24 de agosto de 2012
Maiê em...
Contos de Fadas Reais
Preciso começar este texto dizendo que sou obcecada por toda essa coisa de famílias reais e que um dos meus maiores desejos é adquirir todo suvenir possível do casamento do príncipe William e Kate Middleton, principalmente um casal de bonecos no estilo Barbie e Ken. Curto de “com força” tudo sobre a realeza, não só a britânica, mas também a sueca, espanhola, holandesa...
A maioria das pessoas não entende o que é tão legal em uma instituição tão ultrapassada quanto a monarquia, mas você, cara leitora de romances históricos, sabe bem do que estou falando.
Há um certo encanto em história de príncipes e princesas que é fomentado em nós desde a infância.
E já que não sou uma súdita posso apreciar o quadro completo, isto é; o charme, a distinção, o ridículo e os escândalos. Ah, os escândalos...
A semana começou com um daqueles, envolvendo o príncipe Harry pelado em Las Vegas.
Primeiro ele foi fotografado secando uma loira de biquíni, em seguida surgiram imagens do príncipe nu em uma festa no quarto de hotel. Imediatamente a família real se manifestou e ameaçou processar o jornal revista ou site britânico que publicasse as tais fotos.
O que em época de internet não adianta nadica de nada.
Mas eles não são obrigados a saber disso, em mais de mil anos de reinado já tiveram de lidar com divórcios, esposas decapitadas, uma rainha virgem, um príncipe que queria ser um absorvente interno e a abdicação de um rei para ficar com uma americana divorciada (em ordem: Henrique VIII, Charles e Diana, Ana Bolena,Elisabeth I, Charles de novo e Eduardo VIII).
Mas nunca tiveram que lidar com um príncipe peladão antes.
E essa nem é a primeira que o príncipe Harry apronta, mas vá, é a mais suculenta.
Acredito que o Harry deva colocar dois potes com palavras escritas em pedaços de papel, um com situações e outro com lugares e assim decide como levar sua vida.
Por exemplo: Pelado em Las Vegas, Vomitando na boate, De nazista na festa...
O príncipe Harry é a cereja do bolo dos escândalos reais, mas nas outras monarquias européias a coisa não está muito melhor.
O lindo príncipe Carl Philip da Suécia namora uma ex participante de um reality show, famosa por ter feito fotos sensuais usando um biquíni e uma cobra e há poucos dias se envolveu em uma briga na saída de uma boate.
E em Mônaco o casamento do herdeiro do trono com a ex-nadadora Charlene quase não aconteceu.
Os boatos indicam que a noiva quis fugir depois que descobriu que o Albert que teria não dois,como já se sabia, mas quatro filhos fora do casamento.
Mas nem só de escândalos vive a realeza, algumas vezes surgem histórias tão fofas que poderiam ter saído diretamente de um de nossos livrinhos.
Durante as Olimpíadas de Sidney a consultora de marketing australiana Mary Donaldson foi convidada por um amigo a ir até um pub conhecer alguns espanhóis que participavam dos jogos.
Na verdade era uma festa de dois sobrinhos do Rei da Espanha e de vários príncipes e princesas europeus. Durante a festa ela se sentou entre um cara que se apresentou como Fred e seu irmão Joachim, e eles começaram a conversar.
No meio da noite outro amigo perguntou se ela sabia de quem ele era, descobriu que o tal Fred era o príncipe Frederik, herdeiro do trono da Dinamarca.
Os dois namoraram em segredo e se casaram em 2004. O vídeo do casamento (aqui se vocês quiserem ver http://www.youtube.com/watch?v=iL9ZlVwgnUU )é de a coisa mais linda, o príncipe se emociona ao ver Mary entrar e os dois estão obviamente muito apaixonados.
Hoje eles têm quatro filhos e até agora são muito felizes.
A história da princesa Vitória herdeira da Suécia também é muito bonitinha.
Ela sofria de bulimia e anorexia, e em 2002 conheceu Daniel Westing, dono de uma academia.
Ele a ajudou com seus distúrbios alimentares e os dois começaram a namorar em segredo.
Daniel não era bem visto pelos pais de Vitória, teve que mudar seu estilo (esportivo demais) e se adequar a uma etiqueta mais rígida e aprender o protocolo real.
Em fevereiro de 2009 ficaram noivos, mas ele foi diagnosticado em seguida com uma doença congênita e teve que fazer um transplante de rim.
Li em algum lugar que enquanto ele se recuperava, Vitória teve que viajar e como ficaria algumas semanas fora, escreveu uma carta para cada dia em que estaria longe.
Os dois se casaram em 2010 e tiveram uma filhinha.
Apesar de qualquer coisa, sou presidencialista convicta.
Mas de vez em quando fico me perguntando se não valeria mais a pena sustentar uma família real com meus impostos que sustentar a família do Tiririca.
Os bonitões de hoje já interpretaram príncipes e reis na ficção, e outros são príncipes de verdade.
Em ordem Eric Bana que interpretou o príncipe troiano Heitor e o Rei Inglês Henrique VIII.
Jake Gyllenhaal , o Principe da Pérsia.
Josh Dallas, o Príncipe encantado em Once Upon a Time.
Carl Phillip, principe Sueco.
Andrea Casiraghi, filho mais velho da princesa Caroline de Mônaco.
Aqui três romances sobre Príncipes e Princesas:
A Lenda do Anel da Melissa McClone
Romance contemporâneo sobre um príncipe que precisa se casar.
Uma lenda em seu pais diz que deve ser com a mulher em que certo anel mágico couber.
Só que o tal anel vai parar acidentalmente na mão de uma herdeira americana completamente atrapalhada.
Muito Mais que Uma Princesa da Laura Lee Guhrke
A Lúcia é uma princesa ilegítima, muito impulsiva e cheia de vida.
Um diplomata inglês é incumbido de arranjar um marido para ela enquanto está na Inglaterra.
Só que a princesa quer se casar por amor, e decide que será com o diplomata.Mocinha maravilhosa, adoro quando ela repete que vai conseguir alguém para amar e encher essa pessoa de filhos.
Em homenagem ao príncipe Harry, a série da Sally MacKenzie Nobres Apaixonados.
Que no original faz alusão a todos os nobres ficarem nus.
Todos os livros são ótimos e divertidos, só não gosto muito do ultimo porque acho a mocinha uma chata, mas mesmo assim vale a pena conferir todos eles.
PS: Já que coloquei a foto do bonitão Josh Dallas, quero indicar também a série que eles faz, Once Upon a Time.
Josh Dallas - Once Upon a Time. leia mais...
É a história da filha Branca de Neve que deve quebrar uma maldição que prendeu todos os personagens de contos de fadas em uma pequena cidade americana e os fez esquecer de quem realmente são.
A série é muito melhor que sua sinopse, deliciosa e levinha.
Mais do que recomendada.
Bjs
Maiê
19 de agosto de 2012
Uma Noite Encantada
Trilogia Princesas Perdidas

Clarice e sua irmã mais nova Amy são princesas. Porém, percorrem toda a Grã-Bretanha, de povoado em povoado, como fugitivas.
Sobrevivem vendendo cremes e esperando o momento adequado para retornarem ao pequeno reino dos Pirineus, onde a revolução acabou com suas vidas de conto de fadas.
Com o tempo, as duas jovens aprenderam a se defender tanto das adversidades como das atenções indesejadas dos homens.
Mas todas as defesas de Clarice parecem sucumbir quando conhece Robert MacKenzie, conde de Hepburn.
Em seus olhos, a princesa reconhece a promessa de um amor para o qual não foi preparada em sua infância no palácio... mas suspeita que aquele homem bonito e silencioso guarda dentro de si, em relação a ela, um plano inconfessável.
Arrastada até o castelo de Robert transforma-se em um peão no jogo que o conde está planejando há muito tempo.
Mas, às vezes, até um peão pode decidir uma partida.
Comentário revisora Marilda: Livrinho com situações inusitadas: mocinha princesa que vende cremes; mocinho que procura vingança, porém, o alvo não é a mocinha, ela é apenas o instrumento para alcançá-la; uma cena de amor com vinte folhas.
Personagens secundários muito interessantes. Leitura agradável.
Gostei e recomendo. Divirtam-se!
Capítulo Um
Escócia, 1808
O vale era dele, o povoado era dele, no entanto, aquela mulher entrou montada em seu cavalo na praça central de Freya Crags como se lhe pertencesse.
Robert MacKenzie, conde de Hepburn, olhou com o cenho franzido a desconhecida que cruzava galopando a ponte de pedra e abria caminho entre a buliçosa multidão.
Era hora das compras e havia tendas de lona marrons instaladas por toda a praça.
O burburinho de centenas de vozes oferecendo suas mercadorias por todo o lugar, mas a desconhecida se destacava entre a multidão, sobressaía-se sobre todas as pessoas, montada num rebelde garanhão de dois anos.
O cavalo castanho trotava com determinação, como se levá-la lhe produzisse orgulho, e apenas a categoria da montaria já era suficiente para que as pessoas girassem a cabeça.
A dama sentada na sela atraía ainda mais atenção, primeiro olhares fugazes, em seguida, escrutínios persistentes.
Robert olhou ao seu redor, ao pequeno círculo de homens velhos reunidos ao sol diante do botequim. Estavam com suas enrugadas bocas abertas enquanto olhavam embevecidos, esquecidos da mesa e do tabuleiro de xadrez que estavam diante deles.
Em torno deles, o som dos regateios entre compradores e vendedores se transformou em um zumbido de especulações enquanto todos os olhares se voltavam em direção à desconhecida.
O traje de montar de lã negra a cobria até o pescoço, preservando a ilusão de decoro e acentuando cada curva de sua magra figura.
Usava um alto chapéu negro de aba larga e um véu da mesma cor que flutuava para trás.
As mangas tinham punhos vermelhos combinando com o lenço que rodeava seu pescoço, e esses pequenos detalhes de cor viva propiciavam um agradável impacto à primeira vista.
Tinha seios generosos, cintura estreita, brilhantes botas negras e um rosto…

Trilogia Princesas Perdidas
1 - Uma Noite Encantada
2 - A Princesa Descalça
3 - A Princesa Raptada
Trilogia Concluída

Clarice e sua irmã mais nova Amy são princesas. Porém, percorrem toda a Grã-Bretanha, de povoado em povoado, como fugitivas.
Sobrevivem vendendo cremes e esperando o momento adequado para retornarem ao pequeno reino dos Pirineus, onde a revolução acabou com suas vidas de conto de fadas.
Com o tempo, as duas jovens aprenderam a se defender tanto das adversidades como das atenções indesejadas dos homens.
Mas todas as defesas de Clarice parecem sucumbir quando conhece Robert MacKenzie, conde de Hepburn.
Em seus olhos, a princesa reconhece a promessa de um amor para o qual não foi preparada em sua infância no palácio... mas suspeita que aquele homem bonito e silencioso guarda dentro de si, em relação a ela, um plano inconfessável.
Arrastada até o castelo de Robert transforma-se em um peão no jogo que o conde está planejando há muito tempo.
Mas, às vezes, até um peão pode decidir uma partida.
Comentário revisora Marilda: Livrinho com situações inusitadas: mocinha princesa que vende cremes; mocinho que procura vingança, porém, o alvo não é a mocinha, ela é apenas o instrumento para alcançá-la; uma cena de amor com vinte folhas.
Personagens secundários muito interessantes. Leitura agradável.
Gostei e recomendo. Divirtam-se!
Capítulo Um
Escócia, 1808
O vale era dele, o povoado era dele, no entanto, aquela mulher entrou montada em seu cavalo na praça central de Freya Crags como se lhe pertencesse.
Robert MacKenzie, conde de Hepburn, olhou com o cenho franzido a desconhecida que cruzava galopando a ponte de pedra e abria caminho entre a buliçosa multidão.
Era hora das compras e havia tendas de lona marrons instaladas por toda a praça.
O burburinho de centenas de vozes oferecendo suas mercadorias por todo o lugar, mas a desconhecida se destacava entre a multidão, sobressaía-se sobre todas as pessoas, montada num rebelde garanhão de dois anos.
O cavalo castanho trotava com determinação, como se levá-la lhe produzisse orgulho, e apenas a categoria da montaria já era suficiente para que as pessoas girassem a cabeça.
A dama sentada na sela atraía ainda mais atenção, primeiro olhares fugazes, em seguida, escrutínios persistentes.
Robert olhou ao seu redor, ao pequeno círculo de homens velhos reunidos ao sol diante do botequim. Estavam com suas enrugadas bocas abertas enquanto olhavam embevecidos, esquecidos da mesa e do tabuleiro de xadrez que estavam diante deles.
Em torno deles, o som dos regateios entre compradores e vendedores se transformou em um zumbido de especulações enquanto todos os olhares se voltavam em direção à desconhecida.
O traje de montar de lã negra a cobria até o pescoço, preservando a ilusão de decoro e acentuando cada curva de sua magra figura.
Usava um alto chapéu negro de aba larga e um véu da mesma cor que flutuava para trás.
As mangas tinham punhos vermelhos combinando com o lenço que rodeava seu pescoço, e esses pequenos detalhes de cor viva propiciavam um agradável impacto à primeira vista.
Tinha seios generosos, cintura estreita, brilhantes botas negras e um rosto…

Trilogia Princesas Perdidas
1 - Uma Noite Encantada
2 - A Princesa Descalça
3 - A Princesa Raptada
Trilogia Concluída
18 de agosto de 2012
O Pecador
Série Retorno às Highlands

Desejo Irresistível
Alex MacDonald é conhecido pela sua habilidade como guerreiro, pelas suas proezas com mulheres e pela sua promessa de nunca ter uma esposa. Mas, agora, o seu chefe pediu-lhe para fazer o derradeiro sacrifício: casar-se com Glynis MacNeil, uma moça famosa nas Terras Altas pela sua requintada beleza e estilo desafiador.
Familiarizada com o desgosto, Glynis recusa-se a apaixonar-se por outro belo patife. No entanto, quando os pecados do passado de Alex forçam uma união improvável, Glynis cede à tentação e se torna a sua esposa.
A sua nova paixão será forte o suficiente para lutar contra o inimigo que ameaça a sua casa, o seu clã e suas próprias vidas?
Capítulo Um
Na costa oposta da Escócia no dia seguinte
─Você é um demônio, Alex Bàn MacDonald!
Alex pegou a bota que a mulher atirou em sua cabeça.
Quando ele parou na escada para calça-la, outra bota bateu na parede de pedra atrás dele e saltou para baixo da escada.
─Janet, pode jogar minha camisa e meu kilt também, por favor?─ Perguntou. Seu cabelo escuro caiu por cima do ombro quando ela inclinou-se nas escadas para encará-lo.
─Meu nome não é Janet! Droga, Janet foi à última.
─Desculpe Mary─, disse ele. ─Tenho certeza de que você não quer que ninguém me veja saindo nu de sua casa, seja uma boa moça e jogue as minhas roupas para baixo.
─Você não sabe mesmo porque estou com raiva, não é? A voz da mulher agora tinha tom que o deixava nervoso. Deus, ele odiava quando choravam. Alex pensou em partir sem suas roupas.
─Preciso ir─ disse ele. ─Meu amigo está aqui com o barco, esperando.
─Você não vai voltar, vai?─ Mary disse. Ele não deveria ter vindo em primeiro lugar.
Ele evitou Mary durante semanas, mas ela o encontrou na casa de seu pai ontem à noite, bêbado e desesperado. Depois de uma semana com seus pais, ele teria seguido um demônio para o inferno para escapar.
─Eu ia deixar meu marido por você, ─ Mary disse baixinho.
─Pelo amor de Deus, não faça isso!─ Alex mordeu a língua para não lembrar que foi ela quem começou o caso e deixou bem claro na ocasião que tudo o que ela queria dele estava entre suas pernas.
─Tenho certeza de que seu marido é um bom homem.
─Ele é um idiota!
─Idiota ou não, ele não vai gostar de encontrar roupas de outro homem em seu quarto─, disse Alex, falando com ela no mesmo tom que ele usava para acalmar os cavalos.
─Então, por favor, Mary, devolva-as para que eu possa ir.
─Você vai se arrepender, Alexander Bàn MacDonald! Ele já se arrependera. Sua camisa e o plaid flutuaram para baixo quando a porta bateu lá em cima.
Enquanto se vestia, Alex tinha um sentimento amargo em seu peito. Na maioria das vezes, ele conseguia partir em bons termos com as mulheres que levava para a cama.
Ele gostava delas, elas gostavam dele, e entendia que era só diversão.
Mas ele calculou mal com aquela.
─Alex!─

Série Retorno às Highlands
1 - O Guardião
2 - O Pecador
3 - O Guerreiro - na lista
4 - O Laird - idem
4.5 - O Presente

Desejo Irresistível
Alex MacDonald é conhecido pela sua habilidade como guerreiro, pelas suas proezas com mulheres e pela sua promessa de nunca ter uma esposa. Mas, agora, o seu chefe pediu-lhe para fazer o derradeiro sacrifício: casar-se com Glynis MacNeil, uma moça famosa nas Terras Altas pela sua requintada beleza e estilo desafiador.
Familiarizada com o desgosto, Glynis recusa-se a apaixonar-se por outro belo patife. No entanto, quando os pecados do passado de Alex forçam uma união improvável, Glynis cede à tentação e se torna a sua esposa.
A sua nova paixão será forte o suficiente para lutar contra o inimigo que ameaça a sua casa, o seu clã e suas próprias vidas?
Capítulo Um
Na costa oposta da Escócia no dia seguinte
─Você é um demônio, Alex Bàn MacDonald!
Alex pegou a bota que a mulher atirou em sua cabeça.
Quando ele parou na escada para calça-la, outra bota bateu na parede de pedra atrás dele e saltou para baixo da escada.
─Janet, pode jogar minha camisa e meu kilt também, por favor?─ Perguntou. Seu cabelo escuro caiu por cima do ombro quando ela inclinou-se nas escadas para encará-lo.
─Meu nome não é Janet! Droga, Janet foi à última.
─Desculpe Mary─, disse ele. ─Tenho certeza de que você não quer que ninguém me veja saindo nu de sua casa, seja uma boa moça e jogue as minhas roupas para baixo.
─Você não sabe mesmo porque estou com raiva, não é? A voz da mulher agora tinha tom que o deixava nervoso. Deus, ele odiava quando choravam. Alex pensou em partir sem suas roupas.
─Preciso ir─ disse ele. ─Meu amigo está aqui com o barco, esperando.
─Você não vai voltar, vai?─ Mary disse. Ele não deveria ter vindo em primeiro lugar.
Ele evitou Mary durante semanas, mas ela o encontrou na casa de seu pai ontem à noite, bêbado e desesperado. Depois de uma semana com seus pais, ele teria seguido um demônio para o inferno para escapar.
─Eu ia deixar meu marido por você, ─ Mary disse baixinho.
─Pelo amor de Deus, não faça isso!─ Alex mordeu a língua para não lembrar que foi ela quem começou o caso e deixou bem claro na ocasião que tudo o que ela queria dele estava entre suas pernas.
─Tenho certeza de que seu marido é um bom homem.
─Ele é um idiota!
─Idiota ou não, ele não vai gostar de encontrar roupas de outro homem em seu quarto─, disse Alex, falando com ela no mesmo tom que ele usava para acalmar os cavalos.
─Então, por favor, Mary, devolva-as para que eu possa ir.
─Você vai se arrepender, Alexander Bàn MacDonald! Ele já se arrependera. Sua camisa e o plaid flutuaram para baixo quando a porta bateu lá em cima.
Enquanto se vestia, Alex tinha um sentimento amargo em seu peito. Na maioria das vezes, ele conseguia partir em bons termos com as mulheres que levava para a cama.
Ele gostava delas, elas gostavam dele, e entendia que era só diversão.
Mas ele calculou mal com aquela.
─Alex!─

Série Retorno às Highlands
1 - O Guardião
2 - O Pecador
3 - O Guerreiro - na lista
4 - O Laird - idem
4.5 - O Presente
O Senhor do Tormento
Série Legado Espada de Sangue
Oito cavaleiros mercenários, cada um deles nascido bastardo, cada um deles forçados por inexprimíveis torturas em um cárcere sarraceno, cada um deles selado com a marca da espada por toda a vida. Cada um de seus destinos marcado por uma mulher.
Foi sussurrado ao longo das fronteiras que os cavaleiros do demônio, os quais cavalgavam sobre negros cavalos, levando negras armaduras e esgrimiam negras espadas, mataria a qualquer homem, mulher ou menino que se atrevesse a olhá-los.
Foi sussurrado que sua lealdade era só para uns aos outros e ninguém poderia dividi-los, não havia suficiente ouro ou prata no Reino para comprar seu juramento.
Era bem sabido que cada um deles não foi tocado pela mão de Deus, mas sim pelo próprio Lúcifer.
Foi sussurrado também, mas só pelas mais valentes das almas, que cada Espada de Sangue estava destinada a encontrar a uma única mulher em toda a Cristandade, que arcaria com ele e somente seus filhos, e até que a mulher fosse encontrada, ele batalharia e devastaria a terra...
Capítulo Um
Agosto de 1067, Batalha de Hereford, Inglaterra.
Ar espesso subiu como um manto fresco sobre o calor da manhã de verão.
O céu azul com nuvens baixas e pesadas, prometendo chuva.
Grandes urubus negros se sentaram pacientemente no alto das árvores de carvalho, como se convocados pelas banshees para vir e recolher os mortos.
E haveria muitas almas para recolher nesse dia.
De onde Stefan de Valrey estava montado em seu poderoso cavalo de guerra Fallon, tinha uma visão clara do vale abaixo, a floresta que o cobria, e as Montanhas Negras subiam por detrás como grandes gigantes adormecidos.
Atrás, as pedras cinza do Castelo Hereford, ainda não estavam completas.
Na frente, uma exibição respeitável de soldados trabalhava febrilmente, fortalecendo as defesas do castelo. Por trás das muralhas do castelo, estava uma força maior, guarnições diversas de soldados normandos prontos para a batalha, e em torno deles, do alto da muralha centenas de arqueiros.
Ao longe, um mar de padrões se misturava em uma tapeçaria de cores, tanto como galês e saxão, unificada contra Normandia, marchando em uma cadência constante em linha reta em direção a eles. Embora fossem léguas de distância, sua intenção era clara.
Como um enxame de gafanhotos, eles queimavam uma ampla faixa de destruição atrás de si.
Seu destino: Castelo de Hereford. Mas seria duramente pressionado para romper a fortaleza sólida e os cavaleiros experientes que esperavam por trás das paredes de pedra.
Stefan tinha certeza. Essa era a simples razão para que ele e os seus homens fossem convocados por William Fitz Osbern, o Conde Normando de Hereford.
Tinha insistido para que seu primo, o rei William, o Conquistador, enviasse seus melhores soldados, os Les Morts , para lutar ao seu lado contra o Saxão, Conde Edric, e os dois reis Galeses, Rhiwallon e Bleddyn, que vieram com a esperança de matar os normandos, saquear o campo e enviar uma mensagem para a Normandia que nunca seria esquecida.
O lábio de Stefan deixou escapar um rosnado. Tolos! Todos eles!
O Conquistador não poderia ser derrotado!

Série Legado Espada de Sangue
1 - O Senhor da Rendição
2 - O Senhor do Tormento
3 - Stefan
4 - Thorin
5 - A Knight to Remember
16 de agosto de 2012
Maiê em...
Romances X História
Sou apaixonada por história e essa semana enquanto pesquisava algumas coisas acabei indo parar em uma página sobre os vikings.
Gosto demais de livros sobre eles, principalmente quando estou em uma vibe “Cinqüenta Tons de cinza”, porque como vocês sabem bem não existe romance meia boca envolvendo nossos amigos nórdicos.
Quando há um viking no meio, o romance sempre contém cenas hot, afinal como não ter pegada sendo guerreiros altos, fortes e deliciosamente loiros?
O caso é que essa página em que entrei jogou por terra todas as minhas fantasias envolvendo os vikings.
Vocês sabiam,por exemplo, que a altura média dos vikings era cerca de 1,70m e que muitos tingiam o cabelo com uma mistura especial a fim de ficarem loiros e eram especialistas em roubar mosteiros?
Agora imaginem a cena: você por acaso tropeça em uma lâmpada mágica.
Acabou de ler a trilogia da Johanna Lindsey e super empolgada resolve pedir ao gênio um viking só seu.
Mas em vez de Brad Pitt escandinavo, o que aparece na sua frente é um cara baixinho, oxigenado e cuja profissão é roubar imagens de Santo Antônio.
Ops, seu primeiro pedido não deu certo, mas você ainda tem dois pedidos e tenta de novo.
Depois de muito pensar decide se arriscar nos romances contemporâneos e pede ao gênio um bilionário grego, possessivo e dominador bem ao estilo dos livrinhos da Lynne Graham.
O gênio estala os dedos, e eis que aparece na sua frente Aristóteles Onassis ressuscitado.
Já era hora de chutar a tal lâmpada, mas é você é brasileira, não desiste nunca e vai tentar a sorte com seu ultimo pedido.
Dessa vez não tem erro, você pede um nobre guerreiro escocês, já que eles são sempre tudo de bom.
Novamente o gênio faz sua mágica e você ganha William Wallace em carne osso e narigão.
E o pior de tudo é que o resultado seria o mesmo com qualquer estereótipo de mocinho.
Não há romance que resista a realidade histórica.
É claro que um livrinho histórico escrito com cuidado é mais gostoso de ler.
Primeiro porque nós terminamos aprendendo um pouco. Um pouco não, aprendemos bastante.
Qualquer leitora de romances da época da regência sabe responder sem esforço o nome de uma famosa batalha das guerras napoleônicas, quem foi o almirante que venceu Napoleão e qual era o clube mais exclusivo de Londres no século XIX. E não são apenas os acontecimentos e referencias, também é bom ler livros em que os autores se preocupam em mostrar os costumes e pensamento vigente da época em que se passa a história.
Eu confesso que me irrito um pouco quando personagens ignoram completamente a sociedade em que supostamente deveriam estar inseridos.
Isso acontece muito com mocinhas excessivamente independentes e cheias de liberdades em uma época em que sabemos que tinham pouquíssimos direitos.
Mas que a realidade histórica pare por aí nos livrinhos.
Quero continuar lendo sobre vikings sexys, e bilionários lindos.
Os mocinhos e mocinhas devem ser sempre cheirosos e de cabelos sedosos mesmo quando o livro se passar em plena idade média, vocês não acham?
Para animar um pouco essa quinta-feira trouxe três vikings de fazer qualquer uma babar.
Acho que detectei aqui no blog uma leve preferência pelos morenos, rs, mas sério, não tem como não gostar desses loiros aqui.
Divirtam-se!
Vai para vocês três livrinhos sobre Vikings : Ou eu gosto muito, ou realmente é difícil achar um romance ruim com esse tema. Vou indicar alguns que li recentemente.
Em comum os três têm um toque de humor , vale a pena conferir.
Dominando Meu Viking da Agel Lynn : O mocinho viking é o líder da aldeia e tem certeza absoluta que é o gostosão do pedaço. A mocinha é atrapalhada e dá para rir bastante com algumas situações.
O Urso E A Noiva da Jianne Carlo (Vikings Warriors) : Viking moreno com cicatriz e protetor. É o primeiro de uma série que conta a história dos irmãos vikings.
O Pacificador da Jianne Carlo (Vikings Warriors): Da mesma série, mas é mais engraçado que o anterior. Mocinha com muita atitude e mocinho com ótimas tiradas.
Bjs,
Maiê
Um Oponente Perigoso
Série Ravenhurst
A saga dos Ravenhurst, uma família pouco convencional.
Ele encontrou-se com sua alma gêmea. Jack Ryder sabia que escoltar a altiva viúva Grã Duquesa Eve Maubourg a Inglaterra não seria uma tarefa fácil.
Mas com sua capacidade como espião e aventureiro acreditava que seria capaz de conduzir Sua Alteza Sereníssima.
No entanto, ele não estava preparado para sua beleza, sua sinceridade, nem a maneira na qual percebeu a sensualidade através da fachada de frieza.
E o que começou como uma missão rapidamente deu lugar há algo muito mais perigoso e pessoal.
Capítulo Um
Sete de junho de 1815 pela noite.
Ninguém disse lhe que era bonita. Jack Ryder se agarrava precariamente sobre o parapeito de uma janela de pedra situada a uns setenta metros sobre o leito do rio no fundo do barranco, e observava a sala iluminada por velas. Dentro a mulher pela qual tinha sido enviado, caminhava ao redor da sala como uma gata raivosa.
Ele ficou olhando para a mulher do outro lado do vidro e se ajeitou melhor no nicho escorregadio. Abaixo, o vazio a frente do castelo estava imerso em uma escuridão misericordiosa e o som da água do rio chegava muito abafado. Ele tentou ignorar os dedos frios do medo correndo por sua coluna, sabendo muito bem que se desse rédea solta à sua imaginação não conseguiria se mover. As botas com pregos derrubaram algumas pedras e ele ficou imóvel por um momento, mas ela pareceu não ouvir.
Jack começou a trabalhar no nó que prendia o fim da longa corda que tinha enrolada na cintura. Quando a desenrolou, jogou-a do topo da torre e a deixou cair através do vazio, para fora da vista.
Agora, a única maneira de descer era através dessa janela.
Apesar do perigo de sua posição, Jack não tinha a intenção de atravessá-la até que tivesse a chance de pegar a mulher. A mulher que havia sido contratado para levar de volta à Inglaterra, por qualquer meio necessário, incluindo a força.
Em Whitehall tinham explicado que era para o bem da mulher e do interesse dos dois países. Seus líderes tinham falado com o ar de homens que estavam contentes de não ser aqueles quem teriam que tentar convencer a mulher. Ele havia ouvido algumas coisas sobre sua Alteza Sereníssima a viúva grã-duquesa Eve Maubourg. Eles tinham dito que era inteligente, teimosa, anti-napoleônica, altiva, independente, forte e exigente. E metade francesa.
Não tinha deixado o ducado de seu casamento e certamente seria quase impossível deixar agora, mas isso não importa, Jack estava acostumado a ser designado para coisas quase impossíveis.
Mas não tinham falado sobre sua beleza morena, sua figura sexy e não disseram que tinha a graça de uma pantera ágil em uma gaiola. E Jack não podia acreditar que poderia ser a mãe de um menino de nove anos, embora isso talvez se devesse à espessura do vidro da janela.
Ela estava sozinha no quarto e Jack tinha esperado o suficiente para ter certeza disso. Mudou de posição e se esforçou para abrir a janela sem pensar no que aconteceria se ele perdesse o equilíbrio. A lâmina fina deslizou facilmente entre a pedra e a moldura. Felizmente, a janela se abria para dentro. Ele abriu alguns centímetros e esperou alguns minutos para não assustá-la com uma queda brusca na temperatura ou uma rajada de vento. Se ela chorasse, provavelmente tudo iria acabar em um banho de sangue e ele não tinha a intenção de que o sangue fosse dele.

Série Ravenh.
1 - Um Oponente Perigoso
2 - A Ultrajante Lady Felsham
3 - The Shocking Lord Standon
4 - The Disgraceful Lord Ravenhurst
5 - The Notorius Mr Hurst
6 - The Pratical Miss Ravenhusrt
7 - Disrobed & Dishonoured
A saga dos Ravenhurst, uma família pouco convencional.
Ele encontrou-se com sua alma gêmea. Jack Ryder sabia que escoltar a altiva viúva Grã Duquesa Eve Maubourg a Inglaterra não seria uma tarefa fácil.
Mas com sua capacidade como espião e aventureiro acreditava que seria capaz de conduzir Sua Alteza Sereníssima.
No entanto, ele não estava preparado para sua beleza, sua sinceridade, nem a maneira na qual percebeu a sensualidade através da fachada de frieza.
E o que começou como uma missão rapidamente deu lugar há algo muito mais perigoso e pessoal.
Capítulo Um
Sete de junho de 1815 pela noite.
Ninguém disse lhe que era bonita. Jack Ryder se agarrava precariamente sobre o parapeito de uma janela de pedra situada a uns setenta metros sobre o leito do rio no fundo do barranco, e observava a sala iluminada por velas. Dentro a mulher pela qual tinha sido enviado, caminhava ao redor da sala como uma gata raivosa.
Ele ficou olhando para a mulher do outro lado do vidro e se ajeitou melhor no nicho escorregadio. Abaixo, o vazio a frente do castelo estava imerso em uma escuridão misericordiosa e o som da água do rio chegava muito abafado. Ele tentou ignorar os dedos frios do medo correndo por sua coluna, sabendo muito bem que se desse rédea solta à sua imaginação não conseguiria se mover. As botas com pregos derrubaram algumas pedras e ele ficou imóvel por um momento, mas ela pareceu não ouvir.
Jack começou a trabalhar no nó que prendia o fim da longa corda que tinha enrolada na cintura. Quando a desenrolou, jogou-a do topo da torre e a deixou cair através do vazio, para fora da vista.
Agora, a única maneira de descer era através dessa janela.
Apesar do perigo de sua posição, Jack não tinha a intenção de atravessá-la até que tivesse a chance de pegar a mulher. A mulher que havia sido contratado para levar de volta à Inglaterra, por qualquer meio necessário, incluindo a força.
Em Whitehall tinham explicado que era para o bem da mulher e do interesse dos dois países. Seus líderes tinham falado com o ar de homens que estavam contentes de não ser aqueles quem teriam que tentar convencer a mulher. Ele havia ouvido algumas coisas sobre sua Alteza Sereníssima a viúva grã-duquesa Eve Maubourg. Eles tinham dito que era inteligente, teimosa, anti-napoleônica, altiva, independente, forte e exigente. E metade francesa.
Não tinha deixado o ducado de seu casamento e certamente seria quase impossível deixar agora, mas isso não importa, Jack estava acostumado a ser designado para coisas quase impossíveis.
Mas não tinham falado sobre sua beleza morena, sua figura sexy e não disseram que tinha a graça de uma pantera ágil em uma gaiola. E Jack não podia acreditar que poderia ser a mãe de um menino de nove anos, embora isso talvez se devesse à espessura do vidro da janela.
Ela estava sozinha no quarto e Jack tinha esperado o suficiente para ter certeza disso. Mudou de posição e se esforçou para abrir a janela sem pensar no que aconteceria se ele perdesse o equilíbrio. A lâmina fina deslizou facilmente entre a pedra e a moldura. Felizmente, a janela se abria para dentro. Ele abriu alguns centímetros e esperou alguns minutos para não assustá-la com uma queda brusca na temperatura ou uma rajada de vento. Se ela chorasse, provavelmente tudo iria acabar em um banho de sangue e ele não tinha a intenção de que o sangue fosse dele.

Série Ravenh.
1 - Um Oponente Perigoso
2 - A Ultrajante Lady Felsham
3 - The Shocking Lord Standon
4 - The Disgraceful Lord Ravenhurst
5 - The Notorius Mr Hurst
6 - The Pratical Miss Ravenhusrt
7 - Disrobed & Dishonoured
14 de agosto de 2012
Olá queridas leitoras do Blog Romances Históricos, meu nome é Seriam, é isso mesmo, Seriam! Sei bem que se trata de um nome digamos que ... exótico, mas enfim, coisas de meu amado pai.
Moro no Estado do Pará. Em um belo dia, estava pela internet procurando um livro ao acaso, e foi assim que encontrei o blog que todas vocês conhecem, Ebook Romances Históricos, e simplesmente ME APAIXONEI.
Já li alguns livros juro que já tentei conferir, mas perdi as contas e desisti. Nossa querida Jenna, idealizadora, coordenadora e apaixonada proprietária destes dois blogs, estava precisando de ajuda, então estou sendo recrutada, é ... tadinha nem sei dizer se ela demora mais tempo postando livros, ou tentando me explicar como se faz tudo hahahha.
Mas o negócio é o seguinte, já fiz minha prova, postei alguns livros, fiquei até emocionada.
Bem.... acho q passei no teste hahahahah brincadeira queridas, não houve um teste rssss ... entrei no sonho de Jenna, tanto para ajudar à ela quanto à vocês, que agora tem uma pessoa à mais para cooperar rsss ...
E eu Jenna achei que você foi ótima...muito obrigada Seriam, seja bem-vinda! A vocês que estão por aqui navegando apresento.... A minha parceira Seriam!!!! Ela estará agora comigo levando os blogs, com o mesmo carinho que eu venho trazendo leitura a todos vocês, agora terão a Seriam aqui para compartilharem ebooks, conversas, pedidos...kkkkkkk podem pedir livros a ela kkkkkkkkkk
Bjs Jenna
Vamo ki vamo !!!!!!!!!!! Continuem sempre por aqui, pois sempre temos novidades !!
13 de agosto de 2012
O Segredo de Maura
Série Família Kenney
O Amor Como Recompensa!
Para ajudar sua prima Deidre a cumprir a promessa feita ao pai, Maura Kenney embarca com ela numa longa viagem rumo a Montana.
Porém a ameaça de saqueadores resolutos em se apoderar dos documentos que Maura carrega, a abriga a se separar da prima e prosseguir viagem sozinha.
Enfrenta um perigo após o outro, até ser amparada por Mitchell Callahan, um homem cativante e sedutor. Incerta de poder confiar em Mitchell, Maura sabe que manter em segredo os documentos será difícil, mas esconder atração que ele lhe desperta será quase impossível...
Capítulo Um
Maura Kenney não podia crer no que lhe acontecia. Ainda trajando luto pela morte recente do tio, Patrick Kenney, ela havia ido à igreja rezar por sua alma, e na volta acabara acidentalmente enveredando pela parte ruim da cidade.
Por que não colocavam placas avisando? Pelo visto, devia ter também pedido a Deus que a protegesse do ataque de bandidos.
— Miseráveis! Imundos! Soltem-me ou pagarão caro por isso!
Maura lutava para se desvencilhar dos dois pistoleiros bêbados que a conduziam para uma viela escura e, apesar de lutar com fúria, estava apavorada.
— Faça-a calar a boca, Hank — reclamou um dos homens, tão embriagado que mal se entendia o que dizia. — Alguém poderá ouvi-la.
— Nesta parte da cidade, Lyle? — admirou-se o outro agressor. — Se alguém ouvir, vai pensar que é uma prostituta do bordel arranjando encrenca.
— Solte-me ou vai se arrepender! — Maura gritou mais uma vez, enterrando as unhas no braço do pistoleiro que a puxava.
— Estou morrendo de medo... — zombou Hank.
— Não perde por esperar, seu atrevido!
Quando atingiram o meio da ruela deserta, os homens a encostaram contra uma parede. Um deles se postou a sua frente com um sorriso maligno e sedento nos lábios, e falou:
— Vamos nos divertir muito, querida...
Lutando, Maura conseguiu desvencilhar um dos braços e desferiu um soco no agressor. Ela pretendia acertar-lhe a face, mas, desajeitada, acabou atingindo seu pomo-de-adão; num misto de surpresa e horror, notou que o pistoleiro se engasgava, sufocado, e cambaleava para trás. De fato, era melhor acertar agressores nessa região do pescoço do que naquela parte do corpo masculino que sua prima Deidre recomendara!

Série Família Kenney
1 - A Viagem
2 - O Segredo de Maura
Série Concluída
O Amor Como Recompensa!
Para ajudar sua prima Deidre a cumprir a promessa feita ao pai, Maura Kenney embarca com ela numa longa viagem rumo a Montana.
Porém a ameaça de saqueadores resolutos em se apoderar dos documentos que Maura carrega, a abriga a se separar da prima e prosseguir viagem sozinha.
Enfrenta um perigo após o outro, até ser amparada por Mitchell Callahan, um homem cativante e sedutor. Incerta de poder confiar em Mitchell, Maura sabe que manter em segredo os documentos será difícil, mas esconder atração que ele lhe desperta será quase impossível...
Capítulo Um
Maura Kenney não podia crer no que lhe acontecia. Ainda trajando luto pela morte recente do tio, Patrick Kenney, ela havia ido à igreja rezar por sua alma, e na volta acabara acidentalmente enveredando pela parte ruim da cidade.
Por que não colocavam placas avisando? Pelo visto, devia ter também pedido a Deus que a protegesse do ataque de bandidos.
— Miseráveis! Imundos! Soltem-me ou pagarão caro por isso!
Maura lutava para se desvencilhar dos dois pistoleiros bêbados que a conduziam para uma viela escura e, apesar de lutar com fúria, estava apavorada.
— Faça-a calar a boca, Hank — reclamou um dos homens, tão embriagado que mal se entendia o que dizia. — Alguém poderá ouvi-la.
— Nesta parte da cidade, Lyle? — admirou-se o outro agressor. — Se alguém ouvir, vai pensar que é uma prostituta do bordel arranjando encrenca.
— Solte-me ou vai se arrepender! — Maura gritou mais uma vez, enterrando as unhas no braço do pistoleiro que a puxava.
— Estou morrendo de medo... — zombou Hank.
— Não perde por esperar, seu atrevido!
Quando atingiram o meio da ruela deserta, os homens a encostaram contra uma parede. Um deles se postou a sua frente com um sorriso maligno e sedento nos lábios, e falou:
— Vamos nos divertir muito, querida...
Lutando, Maura conseguiu desvencilhar um dos braços e desferiu um soco no agressor. Ela pretendia acertar-lhe a face, mas, desajeitada, acabou atingindo seu pomo-de-adão; num misto de surpresa e horror, notou que o pistoleiro se engasgava, sufocado, e cambaleava para trás. De fato, era melhor acertar agressores nessa região do pescoço do que naquela parte do corpo masculino que sua prima Deidre recomendara!

Série Família Kenney
1 - A Viagem
2 - O Segredo de Maura
Série Concluída
12 de agosto de 2012
Guerreiro Em Uma Caixa
Série Highland Jewel
Lainie Shaw escreve sobre viagens e é viciada no trabalho, não tem tempo para os homens. Mesmo que tivesse, nenhum homem poderia se igualar ao de sua imaginação.
Um homem que a fizesse sentir o calor do sangue circulando intensamente em suas veias, o corpo gritar de desejo e o seu coração transbordar de amor.
Por causa disso praticamente babava sobre o conteúdo sexy das pinturas dos guerreiros das montanhas, enquanto trabalhava em Inverness, Escócia.
Uma compra inesperada na forma de uma caixa antiga coloca o homem de seus sonhos aos seus pés.
Suas mais loucas fantasias são realizadas quando o highlander se mostra pessoalmente, sob seu kilt.
Eles não só se ligam fisicamente, mas emocionalmente e Lainie rapidamente se apaixona pelo homem sensual do passado.
Capítulo Um
Inverness, Escócia
Músculos rijos marcavam o início das coxas bem definidas, acima dos joelhos e do kilt que as cobria e Lainie quis vê-las. As esculpidas e longas pernas do highlander fizeram seu coração disparar.
Ela queria saber o que havia sob aquele kilt. Imaginou-se passeando as mãos sobre as coxas esculpidas, para encontrar o membro duro esperando por ela para em seguida, acariciá-lo.
Observar o belo espécime de masculinidade pura despertou sensações em seu corpo, que ela não experimentava há muito tempo. Seus mamilos ficaram tensos contra o suéter.
O formigamento em seus seios percorreu seu corpo, circulando em torno de seu ventre, descendo ainda mais.
Era quase como se aquele homem tivesse estendido a mão da pintura e acariciasse seu corpo, e com o polegar esfregasse suavemente seu clitóris.
Tremendo, ela continuou a se embasbacar com a pintura do guerreiro das Terras Altas, em MacDuff Castle, e a entregar-se à maneira como ele a tocava, de cima abaixo.
Quem seria ele? Se ela pudesse ter vivido apenas um dia em seu tempo... Ela entraria em seu mundo e depois voltaria para casa ou o traria com ela.
Ele não usava camisa, apenas o tartan jogado por cima do ombro.
O pintor havia feito um excelente trabalho na captura de cada um de seus músculos.
Lainie soltou o lenço de seu pescoço, seu corpo estava quente.
Mãos invisíveis ainda continuavam acariciando seu interior.
Soltando o olhar do corpo do homem sexy, ela estudou seu rosto.
Um olhar surpreendentemente verde capturou o dela. Lainie ficou surpresa de como a pintura de mais de 400 anos era bem feita.
O olhar do guerreiro era tão intenso, que ela o sentiu como uma carícia em seu sentidos.

Série Highland Jewel
1 - Guerreiro em uma Caixa
2 - Lady in a Box
3 - Love in a Box
Lainie Shaw escreve sobre viagens e é viciada no trabalho, não tem tempo para os homens. Mesmo que tivesse, nenhum homem poderia se igualar ao de sua imaginação.
Um homem que a fizesse sentir o calor do sangue circulando intensamente em suas veias, o corpo gritar de desejo e o seu coração transbordar de amor.
Por causa disso praticamente babava sobre o conteúdo sexy das pinturas dos guerreiros das montanhas, enquanto trabalhava em Inverness, Escócia.
Uma compra inesperada na forma de uma caixa antiga coloca o homem de seus sonhos aos seus pés.
Suas mais loucas fantasias são realizadas quando o highlander se mostra pessoalmente, sob seu kilt.
Eles não só se ligam fisicamente, mas emocionalmente e Lainie rapidamente se apaixona pelo homem sensual do passado.
Capítulo Um
Inverness, Escócia
Músculos rijos marcavam o início das coxas bem definidas, acima dos joelhos e do kilt que as cobria e Lainie quis vê-las. As esculpidas e longas pernas do highlander fizeram seu coração disparar.
Ela queria saber o que havia sob aquele kilt. Imaginou-se passeando as mãos sobre as coxas esculpidas, para encontrar o membro duro esperando por ela para em seguida, acariciá-lo.
Observar o belo espécime de masculinidade pura despertou sensações em seu corpo, que ela não experimentava há muito tempo. Seus mamilos ficaram tensos contra o suéter.
O formigamento em seus seios percorreu seu corpo, circulando em torno de seu ventre, descendo ainda mais.
Era quase como se aquele homem tivesse estendido a mão da pintura e acariciasse seu corpo, e com o polegar esfregasse suavemente seu clitóris.
Tremendo, ela continuou a se embasbacar com a pintura do guerreiro das Terras Altas, em MacDuff Castle, e a entregar-se à maneira como ele a tocava, de cima abaixo.
Quem seria ele? Se ela pudesse ter vivido apenas um dia em seu tempo... Ela entraria em seu mundo e depois voltaria para casa ou o traria com ela.
Ele não usava camisa, apenas o tartan jogado por cima do ombro.
O pintor havia feito um excelente trabalho na captura de cada um de seus músculos.
Lainie soltou o lenço de seu pescoço, seu corpo estava quente.
Mãos invisíveis ainda continuavam acariciando seu interior.
Soltando o olhar do corpo do homem sexy, ela estudou seu rosto.
Um olhar surpreendentemente verde capturou o dela. Lainie ficou surpresa de como a pintura de mais de 400 anos era bem feita.
O olhar do guerreiro era tão intenso, que ela o sentiu como uma carícia em seu sentidos.

Série Highland Jewel
1 - Guerreiro em uma Caixa
2 - Lady in a Box
3 - Love in a Box
A Rosa De Black Thorne
A jovem Emlyn de Ashbourne viu como o rei encarcerou seu irmão mais velho e deu ordens para que as propriedades da família passassem às mãos do perverso conde de Graymere.
E se ninguém o impedisse, iriam forçá-la a casar-se com ele.
Só uma pessoa é capaz de enfrentar o conde: Black Thorne, um personagem lendário, um homem ao qual todos acreditavam estar morto, um cavalheiro pelo qual Emlyn se apaixonará perdidamente.
Um Rei Injusto
Os barões da Inglaterra do século XIII estão enfrentando um rei déspota e ambicioso que rouba e prende aqueles que se levantam contra ele.
Enviou a prisão Guy, barão de Ashbourne, e pôs sua família sob a tutela do barão de Hawksmoor.
O mundo de Emlyn ruiu; sua vida, e a de seus irmãos menores está em mãos de um conde perverso do qual se diz que deixou morrer a própria esposa.
O Cavalheiro VerdePercorria os bosques de Ashbourne para pôr fim aos desmandos do lorde conhecido como Falcão Branco, conde de Graymere. Sua mera presença atemorizava as hostes do conde e proporcionava paz aos camponeses.
Deram-lhe como morto depois de uma escaramuça, mas ‘ressuscitaria’ anos mais tarde, bem a tempo de opor-se à última ofensiva de Falcão Branco para ter o controle absoluto da região.
E para pagar uma dívida pendente com a família de Emlyn.
Capítulo Um
Inglaterra, abril de 1215
Uma rajada de vento levou a sua última flecha. Livre da corda do arco e levantada pela brisa, descreveu uma história e passou pelo seu alvo antes de desaparecer em um pequeno grupo de árvores frondosas perto do caminho da floresta.
Emlyn de Ashbourne suspirou e ficou com o arco ao ombro, se envolvendo em sua capa verde para proteger do intenso frio e colocando o capuz para cobrir suas loiras tranças, pôs-se a andar pelo caminho. Vários dos disparos que tinha estado praticando tinha errado o alvo, mais por causa da falta de experiência que das rajadas de vento.
Da dúzia de flechas de plumas cinzas que tinha levado consigo, só ficavam quatro no alforje de couro que pendurava em seu cinturão.
Teria que recuperar a última se quisesse continuar disparando.
Emlyn se moveu com rapidez sob a densa neblina que formava o bosque, rodeada do rumor das folhas agitadas pelo ar frio e tocadas por esporádicos raios de sol.
Estava contente de haver-se arriscado a sair pelo bosque depois de vários meses de mofada reclusão.
Em um bosque como este, no outono anterior, seu irmão
Guy, barão do Ashbourne, tinha sido detido pelos homens do rei John.
Advertida pelo guardião do castelo, que temia por sua segurança, Emlyn e seus três jovens irmãos não tinham ido além dos muros do castelo do Ashbourne em todo o inverno.
Inclusive agora ninguém sabia onde estava encerrado Guy nem sequer se estava vivo.
A prática com o arco, que seu irmão Guy tinha começado a lhe ensinar antes de sua captura, tinha permanecido esquecida até esta tarde.
A Emlyn não tinha se dado bem, sua postura era rígida, seus dedos pareciam de madeira sobre a corda de cânhamo encerado do arco.
Hoje, sem intenção de caçar, tinha vindo aqui com a esperança de praticar de novo.
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E se ninguém o impedisse, iriam forçá-la a casar-se com ele.
Só uma pessoa é capaz de enfrentar o conde: Black Thorne, um personagem lendário, um homem ao qual todos acreditavam estar morto, um cavalheiro pelo qual Emlyn se apaixonará perdidamente.
Um Rei Injusto
Os barões da Inglaterra do século XIII estão enfrentando um rei déspota e ambicioso que rouba e prende aqueles que se levantam contra ele.
Enviou a prisão Guy, barão de Ashbourne, e pôs sua família sob a tutela do barão de Hawksmoor.
O mundo de Emlyn ruiu; sua vida, e a de seus irmãos menores está em mãos de um conde perverso do qual se diz que deixou morrer a própria esposa.
O Cavalheiro VerdePercorria os bosques de Ashbourne para pôr fim aos desmandos do lorde conhecido como Falcão Branco, conde de Graymere. Sua mera presença atemorizava as hostes do conde e proporcionava paz aos camponeses.
Deram-lhe como morto depois de uma escaramuça, mas ‘ressuscitaria’ anos mais tarde, bem a tempo de opor-se à última ofensiva de Falcão Branco para ter o controle absoluto da região.
E para pagar uma dívida pendente com a família de Emlyn.
Capítulo Um
Inglaterra, abril de 1215
Uma rajada de vento levou a sua última flecha. Livre da corda do arco e levantada pela brisa, descreveu uma história e passou pelo seu alvo antes de desaparecer em um pequeno grupo de árvores frondosas perto do caminho da floresta.
Emlyn de Ashbourne suspirou e ficou com o arco ao ombro, se envolvendo em sua capa verde para proteger do intenso frio e colocando o capuz para cobrir suas loiras tranças, pôs-se a andar pelo caminho. Vários dos disparos que tinha estado praticando tinha errado o alvo, mais por causa da falta de experiência que das rajadas de vento.
Da dúzia de flechas de plumas cinzas que tinha levado consigo, só ficavam quatro no alforje de couro que pendurava em seu cinturão.
Teria que recuperar a última se quisesse continuar disparando.
Emlyn se moveu com rapidez sob a densa neblina que formava o bosque, rodeada do rumor das folhas agitadas pelo ar frio e tocadas por esporádicos raios de sol.
Estava contente de haver-se arriscado a sair pelo bosque depois de vários meses de mofada reclusão.
Em um bosque como este, no outono anterior, seu irmão
Guy, barão do Ashbourne, tinha sido detido pelos homens do rei John.
Advertida pelo guardião do castelo, que temia por sua segurança, Emlyn e seus três jovens irmãos não tinham ido além dos muros do castelo do Ashbourne em todo o inverno.
Inclusive agora ninguém sabia onde estava encerrado Guy nem sequer se estava vivo.
A prática com o arco, que seu irmão Guy tinha começado a lhe ensinar antes de sua captura, tinha permanecido esquecida até esta tarde.
A Emlyn não tinha se dado bem, sua postura era rígida, seus dedos pareciam de madeira sobre a corda de cânhamo encerado do arco.
Hoje, sem intenção de caçar, tinha vindo aqui com a esperança de praticar de novo.
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A Viagem
Série Família Kenney
Ao encontro do amor...
Cumprindo uma promessa feita ao pai, Deidre Kenney e sua prima Maura, partem em direção a Montana levando na bagagem, documentos importantes, que farão com que Tyrone Callahan não perca sua fazenda.
Para despistar possíveis ataques de pistoleiros que querem se apossar de tais documentos, Tyrone enfrenta os perigos da viagem ao lado de Deidre, conduzindo-a em segurança pelas pradarias congeladas do oeste selvagem.
Contudo, não será necessário muito tempo para Deidre perceber que o verdadeiro perigo reside nos desejos e sentimentos que Tyrone lhe desperta.
Desejos que logo começam a tomar conta de seu coração ainda não desbravado.
Capítulo Um
0 condutor da diligência descia a mala de Deidre, que fitava o vilarejo ao qual acabavam de chegar.
- O hotel fica ali na esquina - disse o rapaz ao depositar a bagagem a seus pés.
Deidre observou o casarão e soltou um suspiro. Aquela era a segunda semana de novembro e ainda não chegara nem à metade do caminho.
Seguir viagem por uma rota não direta, pulando de povoado em povoado e tendo de esperar pelo próximo transporte disponível era algo bem demorado.
Não bastasse os hotéis e as hospedarias serem desconfortáveis. Pelo menos são baratos, tentou consolar-se.
Apanhando a mala, prosseguiu em direção ao estabelecimento indicado, rezando para que ao menos fosse limpo e oferecesse água quente para o banho.
Já instalada no quarto, reconheceu que tivera sorte, pois o dono do hotel era higiênico, e seu aposento possuía um banheiro privativo. Estava farta de ter de verificar se vinha sendo seguida.
Sem falar na preocupação com Maura, que viajava de trem pela rota direta. Contudo, fora da prima a idéia de separarem-se e viajarem por rotas diferentes.
- Cuide-se, Maura - murmurou para si mesma, aguardando a tina de madeira se encher de água quente para o banho.

Série Família Kenney
1 - A Viagem
2 - O Segredo de Maura
Série Concluída
Ao encontro do amor...Cumprindo uma promessa feita ao pai, Deidre Kenney e sua prima Maura, partem em direção a Montana levando na bagagem, documentos importantes, que farão com que Tyrone Callahan não perca sua fazenda.
Para despistar possíveis ataques de pistoleiros que querem se apossar de tais documentos, Tyrone enfrenta os perigos da viagem ao lado de Deidre, conduzindo-a em segurança pelas pradarias congeladas do oeste selvagem.
Contudo, não será necessário muito tempo para Deidre perceber que o verdadeiro perigo reside nos desejos e sentimentos que Tyrone lhe desperta.
Desejos que logo começam a tomar conta de seu coração ainda não desbravado.
Capítulo Um
0 condutor da diligência descia a mala de Deidre, que fitava o vilarejo ao qual acabavam de chegar.
- O hotel fica ali na esquina - disse o rapaz ao depositar a bagagem a seus pés.
Deidre observou o casarão e soltou um suspiro. Aquela era a segunda semana de novembro e ainda não chegara nem à metade do caminho.
Seguir viagem por uma rota não direta, pulando de povoado em povoado e tendo de esperar pelo próximo transporte disponível era algo bem demorado.
Não bastasse os hotéis e as hospedarias serem desconfortáveis. Pelo menos são baratos, tentou consolar-se.
Apanhando a mala, prosseguiu em direção ao estabelecimento indicado, rezando para que ao menos fosse limpo e oferecesse água quente para o banho.
Já instalada no quarto, reconheceu que tivera sorte, pois o dono do hotel era higiênico, e seu aposento possuía um banheiro privativo. Estava farta de ter de verificar se vinha sendo seguida.
Sem falar na preocupação com Maura, que viajava de trem pela rota direta. Contudo, fora da prima a idéia de separarem-se e viajarem por rotas diferentes.
- Cuide-se, Maura - murmurou para si mesma, aguardando a tina de madeira se encher de água quente para o banho.

Série Família Kenney
1 - A Viagem
2 - O Segredo de Maura
Série Concluída
O Último De Burgh
Série De Burgh

Qual é o segredo obscuro dele?
Destinada a ir para um convento, Emery Montbard se disfarça de rapaz e pede a ajuda do nobre cavaleiro Nicholas de Burgh.
Vindo de uma família respeitável, seu forte código de honra é desafiado quando ele nota as curvas provocantes de sua misteriosa companhia.
Será que ela não percebe que entrega sua identidade a cada movimento? Mas Nicholas também esconde um segredo que cala fundo em seu coração e que jamais será revelado...
Capítulo Um
Nicholas de Burgh manteve a mão no punho da espada e um olhar cauteloso nas pessoas ao redor. Já havia visitado lugares piores, não muitos, mas aquela estalagem seria capaz de provocar receio até em seus irmãos.

Qual é o segredo obscuro dele?
Destinada a ir para um convento, Emery Montbard se disfarça de rapaz e pede a ajuda do nobre cavaleiro Nicholas de Burgh.
Vindo de uma família respeitável, seu forte código de honra é desafiado quando ele nota as curvas provocantes de sua misteriosa companhia.
Será que ela não percebe que entrega sua identidade a cada movimento? Mas Nicholas também esconde um segredo que cala fundo em seu coração e que jamais será revelado...
Capítulo Um
Nicholas de Burgh manteve a mão no punho da espada e um olhar cauteloso nas pessoas ao redor. Já havia visitado lugares piores, não muitos, mas aquela estalagem seria capaz de provocar receio até em seus irmãos.
Apesar de destemidos, os De Burgh não eram estúpidos, e Nicholas culpou a própria imprudência por sua presença ali.
O fedor de bebida e vômito enchia suas narinas, pois aquele alojamento não fazia qualquer pretensão de limpeza, um fato que parecia indiferente aos outros que se reuniam naquela escura sala de convivência.
O fedor de bebida e vômito enchia suas narinas, pois aquele alojamento não fazia qualquer pretensão de limpeza, um fato que parecia indiferente aos outros que se reuniam naquela escura sala de convivência.
De fato, os homens ao seu redor possuíam o ar endurecido de quem provavelmente cometeria um assassinato por um punhado de moedas.
Exceto um.
Foi a visão singular daquele camarada que fez Nicholas se demorar. Pouco mais que um garoto, o estranho trajava o manto característico dos hospitalários e provavelmente tinha retomado de um período de batalha na Terra Santa. Embora fosse um cavaleiro, a coxeadura e a falta de um escudeiro o tornavam vulnerável a ladrões, prostitutas e apostadores que freqüentavam tais lugares.
Os olhos do garoto estavam brilhantes devido ao excesso de vinho ou algum tipo de febre, o que poderia explicar sua falta de juízo. Ou talvez estivesse tão feliz por voltar à Inglaterra que esqueceu haver muitos perigos no próprio lar.
Qualquer que fosse a razão, ele parecia alheio às ameaças ao redor, mas Nicholas estava determinado a alertá-lo. Mas, quando Nicholas deu um passo à frente, um templário foi mais rápido em atrair a atenção do rapaz.
Exceto um.
Foi a visão singular daquele camarada que fez Nicholas se demorar. Pouco mais que um garoto, o estranho trajava o manto característico dos hospitalários e provavelmente tinha retomado de um período de batalha na Terra Santa. Embora fosse um cavaleiro, a coxeadura e a falta de um escudeiro o tornavam vulnerável a ladrões, prostitutas e apostadores que freqüentavam tais lugares.
Os olhos do garoto estavam brilhantes devido ao excesso de vinho ou algum tipo de febre, o que poderia explicar sua falta de juízo. Ou talvez estivesse tão feliz por voltar à Inglaterra que esqueceu haver muitos perigos no próprio lar.
Qualquer que fosse a razão, ele parecia alheio às ameaças ao redor, mas Nicholas estava determinado a alertá-lo. Mas, quando Nicholas deu um passo à frente, um templário foi mais rápido em atrair a atenção do rapaz.
Embora houvesse rumores de desentendimentos entre as duas ordens militares, aqueles dois logo estabeleceram uma longa conversa, deixando Nicholas livre para partir. Existia, porém, algo no templário que o fazia hesitar...
Nicholas ficou de pé quando uma inevitável briga irrompeu ao seu lado. Abaixando quando um copo de vinho passou voando por sua cabeça, esquivou-se do líquido escuro que salpicou a parede e se manteve no perímetro da crescente confusão.
Nicholas ficou de pé quando uma inevitável briga irrompeu ao seu lado. Abaixando quando um copo de vinho passou voando por sua cabeça, esquivou-se do líquido escuro que salpicou a parede e se manteve no perímetro da crescente confusão.
Quando um banco atravessou seu caminho com um baque alto, ele pulou por cima do objeto, evitando uma vela que caiu sibilando no chão, sua luz extinta.
Alcançando a porta, Nicholas se virou para examinar a sala, mas não conseguiu encontrar o hospitalário nem o templário, nem mesmo caídos nos juncos imundos. Também não havia sinal dos cavaleiros lá fora, mas Nicholas não se demorou.
Alcançando a porta, Nicholas se virou para examinar a sala, mas não conseguiu encontrar o hospitalário nem o templário, nem mesmo caídos nos juncos imundos. Também não havia sinal dos cavaleiros lá fora, mas Nicholas não se demorou.
Estava ansioso, afinal, para se afastar da estalagem antes que os brigões começassem a sair.
Mantendo um olho na entrada, pegou a estrada, mas pouco tinha se afastado quando alguém saiu das sombras para entrar em seu caminho. O jovenzinho seria de pouca ameaça para um cavaleiro armado. Nicholas não parou, mas passou a caminhar ao lado dele.
— Mantendo vigia, Guy?
— Falei que este alojamento fedia a problemas — disse o escudeiro.
— Por isso deixei o lugar — respondeu Nicholas, sem titubear. — Apesar do que possa pensar, valorizo meu pescoço.

Série De Burgh
1 - O Lobo Domado
2 - O Anel de Noivado
3 - Coração de Guerreira
4 - Uma Visita Inesperada
5 - Um Lorde para Amar
6 - Noviça De Burgh
7 - O Cavaleiro Sombrio/ Reynold De Burgh
8 - O Último De Burg
Série Concluída

Mantendo um olho na entrada, pegou a estrada, mas pouco tinha se afastado quando alguém saiu das sombras para entrar em seu caminho. O jovenzinho seria de pouca ameaça para um cavaleiro armado. Nicholas não parou, mas passou a caminhar ao lado dele.
— Mantendo vigia, Guy?
— Falei que este alojamento fedia a problemas — disse o escudeiro.
— Por isso deixei o lugar — respondeu Nicholas, sem titubear. — Apesar do que possa pensar, valorizo meu pescoço.

Série De Burgh
1 - O Lobo Domado
2 - O Anel de Noivado
3 - Coração de Guerreira
4 - Uma Visita Inesperada
5 - Um Lorde para Amar
6 - Noviça De Burgh
7 - O Cavaleiro Sombrio/ Reynold De Burgh
8 - O Último De Burg
Série Concluída
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