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28 de junho de 2016

Um Highlander Libertino

Série Medieval
Dougald MacNeill é o seguinte ao irmão mais novo MacNeill e ele não está prestes a se estabelecer, até Lady Alana Cameron estar acomodada em seu colo ... e, em seguida, começa o problema.

Quando Dougald encontra Alana vagando pelos campos nas terras MacNeill, ele a leva para ver seu irmão, lorde James, no Castelo Craigly, para determinar seu destino. 
Mas quem a enviou para lá e por quê? 
O tio dela, lorde do clã Cameron, que guerreou com os MacNeills há anos, fez um acordo de união com outro clã e isso agora está em jogo. Após ter testemunhado a morte do pai, e, até mesmo, acreditando que ele havia retornado para sua casa, quando ele estava morto, Alana descobre que tem o dom, ou maldição, de ver os recém-falecidos e, por vezes, aqueles que já devem ter partido há muito tempo. 
Seu próprio irmão, falecido, continua a atormentá-la, e agora que Dougald MacNeill pensa em se casar com ela, a foice da morte poderia ter seus benefícios. A irmã de Dougald, que é uma fantasma mal-humorada, que ofereceu-se a Alana para ajudar a manter Dougald na linha, se ele pensar em se afastar.
Mas quem enviou Alana nessa missão tola, para removê-la das terras de Cameron e a colocou diretamente aos cuidados de Dougald, e quem realmente matou seu pai e seu irmão, e que tem tudo a ver com Alana? Será que ela e Dougald descobrirão a verdade antes que seja tarde demais?

Capítulo Um

Dez anos depois, Castelo Braniff, Fortaleza Cameron.
Com a intenção de se preparar para o próximo inverno e qualquer doença que pudesse suceder ao clã, Alana Cameron estava cortando ervas medicinais no jardim quando viu o movimento no caminho e olhou para cima, mal conseguindo reprimir um grito. Ela não havia visto seu irmão morto por vários dias, acreditando que ele finalmente havia passado para o mundo ao qual pertencia, depois que morreu.
Ela não podia acreditar que ele estava aqui. Novamente.
Ele nunca a tinha visitado nos jardins antes, seu lugar de refúgio. Por que ele não conseguia encontrar o seu próprio lugar de descanso e a deixava ficar em paz? Não que ela não o amasse, mas metade das vezes que aparecera, repentinamente, viera como um susto, ela temia gritar e que os membros do seu clã acreditassem que ela estava possuída.
Alto, com os braços cruzados sobre o peito, com um olhar arrogante no rosto, Connell fez uma careta para ela. No início desta manhã, ela reunira mirtilos, murta do pântano e pinguícula das charnecas. Por que seu irmão a visitava lá onde nenhuma alma tinha aparecido? Não que houvesse alguém no jardim de ervas, neste exato momento, mas poderia haver e alguém ainda poderia aparecer a qualquer momento.
—Vá embora, —ela sussurrou, fazendo movimentos para expulsá-lo, só porque estava sozinha, ou teria que fingir que ele não existia. E ele não existia. Pelo menos, não para os outros.
Por que ela tinha que ser atormentada pelo espírito daqueles que morreram de morte violenta e não conseguiam encontrar o seu caminho para o outro mundo? Felizmente, a maioria encontrava, mas alguns, como seu irmão, eram exceção. Ela precisava de apenas um para fazê-la quase morrer no local, com sua súbita aparição.
—Você não me avisou que o marido da moça estava voltando, —Connell rosnou.
2 - O Inesperado Highland Herói
3 - Um Highlander Libertino
4 - Taming The Wild Highlander
5 - The Highlander
6 - Her Highlander Hero
6.5 - His Wild Highland Lass
7 - The Viking's Highland Lass
8 - Vexing the Highlander
9 - My Highlander

24 de junho de 2015

O Inesperado Highland Herói

Série Medieval

A vida de Lady Eilis Dunbarton sofre uma mudança drástica, com a morte de sua prima, Agnes.
Agora ela está diante de uma perspectiva desagradável: casar-se com o homem que seria marido de sua prima. 
Entretanto, não por uma mudança no contrato. 
Em vez disso, por engano, fingindo ser sua prima. Mas se o seu futuro marido descobrir que ela não é Agnes realmente, sua vida estará perdida. 
Que escolha Ellis tem, senão fugir?
Quando o clã de Laird James MacNeill resgata uma moça semi-afogada do mar, especula-se que seja do clã inimigo, especialmente porque ela não se lembra de seu próprio nome.
James fica imediatamente atraído pela dama, mas tem que permanecer focado em encontrar uma noiva adequada. 
Se ele não se casar em breve, deverá entregar seus bens a um de seus irmãos mais novos.
Quanto mais tempo passa perto de Ellis, menos focado fica e então James cogita tomá-la como esposa sem saber a sua verdadeira identidade.
Quão perigoso seria o resultado final? E o que acontecerá se o futuro marido de Ellis a estiver procurando apenas para encontrá-la nos braços de outro homem?

Capítulo Um

Dubh Linn, Irlanda, 1107

E a bochecha fria de sua amada prima. Agora, com Eilis, apressadamente, afastou as lágrimas e beijou Agnes morta era apenas seu irmão pequenino e ela contra o mundo.
- Depressa, Senhora Eilis – a criada de sua prima, Wynda, a repreendeu. - Você não deve manter seu tio esperando. Ele tem uma audiência com o rei depois que falar com você.
O fato de que seu tio a havia convocado, logo antes de falar com Muirchertach, não pressagiava nada de bom.
- Eu tenho medo do tio Ceardach, - sussurrou Ethan, a pequena mão de seu irmão apertando a de Eilis até a morte, e ela sabia que não importava o quanto quisesse protegê-lo da forma dura de seu tio, não tinha poder aqui. - Ele está com muita raiva por que a prima Agnes morreu, - Ethan acrescentou.
Olhando para Eilis, Ethan respirou hesitante, com os olhos verdes arregalados de medo, seus cachos loiros encaracolados varridos pelo vento, emaranhados sobre a testa e o resto pendendo de seus ombros, uma versão em miniatura de seu falecido pai.
O coração de Eilis encolheu com a angústia. – Sim, - ela disse suavemente, desejando que pudesse acalmar os temores do irmão pequeno, desejando que pudesse fugir com ele e viver com algum outro parente. Mas não havia ninguém que fosse contra a vontade de seu tio, para proporcionar-lhes abrigo.
Ela tinha visto o tio aterrorizar os servos de seu irmão e até mesmo os seus esta manhã ainda. Esperava que, uma vez que Agnes casasse com Laird Dunbarton, o temperamento de seu tio iria melhorar. Agora, com Agnes morta, as esperanças de seu tio para assegurar a paz ao longo das fronteiras do clã morreram com ela.
2 - O Inesperado Highland Herói 
3 - Um Highlander Libertino
4 - Taming The Wild Highlander
5 - The Highlander
6 - Her Highlander Hero
6.5 - His Wild Highland Lass
7 - The Viking's Highland Lass
8 - Vexing the Highlander
9 - My Highlander

4 de agosto de 2014

Ganhar o Coração do Highlander

Série Medieval



A Condessa Anice prometeu fugir das investidas amorosas do Rei Henrique I e voltar para sua casa na Planície, onde espera encontrar um latifundiário para se casar.
O Highlander Laird Malcolm McNeill está em busca de uma noiva inglesa e se envolve com a moça escocesa, enquanto tenta descobrir por que seus homens desapareceram.

Capítulo Um


West Sussex, Reinado de Henrique I

—Milady. — Mai, a dama de companhia da Condessa de Brecken, abriu a porta para o quarto de hóspedes de Anice no castelo de Arundel, em seguida, a bateu. Dois cachos cinza caíram soltos do cabelo trançado da mulher, com o rosto vermelho. Ela respirava rápido, respirações curtas e seus olhos cinza girava ao redor. —Sua Graça se dirige para cá. Lady Anice, deve esconder-se. 
Foi uma loucura Anice pensar que poderia evitar as solicitações indesejadas do Rei por muito tempo. Logo ela, a prima de sua esposa.
—Não estou me escondendo, Mai. — Anice repreendeu. — Estou tentando manter-me indisponível a seus... encantos. — Ela amarrou a corda ao pé da cama, em seguida, correu para a janela mais próxima jogou a outra ponta para fora. Se as damas inglesas da corte de seu primo não a tivessem tratado com desprezo por causa de sua herança escocesa, estaria visitando a rainha e poderia salvar-se da dificuldade de fugir da tentativa de sedução do Rei, mais uma vez.
—Och, minha senhora, não pode...
—Sim, Mai,  posso. Atrase sua Graça quando bater à porta. E pelo amor de Deus esconda a corda. Diga-lhe que estou costurando no solar. — Anice levantou sua saia de chemise e subiu sobre a almofada bordada no assento da janela de pedra.
Com o coração batendo forte,  olhou para baixo. Envergonhada olhou o pátio interior do castelo de Arundel, onde as mulheres lavavam roupas em grandes barris de madeira, o ferreiro batia na bigorna, fazendo voar faíscas, e além, os filhos dos nobres se empurravam e defendiam com espadas de madeira em um dia quente de verão. No entanto, posto que todos estivessem a uma distância considerável e preocupados, talvez ninguém a notasse escorregando por uma corda, da janela do segundo andar.
Mai torceu as mãos. —Milady, você poderá cair!
—Você não está me ajudando, Mai. Silêncio. Fiz isso muitas vezes antes quando criança. — Mas desta vez era totalmente diferente de suas aventuras do passado. Já era difícil o suficiente encontrar um marido que vivesse o suficiente para lhe dar felicidade conjugal e estava prestes a ser tomada por um Rei sensual que já tinha uma esposa.
Anice puxou a corda e, quando terminou, subiu no parapeito de pedra. Segurando-a, girou sobre a borda e segurou firme. Seus braços estavam tensos quando envolveu suas pernas ao redor da corda e começou a descer.
Uma batida na porta do quarto fez com que arrepios gelados percorressem seus braços.
Do outro lado do pátio um homem gritou. —Milady!

Série Medieval
1 - Ganhar o Coração do Highlander
2 - O Inesperado Highland Herói
3 - Um Highlander Libertino
4 - Taming The Wild Highlander
5 - The Highlander
6 - Her Highlander Hero
6.5 - His Wild Highland Lass
7 - The Viking's Highland Lass
8 - Vexing the Highlander
9 - My Highlander

14 de julho de 2014

O Acordo

Série Medieval

Lady Christiana Fitzwaryn não se opõe ao casamento. 

Mas exige ser casada em seus próprios termos, e não como punição por uma indiscrição romântica, nem especialmente com um mercador qualquer. 
No entanto, fica chocada quando conhece David de Abyndon. 
Ela descobre que ele não é um simples mercador, mas um homem de equilíbrio e virilidade extraordinários. Ele não se sente afetado pela diferença de status social. 
E menos ainda por seus argumentos bem pensados contra o compromisso.  Em vez disso, é Christiana que se sente desconfortável na presença deste homem naturalmente nobre, por trás de frios olhos azuis,por quem ela sente a mais intrigante das paixões. 
Embora tenha prometido o seu coração a outro homem, não pode resistir ao charme sedutor de David. Atraída pelo seu carisma, ela descobre o prazer, o amor, e finalmente, os segredos escondidos em seu coração.

Capítulo Um

— Se o seu irmão descobrir, terei sorte seescapar com minha masculinidade, muito mais com minha cabeça—disse Thomas.
A pálida luz da lua jogava sombras nas paredes dos bazares que ladeavam a rua. Movimentos ameaçadores à direita e ocasionalmente à esquerda atraíam a atenção de Christiana, mas ela não receava ospassos ou os notívagos esta noite. 
Thomas Holland, um dos cavaleiros da Rainha, andava ao lado dela, e o brilho de sua tocha mostrava sua longa espada. Christiana não esperava desafios de quem pudesse vê-los fora da cidade após o toque de recolher.
—Ele nunca vai saber,prometo. Ninguém saberá— ela assegurou-lhe.
Thomas estava preocupado com razão. Se seu irmão, Morvan, descobrisse que Thomas tinha lhe ajudado a fugir de Westminster depois do anoitecer não haveria inferno que pagasse. 
Ela iria levar toda a culpa se fossem descobertos, no entanto. Afinal, não poderia entrar em mais problemas do que já estava agora.
— Este mercador que você precisa ver deve ser rico, se não vive acima de sua loja, — Thomas ponderou. — Não é minha função bisbilhotar, minha senhora, mas este é um momento peculiar paravisitar e estar às escondidas por aí. É verdade que não foi atéum amante que eu a trouxe. Se fosse, o próprio Reiiria me estripar.
Ela teria rido de sua sugestão, sesuas emoções frenéticas não a tivessem deixado muito abalada para desfrutar da terrível piada. — Não é um amante, e vim agora porque é o único momento em que posso ter a certeza de encontrá-lo em casa — disse ela esperando que ele não pedisse mais explicações. 
Usara toda a sua astúcia para escapar até esta clandestina visita, e não tinha nada adicional para inventar outra mentira.
O último dia foi um dos piores de sua vida, e um dos mais longos. Fora somente ontem à noite que havia encontrado a Rainha Philippa e que fora informada da decisão do Reisobre aceitar uma proposta de casamento para ela. Cada momento a partir daí tinha sido uma eternidade de pânico infernal e indignação.
Ela não se opunha ao casamento. Na verdade, aos dezoito anos, ela já tinha passado da idade em que a maioria das moçasse casava.Mas esta oferta não tinha vindo de Stephen Percy, o cavaleiro a quem havia dado seu coração. Nem fora feito por algum outro cavaleiro ou Lorde, como convinha à filha de Hugh Fitzwaryn e uma moça de uma família de antiga nobreza.
Não, o Rei Edward tinha decidido casá-la com David de Abyndon, a quem ela nunca vira.
Um simples mercador.
Um antigo mercador comum, de acordo com sua guardiã, lady Idonia, que se lembrara de te ter comprado sedas de Mestre David, ummercador em sua juventude.
Era o modo de o Rei castigá-la.


Série Medieval
1 - By Possession
2 - By Design
3 - Stealing Heaven
4 - O Acordo
5 - O Protetor
6 - O Lord das Mil Noites
6.5 - A Interrupted Tapestry

22 de outubro de 2011

O Protetor

Série Medieval

—Quando você negociar com um homem, nunca olhe para ele assim — ele avisou em voz baixa. — Ele vai ver isso como um desafio, e sentir a necessidade de colocar você no seu lugar de mulher.

— E que lugar é esse?

Faíscas voaram de seus olhos.

— Esse — Com um movimento rápido ele a puxou para frente e moldou-a contra a sua força e calor.
Ela lutou contra a reação esmagadora de seu corpo, mas as mãos que levantou para afastá-lo de repente, agarraram seus ombros tão firmemente como ele a segurava. Ela desistiu de sua vontade, e do seu controle.
Seus dedos afastaram o tecido, e ele abaixou a boca para a sua pele exposta. Seus beijos suaves lançavam faíscas quentes através dela, ela respirou fundo e agarrou seus ombros mais apertado. Ele acariciou-lhe os cabelos com os dedos e segurou sua cabeça enquanto levava seus lábios aos dela.
Foi seu primeiro beijo de verdade e a abalou completamente...

Comentário de Leitura Final Ana Júlia: O livro é mais um presente que me foi dado, um livro belo, que te leva a várias emoções, Anna é uma moça forte, corajosa, mas que se sente diferente, Morvan um cavaleiro que a resgata em vários aspectos, aliás, acho que ambos se resgatam... Excelente leitura...

Capítulo Um

1348
Foi um inferno de um caminho para o filho de Hugh Fitzwaryn morrer.
Morto por uma multidão de camponeses bretões em uma casa que fedia a vacas e esterco.
Morvan chutou um banco até a parede que dava para a porta da maloca.
Afundou-se sobre ele e descansou a espada no colo.
À sua direita, na área de estabilidade da casa, o seu corcel bufou e escoiceou, despertou com o perigo.
À sua esquerda, em uma cama perto da lareira, o jovem William gemeu de dor e loucura.
Este fim seria provavelmente uma misericórdia para William.
Melhor enfrentar uma morte rápida do que suportar a agonia que queimava o seu cérebro e seu corpo deformado com feridas pretas.
De onde tinham vindo este punhado de camponeses que gritavam xingamentos e ameaças? Ele não podia ouvi-las distintamente, as paredes da maloca eram de pedra e, a porta e uma pequena janela estavam fechadas.
A única luz na câmara veio do fogo que ele havia construído na lareira quando tinha arrastado William para dentro.
Toda a aldeia tinha parecido abandonada quando trouxe seus homens para cá em busca de abrigo para William.
A doença havia se manifestado ontem, apenas a tempo para o guarda do portão de Brest negar-lhes a entrada no porto da cidade.
E assim eles continuaram para o norte ao longo da estrada costeira.
Foi só depois que ele enviou seus homens de volta para Brest que os aldeões tinham surgido.
Ele tinha pregado um pano preto de aviso na porta, e assim que souberam que a doença se escondia dentro.
Estes camponeses tinham o direito de estar com raiva.
A morte já tinha o seu curso na Bretanha, e eles conheciam muito bem o perigo deitado na maloca.
Ele olhou para o telhado de colmo acima dele.
Eles não correriam o risco de entrar. Seria o fogo.
Só lhes faltava surgir o líder que iria despertá-los para isso.E a noite.Sempre era mais fácil fazer essas coisas à noite.
Ele poderia ter deixado o escudeiro e ir embora, é claro.
Isso passou por sua cabeça, pensou que era indigno.
Mas ele tinha segurado William em seu cavalo e a doença o reivindicaria também.Os homens esperariam por ele na última encruzilhada como planejado, iriam esperar, ele sabia, o dia inteiro ou até mais.
Mas se ele fosse para eles iria levar a morte com ele.
Melhor ficar e morrer aqui. John iria receber os homens de volta a Brest do outro lado do mar na Inglaterra.
Eles não gostam muito de John, mas o seguiriam longe.
O ruído de fora se alterou. O clamor caiu para pausas e gritos.
Uma voz gritou e, em seguida, a multidão respondeu.
Eles tinham encontrado o seu líder.


Série Medieval
1 - By Possession
2 - By Design
3 - Stealing Heaven
4 - O Acordo
5 - O Protetor
6 - O Lord das Mil Noites
6.5 - A Interrupted Tapestry

16 de abril de 2011

O Lord Das Mil Noites

Série Medieval
Quem guardava mais segredos?

Reyna, que afirmava ser uma prostituta de grande experiência quando só era uma moça absolutamente ignorante no trato com homens?
Reyna, que afirmava ser a lady da Fortaleza Black Lyne, mas trabalhava na cozinha, vestida como uma criada?
Reyna, que afirmava ter amado a seu finado marido, Robert do Kelso, mas todos na fortaleza sustentavam que ela o tinha envenenado?
Reyna, que afirmava ser viúva de um homem que a tinha amado, mas que era uma mulher pura e temerosa quando Ian a levou a sua cama?

Ian de Guilford parece não ter segredos, ele é um mercenário contratado por Morvan Fitzwaryn para tomar a Fortaleza Black Lyne.
Todos sabem que ele espera ser recompensado por esta ação.
Todos conhecem sua reputação com as mulheres, o que tem lhe fez ganhar o apelido de Lord das Mil Noites, porque levou à sua cama mais de mil mulheres.
Ian de Guilford cumprirá sua missão e tomará a torre de Black Lyne.
Sua segunda missão é manter segura e com vida Lady Reyna, que está a ponto de ser julgada e executada pelo assassinato de seu marido.
Para isso deverá investigar o assassinato e vigiar uma bela mulher que unicamente quer sabotar sua autoridade e escapar.
Uma infeliz circunstância o põe no meio de um duelo com o irmão de Reyna.
A única maneira de salvar essa situação é um matrimônio com a rebelde Reyna.
Mas esta aproximação entre os protagonistas só trará para a luz que o alegre e bonito Ian do Guilford guarda um segredo de seu passado... Aventuras, intriga, romance, humor, sensibilidade, sensualidade, rivalidades entre clãs e perigo...

Capítulo Um

Fronteira escocesa, 1357.

—Assegure--se que ele beba o vinho antes que tire suas roupas.
A instrução era simplesmente a última de uma longa ladainha de advertências que Reyna ouviu enquanto silenciosamente andava pelo túnel cavernoso.
Ela apertou a mão da mulher maternal que a acompanhava.
—Cuidarei de fazer isto como planejamos, Alice. Eles parecem um grupo bastante destemido, e este assédio deve ser muito aborrecido. Ele deveria estar contente com esta diversão.
—Há uma só diversão que a maioria dos homens está interessada, criatura. Esse é o perigo, não é verdade?
—Não se preocupe com isso.
A escuridão total no túnel assustou Reyna, então ela se moveu depressa, uma mão segurava com firmeza a de Alice e a outra estava sobre a parede.
Sons ressonaram pela pedra sob a sua palma.
Os invasores tinham começado a cavar seu próprio túnel não longe deste, onde ela estava.
Ao longo dos meses, ela tinha vindo a essa saída escondida, com uma tocha nas mãos, e escutava os ruídos, julgando seu progresso.
Ela não se preocupou em princípio, porque certamente a ajuda chegaria antes que eles completassem seu trabalho.
Não era grande o exército que cercava a torre, e uma força pequena de qualquer
lugar, mesmo que fosse de Harclow ou Clivedale, poderiam facilmente conseguir interceptar o assalto à Fortaleza.
Mas nenhuma ajuda chegou, e agora os homens do exército estavam a dias de alcançar o muro circundante.
Até mais inquietante tinha sido a segunda escavação que progredia no lado sul da fortaleza.


Série Medieval
1 - By Possession
2 - By Design
3 - Stealing Heaven
4 - O Acordo
5 - O Protetor
6 - O Lord das Mil Noites
6.5 - An Interrupted Tapestry

1 de janeiro de 2011

A Fúria de Amor

Série Medieval

Wulfric de Thorpe foi prometido ainda menino a Milissant Crispin, a filha do melhor amigo de seu pai.

Uma união perfeita para as duas famílias, mas o único encontro entre as duas crianças foi um desastre que não fazia pressagiar nada bom para o futuro...
Poucas vezes duas pessoas que iriam unir-se em matrimônio estiveram tão mal dispostas uma para a outra.

Quando Wulfric chega ao castelo para reclamar sua prometida, comprova que agora, aos dezoito anos ela se tornou uma beleza.
Seu pai decretou que Milissant tem um mês para acostumar-se ao futuro Conde antes do casamento se realizar.
À medida que o tempo passa, Milissant procura desesperadamente por uma saída.
Mas Wulfric está caindo sob seu próprio feitiço, expressos pela mulher, orgulhosa e forte, que foi prometida a ele contra sua vontade e iria se tornar sua esposa em poucos dias.
E ao mesmo tempo em que a união desses dois jovens se aproxima, assim também faz uma ameaça de perigo que pode destruir muito mais do que uma cerimônia prevista.

Capítulo Um

Inglaterra, 1214
Walter de Roghton estava sentado na sala de espera do quarto do rei, onde haviam deixado esperando. 

Ainda tinha esperanças de obter a audiência que lhe tinham prometido, mas à medida que os minutos iam se convertendo em horas e seguiam sem lhe chamar ante a presença real, cada vez se tornava duvidoso que pudesse ser esta noite.
Ali haviam se congregado outros Lordes, outros otimistas como ele que queriam obter algo do rei John. Walter era o único que não parecia nervoso. 

E entretanto estava, só conseguia ocultar melhor que os outros.
O certo é que tinha motivos para estar nervoso, John Plantageneta era um dos reis mais odiados na Cristandade, um dos mais traidores e falsos.
Um rei que não pestanejava na hora de pendurar crianças inocentes para castigar seus inimigos.
Como castigo não havia funcionado, mas como atrocidade havia conseguido que os barões de John se voltassem ainda mais contra ele temerosos e descontentes.
Esse era o rei que havia tentado arrebatar a coroa de seu irmão Ricardo Coração de Leão, em duas ocasiões e em ambas tinha sido perdoado de traição graças à iintervenção de sua mãe.
Quando depois da morte de Ricardo, a coroa passou a ser sua, mandou assassinar o outro pretendente a ela, seu jovem sobrinho Arthur e que encarcerassem a irmã dele, Eleonor durante mais da metade da vida.


Série Medieval
1 - Não Traias meu Coração
2 - A Fúria de Amor
Série Concluída

22 de novembro de 2010

Não Traias meu Coração

Série Medieval

Lady Reina de Champeney olhava com desprezo certo gigante louro que apareceu repentinamente a sua frente.

Este gigante era de fato o cavaleiro Ranulf Fitz Hugh, o seu seqüestrador, que se comprometeu a entregá-la para o pior tipo de escravidão: O casamento com o Senhor Craven Rothwell.
Mas Reina era uma lutadora uma guerreira e não ia se curvar a esse destino. Para salvar-se de tal situação, ela propôs a Ranulf uma troca: ser sua esposa – Em troca de sua proteção, o faria um grande senhor.
E a cama nupcial fazia parte do negócio. Mas Reina acredita que ela não é o tipo de mulher que seu marido desejasse.
Uma paixão violenta floresce em seus corações e esta não pode ser negada; apesar do grave perigo, um amor turbulento os espera.

Capítulo Um

Castelo Claydon, Inglaterra, 1192
Bang! Uma e outra vez: Bang! O ruído do aríete se impunha sobre a confusão que reinava nas muralhas interiores, os gritos de agonia no recinto exterior, iam aumentando a já ensurdecedora enxaqueca que pulsava na cabeça de Reina de Champeney. Bang! Outra vez.
O ataque ocorreu de surpresa. Reina foi despertada de seu sonho pelo grito de "às armas!”, encontrou o recinto exterior já tomado à mercê de uma ardilosa artimanha.
O falso peregrino a quem deu amparo na noite anterior tinha aberto o portão da muralha exterior ao amanhecer, permitindo a entrada de um pequeno exército.
Graças a Deus, não havia permitido que o canalha dormisse no pátio interior nem no torreão, do contrário ela não estaria dirigindo a defesa das ameias, por cima da guarida da guarda interior.
Mas isso era tudo o que havia para agradecer.O exército atacante provavelmente não superava uma centena de homens, mas Clydon estava nesse instante muito abaixo da guarnição correspondente a um castelo de seu tamanho.
Desde que seu pai teve que dizimar o exército para organizar aquele que levaria consigo as Cruzadas, só ficaram cinqüenta e cinco homens.
E nem todos estavam presentes.
Havia ali vinte homens de arma e dez arqueiros.
Mas ao menos seis deles haviam morrido ou estavam presos nas muralhas exteriores, que os atacantes nem se quer se incomodavam em reforçar, posto que lá não houvesse arqueiros destros que pudessem danificar seus flancos.
-Atirem mais combustível a esse fogo!- gritou Reina a um de seus servos, os quais haviam sido recrutados para colaborar com a defesa. - Necessito dessa água fervendo agora, não quando as portas tenham cedido!


Série Medieval
1 - Não Traias meu Coração
2 - A Fúria de Amor
Série Concluída

6 de julho de 2010

O Indomável

Série Medieval

O perigoso e enigmático Dominic, o Sabre retorna à Inglaterra repleto de glórias e riquezas obtidas nas Cruzadas, para reclamar sua recompensa: a formosa dama saxã que lhe foi destinada pelo rei.

Entretanto, lady Margaret de Blackthorne, apanhada em uma rede de ódio, não pode ceder ante o invasor normando.
Mas o que não imagina é que vai ser submetida sem piedade a uma implacável sedução por parte do feroz guerreiro, em que ambos perderão seu coração e… também sua alma.
Juntos deverão enfrentar às traições que lhes rodeiam e liderar a batalha mais importante de suas vidas.
Uma batalha em que terão que lutar pela violenta paixão que lhes une, e… por seu amor.

Capítulo Um

Primavera no reino do Henry I , Norte da Inglaterra,
O eco produzido por um corno de guerra atravessou o dia, anunciando a chegada do próximo senhor do castelo de Blackthorne.
Como atraída pelo som, uma escura silhueta começou a condensar-se em meio da névoa...
Um cavalheiro vestido com cota de malha sobre um enorme garanhão.
O animal e o cavaleiro pareciam um só ser, indivisível, selvagem, no qual a masculinidade, potente, feroz, rugia através de seu sangue como uma tormenta.
— Dizem que é um selvagem, milady - murmurou a viúva Eadith.
— O mesmo se diz de todos os normandos - respondeu Meg a sua donzela, com fingida calma—. Mas ele não tem por que ser assim.
Eadith emitiu um som que poderia ter sido uma risada afogada.
— Sim, milady.
A prova está no jeito como seu prometido cavalga para nós com arnadura, no lombo de um cavalo de batalha. Sopram ventos de guerra.
— Não haverá nenhuma guerra - afirmou Meg, cortante—. Essa é a razão pela qual me casarei... Para acabar com o derramamento de sangue.
— Não se engane. É mais provável que tenha lugar uma guerra antes das bodas - profetizou a serva, com evidente satisfação—. Malditos normandos! Oxalá, morressem todos!
— Silêncio - ordenou Meg em voz baixa—. Não quero ouvir falar de nenhuma guerra.
Eadith apertou os lábios, mas não falou mais sobre o tema.
De pé ante uma janela alta do castelo, oculta à vista por uma cortina parcialmente fechada, Meg procurou ao longe a comitiva que deveria ter acompanhado o guerreiro, que logo se converteria em seu marido.
Nada se moveu depois do cavalo de batalha, exceto a densa neblina que serpenteava por cima dos campos, apesar de que o som do corno se fez ouvir de novo no bosque que se estendia além das terras cultivadas da fortaleza.
Sem mostrar nenhum temor, o corcel e o cavalheiro se faziam cada vez mais visíveis ao aproximar-se do castelo.
Não tinha motivo que se apressassem depois do ameaçador guerreiro, nem apareceu nenhum escudeiro que guiasse os cavalos de batalha ou animais de carga com armas e artefatos de guerra.
Contra o habitual naqueles casos, Dominic, o Sabre, se aproximava do castelo saxão acompanhado unicamente pelo agudo som do corno de guerra.
— É o diabo feito homem... —murmurou Eadith, benzendo-se—. Se estivesse em seu lugar não me casaria com ele.
— Mas não está em meu lugar.
— Que Deus lhe proteja!


Série Medieval
1 - O Indomável
2 - Proibido
3 - Feiticeira
Série Concluída

Proibido

Série Medieval

Segundo uma antiga profecia, a bela e inocente Amber estava obrigada a levar uma vida isolada e solitária.

Se não o fizesse, uma terrível maldição cairia sobre ela.
Mas quando conhece Duncan de Maxwell, um dos mais duros e poderosos guerreiros de toda a Inglaterra, a jovem se apaixona irremediavelmente dele.
Desafiando os intuitos da profecia que a marcou desde seu nascimento, Amber se entregará por inteiro ao homem que chegou a ela de entre as sombras.
Um homem que a conduzirá pelos mais selvagens e escuros atalhos da paixão.
Um homem que lhe arrebatará seu coração, seu corpo... sua alma.
Juntos deverão fazer frente a maldições, ódios e vinganças para lutar por seu amor. Um amor eterno sem princípio nem fim.
Um amor que perdurará por sempre.
Um amor... proibido.

Capitulo Um

“Chegará a você por entre as sombras”.
As palavras da terrível profecia ressoaram na mente de Amber enquanto contemplava o poderoso corpo, nu e inerte, que Erik tinha colocado a seus pés.
As chamas das velas voaram como se tivessem vida, avivadas pelo vento frio do outono que entrava pela porta aberta da cabana.
A luz e as sombras brincavam sobre o corpo do desconhecido, destacando a fortaleza de suas costas e de seus ombros.
Em seu cabelo negro resplandecia a agua da neve derretida e em sua pele brilhavam gotas de chuva.
Amber sentiu no mais profundo de seu ser o estremecimento que atravessou o homem que estava no chão. Em silêncio, olhou Erik.
Os grandes olhos cor de âmbar da jovem estavam cheios de perguntas que não ousava formular.
Era melhor assim, pois o jovem lorde não saberia dar as respostas. Quem podia contar algo era o corpo inerte do desconhecido que tinha encontrado no lugar sagrado.
— Conhece? — perguntou Erik.
— Não.
— Acredito que está enganada. Leva sua marca. — Sem dizer mais nada, seu amigo da infância virou o desconhecido. A luz das velas e os fios de água derretida percorriam o musculoso torso, mas não foi a contundência daquele corpo nu que provocou o afogado grito de Amber.
Na intensa escuridão do pêlo que percorria o amplo peito daquele homem, reluzia uma pequena parte de âmbar pendurando em uma corrente.
Tomando cuidado de não tocá-lo, Amber se ajoelhou ao lado do desconhecido e aproximou uma das velas para estudar o talismã. Mostrava elegantes signos rúnicos que indicavam que o portador estava sob a proteção dos druidas.
— Vire o pendente — sussurrou a jovem.
Com um ágil gesto, Erik seguiu suas instruções. Na outra cara, dispostas em forma de cruz, várias palavras em latim proclamavam a glória de Deus e suplicavam seu amparo para o portador do talismã.
Tratava-se de uma oração cristã muito habitual entre os cavalheiros que lutavam contra os sarracenos pelo domínio da Terra Santa.
Amber suspirou aliviada ao perceber que o desconhecido não era nenhum feiticeiro maligno que tinha chegado as conflituosas terras da fronteira entre a Inglaterra e Escócia para ameaçar seus habitantes. Pela primeira vez, viu-o como um homem e não como um inimigo.
Ao observá-lo com atenção, sentiu-se impactada por sua imponente presença física.
A única concessão à delicadeza eram suas espessas pestanas e a suave curva de seus lábios. Era incrivelmente atraente e seu corpo parecia o de um guerreiro. Sua pele mostrava golpes recentes, cortes e arranhões que se confundiam com as antigas cicatrizes de batalhas e reforçavam sua aura de força e poder.
Embora não possuísse mais do que o talismã, Amber não tinha a menor dúvida de que aquele homem era alguém poderoso.
— Onde o encontrou? — quis saber.
— No Círculo de Pedra.
Ao escutar aquilo, ela levantou a cabeça.
— Como disse? — inquiriu, sem dar crédito.
— Ouviu bem

Série Medieval
1 - O Indomável
2 - Proibido
3 - Feiticeira
Série Concluída

Feiticeira

Série Medieval

Simon "O Leal" tinha jurado não voltar a amar, pois o amor debilita os grandes guerreiros. 

Seu casamento que já estava acertado com uma formosa herdeira Normanda, seria para ele um dever, e nada mais. Mas é mais que o dever o que inflama seu sangue a primeira vez que vê Ariane…
Ariane só tinha conhecido desafeto por parte dos homens… e uma traição tão profunda, que virtualmente aniquilou sua alma.
Sem desejar a nenhum homem, sem confiar em homem algum, falando unicamente através da triste canção que toca com sua harpa, Ariane aceita Simon sendo uma noiva reticente…
Simon e Ariane se casam para levar a paz às terras em conflito, mas o casamento não basta por si só. Simon sabe que deve ensinar Ariane o que é a paixão, e ela, em troca, deve lhe ensinar a confiar de novo.
E ambos devem sucumbir a doce violência do feitiço do amor… ou morrer…

Capítulo Um

Outono no reino do Rei Henry I.
Castelo do Círculo de Pedra, lar de lorde Duncan e lady Amber, nas terras da fronteira ao norte da Inglaterra normanda.
— O que será — sussurrou Ariane para si mesma — bodas ou velório?
A jovem observou a adaga em suas mãos, mas não recebeu resposta alguma, salvo o reflexo da luz das velas que deslizava como sangue sobre a lâmina.
Enquanto olhava o sangue fantasmal, a pergunta ressoou de novo no silêncio de sua mente.
Bodas ou velório?
A resposta que finalmente chegou não lhe serviu de alívio.
Não importa. Só são palavras diferentes para um mesmo fim.
Dos altos muros do castelo do Círculo de Pedra, o vento soprava anunciando o inverno.
Ariane não ouvia seu lúgubre lamento.
Não ouvia nada, exceto os ecos do passado, o momento em que sua mãe tinha depositado a adaga coalhada de jóias nas pequenas mãos de sua filha.
Em sua mente, ainda podia ver o escuro brilho das ametistas e sentir o frio peso da prata.
As palavras de sua mãe tinham sido ainda mais gélidas:
«O inferno não possui um castigo maior que um casamento não desejado.
Usa isto antes de ter que se deitar junto a um homem ao qual não ame».
Infelizmente, a mãe de Ariane não tinha vivido o suficiente para lhe ensinar como usar a arma, ou contra quem.
De quem devia ser o velório, do noivo ou da noiva?
Deveria suicidar-me ou deveria matar Simon, cujo único crime é ter concordado em casar comigo devido à lealdade que sente por seu irmão, lorde Dominic, senhor da fortaleza de Blackthorne?
Lealdade.
Um tremor ofegante percorreu Ariane, fazendo com que sua túnica de uma viva cor dourada e nata estremecesse como se estivesse viva. Deus, oxalá tivesse sido abençoada com uma lealdade semelhante por parte de minha família!
O escuro pesadelo voltou, ameaçando romper o muro que Ariane tinha construído a seu redor. Sombria, afastou seus pensamentos da noite em que tinha sido traída, primeiro por Geoffrey o Justo e, depois, por seu próprio pai.
A folha da adaga feriu ligeiramente a mão de Ariane, indicando que a segurava com muita força.
Distante, perguntou-se o que sentiria se a arma se cravasse profundamente em sua carne.
Com toda segurança, não podia ser pior que seus pesadelos.
— Ariane, viu mi... Oh!, que adaga tão extraordinária


Série Medieval
1 - O Indomável
2 - Proibido
3 - Feiticeira
Série Concluída
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