Série Os Cavaleiros do Tempo
Um amor capaz de transpassar a linha do tempo e uma promessa que nunca será esquecida.
«Agora posso senti-la... Volte para mim!» Mónica soube desde o primeiro momento que não havia sido um sonho. Ele aparecera em sua vida de repente, sem prévio aviso, para protegê-la e ajudá-la a cumprir uma missão. Uma pitonisa, uma promessa feita há muitos séculos e uma carta de um cavaleiro de outra época, irromperão em sua vida até chegar a obcecá-la e forçá-la a procurar respostas para todas as incógnitas. Aldan Macrae resiste a realizar a tarefa encomendada por seu pai: acompanhar um rapaz inglês até à abadia de Kinloss. Aquele jovem representa a esperança das Highlands, mas o guerreiro não considera que seja uma responsabilidade para o chefe do clã Macrae. Sua atitude muda quando descobre que debaixo da aparência de menino se esconde uma bela dama, Katherine Dunnottar, uma jovem misteriosa que guarda um grande segredo. Mónica ou Katherine? Passado ou Presente? Ela precisará escolher, mas antes deverá vencer seus medos e os perigos do século XI que a perseguem.
Capítulo Um
― Não entendo por que teve que fazer essa promessa, pai! Não estou disposto a aceitá-la!
― Aldan, não resta mais remédio do que cumprir com nosso dever. Você sabe muito bem que são tempos difíceis, eles querem guerra. Você tem consciência de que o jovem rei tem muitos inimigos, entre eles o conde de Leicester, Simón de Monfort, um maldito inglês, ambicioso e com muito poder. Ele quer o trono e fará o que for preciso para consegui-lo. ― Meu ódio para o conde do Leicester é indiscutível.
― Monfort quer acabar com todos nós e está disposto a semear a discórdia entre os escoceses e centrar a atenção do rei inglês contra nós. Está planejando um perverso plano para tomar nossas posses.
― Isso eu sei, pai, mas eu devo estar com meus homens, lutando pela defesa de nossas terras.
― Olhei nos olhos de meu progenitor. ― Os ingleses violam nossas mulheres e se apropriam de nosso gado e colheita. Não quero acompanhar um rapaz até Kinloss, enquanto sei que meu braço e espada podem fazer falta a qualquer momento. ― Golpeei com meu punho a mesa de madeira que me afastava dele. ― Os Mackenzies nos apoiam e seus homens se somarão aos nossos para proteger nossos interesses. Eu quero e devo estar lá.
― Aldan, não é um assunto que preciso debater, é uma ordem. Como chefe do clã e seu pai você deve me obedecer ― ele respondeu energicamente. ― Deverá somente se assegurar que o menino chegue são e salvo até a abadia que está na borda dos escarpados, um dos frades que habitam lá os estará esperando e se encarregará dele. ― Guardou silêncio e baixou seu rosto.
― Murdor o acompanhará. ― Sentou-se, estava fraco e muito doente. ― Estou morrendo e não quero ir à tumba com esta amargura.
― Não diga isso, pai!
26 de fevereiro de 2019
20 de fevereiro de 2019
O Pecado

María é uma bela cordovesa que foge para a Inglaterra, com aquela que ela acredita ser sua verdadeira família, para fugir de um casamento infeliz, durante a Guerra da Independência Espanhola.
Jason St. James é um atraente e rico lorde inglês, famoso por sua libertinagem, que vê sua vida arruinada com a chegada de sua "suposta" sobrinha.
Entre eles nascerá uma atração, que os dois negarão para si mesmos, já que acreditam ser parentes.
Mas o destino testará seu amor, quando ambos descobrem que não os liga nenhum tipo de parentesco. Poderão ultrapassar as barreiras que foram criadas e curar as feridas desse amor, que até agora acreditavam ser impossível?
Capítulo Um
A Fuga, Junho de 1808
O coração de Maria pulsava violentamente. Ainda não conseguia compreender nem o que o que acontecia, nem o que estava a ponto de acontecer.
― Depressa, minha menina! ― murmurou Isabel no silêncio da noite. ― Tudo está preparado!
Maria terminara de empacotar tudo para a viagem, que sua mãe dispusera em tão pouco tempo. Mas, ainda, não podia acreditar que se separaria dela, nem em tudo o que lhe contara nos últimos dias.
― Mamãe, por favor, não quero separar-me de você! ― soluçou a pequena.
Isabel sentiu partir a alma ao ver a expressão de sua adorada menina, mas aquilo era a única solução. Não via outra, alternativa, se quisesse salvar a sua pequena de um destino similar ao que ela vivera.
― Por favor, meu anjo, tem que ser forte ― disse enquanto ajoelhava-se a sua altura e segurava-a pelos ombros, com força, para inspirar-lhe coragem. ― Já lhe expliquei isso. Seu pai arrumou-lhe um matrimônio com um francês para fortalecer suas alianças e eu não quero esse destino para você. Esse matrimônio a condenará à desgraça. Tem que fugir!
― Mas mamãe, ao menos estarei perto de você. Eu não quero separar-me de você… E se esse homem inglês do qual me falou não me quiser e me tratar igualmente como meu pai? Como pode enviar-me para tão longe sem saber? ― perguntou com medo e desespero.
Isabel sentia-se destroçada. Fazia dois dias, que, quando se informara dos planos de Dom Felipe para com sua filha, explicara a sua pequena o seu passado. Era necessária uma saída e para isso tivera que revelar-lhe, embora ela, também, estivesse muito assustada. Esperava que “seu lorde inglês” não tivesse mudado naqueles dez anos. Negava-se a pensar que tivesse mudado. Não! Não podia ser. Ele era nobre. Chegara a conhecê-lo, muito bem, naquele curto período de tempo e sua mente negava-se a reconhecer que, o homem que conquistara seu coração, não viera ajudá-la.
― Maria, minha menina! ― disse com um imenso amor nos olhos ― Ele te amará igualmente como eu te amo. Ele é seu verdadeiro pai. Não tema. Ali encontrará uma vida nova e conseguirá a felicidade que eu não pude encontrar, exceto em você.
― Mamãe, não me deixe, por favor! Suplico-lhe isso!
― Não se preocupe. Estaremos em contato ― disse enquanto a abraçava fortemente já que a menina não parecia ter consolo.
Maria sabia que precisava ser forte por sua mãe mas toda sua fortaleza se desmoronava, conforme aproximava-se o momento da separação. Aquilo enchia, por completo, a mente de uma menina de dez anos que não sabia ainda assimilar, tão rapidamente, aquele problema.
― Depressa, minha menina! ― murmurou Isabel no silêncio da noite. ― Tudo está preparado!
Maria terminara de empacotar tudo para a viagem, que sua mãe dispusera em tão pouco tempo. Mas, ainda, não podia acreditar que se separaria dela, nem em tudo o que lhe contara nos últimos dias.
― Mamãe, por favor, não quero separar-me de você! ― soluçou a pequena.
Isabel sentiu partir a alma ao ver a expressão de sua adorada menina, mas aquilo era a única solução. Não via outra, alternativa, se quisesse salvar a sua pequena de um destino similar ao que ela vivera.
― Por favor, meu anjo, tem que ser forte ― disse enquanto ajoelhava-se a sua altura e segurava-a pelos ombros, com força, para inspirar-lhe coragem. ― Já lhe expliquei isso. Seu pai arrumou-lhe um matrimônio com um francês para fortalecer suas alianças e eu não quero esse destino para você. Esse matrimônio a condenará à desgraça. Tem que fugir!
― Mas mamãe, ao menos estarei perto de você. Eu não quero separar-me de você… E se esse homem inglês do qual me falou não me quiser e me tratar igualmente como meu pai? Como pode enviar-me para tão longe sem saber? ― perguntou com medo e desespero.
Isabel sentia-se destroçada. Fazia dois dias, que, quando se informara dos planos de Dom Felipe para com sua filha, explicara a sua pequena o seu passado. Era necessária uma saída e para isso tivera que revelar-lhe, embora ela, também, estivesse muito assustada. Esperava que “seu lorde inglês” não tivesse mudado naqueles dez anos. Negava-se a pensar que tivesse mudado. Não! Não podia ser. Ele era nobre. Chegara a conhecê-lo, muito bem, naquele curto período de tempo e sua mente negava-se a reconhecer que, o homem que conquistara seu coração, não viera ajudá-la.
― Maria, minha menina! ― disse com um imenso amor nos olhos ― Ele te amará igualmente como eu te amo. Ele é seu verdadeiro pai. Não tema. Ali encontrará uma vida nova e conseguirá a felicidade que eu não pude encontrar, exceto em você.
― Mamãe, não me deixe, por favor! Suplico-lhe isso!
― Não se preocupe. Estaremos em contato ― disse enquanto a abraçava fortemente já que a menina não parecia ter consolo.
Maria sabia que precisava ser forte por sua mãe mas toda sua fortaleza se desmoronava, conforme aproximava-se o momento da separação. Aquilo enchia, por completo, a mente de uma menina de dez anos que não sabia ainda assimilar, tão rapidamente, aquele problema.
Embora mentalmente Maria tivesse mais idade, a única coisa que era capaz, enfim, de compreender, era o ódio manifestado de “seu pai” para elas. Mas era muito pedir que assimilasse em tão somente, dois dias, que seu pai não era Dom Felipe, mas um rico lorde inglês, e que precisava escapar antes de que, quem acreditara, toda a vida seu pai, entregasse-a em matrimônio a um personagem desprezível. Mas, por quê? Por simples ódio e vingança por ela e sua mãe, ou por pura avareza? Nenhuma das duas possibilidades fazia dele uma pessoa nobre ou boa. Não!
Dom Felipe era um monstro desprezível e destroçara suas vidas tanto quanto pudera. Mas a sua mãe parecia feliz pelo fato de poder “salvar a sua filha”, se é que isto seria a salvação. E ela não queria que sua mãe seguisse sofrendo assim. Assim fez força para deixar, enfim, de chorar.
― E se não conseguir encontrá-lo, mamãe? Ou se estiver morto? O que farei? ― perguntou já com a voz mais firme.
― Gabriel não pode estar morto! ― disse negando a si mesma a possibilidade de que o destino fosse tão cruel. ― O encontrará! ― disse com decisão rechaçando qualquer pensamento que turvasse aquele plano desesperado. ― Vai com todo o dinheiro que pude reunir. Se não o encontrar, me prometa que começará, como deve ser, uma nova vida. Mas não volte, minha menina. Ensinei-lhe muitas coisas para que se saia bem na vida. Teria gostado de ficar mais tempo com você… mas o destino é assim, e não quero que sofra por estar longe de mim. Amo-a muito, minha filha! ― disse já com os olhos nublados pelas lágrimas que não podia reprimir por mais tempo. ― Escreva-me assim que puder! Mas recorde-se que deve fazê-lo à casa do campo de sua avó. Não podemos nos arriscar em nada!
Isabel planejara aquela viagem, apressadamente, ante os recentes acontecimentos, mas já fazia muito tempo que pensava em afastar Maria de toda aquela farsa que era sua vida, e daquela guerra que estava desenvolvendo-se em seu país… Agora eram aliados da Inglaterra contra França.
― E se não conseguir encontrá-lo, mamãe? Ou se estiver morto? O que farei? ― perguntou já com a voz mais firme.
― Gabriel não pode estar morto! ― disse negando a si mesma a possibilidade de que o destino fosse tão cruel. ― O encontrará! ― disse com decisão rechaçando qualquer pensamento que turvasse aquele plano desesperado. ― Vai com todo o dinheiro que pude reunir. Se não o encontrar, me prometa que começará, como deve ser, uma nova vida. Mas não volte, minha menina. Ensinei-lhe muitas coisas para que se saia bem na vida. Teria gostado de ficar mais tempo com você… mas o destino é assim, e não quero que sofra por estar longe de mim. Amo-a muito, minha filha! ― disse já com os olhos nublados pelas lágrimas que não podia reprimir por mais tempo. ― Escreva-me assim que puder! Mas recorde-se que deve fazê-lo à casa do campo de sua avó. Não podemos nos arriscar em nada!
Isabel planejara aquela viagem, apressadamente, ante os recentes acontecimentos, mas já fazia muito tempo que pensava em afastar Maria de toda aquela farsa que era sua vida, e daquela guerra que estava desenvolvendo-se em seu país… Agora eram aliados da Inglaterra contra França.
Quem diria?… Muitas vezes pensou em escapar com sua filha mas sabia que Felipe as encontraria. Enviaria seu exército, se precisasse, atrás delas e junto com a descrição dela, acompanhada de uma menina lhe seria muito fácil de as encontrar. Mas se enviasse sua filha sozinha, distrairia seu marido o tempo que fosse necessário para outorgar toda a vantagem do mundo a sua menina. Além disso, agora que a Inglaterra cessara o bloqueio aos portos espanhóis, seria muito mais fácil escapar. Mas só se conseguissem chegar ao navio antes de que Felipe se desse conta. E ela se encarregaria de que não sentisse falta, durante todo o tempo que pudesse, enquanto sua filha escapava. Uma vez em alto mar, seria difícil segui-la.
Felipe não saberia se saíra ou não do país e se o deduzisse, quando desse conta, não saberia onde procurá-la.
― Senhora! ― disse a voz de Ana sussurrando do vão da porta. ― Andrés já está na carruagem nos esperando. Temos que partir antes que o Senhor se dê conta.
Ana era a ama de Maria desde o dia em que nasceu e teimou de que seria ela quem a acompanharia, naquela louca viagem, a “sua menina”. Era uma mulher gorducha, não muito alta, mas com um forte caráter. Sua rosto era gentil, com seus grandes olhos cor mel e seu comprido cabelo, castanho. Ana amava Maria, mais do que imaginava, desde o dia em que a viu nascer. Ela perdera um filho e seu marido, e não pensava que pudesse amar a ninguém mais, depois da tragédia. Mas Maria instalou-se em seu coração como se fosse sua própria filha e não a deixaria sozinha, por nada do mundo. Criara-a junto com Isabel e, tampouco, queria para a menina o destino que impunha-lhe Dom Felipe. Assim, ela se encarregaria de cuidar da pequena, naquela viagem.
― Recorde-se que a amo muito, minha filha! ― disse Isabel já com os olhos cheios de lágrimas.
― Mamãe, amo-a muito!

― Senhora! ― disse a voz de Ana sussurrando do vão da porta. ― Andrés já está na carruagem nos esperando. Temos que partir antes que o Senhor se dê conta.
Ana era a ama de Maria desde o dia em que nasceu e teimou de que seria ela quem a acompanharia, naquela louca viagem, a “sua menina”. Era uma mulher gorducha, não muito alta, mas com um forte caráter. Sua rosto era gentil, com seus grandes olhos cor mel e seu comprido cabelo, castanho. Ana amava Maria, mais do que imaginava, desde o dia em que a viu nascer. Ela perdera um filho e seu marido, e não pensava que pudesse amar a ninguém mais, depois da tragédia. Mas Maria instalou-se em seu coração como se fosse sua própria filha e não a deixaria sozinha, por nada do mundo. Criara-a junto com Isabel e, tampouco, queria para a menina o destino que impunha-lhe Dom Felipe. Assim, ela se encarregaria de cuidar da pequena, naquela viagem.
― Recorde-se que a amo muito, minha filha! ― disse Isabel já com os olhos cheios de lágrimas.
― Mamãe, amo-a muito!

18 de fevereiro de 2019
A Costureira do Duque
Felicity Dawkins tinha a moda em seu sangue.
Ela nascera acima da loja de sua mãe modista, Madame Follette’s, e foi criada entre os pedaços de seda e rendas, colhendo botões do chão e pegando linhas para as costureiras, assim que ela pôde andar e nomear as suas cores. Sua mãe, Sophie-Louise, fez dela uma aprendiz aos quinze anos, e ensinou-lhe não só como cortar e costurar um vestido que se ajustasse corretamente, mas também como coordenar cores e enfeites obtendo-se um conjunto finalizado que seja harmonioso e de bom gosto. Aos 18 anos ela se tornou uma costureira.
Capítulo um
Um reflexo brilhante cegou Selina Fontaine enquanto ela colocava alguns desenhos na janela da loja de confecções de Madame Follette’s. Ocultando parcialmente os seus olhos com a sua mão, ela olhou para descobrir o que tinha enviado aquele feixe de luz em sua direção.
Uma grande carruagem tinha parado na frente da loja. Sua porta, a três metros da janela, tinha um escudo dourado e vermelho. Os raios de sol da tarde entoou brilhantemente a gravação heráldica e o brilho ricocheteou no vidro das lamparinas pertencentes à carruagem.
Ela não esperou para ver se o cocheiro tinha passageiros. Andou a passos largos, atravessando a parte frontal da loja Follette’s que dá de frente para a rua até a porta que conduzia as salas de costura na parte de trás da loja. Uma vez lá, ela entrou em uma sala de montagem onde a sua benfeitora, Lady Giles Woodville, esperava.
— Eu estou certa de que estes serão perfeitos — disse Lady Giles, passando a mão sobre os desenhos que ela escolhera para o seu novo guarda-roupa que estavam espalhados na mesa à sua frente. — O vestido para a Coroação é muito elegante, e irrepreensível. Lady Clarice foi muito gentil em recomendar-me você. Selina rapidamente empilhou os desenhos.
— Se você vir dentre os próximos dias, eu tomarei suas medidas e nós poderemos discutir os materiais.
— Eu pensei que nós faríamos isso agora.
— Eu acredito que o seu cocheiro já chegou. Já está mais tarde do que nós pensamos. — Tinha levado a esta linda criança três horas para escolher os modelos. Selina tinha lutado com ela a cada passo do caminho para ter a certeza de que ela não escolheria os desenhos extravagantes que eram muito apelativos para ela. Ela poderia dirigir-se à sua benfeitora como Lady Giles, mas em sua mente ela ocupou-se com uma colegial chamada Edeline, tanto quanto a tutora que Lady Giles tinha, não há muito tempo.
Lady Giles, jovem, loira, bonita e mimada, hesitou entre a diversão e o aborrecimento com uma costureira que ousou interferir em sua diversão. Ela escolheu a diversão.
— A carruagem pode esperar, Sra. Fontaine. Traga-me os materiais que você recomenda para o vestido de jantar e para o vestido de corte.
— Não é a mesma carruagem que te trouxe. Foi por isso que eu pensei ...
— Ainda pode esperar. — Lady Giles parecia menos divertida.
Selina foi para trás de uma cortina em direção a uma alcova onde eles guardavam as amostras de tecidos e os enfeites provenientes das melhores lojas.
Muitos clientes preferiam visitar os comerciantes de tecidos e armazéns, mas alguns apreciavam essa conveniência. Ela escolheu rapidamente.
A todo o momento ela tentou se acalmar. Só porque o cocheiro do estado tinha chegado para a doce Edeline não significava nada. Provavelmente estava fora e veio para a cidade com outros fins, e simplesmente fez uma parada para buscar uma bela menina brincalhona antes de ir para casa.
No entanto, não era a primeira vez que ela duvidava da sua sensatez em aceitar essa encomenda. Ela tinha feito isso contra todo o seu melhor juízo. Ela só tinha concordado com isso porque a loja precisava.
Ela nascera acima da loja de sua mãe modista, Madame Follette’s, e foi criada entre os pedaços de seda e rendas, colhendo botões do chão e pegando linhas para as costureiras, assim que ela pôde andar e nomear as suas cores. Sua mãe, Sophie-Louise, fez dela uma aprendiz aos quinze anos, e ensinou-lhe não só como cortar e costurar um vestido que se ajustasse corretamente, mas também como coordenar cores e enfeites obtendo-se um conjunto finalizado que seja harmonioso e de bom gosto. Aos 18 anos ela se tornou uma costureira.
Capítulo um
Um reflexo brilhante cegou Selina Fontaine enquanto ela colocava alguns desenhos na janela da loja de confecções de Madame Follette’s. Ocultando parcialmente os seus olhos com a sua mão, ela olhou para descobrir o que tinha enviado aquele feixe de luz em sua direção.
Uma grande carruagem tinha parado na frente da loja. Sua porta, a três metros da janela, tinha um escudo dourado e vermelho. Os raios de sol da tarde entoou brilhantemente a gravação heráldica e o brilho ricocheteou no vidro das lamparinas pertencentes à carruagem.
Ela não esperou para ver se o cocheiro tinha passageiros. Andou a passos largos, atravessando a parte frontal da loja Follette’s que dá de frente para a rua até a porta que conduzia as salas de costura na parte de trás da loja. Uma vez lá, ela entrou em uma sala de montagem onde a sua benfeitora, Lady Giles Woodville, esperava.
— Eu estou certa de que estes serão perfeitos — disse Lady Giles, passando a mão sobre os desenhos que ela escolhera para o seu novo guarda-roupa que estavam espalhados na mesa à sua frente. — O vestido para a Coroação é muito elegante, e irrepreensível. Lady Clarice foi muito gentil em recomendar-me você. Selina rapidamente empilhou os desenhos.
— Se você vir dentre os próximos dias, eu tomarei suas medidas e nós poderemos discutir os materiais.
— Eu pensei que nós faríamos isso agora.
— Eu acredito que o seu cocheiro já chegou. Já está mais tarde do que nós pensamos. — Tinha levado a esta linda criança três horas para escolher os modelos. Selina tinha lutado com ela a cada passo do caminho para ter a certeza de que ela não escolheria os desenhos extravagantes que eram muito apelativos para ela. Ela poderia dirigir-se à sua benfeitora como Lady Giles, mas em sua mente ela ocupou-se com uma colegial chamada Edeline, tanto quanto a tutora que Lady Giles tinha, não há muito tempo.
Lady Giles, jovem, loira, bonita e mimada, hesitou entre a diversão e o aborrecimento com uma costureira que ousou interferir em sua diversão. Ela escolheu a diversão.
— A carruagem pode esperar, Sra. Fontaine. Traga-me os materiais que você recomenda para o vestido de jantar e para o vestido de corte.
— Não é a mesma carruagem que te trouxe. Foi por isso que eu pensei ...
— Ainda pode esperar. — Lady Giles parecia menos divertida.
Selina foi para trás de uma cortina em direção a uma alcova onde eles guardavam as amostras de tecidos e os enfeites provenientes das melhores lojas.
Muitos clientes preferiam visitar os comerciantes de tecidos e armazéns, mas alguns apreciavam essa conveniência. Ela escolheu rapidamente.
A todo o momento ela tentou se acalmar. Só porque o cocheiro do estado tinha chegado para a doce Edeline não significava nada. Provavelmente estava fora e veio para a cidade com outros fins, e simplesmente fez uma parada para buscar uma bela menina brincalhona antes de ir para casa.
No entanto, não era a primeira vez que ela duvidava da sua sensatez em aceitar essa encomenda. Ela tinha feito isso contra todo o seu melhor juízo. Ela só tinha concordado com isso porque a loja precisava.
A Cor do Amor
Capítulo Um
— Vou embora. — Delyth disse para a loja quase vazia. Apenas Selina, a outra costureira, e Alice, uma costureira aprendiz, permaneciam na sala de trabalho. — Vou levar isto comigo. — Acrescentou num tom mais baixo.
Como ninguém prestou atenção, Delyth deslizou a cópia do jornal Town Gazette na sua bolsa e saiu da loja, parando apenas para desejar a Selina uma boa noite. Sabia que deveria ter deixado o jornal para Felicity que, provavelmente, não teve oportunidade para lê-lo, mas queria mostrá-lo a Anthea. Além disso, não tinha a certeza se queria que Felicity o visse. Delyth estava mais do que animada por ter sido mencionada numa coluna tão prestigiada como O Gabinete de Aglaea, mas não era tola o suficiente para ignorar o fato de que a descrição não era totalmente elogiosa.
O destaque incomodava. Ela adorava o modelo. Tinha sido muito bemsucedida no teatro, mas veio para Londres, contra os desejos do seu pai, tinha que admitir, para fazer vestidos elegantes para a elite. Nada agradava-lhe tanto quanto manipular tecidos suntuosos, planejar silhuetas lisonjeiras, executar pontos perfeitos. Exceto talvez a cor. Ela temia que, provavelmente, o teatro exacerbou essa sua obsessão. E no fundo da sua mente espreitava a pergunta.
— O que Felicity pensaria sobre a coluna? Desde que assumiu a loja da sua mãe, Felicity Dawkins trabalhava diligentemente para aumentar os resultados, para não mencionar a renda. Ultimamente, ela parecia ainda mais desesperada para restaurar a loja à sua antiga glória e torná-la imediatamente bem-sucedida. O que preocupava Delyth.
O pensamento de voltar para o seu alojamento e discutir as suas preocupações com a sua boa amiga, com quem partilhava as acomodações, animou-a imensamente. Provavelmente ainda estava no teatro, mas quando regressasse, Anthea definitivamente teria uma opinião.
Ela sempre tinha. Delyth podia ter trocado o teatro pelo mundo mais requintado da costura, mas o seu coração permanecia com os amigos que deixou para trás, e ainda partilhava o alojamento com Anthea Drinkwater, a sua amiga mais próxima em Londres e a força motriz por trás do Teatro Thalia. A noite tinha caído quando Delyth chegou. Encontrou Anthea sentada na secretária, diante da janela.
— Está bem? — Perguntou enquanto retirava o xale e o chapéu.
— Sim. — Anthea ergueu os olhos das páginas que lia. — Porque pergunta?
— Está em casa. — Delyth assinalou enquanto colocava o chapéu no gancho junto à porta e deixava o jornal ao lado do monte de papéis de Anthea.
— Reparei nisso. — Respondeu Anthea. — É terça-feira, sabe, e pensei trabalhar em casa. Importa-se?
— Nem um pouco. — Delyth deixou cair um beijo no topo da cabeça de Anthea e passou-lhe o jornal. — O meu vestido é mencionado no Gabinete de Aglaea e não consegui esperar para mostrar-lhe.
— Roubou o jornal da sua patroa? — Anthea abriu-o e procurou a coluna da moda.
— Trouxe emprestado do trabalho. — Disse Delyth, tirando-o da sua amiga e dobrando-o na página apropriada antes de devolvê-lo.
— Aí. — Apontou. Almack brilhou de uma forma inigualável na última quarta-feira. Pelo menos, deixe-me dizer-lhe, os participantes brilharam, embora alguns brilhassem mais do que outros.
Ainda que houvesse uma representação significativa de belas jovens na sua primeira temporada, vestidas quase exclusivamente em branco (com o ocasional pastel a tender para o branco), deve ser dada atenção a Lady M. De quem, poder-se-ia ser perdoado por supor que, de alguma forma, perdeu a morada de Astley e acabou em Almack. A senhora M não só brilhou, ela cintilou, ela reluziu, ela resplandeceu! Pode-se dizer que ela flamejou. Se você se aventurou e chegou perto o suficiente para ver além da deslumbrante variedade de cores com que estava adornada, você pôde notar que, escolhas à parte, o vestido era de confecção elegante e impecável. Pode-se esperar que o criador desta extravagância seja mais criterioso nas escolhas de tecido, na sua próxima tentativa. - O Gabinete de Aglaea Conforme Anthea lia, Delyth espreitava sobre o ombro, lendo também. Sem tirar os olhos do papel, Anthea acenou com a mão.
— Pare com isso.
O Libertino de Hidden Brook
Que aparência terá um libertino?
Um "verdadeiro" libertino? É o que Vitória se pergunta depois de anos de leituras proibidas no colégio, quando descobre que junto a ela, na ancestral propriedade dos Killmore, aloja-se Jared Lennox, irmão de seu cunhado e conhecido libertino londrino.
Ferido em um duelo, o jovem está praticamente segregado em seu quarto... que mal poderia ter ir vê-lo às escondidas para dar uma olhada? O que devia ser uma pequena aventura, sem consequências, é só o início de uma série de equívocos e malentendidos que parece conduzir o casal, passo a passo, para um inexorável altar. Mas será tão desagradável para os dois a ideia de um matrimônio reparador? Sob o olhar atento da formidável tia Erinia, determinada a separar o que Deus ainda não unira se ela o considerasse inadequado, a união de Vitória e Jared seria um percurso para o recíproco entendimento, mas sobretudo, para uma crescente consciência de si mesmos. Um relato de outros tempos. Uma história de amor fora do tempo. Uma tia que todos queriam ter.
Capítulo Um
Se havia um casal que podia encarnar todas as melhores e mais nobres qualidades humanas, era o formado por Lorde e Lady Killmore. Não havia na Inglaterra casal mais unido, mais feliz, mais elegante e nobres do que eles: bastante ricos para não ter preocupações de nenhum tipo, mas não muito para aborrecer suas amizades mais próximas; belos, de uma beleza refinada, mas não exagerada.
Sobretudo podiam vangloriar-se junto aos títulos de nobreza, dos quais não possuiam grande mérito, de todas aquelas características de decoro e comportamento que os fazia estimados e apreciados em seus círculos e fora deles. Mas se um defeito se podia encontrar em ambos, era o personificado por seus respectivos irmãos.
O irmão mais novo de Lorde Killmore, na realidade, encontrava-se entre os mais conhecidos libertinos que frequentavam a alta sociedade londrina, e salvava sua própria respeitabilidade somente graças a um volumoso patrimônio, que conseguira incrementar além de qualquer expectativa, não obstante, sua tenra idade. Jared era um dos solteiros mais temidos pelas mães de jovens em idade casadoura, porque unia ao seu próprio aspecto de riqueza uma boa dose de sedução, que sabia utilizar para seus próprios benefícios malvados com uma habilidade quase diabólica.
Muitas jovens mulheres caíam em sua rede, porque além da sedução natural da qual estava dotado, suas propriedades não eram menos ricas ou atrativas: difícil ignorar que a mulher capaz de conquistá-lo conquistaria também casas, terras e posses.
Muitas tentaram, todas falharam. As mais afortunadas salvaram, ao menos, a reputação. Em Londres, entre as mães mais modernas, Jared obtivera o conhecido apelido de “demônio”.
Entre as mais tradicionalistas nem sequer era nomeado, aterradas de que, somente ao falar dele, as jovens debutantes pudessem terminar mal.
O Canalha e Eu
Série Procura-se um Príncipe
Uma balconista que se preze pode confiar em um canalha?
assistente Gabrielle Flood da gráfica Brittle ; Sons, responsável pela produção dos panfletos de Lady Justice, apenas cometeu o pior erro de sua vida, perdeu 52 tipos da prensa onde trabalha. Então, o lindo e arrojado Capitão da Marinha Real, Anthony Masinter apareceu… E tornou tudo ainda pior. E ele é a última pessoa na terra que pode ajudá-la a resolver isso. Às vezes, um desastre é exatamente o que duas pessoas precisam para se apaixonarem. Anthony Masinter, é lindo, calmo, honrado, respeitador e capitão da Marinha Real, mas possui um grave problema: ele é disléxico2 e somente sua família sabe. Fato que os levam a desprezá-lo e desejarem sua morte. Cansado dos maus tratos foge ainda garoto e assina contrato com a marinha, chegando a ter uma alta patente. Se seu segredo for descoberto ele perderá tudo. Estará ele disposto a perder o que conquistou em nome do amor?
Capítulo Um
Verão de 1821
Brittle & Sons, Impressoras de Londres
Às vezes, uma moça honesta e carinhosa nasce no infortúnio, mas, pela graça de Deus, da sorte ou do destino, acaba encontrando o caminho para sair dessas tristes circunstâncias para viver feliz para sempre. Gabrielle Flood não era, infelizmente, uma dessas moças. Do qual era a razão que com a idade de vinte e seis, apesar de um coração inclinado ao otimismo e um caráter voltado ao trabalho duro, Elle decidiu de uma vez por todas que não havia Deus no céu, e nem sorte, mas sim uma má sorte.
Quanto ao Destino, se existisse, era apenas do tipo com um globo ocular grotesco compartilhado por três velhas caducas e um par de tesouras cortantes e afiadas, como ela havia lido em um livro de mitologia antiga: do tipo impiedoso. E assim, à medida que as sombras do verão se estendiam pela sala de imprensa da Brittle & Sons, Impressoras, Elle cometeu seu primeiro crime de todos os tempos.
Não um crime, na verdade. Não precisamente. Pelo contrário, era uma má ação. Ela estava apenas tomando emprestado um certo tipo de impressão, não roubando.
É claro que se o desprezível e vingativo Jo Junior descobrisse, ele alegaria que ela havia roubado, mesmo que o Sr. Brittle Sênior e Charlie acreditassem em sua história. Mas ela e Charlie estavam caindo fora desde que pedira a seu pai que aumentasse seu salário semanal, sem sucesso. Pobre Charlie, ele era tão tímido quanto um rato da igreja. Josiah Brittle Junior era outro tipo de homem. Ele a mandaria para a prisão por isso. Mas ele nunca descobriria isso.
A família Brittle tinha ido para Bristol de férias por uma quinzena. Declarando feriado para a balconista e para os funcionários da imprensa, o Sr. Brittle havia deixado Elle para trabalhar sozinha. A loja estava essencialmente fechada, afinal, eles nunca permitiram que ela realizasse negócios na ausência deles.
“As moças não têm cabeça para isso, Gabby,” Jo Junior sempre dizia com um sorriso. Ela não teria outra chance como esta até o Natal. E o tempo tornou-se abruptamente essencial.
Desbloqueando o parafuso de ajuste vertical e às tipos3 que mantinham as centenas de peças firmemente juntas na placa quadrada, ela ergueu a alavanca da prensa. Não era um panfleto inteiro; ela não poderia levar os três placas de uma matriz daquele tamanho para a moradia dela.

Série Procura-se um Príncipe
1 - Casei com um Duque
1.5- Beijos que Ela escreveu
2 - Me Apaixonei por um Lorde
3 - Me Rendi a um Canalha
3.5- O Canalha e Eu - e ( Série O Clube do Falcão 4.5)
Uma balconista que se preze pode confiar em um canalha?
assistente Gabrielle Flood da gráfica Brittle ; Sons, responsável pela produção dos panfletos de Lady Justice, apenas cometeu o pior erro de sua vida, perdeu 52 tipos da prensa onde trabalha. Então, o lindo e arrojado Capitão da Marinha Real, Anthony Masinter apareceu… E tornou tudo ainda pior. E ele é a última pessoa na terra que pode ajudá-la a resolver isso. Às vezes, um desastre é exatamente o que duas pessoas precisam para se apaixonarem. Anthony Masinter, é lindo, calmo, honrado, respeitador e capitão da Marinha Real, mas possui um grave problema: ele é disléxico2 e somente sua família sabe. Fato que os levam a desprezá-lo e desejarem sua morte. Cansado dos maus tratos foge ainda garoto e assina contrato com a marinha, chegando a ter uma alta patente. Se seu segredo for descoberto ele perderá tudo. Estará ele disposto a perder o que conquistou em nome do amor?
Capítulo Um
Verão de 1821
Brittle & Sons, Impressoras de Londres
Às vezes, uma moça honesta e carinhosa nasce no infortúnio, mas, pela graça de Deus, da sorte ou do destino, acaba encontrando o caminho para sair dessas tristes circunstâncias para viver feliz para sempre. Gabrielle Flood não era, infelizmente, uma dessas moças. Do qual era a razão que com a idade de vinte e seis, apesar de um coração inclinado ao otimismo e um caráter voltado ao trabalho duro, Elle decidiu de uma vez por todas que não havia Deus no céu, e nem sorte, mas sim uma má sorte.
Quanto ao Destino, se existisse, era apenas do tipo com um globo ocular grotesco compartilhado por três velhas caducas e um par de tesouras cortantes e afiadas, como ela havia lido em um livro de mitologia antiga: do tipo impiedoso. E assim, à medida que as sombras do verão se estendiam pela sala de imprensa da Brittle & Sons, Impressoras, Elle cometeu seu primeiro crime de todos os tempos.
Não um crime, na verdade. Não precisamente. Pelo contrário, era uma má ação. Ela estava apenas tomando emprestado um certo tipo de impressão, não roubando.
É claro que se o desprezível e vingativo Jo Junior descobrisse, ele alegaria que ela havia roubado, mesmo que o Sr. Brittle Sênior e Charlie acreditassem em sua história. Mas ela e Charlie estavam caindo fora desde que pedira a seu pai que aumentasse seu salário semanal, sem sucesso. Pobre Charlie, ele era tão tímido quanto um rato da igreja. Josiah Brittle Junior era outro tipo de homem. Ele a mandaria para a prisão por isso. Mas ele nunca descobriria isso.
A família Brittle tinha ido para Bristol de férias por uma quinzena. Declarando feriado para a balconista e para os funcionários da imprensa, o Sr. Brittle havia deixado Elle para trabalhar sozinha. A loja estava essencialmente fechada, afinal, eles nunca permitiram que ela realizasse negócios na ausência deles.
“As moças não têm cabeça para isso, Gabby,” Jo Junior sempre dizia com um sorriso. Ela não teria outra chance como esta até o Natal. E o tempo tornou-se abruptamente essencial.
Desbloqueando o parafuso de ajuste vertical e às tipos3 que mantinham as centenas de peças firmemente juntas na placa quadrada, ela ergueu a alavanca da prensa. Não era um panfleto inteiro; ela não poderia levar os três placas de uma matriz daquele tamanho para a moradia dela.

Série Procura-se um Príncipe
1 - Casei com um Duque
1.5- Beijos que Ela escreveu
2 - Me Apaixonei por um Lorde
3 - Me Rendi a um Canalha
3.5- O Canalha e Eu - e ( Série O Clube do Falcão 4.5)
16 de fevereiro de 2019
Casando com o Marquês
Série Os Kazanov/Douglas/Irmãs Flambeau
Beijando o Marquês
Vem aqui, moça. Ross agarrou a mão dela e a guiou através das árvores que marcavam o caminho. Ele sorriu diante de seu olhar inquisitivo e a puxou para perto. Blaze sabia que ele a beijaria e ela permitiria. Ele abaixou sua cabeça lentamente, sua boca se aproximou, sua respiração se misturou com a dela. Seus lábios eram cálidos e firmes, seu beijo gentilmente persuasivo, seu convite sutil. Aceitando seu convite, Blaze pressionou-se contra ele. Ross envolveu seus braços ao redor do corpo dela, enquanto suas mãos percorriam o peito dele para entrelaçarem-se em seu pescoço. A boca dele na dela enviou deliciosos arrepios por sua espinha. Ela suspirou entregando-se àquelas novas sensações. O beijo se aprofundou, demandando uma resposta dela. Ela aceitou sua crescente paixão com igual fervor. O mundo desapareceu, a deixando sozinha no universo com apenas aquele homem...
Beijando o Marquês
Vem aqui, moça. Ross agarrou a mão dela e a guiou através das árvores que marcavam o caminho. Ele sorriu diante de seu olhar inquisitivo e a puxou para perto. Blaze sabia que ele a beijaria e ela permitiria. Ele abaixou sua cabeça lentamente, sua boca se aproximou, sua respiração se misturou com a dela. Seus lábios eram cálidos e firmes, seu beijo gentilmente persuasivo, seu convite sutil. Aceitando seu convite, Blaze pressionou-se contra ele. Ross envolveu seus braços ao redor do corpo dela, enquanto suas mãos percorriam o peito dele para entrelaçarem-se em seu pescoço. A boca dele na dela enviou deliciosos arrepios por sua espinha. Ela suspirou entregando-se àquelas novas sensações. O beijo se aprofundou, demandando uma resposta dela. Ela aceitou sua crescente paixão com igual fervor. O mundo desapareceu, a deixando sozinha no universo com apenas aquele homem...
Capítulo Um
Newmarket, Inglaterra
A duquesa estava dando-lhe preocupação. Blaze Flambeau cruzou o quarto até as janelas com vista para os jardins. Seus lábios se curvaram em relutante admiração por sua madrasta. Uma mulher determinada a alcançar seus objetivos, não muito diferente dela.
Sua Graça se recusou a aceitar que ela planejava nunca se casar, e discutir a situação com o pai dela não tinha lhe ajudado. Ele deu de ombros às suas reclamações e explicou que sua querida Roxie queria tods casados e felizes como ela. É claro que, como segunda esposa do duque, sua querida Roxie não foi abandonada em casa, enquanto seu marido gerava sete filhas com Gabrielle Flambeau, sua amante de longa data.
Blaze sabia que não se sentiria diferente uma vez que ela conhecesse – como seu pai insistia – o homem certo, seu verdadeiro amor.
O que o amor deu à sua mãe além de dores de cabeça e sete filhas? Olhando para o mundo fora de sua janela, Blaze viu os jardineiros realizando suas obrigações diárias. Ela teria que esperar para poder escapar e completar sua tarefa. Blaze inclinou-se no peitoril da janela, desejando que os jardineiros se apressassem, quando os primeiros sinais de pavor infiltraram em sua conciência. Sua madrasta convidou muitos solteiros para jantar com a familia naquela noite, e ninguém recusa um convite do Duque e da Duquesa de Inverary. Roncos vindos de sua cama atrapalharam seus pensamentos, chamando sua atenção. Puddles estava deitado no meio de sua cama com as quatro patas estendidas.
O mastim manchado parecia dormir como um bêbado. Blaze atravessou o quarto até o espelho, estudando seu reflexo, ela se perguntou como aparentaria para os cavalheiros. Deus, ela odiava suas sardas e seu cabelo vermelho que acentuava os pontos salpicados através do septo nasal.
Corar diminuía as pequenas falhas, mas ela não podia corar cada minuto de cada dia pelo resto de sua vida. Se ela apenas tivesse herdado os cabelos negros e a aparência impecável dos Flambeau. Uma ancestral escocesa – tia Bedélia Campbell, seu pai disse – lhe presenteara com o rebelde cabelo vermelho e as sardas através do tempo-espaço diretamente para ela, fazendo dela o peixe fora d’água da família.
A beleza clássica dos Flambeau atingiu até sua irmã gêmea, que não se parecia em nada com ela. Que homem proporia casamento a uma macaca ruiva e sardenta? Blaze se perguntou.
Um homem cego, foi sua resposta honesta, ou um homem desejando uma conexão próxima ao influente Duque de Inverary. Ela supôs que suas sardas não importavam, todavia.
Atrair um marido não estava em sua lista de prioridades. Ganhar as corridas de puros-sangues da temporada lhe dariam o dinheiro para alcançar seu objetivo. Ou, pelo menos, colocar seu plano em ação. Ainda assim...
Newmarket, Inglaterra
A duquesa estava dando-lhe preocupação. Blaze Flambeau cruzou o quarto até as janelas com vista para os jardins. Seus lábios se curvaram em relutante admiração por sua madrasta. Uma mulher determinada a alcançar seus objetivos, não muito diferente dela.
Sua Graça se recusou a aceitar que ela planejava nunca se casar, e discutir a situação com o pai dela não tinha lhe ajudado. Ele deu de ombros às suas reclamações e explicou que sua querida Roxie queria tods casados e felizes como ela. É claro que, como segunda esposa do duque, sua querida Roxie não foi abandonada em casa, enquanto seu marido gerava sete filhas com Gabrielle Flambeau, sua amante de longa data.
Blaze sabia que não se sentiria diferente uma vez que ela conhecesse – como seu pai insistia – o homem certo, seu verdadeiro amor.
O que o amor deu à sua mãe além de dores de cabeça e sete filhas? Olhando para o mundo fora de sua janela, Blaze viu os jardineiros realizando suas obrigações diárias. Ela teria que esperar para poder escapar e completar sua tarefa. Blaze inclinou-se no peitoril da janela, desejando que os jardineiros se apressassem, quando os primeiros sinais de pavor infiltraram em sua conciência. Sua madrasta convidou muitos solteiros para jantar com a familia naquela noite, e ninguém recusa um convite do Duque e da Duquesa de Inverary. Roncos vindos de sua cama atrapalharam seus pensamentos, chamando sua atenção. Puddles estava deitado no meio de sua cama com as quatro patas estendidas.
O mastim manchado parecia dormir como um bêbado. Blaze atravessou o quarto até o espelho, estudando seu reflexo, ela se perguntou como aparentaria para os cavalheiros. Deus, ela odiava suas sardas e seu cabelo vermelho que acentuava os pontos salpicados através do septo nasal.
Corar diminuía as pequenas falhas, mas ela não podia corar cada minuto de cada dia pelo resto de sua vida. Se ela apenas tivesse herdado os cabelos negros e a aparência impecável dos Flambeau. Uma ancestral escocesa – tia Bedélia Campbell, seu pai disse – lhe presenteara com o rebelde cabelo vermelho e as sardas através do tempo-espaço diretamente para ela, fazendo dela o peixe fora d’água da família.
A beleza clássica dos Flambeau atingiu até sua irmã gêmea, que não se parecia em nada com ela. Que homem proporia casamento a uma macaca ruiva e sardenta? Blaze se perguntou.
Um homem cego, foi sua resposta honesta, ou um homem desejando uma conexão próxima ao influente Duque de Inverary. Ela supôs que suas sardas não importavam, todavia.
Atrair um marido não estava em sua lista de prioridades. Ganhar as corridas de puros-sangues da temporada lhe dariam o dinheiro para alcançar seu objetivo. Ou, pelo menos, colocar seu plano em ação. Ainda assim...
Série Os Kazanov/Douglas/Irmãs Flambeau
1 - Angelica O Anjo Sedutor
2 - O Charme do Príncipe
3 - Minha Adorável Condessa
4 - Em Teus Braços
5 - Príncipe dos Sonhos
6 - Príncipe dos Desejos
7 - Um Príncipe Irresistível
8 - Seduzindo o Príncipe
9 - Casando com o Marquês
Série concluída
1 - Angelica O Anjo Sedutor
2 - O Charme do Príncipe
3 - Minha Adorável Condessa
4 - Em Teus Braços
5 - Príncipe dos Sonhos
6 - Príncipe dos Desejos
7 - Um Príncipe Irresistível
8 - Seduzindo o Príncipe
9 - Casando com o Marquês
Série concluída
13 de fevereiro de 2019
A Parteira
Série Crônicas do Relógio de Bolso
Pode uma mulher independente do século XXI encontrar seu verdadeiro destino, na Escócia do século XIII?
A pedido de seu pai, Cade MacKenzie implora um favor de Lord Macrae - Lady MacKenzie precisa desesperadamente da renomada parteira Macrae.
Lord Macrae não tem intenção de enviar a melhor de seu clã, mas envia Elsie, uma jovem mulher com pouca experiência, como a parteira que procuram.
Mas o destino - na forma de uma misteriosa mulher mais velha e um extraordinário relógio de bolso - entram em cena. Elizabeth Quinn, obstetra desiludida, é transportada para o século XIII. Ela trocou de alma com Elsie, como a velha disse que faria, mas outras coisas não acontecem como o esperado. Talvez o mais inesperado tenha sido se apaixonar por Cade MacKenzie.
Capítulo Um
Castelo Carraigile - Os Western Highlands
Domingo 05 de fevereiro de 1279
A esposa de Angus MacKenzie ficou estranhamente quieta e tensa durante várias semanas. Ele sabia que algo a incomodava. Ele havia perguntado várias vezes e ela tinha dado uma desculpa ou outra. Ele odiava pressioná-la, mas vê-la chateada sempre fez seu coração doer. Quando eles se retiraram para a sua câmara, naquela noite, tentou mais uma vez.
— Wynda, meu amor, você parece estar fora de si por um bom tempo agora, e isso só está piorando. Por favor, me diga o que está lhe incomodando.
Ela tremeu e começou a chorar, as palavras dele pareciam quebrar a frágil influência que ela tinha em suas emoções. Ele a tomou em seus braços,
— Querida, por favor, não chore. Diga-me o que tem lhe angustiado.
Ela recuperou o controle suficiente para dizer:
— Eu-eu-estou grávida — antes de soluçar novamente.
Seu coração caiu. Ele a ergueu em seus braços levou-a para uma cadeira perto da lareira, onde se sentou, segurando-a enquanto ela chorava.
Não era que eles não quisessem um filho - ele não queria mais nada. Mas nos treze anos desde que haviam se casado, Wynda engravidara quatro vezes; cada vez o filho chegava cedo demais. Somente o primeiro - um garotinho, nascido no sétimo mês - já respirava. Seu filho precioso, viveu apenas algumas horas.
Suas esperanças aumentaram a cada gravidez, apenas para serem destruídas toda vez que um bebê se perdesse. Ele sabia que ela amava e queria este tanto quanto ela aos outros, mas o medo de enfrentar essa perda esmagadora novamente a dominou.
Quando suas lágrimas diminuíram, ele limpou a umidade de suas bochechas.
— Eu sei que você está com medo. Eu também. Mas, minha querida, devemos manter a esperança. Uma batalha é perdida se nunca se entra.
— Eu não acho que posso viver com a perda de outro. — Sua voz era quase um sussurro.
Ele não tinha certeza se poderia viver com isso também, mas ele disse:
— Certamente você pode. Você é mais corajosa e mais forte do que qualquer mulher que eu já conheci. Vamos rezar fervorosamente para que desta vez seja diferente.
Angus prometeu silenciosamente fazer qualquer coisa em seu poder para ter certeza de que iria.
Na tarde seguinte Angus estava sentado em seu solar, considerando suas opções. Seus pensamentos foram interrompidos por uma batida na porta.
— Entre — ele chamou.
Cade, seu filho por sua primeira esposa e seu único filho vivo, entrou. Cade era um guerreiro realizado e um líder forte e respeitado. Sua capacidade de ler e controlar qualquer situação era notável. No entanto, ele gostava de mulheres, beber e lutar com espadas - nessa ordem - e ocasionalmente era um pouco arrogante demais para seu próprio bem.
— Mandou me chamar, Da?
— Sim, entre e sente-se.
— Entre e sente-se? O que eu fiz agora?
— Pela primeira vez, nada. Eu preciso que você faça algo por mim.
— Ah ... bem, então, diga-me a missão, — disse Cade enquanto ele se esparramava em uma cadeira em frente ao seu pai.
— Wynda está esperando novamente.
Cade ficou sério, sentando-se reto. — Mesmo? Como ela está?
— Fisicamente ela está bem, mas ela também está apavorada, como pode imaginar.
— Eu não tenho dúvidas. Sinto muito, Da. Espero que este ... bem, eu espero que tudo acabe bem.
Angus reconheceu a preocupação sincera de seu filho com um aceno de cabeça.
— Eu também faço e quero fazer tudo o que puder para ver o que acontece. Recentemente ouvi falar de uma parteira particularmente qualificada. Há uma chance dela saber algo que vai ajudar.
Cade se inclinou para frente.
— Mesmo? Isso é maravilhoso. Onde ela está?
— Bem, esse é o problema, ela é uma Macrae.
Seu filho franziu a testa.
— Eu acho que poderia ser pior. Não estamos brigando abertamente com eles.
— Não, mas sempre houve tensão entre nossos clãs.
— Então, você quer que eu vá para o Lord Macrae e peça a ele para lhe enviar esta parteira louvada?
— Não, eu quero que você cuide das coisas aqui. Eu pretendo ir perguntar.
Cade sacudiu a cabeça.
— Da, não pode fazer isso. Você não pode simplesmente ir até os portões do Castelo Macrae sem ser convidado. Eles podem matá-lo antes que você possa dizer a eles por que veio.

Pode uma mulher independente do século XXI encontrar seu verdadeiro destino, na Escócia do século XIII?
A pedido de seu pai, Cade MacKenzie implora um favor de Lord Macrae - Lady MacKenzie precisa desesperadamente da renomada parteira Macrae.
Lord Macrae não tem intenção de enviar a melhor de seu clã, mas envia Elsie, uma jovem mulher com pouca experiência, como a parteira que procuram.
Mas o destino - na forma de uma misteriosa mulher mais velha e um extraordinário relógio de bolso - entram em cena. Elizabeth Quinn, obstetra desiludida, é transportada para o século XIII. Ela trocou de alma com Elsie, como a velha disse que faria, mas outras coisas não acontecem como o esperado. Talvez o mais inesperado tenha sido se apaixonar por Cade MacKenzie.
Capítulo Um
Castelo Carraigile - Os Western Highlands
Domingo 05 de fevereiro de 1279
A esposa de Angus MacKenzie ficou estranhamente quieta e tensa durante várias semanas. Ele sabia que algo a incomodava. Ele havia perguntado várias vezes e ela tinha dado uma desculpa ou outra. Ele odiava pressioná-la, mas vê-la chateada sempre fez seu coração doer. Quando eles se retiraram para a sua câmara, naquela noite, tentou mais uma vez.
— Wynda, meu amor, você parece estar fora de si por um bom tempo agora, e isso só está piorando. Por favor, me diga o que está lhe incomodando.
Ela tremeu e começou a chorar, as palavras dele pareciam quebrar a frágil influência que ela tinha em suas emoções. Ele a tomou em seus braços,
— Querida, por favor, não chore. Diga-me o que tem lhe angustiado.
Ela recuperou o controle suficiente para dizer:
— Eu-eu-estou grávida — antes de soluçar novamente.
Seu coração caiu. Ele a ergueu em seus braços levou-a para uma cadeira perto da lareira, onde se sentou, segurando-a enquanto ela chorava.
Não era que eles não quisessem um filho - ele não queria mais nada. Mas nos treze anos desde que haviam se casado, Wynda engravidara quatro vezes; cada vez o filho chegava cedo demais. Somente o primeiro - um garotinho, nascido no sétimo mês - já respirava. Seu filho precioso, viveu apenas algumas horas.
Suas esperanças aumentaram a cada gravidez, apenas para serem destruídas toda vez que um bebê se perdesse. Ele sabia que ela amava e queria este tanto quanto ela aos outros, mas o medo de enfrentar essa perda esmagadora novamente a dominou.
Quando suas lágrimas diminuíram, ele limpou a umidade de suas bochechas.
— Eu sei que você está com medo. Eu também. Mas, minha querida, devemos manter a esperança. Uma batalha é perdida se nunca se entra.
— Eu não acho que posso viver com a perda de outro. — Sua voz era quase um sussurro.
Ele não tinha certeza se poderia viver com isso também, mas ele disse:
— Certamente você pode. Você é mais corajosa e mais forte do que qualquer mulher que eu já conheci. Vamos rezar fervorosamente para que desta vez seja diferente.
Angus prometeu silenciosamente fazer qualquer coisa em seu poder para ter certeza de que iria.
Na tarde seguinte Angus estava sentado em seu solar, considerando suas opções. Seus pensamentos foram interrompidos por uma batida na porta.
— Entre — ele chamou.
Cade, seu filho por sua primeira esposa e seu único filho vivo, entrou. Cade era um guerreiro realizado e um líder forte e respeitado. Sua capacidade de ler e controlar qualquer situação era notável. No entanto, ele gostava de mulheres, beber e lutar com espadas - nessa ordem - e ocasionalmente era um pouco arrogante demais para seu próprio bem.
— Mandou me chamar, Da?
— Sim, entre e sente-se.
— Entre e sente-se? O que eu fiz agora?
— Pela primeira vez, nada. Eu preciso que você faça algo por mim.
— Ah ... bem, então, diga-me a missão, — disse Cade enquanto ele se esparramava em uma cadeira em frente ao seu pai.
— Wynda está esperando novamente.
Cade ficou sério, sentando-se reto. — Mesmo? Como ela está?
— Fisicamente ela está bem, mas ela também está apavorada, como pode imaginar.
— Eu não tenho dúvidas. Sinto muito, Da. Espero que este ... bem, eu espero que tudo acabe bem.
Angus reconheceu a preocupação sincera de seu filho com um aceno de cabeça.
— Eu também faço e quero fazer tudo o que puder para ver o que acontece. Recentemente ouvi falar de uma parteira particularmente qualificada. Há uma chance dela saber algo que vai ajudar.
Cade se inclinou para frente.
— Mesmo? Isso é maravilhoso. Onde ela está?
— Bem, esse é o problema, ela é uma Macrae.
Seu filho franziu a testa.
— Eu acho que poderia ser pior. Não estamos brigando abertamente com eles.
— Não, mas sempre houve tensão entre nossos clãs.
— Então, você quer que eu vá para o Lord Macrae e peça a ele para lhe enviar esta parteira louvada?
— Não, eu quero que você cuide das coisas aqui. Eu pretendo ir perguntar.
Cade sacudiu a cabeça.
— Da, não pode fazer isso. Você não pode simplesmente ir até os portões do Castelo Macrae sem ser convidado. Eles podem matá-lo antes que você possa dizer a eles por que veio.

Série Crônicas do Relógio de Bolso
1 - O Relógio de Bolso
2- A Parteira
3- Assim que te encontrar novamente
1 - O Relógio de Bolso
2- A Parteira
3- Assim que te encontrar novamente
12 de fevereiro de 2019
Uma Duquesa Inapropriada
Antologia Dançando nos braços do Duque
O duque Stoke Teversault tem a reputação de ser um calculista de sangue frio.
Na verdade, a recém-enviuvada Georgina Lark não tem ideia de que ele a ama desde sempre, mesmo antes do seu falecido marido a desposar.
E para Stoke Teversault isso significa continuar assim. O duque frio e proibido e a alegre e aberta Georgina não poderiam ser mais inadequados um para o outro. E, no entanto, quando Georgina e sua irmã chegam a sua casa, seu coração gelado começa a derreter. Georgina Lark nunca pensou no Duque Stoke Teversault como um homem capaz de induzir paixão em qualquer uma. Ele há muito a desaprovava, mas ficou eternamente grata por sua ajuda depois de seu marido morrer. Fazia um ano que percebera que ele não era o homem que pensava. Ela poderia convencêlo a lhe abrir seu coração?
Capítulo Um
Teversault, The Dukeries, Nottinghamshire, Inglaterra.
Julho de 1819
A Capacidade de Stoke em incutir o terror aos meros mortais era um talento muito útil para não o manter. Cinco passos no salão Grand Falcon, assim chamado por causa dos pássaros homônimos esculpidos nas molduras, e um bolsão de silêncio se formou ao seu redor.
Ficou imóvel, procurando por seu irmão, porque certamente ficaria com William. Embora tivesse 1,83 cm altura, Stoke não se considerava alto por que seu irmão tinha 1,98 de corajosa masculinidade. Um crédito para a linha Besett.
Nenhum dos estranhos aqui, e havia muitos, até agora adivinhou que ele era um Besett. O Besett. No que diz respeito aos olhares, Stoke estava à beira de não ser atraente, fato de que ele estava bem ciente. Os Besett, tanto do sexo masculino quanto feminino, tinham ou olhos escuros e falconianos ou olhos azuis e leoninos. Ele era o Besett enérgico. William era o leonino.
William era amado por sua inteligência e humor e maneiras fáceis. Stoke era temido por todos. Lá do outro lado da sala, enquanto se dirigia até o irmão, todos os observadores entre seus convidados se afastaram do caminho. Esta reação acontecia a tanto tempo que não percebia que era algo incomum.
No entanto, o salão estava lotado o suficiente para que caminhar em linha reta não fosse possível. Ele caminhou com força, impulsionando seu corpo magro e musculoso através do espaço, como se uma corrente de ar o carregasse e ninguém mais, um falcão Besett passando entre pavões em direção a um leão Besett. Chegou até eles em pouco tempo, mas parou alguns passos de onde William realizava a sua corte. As irmãs Hunter estavam uma de cada lado do seu irmão.
As mulheres eram irmãs mais novas de um protegido de Stoke, atualmente em Paris e adido da embaixada britânica de lá. Ele queria refrear o indesejável pulsar do seu corpo à vista da Mrs. Lark. Não havia sentido nisso. Ela nunca o temeu, mas ele não conseguiu diminuir a distância entre eles.
hábito, era um homem que observava de longe, que tinha que ter uma visão do problema antes de mergulhar para agarrar com garras metafóricas a solução necessária.
não agia até estar certo. William viu sua presa e se atirava. Um minuto depois, sua presa era um amigo do peito. Mrs. Lark era rápida, generosa e sempre acreditava no melhor de todos.
Como William, ela se atirava nas amizades sem hesitação. Ele passou muito tempo observando-a, entendendo-a. Suas cautelas e prudência, no que diz respeito à antiga Miss Hunter, revelaram-se fatais para suas esperanças, pois ela dançou alegremente para fora de sua visão e para os braços de outro homem. Esta era sua primeira visita a Teversault apesar de todo tempo que suas famílias se conheciam.
Ele a viu pela última vez há um ano em uma das reuniões em Hopewell-on-Lyft, embora não tivesse dançado com ela, por ainda estar de luto.
Eles mal falaram e por que deveriam? Ele não tinha capacidade para se tornar o tipo de homem que se adequaria a ela. A dor já não sombreava seus olhos, e ela recuperou algum, embora não o suficiente em sua opinião, do peso que perdera.
Ela sempre foi uma mulher bem disposta que se parecia muito com seu irmão mais velho, e então era exuberante.
2- Uma Duquesa Inapropriada
O duque Stoke Teversault tem a reputação de ser um calculista de sangue frio.
Na verdade, a recém-enviuvada Georgina Lark não tem ideia de que ele a ama desde sempre, mesmo antes do seu falecido marido a desposar.
E para Stoke Teversault isso significa continuar assim. O duque frio e proibido e a alegre e aberta Georgina não poderiam ser mais inadequados um para o outro. E, no entanto, quando Georgina e sua irmã chegam a sua casa, seu coração gelado começa a derreter. Georgina Lark nunca pensou no Duque Stoke Teversault como um homem capaz de induzir paixão em qualquer uma. Ele há muito a desaprovava, mas ficou eternamente grata por sua ajuda depois de seu marido morrer. Fazia um ano que percebera que ele não era o homem que pensava. Ela poderia convencêlo a lhe abrir seu coração?
Capítulo Um
Teversault, The Dukeries, Nottinghamshire, Inglaterra.
Julho de 1819
A Capacidade de Stoke em incutir o terror aos meros mortais era um talento muito útil para não o manter. Cinco passos no salão Grand Falcon, assim chamado por causa dos pássaros homônimos esculpidos nas molduras, e um bolsão de silêncio se formou ao seu redor.
Ficou imóvel, procurando por seu irmão, porque certamente ficaria com William. Embora tivesse 1,83 cm altura, Stoke não se considerava alto por que seu irmão tinha 1,98 de corajosa masculinidade. Um crédito para a linha Besett.
Nenhum dos estranhos aqui, e havia muitos, até agora adivinhou que ele era um Besett. O Besett. No que diz respeito aos olhares, Stoke estava à beira de não ser atraente, fato de que ele estava bem ciente. Os Besett, tanto do sexo masculino quanto feminino, tinham ou olhos escuros e falconianos ou olhos azuis e leoninos. Ele era o Besett enérgico. William era o leonino.
William era amado por sua inteligência e humor e maneiras fáceis. Stoke era temido por todos. Lá do outro lado da sala, enquanto se dirigia até o irmão, todos os observadores entre seus convidados se afastaram do caminho. Esta reação acontecia a tanto tempo que não percebia que era algo incomum.
No entanto, o salão estava lotado o suficiente para que caminhar em linha reta não fosse possível. Ele caminhou com força, impulsionando seu corpo magro e musculoso através do espaço, como se uma corrente de ar o carregasse e ninguém mais, um falcão Besett passando entre pavões em direção a um leão Besett. Chegou até eles em pouco tempo, mas parou alguns passos de onde William realizava a sua corte. As irmãs Hunter estavam uma de cada lado do seu irmão.
As mulheres eram irmãs mais novas de um protegido de Stoke, atualmente em Paris e adido da embaixada britânica de lá. Ele queria refrear o indesejável pulsar do seu corpo à vista da Mrs. Lark. Não havia sentido nisso. Ela nunca o temeu, mas ele não conseguiu diminuir a distância entre eles.
hábito, era um homem que observava de longe, que tinha que ter uma visão do problema antes de mergulhar para agarrar com garras metafóricas a solução necessária.
não agia até estar certo. William viu sua presa e se atirava. Um minuto depois, sua presa era um amigo do peito. Mrs. Lark era rápida, generosa e sempre acreditava no melhor de todos.
Como William, ela se atirava nas amizades sem hesitação. Ele passou muito tempo observando-a, entendendo-a. Suas cautelas e prudência, no que diz respeito à antiga Miss Hunter, revelaram-se fatais para suas esperanças, pois ela dançou alegremente para fora de sua visão e para os braços de outro homem. Esta era sua primeira visita a Teversault apesar de todo tempo que suas famílias se conheciam.
Ele a viu pela última vez há um ano em uma das reuniões em Hopewell-on-Lyft, embora não tivesse dançado com ela, por ainda estar de luto.
Eles mal falaram e por que deveriam? Ele não tinha capacidade para se tornar o tipo de homem que se adequaria a ela. A dor já não sombreava seus olhos, e ela recuperou algum, embora não o suficiente em sua opinião, do peso que perdera.
Ela sempre foi uma mulher bem disposta que se parecia muito com seu irmão mais velho, e então era exuberante.
Antologia Dançando nos braços do Duque
1- O Escândalo da Duquesa2- Uma Duquesa Inapropriada
O singular Mr.Sinclair
Lorde e Lady Chatham foram abençoados com cinco filhos e apenas uma filha.
Mas quando se trata de Caroline, é mais que suficiente ... Caroline está prestes a embarcar em sua terceira temporada, e seus pais temem que ela fique permanentemente na prateleira se ela não conseguir um partido desta vez.
Infelizmente para eles, é precisamente isso que Caroline quer! Curiosa e aventureira, Caroline anseia por uma vida de viagens, excitação e talvez até um pouco de perigo.
Se ela apenas puder permanecer solteira até completar vinte e um anos, Caroline herdará o legado de sua avó e ganhará sua liberdade. Não é uma quantia impressionante, mas é o suficiente para financiar seus sonhos sem a permissão do marido.
Ela tem seu futuro planejado - até que Lawrence Sinclair apareça em cena.
Intenso, intrigante e bonito, o homem lembra Caroline de um leão enjaulado. De fato, quanto mais ela sabe dele, mais perguntas ela tem.
E quando ela descobre o quão perigoso ele realmente é, ele pode se tornar seu novo fascínio - aquele que ela não pode resistir.
Capítulo Um
Existe uma visão mais fascinante em todo o mundo do que o nascer do sol sobre um mar desconhecido?
- Diário de Lady Caroline Lovell, única filha do conde de Chatham, que nunca em sua vida pôs os pés em uma embarcação maior que um barco a remo.
Londres, os idos de março de 1818
—E então, porque Lorde Ware chegou atrasado... — disse Horatia Englewood, fazendo uma pausa para o efeito —Lady Jersey ordenou que ele se retirasse das instalações imediatamente. — Quando essa informação foi recebida com um suspiro chocado de Frederica Tilbury, Horatia acrescentou: —Educadamente, é claro. —
O fôlego de um pequeno escândalo foi quase o suficiente para tirar Caroline da janela da sala de visitas e voltar para o padrão de fofoca de suas amigas. Mas havia tantas carruagens passando pela casa de sua família na praça St. James, que ela não conseguia desviar o olhar. Era delicioso demais imaginar onde eles poderiam estar indo.
Decididamente, a maioria dos viajantes estavam destinados a salões como os dela, onde as delícias seriam oferecidas, tanto na forma de petit fours quanto em petiscos suculentos disponíveis aos
montes. Era a hora do dia reservada para as chamadas, afinal de contas, e a Sociedade Educada vivia para ver e ser vista.
Mas certamente algumas das carruagens rolavam para o cais. E talvez alguns poucos afortunados passageiros embarcariam em navios.
Em direção a Zanzibar ou Madagascar ou...

Série A Casa de Lovell
1- O singular Mr.Sinclair
Mas quando se trata de Caroline, é mais que suficiente ... Caroline está prestes a embarcar em sua terceira temporada, e seus pais temem que ela fique permanentemente na prateleira se ela não conseguir um partido desta vez.
Infelizmente para eles, é precisamente isso que Caroline quer! Curiosa e aventureira, Caroline anseia por uma vida de viagens, excitação e talvez até um pouco de perigo.
Se ela apenas puder permanecer solteira até completar vinte e um anos, Caroline herdará o legado de sua avó e ganhará sua liberdade. Não é uma quantia impressionante, mas é o suficiente para financiar seus sonhos sem a permissão do marido.
Ela tem seu futuro planejado - até que Lawrence Sinclair apareça em cena.
Intenso, intrigante e bonito, o homem lembra Caroline de um leão enjaulado. De fato, quanto mais ela sabe dele, mais perguntas ela tem.
E quando ela descobre o quão perigoso ele realmente é, ele pode se tornar seu novo fascínio - aquele que ela não pode resistir.
Capítulo Um
Existe uma visão mais fascinante em todo o mundo do que o nascer do sol sobre um mar desconhecido?
- Diário de Lady Caroline Lovell, única filha do conde de Chatham, que nunca em sua vida pôs os pés em uma embarcação maior que um barco a remo.
Londres, os idos de março de 1818
—E então, porque Lorde Ware chegou atrasado... — disse Horatia Englewood, fazendo uma pausa para o efeito —Lady Jersey ordenou que ele se retirasse das instalações imediatamente. — Quando essa informação foi recebida com um suspiro chocado de Frederica Tilbury, Horatia acrescentou: —Educadamente, é claro. —
O fôlego de um pequeno escândalo foi quase o suficiente para tirar Caroline da janela da sala de visitas e voltar para o padrão de fofoca de suas amigas. Mas havia tantas carruagens passando pela casa de sua família na praça St. James, que ela não conseguia desviar o olhar. Era delicioso demais imaginar onde eles poderiam estar indo.
Decididamente, a maioria dos viajantes estavam destinados a salões como os dela, onde as delícias seriam oferecidas, tanto na forma de petit fours quanto em petiscos suculentos disponíveis aos
montes. Era a hora do dia reservada para as chamadas, afinal de contas, e a Sociedade Educada vivia para ver e ser vista.
Mas certamente algumas das carruagens rolavam para o cais. E talvez alguns poucos afortunados passageiros embarcariam em navios.
Em direção a Zanzibar ou Madagascar ou...

Série A Casa de Lovell
1- O singular Mr.Sinclair
6 de fevereiro de 2019
Atentamente Seu
Quando Eleanor Bradford conheceu Nicholas Brame, conde de Wiltshire, no baile de sua amiga Mary Beth Benning, as primeiras palavras que vieram à sua mente foram: presunçoso, atraente, libertino, irresistível.
Sua amiga a tinha prevenido de homens como ele, e a fama do conde lhe precedia aonde fosse. Depois da morte de seu pai e de ter que assumir o comando de sua família, a última coisa que Eleanor queria era arruinar sua temporada de apresentação com os galanteios desse tipo de homem. Mas, seria capaz de fazê-lo? Quando Nicholas Brame viu Eleanor Bradford entrar no baile que a família Benning oferecia, soube que a convidaria para a pista de dança na primeira oportunidade e, enquanto dançava com ela, as primeiras palavras que vieram à sua mente foram: mimada, linda, rebelde, irresistível.
Apesar de seus trinta anos, Nicholas não queria nada com jovenzinhas casadoiras e, em especial, nada com Eleanor. Mas, seria capaz de esquecê-la?
Um fim de semana compartilhado no campo faz os dois se conhecerem melhor e compartilharem seus segredos e sofrimentos mais íntimos, o que os levará a pensar em aprofundar esse vínculo.
No entanto, o marquês de Lavillée, novo marido da mãe de Eleanor, tem outros planos para ela: casá-la com seu sobrinho na França, para assim se apoderar de sua fortuna. Obrigará ela, com uma feroz ameaça, a desprezar o homem que ama e partir para Paris.
Um ano e meio depois, após a morte de sua família e ainda solteira, Eleanor regressará a Londres, onde sofrerá o desprezo de Nicholas. Apesar de tudo, o destino parece guardar um último trunfo e fará com que, para salvaguardar sua honra, eles devam se casar.
"Um matrimônio por conveniência" será o acordo. Mas, algum dos dois acreditará nessa mentira?
Capítulo Um
Londres, setembro de 1833.
― Gail, por favor, apresse-se.
Eleanor Bradford estava sentada em frente ao espelho, enquanto sua criada terminava seu penteado, um coque digno de uma princesa, com uns cachos soltos que se penduravam e emolduravam seu rosto e assim acentuavam, ainda mais, seus lindos e grandes olhos verdes.
― Garota ingrata, se não fosse porque te conheço desde que usava fraldas e porque te amo como uma filha, colocar-te-ia sobre meus joelhos.
Eleanor sorriu ante a reprimenda de Gail. A verdade era que a amava como se fosse sua segunda mãe. Estivera ao seu lado desde bem pequena. Sua mãe com frequência a censurava pela liberdade e total confiança com que deixava que a tratasse; mas ela não podia imaginar sua relação com Gail de outra maneira. A velha criada a queria como sua filha; assim lhe havia dito mais de uma vez, e o havia demostrado quando mais necessitara.
Podia se recordar quando o médico havia comunicado aos seus pais que seu irmão seria uma daquelas crianças especiais que nunca deixavam de ser crianças. Se fechasse os
Atentamente seu - Josephine Lys
olhos, ainda podia ver a cara de tristeza de seu pai, um homem sempre alegre e jovial, e a desolação que entristeceu o semblante de sua mãe, enquanto tentava a duras penas conter as lágrimas. Aquilo, sem dúvida, afetou seus pais como nunca antes nada havia feito.
Dedicaram-se a Henry por completo, numa tentativa desesperada de demonstrar que o médico se equivocara. E, naqueles momentos, Gail sempre estava com um meio sorriso que a fazia sentir-se tão especial, que lhe transmitia a sensação de que tudo ficaria bem. Se sua mãe soubesse o tempo que passara na cozinha ajudando a criada a preparar deliciosos doces, e as vezes que tinham ficado totalmente sujas de farinha, teria gritado até as ensurdecer.
Ao olhar no espelho e ver seu reflexo, não pôde evitar lembrar-se de seu pai. Quando era pequena, todo mundo lhe dizia que se parecia com ele; e não só no físico, com olhos de cor esmeralda e cabelo tão preto como uma noite sem lua, mas também no caráter aprazível e tranquilo.
Sua morte inesperada, em um acidente enquanto montava a cavalo, significava o antes e o depois na vida de toda a família. Sua mãe se encerrara em si mesma, consumida pela dor, afastada da vida real, trancada entre as quatro paredes de seu quarto, sem querer saber mais do que as lembranças que ficaram.
Dessa maneira, Eleanor, com tão somente dezesseis anos e depois de ter perdido seu pai para sempre, decidiu encarregar-se da casa. Teve que mostrar a serenidade e a maturidade que nem sequer sabia que tinha.
Tomou as rédeas da casa, pôs em dia a contabilidade, cumpriu com os pagamentos pendentes, responsabilizou-se por seu irmão e mais uma infinidade de tarefas que a faziam cair rendida de cansaço ao final do dia. Somente na privacidade de seu quarto se permitia voltar a ter dezesseis anos e era capaz de expressar sua dor, quando encontrava ao seu lado, de novo, Gail, com suas doces palavras e seus braços, entre os quais se permitia chorar em busca de conforto e alívio. Já se passaram três anos de tudo isso e, em todo esse tempo, a dinâmica de suas vidas havia mudado.
― Gail, não pode ameaçar-me assim, já não sou nenhuma menininha. – Disse-lhe Ellie com um sorriso nos lábios.
Ellie era o diminutivo pelo qual costumava ser chamada por seu pai, e Gail era uma das pessoas que continuavam usando aquele apelido carinhoso.
― Como continua a mover-se assim, sem me deixar terminar este maldito penteado, verás se cumpro minha ameaça ou não.
― Não faz diferença que capriche, Gail, já sabe que não quero chamar atenção de nenhum cavalheiro. Ainda não.
Eleanor queria aproveitar um pouco de tudo aquilo: bailes, amigas e, o mais importante, uma maior liberdade. Durante três anos, havia sido a mãe de Henry, a senhora da casa, e nesse momento não queria tão cedo passar a ser “a esposa de”.
― Mas o que diz, menina!

Sua amiga a tinha prevenido de homens como ele, e a fama do conde lhe precedia aonde fosse. Depois da morte de seu pai e de ter que assumir o comando de sua família, a última coisa que Eleanor queria era arruinar sua temporada de apresentação com os galanteios desse tipo de homem. Mas, seria capaz de fazê-lo? Quando Nicholas Brame viu Eleanor Bradford entrar no baile que a família Benning oferecia, soube que a convidaria para a pista de dança na primeira oportunidade e, enquanto dançava com ela, as primeiras palavras que vieram à sua mente foram: mimada, linda, rebelde, irresistível.
Apesar de seus trinta anos, Nicholas não queria nada com jovenzinhas casadoiras e, em especial, nada com Eleanor. Mas, seria capaz de esquecê-la?
Um fim de semana compartilhado no campo faz os dois se conhecerem melhor e compartilharem seus segredos e sofrimentos mais íntimos, o que os levará a pensar em aprofundar esse vínculo.
No entanto, o marquês de Lavillée, novo marido da mãe de Eleanor, tem outros planos para ela: casá-la com seu sobrinho na França, para assim se apoderar de sua fortuna. Obrigará ela, com uma feroz ameaça, a desprezar o homem que ama e partir para Paris.
Um ano e meio depois, após a morte de sua família e ainda solteira, Eleanor regressará a Londres, onde sofrerá o desprezo de Nicholas. Apesar de tudo, o destino parece guardar um último trunfo e fará com que, para salvaguardar sua honra, eles devam se casar.
"Um matrimônio por conveniência" será o acordo. Mas, algum dos dois acreditará nessa mentira?
Capítulo Um
Londres, setembro de 1833.
― Gail, por favor, apresse-se.
Eleanor Bradford estava sentada em frente ao espelho, enquanto sua criada terminava seu penteado, um coque digno de uma princesa, com uns cachos soltos que se penduravam e emolduravam seu rosto e assim acentuavam, ainda mais, seus lindos e grandes olhos verdes.
― Garota ingrata, se não fosse porque te conheço desde que usava fraldas e porque te amo como uma filha, colocar-te-ia sobre meus joelhos.
Eleanor sorriu ante a reprimenda de Gail. A verdade era que a amava como se fosse sua segunda mãe. Estivera ao seu lado desde bem pequena. Sua mãe com frequência a censurava pela liberdade e total confiança com que deixava que a tratasse; mas ela não podia imaginar sua relação com Gail de outra maneira. A velha criada a queria como sua filha; assim lhe havia dito mais de uma vez, e o havia demostrado quando mais necessitara.
Podia se recordar quando o médico havia comunicado aos seus pais que seu irmão seria uma daquelas crianças especiais que nunca deixavam de ser crianças. Se fechasse os
Atentamente seu - Josephine Lys
olhos, ainda podia ver a cara de tristeza de seu pai, um homem sempre alegre e jovial, e a desolação que entristeceu o semblante de sua mãe, enquanto tentava a duras penas conter as lágrimas. Aquilo, sem dúvida, afetou seus pais como nunca antes nada havia feito.
Dedicaram-se a Henry por completo, numa tentativa desesperada de demonstrar que o médico se equivocara. E, naqueles momentos, Gail sempre estava com um meio sorriso que a fazia sentir-se tão especial, que lhe transmitia a sensação de que tudo ficaria bem. Se sua mãe soubesse o tempo que passara na cozinha ajudando a criada a preparar deliciosos doces, e as vezes que tinham ficado totalmente sujas de farinha, teria gritado até as ensurdecer.
Ao olhar no espelho e ver seu reflexo, não pôde evitar lembrar-se de seu pai. Quando era pequena, todo mundo lhe dizia que se parecia com ele; e não só no físico, com olhos de cor esmeralda e cabelo tão preto como uma noite sem lua, mas também no caráter aprazível e tranquilo.
Sua morte inesperada, em um acidente enquanto montava a cavalo, significava o antes e o depois na vida de toda a família. Sua mãe se encerrara em si mesma, consumida pela dor, afastada da vida real, trancada entre as quatro paredes de seu quarto, sem querer saber mais do que as lembranças que ficaram.
Dessa maneira, Eleanor, com tão somente dezesseis anos e depois de ter perdido seu pai para sempre, decidiu encarregar-se da casa. Teve que mostrar a serenidade e a maturidade que nem sequer sabia que tinha.
Tomou as rédeas da casa, pôs em dia a contabilidade, cumpriu com os pagamentos pendentes, responsabilizou-se por seu irmão e mais uma infinidade de tarefas que a faziam cair rendida de cansaço ao final do dia. Somente na privacidade de seu quarto se permitia voltar a ter dezesseis anos e era capaz de expressar sua dor, quando encontrava ao seu lado, de novo, Gail, com suas doces palavras e seus braços, entre os quais se permitia chorar em busca de conforto e alívio. Já se passaram três anos de tudo isso e, em todo esse tempo, a dinâmica de suas vidas havia mudado.
― Gail, não pode ameaçar-me assim, já não sou nenhuma menininha. – Disse-lhe Ellie com um sorriso nos lábios.
Ellie era o diminutivo pelo qual costumava ser chamada por seu pai, e Gail era uma das pessoas que continuavam usando aquele apelido carinhoso.
― Como continua a mover-se assim, sem me deixar terminar este maldito penteado, verás se cumpro minha ameaça ou não.
― Não faz diferença que capriche, Gail, já sabe que não quero chamar atenção de nenhum cavalheiro. Ainda não.
Eleanor queria aproveitar um pouco de tudo aquilo: bailes, amigas e, o mais importante, uma maior liberdade. Durante três anos, havia sido a mãe de Henry, a senhora da casa, e nesse momento não queria tão cedo passar a ser “a esposa de”.
― Mas o que diz, menina!

5 de fevereiro de 2019
Desejos de uma Lady
Série Patifes do Mar
Titulados. Ricos. Poderosos. E bonitos como o pecado...
Ela nunca parou de sonhar com ele. Para o mundo, Lady Patrícia Morgan é uma dama apropriada. Mas em segredo, ela anseia por um romance abrasador com um certo cavalheiro de tirar o fôlego que ela nunca esqueceu. Eles passaram um dia perfeito juntos, mas ele desapareceu antes que ela pudesse descobrir seu nome. Ele nunca a esqueceu. Há mais de nove anos, o capitão Nikolas Acton juntou-se à marinha para poder esquecer a misteriosa jovem que, depois de lhe prometer o coração, simplesmente desapareceu. Agora, ele retornou à Inglaterra como um herói de guerra e está louco para ficar frente a frente com a mulher que ainda possui seu coração.
Capítulo Um
― Um verdadeiro herói! ― A matrona agitou seu lenço rendado debaixo do nariz de Nik. Ou talvez debaixo dela mesma. Era um nariz muito grande, como o nariz de sua filha ao lado dela.
― Minha querida Tansy e eu lemos muitos elogios sobre você no jornal, Capitão Acton, ― a boca escondida debaixo da falésia do nariz jorrava.
― Eu disse a ela: minha cara Tansy, se um verdadeiro herói vai participar de um baile esta noite, e é tão bonito, devemos conhecê-lo se formos afortunadas. E agora somos realmente afortunadas!
― É uma honra, milady. ― Nik fez uma reverência e voltou sua atenção para a filha da senhora. A garota tinha um sorriso doce e olhos brilhantes. A avaliação do nariz poderia ser ilustrativo.
Mas aparentemente o persistente senso dentro dele, de que algo estava faltando na dama ― em todas as damas ―, não poderia ser ilustrativo.
Apesar de seus esforços. Por quase uma década tinha sido o mesmo. De moças sorridentes a viúvas deslumbrantes, ele se viu procurando por algo que a lembrasse. Algo que ele havia perdido.
― Oh, não, capitão. É nossa honra inteiramente!
― A matrona empurrou sua querida Tansy para a frente. Nikolas deu um olhar gentil para a moça.
― Você se importaria de dançar, senhorita Chapel? Ela assentiu com a cabeça. Eles dançaram e ele estudou o sorriso dela. Lustres brilhavam, violinos tocavam, flautas acompanhavam, os convidados riam de champanhe borbulhantes, e sua parceira era uma jovem muito amável. Sua mãe e irmãs estariam em alta. Em casa há quase um mês e já procurava uma esposa para ele.
― Uma esposa, ― sua mãe insistiu, ― irá ajudá-lo a estabelecer-se na sociedade, ― como se Nik não desejasse outra coisa senão isso.
― Uma esposa, ― suas irmãs riram ― vai gastar todo o ouro que você ganhou na guerra, ― como se de outra forma ele pudesse gastar tudo em carruagens e cartões.
― Uma esposa, ― seu pai e irmãos mais velhos tinham franzido as sobrancelhas, ― finalmente acabará com o tolo que você é.
Série Patifes do Mar
01- Arrebatado por um Beijo
1.5- Desejos de uma Lady
02- Capturada por Um Lorde ladino
Titulados. Ricos. Poderosos. E bonitos como o pecado...
Ela nunca parou de sonhar com ele. Para o mundo, Lady Patrícia Morgan é uma dama apropriada. Mas em segredo, ela anseia por um romance abrasador com um certo cavalheiro de tirar o fôlego que ela nunca esqueceu. Eles passaram um dia perfeito juntos, mas ele desapareceu antes que ela pudesse descobrir seu nome. Ele nunca a esqueceu. Há mais de nove anos, o capitão Nikolas Acton juntou-se à marinha para poder esquecer a misteriosa jovem que, depois de lhe prometer o coração, simplesmente desapareceu. Agora, ele retornou à Inglaterra como um herói de guerra e está louco para ficar frente a frente com a mulher que ainda possui seu coração.
Capítulo Um
― Um verdadeiro herói! ― A matrona agitou seu lenço rendado debaixo do nariz de Nik. Ou talvez debaixo dela mesma. Era um nariz muito grande, como o nariz de sua filha ao lado dela.
― Minha querida Tansy e eu lemos muitos elogios sobre você no jornal, Capitão Acton, ― a boca escondida debaixo da falésia do nariz jorrava.
― Eu disse a ela: minha cara Tansy, se um verdadeiro herói vai participar de um baile esta noite, e é tão bonito, devemos conhecê-lo se formos afortunadas. E agora somos realmente afortunadas!
― É uma honra, milady. ― Nik fez uma reverência e voltou sua atenção para a filha da senhora. A garota tinha um sorriso doce e olhos brilhantes. A avaliação do nariz poderia ser ilustrativo.
Mas aparentemente o persistente senso dentro dele, de que algo estava faltando na dama ― em todas as damas ―, não poderia ser ilustrativo.
Apesar de seus esforços. Por quase uma década tinha sido o mesmo. De moças sorridentes a viúvas deslumbrantes, ele se viu procurando por algo que a lembrasse. Algo que ele havia perdido.
― Oh, não, capitão. É nossa honra inteiramente!
― A matrona empurrou sua querida Tansy para a frente. Nikolas deu um olhar gentil para a moça.
― Você se importaria de dançar, senhorita Chapel? Ela assentiu com a cabeça. Eles dançaram e ele estudou o sorriso dela. Lustres brilhavam, violinos tocavam, flautas acompanhavam, os convidados riam de champanhe borbulhantes, e sua parceira era uma jovem muito amável. Sua mãe e irmãs estariam em alta. Em casa há quase um mês e já procurava uma esposa para ele.
― Uma esposa, ― sua mãe insistiu, ― irá ajudá-lo a estabelecer-se na sociedade, ― como se Nik não desejasse outra coisa senão isso.
― Uma esposa, ― suas irmãs riram ― vai gastar todo o ouro que você ganhou na guerra, ― como se de outra forma ele pudesse gastar tudo em carruagens e cartões.
― Uma esposa, ― seu pai e irmãos mais velhos tinham franzido as sobrancelhas, ― finalmente acabará com o tolo que você é.
01- Arrebatado por um Beijo
1.5- Desejos de uma Lady
02- Capturada por Um Lorde ladino
Série concluída
4 de fevereiro de 2019
Um Duque para Mim
Série Nobres
Marcus Middlethorpe, duque de Rothgar, está decidido a evitar as matronas que sonham casá-lo com suas aborrecidas filhas.
Com esse fim riscou um plano que está seguro de que não pode falhar. Só não contava com o caráter da dama que necessitou como cúmplice para que o dito plano tivesse êxito. Lady Brianna Warwick não deseja ser cortejada falsamente para cobrir aparências. Ela está disposta a apostar forte e a arriscar tudo que possui se com isso conseguir o que seu coração anseia: o amor de certo duque indescritível que a tira do sério e lhe acelera a respiração.
Capítulo Um
«Parece que há certo duque jovem e muito atraente à caça de uma esposa agora que sua melhor amiga ingressou nas filas dos felizmente casados. E segundo dizem, a escolhida pelo duque seria certa dama de requintadas maneiras e cabelos fora de moda, embora olhando bem, quando esteve na moda o vermelho?» Revista Segredos da Sociedade Converteu-se em um costume que Marcus Middlethorpe, duque de Rothgar, passasse mais tempo fora que dentro dos salões de baile, onde era assediado pelas mães que sonhavam com magníficos casamentoss para suas filhas, desposando-as com jovens e atraentes duques.
A razão de tanto interesse, além da que suscitava seu título, era que Marcus William Middlethorpe era o cavalheiro perfeito: bonito, refinado, educado e com uma reputação irrepreensível.
O que, para seu pesar, convertia-o no candidato mais desejado pelas damas casadouras e por suas engenhosas mães, que eram capazes de propiciar situações inverossímeis para conseguir sua atenção.
Para sua completa consternação, suportava as apostas que se faziam sobre ele nos clubes de cavalheiros, as quais rezavam que, agora que sua amiga, a marquesa de Rothburg, estava casada e já não podia afastar as debutantes, cairia nos laços do matrimônio antes do final da temporada.
Marcus era mais que consciente de seu dever para com a instituição do matrimônio. Como duque de Rothgar, devia casar-se e contribuir com descendentes que herdassem o título, isso nunca tinha estado em discussão. O único ao que resistia o duque era a casar-se tão cedo.
Aos seus trinta anos, ainda não estava preparado para escolher uma esposa, principalmente porque ainda não tinha encontrado a mulher apropriada para o cargo. Não que acreditasse que o amor era indispensável para casar-se, desde menino o tinham educado para que procurasse a duquesa adequada, não a esposa perfeita.
O ponto que o impedia de decidir-se era que, embora não procurasse o amor no matrimônio, desejava uma mulher a quem não tivesse que ignorar por toda a vida. Uma jovem com a qual manter conversações agradáveis e com quem compartilhar, ao menos, algum interesse comum.
Série Nobres
1 - Um Duque para mim
2- Um Lord para mim
Marcus Middlethorpe, duque de Rothgar, está decidido a evitar as matronas que sonham casá-lo com suas aborrecidas filhas.
Com esse fim riscou um plano que está seguro de que não pode falhar. Só não contava com o caráter da dama que necessitou como cúmplice para que o dito plano tivesse êxito. Lady Brianna Warwick não deseja ser cortejada falsamente para cobrir aparências. Ela está disposta a apostar forte e a arriscar tudo que possui se com isso conseguir o que seu coração anseia: o amor de certo duque indescritível que a tira do sério e lhe acelera a respiração.
Capítulo Um
«Parece que há certo duque jovem e muito atraente à caça de uma esposa agora que sua melhor amiga ingressou nas filas dos felizmente casados. E segundo dizem, a escolhida pelo duque seria certa dama de requintadas maneiras e cabelos fora de moda, embora olhando bem, quando esteve na moda o vermelho?» Revista Segredos da Sociedade Converteu-se em um costume que Marcus Middlethorpe, duque de Rothgar, passasse mais tempo fora que dentro dos salões de baile, onde era assediado pelas mães que sonhavam com magníficos casamentoss para suas filhas, desposando-as com jovens e atraentes duques.
A razão de tanto interesse, além da que suscitava seu título, era que Marcus William Middlethorpe era o cavalheiro perfeito: bonito, refinado, educado e com uma reputação irrepreensível.
O que, para seu pesar, convertia-o no candidato mais desejado pelas damas casadouras e por suas engenhosas mães, que eram capazes de propiciar situações inverossímeis para conseguir sua atenção.
Para sua completa consternação, suportava as apostas que se faziam sobre ele nos clubes de cavalheiros, as quais rezavam que, agora que sua amiga, a marquesa de Rothburg, estava casada e já não podia afastar as debutantes, cairia nos laços do matrimônio antes do final da temporada.
Marcus era mais que consciente de seu dever para com a instituição do matrimônio. Como duque de Rothgar, devia casar-se e contribuir com descendentes que herdassem o título, isso nunca tinha estado em discussão. O único ao que resistia o duque era a casar-se tão cedo.
Aos seus trinta anos, ainda não estava preparado para escolher uma esposa, principalmente porque ainda não tinha encontrado a mulher apropriada para o cargo. Não que acreditasse que o amor era indispensável para casar-se, desde menino o tinham educado para que procurasse a duquesa adequada, não a esposa perfeita.
O ponto que o impedia de decidir-se era que, embora não procurasse o amor no matrimônio, desejava uma mulher a quem não tivesse que ignorar por toda a vida. Uma jovem com a qual manter conversações agradáveis e com quem compartilhar, ao menos, algum interesse comum.
1 - Um Duque para mim
2- Um Lord para mim
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