28 de junho de 2016

Um Highlander libertino

Série Medieval


Dougald MacNeill é o seguinte ao irmão mais novo MacNeill e ele não está prestes a se estabelecer, até Lady Alana Cameron estar acomodada em seu colo ... e, em seguida, começa o problema.

Quando Dougald encontra Alana vagando pelos campos nas terras MacNeill, ele a leva para ver seu irmão, lorde James, no Castelo Craigly, para determinar seu destino. 
Mas quem a enviou para lá e por quê? 
O tio dela, lorde do clã Cameron, que guerreou com os MacNeills há anos, fez um acordo de união com outro clã e isso agora está em jogo. Após ter testemunhado a morte do pai, e, até mesmo, acreditando que ele havia retornado para sua casa, quando ele estava morto, Alana descobre que tem o dom, ou maldição, de ver os recém-falecidos e, por vezes, aqueles que já devem ter partido há muito tempo. 
Seu próprio irmão, falecido, continua a atormentá-la, e agora que Dougald MacNeill pensa em se casar com ela, a foice da morte poderia ter seus benefícios. A irmã de Dougald, que é uma fantasma mal-humorada, que ofereceu-se a Alana para ajudar a manter Dougald na linha, se ele pensar em se afastar.
Mas quem enviou Alana nessa missão tola, para removê-la das terras de Cameron e a colocou diretamente aos cuidados de Dougald, e quem realmente matou seu pai e seu irmão, e que tem tudo a ver com Alana? Será que ela e Dougald descobrirão a verdade antes que seja tarde demais?
2- O Inesperado Highland Herói
3- Um Highlander libertino

27 de junho de 2016

Até a Eternidade

Uma mistura de fantasia e romance.

Esta é a estória de uma professora de colégio moderno, Roseleen White, e sua espada antiga. Colecionadora nata de armas antigas, seu maior interesse é colecionar espadas.
Seu maior desejo é conseguir a Blooddrinker’s Curse, uma estranha e antiga espada, no entanto, o dono se nega a vender-lhe e afirma que existe uma maldição que impede que a espada seja propriedade de uma mulher.
Apesar disso, por intermédio de seu irmão adotivo, Roseleen consegue adquirir a espada escandinava de mil anos e está empenhada em descobrir tudo sobre a espada que chegou a suas mãos, mas não esta preparada para o que acontece quando ela agarra a empunhadura da espada em suas mãos.
De repente um guerreiro poderoso e bonito aparece!
A espada está enfeitiçada e se a pessoa que a possuir for uma mulher, adquire também o poder de controlar nada menos que um deus escandinavo: Thorn.
Condenado a uma existência maldita, Thorn Blooddrinker tem que servir a mulher que possuir a espada. Assustada, Roseleen não pode acreditar no que vê, mas logo ela se vê envolvida em uma aventura selvagem com Thorn, não só através da terra, mas também através do tempo.
Roseleen aprende que a única forma de libertar Thorn é expulsá-lo de sua vida, um ato que consome todo o seu amor e coragem. Mas os deuses estão do lado de Roseleen: ela finalmente encontrara seu amor outra vez no futuro.




Coração Guerreiro

Série Família Ly-San-Ter


Primeiro, Brittany Callaghan acha que está sonhando. 

Até porque não está acostumada a ver deuses nórdicos, de mais de dois metros de altura, em sua pequena cidade da Califórnia. Mas quando o espetacular loiro Viking aparece em sua porta, ela reconhece que o seu homem ideal é muito real. Apesar de sua impressionante beleza escultural, inteligência e independência, 
Brittnay segue lutado ardualmente para conseguir respeito em um mundo de homens. Então, fica surpresa quando seu visitante, cujo nome é Dalden, informa que ele é, de fato, um guerreiro bárbaro.
Mas Dalden está muito longe de casa, precisa de sua ajuda, e está disposto a pagar para tê-la, por isso que, se ele se imagina um selvagem, está tudo bem pra ela. Guerreiro ou não, ela gostaria de conhecer este gigante sexy e lindo, muito melhor.
A verdade será um rude despertar para ela, pois Dalden é exatamente o que ele diz ser. De onde ele vem, a força bruta é a lei. Os homens são todo-poderosos, e suas mulheres sempre devem obedecê-los. 
Tão ousada e impetuosa como é, a linda Brittany não vai ser subserviente a qualquer homem, mesmo aquele que é tudo o que ela sempre quis em um amante, e cujo toque deixa seus sentidos em chamas.
Se o seu relacionamento com o deus nórdico se tornar cada vez mais sério, isso certamente terá que mudar. Mas Dalden é um guerreiro até as profundezas de sua alma. Orgulhoso, poderoso e corajoso. Um homem acostumado a lutar, sem medo e sem descanso, pelo que ele quer, e ganhar. E agora, o que ele quer, acima de tudo... é Brittany.


Série Família Ly-San-Ter
1- A Mulher do Guerreiro
2- Algo mais que o desejo
3- Coração Guerreiro
Série Concluída

Quando o Amor espera


Depois de perder a mãe muito cedo, a feia jovem Leonie de Montwyn é afastada do pai, por intrigas da madrasta que a mantem afastada. 

Ela cresceu achando que seu pai a desprezava e por isso a enviou para Pershwick uma velha fortaleza, que pertence à jovem, para ficar sob a tutela do carinhoso e cuidadoso sir Guibert Fitzalan, que praticamente adotou a menina e a criou cercada de proteção e cuidados. 
Leonie passou a ser senhora da sua fortaleza e a governar com muita atenção, dando ao seu povo todo carinho e atenção de que precisavam. Ela cresceu livre e dona do próprio nariz. Tornou uma belíssima jovem.
Entretanto, ela descobre da noite para o dia, que foi destinada a ser esposa de um homem considerado violento e cruel. 
Desesperada e completamente só, ela é forçada a se casar com o Rolfe D'Ambert, o Lobo Negro, seu vizinho e no momento o seu maior problema. Este recebera do rei Henrique as terras Kempston confiscadas do jovem Alain Montigny pelo rei.
Por sua vez, Rolfe D'Ambert, o Lobo Negro, não teve outra alternativa, a não ser se casar com a jovem Leonie, para que pudesse se apossar de suas terras, sem violência e acabar com as invasões constantes que eram feitas às suas terras pelos habitantes da fortaleza de Leonie. 
Achando que sua futura esposa era uma mulher feia e sem graça, ficou boquiaberto e completamente apaixonado ao descobrir como ela era linda e formosa, e principalmente apaixonada na cama.
Eles tiveram que superar muitos obstáculos para viverem esse amor, mas o maior de todos foi o de aprender a confiar um no outro.


26 de junho de 2016

Depois do Sequestro

Série Solteironas De Swanlea

Depois de duas temporadas em Londres, e uma quantidade estrondosa de pretendentes maçantes, Juliet Laverick ainda anseia por um único homem: Morgan Pryce, o canalha arrojado que a sequestrou há dois anos. 

Mas sua determinação em levá-lo à justiça não diminuiu, nem mesmo quando o homem que ela confunde com Morgan, seu irmão gêmeo Sebastian, lhe dá uma notícia chocante: seu misterioso amante desapareceu.
Sebastian Blakely, o Barão Templemore, não se atreve a admitir que é a ele que Juliet procura e muito menos que é pelo beijo dele que ela ainda anseia. 
Confessar o sequestro só traria desastre e escândalo sobre os dois. No entanto, como conseguirá convencer Juliet a abandonar sua busca por seu sonhado amante, quando tudo o que ele sonha é segurá-la em seus braços novamente?

Capítulo Um

Shropshire, fevereiro 1818.
Ilíada de Homero, bordado por Juliet Laverick em uma fronha.
Lady Juliet Laverick tentou ignorar as batidas de seu coração. Tentou ignorar o trovejar de cascos de cavalo na terra congelada, levando-a cada vez mais perto de um confronto com seu passado. Tentou fingir que suas mãos estavam geladas por viajar no inverno, e não devido aos seus nervos.
Mas ela não podia. Depois de mais de dois anos, finalmente iria deixar seu passado para trás e ver a justiça ser feita. Então, como poderia se manter calma, com Charnwood a apenas alguns quilômetros de distância?
— A hospedaria Llanbrooke era horrível —, veio à voz de sua irmã do outro lado da carruagem. Rosalind sentou-se ao lado do marido Griff Knighton com um bordado em seu colo que ela claramente ignorava.
Juliet agarrou qualquer desculpa para manter sua mente fora do assunto em questão.
— Eu nunca vi teias de aranha em cima de uma cornija. Debaixo talvez, mas em cima? E a caneca sobre a mesa, você viu a espuma nela? O estalajadeiro deveria ser arrastado e esquartejado por manter uma sala comum tão imunda.
— Eu não lhe daria um castigo tão severo querida —, Rosalind replicou —, mas eu não estou em sintonia com os assuntos domésticos como você.
— Eu te garanto —, disse Juliet —, em sintonia com os assuntos domésticos ou não, você ia ordenar a mesma punição depois de passar uma noite entre os insetos sob lençóis sujos. Espero profundamente que nós possamos evitar voltar lá no retorno.
— Vai depender do que o barão revelar esta tarde. — Griff olhou para fora da janela, explorando a tranquila floresta Shropshire, com o olhar atento de um homem acostumado a problemas. — Se Lorde Templemore se provar pouco cooperativo, podemos encontrar-nos de volta ao Olho do Pavão, antes de terminar de questionar as pessoas da cidade.
Juliet fez uma careta com o pensamento.
— Certamente sua senhoria não vai continuar a protegê-lo quando ouvir o que Pryce fez para Juliet —, Rosalind protestou.
Ambos olharam para ela, cheios de sua habitual simpatia e preocupação. Isso a fez querer gritar. Odiava ser tratada como se ela pudesse quebrar com o mínimo esforço.
Mas isso acontecia por ser a caçula de três irmãs, a única que ainda não tinha se casado. E tola o suficiente para fugir com um canalha como Morgan Pryce aos dezoito anos, pondo em perigo a si
mesma e sua família depois que ele terminou por raptá-la, e não fugir com ela.
Colocando um sorriso jovial nos lábios, ela disse para Griff:
— O estalajadeiro não disse que Morgan não reside com o barão?
— Sim. Mas isso foi o máximo que consegui descobrir. Ninguém vai identificar o homem do esboço de Helena como um protegido de sua senhoria. — Helena era a irmã mais velha de Juliet que tinha um dom com o pincel. Também tinha motivos para querer ver Morgan ser levado à justiça, mas com a chegada iminente de seu primeiro bebê, nem ela nem seu marido Daniel, tinham ousado fazer a jornada até Shropshire. Griff continuou 
—, O pai de Templemore pode ter manchado o nome da família e colocado à propriedade no chão, mas o próprio Templemore tem uma reputação impecável como um cavalheiro digno. Assim, ninguém na cidade fala dele ou de Pryce a um estranho.
— Mas você tem certeza de que Morgan e o protegido de Lorde Templemore são a mesma pessoa —, disse Juliet.
— Tenho certeza. 

 Série Solteironas de Swanlea
1– Um Amor Perigoso
2-  Um Amor Notório
3-  Depois do Sequestro

22 de junho de 2016

Prisioneira

Série Oeste

Annie Parker tinha viajado ao oeste a fim de cumprir o sonho de ajudar aos outros. 

Tudo parecia seguir como previsto, até o dia em que entra em sua vida um perigoso e bonito foragido da justiça, que mudará seu mundo para sempre e, que a conseguirá fazer sua de corpo e alma.
Rafe McCay, um duro e implacável pistoleiro, leva uma existência fria e vazia desde que foi, injustamente, acusado de assassinato. 
Gravemente ferido, se vê obrigado a tomar Annie como prisioneira, sem saber que com aquela ação estará selando seu destino. 
Nunca poderia imaginar que a doce e inocente moça se meteria como fogo sob sua pele... Em seu sangue... Em seu coração...
A selvagem e feroz paixão que explode entre eles, os conduzirá por perigosos caminhos nos quais ambos poderão encontrar a destruição... Ou o amor.

Capítulo Um

1871, Território do Arizona.

Alguém o havia seguido durante a maior parte do dia. Sabia, por que tinha visto um revelador brilho de luz na distância, quando parou para comer ao meio-dia e, embora só tivesse sido uma brilhante piscada que durou unicamente um segundo, foi suficiente para o colocar de sobreaviso.
 Podia se tratar do reflexo do sol sobre uma fivela ou uma resplandecente espora. Em todo caso, quem quer que o seguisse tinha cometido um engano, que o tinha feito perder a vantagem do fator surpresa.
Mesmo assim, Rafe McCay tinha permanecido impassível, continuando a cavalgar como se não se dirigisse a nenhuma parte em especial, e dispusesse de todo o tempo do mundo para chegar a seu destino. 
Logo escureceria, e havia decidido que o melhor seria descobrir quem andava atrás dele, antes de preparar o acampamento para passar a noite. Segundo seus cálculos, o homem que o seguia ficaria ao descoberto naquele comprido caminho ladeado de árvores, por breves momentos. 
Tirou a luneta de seu alforje e se ocultou sob a sombra de um grande pinheiro, se assegurando, assim, de que nenhum reflexo o pudesse delatar. Enfocou a luneta no lance do caminho onde calculava que localizaria a seu perseguidor e em seguida o avistou; era um cavaleiro sobre um cavalo marrom escuro, com a parte inferior da pata direita dianteira de cor branca. Fazia avançar o animal a um ritmo lento, e se inclinava sobre a sela para poder examinar o chão em busca de rastros.
McCay tinha passado por ali atuando do mesmo modo, aproximadamente, uma hora antes. Apesar de que não conseguia ver com claridade o rosto do cavaleiro, havia algo nele que lhe resultava familiar, assim manteve a luneta enfocada para a longínqua figura puxando pela memória. 
Possivelmente, fora a forma em que se sentava sobre a sela, ou talvez, inclusive o próprio cavalo, o que despertava nele uma persistente sensação de que tinha visto ou se encontrado anteriormente com esse homem em particular, e que não gostado do que tinha descoberto. Mas não conseguia recordar o nome daquele tipo.
Os arranjos do cavalo não tinham nada de especial e não havia nada em suas roupas que chamasse especialmente a atenção, à exceção de seu chapéu negro adornado com conchas chapeadas...
Trahern.
McCay deixou escapar o ar através dos dentes.
A recompensa por sua cabeça devia ter subido muito para atrair a alguém como Trahern. Era conhecido por ser um bom rastreador, um pistoleiro perigoso e um tipo que nunca abandonava.
Depois de quatro anos sendo perseguido, McCay era consciente de que não podia fazer nada precipitado ou estúpido. 
Contava a seu favor com o fator tempo e a vantagem da surpresa, além da experiência em ser açoitado. Trahern não sabia, mas sua presa acabava de se converter em seu caçador.
Prevendo que também o caçador de recompensa dispunha de uma luneta, McCay voltou a montar em seu cavalo e entrou ainda mais entre as árvores antes de girar para a direita e deixar atrás uma pequena elevação, que se interpunha entre ele e seu perseguidor. 
Se havia uma coisa que a guerra lhe tinha ensinado era que terreno pisava e, automaticamente, escolher um caminho que lhe oferecesse, sempre que fora possível, tanto uma via de escape como amparo. 
Poderia cobrir seu rastro e despistar ao Trahern no bosque, mas havia outra coisa que a guerra lhe tinha ensinado: nunca deixar um inimigo a suas costas. Se não se ocupasse dele agora teria que o fazer mais tarde, quando talvez as circunstâncias não estivessem a sua favor. 
Trahern tinha assinado sua própria sentença de morte ao tentar o caçar. Fazia muito tempo que ao McCay já não era problema matar aos homens que fossem atrás dele; se tratava de sua vida ou da deles, e estava cansado de fugir.


Série Oeste
1- Uma Dama do Oeste
2- Vale da Paixão
3- Prisioneira
Série Concluída


21 de junho de 2016

Em tentação

Trilogia Amigos
Lady Sophia Aberley jurou que nunca mais deixaria Julian Rexley entrar em sua casa ou em sua vida novamente.

Apesar do tempo que se passou, ela ainda não esqueceu a humilhação do escândalo, por ter sido exilada do país em razão de suas ações vergonhosas. Mas ela não poderia abandonar uma amiga em um momento de necessidade, mesmo que essa amiga fosse a irmã de Julian, e agora ele está de volta a Londres...








Trilogia Amigos
1- Uma Proposta Sedutora
2- Um jogo Escandaloso
3- Em tentação

Reincidencia

APIMENTADO HISTÓRICO








Lady Kirbridge é uma dama da alta sociedade que teve um breve encontro com um dos homens mais atrativos e perigosos de seu círculo social...leia mais aqui

10 de junho de 2016

O Reencontro




O príncipe Alexei de Avalonia é um mestre na arte da sedução, mas conhece uma misteriosa jovem em um baile de máscaras com quem acaba passando uma inesquecível noite de paixão, uma noite que não pôde esquecer.

Chegando-se a perguntar se foi real ou só um lindo sonho.
A senhorita Pâmela Effington não é um sonho. Certamente, sucumbir à sedução do príncipe foi uma loucura. 
Sempre agradeceu que seus caminhos nunca voltaram a se cruzar, e ainda que o façam, ele nunca poderá reconhecê-la. Mas ambos vão ter uma surpresa que sacudirá suas vidas.
Quando Pâmela volta ao lar ancestral da família Effington, descobre, com assombro, que Alexei está hospedado ali. E seus maravilhosos e perfeitos planos de levar uma vida exemplar ficam anulados com a lembrança daquela maravilhosa noite de paixão.

Capítulo Um

—Bem feito, Clarissa. —Pâmela Effington tirou a máscara e sorriu a sua adversária—. Por um momento quase me pegou.
—Dizer «quase» é um eufemismo, querida prima. —Clarissa, lady Overton, também retirou sua máscara e sacudiu a cabeça libertando seu cabelo e deixando-o solto—. Uns poucos segundos mais e o ponto teria sido meu. Pâmela riu.
—Felizmente já não havia tempo.
—Felizmente, de fato. —Clarissa cortou o ar com sua espada de esgrima—. A próxima vez, vou reclamar vitória.
—Como já fez em nosso combate anterior. —Pâmela sacudiu a cabeça com bom humor. —Estamos bem preparadas, prima.
—Certamente que o estamos. —Clarissa examinou a lâmina de metal atentamente—. Mas você crê que é realmente necessário para uma mulher ter habilidade com a espada? Nunca nos veremos obrigadas a combater em um duelo por nossa honra.
—Não acredito que haja habilidades ou conhecimentos que sejam demais para uma mulher. Além disso, este esporte agita o sangue, ao menos para mim, e
é excelente para o corpo e a mente. E eu o acho muito estimulante e divertido.
Clarissa elevou uma sobrancelha.
—Sonha, exatamente como Tia Millicent.
—Não me surpreende o mínimo, já que concordo com ela em muitas coisas. —Pâmela entregou sua máscara e sua espada a Monsieur Lucien, o professor de esgrima, fazendo um gesto de agradecimento com a cabeça.
—Claro que concorda. —Clarissa entregou suas coisas a Monsieur Lucien—. A esgrima e fazer coisas que as mulheres normalmente não fazem, tornam-a mais...
—Não diga. —A voz de Pâmela soou firme—. Não estou com humor para ter outra discussão sobre os defeitos de meu caráter. —Começou a dirigir-se para a magnífica entrada do salão de baile que tinham usado para sua aula de esgrima.
O salão de baile ocupava uma boa porção do primeiro piso da impressionante casa situada na melhor zona de Viena, que pertencia a um conde austríaco, um velho e querido amigo de lady Smythe-Windom, sua Tia Millicent. O certo era que parecia não existir nenhum lugar no mundo onde não houvesse um muito velho e muito querido amigo de Tia Millicent.
Em todos os anos de sua viagem juntas, nenhum bom amigo de sua tia tinha deixado de as convidar e permitir ficar tanto tempo quisessem. Era uma forma de vida estupenda, apesar de que, em ocasiões, a natureza instável desta tinha preocupado tanto a Pâmela como a Clarissa. Mesmo assim, era o que tinham escolhido, cada uma por suas próprias razões.
—Não obstante, vou dizer. —Clarissa foi atrás de sua prima—. Você gosta da esgrima e tudo o que seja pouco convencional e algo escandaloso porque isso é precisamente o que uma mulher Effington desfrutaria.
—Eu sou uma mulher Effington. —Pâmela conteve um longo e sofrido suspiro. Clarissa tinha levantado esse tema uma e outra vez nos últimos meses, e uma e outra vez Pâmela tinha conseguido desviar a discussão. Caminhou pelo
corredor que conduzia a uma série de salões destinados à música, os jogos e qualquer outra coisa que os residentes da casa desejassem fazer.
—O defeito não está em ser como é, a não ser em estar empenhada em tentar ser o que não é —gritou Clarissa atrás dela.
—Efetivamente


6 de junho de 2016

Coração Honrado

Série The Dumont

Laços de redenção...

Christian Dumont passou a vida sendo cobrado pelos pecados do pai.
Agora, um matrimônio lhe dará a oportunidade de recuperar seus bens. 
Lady Emalie Montgomerie não se opõe ao casamento, contudo, carrega um segredo que coloca em risco o futuro da união. 
Ainda que no coração sua honra permanecesse intacta, Emalie sabia que deitar-se no leito nupcial sem ser pura era um erro imperdoável. 
Ainda assim, o desejo que ardia no olhar de Christian dava-lhe esperanças. Mas será que ele aceitaria a criança de outro homem?

Capítulo Um

Castelo de Greystone, Lincolnshire, Inglaterra — Maio, 1194
Eleanor Plantagenet, rainha da Inglaterra, pelo designo de Deus, observou sua protegida ereta e orgulhosa. Apesar de querer gritar de ódio ou chorar de pena pela suspeita de que aquela jovem havia sido abusada, ela se conteve. Apenas uma atitude sua poderia salvar o reinado e provavelmente a vida daquela moça. Como sabia que seu filho era culpado pelo abuso e ciente de que ele não descansaria até que satisfizesse seus desejos, ela decidiu lograr os planos dele.
— Emalie, vou perguntar mais uma vez — disse a rainha. — Qual o nome do homem que a desonrou?
— Não sei do que está falando, Vossa Graça — respondeu Emalie, sem olhar para a rainha.
— Não sou boba e não quero que você me trate como tal! — exclamou Eleanor, tentando fazer com que Emalie se assustasse e dissesse a verdade.
Entretanto, Emalie limitou-se a juntar as mãos sobre o colo, mas não mudou a atitude ou mostrou vontade de responder.
Eleanor colocou as mãos nos braços da cadeira para se aproximar da moça e fazer outra pergunta, mas foi interrompida por uma comoção do lado de fora do solário. Ouviram-se vozes exaltadas e em seguida a porta se abriu num rompante. Os guarda-costas da rainha tentaram inutilmente impedir que o filho dela irrompesse no quarto. Ela sinalizou para que desistissem e os guardas retomaram suas posições, um de cada lado da porta.
— Madame — John cumprimentou a rainha de maneira arrogante e se aproximou —, a senhora está muito bem hoje. — Em seguida, inclinou a cabeça e a beijou no rosto.
Eleanor procurou não se abalar pelo tom de voz dele e o encarou nos olhos. Em momentos como aquele, ela não saberia explicar como havia gerado uma víbora daquelas.
— Dei ordens para não ser perturbada e poder ter um pouco de privacidade para conversar — disse ela, levantando-se para enfrentá-lo com a verdade. — As ordens eram para manter você especialmente longe daqui até que eu permitisse sua entrada.
— Ah... — resmungou ele, postando-se na frente de Emalie. — Aqui está a linda lady Emalie Montgomerie — prosseguiu ele, inclinando-se para beijar a mão da moça.
Emalie não estava muito acostumada a ignorar os gestos de John, mas puxou a mão evitando o contato. Quando ele sorriu com malícia sem pretender esconder suas intenções, ela empalideceu.
— Mamãe, imagine se seus guardas me impediriam de entrar quando uma dama tão adorável estava à minha espera aqui dentro.
Eleanor notou que, mesmo sem perceber, Emalie estava se aproximando dela, cada vez mais, na certa em busca de proteção. John também notou e postou-se entre as duas.
— John! Pare com isso! Pare de brincar com ela e me diga por que veio me interromper. — Eleanor seguiu até uma das duas cadeiras de espaldar alto diante da janela e fez um sinal com a mão para que Emalie se sentasse na outra, sem desviar o olhar até ser obedecida. Pela postura da moça, ficou claro que ela era uma amadora quando se tratava de homens.
— Estou aqui em nome do meu amigo, William DeSeverin — disse John, seguindo até as janelas e olhando para fora com uma de suas expressões favoritas de desdém.
As palavras e a postura de John eram um prenúncio de algo nada bom.
— O que ele tem a ver com lady Emalie?
— Ele se arrepende do excesso de zelo que demonstrou a você, minha querida — disse John, relanceando o olhar para Eleanor, depois para seu verdadeiro alvo, Emalie. — Ele quer se apresentar para salvar você da desgraça.
— Vossa Graça, não preciso que ninguém me salve de nenhuma desonra — respondeu Emalie com toda a calma.
— Isso é bobagem, milady, o castelo e a vila inteira sabem do que estou falando.
Eleanor não podia permitir que ele continuasse e precisava recuperar o controle da situação.
— Eu também não acho que sir William precise salvar Emalie.
— Mamãe, conforme eu disse na mensagem que a trouxe aqui, William confessou ter levado a condessa para a cama e agora pretende se casar com ela para evitar a desonra.
— Vou dizer de outra forma: não vejo razão para esse casamento.


Série The Dumont
1- Coração Honrado
2- a revisar
1- O preço do desejo - edição Portugal
2- A noiva do Normando - idem
3- A Noiva Sem Nome   - idem
3- Mais forte que a paixão - idem
4- Amor a primeira vista
5- The King's Mistress - não publicado no Brasil
6- Desejo Sagrado/Escolha honrada



25 de maio de 2016

Os segredos de Richard Kenworthy

Quarteto Smythe Smith
Sir Richard Kenworthy
Tem menos de um mês para encontrar uma esposa. 

Ele sabe que não pode ser muito exigente, mas quando vê Iris Smythe-Smith se escondendo atrás de seu violoncelo no musical anual das Smythe-Smith, Richard acha que conheceu alguém muito valiosa. 
Ela é o tipo de mulher que passa despercebida até a realização de um segundo ou terceiro olhar de outra forma. Mas há algo nela abaixo da superfície, algo quente e ele sabe que ela é única. Iris Smythe-Smith...Ela está acostumada a ser subestimada, com seu cabelo claro e tranquila, mas há uma personalidade astuta que ela tende a esconder, e ela gosta dessa forma. Então, quando Richard Kenworthy se aproxima com galanteios e flertes, parece suspeito. 
Dando a impressão de um homem que se rende ao amor, mas ela não pode acreditar que tudo é verdade. Quando sua proposta de casamento se torna uma situação comprometedora obrigatória, você não pode deixar de pensar que há algo escondido por trás disso. . . mesmo que o seu coração diz sim.
 








Quarteto Smythe Smith
1- Assim Como o Céu
2- Uma Noite Como Esta
3- A Soma de todos os 
4- Os segredos de Richard Kenworthy



22 de maio de 2016

Manhãs de Glória

Amor nos olhos de um estranho... 

Na cidade, eles a chamavam de “louca viúva Dinsmore.” 
Mas Elly não era alheia à sua ridicularização, ela tinha sido uma pessoa deslocada durante toda a sua vida, crescendo em uma velha casa sob o olhar rigoroso de seus avós excêntricos. 
Agora ela estava sozinha, com dois meninos pequenos para criar, e um terceiro filho a caminho. 
Ele derivava em Whitney, Georgia, em uma tarde preguiçosa no verão de 1941, na esperança de colocar seu passado solitário atrás dele... 
Ele ansiava pela ternura que ele nunca tinha conhecido, a casa que ele nunca teve. Tudo o que ele precisava era de alguém para lhe dar uma chance. Então ele viu seu anúncio: Procura-se - Um Marido. Quando ele atravessou o quintal desordenado de Elly Dinsmore, Will Parker sabia que ele tinha voltado para casa por fim...

Prólogo 

O trem parou em Whitney, na Georgia, em uma tarde nublada de novembro. Nuvens agitavam-se e as primeiras gotas de chuva caíram como massa grossa no teto negro da carruagem à espera. Ambas as janelas estavam cobertas de preto. Quando o trem veio a uma parada, uma sombra furtivamente levantou um pouco uma cortina e um único olho espiou pela fenda. 
— Ela está aqui — A voz de uma mulher assobiou. — Vamos! — A porta se abriu e um homem saiu. Ele, assim como o transporte, estava de negro, terno, sapatos e um chapéu de abas largas desgastado. Ele olhou nem para a direita nem para a esquerda, mas caminhou propositadamente para os degraus do trem quando uma jovem mulher saiu com um bebê nos braços. 
— Olá, papai — disse ela, hesitante, oferecendo um sorriso vacilante.
— Traga o seu filho bastardo e venha comigo. — Ele virou-a bruscamente por um cotovelo e conduziu-os de volta para a carruagem sem olhar para ela ou o bebê. A porta com cortinas foi aberta no instante em que chegaram a ela. A jovem pulou para trás protetora, puxando o bebê em seu ombro. Seus olhos castanhos suaves amedrontados pelos duros verdes acima dela, emoldurados por um gorro preto e vestido de luto. 
— Mama... — Entre! — Mama, eu- — Entre antes que cada alma nesta cidade enxergue nossa vergonha! O homem deu a sua filha uma cotovelada. Ela tropeçou para dentro da carruagem, mal capaz de ver através das lágrimas. Ele a seguiu rapidamente e agarrou as rédeas, que foram introduzidas através de um postigo, produzindo apenas uma luz escura. 
— Depressa, Albert — A mulher ordenou, sentando-se dura como uma lápide, olhando para a frente. Ele chicoteou os cavalos a um trote.
— Mamãe, é uma menina. Você não quer vê-la? — Vê-la? — A boca da mulher franziu-se enquanto ela continuava olhando para a frente. — Eu temo que não vou pelo resto da minha vida, enquanto as pessoas sussurrarem sobre a obra do diabo que você trouxe à nossa porta. A jovem agarrou a criança mais apertado. Ela choramingou, então, quando um dissonante trovão ressoou, começando a chorar a plenos pulmões. 
— Cale isso, você me ouviu! — O nome dela é Eleanor, mamãe e- — Cale-a antes que todo mundo na rua ouça! Mas o bebê uivou por toda a distância a partir da estação ferroviária, junto a praça da cidade e da principal estrada que leva até a borda sul da cidade, passando por uma fileira de casas a uma cercada por uma cerca de piquete com glórias da manhã subindo em sua varanda da frente. 
A carruagem virou, atravessou um quintal e parou perto da porta dos fundos. A mãe e a criança foram conduzidas para dentro pela mulher vestida de negro e imediatamente uma cortina verde escura foi puxada para baixo para cobrir a
janela, seguida de outra e outra até que todas as janelas da casa estavam cobertas. A nova mãe nunca foi vista deixando a casa de novo, nem as cortinas foram levantadas.


16 de maio de 2016

Uma Dança ao Luar

Série Os Fitz.
Depois de perder seu amor de infância para outra mulher, Isabelle Englewood fica deprimida. 

Mas então algo notável acontece: ao chegar a Doyle Grange, sua nova casa, conhece Ralston Fitzwilliam, que se parece muito com o homem que ela não pode ter. 
Tarde da noite, ela lhe diz, que queria fazer amor com ele fingindo que ele é aquele que ela ama. Mal se apercebendo do que está prestes a desencadear.



Capitulo um

Verão de 1896
Somerset, algumas milhas ao sul das colinas Exmoor.
A mulher voltou. Ralston Fitzwilliam a tinha visto uma vez antes, há dois dias. Ele estava acabando uma caminhada de 14 milhas, havia subido e descido colinas suaves de modo que os pés mal batiam no chão, cruzado riachos cheios pela chuva, ao lado de pastos verdes, pontilhado de ovelhas.
Dado que escuras nuvens de chuva, tão baixas que ele quase podia tocá-las, tinham lotado o céu de um lado a outro, ele deveria ter ido direto para casa, para Stanton House, à sua disposição pelo Duque de Perrin para as poucas semanas por ano que Ralston passava na Inglaterra. Mas a caminhada não tinha sido suficientemente cansativa para um homem que queria que seus membros doloridos deixasse sua mente em branco, então ele tinha atravessado a fazenda de Beauregard e dirigiu-se a inclinação no topo da qual podia ver a propriedade rural do visconde de Northword.
Apenas para encontrar uma chuva torrencial no meio do caminho. Ele virou para o Rancho Doyle, uma propriedade menor da propriedade Northword. A propriedade estava desocupada no momento, e ele podia refugiar-se sob seu pórtico coberto de hera sem ser questionado e ouvir um discurso sobre a loucura de estar fora em tal tempo, ainda mais sem um guarda-chuva. 
Quando ele se aproximou do portão do jardim atrás da casa, ela apareceu no caminho do jardim, uma jovem viúva toda de preto.
Ela era linda, alta, régia, seu cabelo tão escuro como as gotas de azeviche que decoravam seu chapéu. Mas o que realmente chamou sua atenção foi à história de vida dela que estava escrito no rosto requintado.
Não tinha sido a mais fácil das vidas. Havia um ar de fragilidade nela, não a timidez inata, mas o medo residual de alguém que tinha sido queimada pelos caprichos do destino.
Ele reconheceu a si mesmo, como ele tinha sido por muitos anos, e talvez até mesmo como ele era agora.
Ela correu para dentro da casa, sem notar a presença dele. Mas ele pensava nela enquanto esperava fora da chuva sob o beiral do galpão do jardim, para sua caminhada de volta para casa.
Ele visitou o Rancho Doyle no dia seguinte, mas a porta da frente estava trancada, e a casa fechada.
E agora aqui estava ela de novo, uma bela silhueta, sombria à luz do fim da tarde de verão, descendo de um cabriolé, com uma bolsa na mão. Seu coração saltou até que ele percebeu que o cabriolé, estacionado na entrada, antes da parede de flores, não saiu. Ele estava esperando por ela para sair da casa e iria transporta-la para outro lugar.
Ele hesitou. Mas em pouco tempo, ele se viu deslizar para o portão da frente e caminhar até a casa. Um movimento de uma cortina de cima chamou sua atenção, ele havia sido avistado. Sob o pórtico, quando ele levantou a mão para tocar o sino, a porta se abriu, e ela se lançou em seus braços.
Ele tinha mais de um metro e oitenta de altura e era forte. Mas ela tinha, pelo menos, um metro e setenta e sete e não era nenhum esqueleto. Ele tropeçou um passo para trás.
Antes que ele conseguisse se recuperar de sua surpresa, ela agarrou seu rosto e beijou-o.
Ele já tinha beijado mulheres a quem ele não tinha sido devidamente apresentado, mas nunca antes tinha acontecido como uma saudação. Ela estava faminta, quase bárbara, como se ela quisesse levanta-lo do chão e destruí-lo.

Série Os Fitz.
0,5 - Reivindicando a Duquesa
1- A revisar
2- Uma Mulher para todas as Estações
2.5 - Uma Dança ao Luar

6 de maio de 2016

Fogo em Seus Braços

Série Call.War


Com seu trabalho em Montana concluído, agora que a rixa Callahan-Warren terminou em casamento, em vez de derramamento de sangue, Degan Grant parte para a Califórnia, porque fica longe da casa que quer esquecer, até que o US marechal que salvou sua vida lhe pede um favor. 

Tudo o que Degan tem que fazer é pegar três bandidos da lista do marechal e entregá-los à lei. Fácil, ele pensa, para um homem com quem ninguém quer confusão.
Mas, em seguida, uma jovem e corajosa mulher cruza seu caminho. Maxine cresceu tão bonita e atraiu tanta atenção indesejada em sua cidade natal Texas que os eventos ficaram fora de controle. 
Ela vai tentar de tudo para escapar do pistoleiro bonito e enigmático, que tem a intenção de entregá-la a um xerife corrupto, que vai enforcá-la em vez de levá-la a julgamento.
Preso a uma audaciosa jovem espirituosa que insiste que é inocente, Degan deve caçar um assassino cruel e manter um velho inimigo à distância. Mas forçado a uma proximidade íntima com sua sedutora prisioneiro, seu desejo entra em um incêndio de paixão, e já não pode negar que é tempo para eles arriscarem confrontar seu passado para que possa ter uma chance de um futuro com ela em seus braços para sempre.

Capítulo Um

— Pensei que tinha deixado o território, Mr. Grant.
Degan olhou para o xerife Ross, sorrindo. Se inclinou para acalmar seu cavalo antes que se erguesse. O palomino não gostava de estranhos tão perto dele. Com tiros não se importava mas com estranhos sim.
— Estou indo hoje. Basta ter certeza que nenhum tiro é disparado na igreja.
— Não preciso me preocupar com isso. A disputa terminou na semana passada, assim que o casal feliz concordou em se casar. Então você está vindo para o casamento?
Degan olhou para a igreja no final da rua. As duas famílias se juntariam naquele dia, os Callahans e os Warren, já estavam dentro. As pessoas da cidade continuavam indo em direção a ela para testemunhar o feliz evento, sob a direção clara de Degan, que estava sentado em seu cavalo no meio da rua. Por mais que gostasse de fazer algo tão normal como assistir a um casamento, sabia o que sua presença faria. E já fizera suas despedidas.
Então, balançou a cabeça para o xerife. — Não é preciso ninguém ficar nervoso em um dia como este. — Ross riu.
— Acho que as pessoas aqui em Nashart já o conhecem suficientemente bem.
— Esse é o problema. Elas me conhecem.
Ross corou um pouco. Era estranho para um xerife tratar Degan tão afavelmente. Normalmente, logo que um xerife sabia quem ele era, pedia-lhe para sair de sua cidade. Ross não tinha feito isso, provavelmente por respeito a Zachary Callahan, que havia contratado Degan para manter a paz até ao casamento do seu filho. Claro que não era garantido o casamento acontecer quando a noiva Warren fora criada no leste no meio do luxo e ia se casar com Hunter Callahan, um cowboy nascido e criado aqui em Nashart, Montana, a quem ela nunca conhecera. E Tiffany Warren tentara definitivamente sair do casamento arranjado. 

No rancho Callahan ela fingia ser uma governanta para poder encontrar uma maneira de acabar com a rivalidade entre as duas famílias, sem se sacrificar a si mesma no altar.
Degan tinha gostado de Tiffany desde o início, porque ela o lembrou de casa, uma casa para onde nunca iria voltar. Mas achou que ela não era realmente uma governanta. Ela tinha tentado a custas não ser formal e adequada, mas simplesmente não poderia conseguir. 

A elegante e sofisticada verdadeira Tiffany aparecia constantemente, embora o fizesse questionar sua intuição. 










Série Call.War
1- Um Coração por Conquistar
2- Fogo em Seus Braços
Série  Concluída

5 de maio de 2016

A Canção

Série Filhos do Destino
Oito irmãos, nascidos em quatro pares de gêmeos, com dois anos de diferença, cumprem a Maldição da Profecia dos Oito. 

Para evitar seu destino tentador, os irmãos são exilados na Ilha Nightfall, onde as mulheres são proibidas. 
Isto representa um desafio para o irmão cuja magia foi destruída...
Evanor, o quarto dos Filhos do Destino, perdeu a voz e, com isso, os seus poderes, na violenta batalha que libertou a família de seu maior inimigo. 
Felizmente, com o retorno seguro de seu irmão gêmeo, Evanor agora sabe exatamente quem pode trazer sua música de volta à vida.  Ela é a encantadora viúva Mariel, uma Curadora levada à Nightfall para ajudar os irmãos em sua hora de necessidade. 
Para Mariel e seu jovem filho, isso significa sair de sua pátria amada para a ilha desconhecida de Nightfall e suas margens ainda proibidas... E com isso, arriscar a paixão que ela desperta no coração de seu paciente intrigante.Mas um novo perigo aparece quando o Conselho de Katan se informa de que pode haver mulheres na Ilha...

Capítulo Um

A coruja saltou de seu poleiro no pilão, transformando-se de volta à sua forma natural.
Alys desembarcou no cais próximo a Evanor. Ele viu como os olhos de seu tio se arregalaram em choque, lembrando-o de que Alys lhes havia dito que tinha fingido sua própria morte magicamente para escapar desta besta assassina de duas pernas.
— Olá, meu tio. — Alys cumprimentou seu parente com o rosto inexpressivo, mas seu tom de voz gotejava com ódio. Evanor estava bastante surpreso com a calma que ela aparentava, ele tinha conhecimento do quanto seu tio a aterrorizava. — Você está parecendo um pouco gordo e careca, como de costume.
— Pirralha insolente! — O mago careca rosnou, apertando as mãos em punhos. — Eu me perguntava por que suas magias não vinham para mim, quando todos os meus feitiços disseram que você estava morta! Um descuido que vou corrigir... Skaren skaroth!
Tudo pareceu abrandar agora, embora, no momento, não houvesse muito mais do que um instante no qual a reação fosse puro instinto.
Uma lâmina letal de luz branco-avermelhada saiu das mãos de Bröger de Devries. Nenhum deles ousou lançar um contra-ataque. O homem tinha se envolvido em feitiços que retornariam para qualquer atacante que o ferisse fisica ou magicamente. Isto, Alys de Devries tinha lhes informado com antecedência. 
A solução tornou-se a necessidade de obrigá-lo a voltar os seus próprios poderes letais contra si mesmo, por ele ter vindo para o lar deles como fez. Seu objetivo era destruir os oito irmãos enviados ao exílio, para que pudesse colher os seus poderes, bem como garantir a reivindicação de seu assento como família. Bröger, então, seria poderoso o suficiente para reivindicar o trono de Katan no continente.
Mas Alys não tinha um dos espelhos de feitiço reflexivos que haviam sido criados para se defender. Não havia tempo suficiente para fazer mais do que alguns. Um já tinha sido usado e destruído no processo, sua cunhada do outro mundo ainda se debruçava sobre a mão ferida, em estado de choque desde a quebra de seu espelho. Evanor deslocou-se entre Bröger e seu alvo, o único que poderia agir. Na época, não tinha havido qualquer tempo para pensar, apenas o instinto de proteger a jovem que estava apaixonada por um dos seus irmãos mais velhos.
Uma única nota reverberando, a magia de Evanor veio como um clarão, uma parede de borracha, mandando o feitiço de volta para o seu criador. O feitiço atingiu Bröger de Devries, quase cortando seu peito ao meio. As energias vermelho sangue foram levadas para trás, seguindo em direção ao seu atacante.
Evanor acordou assustado, flexionando os músculos da garganta, tentando gritar através do persistente sonho e da lembrança da dor ardente, queimando... E foi recebido por um vazio em seus ouvidos, um vazio preenchido exclusivamente pelo assobio de sua respiração. Enrolando-se para fora da cama, ele abaixou a cabeça entre as coxas, cotovelos apoiados sobre os joelhos. 
Correndo os dedos por seus cabelos despenteados da cama, o mago loiro... Ex-mago... Lutou para abrandar a batida do seu coração.
Eu não sei qual forma de acordar é pior, revivendo o pesadelo de perder a minha voz ou acordando esquecido de que eu a perdi ... Até que eu tento falar. Esfregando o rosto com as mãos, ele fechou a luz da manhã que entrava através de suas cortinas. Não me arrependo de salvar a vida de Alys. Ela é doce e maravilhosa, e merece viver. E poderia ter sido muito pior, apesar de Kata saber que isso é ruim o suficiente...





Série Filhos do Destino
1- A Espada
2- O Lobo
3- O Mestre
4- A Canção
5-The Cat - a revisar
6- The Storm  - idem os seguintes
7- The Flame
8- The Mage
9- The Destiny
Baixar em Séries



1 de maio de 2016

Rumores na corte

Série Casamentos Reais



Uma aliança duvidosa...

Lady Cecily despreza os reféns franceses mantidos na corte. 
Tratados como convidados de honra, não passam de escroques no jogo de sedução. 
Pior: Cecily teme que a princesa seja corrompida. Fadigado pela guerra, tudo o que o cavaleiro Marc de Marcel deseja é voltar para casa. 
Descrente de que seu resgate será pago um dia, ele faz um acordo arriscado com a tentadora Cecily. 
Marc manterá a princesa a salvo, se Cecily o ajudar a fugir. 
Um pacto que abrirá caminho para o escândalo!

Capítulo Um

Smithfield, Londres — 11 de novembro, 1363
Mon dieu, como essa ilha é fria.
O vento gélido afastou o cabelo da testa de Marc de Marcel e penetrou na cota de malha pela gola. Ele deu uma olhada para os cavaleiros do outro lado do campo, imaginando qual seria seu oponente e quem enfrentaria seu amigo francês.
Bem, não faria nenhuma diferença.
— Derrubarei qualquer um do cavalo — murmurou ele.
— O código de conduta dita que a luta deve consistir de duas partes, a primeira com três golpes com a lança — disse o lorde de Coucy — , a segunda com três golpes com a espada. Só então o vencedor será declarado.
Marc suspirou.
Era uma pena as justas terem se tornado tão enfadonhas. Ele bem que gostaria de matar outro maldito inglês.
— Isso é desperdiçar a força do cavalo, e a minha.
— É melhor não ofender aqueles que nos capturaram, mon ami. Se cooperarmos, nossa estada aqui será bem mais tolerável.
— Somos reféns. É impossível tornar nossa estada tolerável.
— Ah, as damas têm esse poder. — De Coucy inclinou a cabeça na direção da arquibancada. — Elas são très jolie.
Marc olhou na direção das damas, sentadas à direita do rei Eduardo. Impossível de distinguir uma da outra. A rainha devia ser aquela vestida com uma capa lilás com bordas de pele, enquanto as outras vestiam tons similares de violeta e cor de canela, pareciam um borrão colorido... com uma exceção.
Uma dama de cabelo escuro adornado com um arco de ouro olhou na direção dele com os braços cruzados e o cenho franzido. Mesmo à distância, ele reconheceu que ela estava tão aborrecida quanto ele, como se estivesse desprezando tudo e todos.
— Bem, o sentimento é mútuo.
Marc deu de ombro. Les femmes Anglaise não eram de sua conta. Havia dois outros monarcas visitantes ao lado do rei inglês Eduardo, supervisionando a liça do torneio.
— Quero impressionar les rois e não as damas.
— Ah, um cavaleiro sempre tenta impressionar as damas — disse o amigo de cabelo escuro, com um sorriso. — Essa é a melhor forma de espantar os homens delas.
Marc se encantara com a habilidade daquele jovem, Enguerrand, lorde de Coucy, em matar o inimigo com um machado; ele era igualmente competente em entoar umachanson para as damas em seguida. Marc o tinha ensinado a lutar, mas não a cantar.
— Como é que você consegue cumprimentar e sorrir para seus captores?
— Isso é para manter a honra da cavalaria francesa, mon ami.
Enguerrand estava falando em preservar a ideia de que os cavaleiros cristãos viviam de acordo com o código de conduta. E Marc bem sabia que era uma falácia. Os homens falavam em fidelidade aos princípios, mas faziam o que bem entendiam.
— A honra francesa morreu em Poitiers.
Durante a Batalha de Poitiers, os comandantes franceses, inclusive o filho mais velho do rei, fugiram covardemente, deixando o monarca para lutar sozinho.
Enguerrand balançou a cabeça.
— Não lutamos mais por isso.
Mas Marc lutava ainda, apesar de a guerra já ter terminado e a trégua, assinada. Ele era refém dos les Anglais, preso naquele lugar estrangeiro gelado. O ressentimento chegava quase a estrangulá-lo.
O arauto interrompeu os pensamentos dele ao dar as ordens aos dois grupos. Enguerrand lutaria primeiro contra o maior cavaleiro do grupo oponente. Pelo menos seria uma luta digna contra o inimigo.
Para ele sobrara um rapaz mais novo. Se não tomasse cuidado, ele seria capaz de matá-lo. Qual seria seu humor de hoje? Estava cuidadoso?
Por todos os santos, como está frio!
Lady Cecily, condessa de Losford, percebeu sua respiração se condensar enquanto olhava para o campo do torneio. A liça estava enfeitada com bandeirolas e faixas vermelhas, azuis, douradas e prateadas. A festa de cores se estendia também às capas dos cavaleiros e aos paramentos dos cavalos. Era um espetáculo digno da realeza. Eduardo III reinava com toda a majestade depois da vitória contra a França.
Cecily ergueu o queixo, esforçando-se para manter a postura digna de sua posição.
É o seu dever.
Ela ainda ouvia a voz dos pais na memória.
— Não é, Cecily?
Ela olhou para Isabella e imaginou o que a filha do rei devia ter dito. A princesa estava acompanhada por outras seis damas. Mas era ela que sempre se distraía.
— Estou certa de que tem razão, milady. — Esta era sempre uma boa resposta.
— É mesmo? — A princesa sorriu. — Achei que você não ligasse para os franceses.
Cecily suspirou. Isabella adorava brincar quando percebia que ela estava distraída.
— Lamento, mas eu não estava ouvindo.
— Eu disse que os franceses parecem ferozes.
Cecily acompanhou o olhar da princesa. Do outro lado da liça, havia dois franceses montados em seus cavalos, ainda sem o elmo. Um deles ela nunca tinha visto. Era um cavaleiro alto, louro e esbelto. Tal qual um leopardo. Uma fera que podia matar alguém com um salto.
— Ele é bonito, você não acha?
Cecily corou, envergonhada por Isabella ter percebido que ela olhava para o refém francês.
— Não gosto de homens de cabelo claro.
Isabella não escondeu o sorriso.
— Estou falando do moreno.










Série Casamentos Reais
1 Segredos da Corte
2 Rumores na corte
Série Concluída

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