20 de janeiro de 2013

Doce Prisioneira




Entre a mentira e o desejo... Dixon Fairchild perseguia avidamente a bela malfeitora que disparara contra seu pai e escapara com a quantia de trinta mil dólares em ouro. 

Ela já o enganara antes. 


Dixon jurou, que só descansaria quando a colocasse atrás das grades.
Mas ao rever a tentadora Francesca sentiu desencadear nele uma série de lembranças inquietantes... 
Bianca não poderia imaginar que Dixon estivesse tão determinado a capturá-la, nem que ele fosse capaz de despertar nela uma paixão intensa. 
Agora encontrava-se prisioneira do rude patrulheiro, colocando em risco seu próprio coração! 

Capítulo Um

Ilha de Galveston, Maio de 1894 
Uma descarga de adrenalina percorreu as veias de Dixon Fairchild ao observar a garçonete que se aproximava, ouvindo seus passos soando pelo pavimento e ecoando nos prédios de tijolos que ladeavam o beco iluminado pelo luar. 
Já estava no encalço daquela moça havia uma semana. 
E pretendia mandá-la logo para a cadeia, onde era seu lugar. 
Esperou até que ela passasse e então saiu das trevas em que estava mergulhada a parte de trás do Hotel Tremont, colocando a mão pesada sobre o ombro dela, provocando- lhe uma parada brusca. 
— Muito bem, mocinha! Muito rápida, a jovem se voltou, os braços tensos batendo contra o corpo de Dixon. 
— Tire essa mão de cima de mim! Ele esperava essa resistência e não se surpreendeu com a reação. 
Mas não pôde dizer o mesmo quanto ao sotaque que percebeu. 
O que aquele pequeno demônio estaria tramando agora?, indagou a si próprio. 
Sabia, por experiência, que não podia confiar de forma alguma nela. 
— Pretendo colocar mais do que minha mão em cima de você! 
O rosto suave e claro da garota encheu-se de medo, ao mesmo tempo que uma expressão de raiva cruzava seu olhar cor de âmbar. 
— Pois tente, signore, e eu terei prazer em servi-lo num prato, como um peixe frito! 
— E, em mais um gesto brusco, tentou golpeá-lo. Dixon agarrou-lhe os pulsos antes que pudesse terminar o golpe. 
— Fazer ameaças só irá piorar sua situação, mocinha. 
Ela continuava se debatendo, até que ergueu um dos joelhos, mas Dixon teve reflexos suficientes para evitar o golpe terrível em suas partes baixas, o que, entretanto, não livrou sua coxa de receber a joelhada dolorida. E, com firmeza, trouxe-a para junto de si, imobilizando-a e ameaçando: 
— Nem pense em tentar isso de novo! A jovem abriu a boca, mas Dixon foi mais rápido ao dizer: — E não grite! — Segurou-a com mais força e lançou um olhar à extremidade do beco, onde alguns casais passavam, sob os fios elétricos que seguiam ao longo da rua Market. 
Dixon entrara no restaurante do hotel fazia pouco por estar com fome, e, surpreso, a vira, vestida como garçonete, criando uma cena e acabando demitida.
Logo depois, ele saiu e se escondeu nos fundos, à espera de que ela passasse. 
E deixara com tanta pressa o restaurante que recebeu olhares curiosos de alguns dos clientes, bem como a expressão carrancuda de dois senhores que tivera de afastar da frente, para poder sair a tempo de agarrar a fugitiva no beco. 
No entanto, mesmo assim não chamara tanta atenção. 
Estava com sorte, ao que parecia. Não queria se incomodar com explicações, nem que as autoridades locais se envolvessem no caso e atrasassem sua partida. 
— O que quer comigo? — a garota perguntou, de dentes cerrados. 
Dixon baixou os olhos sobre sua prisioneira, vendo seus cabelos castanhos presos num coque agora quase desfeito. 
E lembrou-se, de repente, de como eles eram sedosos, soltos em ondas sobre os ombros redondos. 
Baixou mais o olhar, para o vestido escuro que ela usava e que moldava aquelas curvas. 
Dixon franziu as sobrancelhas, irritado consigo mesmo. Não queria sentir nada além de desprezo por aquela mulher. 
— Sabe muito bem o que quero: mandá-la direto para a cadeia! 
— Ca... cadeia?! 
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Ninfa Das Flores









Num olhar enigmático, uma promessa velada de amor.

Cavalgando ao lado de Lindon, Philomena sorria, feliz. 
Há pouco estivera triste por não poder participar do baile no castelo. 

Agora, duvidava de que pudesse ser tão excitante e mágico quanto o momento que estava vivendo: passear com esse rapaz tão belo e intrigante tendo por teto o céu azul, como acompanhantes o canto dos pássaros e o perfume dos lilases em flor… 
De repente, seu sorriso apagou-se: assustada, viu o misterioso e gentil cavaleiro apear e convidá-la a entrar numa velha mansão de aspecto sombrio!
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19 de janeiro de 2013

O Prazer de uma Dama

Trilogia Amantes
A história de uma mulher que, procurando vingança, descobre o prazer que pode ser a falsa identidade...

Sempre viram à senhorita Everett como uma criatura tímida e dócil, mas por uma noite, Merriam, a ratinha, se transforma em uma beleza que seduz ao arrogante conde que uma vez a menosprezou, para depois deixá-lo enlouquecido pela luxúria. 
Um bom plano se não fosse por ter seduzido o sem vergonha errado! 
Drake Sotherton partiu da Inglaterra por sombrias razões e agora voltou para vingar-se de Julian Clay, o homem que acredita que matou sua mulher. 
Convencido de que a beleza mascarada que o seduziu é uma das bonequinhas de Julian, Drake a segue e lhe propõe que sejam amantes durante uma temporada. 
Cada desejo libidinoso e secreto será explorado... 
E satisfeito. 

Comentário revisora Carol: Gostei do livro, o mocinho busca vingança, mesmo pensando em utilizar a mocinha, mas há uma reviravolta na história. 
Espero que se divirtam tanto quanto eu com o livro, foi realmente muito bom revisá-lo. :) 

Capítulo Um 

Não tenho interesse algum pelas viúvas de rosto pálido, nem pelas virgens lânguidas.» 
Recordou aquelas mordazes palavras com uma claridade ácida. Instantes depois de ter conhecido o homem que lhe tinha feito arder de desejo, fazendo com que se perguntasse se todos os anos de desejo insatisfeito teriam chegado a seu fim, esse mesmo homem, Julian Clay, o conde de Westleigh, tinha dirigido estas palavras a seu acompanhante. 
Inconsciente da devastadora explosão que tinha provocado na trêmula alma que se encontrava atrás da coluna, riu entre dentes da resposta que seu acompanhante tinha resmungado, pondo em marcha as rodas do destino.
Não cabia dúvida de que aquelas palavras ilustravam o efeito que ela tinha produzido sobre aquele conhecido “playboy”, ou, ao menos, era a impressão que tinha dado a Merriam, que contava com a cruel precisão da vasta experiência. 
Merriam «a ratinha», esse era o apelido que seu pai lhe tinha posto e que tinha perdurado durante toda sua juventude, e inclusive durante o desolador pesadelo de seu matrimônio com um velho indiferente. 
Seu marido a chateava utilizando seu nome de animal quando queria que sua aprazível esposa se retirasse e assim poder voltar para seus importantes e urgentes assuntos; assuntos entre os que se encontravam seus negócios, intermináveis cartas e deitar-se com suas criadas. 
Mas a ratinha tinha sobrevivido e aquela noite Merriam estava decidida a provar os prazeres proibidos com os que as viúvas de rosto leitoso e as virgens lânguidas só podiam sonhar: luxúria e vingança. 
ulian Clay seria dela e lhe ensinaria de que massa eram feitas as ratinhas, e depois o deixaria abrasado pelo desejo e a dor, uma satisfação que só ela saborearia. 
Prostraria o playboy mais célebre de Londres a seus pés e depois... Partiria. 
O baile de máscaras de lorde Milbank era conhecido por seus indecentes e vergonhosos deleites. 
Nenhum membro respeitável da alta sociedade londrina aceitaria jamais ir a esse baile, o qual significava que ninguém com um convite em suas mãos o perderia por nada do mundo. 
Era o convite mais cobiçado da temporada social. 
A própria Merriam sustentava seu envelope adornado com fitas vermelhas, surpreendida pela firmeza de seus dedos. 
Para ela, as sucessivas semanas de preparativos culminariam aquela noite. 
Depois de dias de meticuloso estudo e noites de perturbador desejo, a ratinha se transformou. 
Aquela noite ela seria o gato. 
—Chegou Merlín? —perguntou ela. 
—Sim, senhora. —respondeu o mordomo. 
—Poderia pedir a algum dos serventes que vá busca-lo e diga que sua amiga já está aqui? —ordenou, tentando ignorar o nó que tinha feito no estômago ao pronunciar aquele descarado pedido. 
O mordomo assentiu e disse: 
—Como diga senhora. 

Trilogia Amantes
1 - O Prazer de uma Dama
2 - O Pacto de uma Dama
3 - O Jogo de um Canalha
Trilogia Amantes

17 de janeiro de 2013

Sua Secreta Fantasia

Trilogia Spice
Alguns dizem que o aristocrático Clã Balfour está amaldiçoado, a que uma vez foi uma esplendorosa família, agora está em declive. 
A graciosa Lily Balfour é a última esperança de sua família, e chegou a Londres com um único propósito, se casar com um homem rico. 
Entretanto, seus bem riscados planos se vêem dificultados pelo irresistível Major Derek Knight, um soldado charmoso e aventureiro de alto berço recém-chegado da Índia.
Curtido pelas batalhas nas fronteiras sem lei da Índia, Derek não é mais um lutador, mas um experiente e insaciável amante... 
Um professor nas artes orientais do prazer. 
Embora Derek não encontre escassez de mulheres dispostas em Londres, é a distante e inalcançável Lily, que o assombra. 
Depois de um momento roubado, anseia noites de sensual abandono para realizar suas fantasias e libertá-la de sua auto-imposta prisão. 
Mas ele viajou a Inglaterra com uma missão secreta de vital importância, e quando Lily se compromete com um homem rico, suspeito de corrupção, Derek deve frustrar a traição que enlaça os dois... 
Pois só então poderá reclamar como seu o êxtase e a doce promessa de seu coração.

Capítulo Um

Inglaterra, 1818.
— Pobres damas! Estão perdidas, não é verdade? O que vão fazer agora?
— Suponho que vender a velha fazenda, embora todo mundo saiba que é uma ruína.
— Mas é sua casa... Não têm outro lugar aonde ir!
— Ai, sim, querida, o vício das cartas e a bebida...
— Sim, de acordo, mas isso não é culpa delas. Oh, é tão triste ver uma família de tanto ascendência perder-se de tal modo...
O cochicho provinha de um banco situado duas ou três filas mais atrás. 
O murmúrio foi impregnando pouco a pouco na tristeza de Lily Balfour e distraiu sua atenção do vazio de seu coração, do suave repico da chuva contra os altos e limpos janelões da pequena Igreja paroquial, e do monótono discurso funerário do novo Lorde Balfour, o herdeiro do seu avô, um homem de meia idade, que era um absoluto desconhecido do ramo da família de Lily.
Diante do incessante cochicho, aturdida pela perda, seu olhar, atrás do véu negro de renda, que pendurava elegantemente do pequeno chapéu de Lily e que cobria parcialmente seu rosto, foi primeiro de surpresa e em seguida de pura indignação.
O que é isto? Pensou enquanto escutava escandalizada. Havia alguém cochichando sobre sua família em pleno funeral de seu avô?
Ora que par de fofoqueiras!

Trilogia Spice
1 - Seu Único Desejo
2 - Sua Secreta Fantasia
3 - Todos os Seus Prazeres
Trilogia Concluída

16 de janeiro de 2013

À Caça De Um Marido

Série Effington



Quando o assunto é casamento… 
A Sociedade das Damas para Melhora do Futuro da Inglaterra está buscando o sucesso. 

Cassandra Effington está procurando o Lorde Perfeito. 
O Visconde Berkley está à caça da Senhorita Maravilhosa. E a perseguição começa... 

Capítulo Um 

Primavera de 1821
— Já os viu? — A Senhorita Cassandra Effington fez um escudo com suas mãos para proteger os olhos da luz do sol e procurou. 
— Não — Anthony, o Visconde Saint Stephens, negou com a cabeça. — Estão a ponto de chegar. Conforme entendi o percurso não era muito longo. 
— E apostou uma soma muito alta? — Perguntou com frieza sua esposa, a anteriormente chamada Senhorita Philadelphia Effington, Delia para seus amigos. 
— Não era muito. — Ele soltou um risinho e dirigiu um olhar divertido — E você? 
— Nada significativo — disse Delia, sorrindo. — E só com Cassie, o que mal conta. 
— Certamente que conta — disse Cassie com firmeza. — Espero que pague imediatamente assim que perca. Saint Stephens riu. — Posso perguntar quem de vocês escolheu seu irmão e quem apostou em Lorde Berkley? 
— Eu, certamente, nunca apostaria contra um membro de minha família. — A voz de Delia soava firme. — Além disso, Christian é um cavaleiro excelente, com olho muito bom para cavalos. 
— Christian é muito arrogante, embora me atrevesse a dizer que não mais que Leo ou que Drew — Cassie ergueu os olhos ao céu 
— É um traço comum entre os homens Effington, e especialmente entre nossos irmãos. Saint Stephens levantou uma sobrancelha. 
— Então, você apostou em Berkley? 
— Certamente — assentiu Cassie. — Faria bem a Christian perder ao menos em algo. Além disso, pelo que ouvi dizer desse tal Lorde Berkley, é imprudente, temerário e tem um pouco de libertino. 
Embora essas não sejam qualidades que me atraiam especialmente, parece que em uma aposta desta natureza, tal tipo de atributos indesejáveis podem ser benéficos. 
— Christian é imprudente, temerário e tem um pouco de libertino — murmurou Delia. 
— Sim, mas conheço muito bem Christian e não poderia suportar o pretensioso que se mostraria se chegasse a ganhar. Como não conheço Lorde Berkley, não me importa absolutamente o efeito que a vitória possa causar em seu caráter. Saint Stephens riu. 
— Bem dito. Cassie sorriu. Delia ergueu ambas as sobrancelhas. — Se está de acordo com ela, Tony, por que apostou a favor de Christian? 
 Agora está fazendo hipóteses, meu amor 


Série Effington
1 - The Wedding Bargain
2 - The Husband List
3 - The Marriage Lesson
4 - The Prince's Bride
5 - Her Highness, My Wife
6 - Amar ao Marido Adequado 
7 - A Dama em Questão
8 - À Caça de um Marido.

9 - A Visit from Sir Nicholas
10 - When We Meet Again
11 - Let It Be Love

Seu Único Desejo

Trilogia Spice
A jovem Georgiana Knight usa seu nome com orgulho. 
Também herdou algo mais de sua tia, a notória Duquesa de Hawkscliffe que, com seus amantes, escandalizou toda a Alta Sociedade.
Georgiana sente sua mesma paixão pela vida e rejeita as convenções, se tem que amar, se tem que casar-se, só o fará livremente e somente com o homem que a trate como igual. 
Entretanto, duvida que possa encontrá-lo no reduzido círculo que nasceu e foi criada, da classe dirigente inglesa na Índia.
Até que uma fragata chega a Calcutá e entre seus passageiros desce Ian Prescott, um Diplomata com uma importante missão secreta.
 

Capítulo Um 


Índia, 1817 
Sob um céu incisivo, azul como as plumas do pavão, a cidade de Calcutá, calcinada pelo sol, estendia-se ao longo de um meandro do Rio Hooghly perfilado de palmeiras, como uma tapeçaria viva ou um delicioso xale de seda, que ondeasse ao compasso de uma brisa carregada do aroma das especiarias. 
Os bandos de pássaros revoavam em torno dos pináculos arredondados dos antigos templos hindus, e os fiéis, à entrada dos portões de tamanho sobrepostos, com túnicas com as cores vivas das flores, banhavam-se na escadaria de pedra que desaparecia nas águas. 
O ruidoso mercado se estendia ao longo da nebulosa borda, em uma tumultuosa confusão de postos e bancas dedicadas ao regateio que ofereciam toda sorte de artigos, desde tapetes afegãos, até afrodisíacos preparados com chifre de rinoceronte. 
Longe das povoadas bordas, o rio era um enxame de transações comerciais, típico da capital da Índia britânica. 
O monopólio que a Companhia das Índias Orientais exercia há tempos foi cancelado, era época de fazer fortuna, e águas turvas, ganho de pescadores. 
Os mercados e os comerciantes instalados no cais carregavam produtos destinados a mundos longínquos, em embarcações de plataforma redonda. 
Entretanto caos e exuberância, um veleiro de fundo plano atracava em silêncio. 
Um inglês alto e imponente, de mandíbula cinzelada e firme, estava debruçado na amurada. 
Destacava entre a multidão por sua formidável estatura, seus olhos de lince, imóveis, e a discrição elegante de seu traje londrino, enquanto a suas costas os marinheiros sujos e descalços, se apressavam em jogar a âncora e recolher as velas, concentrados em suas tarefas. 
O homem de olhos verdes e cabelo escuro, com traços sérios e aristocráticos escrutinava o panorama que oferecia o cais e vigiava com ar espectador, enquanto refletia sobre sua missão... 
Cada ano, no fim de setembro, quando minguavam as chuvas torrenciais da monção o céu se limpava e as revoltas águas das enchentes retrocediam, começava a mais sangrenta das estações, a temporada da guerra. 
Os tambores soavam e os exércitos se concentravam a muitos quilômetros de distância. 
Era o mês de outubro. 
O terreno começava a secar e, por sua dureza, logo estaria viável para as carruagens e as cargas de cavalaria. 
A matança era iminente. 
A menos que pudesse impedi-lo. 
 Olhando para um lado, Ian Prescott, Marquês de Griffith, examinou as barcaças próximas, com a segurança de quem sabe que o seguem. 
Nada novo sob o sol. Ainda não vira seu perseguidor, mas em sua profissão os homens desenvolviam um sexto sentido sobre esses assuntos ou não viviam para contá-lo. De todos os modos, a situação não o preocupava. 
Era mais duro de cortar que qualquer outro Cortesão da época, o que já comprovaram, para sua desgraça, assassinos enviados por distintos Governos estrangeiros. Escondido sob uma indumentária de confecção impecável levava um discreto arsenal, além disso, as potências coloniais que rivalizavam na região, não podiam assassinar um Diplomata de sua posição sem provocar um incidente internacional. 
Mesmo assim teria se encantado em saber quem o seguia. — Será francês? 
Trilogia Spice
1 - Seu Único Desejo
2 - Sua Secreta Fantasia
3 - Todos os Seus Prazeres
Trilogia Concluída

13 de janeiro de 2013

Um Caso sem Fim

Série Willomere
Quando Oliver, o conde de Stewkesbury, pede a vivaz lady Vivian Carlyle que se encarregue de que suas primas americanas conheçam a flor e a nata da sociedade londrina, não imagina o perigo que ela significaria para seu autocontrole. 

Forçado a manter um estreito contato com a encantadora dama, Oliver descobre que não pode deixar de pensar nela… em sua inteligência, em seu sorriso… e em seus lábios. 
E quando Vivian, que jurou jamais se submeter aos laços do casamento, sugere audaciosamente que Oliver e ela se tornem amantes, sua proposta escandalosa é uma tentação. 
 Mas quando uma alarmante série de roubos sacode Londres, a sempre escandalosa Vivian insiste em tentar descobrir o responsável, apesar das advertências de Oliver. 
E quando uma ousada dama fica em perigo, é dever de um cavalheiro protegê-la a todo custo. 
Entretanto, o que Oliver e Vivian não podiam prever é que o preço a pagar poderia ser o coração de ambos…  

Comentário revisora Ana Paula G.: Desde o começo da série sentia curiosidade sobre o Oliver e a Vivian... 
Ele tão formal, ela mais despachada...Perfeito!!!
Adorei o livro, a história muito bem escrita, como sempre. Achei apenas que a autora poderia ter dado uma ênfase maior no romance da Camellia, já que deslancha dois romances em um livro. 
Mas, realmente, é a história da paixão entre o Oliver e a Vivian, então, huahaha...sem comentários mais.Recomendadíssimo!!! 

Capítulo Um 

Londres estava suja, úmida e fria. E lady Vivian Carlyle adorava estar nela. 
Quando o criado vestido com libré estendeu a mão para ajudá-la a desembarcar da carruagem, Vivian parou por um instante na portinhola aberta e seus olhos, de um verde muito vivo, brilharam de emoção. Ainda era janeiro, muito cedo para que o baile fosse um autêntico acontecimento social, e ainda, as festas de lady Wilbourne não tinham fama de serem espetaculares. Mas nada disso importava. 
O importante era que Vivian estava de volta a Londres e que se dispunha a comparecer a um evento, e que a longa temporada londrina se estendia diante dela. 
Desceu da carruagem e subiu os degraus que conduziam a casa. Apenas tinha entregado seu manto a um criado quando lady Wilbourne, uma mulher baixa e enérgica que para Vivian parecia um pardal, aproximou-se apressada e estendeu as mãos com um brilho no olhar. 
— Lady Vivian! Quanto me alegra que esteja aqui! 
— Cheguei ontem à cidade — disse Vivian — Por favor, desculpe-me por não ter respondido antes. 
— Não se preocupe com isso — lady Wilbourne subtraiu importância à desculpa com um gesto. 
As duas sabiam que o comparecimento de Vivian ao baile elevaria a posição de lady Wilbourne como anfitriã pelo resto da temporada.
— Alegro-me muitíssimo que tenha retornado a tempo. Deve ter sido muito duro abandonar Marchester, não tenho dúvidas. Uma casa tão esplêndida... 

Série Willomere
1 - Segredos de uma Dama
2 - Segredos de um Cavalheiro
3 - Um Caso sem Fim
Série Concluída

12 de janeiro de 2013

A Noiva Perfeita

Série Bastion Club

Tristan Wemyss, conde de Trentham, nunca esperou ter de casar-se no prazo de um ano para não perder sua herança. 

Mas ele não se submeterá aos desejos das mães casamenteiras da sociedade. 
Não, ele se casará com uma dama de sua própria escolha. 
E a dama que escolheu é sua encantadora vizinha.  
A senhorita Leonora Carling tem beleza, espírito e paixão; desgraçadamente, o casamento é a última coisa em sua mente. 
Para Leonora, os beijos de Tristan são muito tentadores.
Mas, como diz o ditado, quem erra uma vez, no futuro terá mais cuidado, e ela decidiu se afastar do casamento. 
Tristan é um veterano experiente e não aceitará a derrota. Por isso, quando um misterioso homem tenta afugentar Leonora e sua família de sua casa, Tristan compreende que tem a desculpa perfeita para oferecer seus serviços como protetor, amante e marido. 

Comentário revisora Déia: Li este livrinho em três dias!! Adorei!! 
Não conhecia nenhuma história desta autora.
Amei a forma como ela conduz as tramas paralelas, dando uma deixa para os próximos livros da série!
Super recomendado!! 

Capítulo Um 

Luxúria e uma mulher virtuosa… só um tolo combinava ambas as coisas. Tristan Wemyss, quarto Conde de Trentham, refletiu a respeito de que raramente o chamavam de tolo, e, ainda assim, lá estava ele, olhando através da janela para uma mulher indubitavelmente virtuosa, e permitindo-se toda classe de pensamentos luxuriosos. 
Talvez fosse compreensível; a dama era alta, de cabelo escuro e possuía uma figura esbelta e sutilmente curvilínea, convenientemente exposta, enquanto passeava pelo jardim traseiro da casa ao lado e se detinha aqui e lá, inclinando-se para examinar as plantas e as flores que havia nos abundantes e estranhamente desproporcionais canteiros do jardim. 
Estavam em fevereiro, e o clima era tão desolado e frio como estava acostumado a ser nesse mês, e, ainda assim, o jardim da casa ao lado ostentava um abundante crescimento, com grossas folhas de escuros verdes e incomuns plantas de cor bronze que pareciam crescer apesar das geadas. 
Reconhecia que havia árvores e arbustos sem folhas e que a erva escasseava em todos os profundos canteiros, mas, mesmo assim, o jardim exalava um ar de vida invernal bastante ausente na maioria dos jardins de Londres nessa época do ano. 
Não era que estivesse interessado absolutamente na horticultura; era a dama a que retinha seu interesse, com seu elegante e bonito andar, com a inclinação da cabeça, quando observava um broto. 
Seu cabelo, de uma viva cor mogno estava recolhido em um coque sobre a cabeça; dessa distância não podia ver sua expressão, mas, ainda assim, seu rosto era oval e pálido, as feições delicadas e puras. 
Um cão peludo, de pelo desgrenhado, cheirava, preguiçosamente, seus calcanhares; normalmente a acompanhava cada vez que passeava por ali. 
Seus instintos bem afiados e confiáveis, informaram-no que hoje a atenção da dama era superficial, estava em suspense, estava matando o tempo enquanto esperava algo. Ou alguém. 
—Milord? Tristan se voltou. Estava de pé em frente à janela na sacada da biblioteca do primeiro andar, no canto traseiro da casa com varadas número 12 da Rua Montrose Place. 
Ele e seus seis conspiradores, os membros do Bastion Clube, compraram a casa fazia três semanas; estavam no processo de equipá-la para que lhes servisse como fortaleza particular, como o último bastião contra as casamenteiras da aristocracia. 
Situada em uma área tranquila da Belgravia a poucos quarteirões da parte sudeste do parque, atrás do qual estava Mayfair, onde todos eles possuíam casas, a moradia era perfeita para suas necessidades. 








Série Bastion Club
0.5 - A Mulher do Capitão Jack - tradução
1 - A Noiva Perfeita 
2 - A Honra de um Cavalheiro
3 - Primeiro e Único Amor
4 - Paixão Inesperada
5 - Um Amor Surpreendente
6 - Não é só Sedução
7 - O Limite do Desejo
8 - Domada por Amor

6 de janeiro de 2013

Uma Paixão Indomável

Delia McQuaid, uma jovem garçonete que vive na pobreza, vê uma saída para sua situação desesperada, quando lê um anúncio no qual um viúvo procura mulher para casar-se.

Delia entra em contato com o titular do anúncio, Tyler Savitch, e se apaixona por ele a primeira vista. 
Mas Tyler só representa Nat, um granjeiro do Maine com duas filhas. 
Apesar da atração que sentem um pelo outro, Tyler não está ainda disposto a comprometer-se e Delia aceita casar-se com Nat.
Um dia os índios abenaki sequestram várias mulheres brancas, entre elas Delia e Nat é dado como morto. Delia sofre o inexprimível entre os índios, até que Tyler, que tinha sido criado entre eles, chega a sua procura. Um homem que ama uma mulher deve estar disposto lutar por ela. 

Comentário revisora Ana Catarina: Devo confessar que a história me cativou, a mocinha é uma adolescente de 17 anos, que por conta da sua extrema pobreza (imagine uma pessoa que não tem sapato e anda descalça), não pode sobreviver com dignidade, e tudo que ela procura ser é digna, sonha em ser uma dama, mas é pobre de marré-marré. 
O mocinho é arrogante e não compreende a pobreza da mocinha, não tem paciência com ela e seus maus modos, muitas vezes a ofende gravemente. 
Mas é muito linda a historia e posso garantir que o mocinho paga por cada ofensa que fez a mocinha.

Capítulo Um 

Boston, colônia da baía de Massachusetts Maio de 1721. 
 — Volte aqui, Delia, maldita cadela! Não me obrigue a ir te buscar, moça... A porta se abriu de repente, estampando-se contra a parede. 
A moça tropeçou na soleira e caiu de bruços. Aterrissou no alpendre de quatro, com um ruído surdo. Tinha as costas encurvadas e o ar passava com dificuldade por sua garganta. 
Ao ouvir a portada, dois meninos que brincavam no fundo do beco sem saída levantaram a vista, surpreendidos. 
Ao ver a moça, que tinha os olhos muito abertos pelo susto e parte do rosto oculto por mechas de cabelo escuro e desgrenhado, recolheram imediatamente suas moedas e escaparam correndo para os moles. 
— Delia! A moça se levantou de um salto ao escutar aquele bramido furioso, ébrio. 
Aferrou-se ao corrimão desvencilhado, saltou, deu a volta na casa... e teve que frear de repente. 
Porque ante seus olhos, abrindo passo entre as redes de pesca que secavam ao sol 
— E obstruindo sua única via de escape, — Encontrava-se a compacta e barriguda silhueta do oficial Dunlop.
O oficial se deteve e lhe deu as costas um momento para observar o trajeto de uma fragata real que cruzava a baía rumo ao cais Long. 
Com grande cautela, a moça deu um passo... mas ficou paralisada ao ver que os corpulentos ombros do oficial giravam novamente em direção a ela. 
De acima chegou o ruído de um tamborete ao cair, seguido por outro grito ensurdecedor. 
— Por todos os demônios! — Uma panela de ferro caiu ao chão e algo se estrelou contra a parede 
— Sei que está escondida em um canto, e será melhor que saia em seguida, cadela miserável, se souber o que te convém... Delia! 
O oficial levantou a cabeça de repente, como uma raposa que acaba de farejar um coelho. 
Afogando um gemido de desespero, a moça caiu de joelhos e escorreu como um escaravelho sob a escada do alpendre. A escada — Feita de madeira que tinha começado a apodrecer fazia tempo e cuja altura não superava os dois degraus — Conduzia a sua vez a uma escada que subia da ruela da vizinhança ribeirinha até a moradia que compartilhava com seu pai sobre uma ruinosa fábrica de tonéis. 
Poucas coisas podiam caber ali debaixo: um par de ratos, umas quantas aranhas... e uma jovenzinha de dezessete anos, muito fraca, que tentava escapar de uma surra. 
— Delia! Maldita seja, saia de uma vez de seu esconderijo!
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5 de janeiro de 2013

Uma Beleza Selvagem

Série Cavaleiros Da Fortuna


Sua noite de núpcias seria especial…

Presa entre a chantagem e o dever, Laura Penrose se viu obrigada a casar com o implacável primo de seu amado na ausência deste.
Anos depois, já viúva, ele retornou por fim. 
Ford Barrett, o novo lorde Kingsfold, sempre acreditou que Laura o traiu e que portanto estava em dívida com ele.
Devia a ele um casamento… e uma noite de núpcias! 
Laura se sacrificou uma vez pelo dever… mas não voltaria a sacrificar-se para saciar sua vingança. 
Entretanto, aquele novo e perigoso Ford, de uma atração quase selvagem não ouvia a razão, e Laura tinha que convencê-lo de que nunca o traiu, antes que descobrisse seu mais íntimo segredo…

Comentário revisora Waléria Vieira: Fiquei com vontade de estrangular o mocinho, que cara mais desconfiado. Se não fosse tão bom no que interessava, não prestaria.
Eu não ficaria nunca com um homem assim, mas depois de sofrer muito a mocinha consegue bater muito nele, gente ela dá uma surra nele.Vocês tem que ler, adorei essa parte. Ele precisava acordar. É um típico regência, com umas cenas hot. Uma leitura gostosa, mas que dá vontade de matar o mocinho dá. Espero que vocês gostem!

Capítulo Um

Junho de 1821
Ford Barrett sentia elevar-se seu espírito enquanto lia a carta que esperou sete longos anos para receber. Uma carta que frequentemente se desesperava que chegasse a ver algum dia.
Uma carta que acabaria com seu longo exílio e que o permitiria reclamar todo aquilo que roubaram dele. Incluindo seu coração.
Depois de uma viagem de cinco meses e muitos milhares de quilômetros, a carta chegou naquele mesmo dia a Singapura.
Ford e seus sócios estavam tão ocupados que não tiveram tempo de revisar a correspondência até depois do pôr do sol.
Naquele momento, os três sócios revisavam carta por carta à luz de uma vela, na larga varanda do bangalô de madeira que levantaram junto ao armazém.
A chuva da monção do sudoeste repicava brandamente no telhado de folhas de palmeira.
A distante gritaria de uma briga de galos se mesclava com o inquietante lamento dos malaios e árabes em suas orações da tarde.
Os penetrantes aromas de pescado, pântano de mangue e incenso invadiam o ar abafadiço. Hadrian Northmore elevou o olhar de uma de suas cartas para cravá-la na Ford.
—Más notícias, verdade? Nunca te vi com uma expressão tão azeda. Ford fez um tenaz esforço por relaxar os tensos músculos de seu rosto para adotar sua habitual expressão indiferente.
Detestava que outros pudessem adivinhar seus verdadeiros sentimentos: nem sequer o homem duro e orgulhoso que o ajudou a conseguir sua fortuna.
O comentário de Hadrian distraiu a atenção de Simon Grimshaw de sua própria correspondência.
—Não serão mais dívidas, né, Ford? Acreditava que pagou as últimas faz séculos.
—Assim foi —repôs com tom leve, doído entretanto de que o recordassem todas aquelas dívidas que o expulsaram de sua pátria para jogá-lo naquele purgatório do trópico.
Tantas coisas aconteceram após, e ele mesmo mudou tanto desde sua amalucada e irresponsável juventude, que frequentemente tinha a sensação de que todo aquilo pertencia à outra vida.
Mas quando os pensamentos de Laura Penrose avivavam o sempre latente ultraje de sua traição, a sensação era a oposta, como se tivesse acontecido no dia anterior.
A carta que tinha sobre o colo o recordou como um golpe em uma ferida sem curar.
Apaixonou-se perdidamente dela e ficaram noivos.
Naquela época Laura foi consciente de sua incapacidade para casar-se enquanto ele não tivesse herdado o título e o patrimônio de seu primo, com o que tinha mimado em esperar.
 
Série Cavaleiros da Fortuna
0.5 - Seduced: The scandalous virgin
1 - Uma Beleza Selvagem
2 - Bought: The penniless lady - Uma dama sem fortuna
3 - Wanted: Mail-order mistress - Busca-se uma amante

28 de dezembro de 2012

Maiê em...




 Livros Para o Final do Ano

Essa é a última coluna do ano, demorei séculos para decidir o que escrever.
Tinha que ser algo especial, então decidi falar sobre um dos meus assuntos preferidos: Romance.
Seja na literatura, no cinema ou na vida real o amor é algo poderoso.
É curioso como boa parte das pessoas não percebem isso, mas nós, leitoras vorazes de histórias românticas. Ainda acreditamos em um monte de coisas que para a maioria é utopia.
Não estou falando de príncipes encantados e afins, mas da possibilidade de que o que é bom prevaleça contra o resto.
Estou piegas demais no texto de hoje? Não posso evitar essa época do ano me deixa assim... rs ... Mas vamos ao que interessa:
Elaborei uma lista com as histórias mais românticas que li em 2012 e dividi em algumas categorias.
Misturei romances de banca, de livraria, livros clássicos e outros nem tanto.

Carta a D : Melhor Declaração de Amor
Último livro do poeta André Gorz, escrito para homenagear sua esposa.
É uma história real e imperfeita. Vejam esse trecho:
“Você acabou de fazer oitenta e dois anos. Continua bela, graciosa e desejável.
Faz cinquenta e oito anos que vivemos juntos, e eu amo você mais do que nunca.
Recentemente, eu me apaixonei por você mais uma vez, e sinto em mim, de novo, um vazio devorador, que só o seu corpo estreitado contra o meu pode preencher.
À noite eu vejo, às vezes, a silhueta de um homem que, numa estrada vazia e numa paisagem deserta, anda atrás de um carro fúnebre. Eu sou esse homem. É você que esse carro leva.
Não quero assistir à sua cremação; nem quero receber a urna com as suas cinzas.
Ouço a voz de Kathleen Ferrier cantando: “O mundo está vazio, não quero mais viver”, e desperto.
Eu vigio a sua respiração, minha mão toca você. Nós desejaríamos não sobreviver um à morte do outro. Dissemo-nos sempre, por impossível que seja, que, se tivéssemos uma segunda vida, iríamos querer passá-la juntos.” 
Sim, é desses para ler com um lenço do lado.

Mocinha mais Fodástica: A Rose de Vampire Academy-
Acho que todo mundo já está um pouco cansado de vampiros, mas a Rose não poderia ficar de fora da minha lista. Ela é forte, segura, irônica, luta pelo que quer e pelas pessoas que ama.
Se existe um mundo de fantasia, Bella Swan e seu alter ego Anastasia Steele deviam procurar Rose para aprender umas coisinhas sobre auto-estima. Comecei a ler a série há algum tempo, mas terminei só esse ano.

Escritora revelação: Sarah MacLean.
Autora que descobri aqui no blog escreve o meu tipo de romance preferido. Até agora só têm dois livros disponíveis, espero ansiosamente pelo próximo.

Série Revelação: A Irmandade da Adaga Negra
Bem, revelação para mim.  Eu só fui ler esse ano, ouvia todo mundo falar, mas quando dava de cara com aquelas primeiras páginas cheia de termos e explicações eu desistia de continuar a leitura.
Finalmente insisti e me surpreendi com o quanto a história e os personagens são envolventes.

Maior decepção: Amante Consagrado da Irmandade da Adaga Negra.
Protagonista drogado? Sério mesmo J.R. Ward ? Estava na maior expectativa e me decepcionei um bocado com o livro.

Maior Expectativa: O Nick de O Sequestro De Julia.Tem um livro com ele, não tem?
Ele é o vilão do primeiro livro e terminei ficando mais interessada nele que no mocinho.

Esses foram meus preferidos de 2012, quais foram os de vocês?


Espero que tenham tido um Natal melhor que o meu... esperei aparecer aqui em casa um Papai Noel parecido... só um pouquinho com um desses mas não veio nenhum!!





  
Desejo a todas um feliz Ano Novo, um 2013 cheio de realização!

Beijos, 

Maiê



PS:Ultimamente tenho me atrasado bastante ao escrever o quadro por causa de alguns compromissos de trabalho, mas é um grande prazer poder conversar e falar um pouco dos nossos amados livrinhos! 

27 de dezembro de 2012

Um Amor Secreto

Família Cynster 5-Traduzido









Na Regência de Londres, todos sabiam que nenhum dos Cynster abandonaria uma dama com problemas...
Mas sua proteção pode ter um alto e muito sedutor preço para a dama em questão. 

Quando uma mulher misteriosa, com o rosto oculto por um véu negro, roga a Gabriel Cynster que a ajude, ele não pode resistir. 
Em troca, entretanto, exige-lhe algo que apenas um Cynster poderia pedir: por cada informação que lhe desse, ela deveria lhe pagar com um beijo. 
Lady Alathea Morwelan sabe que Gabriel está intrigado. Apesar da atração que os une, nunca conseguiram estar juntos sem brigar. 
Por outro lado, quanto mais coisas estão em jogo, mais cresce o desejo de Gabriel para conseguir seu pagamento, e cada beijo embriagador, cada abraço apaixonado, afasta Alathea da possibilidade de resistir à sedução final... 
Mas o que acontecerá quando lhe revelar a verdade que tão cuidadosamente lhe esconde? 

Capítulo Um 

6 de maio de 1820. Londres 
A névoa coroava os ombros de Gabriel Cynster à medida que ia e vinha pelo átrio da igreja de St. Georges, a poucos metros da Hanover Square. 
O ar era frio, a escuridão no átrio se tornava evidente aqui e lá, pelos tênues brilhos de luz que lançavam as luzes da rua. Eram três em ponto, a Londres elegante dormia. 
As carruagens que transportavam a casa os farristas bêbedos tinham cessado de passar; uma calma profunda, mas expectante se instalava sobre a cidade. 
 Ao chegar ao extremo do átrio, Gabriel deu a volta. Com os olhos entreabertos, escrutinou o túnel de pedra formado pela parede frontal da igreja e as altas colunas que sustentavam sua fachada. 
A névoa formava redemoinhos e criava volutas que obscureciam sua visão. 
Esteve no mesmo lugar uma semana antes, observando como saía Demônio, um de seus primos, com sua bela esposa. Sentiu um frio repentino, uma premonição, um pressentimento; talvez fosse isso. 
"Às três no átrio de St. Georges." Isso era o que dizia a nota. 
 Sentiu o impulso de ignorá-la, certamente se tratava de uma tolice. 
Mas algo naquelas palavras lhe tinha produzido um impulso mais poderoso que a curiosidade. 
A nota foi escrita com desespero, embora, apesar da análise minuciosa, não sabia por que estava tão seguro disso. Quem quer que fosse a misteriosa condessa, escreveu com clareza e franqueza, solicitando esse encontro para poder lhe explicar por que necessitava sua ajuda. 
 De modo que ele estava ali. Onde estava ela? Enquanto pensava nisso, tocaram os sinos da cidade e suas reverberações agitaram o pesado manto da noite. 
Nem todos os campanários entraram em ação; mas o suficiente para instalar uma cadência estranha, um padrão de som que se repetiu em diferentes registros. 
As notas surdas se desvaneceram, logo morreram. 
O silêncio voltou a descer sobre a cidade. Gabriel se agitou. Impaciente, empreendeu de novo seu lento ir e vir pelo átrio. E então ela apareceu, saindo das espessas sombras que cobriam a porta da igreja. 
A névoa pendia de suas saias quando ela se voltou, lenta e majestosamente, para apresentar-se diante dele. Usava uma capa, e um véu tão impenetrável, secreto e misterioso como a noite. 
 DOWNLOAD


Saga Familia Cynster
1-  Diabo
2- O Juramento de um libertino - revisão final
3- Seu Nome é Escândalo
4- A Proposta de um libertino
5-.Um Amor Secreto
6. Tudo sobre o amor
7- Tudo sobre a paixão
8- A Promessa em um Beijo 
9- Uma Noite Selvagem — em revisão final
10- Sombras ao Amanhecer –  idem
11- A Amante Perfeita –  idem
12- A Noiva Ideal -  ode,
13-  A Verdade Sobre o Amor - idem
14-  Puro Sangue -    idem
15- The Taste of Innocence
16- As Razões do Coração - em revisão final
17- O sabor da Tentação -    idem

26 de dezembro de 2012

Tudo Sobre O Amor

Saga Família Cynster

Alasdair Cynster, conhecido por seus amigos íntimos como Lúcifer, decidiu refugiar-se no campo antes que as habilidades casamenteiras das mães de Londres se concentrassem nele, o último Cynster que permanecia solteiro. 

Mas sua fuga para Devon o levou direto ao encontro com seu destino, na forma irresistível de Phyllida Tallent, uma jovem tão bela quanto determinada e independente, que acordou de forma imperiosa os instintos Cynster.
Lúcifer tentou negar o desejo que Phyllida suscita nele, pois não queria ser vítima de uma armadilha em que jurou jamais cair... Phyllida tinha muitos pretendentes, sua beleza e inteligência eram conhecidas no condado, mas nenhum a atraía como Lúcifer.
A oferta de lhe ensinar tudo sobre o amor era muito tentadora para resistir.
E mesmo que Phyllida não capitulasse por completo, sabia que só uma idiota seria imune a um Cynster.
E ela não era nenhuma idiota.


Capítulo Um 

Junho de 1820 Devon 
Abstinência. Só a ideia produzia uma sensação de desconforto. 
Alasdair Reginald Cynster, a quem muitos chamavam, e não sem motivo, Lúcifer, afugentou aquela palavra nefasta e com um grunhido passou a concentrar-se na condução do par de corcéis negros em uma curva do estreito caminho. 
Este continuava para o sul, em direção à costa. Colyton, seu destino, ficava mais à frente. 
Ao redor, o início do verão expandia seu esplendoroso abraço sobre o campo. 
O milho ondulava com a brisa e no alto as andorinhas planavam impulsionadas pelas correntes de ar, como negros dardos recortados contra o céu azul. 
 Da boleia da carruagem, Lúcifer olhava além das densas sebes que ladeavam o caminho. 
De qualquer forma, não havia muito que admirar naquelas remotas paragens rurais. 
Sem outra distração, voltou às suas reflexões. 
Imprimindo aos cavalos um passo contido, mas regular, de acordo com a sinuosidade da rota, recordou a perspectiva aborrecida de ter que sobreviver sem o tipo de companhia feminina a que estava acostumado. Embora não fosse do seu agrado, preferia sofrer aquela tortura a correr o risco de sucumbir à maldição dos Cynster. Não era uma maldição que poderia ser negligenciada. 
Cinco de seus parentes varões mais próximos já foram vítimas, quando antes formavam um famoso grupo que durante muitos anos pavonearam-se comodamente na alta sociedade londrina. 
Os Cynster causaram estragos nas fileiras femininas, deixando satisfeita um grande número de encantadoras e exauridas damas ao longo do caminho. 
Foram temerários, diabólicos, invencíveis... Até que, um após o outro, sucumbiram à maldição. 
Agora ele era o último componente do grupo livre, sem correntes, um autêntico solteiro impenitente. 
Não tinha nada contra o matrimônio em si, mas a triste realidade, a cruz da maldição, era que os Cynster não só se casavam, mas também se casavam por amor. Só de pensar nisso sentia calafrios. 
A vulnerabilidade que isso implicava era algo que não estava disposto a aceitar. 
No dia anterior, seu irmão Gabriel disse o sim. 
Esse era um dos dois motivos pelos quais se encontrava ali, decidido a encerrar-se nas profundezas do condado de Devon.



Saga Familia Cynster
1-  Diabo
2- O Juramento de um Libertino
3- Seu Nome é Escândalo
4- A Proposta de um Libertino
5- Um Amor Secreto
6. Tudo Sobre o Amor
7- Tudo sobre a paixão
7.5 - A Promessa em um Beijo
8- Uma Noite Selvagem
9- Sombras ao Amanhecer
10- A Amante Perfeita
11- A Noiva Ideal
12-  A Verdade Sobre o Amor 
13-  Sangue Puro
14- O Sabor da Inocência
15- As Razões do Coração - em revisão
16- O sabor da Tentação -    idem