24 de novembro de 2013

Um disfarce para uma dama



Depois de ter vivido com sua tia Francesca longos anos em Veneza, Emma Bright deve voltar para Inglaterra, sua terra natal, chamada por seu pai que planeja casá-la com um velho duque.

Zangada com os planos escusos de seu pai, que nunca a quis e só se interessou por ela quando podia fazer de seu casamento uma atividade lucrativa, Emma decide disfarçar-se para fazer com que seu suposto noivo a rechace. 
Sua governanta, Kate, uma atriz aposentada, ensinou-lhe as artes da caracterização e como compor um personagem, técnicas que Emma aprendeu a dominar à perfeição. Podia transformar-se em quem se propusesse em questão de minutos. Logo depois de encontrar-se com seu pai em Londres e dos maus entendidos ocorridos, graças a sua caracterização, o Duque finalmente a rechaça; com os planos de seu pai destruídos, Emma decide escapar, para não ser obrigada a levar uma vida que não deseja. 
Em meio a sua fuga, encontra uma jovem criada em apuros e decide ajudá-la. Para isso a envia para Itália com sua tia e Emma toma seu lugar e seu trabalho no Cravencross Park, a residência do Marquês de Stamford. 
Apresenta-se com uma aparência opaca, para evitar que os homens a notem. Ali conhece Lucien, o irmão rebelde do Marquês, por quem se apaixona perdidamente. 
Mas ele a rechaça, porque suas maneiras desinibidas não são consideradas apropriadas para educar a família de um Marquês. Entretanto, sua audácia o cativa e não pode deixar de pensar nela mesmo com sua aparência. Mas o disfarce cai. E Lucien já não é capaz de mentir a si mesmo. Poderá vencer seus preconceitos e aceitar a Emma tal como é?

Coração Leal

Série Gilvrys of Dunross


Mantenha os amigos por perto... E os inimigos mais ainda. 

Ian Gilvry, laird de Dunross, é rude e selvagem como os espinheiros das Terras Altas. 
Mas o retorno de Selina e sua família reivindicando suas posses despertam nele ódio e paixão em iguais medidas. 
Lady Selina está dividida entre a lealdade a sua linhagem e o desejo luxuriante que nutre por Ian. 
Levada a se casar, ela descobre o quanto a virilidade dele satisfaz sua volúpia. 
Mas para Ian o dever vem em primeiro lugar. 
Como Selina terá certeza de que o coração daquele laird pertence não somente a seu clã... mas a ela também? 

Capítulo Um

Escócia - 1818
Como ela pôde achar que voltar à Escócia seria uma boa ideia? Olhando o candelabro de ferro fundido suspenso nas antigas vigas de carvalho e as paredes de pedra cinzenta cobertas de tapeçarias esfarrapadas, espadas imensas e lanças enferrujadas, lady Selina Albright reprimiu a vontade de fugir.
Depois de largar dois pretendentes muitíssimo aceitáveis, fugir de mais um seria o mesmo que ficar além dos limites do aceitável. Nem mesmo a considerável influência de seu pai impediu que ela fosse declarada uma coquéte.
E, além do mais, essa era uma escolha sua. Finalmente.
Ao redor dela, cavalheiros trajando casaca escura e mulheres com vestidos suntuosos, suas joias faiscando a cada movimento, enchiam o medieval salão de banquete do castelo de Carrick.
— Não esperava que estivesse tão cheio — observou Chrissie, a nova lady Albright, esposa de seu pai há apenas um ano e quem encorajou Selina a concordar com a viagem.
Mas ela nunca seria indelicada a ponto de dizer a verdade para Chrissie.
— Ele deve ter convidado cada membro da nobreza escocesa — disse Selina. — Acho que a qualquer momento verei o fantasma de Banquo ou três bruxas curvadas sobre um caldeirão. — Um calafrio percorreu sua espinha. — Eu devia ter aguardado pelo fim do serviço militar de Algernon em Londres.
Ela olhou de relance para o outro lado do salão, onde o Muito Honorável Tenente Algernon Dunstan conversava com outro oficial diante da enorme lareira decorada com galhadas de veado. De cabelo claro e esguio, ficava atraente em seu uniforme militar vermelho. Não exatamente o bom partido que seu pai esperava, mas era um rapaz de boa família e gentil. O tipo de homem que seria um marido distinto.
Dunstan percebeu que estava sendo observado e se curvou num cumprimento.
Ela inclinou a cabeça e sorriu. Dunstan era o motivo de sua presença ali: precisava induzi-lo ao desejado pedido e sair da casa do pai, onde se sentia decididamente oprimida.
— Acho tudo isso muito romântico — disse Chrissie, apreciando seu entorno com olhos arregalados. — É como se eu tivesse sido transportada para as páginas de Waverley. A fortaleza de Dunross é tão encantadora assim?
— Dunross é tão romântica quanto um barco no mar do Norte no inverno. — Era difícil imaginar que Selina tivesse se apaixonado pela fortaleza quando a viu, dez anos atrás. Tinha sido uma criança bastante impressionável, era de se supor. — Não é tão grandiosa quanto esta, mas é tão fria e úmida no verão que, sem dúvida, se torna um gelo no inverno. Papai lhe contou que o povo do local nos odeia porque somos ingleses? Eles nos consideram usurpadores, sabia? — Por alguma razão obscura, seu pai, o senhor daquelas terras, queria visitar a fortaleza logo em seguida — algo que não havia mencionado antes de deixarem Londres. Esse era o verdadeiro motivo para Selina lamentar acompanhá-lo naquela viagem. Dunross era o último lugar no mundo que ela queria visitar.
— Ah, minha nossa! — ofegou Chrissie. — Quem é aquele?
Selina acompanhou a direção do olhar dela.
Sentiu uma batida forte do coração quando reconheceu o homem alto trajando a vestimenta das Terras Altas, emoldurado pela entrada arqueada de pedra. Ian Gilvry. O auto proclamado laird de Dunross.
Seu motivo para odiar a Escócia. Enquanto seu olhar o assimilava, um nó se formou em seu estômago e dificultou sua respiração.
Ele não era o jovem magro do qual se recordava, embora fosse reconhecê-lo em qualquer lugar. Era viril e musculoso e, apesar do saiote verde e vermelho, extremamente másculo.
Suas feições eram rudes e sombrias demais para que fosse considerado bonito nas salas de estar de Londres, e o rufo de renda branca nos punhos e na garganta em nada suavizava a aura de perigo. A crua vitalidade que ele exalava atraiu e capturou o olhar de cada mulher no salão. Inclusive o dela.
Ele era o último homem que esperava ou queria ver na festa de lorde Carrick. Felizmente, Ian não estava ali para criar problemas.
O olhar dele varreu o salão e, para a mortificação de Selina, seu coração disparou enquanto esperava algum reconhecimento de sua presença naqueles olhos azul-celeste. Quando o olhar de Ian a alcançou e se deteve, Selina não conseguiu respirar. Seu coração deu uma cambalhota.
Uma expressão de horror adejou o rosto de Ian, depois o olhar seguiu adiante. A pontada da rejeição a atingiu de novo. Ridículo! Ela não dava a mínima para a opinião de Gilvry. Ele podia ter sido o primeiro homem, ou melhor, garoto, a beijá-la, mas tinha sido uma tentativa desajeitada na qual não valia a pena pensar. Especialmente quando suas famílias estavam em pé de guerra.
— Quem é ele? — sussurrou Chrissie.
— Ian Gilvry de Dunross


Série Gilvrys of Dunross
1 - Coração Leal 
2 - Não Publicado no Brasil
3 - Não Publicado no Brasil
4 - Não Publicado no Brasil
Interligado 
Coração Feroz

Questão De Inocência

Série Irmãs Shelley
Ela fugiu de um bordel... e parou na cama de um libertino!

A tímida Celina Shelley pensava que sua vida estaria resolvida se abandonasse o lar de seu rigoroso pai e buscasse refúgio ria casa de uma tia distante.
Para sua surpresa, ela descobriu que sua salvadora era dona de um bordel de elite!
Ao buscar abrigo na casa de um dos protetores de sua tia, em vez de um senhor de idade encontrou Quinn Ashley, também conhecido como Lorde Dreycott, um homem de porte elegante e olhos faiscantes de desejo pela bela Celina...
Afinal, nada mais tentador do que uma mulher que se vestia como uma freira, falava como um anjo, porém flertava como uma tentadora cortesã!

Capítulo Um

Dreycott Park, litoral norte de Norfolk 24 de abril de 1815
— Ele está chegando!
Johnny, o menino que cuidava das botas e calçados de todos os moradores da mansão, entrou correndo pela porta da frente, a camisa meio fora da calça, o rosto vermelho pela corrida desde, seu posto de observação no gazebo no alto da Flagstaff Hill. Subia para lá todos os dias e ficava o dia inteiro, desde que havia chegado a mensagem de que o herdeiro do falecido lorde Dreycott saíra de Londres e estava á caminho de casa.
Lina desistiu de fingir que costurava na sala de estar e foi para o hall. Trimble, o mordomo, estalava os dedos e mandava os lacaios reunirem os demais empregados da casa no hall. 
Lina não conseguira fazer nada com tranqüilidade desde o funeral de lorde Dreycott, quatro dias antes. Quando fugira da casa de sir Humphrey Tolhurst, aterrorizada, desesperada e procurada pela polícia, a tia a mandara para a mansão rural de um velho amigo... e para a segurança, acreditara Clara. Mas agora seu idoso protetor estava morto.
Lina alisou as saias do vestido negro e tentou manter a compostura. Aquilo era o fim de seu santuário, depois de apenas sete semanas de tranqüilidade. 
Desde que fugira de Londres com uma recompensa por sua captura, acusada de um roubo que não praticara. O herdeiro estava a caminho para reclamar o que era dele e, sem dúvida, para expulsar hóspedes indesejáveis de sua casa... e, então, o que seria dela?
— Onde estão as carruagens? Quantas são? — perguntou o mordomo ao garoto.
— Nenhuma carruagem, sr. Trimble, senhor. Apenas dois cavaleiros e um cavalo de carga. Eu os vi passar pelo portão da estrada de Cromer em passo lento, os animais parecem cansados. Ainda devem demorar um pouco para chegar.
— Mesmo assim, apressem-se.
Depressa, faça as malas, pegue este dinheiro e fuja. O elegante hall quadrado de entrada da mansão desapareceu e se transformou num quarto de dormir. Tia Clara, os lábios brancos, o rosto devastado depois de uma semana de doença, ergueu-se com dificuldade sobre os travesseiros depois que Lina, soluçando, lhe contou sua história.
— Ele não a tocou? — sussurrara com urgência, e as duas olharam para a porta fechada. O brutamoijtes contratado por Makepeace poderia voltar a qualquer momento. — Juro que farei Makepeace pagar por isso.
— Não, Tolhurst não me tocou. — O alívio ainda era avassalador, o único fato positivo em todo aquele pesadelo. — Ele me mandou tirar a roupa enquanto olhava, então se despiu. — Precisou de um momento para afastar da mente a imagem repugnante do corpo gordo de meia-idade, a pele manchada, aquela coisa que se erguia, meio mole, sob o ventre avantajado de Tolhurst. — Então ele começou a estender a mão para mim... E arquejou, os olhos esbugalharam, o rosto ficou vermelho e ele caiu. Assim, toquei a campainha para pedir ajuda, vesti a roupa e...
— Ele estava morto? Tem certeza?
— Oh, sim. — Lina não conseguira se obrigar a tocá-lo, mas soube. Os olhos azuis protuberantes estavam fixos nela, ainda ávidos de luxúria até se tornarem opacos. Observara-o com horror enquanto se vestia rapidamente, atrapalhada com fitas e ligas. — Todos entraram então... o valete, o mordomo, o filho mais novo, Reginald Tolhurst. O sr. Tolhurst se ajoelhou ao lado do pai e tentou encontrar o pulso... depois mandou o valete buscar o médico e disse ao mordomo para me trancar na biblioteca. Disse que o anel de safira do pai havia desaparecido.
— A safira Tolhurst? Meu Deus! — A tia olhara atônita para ela.
— Ele não a estava usando quando você... ?
— Não sei!

Série Irmãs Shelley
1 - Questão de Prática
2 - Questão de Ternura
3 - Questão de Desejo
4 - Questão de Inocência
Série Concluída

Madawaska O Vale Do Sol


O colonizador inglês avança com varocidade sobre a Acádia.

Seu objetivo: exterminar um povo que luta até a morte por sua terra e suas tradições.
Homens e mulheres que jamais desistirão da liberdade.
1755 — Soleil e Remie Michaud passam um verão dourado numa lua-de-mel inesquecível em plena floresta na Nova Escócia.
Mas seu sonho de amor é interrompido.
Suas vidas que se iniciam e a de todos os acadianos estão prestes a sucumbir a um golpe trágico e irreversível: são expulsos de suas terras e deportados para um destino desconhecido.
Arrastados pelo turbilhão, Soleil e Remie não escapam à angústia.
Separados, iniciam uma longa jornada onde apenas a tênue esperança de um reencontro os mantêm vivos!

Capítulo Um

Verão de 1754
O verão se despedia de Grand-Pré. Quase todo colhido, o feno repousava sobre a relva que se tingia de vermelho. Por toda parte, surgiam os primeiros sinais do outono. Uma única árvore já exibia sua folhagem cor de fogo, uma labareda solitária no meio da floresta ainda verde.
Logo a geada chegaria, sorrateira, colorindo a paisagem em tons de dourado, escarlate e vinho. A natureza viveria um breve momento de rubro esplendor e então a neve desceria sobre campos e bosques, cobrindo-se com a monotonia do branco.
Mas ainda restavam algumas semanas de calor. Embora as manhãs já fossem frias, o meio do dia continuava agradável. Soleil Cyr sentia a carícia do sol em sua pele enquanto atravessava os prados sem a menor pressa. Fora levar o almoço do pai e dos irmãos, ocupados na colheita do feno, e pretendia aproveitar cada segundo de solidão.
Soleil estava deliberadamente desrespeitando as ordens maternas. Devia voltar correndo para ajudar no preparo da refeição noturna, mais substancial porque os homens não tinham almoçado em casa. 
Mas Barbe Cyr vivia apressada e impaciente, portanto seu atraso seria apenas uma pequena contrariedade a mais no dia atarefado da mãe. 
Aquele passeio solitário era uma das raras oportunidades de ficar a sós com seus pensamentos. 
A rotina de uma casa tão cheia como a sua impedia qualquer possibilidade de isolamento.
E Soleil precisava de solidão para pensar em seu futuro. Estava com quinze anos e meio e todas as suas amigas já tinham se casado, com exceção de Celeste Dubay, seis meses mais nova do que ela. 
As pessoas começavam a fazer comentários e perguntas maliciosas, insistindo em saber o motivo dessa demora excessiva para escolher um marido. 
Como explicar uma relutância que a tornava diferente das outras jovens?
Certamente não permanecia solteira por falta de pretendentes. Pelo menos quatro rapazes de Grand-Pré ficariam felizes de pedir ao padre Castin que anunciasse seu casamento com Soleil Cyr em uma missa de domingo. E não eram apenas os companheiros de infância que gostariam de casar-se com ela.
Garneau, que morava em Beaubassin, não saíra de seu lado um só minuto quando viera para a festa de casamento da prima. Um outro, recém-chegado de Annapolis Royal, tentara conquistá-la de todos os modos, mas sem sucesso. 
Jamais se prenderia a um homem que não conseguia tomar dois copos de cerveja sem ficar embriagado.
A verdade é que nenhum deles despertara a menor fagulha de interesse em Soleil.
Como se considerava plenamente feliz na casa dos pais, não sentia nenhuma urgência em encontrar um marido, tomar conta de seu próprio lar ou rodear-se de filhos.
Soleil era romântica como qualquer adolescente. Sonhava com alguém muito especial, um homem onde beleza, força e sedução se combinariam nas proporções exatas para roubar seu coração. Essa figura fascinante e vaga provocaria uma paixão tão intensa que, sem pensar duas vezes, aceitaria entusiasticamente o pedido de casamento.

Realista, Soleil via poucas chances de realizar suas fantasias românticas. Não havia ninguém em Grand-Pré que se comparasse a essa imagem ideal e nenhum dos frequentes visitantes chegava à altura do homem de seus sonhos. Como ela dificilmente teria a oportunidade de viajar, duvidava que conseguisse encontrar o príncipe encantado.
Soleil não tinha medo de esperar demais e acabar ficando solteira. Sabia que o grande problema seria a atitude dos pais. Mais cedo ou mais tarde, perderiam a paciência e escolheriam um marido para ela sem ao menos consultá-la.
— Ei, Soleil! Espere por mim!
 

Playlist n. 4

E cá estou mais com uma playlist para o deleite de vocês ... e é claro para o meu né, afinal as músicas são escolhidas por mim ... :D
Antes de mais nada preciso dizer que quando começamos a elaborar as playlists, a ideia era ter apenas 10 músicas por vez. 
Mas não consigo decidir, por isso sempre ficam mais músicas ... 
Mas então ... espero é claro que vocês gostem.

Esta semana quero falar de dois filmes / livros, que não sei se vocês leram o livro, não sei nem se vocês curtem o gênero. Estou falando dos livros JOGOS VORAZES.
Então, é uma coleção de livros juvenis, mas tem que feito muito sucesso entre adultos, desde o ano passado quando estreou no cinema o primeiro filme da série.
Não assisti no cinema, achei que não era legal, e é claro queimei a língua, não tinha me interessado em ler os livros, nem assistir em DVD nem nada, Maaassss quando passou na TV (HBO), eu assisti e... vi que perdi a chance de ver no cinema ... 
Então ... vamos falar um pouco sobre os filmes (já que os livros que ainda não li).

FILME 1 - JOGOS VORAZES  
Num futuro distante, boa parte da população é controlada por um regime totalitário, que relembra esse domínio realizando um evento anual - e mortal - entre os 12 distritos sob sua tutela. Para salvar sua irmã caçula, a jovem Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece como voluntária para representar seu distrito na competição e acaba contando , com a companhia de Peeta Melark (Josh Hutcherson), desafiando não só o sistema dominante, mas também a força dos outros oponentes.

FILMES 2 - EM CHAMAS 
(Filme em exibição nos cinemas) 
Este é o segundo volume da trilogia Jogos Vorazes, baseada nos romances de Suzanne Collins. A saga relata a aventura de Katniss (Jennifer Lawrence), jovem escolhida para participar aos "jogos vorazes", espécie de reality show em que um adolescente de cada distrito de Panem, considerado como "tributo", deve lutar com os demais até que apenas um saia vivo. Neste segundo episódio da série, após a afronta de Katniss à organização dos jogos, ela deverá enfrentar a forte represália do governo local, lutando não apenas por sua vida, mas por toda a população de Panem.

Os filmes tem aventura, tem pobreza extrema, tem amor à família, tem amizade, tem despedida, tem morte, tem de tudo um pouco, e é claro tem o Amor ... 

De repente você pode ser como eu, que decidiu não ver / ler nada sobre o assunto, mas eu recomendo que você reconsidere e veja se gosta ou não.
Eu gostei ! 
Estou apaixonada rsss ...

Vou deixar algumas imagens para a apreciação de vocês ...











Beijosss ... e até a próxima !!



Seriam
http://www.youtube.com/watch?v=6tMjtF7Y2As&list=PL63XUuX6suuGPAJupZ_RJgXVYPSVx5ZCs
(É só clicar e curtir)


21 de novembro de 2013

Perigo Sensual

Histórico Sobrenatural
Série Venice Vampyr  



Veneza, Itália - início dos anos 1800.

Quando o vampiro Nico comprou uma casa com a intenção de construir um complexo seguro, na cidade de Veneza, para ele e seus colegas vampiros, ele não esperava conseguir uma esposa teimosa no negócio. Ele pretende mandá-la para o campo após a sua noite de núpcias, para que ele possa continuar sua vida de solteiro libertino. 
Mas quando ele conhece a bela Oriana, inesperadamente, pela primeira vez, seus planos são esquecidos. 
No entanto, Oriana prefere prosseguir a sua investigação científica que bancar a esposa submissa para seu novo marido. 
Quando Nico descobre que sua mulher tem segredos que podem pôr em perigo não só a ele, mas toda a população de vampiros de Veneza, ele tem que fazer uma escolha: se livrar dela, ou seduzi-la para que se torne sua aliada. 
Felizmente, a sedução é o que Nico faz melhor... 










Série Venice Vampyr
1- The Beginng
2- Final Affair
3- Sinful Treasure
4- Perigo Sensual
Série Concluída

17 de novembro de 2013

A Maldição De Elise


Escócia e Itália, 1486

Por sugestão de uma vidente, lorde Taveon Kraig viaja à Itália com o intuito de recuperar um amuleto mágico e, com ele, quebrar uma maldição antes que esta tire a vida de sua cunhada grávida no momento de dar à luz, como tem acontecido com todas as mulheres de sua família ao longo de um século.
Quem possui o amuleto é Viviana Gorini de Medici Martinus Da Vincenza, uma escultora cega, e guardiã de Lorenzo o Magnífico.
Ela usa a magia do amuleto para enxergar através dos olhos de outras pessoas.
Depois de sobreviver a dois casamentos infelizes sem engravidar, e de ser considerada estéril, Viviana está determinada a não se casar novamente.
Taveon não tem coragem de privar Viviana de sua visão, tirando-lhe o amuleto.
Acreditando que ela esteja protegida da maldição, Taveon lhe propõe casamento e tira proveito das superstições de Lorenzo para forçá-la a voltar com ele para a Escócia. A princípio, ele encontra resistência por parte de Viviana, pois sua experiência com os dois casamentos anteriores a deixam bastante relutante em aceitar a proposta.
 No entanto, não demora muito para que a atração mútua se torne impossível de ignorar e de combater. Mas esse amor entre Taveon e Viviana, que se intensifica a cada dia durante a viagem, será suficiente para quebrar a maldição e salvar a todos?...

Capítulo Um

Itália, no ano de nosso Senhor 1486
— Remova suas vestes, per favore.
Embora chocado, Taveon Kraig não ousou negar o pedido da beldade. Sua indiferença confirmava a dúvida persistente que o aguilhoara por quase uma semana. O vínculo da moça com as famílias mais ricas de toda a Itália não poderia mais ser negado. Ela era uma cortesã do império Medici.
Uma onda de excitação o percorreu conforme, mais do que ansioso por se livrar da roupa, ele soltou os grampos que fechavam o gibão cor de vinho. O inferno devia se bem embaixo do solo de Florença, pois nunca conhecera um clima tão sufocante.
— Há um manto sobre a cadeira, caso seja tímido. — Ela apontou para uma das poucas peças de mobília no quarto.
Tímido? Taveon sorriu. Não sabia o significado da palavra.
Após tirar as botas, livrou-se da túnica pela cabeça e ajeitou as vestes com cuidado sobre o espaldar da cadeira, desviando os olhos da meretriz apenas um instante para estudar os entalhes de serpentes e querubins na madeira. Tudo no palácio Medici era ricamente decorado: o mobiliário, os painéis das portas... as mulheres.
A moça levantou a saia marfim, expondo pés descalços, e flutuou com graça pelo quarto a fim de abrir as cortinas de uma janela em arco. Com os olhos e os lábios fechados, inclinou o rosto para cima e sorriu. A luz se derramou sobre sua pele impecável, e os longos cabelos lhe caíram em cascata pelas costas como um véu de seda preta.
Ansioso pelo momento em que iria enredar os dedos naquela massa sedosa, Taveon sentiu as palmas das mãos coçar e os testículos latejar dentro das calças, as quais não conseguia descartar com rapidez suficiente.
Não se engrace com a menina, ou ela vai acabar na sepultura como as outras!
A advertência da vidente soou em sua cabeça, contudo ele decidiu se engraçar com a garota italiana mesmo assim, pois essa poderia ser a melhor forma de localizar o amuleto.
Libertou-se da última peça de roupa sem tirar os olhos da moça. Ela era linda, e parecia disposta a se divertir em plena luz do dia, bem no meio do quarto mal mobiliado.
— Não há nenhuma cama?
— Não. Vai ter que ficar de pé.
Ela se virou, fazendo o coração de Taveon perder uma batida. Ele iria precisar de todas as forças para não se aliviar dentro dela, pois, se fracassasse naquela tarefa, iria lhe envenenar o ventre com sua semente maldita, assim como fizera com Nessa.
— Estou pronto. — Nu em pelo, e um tanto vaidoso, ele abriu os braços em franca apresentação.
A menina não esboçou uma reação muito entusiasmada diante de seu físico, e Taveon flexionou os músculos, esperando que ela prestasse mais atenção ao que ele considerava uma ereção mais do que impressionante. Seu olhar, entretanto, nem uma vez se desviou para baixo.
Ele franziu o cenho. O que havia de errado com ela?
— Imagino que mestre Lorenzo tenha lhe explicado como trabalho?
— Sim — ele mentiu. Tinha se esgueirado por telhados e corredores só para chegar até ela. Por duas noites, aguardara a oportunidade de passar pelo punhado de sentinelas que guardava o palácio.
A moça caminhou em sua direção e parou a um fio de cabelo de seu peito.
Senhor! Ela era pequena e cheia de curvas. Tinha seios fartos, cintura fina e quadris de enlouquecer qualquer um. Devia ser suave e flexível... e contava com uma boa porção de carne da qual ele poderia se servir.
Taveon pensou em todas as maneiras com as quais pretendia prender aquele corpo junto ao seu, o desejo ardendo nas veias. Mal chegara perto dela e já estava encantado com seus olhos. Eram incríveis, de um tom único de violeta: um violeta meio esfumaçado. Uma mistura erótica de mel e citrino invadiu seus sentidos como lava, e o toque da saia de veludo contra suas canelas fez seus mamilos enrijecer e seu membro se projetar, ansioso. Ele iria desfrutá-la e se recusava a permitir que ela apressasse o processo, independentemente de sua experiência.
Sim, ele iria prová-la e mostrar todas as maneiras pelas quais um escocês poderia proporcionar prazer a uma mulher.
Uma das mãos delicadas se estendeu para tocá-lo, e Taveon se preparou para o contato. Dedos frios tocaram seu peito, e ele combateu o impulso de recuar.
Os olhos cor de violeta da moça se arregalaram. Ela deu um passo para trás e soltou uma exclamação, a respiração acelerada, as sobrancelhas finas e escuras franzidas. Hesitante, mordeu o lábio e o tocou de novo, desta vez com a ponta de um dedo, então tornou a puxar a mão.
— Cazzo! — falou em sua língua nativa, contudo a ênfase que colocou na palavra deixou claro que ela praguejava... Ou rezava?
— Por favor, doçura, não tenha medo. — Taveon passou um braço por sua cintura, puxando-a contra si, o membro ereto pressionado contra seu ventre.
Ela sacudiu a cabeça, os olhos se estreitando para fitá-lo.
— Quem é você?
— Sou o único amante que há de querer daqui para a frente ... 



15 de novembro de 2013

Uma Aventura Secreta

Série Família Huxtable Quintet

Nascida plebeia, Hannah Reid tem sido Duquesa de Dunbarton desde seus dezenove anos, quando casou com o velho Duque, a quem, segundo os rumores, era constantemente infiel. 
Agora seu marido morreu e mais bela que nunca aos trinta anos, Hannah conseguiu a liberdade que tanto desejava.
Para o choque de sua convencional amiga, anunciou sua intenção de ter um amante – e não um amante qualquer senão o mais perigoso e atraente de toda a alta Sociedade londrina: Constantine Huxtable. 
A ilegitimidade de Constantine negou o título de Conde a ele, então agora não nega nada a si próprio. 
Dizem que leva uma vida fácil e de prazer carnal em sua casa de campo e que sempre escolhe como amantes às viúvas mais recentes. 
Hannah se enquadra perfeitamente dentro de suas expectativas. 
Mas uma vez que estes dois apaixonados e escandalosos personagens se cruzam descobrem que não é tão fácil se libertarem das chamas do desejo, sem saírem chamuscados.

Capítulo Um 

Hannah Reid, Duquesa de Dunbarton, era livre por fim. Livre da carga de um matrimônio que durara dez anos e livre do interminável tédio que foi o ano de luto posterior à morte do Duque, seu marido.
Era uma liberdade que estava esperando há muito tempo.
Uma liberdade que merecia uma celebração.
Casara-se com o Duque cinco dias depois de conhecê-lo.
Sua Excelência, impaciente por celebrar as bodas, comprou uma licença especial em vez de esperar que corressem os proclamas. Hannah tinha dezenove anos e o Duque, setenta e tantos. Ninguém sabia exatamente, embora alguns assegurassem que se aproximava perigosamente dos oitenta.
Naquela época, a Duquesa possuía uma beleza encantadora, uma figura fina e esbelta, olhos azuis que rivalizavam com o céu estival, um rosto alegre sempre disposto a esboçar um sorriso, e uma cabeleira longa e ondulada, tão loira que quase parecia branca. Uma loira platina lustrosa.
O Duque, pelo contrário, tinha um porte e um rosto que mostravam os estragos do passar do tempo e da má vida que possivelmente levara. Além disso, sofria de gota. E de uma doença cardíaca que fazia que seu coração não pulsasse com um ritmo estável.
Hannah se casara com ele por seu dinheiro, é claro, já que esperava se converter em uma viúva muito rica em questão de um par de anos quando muito. Conseguira ser uma viúva rica, incrivelmente rica, de fato, embora tivesse que esperar mais do que pensara a princípio, para obter a liberdade e desfrutar de tal riqueza.
O velho Duque adorara até o chão que ela pisava, tal como rezava o dito popular. Dera-lhe tantas roupas que se alguma vez ocorresse vestir todas de repente, acabaria asfixiada sob seu peso. A fim de acomodar todas as sedas, cetins e peles, inclusos restos das roupas e acessórios – muito dos quais só usara uma ou duas vezes, antes de descartá-los por outros novos – viram-se obrigados a converter em um segundo roupeiro, o dormitório de hóspedes adjacente ao seu roupeiro de Dunbarton House, a residência ducal situada em Hanover Square, em Londres.
O Duque mandou construir não um, nem dois, nem três, mas até quatro cofres de segurança nas paredes do dormitório ducal, para guardar as joias que foi dando de presente a sua amada ao longo dos anos, embora ela gozasse da liberdade para abrir e fechá-los ao seu desejo e para escolher as peças que desejava usar em cada ocasião.
Foi um marido devoto e indulgente.
A Duquesa sempre se vestia de maneira impecável. E sempre ia coberta de joias ostentosas e grandes. Normalmente coalhadas de diamantes. Levava diamantes no cabelo, nas orelhas, no decote, nos pulsos e em mais de um dedo de cada mão.
O Duque mostrava seu troféu por aonde ia, sorrindo orgulhoso e olhando-a com adoração.
Em seus anos de juventude devia ser mais alto que ela, mas a idade o tinha curvado, necessitava de bengala para caminhar e passava a maior parte do tempo sentado.
Sua Duquesa se mantinha perto dele sempre que estavam juntos, mesmo que se tratasse de uma festa e abundassem os pares de dança.
Hannah o atendia com um característico meio sorriso em seus lindos lábios. Projetando a imagem da esposa devota nessas ocasiões. Ninguém podia dizer o contrário.
Quando era impossível o Duque sair, uma situação cada vez mais frequente conforme passavam os anos, outros Cavalheiros acompanhavam a sua Duquesa aos eventos nos quais a alta Sociedade se entretinha sempre que invadia a capital. Havia três Cavalheiros em particular que serviam de acompanhantes, Lorde Hardingraye, Sir Bradley Bentley e o Visconde de Zimmer. Os três eram bonitos, elegantes e simpáticos. Era evidente que os três desfrutavam da companhia da Duquesa e vice-versa.
E ninguém duvidava nunca do que incluía tal desfrute.
A única dúvida que abrigava a alta Sociedade e que se perguntavam com frequência, embora jamais se obtivesse uma confirmação cortante, era se o Duque estava a par ou não, do muito que desfrutava sua esposa. Inclusive havia quem se perguntasse se o Duque dera seu beneplácito à situação. Entretanto, por mais delicioso que fosse o escândalo – no caso de serem verdadeiros – quase todos sentiam simpatia pelo Duque, sobretudo porque dada sua idade, despertava a pena de seus pares, e preferiam duvidar antes de vê-lo como a um pobre ancião corno.
Essas mesmas pessoas gostavam de referir-se à Duquesa como a buscadora de ouro carregada de diamantes, frequentemente com o adendo, que vai de cama em cama.
Tais pessoas costumavam ser mulheres.
E de repente a deslumbrante vida social da Duquesa, seus escandalosos namoricos e o espantoso encarceramento que supunha ser seu matrimônio com um homem velho e doente chegaram ao fim numa manhã cedo, com a inesperada morte do Duque, que sofrera um ataque do coração. 

Entretanto, não foi tão cedo quanto esperava, quando aceitou casar-se com ele, claro. 
Por fim, tinha a fortuna que ansiava, embora pagasse com acréscimo por ela. 
Pagara com sua juventude.

Série Família Huxtable Quintet
1 - Primeiro Vem o Casamento
2 - Então Venha me Seduzir
3 - Por Fim Chega o Amor
4 - Seduzindo Um Anjo
5 - Uma Aventura Secreta
Série Concluída

14 de novembro de 2013

Maiê em...



Entre Florzinhas e Corações 


Quando comecei a ler romances (No início da década de 90) as carícias entre os personagens raramente passavam de uns beijos. Claro, muitas vezes o sexo estava presente, mas sem todos os detalhes (e apetrechos) que vemos hoje. Alguns eram bem avançados para uma menina de 11 anos... 
Bem, quando eu tinha essa idade até um beijo era bem avançado... Minha mãe tinha uma grande coleção de Sabrinas, Julias e Biancas, mas não me deixava ler os livrinhos Momentos Íntimos porque na cabeça dela trazia histórias mais fortes, mas os históricos estavam liberados. Nunca soube se realmente era assim, já que terminei nunca lendo qualquer Momento Íntimo. 
Os livros mais antigos às vezes dão nos nervos. Mocinhos com bigode, mocinhas completamente burras e doses extras de machismo. 
Os personagens masculinos eram tão machos que não comiam mel, mastigavam a abelha. 
E a mocinha só teria um final feliz depois de ser chamada pelo menos 3 vezes de prostituta/ interesseira. 
De vez em quando rolava até uns tapas para amaciar a carne. Além dessas aberrações, havia também muita coisa boa. 
Algumas delas fazem falta nas edições atuais. O mundo literário não era feito só de bilionários, havia arquitetos, professores, publicitários, aventureiros e artistas. Lembro de ler histórias maravilhosas que se passavam no Egito, Afeganistão, Sudão, Caribe e Suécia. 
Hoje quase todas se passam no Reino Unido ou nos Estados Unidos, quando muito na Grécia ou Itália. 
Alguns detalhes são bem engraçados se vistos hoje. Mocinhas que escovavam os cabelos até ficarem bem cheios e brilhantes e que eram solteironas aos 23 (isso nos romances contemporâneos). 
Outro dia fiquei rindo sozinha de uma mocinha que vestiu um collant com mangas bufantes para seduzir. 
 Quem gosta de Romances Históricos já deve ter se aventurado pelos livros da Barbara Cartland. Não é para ler se estiver de regime, pois água com açúcar é pouco para definir suas histórias. 
Sempre que penso em qualquer livro dela, imagino uma mocinha sendo sequestrada pelo vilão e pedindo forças para os pais falecidos enquanto é carregada por um jardim escuro. Muito clichê, mas ao mesmo tempo é muito divertido. 
Da mesma maneira, a coleção Sissi é ótima. Suave, sem nem uma vírgula hot, mas totalmente romântica. 

 Para ilustrar esse texto muitas fotos de musos dos anos 80. Alguns já se foram, outros sofreram a ação da gravidade, uns poucos continuam bonitões. 
Com vocês : Patrick Swayze, Rob Lowe, Harrison Ford, Mel Gibson, Lauro Corona, Christopher Reeve, Bruce Willis, Jon-Erik Hexum, Kurt Russell, Kevin Costner, Richard Gere e Robert Redford.













Três livrinhos antigos para passar o tempo.

Lagoa Misteriosa da Barbara Cartland- Tem aquele estilo rebuscado e super inocente da autora, que pode ser divertido se estiver no clima. A mocinha apanha do amante da irmã e termina sendo confundida com outra pessoa.

Doce Abandono da Lisa Lenore – Esse é excelente, um dos meus preferidos dessa época. A mocinha é ex-dançarina e está em Moscou fazendo um documentário sobre o mocinho que é um grande bailarino clássico. Ele é super temperamental e o primeiro contato dos dois é hilário. Com um um clima bem Guerra Fria, é um ótimo livro.

A Linguagem do Amor de Bobby Hutchinson _ A mocinha vai ensinar o filho do mocinho que é surdo e mudo. Eles vão se envolvendo, mas ele tem alguns problemas de confiança, já que foi abandonado pela ex-mulher. A história é delicada e o final fofo.

Bjs,  Maiê

Seduzindo Um Anjo

Série Família Huxtable Quintet
Banida, desamparada, e marcada como uma assassina, Cassandra Belmont, Lady Paget, chega a Londres, em plena regência, determinada a vencer a reputação que a havia precedido, a fim de encontrar um cavalheiro rico para poder retornar à vida extravagante que estava acostumada. 

Ela põe os olhos em Stephen Huxtable, Conde de Merton, um homem com possibilidades e com aparência angelical, ela não pode resistir. 
Intrigado com o charme de Cassandra, Stephen aceita em convertê-la sua amante. 
Mas, apesar de sua aparência e charme, Stephen não é nenhum anjo, e Cassandra vai logo perceber que tem que pagar um preço por tentar seduzir um.

Capítulo Um

—O que vou fazer é procurar um homem.
Quem falava era Cassandra Belmont, lady Paget, uma viúva. Em pé, junto à janela da sala da casa que tinha alugado em Portman Street, Londres. 
A casa estava mobiliada, embora tanto os móveis como as cortinas e os tapetes haviam visto melhores dias. Possivelmente já os tivessem visto há dez anos. Era um lugar elegante, mas sem brilho, muito apropriado para as circunstâncias que rodeavam a vida de lady Paget.
—Para se casar? — disse assombrada Alice Haytor, sua dama de companhia.
Cassandra observou, com desânimo e com um sorriso zombeteiro nos lábios, uma mulher que passava pela rua levando um menino pela mão que não queria ser levado assim ou de modo semelhante.
Os movimentos da mulher denunciavam sua irritação e impaciência. Seria a mãe do menino ou a babá? Fosse quem fosse, dava no mesmo. A rebeldia da criatura e sua tristeza não eram de sua conta. Ela já tinha muitas preocupações.
—Claro que não, — respondeu. — Para isso teria que achar um idiota.
—Um idiota?
Cassandra sorriu, embora não fosse uma expressão alegre. Tampouco se voltou para olhar Alice. A mulher e o menino tinham desaparecido de sua vista. 
Um cavalheiro caminhava em direção oposta com o olhar cravado no chão e a expressão carrancuda. Supôs que chegaria tarde a algum encontro e que, na opinião do cavalheiro, sua vida dependia de chegar a tempo a tal compromisso. Talvez estivesse certa. Talvez não.
—Só um idiota se casaria comigo — replicou. — Não. A verdade é que não necessito de um homem para me casar, Alice.
—Ah, Cassie! —exclamou a dama de companhia, muito preocupada. —Com certeza não se refere a... — Deixou a frase no ar porque não era preciso que a completasse.
Cassandra só podia se referir a uma coisa.
—É claro que sim — afirmou, voltando-se para olhar a sua dama de companhia com expressão jocosa, zombeteira e penetrante.
Alice se aferrava com força aos braços da poltrona que ocupava e se inclinava para frente como se tivesse intenção de ficar em pé, embora não ficasse.
—Escandalizei você?
—Se tivermos vindo a Londres foi com o propósito de procurar emprego, Cassie. As duas. E Mary também. — recordou-lhe Alice.
—Entretanto, não é um plano muito concretizável, não lhe parece? —Replicou ela com uma gargalhada carente de bom humor. — Ninguém irá querer dar emprego a uma criada convertida em cozinheira que tem uma filha pequena... sem estar casada e sem ser viúva. E uma carta de recomendação assinada por mim fará um fraco favor a Mary, verdade? Além disso, perdoe-me que lhe diga isso, Alice, mas pouca gente quererá contratar uma preceptora que passa dos quarenta quando há tantas jovens dispostas a ocupar tal posto. Sinto muito ter que indicar essa crua realidade, mas a juventude é um valor em alta hoje em dia. Foi uma maravilhosa preceptora para mim e desde que se converteu em minha dama de companhia foi uma maravilhosa amiga. Mas a idade não está a seu favor, reconheça. Quanto a mim, enfim... A menos que faça algo para ocultar minha identidade, coisa que seria impossível, porque precisaria de cartas de recomendação, tenho um futuro muito negro no mercado de trabalho. E em qualquer outro. Ninguém vai querer contratar a assassina do machado sob nenhuma circunstância.
—Cassie! —Exclamou sua antiga preceptora, que levou as mãos às faces—. Não deve se descrever dessa maneira. Nem sequer de brincadeira.
Cassandra não era consciente de que estavam falando de brincadeira. De qualquer forma, soltou uma gargalhada.
—As pessoas estão acostumadas a exagerar, não é certo? —perguntou —Inclusive a inventar coisas. Assim é como me vê meio mundo, Alice. Precisamente porque lhes divertem acreditar em semelhante barbaridade. Suponho que muitos sairão correndo assim que eu colocar um pé na rua. Terei que buscar um homem destemido.
—Ah, Cassie! —Exclamou de novo Alice, com os olhos cheios de lágrimas — Tomara não tivesse que...


Série Família Huxtable Quintet
1 - Primeiro Vem o Casamento
2 - Então Venha me Seduzir
3 - Por Fim Chega o Amor
4 - Seduzindo Um Anjo
5 - Uma Aventura Secreta
Série Concluída



11 de novembro de 2013

O Segredo da Duquesa



Estava a beleza destinada a ser um fardo para ela?

A inesperada e irresistível proposta de casamento de Richard Moncrief, o duque de Radcliff, era como um sonho se realizando para uma jovem sem dote como Bárbara Allan... e também o seu pior pesadelo.
Afinal, seu reticente marido enaltecia repetidamente a beleza dela, mas nunca falava do amor dele. E as visitas clandestinas de Bárbara para ajudar a prima não estavam facilitando a situação em nada...A obsessão pela bela Bárbara Allan estava virando a vida do até então previsível duque de Radcliff de ponta-cabeça. Mas como poderia confiar em sua esposa e jurar amor eterno se ela estava se encontrando secretamente com outro homem?

Cápítulo Um

Inglaterra, 1810
― Bem, agora você sabe por que não posso deixar que mamãe me faça participar de todos esses eventos sociais a fim de arranjar casamento. Eu... n-nunca p-poderei me casar ― queixou-se Emily, o rosto banhado pelas lágrimas.
Era doloroso para Bárbara Allan ver a prima curvada sobre o toucador, o corpo estremecendo com aquele pranto convulsivo. O que mais a entristecia era a sua própria im­potência em ajudar as duas únicas pessoas a quem amava no mundo. Não tinha meios nem de amenizar o profundo sofrimento de sua prima, nem de salvar sua adorada mãe da doença incurável que a fazia definhar.
Baixou os olhos, esforçando-se para conter as próprias lágrimas.
― Se não irá se casar ― começou, numa voz suave ―, o que fará? O que é que deseja de sua vida?
A pergunta teve o efeito de renovar os soluços de Emily.
― Tudo o que s-sempre quis foi t-tirado de mim. ― Ela enxugou o rosto com um lenço antes que um novo acesso de lágrimas a dominasse.
Bárbara aproximou-se mais e parou ao lado da prima, dando-lhe tapinhas gentis no ombro.
― Acho que deveria contar tudo aos seus pais ― sugeriu.
― Nunca! Prometa que nunca irá lhes contar, nem a eles, nem a mais ninguém.
― Eu jamais faria isso. Fique tranquila.
― Especialmente à minha mãe. Sabe como ela é. E o quanto me apavora.
Na verdade, tia Lucille apavorava a própria Bárbara também.
― Mas, com certeza ― argumentou, pensando no quanto ela e sua própria mãe eram unidas ―, você poderia lhe falar num momento sério como este.
― Você é a única pessoa a quem posso recorrer desde que minha tia Camille morreu. Eu detestei ter que pedir a você o dinheiro que sua avó lhe deixou, mas não havia ninguém mais que pudesse me ajudar. Prometo que lhe pagarei de volta depois que eu receber a minha parte na herança de tia Camille.
― Bobagem, não foi nada. Eu devo a você e ao seu pai por terem persuadido sua mãe a me deixar vir até Londres para visitá-los.
― Não precisa fingir que vir até aqui era o que você queria. Conheço-a muito bem. Você sempre faz tudo por todos. A única razão por que quis passar uma temporada em Londres foi a de amenizar as preocupações de sua mãe.
Tomada por uma crescente dor em seu íntimo, Bárbara engoliu em seco.
― Realmente quero que mamãe consiga morrer feliz, sa­bendo que não ficarei desamparada.
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