, todos graciosamente bordados e na sua maior parte rosa, branco, e vermelho como o quarto, vestindo suas mais novas roupas, um pequeno vestido de pálido azul do Harrods, meia-calça azul marinho, e sapatos plataforma de camurça preta. Seu cabelo de corvo preto estava preso com uma presilha de casco de tartaruga, e seu rosto estava limpo e brilhante. Ela era tão bonita, mas não como sua mãe, de nenhuma forma.
— Ela deveria chegar há uma hora. — Alyssa disse melancolicamente. — E se ela não vem?
Cass se apressou para sua sobrinha, que acabava de verbalizar os piores temores de Cass.
— Ela está vindo, doçura. Você pode apostar nisto. Este é o jantar black-tie de Tracey, mesmo que tia Catherine esteja sediando o evento. Você sabe disso. Ela tem que aparecer.
Alyssa assentiu, mas não pareceu segura.
Cass sabia que sua irmã mais jovem era selvagem e irresponsável, mas ela não era tão selvagem, ou tão irresponsáveis. O evento da noite era por causa do novo trabalho de Tracey com a Sotheby’s em Londres. No momento em que Tracey perguntou a Catherine se ela poderia realizar um evento a fim de exibir um colar muito raro para três dúzias de potenciais compradores, o créme de la créme da sociedade internacional, Catherine concordou. Sua tia raramente se recusou a qualquer uma das suas duas sobrinhas. As têmporas de Cass começaram a latejar sombriamente. Tracey apareceria, não?
Cass não podia imaginar ajudar tia Catherine a realizar este evento. Ela não era uma socialite como sua irmã. Ela não frequentou hotéis cinco estrelas, voou de primeira classe, se envolveu com playboys e jogadores de polo, ou mesmo possuiu mais de um único vestido de noite. Ela não foi aos casamentos de top models. O último namorado de Cass tinha sido um jornalista, não um rock-star.
— Algumas pessoas simplesmente não podem evitar estar atrasadas. — Cass finalmente disse, forçando uma leveza em seu tom que ela não sentia. — É um hábito terrível.


 Dinastia Warenne
1- O Conquistador
2- A Promessa da Rosa
3- O Jogo
4- O Prêmio
5– A Farsa
6– A Noiva Roubada
7– A filha do Pirata
8– A Noiva Perfeita
9– Um Amor Perigoso
10– A Promessa
11– Uma Atração Impossível
12– Casa dos Sonhos 
Série Concluída

Coleção Barbara Cartland



Castigo para um Libertino
Lorde Victor se apaixonou pela noiva do rei!
Debruçado sobre a amurada do navio, lorde Victor Brook olhava na direção do poente, mas não enxergava o belo espetáculo que a natureza oferecia. Em seu coração atormentado, não havia paz. Como fora possível, ele se perguntava, se apaixonar pela princesa Mirela, a jovem que ele devia levar para outro homem desposar? Uma mulher que jamais iria lhe pertencer?



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"Coleção Barbara Cartland"
Castigo para um Libertino - 304

Coleção Sissi



Mais que Amizade
Lorde Adam, o visconde de Cheverell, não hesitava em pedir socorro à jovem amiga, Sarah Mead, para livrar-se das complicações amorosas. Vendo a linda moça como se fosse uma irmã, não percebia a profunda mágoa nos olhos dela, que espelhavam também amor. Mas quando ele lhe pediu ajuda para escolher uma esposa, a mulher que iria partilhar a vida dele para sempre, Sarah sentiu-se vacilar: seu coração não suportaria esse extremo sacrifício.

 Esposa só de Nome
Diana, num gesto amigo, beijou o rosto do marido que, surpreso, reagiu sem pensar: ergueu-lhe o queixo delicado e beijou os lábios róseos que há dias o tentavam. Ela recuou, atordoada com a sensação deliciosa que a invadiu. E lorde Richard Rossley censurou-se, zangado consigo mesmo: Diana não era sua esposa de verdade e nunca o seria. Ele não queria amar de novo, pois temia sofrer outra vez o doloroso inferno do amor traído!

Um Acordo de Amor
Lorde Mark fitou Samantha com tal intensidade que ela, perturbada, abaixou os olhos, tentando dominar os estranhos sentimentos que ele despertava em seu coração tímido e inocente. Ele também se perturbou e compreendeu que deslizava para um caminho perigoso. A farsa que montara com Samantha, para escapar das caçadoras de maridos da corte, o ameaçava. Não conseguia ficar longe daquela mocinha que tomara conta de seus pensamentos.

Primavera de Amores
O baile de debutantes começou. Quando lorde Richard Devereux enlaçou a cintura delicada, Lucinda entendeu por que diziam que a valsa era uma dança escandalosa. Sentia todo seu ser reagir à proximidade dele e nos olhos cinzentos do lorde havia uma expressão que ela desconhecia.









Pasta Bárbara Cartland: 
Coleção Sissi 
(relançamentos) 31-32-22-34



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