1 de setembro de 2012

Escândalo Na Noite

Série Irmãs Farleigh

Decoro nunca foi uma das qualidades de Carlotta Anne Fairleigh 
- nem mesmo hoje, quando a linda e impetuosa moça está finalmente por fazer seu debut na sociedade. 

Enquanto ela aguarda sua entrada, não pode deixar de perguntar-se sobre a casa escura ao lado, a casa supostamente abandonada de Hayden St. Clair, ao qual a sociedade tinha apelidado de 
"Marquês Assassino." 
Certamente uma pequena espiada pela janela, antes das festividades seria inofensivo... 
E, naturalmente, esta última "aventura" termina em desastre, comprometendo a reputação da jovem debutante e deixando-a, de repente numa situação das mais escandalosas! 
Logo ela está a caminho dos confins da Cornualha, na companhia do marquês belo e misterioso, cuja simples menção do nome a fazia oscilar entre o medo e a repugnância. 
 Não entanto, há algo emocionante e surpreendente sobre seu noivo, sombrio e inacessível: o desejo nos olhos dele é inegável. 
Mas antes de Lottie se render aos anseios de seu coração, ela precisa desvendar os segredos do passado de Hayden, não importa o quanto possam ser escandalosos e perigosos. 

Comentário revisora Ana Catarina: A mocinha era conhecida como Diabinha, por suas diabruras, linda, encantadora, curiosa, metida a escritora, enfim uma das mocinhas de minha maior preferência. 
Porém ela não teve um par a altura. O mocinho é um homem atormentado pela morte de sua primeira mulher e, portanto, ainda apaixonado por ela. 
Odeio. Enfim ele casa e enterra minha amada mocinha num mausoléu que chama de casa...........odiei. 
No fim, aquela mocinha do inicio da historia até ressurgi. É quando melhora a conversa. 
Vale ler, pois a mocinha é ótima, com sua imaginação fértil e sua curiosidade, me fez rolar de rir. 
Boa leitura. 

Capítulo Um 

Londres, 1825 
Essa noite era a apresentação na sociedade de Carlotta Anne Farleigh. Por desgraça, a apresentação que estava fazendo nesse momento era a de seu precioso vestido de baile fora de uma janela do primeiro andar da mansão de sua tia Diana no Mayfair. 
E isto poderia ter conseguido sem nenhum contratempo se os volantes de seda que adornavam o corpete do vestido não tivessem ficado enganchados na cabeça de um prego que se sobressaía do batente. 
—Harriet! —chamou Lottie, desesperada, em um sussurro — Harriet, onde está? Estou em um apuro e necessito urgentemente sua ajuda. 
Esticou o pescoço para olhar a acolhedora sala de estar em que tinha estado comodamente instalada só fazia uns minutos. 
Um peludo gato branco estava dormindo junto à lareira, mas Harriet como toda sua boa sorte, parecia haver desaparecido. 
—Onde terá se metido essa tola? Enquanto tentava soltar o babado do prego, o escorregadio revestimento de seus sapatos dançava deslizando pelo ramo de árvore que chegava bem debaixo dela, procurando em vão firmar-se. 
A contra gosto olhou para baixo por cima do ombro. 
O terraço pavimentado, que fazia uns momentos tinha parecido tão perto e fácil de alcançar de um salto, agora parecia estar a léguas de distância. 
Passou-lhe pela cabeça a ideia de gritar chamando um lacaio, mas se conteve, porque poderia ser seu irmão quem a acudisse correndo e a surpreendesse nessa situação difícil. 
Embora George fosse só dois anos mais velho que ela, não fazia muito tempo que tinha retornado de sua primeira Grande Viagem pelo Continente e estava impaciente para comandar sua irmã menor com sua recém-descoberta elegância. 
Das portas de vidro do lado norte da casa chegavam as dissonantes notas dos instrumentos de corda que os componentes do quarteto de músicos estavam afinando. 
Não demoraria muito em ouvir os ruídos de rodas de carruagens e o murmúrio de vozes e risadas de boas-vindas, quando começasse a chegar à nata da aristocracia londrina para celebrar sua estreia na sociedade. Não teriam maneira de saber que a convidada de honra estava pendurada em uma janela do piso superior, fracassando em sua tentativa de ser respeitável. 
Talvez não se encontrasse nessa desesperada situação se seu cunhado e tutor, Sterling Harlow, tivesse celebrado a festa de sua apresentação na sociedade na casa de Devonbrooke, sua imensa mansão no setor oeste.
Mas sua prima Diana o tinha convencido, com gestos e adulações, que cedesse essa honra a ela. 
Não precisava esticar muito sua hiperativa imaginação para visualizar os convidados de sua tia congregados junto ao seu corpo destroçado estendido sobre os paralelepípedos. 
As mulheres levariam seus lenços perfumados aos lábios para afogar os soluços enquanto os homens emitiriam « tss—tss» e «tut—tut» em voz baixa, resmungando que terrível pena era verem-se privados para sempre de sua alegre companhia. 
Olhou pesarosa a deliciosa saia de popelina violeta; se o vestido não sofresse muito com a queda, talvez sua família pudesse enterrá-la com ele.

Série Irmãs Farleigh
1 - Um Beijo Inesquecível
2 - Escândalo na Noite
Série Concluída

A Rebelde

Série Highlands Brides 
Escócia
Entre o desejo e a vingança Ágata achava impossível evitar o casamento que seu tio lhe arranjara, com um pretendente detestável, até ser seqüestrada pelo maior inimigo de sua família.  

Agora ela se encontrava à mercê de um homem implacável, cujo coração fora transformado numa pedra de gelo pela mágoa e pela dor. 
Lorde Alexander MacDubh estava na Escócia para reivindicar a guarda de seus sobrinhos, frutos do amor proibido entre seu irmão e uma das jovens MacFarlane. 
E vislumbrou na bela Ágata a oportunidade de vingar-se do sórdido inimigo que arruinara sua família. 
A beleza e o temperamento rebelde de Ágata o faziam vibrar de desejo, tornando a vingança mais doce que nunca. 
Mas a paixão seria suficiente para aplacar o tormento do passado e romper as correntes que aprisionavam seu coração?

Capítulo Um 

Um brinde à noiva que um dia unirá os MacFarlane e os MacCordy em seu ventre! 
Os olhos de um castanho-escuro da noiva, Ágata MacFarlane, estreitaram-se ao fitarem os homens ao redor da mesa principal, no enorme salão do castelo de Leargan. 
A fúria crescente fez seus lábios se estreitarem e precisou forçar os dentes perfeitos a se entreabrirem para tomar um relutante gole de vinho da taça trabalhada. 
As juntas dos dedos longos e finos estavam brancas e ela não conseguiu soltar a taça sobre a mesa coberta por uma obra-prima de tapeçaria. 
Um de seus delicados pés, calçados por botas, batia impaciente no chão embaixo da pesada mesa de carvalho. 
Nenhum dos homens que trocavam gracejos notava que a raiva da jovem crescia a cada segundo. 
Ela se perguntou se algum deles prestaria atenção caso se erguesse e gritasse sua fúria. 
Achou que jamais iriam ligar para ela, para o que sentia. 
O motivo da ruidosa festa era seu noivado com Donald MacCordy, o filho mais velho e herdeiro do senhor feudal de Craigandubh. 
O casamento reforçaria a aliança de armas das famílias que, então, poderiam enfrentar seus inimigos ombro a ombro. Durante muitos anos os MacFarlane e MacCordy vinham tentando uma aproximação maior indo ocasionalmente um em ajuda do outro. 
Dali por diante haveria uma ligação muito mais forte que viria através dos filhos que o casal tivesse. 
O que ainda estava longe de acontecer, apesar dos esforços de Donald para ficar a sós com ela, pensou Ágata, furiosa. 
Nos últimos dias tivera que lutar para manter à distância o homem com quem ia se casar. 
Estava determinada a adiar o mais que pudesse o dia fatídico em que Donald MacCordy a transformaria em mulher, dia esse que ele insistia em adiantar. 
Suas mãos pegajosas e frias eram rápidas e repulsivas. Seus lábios cheios demais a faziam pensar nas sanguessugas que os médicos gostavam tanto de usar. 
Como alguém propôs outro brinde às núpcias que se aproximavam, Ágata ergueu sua taça e por um instante desejou que ela contivesse veneno. 
Mas adorava viver, mesmo que isso significasse estar unida a Donald MacCordy. 
Tinha vinte anos e estava apta para se casar. 
O tio e tutor de Ágata não tinha filhos e ela era filha do único irmão dele, que já falecera assim como sua mãe, o que a tomava a herdeira da pequena, porém próspera propriedade rural de Leargan.

Série Highlands Brides 
1 - A Noiva Rebelde
2 - Casamento nas Terras Altas
3 - A Rebelde
Série Concluída

Casamento nas Terras Altas

Série Highlands Brides
Muito mais que aparências...

A profunda cicatriz que marca o rosto de Sir Iain MacLagan é um lembrete diário da esposa que ele perdeu, e do inimigo que ainda o persegue.
Obrigado pelo Rei da Escócia a se casar novamente a fim de unir dois poderosos Clãs, Iain relutantemente desposa Islaen MacRoth, uma mulher cuja aparência delicada esconde uma natureza divertida e sedutora, que se mostra perigosamente atraente para um homem que jurou nunca mais por em risco o seu coração.
Criada com onze irmãos endiabrados, Islaen tem pouco tempo para idéias românticas e tolas.
Mesmo assim, ela espera algo mais do que um casamento forçado com um homem que dividirá sua cama, mas não sua vida.
Passo a passo, Islaen começa a derrubar as defesas de Iain. Mas seu atraente e inflexível marido será capaz de aprender a lhe dar amor com a mesma generosidade com que demonstra tamanha paixão e desejo?

 Capítulo Um

Ao contornar o jardim, ela avistou-o, sentado e olhando para as rosas como se elas pudessem falar a qualquer momento. Tinha novamente aquele ar triste e perdido no rosto. 
Às vezes, ela se permitia acreditar que ele revelava esse lado espontaneamen­te em sua presença, e saboreava a alegria provocada pela idéia. 
O sentimento nunca durava muito, pois ela era prática demais, e logo se lembrava de que só pudera ver aquela expressão porque o espreitava quando ele acreditava estar sozinho.
À noite, seria apresentada na Corte. Fora levada até lá para estabelecer uma aliança por meio do 
ca­samento, de preferência um elo que melhorasse a po­sição da família em relação ao Rei. 
Desde o momento em que pusera os olhos naquele homem, tivera de lu­tar contra a esperança de que fosse ele o escolhido. 
Ele tinha todas as qualificações, mas sua sorte nunca fora tão boa. 
No lugar do homem pelo qual seu co­ração clamava, sem dúvida restaria um afetado Cortesão ou mesmo alguém adiantado em anos, e pro­vavelmente ultrapassado em todos os aspectos.
Aos dezenove anos, havia passado da idade de se casar, mas seu pai adiara o momento de assegurar um matrimônio, esperando que ela se desenvolves­se e adquirisse curvas mais próprias a uma mulher do que a uma criança. Isso não tinha acontecido. 
Era pequena, e nem todas as poções e misturas se­riam capazes de mudar isso. 
Apenas ela e Meg sa­biam que, talvez, fosse mais feminina do que aparentava, o que no entanto, não alterava o fato de se julgar pouco atraente. 
Ouvira esse comentário muitas vezes, o suficiente para acreditar nele. 
Com tão pouco a oferecer a um homem, alguém como Iain MacLagan não era para ela.

Série Highlands Brides
1 - A Noiva Rebelde
2 - Casamento nas Terras Altas
3 - A Rebelde
Série Concluída

31 de agosto de 2012

Apaixonados ao Entardecer

Série Hathaways

Como um amante dos animais e da natureza, Beatrix Hathaway sempre achou o ar livre mais confortável do que no salão.
Mesmo tendo participado anteriormente da temporada de Londres, a beleza clássica de Beatrix de espírito livre nunca foi atrativa e por isso não foi seriamente cortejada ... e ela se resignou com o destino de nunca encontrar o amor.
Chegou o momento da não convencional irmã Hathaway se contentar com um homem simples, apenas para evitar o celibato.
O Capitão Christopher Phelan é um soldado bonito e ousado que planeja se casar com a amiga de Beatrix, a vivaz Prudence Mercer, quando retornar da guerra no exterior.
Mas, como ele explica em suas cartas a Pru, a vida no campo de batalha escureceu a sua alma e está se tornando claro que Christopher não vai voltar como o mesmo homem.
Quando Beatrix descobre a decepção de Pru, ela decide ajudar respondendo as cartas de Christopher para ela.
Logo a correspondência entre Beatrix e Christopher se transforma em algo gratificante e profundo ... e quando Christopher chega em casa, ele está determinado a reivindicar a mulher que ele ama.
O que começou como um engano inocente por parte de Beatrix resultou na agonia de um amor não correspondido e uma paixão que não pode ser negada...

Capítulo Um


Hampshire, Inglaterra
Oito meses antes

Tudo começou com uma carta. 
Para ser preciso, foi à menção do cão. 
– E o cão? – Perguntou Beatrix Hathaway – O que diz do cão?
Sua amiga Prudence, a beleza reinante do condado de Hampshire, levantou a vista da carta que tinha sido enviada por seu pretendente, o capitão Christopher Phelan.
Apesar de não ser próprio de um cavalheiro manter correspondência com uma moça solteira, dispôs–se o envio de cartas de ida e volta com a cunhada de Phelan como um intermediário.
Prudence lhe enviou um gesto fingido.
– Realmente, B, mostras muito mais interesse em um cão e nunca pelo capitão Phelan.
– O Capitão Phelan não necessita de meu interesse – disse Beatrix pragmática – Ele tem a atenção de cada senhorita casadoura de Hampshire. Além disso, optou por ir à guerra, e estou segura de que ele está tendo um momento encantador pavoneando–se por aí com seu elegante uniforme.
– Não é absolutamente elegante. – foi a resposta sombria de Prudence – De fato, seu novo regimento usa uniformes terríveis, muito ordinários, de cor verde escura com adornos negros, e não o ouro ou o cordão trançado absolutamente. E quando lhe perguntei por que, o capitão Phelan disse que era para ajudar aos fuzileiros a ficar escondidos, o que não tem sentido, pois como todo mundo sabe, um soldado britânico é muito valente e orgulhoso para ocultar–se durante a batalha. Mas Christopher, quer dizer, o capitão Phelan disse que tinha algo que ver com... OH! Usou uma palavra francesa.
– Camouflage? – perguntou Beatrix, intrigada.
– Sim, como soube?
– Muitos animais têm formas de se camuflarem eles mesmos para não ser vistos. Camaleões, por exemplo. Ou a forma em plumagem de um mocho pintalgado é para ajudar a que se mesclem com a casca de sua árvore. Dessa maneira…
– Céus, Beatrix, não inicie outra conferência sobre os animais.
– Vou parar se me falar sobre o cão.
Prudence lhe entregou a carta.  

Série Hathaways
2 - Seduza-me ao Amanhecer
3 - Tentação ao Pôr-do-sol (Não será traduzido)
4 - Manhã de Núpcias (Não será traduzido)
5 - Apaixonados ao Entardecer
Série Concluída

Declaração De Amor

Novo Arquivo - Substitui o anterior
Lady Rheda, a rebelde filha de sir Dougal, está apaixonada por sir Edric, um dos cavalheiros que recebe treinamento no castelo de seu pai. 

Cada encontro, cada gesto e cada palavra a fazem pensar que cedo ou tarde ele pedirá sua mão. 
Mas um dia chega uma carta reclamando a presença de sir Edric no castelo de seu irmão, e este se vê obrigado a partir. 
Depois de uns angustiantes meses sem notícias de seu amado, lady Rheda e sua família recebem um convite para as bodas do jovem cavalheiro com outra dama. 
A moça acha que vai morrer de dor, e o que menos deseja no mundo é presenciar como o homem que ama se casa com outra mulher. 
Mas o pior ainda está por vir… 

Comentário Revisora Kelly: Esse livro possui um dos mocinhos mais belos que tive a oportunidade de conhecer nesses anos de revisão e de leitura, ele é tudo de bom, alto, moreno, musculoso, sensual, e juntando a tudo isso é um poeta, Já a mocinha é muito teimosa mais tb é bem legal e muito voluntariosa. 
A história não é muito hot, mas tem as suas partes bem picantes. 
Eu particularmente amei revisar este livro 

Capítulo Um 

Norwich, Inglaterra, 1248 
A atividade no pátio de armas era frenética. 
Os jovens, que algum dia seriam cavalheiros do reino, suavam e se esforçavam ao máximo, tentando seguir as instruções do curtido homem velho que vociferava, movendo-se entre eles com surpreendente agilidade. Lady Rheda os observava de uma esquina, tentando não chamar a atenção. 
Sabia que seu pai não gostava que rondasse pelo pátio quando os jovens se exercitavam. 
No melhor dos casos, sua presença podia distraí-los de seu trabalho, e no pior, algum podia sair mal parado pela perda de concentração. 
Apesar de ainda ser jovem e não muito alta lady Rheda poderia competir em formosura com qualquer das grandes damas da corte de Enrique III. 
Uma longa cabeleira loira lhe cobria as costas como um manto dourado. 
Seu rosto, de um oval perfeito, tinha a frescura da juventude, e, junto com seus olhos azul cobalto, um narizinho arrebitado e uma boca pequena de lábios ligeiramente carnudos, provocavam a admiração de todos os que a viam. 
Possuía um corpo esbelto e delicado, que chamava a atenção dos homens, mas ela só tinha olhos para um dos jovens. 
Sir Edric se movia com desenvoltura, executando com precisão as ordens de sir Dougal, atacando e desarmando a seu oponente com facilidade, demonstrando assim que era muito mais hábil que o outro. 
Seria um bom guerreiro, e logo o nomeariam cavalheiro. 
Possivelmente então… Uma ordem gritada por sir Dougal lhe indicou à moça que o treinamento estava a ponto de acabar. 
Com passo decidido, dirigiu-se para a parte traseira do castelo, onde se encontrava o pequeno e cuidado jardim de sua mãe. Ali, esperaria impaciente a que o jovem se reunisse com ela. 
Introduziu a mão entre as dobras do vestido azul claro debruado com cordão de prata que, conforme lhe diziam, a fazia parecer um anjo, para certificar-se de que a missiva que tinha chegado para sir Edric ainda seguia ali. 
Satisfeita, comprovou que assim era e, enquanto esperava que ele fosse ao seu encontro, como tinha por costume nas últimas semanas, aproximou-se para cheirar as maravilhosas rosas que com tão mimo cultivava sua mãe. 
Enquanto aguardava, pensou em quão belo era o moço. 
Mais alto que a maioria de seus companheiros, com um denso cabelo castanho e uns preciosos olhos cor de mel que a faziam estremecer cada vez que a olhava, além de um sorriso que poderia fazer que fraquejassem as pernas de qualquer donzela. 
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30 de agosto de 2012

Maiê em...



Os sete piores clichês dos Romances 

Quem é um leitor assíduo de romances sabe bem que esses livrinhos são recheados de situações e argumentos que se repetem com muita freqüência. 
Fugir dos clichês em um romance é muito difícil e na maioria das vezes desnecessário. 
Alguns são simplesmente deliciosos, mesmo que já tenhamos lido algo semelhante muitas vezes antes. 
É o caso do homem poderoso e possessivo que diz só querer sexo, quando é obvio que está apaixonado, ou do casamento por conveniência em que os envolvidos terminam se apaixonando. 

Mas há alguns clichês difíceis de engolir, escolhi os sete que mais me irritam quando estou lendo um livrinho

1- Constituição jogada no lixo. Seja no Brasil, Estados Unidos, Europa ou em qualquer outro lugar existem leis. E em qualquer país civilizado não basta ser bilionário para conseguir a guarda de uma criança. 
Coisa que nossas mocinhas parecem não saber sempre que um bilionário bonitão descobre que teve um filho e chantageia a mocinha para que se case com ele. 

2- Virgindade indolor Essa é uma questão complexa. 
Por um lado leio sobre uma primeira vez cheia de flores, estrelas e corações voadores e penso: “Até parece!”. Por outro nem sempre é agradável ou cabe no livro uma primeira vez muito realista. 

3- Fertilidade extrema em livros contemporâneos 
Se o mundo fosse povoado por nossos mocinhos e mocinhas a Terra teria hoje uns 14 bilhões de habitantes.  

4- Infertilidade nos livros históricos A coisa mais difícil em romances históricos é achar uma protagonista solteira e grávida, apesar de em boa parte deles os protagonistas irem para a cama (ou carruagem). 
Em alguns períodos históricos como o da regência é quase impossível uma mocinha engravidar, mesmo com os parcos métodos anticoncepcionais da época. 

5- Só descobri que te amo na ultima página. Essa foi uma sugestão da Amanda Barreto, e é a mais pura verdade, as famosas palavrinhas costumam ser ditas apenas no final do livro. 
Mas não sei se é algo tão ruim assim, muitas vezes o amor está implícito nos atos dos personagens ao longo da história e declarar o amor no final completa um processo. 
Tá certo que nem todos são assim, em alguns casos é bem difícil acreditar em certas declarações. 

6- Se eu te amo está tudo bem Esse clichê me irrita de verdade, o mocinho passa o livro todo sendo grosso e injusto. Na ultima pagina ele se declara e diz que fez tudo por amor, sem nem mesmo um bom pedido de desculpas. 
Quando o final feliz é escrito nesses termos sempre acho que ficou faltando algo (talvez o mocinho levar uma surra). 

7- Personagens fodões do livro anterior A autora escreve uma série, mas não consegue se desapegar dos personagens dos livros anteriores. 
O casal do primeiro livro aparece em momentos chaves do seguinte, e eles são mais bonitos, ricos, poderosos e estão sempre certos. Esse é de longe o clichê que mais me deixa louca. 
Tenho certeza que não irrita a maioria das pessoas, mas sou capaz de parar de ler um romance no meio se os protagonistas do livro anterior aparecem para salvar o dia. 

Uma autora que lida muito bem com isso é a J.R. Ward , adoro como o casal do ultimo livro sempre tem um descanso no volume mais recente, então quando aparecem de novo já deu tempo de sentir a falta deles. 

E vocês? Quais são os clichês que detestam em um romance? 

Bjs 

Maiê 


E esta semana os gatos começando com Pedro Perestrello, com esses olhos verdes ficou em quarto lugar dos homens mais lindos do mundo fonte.
Joe Manganiello personagem Alcides Herveaus o lobisomem da série True Blood e Jon Hamm ator e produtor protagonista da série de drama Mad Men. 



Para vocês aqui três livros leves e divertidos de Stephanie Bond. 

Série 4 Letter Words - Quatro Vezes Amor 
Lucy é decoradora e está noiva, mas termina se envolvendo com um viúvo e seus três filhos. Cheios de situações hilárias e absurdas é um livrinho bem gostoso de ler. 

4 Letter Words 2 – Um Amor Desastrado 
Alan é abandonado no altar pela mocinha do livro anterior, para garantir que ele não faça nenhuma bobagem a melhor amiga da ex-noiva resolve acompanhá-lo na viagem de lua de mel. 
Pamela, a mocinha, é loira, exuberante e desinibida, o contraste com o mocinho certinho e reprimido rende boas risadas. 

Muito quente para dormir 
Querendo apimentar as coisas a mocinha faz uma ligação sensual para seu namorado. 
O que ela não sabe é que ligou errado e quem estava do outro lado da linha era o policial Ken Medlock e que ele gostou muito da brincadeira.

Boa Leitura!

Maiê

26 de agosto de 2012

O Orgulho De Reilly

Ele lhe deu seu sobrenome... 
Ela roubou-lhe o coração! 

Quando Quintin Reilly voltou para a ilha de Beannacht para assumir o comando do estaleiro da família, a última coisa que ele esperava era ver-se, de um momento para o outro, responsável por uma esposa e um enteado.
Siannon Rhodes era ainda uma menina quando ele partira para a vida no mar, e agora era uma mulher linda e tentadora, uma jovem viúva desesperada para escapar do jugo do pai, e que audaciosamente o pediu em casamento!
A princípio, Quin hesitou, mas logo compreendeu que aquela bela mulher lhe estava predestinada. 
No entanto, a ambição cega de fazer o estaleiro prosperar levou Quin a negligenciar seu dever como marido e padrasto...
Até ele se dar conta de que não havia no mundo sucesso ou dinheiro que fossem mais preciosos do que o doce amor de Siannon...

Capítulo Um

Limerick, Irlanda —1858
Diabos! Moderar sua linguagem terrestre para incluir apenas xingamentos leves foi mais uma concessão, como areia contra a alma de Quintin Reilly. 
Referir-se ao diabo não chegou nem perto de expressar seu verdadeiro sentimento de frustração. 
Seu suspiro mal ecoou pelo escritório coberto de papéis antes de a porta escancarar-se.
— Estão esperando pelo senhor, capitão Reilly. 
A expressão ávida no rosto do jovem escriturário inglês serviu apenas para aumentar a apreensão que o consumia sem cessar. Tudo acontecia depressa demais.
— Certo — ele respondeu, sem se importar em disfarçar o resmungo. 
A culpa quase transpareceu, refinando seu comportamento.
O escriturário arregalou os olhos. — Devo dizer a eles que está a caminho? 
— Sim. — A irritação explodiu novamente, mais incitada pela lembrança do que pelas circunstâncias, embora a entonação do companheiro inglês tivesse contribuído para que caísse nas graças de Quin.
Se Bryan estivesse lá, se certificaria de que tudo estivesse em ordem. Quin sabia que seu irmão concordaria com a lógica que resultara em sua escolha.
Mas Bryan havia pedido dispensa de seu trabalho e deixara a cidade, viajando para Caithream no início da semana sem informar a ninguém seu destino. 
Que tipo de problema faria com que ele saísse sem dizer uma palavra?
— Diabos! — Quin xingou novamente quando esta nova preocupação juntou-se às outras. 
Já tinha decepcionado Bryan uma vez e jurara que aquilo não se repetiria.
— Oh, Deus! — Os olhos do jovem escriturário se arregalaram ao ouvir a imprecação, antes de desaparecer por onde viera, chocalhando as vidraças na porta com seus esforços para deixar o recinto com rapidez.
Quin bufou. Uma alma tão humilde não sobreviveria uma noite no mar. 
Nem mesmo com um barril do chá especial de gengibre da avó para alentá-lo.
Uma curta gargalhada escapou-lhe quando se levantou, embora a dose de humor tivesse feito pouco para melhorar seu estado de espírito ou para espantar as preocupações que haviam se tornado parte permanente do seu ser durante os últimos meses.
Mesmo que ele reunisse todo o dinheiro necessário para concluir o último contrato de trabalho do Estaleiro Reilly, será que conseguiria encontrar os fornecedores para os materiais a tempo?
Eles não poderiam bancar as penalidades por não entregar a mercadoria dentro do prazo. 
Esses eternos empecilhos haviam prejudicado a saúde de seu pai.
Pensar nos pais e em suas possíveis reações ao atual caminho que seguia o perturbou.
Tocou na carta mais recente que recebera da mãe, que estava dentro de seu bolso.
Que teriam a dizer sobre os eventos que agora se desenrolavam dentro do prestigioso Palácio da Justiça de Limerick?
E o que o restante da ilha Beannacht teria a dizer?
Tarde demais. Ele deixou as dúvidas de lado com um impaciente sacudir de ombros, empurrando-os para baixo juntamente com o restante das questões que atormentavam impiedosamente seu pensamento.
Passara mais tempo distante do Estaleiro Reilly e da pressão de suas responsabilidades do que pretendia.
Não tinha mais tempo a perder. 
Agarrou a fria maçaneta de metal e virou-a com determinação.
O que não daria para sentir o convés de um navio Reilly sob os pés e o revigorante toque do vento em seu rosto ao mesmo tempo que levantava as velas sobre sua cabeça!
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Sob As Estrelas

Navarra, 1296. 
A pequena Margheritte, filha de um ourives da vila de Estella, escutava junto ao garoto Gabriel, uma estranha conversa que nenhum dos dois compreendia. 

Onze anos mais tarde, nada tinham em comum. 
Margheritte ficou sozinha e, depois de descobrir que tinha uma família na França, decidiu juntar-se a ela, levando consigo seu único bem material: uma tabuleta esmaltada e um anel de prata, que seu pai tinha mantido ocultos até sua morte. 
Mas alguém poderoso está tentando encontrar esta joia… Gabriel se tornou um viajante, busca a vida como pode; é açoitado pela Guarda Real por defender os monges templários, que cuidaram dele desde pequeno e que foram detidos por ordem do infante da França, o recém-coroado rei de Navarra. 
É quando seus destinos voltam a cruzar-se. 
Juntos empreenderão uma fuga e se verão envolvidos em uma trama repleta de perigos que mudará suas vidas para sempre. 

Comentário Revisora Denise Amorim: Esta história se passa no Reino de Navarra, atual Espanha, que estava sob o controle Francês. 
O mocinho é um ogro cabeça dura; não é um típico espadão endurecido nas batalhas, usa a mocinha, rouba seus pertences, tudo por que era o melhor a fazer para "o bem dela!?". A nossa mocinha, as vezes estava mais para uma tapadona, outras para teimosa e valente. 
Bem, é um livro diferente, o nosso herói foi criado por um monge templário, mas resolveu se dedicar a viajar... E assim foi até encontrar outra cabeça dura!! 
Não é um dos melhores que já li, o final me deixou na expectativa de mais. 

Capítulo Um 

Vila da Estella, Reino da Navarra, Fevereiro de 1296 
O moço estava paralisado. Da beira do caminho, contemplava com olhos sobressaltados ao homem que jazia a seus pés. 
Não era a primeira vez que a morte e o sangue lhe turvavam os olhos, mas esta lhe deixou emocionado. 
—Gabriel! Gabriel! —implorou o irmão Roger, ajoelhado no chão junto ao corpo ainda quente de seu companheiro
—. Moço! Preciso de você! — demandou de novo, mexendo com cuidado na frente e no inferior da roupa do companheiro que estava no chão. 
O religioso teve que insistir um par de vezes mais até que conseguiu que o fiel moço reagisse. Gabriel se agachou junto a ele ainda com pouca consciência. 
—Ponham as mãos aqui —ordenou o religioso. O moço duvidou uns instantes antes de colocar onde lhe indicava. 
A ferida do irmão Pablo parecia muito grave, muito profunda devido à quantidade de sangue que emanava—. Aperte com força. Assim que o jovem fez o que seu mentor lhe indicava, este tirou a faca, deu um talho em sua própria túnica, rasgou um pedaço comprido de tecido e aplicou com firmeza em torno do corte. 
Não voltou a dirigir-se ao menino até que esteve seguro de que suas mãos comprimiam com força o profundo corte. 
—A vila está um pouco mais adiante. Corra até lá. Atravesse a primeira porta, passe o bairro dos judeus o mais rápido que possa e, ao outro lado da Porta da Tinturaria, encontrará a Rua das Lojas. Pergunte pelo professor Vermelho, Roux —se corrigiu—, o ourives. Explique-lhe que o irmão Pablo está ferido gravemente. Procure uma carroça e venham o mais rápido que possam! 
Gabriel desorientado, olhou para as sua mãos cheias de sangue, mas ao voltar a ver a expressão de padecimento de seu superior, limpou-as com presteza nas esfarrapadas meias e pôs-se a correr sobre os gastos paralelepípedos sem olhar para trás. 
 —Margheritte, entre e ajude a sua mãe.
 —Mas pai, você sabe que mamãe não necessita de ninguém que a... 
 —Margheritte! —Mas... 

Rebelde

Série Família MacGregors






Uma mulher passional, capaz de amar e odiar com a mesma intensidade. 

A pureza da menina havia sido definitivamente comprometida na noite em que a honra de sua família foi manchada pelos ingleses. 
A revolta começou a guiar os passos de Serena, cada passo de uma vida cheia de indignação. 
Enquanto muitas jovens sonhavam com os salões iluminados onde a nobreza fluía dos prazeres da fortuna, a rebelde escocesa via nisso apenas o resultado das injustiças que condenava. 
De temperamento explosivo e natureza indócil, não se amoldava aos padrões exigidos para uma dama dos círculos da realeza. 
Mas o amor pelo conde inglês surgiu sem que pudesse reprimi-lo, ela resolveu viver a felicidade de um romance, tão fugidia quanto o brilho das sedas e dos brocados. 
A separação era inevitável! 
Como Serena conseguiria se submeter às regras de uma sociedade fútil? A um homem que, para ela, representava todos os seus inimigos?

Capítulo Um

Londres, 1745
Brigham Langston, o quarto conde de Ashburn, sentou-se à mesa de café de sua elegante casa citadina e desdobrou a carta que estivera esperando tão ansiosamente. 
Leu-a com atenção, pesando cada palavra. Seus olhos brilharam e sua boca entreabriu-se num leve sorriso. Era uma carta explícita, composta com cuidado. Não dizia nada de menos ou de mais, mas havia ali palavras que tocavam seu coração de patriota.
- Com os diabos, Brig! Quanto tempo ainda vai me fazer esperar?
Coll MacGregor, o temperamental escocês de cabelos vermelhos que fora seu companheiro em viagens pela Itália e França, parecia a ponto de explodir.
Em resposta, Brigham apenas levantou a mão branca e esguia, enfeitada com renda no punho. Estava acostumado com aquelas explosões e, em geral, isso o divertia. Mas, dessa vez, manteve a impaciência do escocês sob controle e tornou a ler a carta.
- É dele, não é? Do nosso príncipe!
Coll levantou-se da mesa e mediu o aposento com passadas largas, dando a impressão de que apenas as boas maneiras o impediam de arrancar a carta das mãos do amigo.
- Tenho tanto direito de lê-la quanto você.
Brigham ergueu os olhos e deixou-os deslizar sobre o homem que andava nervosamente de um lado para outro da pequena sala. Não levou em conta sua revolta e disse apenas:
- A carta está endereçada a mim.
- Por um único motivo: é mais fácil enviar clandestinamente uma carta ao importante conde de Ashburn do que a um MacGregor. Os escoceses estão todos na mira do governo!
Brigham encolheu os ombros e virou a página, continuando a leitura. Coll lançou uma torrente de injúrias e depois desabou sobre a cadeira, resignado.
- Você tem o dom de esgotar a paciência de um santo!
- Obrigado.
Brigham ficou longo tempo a fitar o encorpado papel timbrado e a escrita que se estendia através dele em linhas rápidas e disciplinadas. Depois o colocou ao lado do prato e serviu-se de mais café. Sua mão estava tão firme como quando empunhava uma espada ou uma pistola. E, na verdade, essa carta era uma arma de guerra.
- Você tem razão, meu caro. E uma mensagem do príncipe Charles - disse, por fim entre um gole e outro de café. - Bom. E o que ele diz? - Leia você mesmo.
Coll apoderou-se do papel com impaciência. Enquanto ele se engolfava na leitura da carta, lorde Ashburn pôs-se a estudar pensativamente a sala. 
O papel azul de parede, os tapetes de ricos desenhos e os móveis elegantes, quase delicados com suas curvas e cercaduras douradas, haviam sido escolhidos por sua avó, de quem lembrava não só o leve sotaque escocês como a teimosia.
As graciosas figurinhas de porcelana Meissen, que ela tanto apreciava, estavam ainda sobre a pequena mesa redonda colocada perto da janela. 
Quando era menino, tinha a permissão de olhar mas não de tocar, e seus dedos fremiam na ânsia de segurar a estatueta representando a pastora de rosto delicado e longos cabelos de porcelana.
O retrato em moldura dourada de Mary MacDonald, a mulher forte e decidida que se tornara lady Ashburn, estava sobre a lareira e mostrava-se investida da dignidade inconsciente da riqueza. 
O porte ereto e a orgulhosa inclinação da cabeça diziam que ela podia ser persuadida mas não forçada, convocada mas não induzida.
Mary transmitira a seu neto os mesmos cabelos pretos, os mesmos olhos cinzentos, as mesmas feições aristocráticas: testa alta, nariz reto e boca bem delineada. 
Mas não apenas isso. Transmitira-lhe também uma natureza apaixonada e senso de justiça.


Série Família MacGregors
1- Jogo da sedução 
2- Destino Sedutor 
3- Orgulho e paixão 
4- O Encanto da Luz 
5- Hoje e sempre 
6- Instinto do amor 
7- Beijos que Conquistam 
8- Amor nunca é demais 
9- Um Vizinho Perfeito 
10-Um mundo novo 
11-Rebelde - Histórico
Soberana é a minha raça!
Antigo clã das Terras Altas da Escócia, os MacGregors têm um passado de romances e aventuras



25 de agosto de 2012

Guerreiro Viking

Quando uma bela moça dinamarquesa é capturada por guerreiros nórdicos e vendida como escrava, nunca imaginaria que, em breve, se tornaria uma escravo voluntária de um viking de cabelos dourados que aprisionou seu coração.
Ele nunca iria perdoar...Depois de um ataque brutal em sua fazenda, Wulfric o Impiedoso havia jurado vingança contra os invasores dinamarqueses que mataram sua jovem esposa grávida. 
Mas quando ele pôs os olhos em Reyna a Dinamarquesa, tudo o que podia ver era uma mulher de extraordinária beleza, com longos cabelos dourados e um corpo que faria uma Valquíria urrar de inveja.
Ela era sua escrava, oferecida a ele por seu irmão.
Poderia a bela curandeira aliviar o fogo que queimava em seu coração?
Ela nunca iria esquecer... Levada de seu lar por um viking selvagem, Reyna sempre se lembraria do rosto do bárbaro que tinha destruído sua vida. Quando ela avistou seu novo mestre, pensou que ele era o homem que havia jurado odiar para sempre.

Mas os beijos sedutores de Wulf despertaram sentimentos muito diferentes dentro dela.
Durante suas noites de paixão, ela percebeu que ele não era mais seu inimigo, mas seu grande amor.

 Capítulo Um

Uma fazenda na costa norueguesa, ano de 860.
 Wulfric o Impiedoso, o último filho do jarl de Horgaland, Rollo Redbeard, se levantou gloriosamente nu no fiorde perto de sua fazenda.
Alto, dourado e magnificamente masculino, Wulf caminhou em direção à costa, a água escorrendo por seu corpo poderoso em pequenos filetes.
Wulf ganhou seu nome e reputação por causa de sua destreza nas batalhas, brandindo sua espada, que chamava de Caçador Sanguinário, e seu machado de guerra com habilidade e destreza.
Durante uma invasão a sua fazenda por dinamarqueses dois verões passados,Wulf perdera sua esposa e filho por nascer, e suas mortes o transformaram em um berserker implacável.
Poetas contavam e recontavam a saga de Wulf o Impiedoso durante muito tempo nas noites de inverno, floreando suas façanhas heroicas em cada relato.
Wulf tinha acabado de chegar perto de suas roupas, quando um grito veio da direção do fiorde.
Protegendo os olhos contra o brilho do sol de outono, ele olhou para o dragonship deslizando sobre a água em direção à costa.
O primeiro instinto de Wulf era chegar ao Caçador Sanguinário.
Em seguida, ele reconheceu a vela quadrada vermelha e branca listrada dodragonship de seu irmão e descontraiu-se. Hagar havia finalmente retornado.
Sua chegada era esperada, embora um pouco atrasado.
O dragonship deslizava na água, carregado e Wulf suspeitava que estivesse com prata, vidros, especiarias e sedas de Bizâncio, onde Hagar tinha ido à expedição comercial.
Wulf também tinha ido ao exterior, mas em uma direção diferente e com diferentes objetivos em mente. Wulf tinha passado o verão invadindo as terras dos dinamarqueses, em busca de vingança pela morte de sua esposa, Astrid.
Tendo se ocupado em matar e saquear, Wulf havia voltado para casa na fazenda mais cedo que o habitual. Wulf puxou as calças de linho fino sobre suas poderosas pernas musculosas, colocou a túnica de linho e o cinto de Sangue Caçador sobre sua cintura fina.
Ele não usava cota de malha no dia de hoje, pois não esperava invadir fazendas dos seus inimigos, somente no final do ano.
Então, ele vestiu a bota de pele e voltou-se para esperar o navio de Hagar chegar à costa. Hagar foi o primeiro a pular para fora do navio quando este raspou contra o fundo arenoso do fiorde.
Alto e grande como Wulf, Hagar era dois anos mais velho que Wulf que tinha 28 anos.
Sua barba generosa era tão vermelha quanto os cabelos. 
— Ho, irmão! 


Sedução Imprópria

Série English Tudor



Lorde Curan Ramsden volta para casa após a guerra ansioso para reivindicar a sua noiva. 

E ele chega bem a tempo - o pai de sua prometida a chamou a Londres para se casar com outro homem. Mas o pai de Bridget a prometeu a Curan e ele não desistirá de seu prêmio. 
Especialmente agora que vê a mulher sedutora que Bridget se tornou. 
Bridget sempre cumpriu com seu dever. 
Ela sabe o que poderia acontecer se desobedecesse seu pai. 
E, apesar de Curan parecer ainda mais perigoso agora do que era antes de partir para a guerra, seus beijos são muito tentadores. 
E ele está determinado a convencê-la de que ouvir o seu coração é mais importante do que qualquer dever. 

Comentário revisora Maristela: Sou suspeita pra falar de qualquer obra desta autora, afinal trata-se de uma de minhas favoritas, ela sabe como ninguém preparar um clima. Achei a mocinha desse livro bem decidida e fiel à família, massssssssssssssss bem que ela gosta de um amasso kkkkkkkkkkkkkkk 

Capítulo Um 

Lincolnshire, março 1546 Sua mãe estava nervosa. Bridget Newbury observou sua mãe com curiosidade. Lady Connolly era normalmente um modelo de equilíbrio. 
— Bom dia, mãe. Jane se virou em um turbilhão de saias. Ela estava usando um de seus vestidos mais modestos. Não existia nenhuma renda nele, o único detalhe era formado pelo contraste da lã marrom e bege, em tiras finas, que eram usadas na frente. 
Ela ainda usava uma camisa que cobria cada centímetro de seu peito. Fechada ate o pescoço. 
— Bom, você está aqui. 
 — Eu vim logo após receber a sua convocação, mãe. Jane sorriu, formando uma curva suave de seus lábios. Ela estendeu as mãos, e Bridget avançou para apertá-las. 
Mesmo através de suas luvas, os dedos e as palmas das mãos estavam quentes. 
— Claro que sim. Você sempre foi uma criança obediente. 
Deus me abençoou com seu doce coração. — O sorriso de sua mãe desapareceu. 
As mãos agarraram Bridget, apertando as suas momentaneamente antes de soltá-las. 
Jane uniu as mãos em seu colo, uma pose que usava como dona da casa.
Com os servos sempre observando-a, as aparências eram importantes. 
Bridget, com o queixo firme, esperou que a mãe falasse. 
— Eu recebi uma carta de seu pai. A voz de sua mãe endureceu. 
Bridget conhecia o tom. Era aquele que muitas vezes ouviu quando as cartas de seu pai chegavam. Sir Connolly residia na corte de Henrique VIII. 
O pai dela muitas vezes enviava para casa, instruções detalhadas sobre como a família deveria se comportar. 
Com o clima mudando rapidamente na corte do velho rei, sua mãe sempre incutia um profundo respeito por cada frase que seu marido escrevia. 
Era o mais sábio a fazer, dada a história do rei em decapitar aqueles nobres que o desagradavam. 
 — Um casamento foi arranjado para você. Bridget se assustou. 
 — Quer dizer que Sir Curan voltou da França? 
 O rosto de sua mãe mostrou uma expressão que Bridget conhecia muito bem. 
Era o olhar que sempre usava quando as circunstâncias não eram do seu agrado, mas inevitáveis. 
 — Seu pai negociou um novo casamento para você com Sir Oswald. 
O casamento deve ser celebrado dentro de uma quinzena. A voz da mãe estava carregada com um tom de dever. Faltava alegria e até mesmo satisfação. Bridget sentiu o medo tomar conta de seu coração. 
— Eu dei minha palavra a Sir Curan— Ela tinha jurado que esperaria por ele. — Com a bênção de meu pai, eu jurei, mãe. 
Sua mãe balançou a cabeça e apertou, com os dedos, sua saia. 
Bridget entendia seu nervosismo agora. 
No entanto, não poderia achar que era uma ignorante. 
Curan Ramsden não era um homem que aceitava promessas desfeitas. 
Ele era um dos lordes da Inglaterra na fronteira. 
Ao contrário de muitos que se uniram ao redor do velho rei Henrique Tudor, Curan era um homem de ação. Ganhou suas esporas de cavalheiro no campo de batalha na França, ao lado do rei, em uma das campanhas de Henry para recuperar terras na Europa. 
— Você era jovem e obedeceu seu pai. 
— Foi há apenas três anos. Os dedos de sua mãe apertaram ainda mais a saia. 
— Sim. Contudo, as coisas mudam rapidamente nestes dias. Você deve casar-se com Sir Oswald. Temos que partir para Londres em três dias. Sir Oswald é um dos conselheiros do rei e reside no Palácio de Whitehall. — Sir Oswald. 

Série English Tudor
1 - Sedução Imprópria
2 - Meu Querido Highlander
3 - Prazeres Inesperados
Série concluída