23 de junho de 2013

O Segredo LeBaron






É importante estar apaixonada? 


Foi esta a pergunta que a jovem Sari Latham fez a si mesma enquanto se preparava para casar com o jovem Peter Powell LeBaron.
Ela estava profundamente apaixonada por Peter, que era bonito, amável e rico. 
Mas embora Sari ansiasse por ouvi-lo dizer que a amava, ele nunca pronunciou tais palavras, mesmo quando faziam amor. Peter estava sempre distante, esquivo e, de algum modo, desligado. 
Muitos anos depois, Assaria Latham LeBaron se pergunta se o amor é importante. Agora uma matriarca de vontade férrea, dirige o negócio de vinhos da família LeBaron, e a própria família, com mãos igualmente firmes. 
E se descobre em conflito com a melhor amiga e cunhada, Joanna, a respeito de quem deveria controlar os interesses dos LeBarons. Joanna conta com o apoio dos próprios filhos de Sari, Melissa e Eric. 
Numa sala de reuniões se desenrolará o confronto final, enquanto a narrativa se precipita para o seu clímax empolgante, desvendando, camada por camada, um drama emocionante de amor, cobiça, coragem e ciúmes. 

Capítulo Um

Manhã, Tarde e Noite - Foi este o modo como a platéia daquela noite no teatro recordou o incidente: O protagonista, um jovem cantor, que sempre se apresentava nu até a cintura, o peito sem pêlos coberto de correntes douradas, de repente emitiu um grito agudo em meio à sua canção, arremessou a guitarra sobre o palco e guinchou:
"As serpentes podem ser substituídas!" E com isto, agarrou a serpente que se enroscara em volta de seus ombros, segurou-a pela cauda e, brandindo-a como um chicote de cocheiro, passou a agitá-la - e malhá-la - furiosamente contra o piso do palco. 
Um fluido, que não era sangüíneo, brotou na boca da serpente. Aquilo, a platéia percebeu, deviam ser os miolos do animal, ou algo ainda mais horrível saído de suas entranhas. 
Então, ainda segurando firmemente seu braço que sangrava, o cantor, autodenominado Lus-cious Lucius, bateu com o pé fortemente, repetidas vezes, atingindo a cabeça da serpente com a sua bota de cano alto de cowboy ornada de lantejoulas até que o ofídio restasse flácido e sem vida a seus pés. 
De início, ouviu-se uma explosão de risos espremidos - nervosos e inseguros - e um grito ou dois de excitação, enquanto todos se perguntavam se aquilo fazia parte do número, se era sangue de verdade o que fluía do braço nu de Luscious Lucius. 
Ou se seria suco de tomate. O grito, o baque da guitarra sobre o palco... fizeram parte do número do cantor, não? 
Mas então, com um arquejo coletivo que soou mais como um gemido de descrença, a platéia de aproximadamente duas mil pessoas, na maioria adolescentes, percebeu que o sangue derramado que viam no palco era bem real. 
Pois justo quando Lucius executava sua última canção, fazendo cabriolas no palco e arqueando sua guitarra, a serpente com a qual ele sempre executava seu já conhecido finale movera subitamente a cabeça para trás e então o atacara, cravando suas presas com força no bíceps do cantor. 
 

22 de junho de 2013

Os Perigos De Enganar Um Visconde

Série Debutantes Desesperadas








Lady Phoebe Fairchild está ciente do escândalo que resultaria se a Sociedade descobrisse que uma jovem Senhora de classe se dedica ao comércio.

Por isso, ela recorre a venda de seus lindos vestidos artesanais sob um nome fictício, Madame Dupree.
Então, quando as circunstâncias a forçam a visitar a propriedade de William Darby, o Visconde de Summerfield, para projetar vestidos de baile para suas irmãs, ela assume a identidade de Madame Dupree.
O desconforto de Phoebe em sua nova posição como empregada assalariada não é nada comparada a atração visceral que sente pelo Visconde.
Atrevidamente sedutor Will a convida para ser sua amante... e Phoebe sente-se chocada ao perceber como fica tentada a aceitar.
Mas a medida em que o desejo aumenta entre eles, cresce os riscos de Phoebe ser descoberta, o que põe em perigo sua reputação, seu sustento... e sua chance de se tornar a noiva do homem cuja paixão reivindicou-a para sempre.

Comentário revisora Belita: "Esse livro, para mim, é o melhor dos três! Phoebe se vê presa em um emaranhado de mentiras que ela mesma criou. Porém, ela não é boba como algumas mocinhas que vemos nos livros.
Ela sabe a situação em que se meteu e resiste em afundar-se ainda mais nas confusões, apesar de ter um coração romântico e sonhador, e acabar apaixonando-se por quem não deveria.
Já Will é seguro de suas obrigações e, assim como Phoebe, vê-se responsável por lidar com complicações familiares e levar uma vida que ele não queria para si.
Mentiras, obrigações e responsabilidades são os obstáculos quando se encontra a pessoa certa, no momento errado."

Série Debutantes Desesperadas
1 - Os Perigos de Perseguir um Duque
2 - Os Perigos de Perseguir um Príncipe
3 - Os Perigos de Enganar um Visconde
3.5 - School for Heiresses

20 de junho de 2013

A Fugitiva







Lady Edwina Brighton não pode acreditar que seu pai a tenha prometido em casamento a homem que jamais viu.

Menos até, que seu pai tenha elegido para que seja seu futuro esposo à alguém famoso por suas riquezas, mas também por sua condição de libertino, de descarado e insolente.
Curvada por uma união que não deseja, mas resolvida a ser proprietária de seu próprio destino, Edwina decide fugir.
Entretanto, em meio da fuga, algo sai errado e termina a bordo do navio de uns contrabandistas, comandados pelo inescrupuloso capitão Bloody, homem ao que diz imediatamente desprezar e pelo que sente uma atração oculta.
Depois de muitas aventuras no mar, e de que aquela atração oculta se volte contra ela, Edwina retorna ao lar e aceita, para não alterar a frágil saúde de seu pai, conhecer seu antigo prometido, o conde de Surrey, que não se mostra ofendido pela fuga de Edwina e sim animado como se de fato fosse um desafio domina-la.
Ela se debaterá, então, entre a aventura e a atração que sente por Bloody, e um matrimônio que não escolheu, mas que começa a desejar.
Com uma prosa cuidadosa, Ebony Clark nos traz uma singular história de amor que nos demonstra que o destino é caprichoso com os sentimentos, mas que, por vezes, equivoca-se.

16 de junho de 2013

O Perigo Da Paixão






No silêncio da noite, uma carruagem percorre as ruas que levam a casa do Anjo Caído, como é chamado o conde de Angelstone. 

No interior da carruagem a jovem Prudence luta consigo mesma para levar adiante a difícil decisão que tem em suas mãos: salvar a vida de seu irmão, Trevor, a única pessoa com quem conta no mundo. 
A mansão envolta em trevas encerra para Prudence, infinitos problemas que transformarão sua vida. 
Um inusitado furacão de luxúria que abrirá as portas à sensações e paixões desconhecidas. 

Comentário revisora Twiggy: Eu adoro a Amanda Quick, e isso não é nenhum segredo. Não me importa que todos os seus livros sejam iguais, porém diferentes, pois o que me encanta é o comportamento de suas protagonistas. E, dessa vez, como era de se esperar, não houve nenhuma mudança. 
O livro começa muito bem, mas o que se tornou cansativo foi a repetição dos diálogos e trama arrastada. 
O humor sempre presente em suas tramas, dessa vez foi coisa rara, mas nada que comprometa a leitura, ou que torne o livro desagradável. Afinal, nem sempre tudo dá certo, não é mesmo? 

Capítulo Um 

Na hora mais escura da noite, quase três da manhã, enquanto a névoa fria abraçava a cidade como um fantasma, Prudence Merryweather relutantemente decidiu que o tempo e a atmosfera seriam desconfortavelmente inadequados para visitar o homem conhecido como o Anjo Caído. 
Ela estava trêmula, apesar de sua tenaz determinação, quando o coche de aluguel parou na porta da casa, envolvida pela névoa. 
As novas lâmpadas de gás que haviam se espalhado por toda a cidade eram ineficazes na névoa espessa. Um estranho silêncio envolvia a rua fria e escura. 
Os únicos sons eram o barulho carruagem e o bater dos cascos contra o calçamento. 
Por um breve instante, Prudence pensou em pedir ao cocheiro que fizesse com que o coche alugado fosse diretamente para sua casa, mas reprimiu esse pensamento com a mesma velocidade com que havia lhe ocorrido. 
Sabia que nesse momento não poderia hesitar, a vida de seu irmão estava em jogo. 
Tomou coragem, ajeitou os óculos firmemente, e saltou da carruagem. 
Puxou o capuz da velha capa de lã cinza para esconder o seu rosto quando começou a subir as escadas da casa com determinação. Atrás dela, o coche de aluguel começou a mover-se rua abaixo. 
Prudence parou e virou-se rapidamente, assustada.
- Onde você acha que vai, meu bom homem? Eu disse que lhe daria algumas moedas extras para que você me esperasse. Só vou demorar apenas alguns minutos. 
─ Não se preocupe, não, senhorita. Só estou ajustando as rédeas, é tudo. ─ O motorista era uma mancha escura, sem fisionomia, dentro do abrigo, coberto com um pesado casaco e chapéu abaixado, cobrindo suas orelhas. Falava muito confuso, por causa do gim que havia bebido durante toda a noite, para afastar o frio intenso.
─ Eu já disse que vou esperar.     

12 de junho de 2013


Origem do Dia dos Namorados

Existem diferentes versões sobre a origem do dia dos namorados. 
O feriado romântico ou o dia dos namorados judaico: desde tempos bíblicos, o 15º dia do mês hebreu de Av tem sido celebrado como o Feriado do Amor e do Afeto. Em Israel, tornou-se o feriado das flores, porque neste dia é costume dar flores de presente a quem se ama. Previamente, era permitido às pessoas só se casar com pessoas da sua própria tribo. 
De certo modo, era um pouco semelhante ao velho sistema de castas na Índia. 
O 15 de Av se tornou o Feriado de Amor, um feriado judeu reconhecido durante os dias do Segundo Templo. Em tempos bíblicos, o Feriado do Amor era celebrado com tochas e fogueiras. Hoje em dia, em Israel, é costume enviar flores a quem se ama ou para os parentes mais íntimos. A significação e a importância do feriado aumentaram em anos recentes. 
Canções românticas são tocadas no rádio e festas "Feriado do Amor" são celebrados à noite, em todo o país. (Jane Bichmacher de Glasman, autora do livro "À Luz da Menorá"). 
No Brasil, a gênese da data é menos romântica. Alguns a atribuem a uma promoção pioneira da loja Clipper, realizada em São Paulo em 1948. 
Outros dizem que o Dia dos Namorados foi introduzido no Brasil, em 1950, pelo publicitário João Dória, que criou um slogan de apelo comercial que dizia "não é só com beijos que se prova o amor". 
A intenção de Dória era criar o equivalente brasileiro ao Valentine s Day - o Dia dos Namorados realizado nos Estados Unidos. 
É provável que o dia 12 de junho tenha sido a data escolhida porque representa uma época em que o comércio de presentes não fica tão intenso. A idéia funcionou tão bem para os comerciantes, que desde aquela época, o Brasil inteiro comemora anualmente a data. 
Outra versão reverencia a véspera do dia de Santo Antônio., Santo Casamenteiro.

9 de junho de 2013

Fortune, Uma Mulher Impetuosa











Um amor verdadeiro resiste a todas as tormentas...

Uma história de paixão, lealdade e aventua, que começa na Irlanda e atravessa os mares para mostrar a fundação de uma nova terra: América.
Fortune jamais imaginara que seus sentimentos a levariam tão longe e a tornariam tão corajosa.


Capítulo Um

Maguire´s Ford, Primavera, 1630
Lady Fortune Lindley ajeitou o xale de lã sobre os ombros e olhou com atenção para as colinas verdes da Irlanda, agora vi­síveis. 

O vento de maio ainda era cortante e agitava a pele que adornava e contornava o capuz que protegia sua cabeça. Apoia­da contra a balaustrada do navio, via a neblina do início da manhã começar a se desfazer, revelando um trecho de céu azul-claro. Imaginava como seria realmente a Irlanda e se finalmen­te encontraria o amor ali. Haveria amor para ela, afinal?
Os dedos protegidos por luvas agarraram o metal frio da grade. 
Em que estava pensando? Amor? Esse tipo de coisa era para sua mãe e para sua irmã, índia. Fortune Mary Lindley era a prática na família. 
A história de sua mãe era fascinante e as­sustadora. Dois maridos assassinados, um deles tendo sido seu próprio pai. Seu meio-irmão, Charlie, era um bastardo real, por­que sua mãe havia sido amante do falecido Príncipe Henry Stuart, mas eles nunca se casaram, porque sua mãe também era considerada uma bastarda pela realeza inglesa. 
Na índia, po­rém, sua mãe era uma princesa real — obra de sua avó, que havia sido raptada, posta em um harém e engravidado do im­perador antes de ser resgatada pela família e devolvida ao ma­rido escocês.
E sua irmã, índia, que tentara fugir com um jovem, embar­cou com ele em um navio que acabou sofrendo um violento ataque de piratas berberes, e também ela foi parar em um harém. 
Resgatada, voltou para casa grávida do senhor dos berberes. Seu padrasto ficou furioso e a enviou para uma propriedade da família no alto das montanhas, um local recluso onde ela teve seu filho. 
Fortune seguiu com índia para manter a companhia da irmã. 
A criança foi arrancada dos braços de índia segundos depois do parto, e a moça foi casada com um lorde inglês. Amor? Deus a protegesse! Não queria sua vida dominada por algo tão dramático! 
O amor não era prático. O que uma mulher queria era um homem agradável com quem pudesse conviver pacificamen­te. 
Ele deveria ser razoavelmente atraente, ter riqueza própria, porque ela não dividiria o que tinha, os bens que preservaria para seus filhos, e teria de concordar com seu projeto de ter filhos em intervalos regulares. 
Dois. Um menino para herdar os bens do pai e uma menina para herdar Maguire's Ford. 
Era sensato. Esperava gostar da Irlanda, mas, mesmo que não apre­ciasse o lugar, permaneceria ali. 
Uma propriedade de três mil acres não era algo que se pudesse desprezar, e o presente que receberia da mãe por ocasião do casamento não a faria apenas mais rica, mas muito, muito rica. 
E riqueza, ela já havia com­preendido, era preferível à sombria pobreza.
— Está pensando em William Devers? — perguntou a mãe dela, surgindo ao seu lado para observar também a extensão de água que ainda as separava da Irlanda, cada vez mais próxima.
— Não consigo guardar o nome dele — Fortune riu. — William não é um nome muito familiar para mim, mamãe.
— Você tem um primo William — observou Jasmine. — O filho mais novo de minha tia Willow. Ele fez os votos sagrados na Igreja anglicana. Não creio que o tenha conhecido, meu bem. Um rapaz muito agradável, se bem me lembro. Um pouco mais jovem que eu. — Jasmine tinha a preocupação estampada nos olhos. Fortune era a mais reservada de suas filhas. Nunca sabia em que ela estava pensando realmente. 
— Se não gosta desse rapaz, meu bem, não precisa se casar com ele — disse. Era um aviso que já havia repetido mais de duas dezenas de vezes. Por Deus! 

2 de junho de 2013

O Corsário Inglês




O corsário inglês chegou à tranquila aldeia de Providence em busca de um tesouro e encontrou a bela puritana de olhos violetas e a transformou em sua prisioneira. 

Ela jurou que não se renderia a seus desejos, mas ele despertou a ardente mulher escondida no corpo de uma jovem piedosa e temerosa e era muito tarde para escapar…

Comentário revisora Maristela: Livrinho curto historia que prende a atenção e diverte, uma leitura para um final de tarde, essa escritora prende a atenção em historias simples e rápidas. Gostei!

Capítulo Um

Tudo estava preparado para seu casamento e não tinha visto seu prometido esses dias, temia um pouco a intimidade, a que fosse doloroso e esperou que esse jovem fosse delicado.
Os piratas partiram e na aldeia reinava a paz. Um dia antes de seu casamento se encontrava tomando um banho quando escutou uns passos na grama.
Pensou que seria seu prometido e sentiu que seus mamilos se endureciam através do tecido branco de seu vestido. 
Os puritanos jamais se banhavam nus, alguns sim, ela jamais o tinha feito e devia aproveitar fazê-lo com rapidez antes que a água a congelasse.
Saiu do rio e se cobriu, estava perto de sua casa e tinha esfregado seu corpo com uma barra de sabão importado. Cheirava a flores e seu cabelo úmido o secou com um tecido grosso e áspero. Despiu-se escondida entre os arbustos e colocou as anáguas e o espartilho rapidamente.
 O jovem pensou que nunca tinha visto uma dama tão perfeita e deliciosa e se excitou ao contemplar esses belos seios e esse pequeno lugar coberto de pêlos claros.
Era a bela puritana de olhos violeta que tinha lhe chamado à atenção e agora compreendia por que. Prudence viu o jovem pirata de olhos cinzentos e quis gritar mas ele a apanhou e cobriu sua boca.
—Tranquila preciosa não vou lhe fazer dano. Não grite…— lhe ordenou e colocou uma adaga pequena em seu pescoço. 
A jovem gemeu aterrada, iria mata-la se não se entregava a ele… 
—Assim está melhor, divertiremo-nos um momento preciosa… Você gostará… E logo te levarei comigo em meu navio e a transformarei em minha rainha… Te darei as melhores joias e vestidos…
Mas a jovem não a tentaram suas promessas, sentia a adaga no pescoço e fechou os olhos pensando que a mataria e rezou em silêncio.
 Sentiu como seus beijos desciam por seu pescoço e se perdiam entre seus seios enquanto destroçava seu vestido e a arrastava contra seu membro ereto, roçando-a devagar.
—OH, não, por favor, não faça isto, o senhor lhe castigará—suplicou ela. De repente sentiu um trovão no horizonte enquanto seu captor atirava a faca e a apanhava muito rápido fazendo com que perdesse o ar, apertando seus seios contra seu peito largo.
Urgia-lhe possuí-la, mas temia que fosse virgem e não pudesse fazê-lo, não seria simples, devia prepará-la e estava muito tensa, chorava e gritava resistindo.
—Fique calada, bela puritana, não doerá se fizer o que digo mas se resiste será pior para você. Tranquila, sabe que não poderá escapar de mim desta vez.
Seus olhos chorosos viram esses olhos cinzentos e frios, tão frios como o gelo, não teria piedade, roubar-lhe-ia sua virtude e logo a levaria a seu horrível navio e jamais poderia escapar.
Mas não se renderia, não ficaria quieta suportando aquilo.
Não estava tão exausta, era uma jovem forte, acostumada aos trabalhos de uma granja.
Só fingiu submissão para que deixasse de apertá-la contra a grama porque sabia que nessa posição não poderia conseguir escapar.



Rendição



Uma herdeira bela e corajosa…

Expulsa do seu lar ancestral por causa da traição de seu primo, a fascinante beldade escocesa Kayleigh Kerr encontra um novo destino em Nova Orleans como a famosa e orgulhosa batedora de carteiras a quem todo homem deseja, mas nenhum pode tocar.
Mantendo vivo o sonho de reclamar o que pertence a ela por nascimento, vê-se obrigada a fugir novamente…
Desta vez para os braços de St. Bride Ferringer, um belo desconhecido que não vai permitir que escape.
Um enigmático patife.… St. Bride era um homem que sabia o que queria. 
Viajou para Nova Orleans em busca de vingança, mas logo descobriu que queria mais: desejava Kayleigh de corpo e alma. 
Enfeitiçado pela formosa menina de rua que sonha com castelos escoceses, St. Bride jurou domá-la e fazê-la sua. 
Mas no furor da batalha que se estende entre ambos, St. Bride se vê rendido pelos encantos da mulher a quem chama de minha pequena feiticeira.

Comentário revisora Caro: Livro romântico, uma jovem idealista que sonha em voltar para casa,um mocinho decidido a ficar com ela e descobrir seus segredos.Muito bom e com bastante suspense, tem trechos onde roí as unhas ansiosa para ver o que ia acontecer. 

Capítulo Um

Maio de 1746.
Ofegante, Kayleigh despertou de seu pesadelo.
Cobriu seu rosto molhado com as mãos. Mas as inesgotáveis lágrimas só limparam parte da sujeira de suas faces. Ainda estava com o coração pulsando a toda velocidade e os ombros rígidos. 
E sentia como se estivesse se afogando por causa do ar pesado e úmido que a rodeava.
Ficou um longo tempo na escuridão pensando em Morna. Seu fantasma parecia que a perseguia, e desejava com todas as suas forças que sua irmã estivesse ali com ela nas largas noites de Louisiana e na difícil e solitária vida que levava agora.
Entretanto, sabia que não era possível. 
E seu único consolo era soltar um pequeno suspiro de decepção e fazer o que tinha feito mil vezes antes: deixar a sua imaginação voar até uma vida passada mais feliz, a que teve na Escócia, e que ainda sentia falta. 
Mas até esse pequeno alívio parecia estar fora de alcance essa noite. 
Por muito que tentou, não pôde sentir o toque do cetim francês se deslizando por sua pele.
Nem o reconfortante calor do fogo de madeira de abedul em uma tarde gelada. 
Inclusive a imagem do castelo de Mhor sob os translúcidos flocos da primeira neve do inverno apareciam dispersas em sua mente.
Estava esquecendo os detalhes que davam sentido a sua vida anterior.
Disse a si mesma que um ano longe do lar confundia as lembranças de qualquer um. 
Não entanto, se desesperava ao pensar que possivelmente nunca mais voltasse a lembrar, fechou os olhos com força e se obrigou a pensar em todas as cores e pormenores do passado para não esquecer nem um sequer.
—Kestrel, teve aquele pesadelo outra vez?
A frase chegou do outro extremo do escuro local. A voz não a chamou “Kayleigh”, seu nome escocês, a não ser “Kestrel”, o nome inglês de um pequeno falcão do Velho Mundo que sempre mantinha elevada a cabeça contra o vento.
—Não. — negou ela brandamente, tentando recordar os selos gravados no faqueiro de Mhor.
—Não, pequena, não me engana. —A voz a reconfortou na escuridão da primeira hora da manhã enquanto um comprido e ossudo dedo cravava nas suas costelas—. Nega tudo o que queira, mas desse maldito dia não se esquecerá.
—Já não me lembro de Mhor. Desapareceu. —sentou-se, abatida, pensando que as palavras eram mais verdadeiras do que imaginava.
—Vamos, Onde está o espírito que me desafiou a mata-la naquele dia na colina de Mhor? Enfrentou a mim de tal forma que não pude acabar com a sua vida e nos vimos obrigados a fugir até aqui.
—Possivelmente tenha desaparecido, Bardolph. O calor de Louisiana o levou. —Agitou o musgo sobre o qual dormia—. Nem consigo respirar. Por que não há um pouco de brisa fresca?
—Não posso fazer nada a respeito disso, mas trouxe uma coisa que te agradará.
Enquanto Bardolph o Escuro acendia a luz ao lado da janela, viu que olhava para ela com olhos escuros e afundados. Ela se levantou da cama feita de musgo verde cinzento e sacudiu seu andrajoso vestido. Imediatamente, um gatinho de pelagem escura se agarrou sonolento a sua saia, e logo se jogou em cima das baratas em busca de seu café da manhã.
—Qual é a sua surpresa, Bardie? Madrugou muito cedo para me trazer isso Ou ficou fora a noite toda?
Arqueou uma sobrancelha e o olhou. 
Certamente, Bardolph era uma criatura noturna. Com seu corpo magro e o comprido cabelo cinza, a escuridão era mais amável com ele do que podia ser sol. 
Não era agradável de olhar e nem era provável que alguém o quisesse, e, entretanto, ela o queria. 
Tinha salvado a vida dela e durante o último ano tentado que sua existência fosse suportável.
—Olhe!






30 de maio de 2013

Onze Escândalos para Conquistar o Coração de um Duque

Série Love by Numbers


Ela vive para a paixão Audaz, impulsiva e um ímã para os problemas, Juliana Fiori não era outra simplória senhorita inglesa.

Nega-se a viver segundo as regras da sociedade: diz o que pensa, não lhe preocupa conseguir a aprovação de ninguém e pode lançar um murro com notável pontaria. 
Sua escandalosa natureza a converte no objeto preferido de todas as fofocas londrinas...
E é justo o tipo de mulher que o duque de Disdain quer manter bem longe de sua pessoa. Para ele a reputação é tudo
A última coisa que Simón Pearson quer em sua ordenada vida é um escândalo.
O duque de Disdain está muito centrado em manter seu título livre de toda mácula e seus segredos a salvo. 
Mas quando descobre Juliana escondida em sua carruagem uma noite a altas horas da madrugada, pondo em perigo tudo o que ele aprecia, jura ensinar à insensata beldade uma lição de decoro.
Mas ela tem outros planos: quer duas semanas para demonstrar que inclusive um duque imperturbável não está livre da paixão.

Capítulo Um


Em retrospectiva, houve quatro ações da senhorita Juliana Fiori que deveria ter sido reconsiderada essa noite.
Em primeiro lugar, que provavelmente deveria ter ignorado o impulso de sair do baile de outono de sua cunhada, em favor dos menos enjoativos, mais aromáticos, e muito menos iluminados jardins de Ralston House.
Em segundo lugar, muito provavelmente deveria ter duvidado quando esse mesmo impulso a empurrou pelos caminhos mais escuros, que marcavam o exterior da casa de seu irmão.
Em terceiro lugar, e quase com toda segurança, deveria ter voltado para a casa no momento em que tropeçou com Lorde Grabeham, meio caindo em seus braços, e dizendo coisas totalmente deselegantes.
Mas, definitivamente não deveria tê-lo agredido.
Não importava que ele a tivesse atraído para si e exalado seu quente hálito carregado de uísque sobre ela, ou que seus lábios frios e úmidos tivessem encontrado torpemente seu caminho para o arco pronunciado de seu pescoço, ou que ele sugerisse que ela poderia gostar disso igual à sua mãe.
As damas não agrediam as pessoas.
Pelo menos, as damas inglesas não o faziam.
Ela viu como o nem tão cavalheiro uivou de dor e tirou um lenço de seu bolso, para cobrir seu nariz e limpar a mancha que alagava sua imaculada camisa branca de escarlate.
Ficou congelada, sacudindo distraidamente a ardência de sua mão, e sentindo como o terror a consumia.
Isto estava fadado a acontecer. Era impossível não converter-se em um problema.
Não importava o muito que esse cavalheiro merecesse.
O que devia ter feito? Permiti-lo desonrá-la enquanto esperava que um salvador aparecesse através das árvores? Estava segura que qualquer homem nos jardins há essa hora seria menos que um salvador e mais do que um canalha.
Mas isto apenas comprovava que as fofocas eram certas.
Ela nunca seria um deles.
Juliana levantou a vista para o escuro dossel de árvores. O sussurro das folhas a uma boa altura, que há alguns momentos prometiam descanso da festa desagradável, agora ria dela num eco dos sussurros no interior dos salões de baile de Londres.

Série Love By Numbers

26 de maio de 2013

Bela Sedutora





Inglaterra, 1695 


A revelação foi recebida com alegria e perplexidade por Eden Berenger: ela, uma humilde camponesa, era filha de um conde! Uma vida de riqueza e felicidade poderia aguardá-la na corte, se o pai não fosse subitamente preso sob a terrível acusação de traição. 
Para salvá-lo, ela precisava conquistar a simpatia do rei William... Tinha de se tornar sua amante! 
Princípios morais e religiosos afligiam a alma atormentada de Eden. 
Mas a pior provação era conviver com o enigmático e atraente nobre Maximilian de Nassau-Dillenburg. 
Encarregado de prepará-la para entrar na corte, acaba conquistando seu coração. 
Cheia de amor e ousadia, Eden iria surpreender Maximilian e o inflexível rei da Inglaterra. 

Capítulo Um 

Kent, 1695
Gerard tinha voltado da batalha em Namur com uma das pernas entrevada e em estado de espírito melancólico. 
A época natalina havia passado sem grandes alegrias e comemorações no lar dos Berenger. 
Embora tropas inglesas e holandesas tivessem conseguido recapturar uma importante fortaleza em Brabant, a vitória custara um preço alto ao filho mais velho da família.
Eden fazia o possível para melhorar o ânimo de Gerard. Acabava de sugerir que fossem passear de trenó pelo pomar, ou deslizar encosta abaixo das colinas à volta da vila. 
Ele recusou a idéia, porém Eden estava determinada a arrancá-lo para fora não só da casa como de dentro dele mesmo.
— Estou precisando de outra companhia além da dos carneiros — argumentou ela, puxando-o pela manga. — Podemos ir até Romney Marsh. Você sempre gostou de pescar na restinga em Dungeness.
Cético, Gerard sorriu.
— Isso foi antes de ficar ferido. Quanto a você, duvido que se sinta solitária na vila. Os rapazes de Smarden mostram-se bem entusiasmados com você.
Eden arqueou as sobrancelhas.
— Prefiro os carneiros. Os moços daqui são sombrios e sem um pingo de senso de humor e, muito menos, de inteligência. 
A maioria é mais capenga do que você, apesar de todos contarem com duas pernas boas — declarou, disposta a não ignorar o problema físico de Gerard e recusando-se a mimá-lo como o resto da família o fazia.
Prestes há completar dezenove anos, Eden havia aprendido a enfrentar a vida com firmeza, exceto por aquela parte secreta do coração que jamais deixara de chorar pela perda do pai ocorrida há tanto tempo.
— Está muito frio — protestou Gerard irritado. — Esse tempo provoca dor na minha perna.
Eden levantou-se da cadeira à mesa e foi até a lareira onde revirou as achas crepitantes com um espeto de ferro.
— O sói vai acabar saindo. Aposto como não vai nevar hoje. Gerard pensava numa outra desculpa quando Cybele e Etienne, com os rostos vermelhos de frio, irromperam porta adentro. Viúva há pouco tempo e com dois filhos, Cybele tinha se tornado gorducha e adquirido constante mau humor.
— Onde estão nossos pais? — perguntou Etienne com expressão preocupada nas feições irregulares.
— Saíram — respondeu Eden em tom seco e ao puxar Gerard pelas costas da camisa. — Nós também estamos indo. Vamos mano, dar uma chegadinha na vila como planejamos.
— Espere Gerard — determinou Etienne com um gesto nervoso das mãos. — Umas visitas estão chegando aí. Deve ser negócio importante, garanto. Você também, Eden, não saia — ordenou fitando a irmã adotiva com olhar malévolo.
— Etienne tem razão — aparteou Cybele enquanto pendurava o pesado xale preto num cabide ao lado da porta.
Como sempre, ela se sentia afrontada com a aparência de Eden. 
Os cabelos avermelhados caíam-lhe 'fartos e ondulados pelas costas, a boca bem delineada iluminava-se sorridente ao menor indício de algo engraçado e os olhos enormes, escuros, assentados em distância perfeita um do outro, eram ornados por cílios densos e ficavam sob sobrancelhas bem arqueadas. 
Eden também tinha um corpo delgado e pele acetinada, cor de creme. Sua estatura era média, porém a silhueta esguia provocava a ilusão de ser mais alta. Movia-se com leveza e vivacidade. 
“Nem um pouco sóbria”, Cybele costumava criticar com aspereza. 
O comentário contava sempre com a aprovação de Etienne e Genevieve que gostavam de repeti-lo quando achavam a exuberância de Eden exagerada. 
Aliás, era essa alegria e amor à vida do membro adotivo da família que mais a irritava. Até Gerard não mais considerava a personalidade aberta e expansiva de Eden tão atraente como lhe parecera antes da batalha de Namur.
 

25 de maio de 2013

Então Venha me Seduzir

Série Família Huxtable Quintet

Às quatro da madrugada, na noite de seus vinte e cinco anos, Jasper Finley, o Barão Montford, se encontra à vontade com um grande grupo de Cavalheiros em sua biblioteca.

Privado de seu bom senso pela festança de aniversário, orgulho e bebida, Montford aceita uma aposta, que não demorará a lamentar, seduzir com êxito à virtuosa Katherine Huxtable nos próximos quinze dias.
Os Huxtable haviam enriquecido recentemente e com muita notoriedade, e Katherine compreendia que fora afortunada em todos os aspectos salvo em um.
Apesar de sua grande beleza e sua recém-descoberta vida ociosa, Katherine acredita que não foi feita para a paixão ou o romance.
Evitou todos os pretendentes da Sociedade, e a Lorde Montford mais que todos os outros, devido a sua fama de perigoso cafajeste.
Com tão má reputação, o Barão Montford tem uma árdua montanha para escalar.
Perderá a aposta ou talvez mesmo seu coração?

Capítulo Um

Jasper Finley, também conhecido por Barão Montford, tinha vinte e cinco anos.
Esse dia era seu aniversário, de fato. Ou para ser exato, corrigiu-se em silêncio, enquanto afrouxava o nó da gravata com uma mão e agitava uma taça meio vazia com a outra.
Por cima do braço da poltrona que estava recostado, no dia anterior fora seu aniversário, pois já era quatro e vinte da madrugada do dia seguinte, contando com os quatro minutos de atraso que levava o relógio da biblioteca de sua Mansão londrina, desde que tinha o uso da razão.
Olhou-o com o cenho franzido, muito sério. A verdade era que deveria ordenar que o acertasse um dia desses.
Por que obrigar um relógio a passar toda sua existência, com um atraso de quatro minutos com relação ao resto do mundo? Não tinha sentido. 
Claro que então surgiria um problema, se de repente o relógio marcasse corretamente as horas, não saberia ao que se prender e chegaria quatro minutos antes ou depois? 
As suas refeições e a qualquer outra entrevista. Isso angustiaria a criadagem e causaria muito mal estar na cozinha. 
Provavelmente fosse melhor deixar o relógio tal como estava. Depois de ter solucionado tão importante assunto a sua inteira satisfação, concentrou-se em sua própria pessoa. 
Deveria ter se deitado há uma hora... Ou duas. Ou melhor três. 
Deveria ter retornado a casa quando deixou o baile de Lady Hounslow... Salvo que dessa maneira teria estado no dia de seu aniversário em casa só antes da meia noite, algo realmente patético. 
Deveria ter retornado depois de abandonar o White's por volta de uma hora depois, é certo. 
E isso era justo o que fizera, recordou nesse momento, dado que se encontrava na biblioteca de sua própria casa. 
Entretanto, não pode se deitar ao chegar, porque um grupo de Cavalheiros se apegara a ele de forma inexplicável ao sair do White's e o acompanhara a casa, para celebrar um aniversário que já passava à história. 
Aturdido pelos efeitos que o álcool produzia em seu cérebro, que parecia estar mergulhado em uma densa névoa, perguntou se os teria convidado. Se não fosse assim, seriam todos uns atrevidos. 
De modo que devia tê-los convidado, concluiu. — Que digo eu, convidei algum de vocês? — Perguntou muito devagar para vocalizar as palavras. Porque todos estavam igualmente bêbados. 
Achavam-se espalhados sem ordem alguma em várias poltronas, todos salvo Charlie Field, que se encontrava em pé de costas para a lareira, com um ombro apoiado no suporte, enquanto fazia girar o conteúdo de sua taça com uma habilidade admirável, já que não derramava nenhuma só gota. 
— Se nos convidou a...? — Charlie franziu o cenho com expressão ofendida — Caramba Monty, se virtualmente nos arrastou! 

Série Família Huxtable Quinted
1 - Primeiro Vem o Casamento
2 - Então Venha me Seduzir
3 - Por Fim Chega o Amor
4 - Seduzindo Um Anjo
5 - Uma Aventura Secreta
Série Concluída

Senhora Do Dominador

Série Cavaleiros da Britania


Ela é sua prisioneira... e também noiva!

Forte, atroz e nobre, Giles Fitzhenry é um guerreiro que, embora bravo, jamais fora capaz de superar sua origem ilegítima.
Ao se apoderar de Taewood, exige se casar com lady Fayth para assim tornar-se o senhor do castelo, das terras e do povoado.
A fim de salvar seu legado, lady Fayth aceita a união forçada.
Porém, a cada minuto que passa anseia livrar-se do marido indesejado, ainda que sinta seu corpo tremer sempre que seus olhos cruzam com o penetrante olhar dele.
Após ter se apropriado de riquezas, Giles agora terá uma grande batalha a enfrentar: conquistar sua amada, e se permitir ser dominado por ela!

Capítulo Um

Hastings, Inglaterra 14 de Outubro de 1066
— Continue com este discurso e você se tornará viúva antes mesmo de se casar — ameaçou Giles Fitzhenry, guerreiro de William, o Conquistador.
O sangue escorreu do corte que havia em sua testa e pingou no ombro da senhora, mas ele não a largou. Levaria apenas alguns segundos para esganá-la, e ele jurou a si mesmo que o faria se ela pronunciasse os votos.
Giles se virou para a pequena multidão silenciosa na capela e deixou que eles vissem o punhal que apontava para as costelas da mulher, mostrando que a mataria se alguém interferisse.
Sua vítima se moveu junto com ele, segurando-lhe a mão como se pudesse detê-lo. Lady Fayth de Taerford deveria ter pensado nas consequências de seus atos antes que ele chegasse.
Antes que o exército dele e seus homens morressem em batalha pelo castelo... e pela sua posse.
Giles acenou para Roger, que colocou a espada no pescoço do companheiro da senhora nesse crime, enquanto aguardava uma resposta.
— O castelo e as terras agora são minhas, assim como você. Dependendo do que disser, a morte do seu companheiro pode ser lenta ou rápida. — Giles observava a troca de olhares entre ela e o homem a poucos metros de distância. Ele sentiu seu corpo ceder antes de pronunciar palavras de rendição.
Fazendo um esforço para ignorar as curvas femininas que tinha sob os braços dele, soltou um pouco a mão e abaixou o punhal para lhe dar a chance de escolher.
— Vai escolhê-lo como marido em vez de mim? — ele perguntou em voz alta.
— Não — sussurrou ela, no silêncio que reinava na capela. Com a sua rendição, os homens dele cercaram os convidados e os obrigaram a sair da capela.
Sem soltá-la, ele fez sinal para o auxiliar e depois para o homem que ela escolheu como marido.
— Mate-o. O padre protestou em voz alta, mas os homens ignoraram o velho senhor e se prepararam para cumprir as ordens de Giles. Foi a voz baixa de Fayth que o deteve.
— Meu lorde — disse ela baixinho, tentando fitá-lo nos olhos. Mas o movimento provocou novo sangramento que sujou ainda mais sua roupa. Só quando ele aliviou a mão foi que ela pôde falar mais alto. — Eu lhe imploro, meu senhor. Ele não tem culpa. Tenha piedade, meu senhor. Tenha piedade. — Ela inclinou a cabeça para trás, oferecendo-se em sacrifício. 
Mais tarde, ele entenderia que foi a vontade de pôr um fim ao derramamento de sangue que o fez ceder.
Ele se convenceria de que nunca pensara em matar o homem enganado por sua noiva para atrapalhar seu direito a ela e às terras.










Série Cavaleiros da Britania
1 - Noite de Prazer
2 - Senhora do Dominador
3 - A Noiva do Guerreiro
4 - A Filha do Inimigo
Série Concluída

Na Cama Com O Diabo



Lady Sophie está com medo: voltou para casa depois de fugir com seu amante escocês e só quer viver em paz em Hampshire e deixar der ser a ovelha negra da família. 

Mas Sir Thomas de Winsbrough, o pretendente que ela abandonou as portas do altar, não lhe dará paz. Não estando disposto a perdoar planeja uma vingança! 
Um plano secreto contra a garota que partiu seu coração há mais de quatro anos. 
Ele não a deixaria escapar e deveria se tornar sua esposa. 
Avisou que a ela que nunca poderia negar seus abraços ou a deixaria amarrada em sua cama. 
Logo a noiva inexperiente vai saber que está dormindo com o diabo e se submeteria a todos e cada um de seus desejos. 
 Mas Sir Thomas não só anseia vingança, mas também desfrutar de sua presa, e não vai descansar até tê-la completamente presa a sua paixão. 
Mas o diabo nessa história tem um ponto fraco: é ela, sua esposa cativa e submetida aos seus desejos, e ver como o seu desafio vai inspirar o amor novamente como no passado. 

Comentário revisora Lú: Foi minha primeira revisão e gostei. Adoro livros curtinhos e hot. O nobre realmente prende a mocinha na cama dele ,depois da fuga dela anos atrás para casar com outro. Fiquei com dó dele no começo do livro,,mas depois...garotas, o homem é malvado!!!! rsrsrsrsrs...Mesmo assim é um livrinho divertido, para ler numa tarde e relaxar, só sonhando.rsrsrsrsrs. 

Capítulo Um 

Tudo estava pronto para o casamento, menos ela. Sophie olhou no espelho com um olhar de tristeza e desespero. 
Ele sabia que não poderia escapar, mas a carta de George a tinha deixado naquele estado. 
Eles tinham que fugir para Gretna Green e casar em segredo, era o que estava na moda depois, e ela não queria nada mais. 
Porque em tão tenra idade, tinha certeza dos sentimentos e amor eterno, ela pensava em George e em sua dor por não estar com ele porque sua família se opunha. 
Sophie Bradley tinha tido alguns pretendentes, e com vários havia “tonteado”, mas quando George lhe propôs casamento ao cumprir os dezessete anos seus pais ergueram as mãos para o céu. 
Esse jovem não era rico e não tinha posição alguma, muito jovem, e muito inexperiente. 
Só herdaria uma propriedade ao norte de um tio louco. Era muito pouco para sua formosa filha e desprezaram o assunto como um disparate. Proibiram-lhe de ver seu ruivo apaixonado e Sophie se desesperou.
Logo apareceu esse jovem frio e altivo, um distinto lorde para convidá-la a dançar: sir Thomas Windsbrough e sem dar-se conta (ou por insistência de sua mãe) prometeram-se.
Tudo estava preparado para as núpcias com sir Thomas e ela tremia. Sabia que era uma loucura fazê-lo, mas não tinha escapatória. 
Fugiria com George com seu vestido de noiva. Aproveitando um descuido foi aos jardins e correu sem que ninguém a visse. 
Seu amado George a esperava. Alto, bonito, ruivo e com um sorriso radiante, era um príncipe a seus olhos, e eram tão perversos seus pais ao querer lhes separar… 
—Venha logo Sophie, tomaremos a carruagem das dez rumo à Escócia — lhe disse e a olhou deslumbrado ao vê-la vestida de noiva. 
Seus olhos azuis e o rosto sardento lhe davam um aspecto travesso comovedor e junto a sua noiva loira e de grandes olhos verdes pareciam dois jovenzinhos planejando uma diabrura. 
Ninguém teria imaginado que eram dois apaixonados planejando casar-se. 
Na mansão campestre da família Bradley: Garland Manor, lady Catherine chamava a sua filha desesperada, onde se tinha metido Sophie? 
Não podia fazer visitas no dia de suas núpcias… Que menina tão descuidada!





19 de maio de 2013

Histórias Oeste Selvagem



LUTA DE MORTE 
(Sec.XX)
A luta pelo poder na Polônia, agora invadida pelos russos, matava e maltrava os defensores de Stalin, perseguidos até à morte, eram unidos na sua luta, se ajudavam como podiam. 
Alex Grotowsky, descendente de polonês e norte americano, compreendia a luta deste povo. 
No Hospital Josef, estava internado um guerrelheiro que de grande ajuda era para estes agentes do FBI, muitas informações eram obtidas atraves dele, a perseguição para com Julian tinha começado, para tras tinha deixado sua mulher Ursula e Maria Teresa sua filhinha de apenas dois anos, o facto de nunca mais as ver, estava a levar este guerrilheiro à loucura. 
A voz das suas raizes falaram mais alto que a razão no coração de Alex, ele sabia que tinha de resgatar a familia deste seu novo amigo.


O TERRÍVEL MR.
(Sec XX)
Orson Poitier, agente especial do FBI, tinha descoberto uma organização que tornaria os Estados Unidos num Caos. 
Seus superiores, não acreditavam, em suas palavras, nas suas suspeitas, apenas lhe pediam provas, apenas lhe pediam nomes. 
Quando Poitier estava em condições de confirmar os integrantes da organização é assassinado em plena avenida. 
Rocket, com o assassinato do colega, viu que as suas suspeitas estavam confirmadas e com a ajuda de clew, acaba por desmascarar todo o grupo. 


OS DISSOLUTOS
Amigos de faculdade Os três Centauros Selvagens, como eram conhecidos, foram chamados pelo seu antigo professor de faculdade Dixie, à pequena cidade de Cheyenne para que com a sua habilidade com as cartas conseguissem exterminar os jogadores trapaceiros que se iam apoderando do dinheiro da cidade, a intenção era repor a paz, sem os vícios do jogo.


OURO SANGRENTO 
Rod era um caçador e gostava da solidão da montanha. A paz com os índios que viviam naquelas terras, apesar de tênue estava se mantendo. Mas a estrada de ferro e a corrida do ouro estavam trazendo a civilização para as montanhas, e nem sempre as pessoas que estavam povoando as cidades eram de boa índole. Mas Rod não queria se envolver com os problemas da cidade, vivia de vender suas peles e em total isolamento. Quando Rod tem sua casa roubada, ele é obrigado a deixar a montanha e ir atrás dos bandidos, envolvendo-se assim com foras da lei e intrigas. No caminho Rod salva Debora que estava se afogando no rio. Juntos eles vão para a cidade que os aguarda com muitos perigos e pessoas dispostas a prejudicar o caçador e a criar uma guerra com os índios por causa das terras.


GOSTO DE PÓLVORA
Ben era um garoto de 16 anos que estava apaixonado por uma garota da vizinhança. 
Ao se deparar com a cena em que ela estava sendo atacada por malfeitores a salva. 
Após o ataque ela morre a caminho do médico. 
Após isso ele e a familia são atacados a noite por mais malfeitores e ele os enfrenta e mata todos.
Para não deixar os pais em perigo ele vai embora .Se veste sempre de preto e se torna o melhor pistoleiro daquelas bandas,enfrenta muitos perigos e encontra uma mulher que vai compartilhar sua vida. 

Oeste Selvagem