24 de dezembro de 2011

A Sensitiva

Série Irmãs Wherlocke
Segredos e intrigas como o estopim de paixões perigosas.

Por toda a Londres do século XVIII, é possível ouvir sussurros e boatos sobre os dons inexplicáveis da família Wherlocke. 


Mas o Lorde Ashton, um homem com firmes convicções, é uma das vozes mais céticas de seu tempo, e tudo caminhava para continuar assim... até encontrar uma bela mulher desacordada, largada no quarto de um bordel.

A mulher misteriosa é Penélope Wherlocke, e seu dom especial a levou para um mundo perigoso de alta sociedade, quando foi sequestrada e vendida a uma cafetina criminosa. 
Ao vê-la, Ashton ficou enfeitiçado. 
Algo lhe diz que deveria esquecê-la, mas é atraído cada vez mais para a vida dela, transformando-se em seu protetor. 
Porém, Penélope é uma mulher com ideias próprias, algo que sempre a afastou dos homens de sua época, mas enfim encontra alguém seguro e capaz de lidar com suas habilidades sobrenaturais 

Capítulo Um 


Londres, Outono de 1788. 

Ter uma faca apontada para o pescoço pode fazer uma pessoa enxergar  com mais clareza a opinião que tem sobre a própria vida, Penélope concluiu. 
Ela permaneceu imóvel enquanto o homem corpulento, um tanto fétido, que a segurava de modo desajeitado ajeitava sua posição. 
De repente, toda a raiva e todo o ressentimento por ter sido tratada por suas meias-irmãs como se ela não passasse de uma mera criada pareceu insignificante, um problema sem importância. 
É claro, isto podia ser alguma forma de castigo cósmico por todas as vezes que desejou mal para suas meias-irmãs, ela pensou quando o homem a ergueu o suficiente para que seus pés saíssem do chão. 
Um dos dois comparsas do homem amarrou seus tornozelos de um modo semelhante ao que prendeu seus pulsos. 
Seu raptor carregou-a para um beco escuro que cheirava tão mal quanto ele. 
Poucas horas antes, apenas ela havia visto Clarissa saindo para um passeio de carruagem com seu futuro noivo, Lorde Radmoor. 
Espiando da janela quebrada do seu quartinho no sótão ela tinha, incontestavelmente, nutrido o desejo perverso de que Clarissa tropeçasse e caísse sobre o monte de estrume próximo às rodas da carruagem. 
Penélope achou, no entanto, que ser levada por um bandido armado à faca e seus dois comparsas grandalhões fosse uma punição um tanto severa para um desejo infantil nascido da inveja. 
Ela, afinal, nunca desejara que Clarissa morresse o que Penélope temia ser seu destino.
Penélope suspirou e admitiu com tristeza que era parcialmente culpada pela sua atual situação de apuro. 
Tinha passado muito tempo com seus meninos. Até mesmo Paulinho a apressara para que ela não voltasse para casa no escuro. 
Era embaraçoso pensar que um garotinho de cinco anos tinha mais bom-senso do que ela. 
Ela deixou escapar um suave gemido de dor, emudecido por uma mordaça imunda, quando seu raptor tropeçou e a fria lâmina arranhou sua pele. 
Por uma fração de segundo, o medo que ela lutava para controlar inflou dentro de seu corpo com tanta força que ela achou que fosse desmaiar. 
O calor de seu sangue penetrando pelo decote do vestido só intensificou ainda mais o temor. Levou alguns minutos para que conseguisse agarrar algum fiapo de calma ou coragem. 
A noção de que seu sangue estava fluindo muito lentamente para que seu pescoço tivesse sido de fato cortado ajudou a controlar o pânico crescente. 
— Tem certeza de que não podemos tirar ao menos uma lasquinha, Jud? — Perguntou o maior e o mais peludo dos comparsas do seu raptor. 
— Ordens são ordens — respondeu Jud enquanto ajeitava a faca sobre o pescoço dela. 
— Uma lasquinha vai custar mais do que o que ela vale. — Nenhum de nós vai abrir a boca, e a belezinha não vai poder dizer nada. 
— Não vou permitir que você arrisque. Ela pode reagir e isso deixa hematomas. As marcas dirão tudo e aquela vadia da Sra. Cratchitt vai perceber. E depois não vai querer nos pagar por este servicinho noturno.

Série Irmãs Wherlocke
1 - A Vidente
2 - A Sensitiva
3 - A Intuitiva
4 - O Escolhido
5 - Se Ele for Tentado
6 - Se Ele se Atrever
7 - If He's Noble

A Vidente

Série Irmãs Wherlocke
Não se pode prever uma grande paixão...e amar era sempre arriscado

"Chloe suspirou e entrou na casa.

- É assim que tudo começa. 
- Sim, minha criança. 
É assim que tudo começa." 

A História: A família Wherlocke era especial. 

Cada um de seus integrantes possuía uma habilidade, e a de Chloe era prever o futuro. 
E foi uma dessas premonições que mudou completamente o seu futuro. 
Com uma visão, ela encontra sua irmã morrendo ao dar a luz a uma criança. 
Isso a faz encontrar um outro bebezinho abandonado, filho de uma mulher inescrupulosa e um conde. 
Por amor, ela leva a criança para casa, criando um plano com sua família para proteger a criança e o pai. 
Anos depois, após uma premonição, ela acaba salvando a vida de Lorde Julian Kenwood, e lhe apresenta seu filho que ele pensava estar perdido. 
Uma paixão entre os dois acaba se tornando inevitável.
Mas será preciso muito mais do que apenas as visões de Chloe para mantê-los a salvo das tramas diabólicas de pessoas que querem toda a herança de Kenwood.  

Capítulo Um


Londres, Outono de 1788

Lutando para se manter em pé, Julian Anthony Charles Kenwood. 
O nono Conde de Colinsmoor, saiu do bordel para a noite fria e úmida de Londres. 
No entanto, relembrar-se de quem ele era não ajudou muito a recuperar o equilíbrio. 
A sua importância social não endireitou as costas, estabilizou as pernas ou limpou o espesso nevoeiro que tomava conta da sua mente, causado pelo excesso de bebida. 
Ele rezou para que conseguisse chegar ate a carruagem, que estava estacionada a uma distancia discreta. 
Embora fosse fato que estava demasiado bêbado para se divertir com uma das moças da Sra. Button, ele tinha imaginado que conseguiria, pelo menos, caminhar para sua carruagem. 
Mas já não tinha tanta certeza disso.
Pisando cuidadosamente, um passo de cada vez, ele caminhou na direção da carruagem. 
Um barulho a direita atraiu a sua atenção, mas, ao se virar para espiar nas sombras, ele sentiu uma dor aguda na lateral do corpo. 
Às cegas, saiu de lado, satisfeito ao ouvir um grito de dor e uma blasfêmia. 
Julian labutava para conseguir sacar a pistola do bolso, quando notou uma sombra imensa avultando na sua direção.
Viu então o brilho de uma lamina se aproximando do seu peito e se esquivou para a esquerda. Soltou um grito quando a faca fez um corte profundo no seu ombro direito. 
Uma pilha de barris podres cheirando a peixe impediu, de uma maneira um tanto dolorosa, que ele caísse para trás.
Justamente quando pensou que seja lá quem estivesse tentando matá-lo de fato poderia obter sucesso, outra sombra surgiu. 
Era bem menor e pulou da densa escuridão para aterrissar justamente sobre as costas do seu agressor. Julian sentia-se cada vez mais fraco. 
Finalmente, sacou a pistola do bolso, mas acabou percebendo que não estava conseguindo enxergar com clareza suficiente para atirar contra o homem que o apunhalara. 
Para completar, a pistola parecia muito pesada para ele segurar. Se era alguém em seu socorro, temeu que tivesse chegado tarde demais.
Chloe segurou firme enquanto o homem que tinha esfaqueado o conde fazia o que podia para tira-la de cima das costas. 
Ela desferia socos contra a cabeça do sujeito ignorando as inúteis tentativas que ele fazia para segura-la - enquanto ela esperava pela ajuda de Todd e Wynn. 
No momento em que eles chegaram, ela largou das costas do homem e deixou que os homens grandalhões de Leo assumissem a briga. Cada vez que ouvia o som dos punhos acertando a carne, seu rosto delicado se contorcia.
Quando ouviu algo que soou muito mais dolorido do que os seus socos acertando uma cabeça muito dura, ela correu para o lado do conde.
Ele não se parecia muito com o elegante cavaleiro que ela tinha visto vez ou outra ao longo dos últimos três anos. 
Não apenas porque as suas roupas elegantes estavam um desastre, mas também porque fedia a bebida barata, mulheres da vida, peixe e sangue. 
Chloe apanhou a pistola da mão hesitante, colocou-a ao lado, e então, com tiras arrancadas do saiote, ela enfaixou os
ferimentos do conde do melhor jeito que pode. Rezou para que conseguisse estancar o sangramento ate que pudesse levá-lo para a casa de Leo e Gaidar para cuidar adequadamente dos ferimentos.
— Preciso dele vivo — Julian disse sua voz fraca e rouca de dor. 
— Preciso fazer perguntas..

Série Irmãs Wherlocke
1 - A Vidente
2 - A Sensitiva
3 - A Intuitiva
4 - O Escolhido
5 - Se Ele for Tentado
6 - Se Ele se Atrever
7 - If He's Noble

Sheik da Escuridão

Série Sheiks Imortais
Todos estão aterrorizados com a lenda cruel de al Shahin - o Black Hawk. Sheikh Shahin Aswadi não se importa.

Isso faz o seu trabalho mais fácil.
Ele é um dos imortais mutantes que servem o antigo deus egípcio Set-Sutekh, e nenhum ser humano ousou aproximar de seu acampamento escondido no oásis por quase um século.
Isto é, até a intrépida antropólogo Gemma Haliday vir farejando depois de sua irmã desaparecida.
Ela tem, insensatamente ignorado as terríveis advertências dos nômades, a fim de questionar o único homem que pode saber do destino de sua irmã.
Ela caminha em linha reta na armadilha que ele cuidadosamente arquitetou.
Apenas um gosto dos lábios Gemma e ele sabe que deve possuí-la.

Capítulo Um

Momento atual 
Deserto da Núbia, Alto Egito
O som trovejante dos cascos chegou segundos antes de meia dúzia de cavaleiros beduínos, que se colocaram ao redor das ruínas do templo.
Gemma Haliday assustada se levantou de uma vez, os papéis em seu colo se espalharam ao redor, como neve no deserto. Estava sentada sobre uma manta ao lado do Templo em ruínas de Sekhmet, trabalhando em silêncio em sua tradução, sobre a lenda local a respeito de vampiros.
Os camelos correram em sua direção, com as roupas balançando ao vento e gritando.
— Joss! — Gemma gritou à sua irmã mais velha, que esboçava inscrições hieroglíficas no outro lado da parede do templo.
— Estou aqui — Josslyn disse bem atrás dela, acompanhada pelo som bem-vindo de uma espingarda sendo carregada e engatilhada.
As bestas que vinham em direção a elas eram enormes, mas pararam à cerca de 10 metros a pedido de seus comandantes, formando um semicírculo ao redor das irmãs. Ela e Joss estavam presas e o imenso bloco de pedras impedia qualquer possibilidade de fuga.
Os cavaleiros estavam vestidos com o tradicional traje de guerreiros nômades, calças pretas, botas pretas, ondulantes capas pretas como bisht sobre túnicas amarradas por cintos de couro e tiras onde estavam suas armas, cimitarras curvadas a seus lados, turbantes pretos fluidos que cobriam suas cabeças e rostos.
O tipo de traje que quase não se via mais, a não ser em quadros de museus.
Os homens eram enormes, olhavam fixo e sem sorrir. Estavam extremamente sérios. Especialmente o homem no meio. Sentado em uma sela alta, seus ombros eram largos e seu rosto arrogante.
E olhava diretamente para Gemma.
Seu pulso acelerou. A língua geralmente solta esqueceu-se de como se mover. Assim como seus pés.
Histórias sobre mulheres sequestradas e comerciantes de escravos encheram sua mente.
Oh. Meu. Deus.
Joss pisou a frente, apoiando a arma no ombro apontando para o chão, mas visível em sua mão. Josslyn era a irmã mais velha e sempre tomava a frente em uma crise. Graças a Deus. Gemma era mais uma negociadora. De qualquer maneira, ela não pensava que isso fosse uma opção neste momento.

Série Sheiks Imortais
1 - Lorde do Deserto
2 - Sheik da Escuridão
3 - Sheik Vampiro
Série Concluída

Paixão Irreverente





Londres, 1879 


Propostas Ilícitas Filha ilegítima de um lorde decadente, Caroline Dutton vem obtendo sucesso como modista em Londres e está contente por não depender de homem algum. Isso até que entra em sua loja um duque devastadoramente bonito e começa a lhe dar ordens. 


Tolas Atrações Drayton MacKenzie, o novo duque de Ryland, amaldiçoa seu novo destino determinado por um parente distante.


Para receber sua herança, ele precisa transformar em educadas damas as três filhas ilegítimas do falecido duque e lhes arranjar casamentos vantajosos. 
Duas delas são ainda crianças, mas Caroline é uma linda mulher, cuja beleza rivaliza com sua teimosia. 
Paixões Proibidas 
Agora sob a proteção do duque, Caroline é tratada como uma lady e precisa se preparar para arranjar marido na próxima estação de festas. 
Porém, ela se vê envolvida em uma paixão por seu protetor; paixão que caminha inevitavelmente para o escândalo. 


Capítulo Um 


Caroline parou de ajeitar o vestido no manequim da vitrine para observar a carruagem negra que estacionava diante de sua loja. 
Era um veículo luxuoso, não muito comum naquela área de Londres. 
Só Deus podia saber o que viera fazer ali o homem que agora descia e conferia o nome da loja. 
O nariz empinado e a testa franzida eram sinais claros de seu desdém pelo lugar e, provavelmente, pelo estabelecimento. 
Isso provava que alguns dias já começavam mal. 
A sra. Hobson tinha esperado que ela abrisse a loja para declarar que havia vindo escolher outro tecido para o seu vestido, era a terceira vez na mesma semana. 
A sra. Ferrer reclamara que um dos lados junto à cintura de seu novo traje tinha se descosturado, isso sem reconhecer que havia engordado, e assim a roupa não conseguira resistir à pressão. 
Não tinha demorado e eis que a sra. Smythe aparecera com as quatro filhas para provar pela última vez os vestidos que usariam no casamento de uma prima na semana seguinte.
Caroline havia visto poodles menos mimados do que as garotas Smythe. 
E menos inclinados a morder. 
Naquele momento... Bem, se o estranho parasse de fazer caretas, seria um homem incrivelmente bonito. Alto, cabelos escuros, queixo bem delineado e rosto de traços perfeitos. 
Não muito jovem, mas certamente não passava dos trinta anos. 
Pernas longas, peito e ombros largos. 
Resumindo, era o príncipe encantado de qualquer costureira. 
Decerto havia um alfaiate de nome por trás do traje bem cortado que usava, já que a caída era excelente e o tecido de uma lã caríssima. 
Dada a qualidade do vestuário, o chapéu deveria ser feito de pele de castor. 
Sim... sem dúvida nenhuma, aquele que vinha entrando na loja, decerto era um homem de bens e de muito bom gosto, que se movia com graça e autoridade naturais.
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Lorde do Deserto

Série Sheiks Imortais
Como filho de um conde britânico, Lord Rhys tinha amado a vida de ação e de indulgência, como um pária, um jogador e um mulherengo.

Agora ama ainda mais a sua vida como um imortal. Rhys trabalha para seu mestre, um semideus de cinco mil anos, atendendo todos os desejos do seu coração. Especialmente quando se trata de mulheres.
Quando a historiadora Gillian Haliday vai até o túmulo de Rhys para resolver uma disputa relacionada aos descendentes dele, fica encantada por este homem que tem a coragem do garanhão selvagem dentro de si, literalmente. Ela não discute quando ele promete mantê-la para si. Mas o mestre Seth-Aziz tem outros planos. Planos que envolvem a desgraça de Gillian e quando ele acidentalmente se apaixona por ela, o fim da própria existência de Rhys ...

Capítulo Um

Dias atuais
Deserto da Núbia, no Alto Egito
Na primeira vez que o viu, ela tomou fôlego.
Gillian Haliday nunca se esqueceria daquele momento fatídico, enquanto vivesse. E que, ao que parece, poderia ser por muito, muito tempo...
Dawar, a montaria de Gillian nesse dia, pisoteou a areia quente do Egito e inquieto empinou, quando ela o amarrou na sombra magra de uma palmeira. Era meio-dia e suas irmãs mal tinham saltado do Land Rover para partilhar o almoço e uma pausa tão necessária num trabalho de uma manhã longa.
―O que é isso, rapaz? ― Ela murmurou, acariciando o focinho macio de Dawar, para acalmá-lo. Ele estava, provavelmente, tão sedento e cansado quanto ela. Sinalizando para seu assistente, Mehmet, para assumir o cuidado com o cavalo, ela dirigiu-se para as ruínas de um antigo templo de Sekhmet, onde as suas irmãs estavam espalhando o tapete de piquenique.
Mas alguma coisa... Ela não tinha certeza do que... A fez parar. Os pêlos finos da parte de trás do seu pescoço se eriçaram.
Levantando a mão para proteger os olhos do brilho do sol escaldante, ela piscou e virou em um círculo completo para olhar ao redor.
Para o leste, na distância, brilhava a curva graciosa e barrenta do rio Nilo, margeada por uma estreita faixa paralela de campos verdes e exuberantes. O verde vivo terminava abruptamente, nas pardas e ásperas paisagens da Cisjordânia. A faixa de terra áspera que servia a alguns intrépidos fazendeiros, aos ladrões e aos arqueólogos, que se aventuraram neste lado do rio, cortava seus rasos sulcos duplos, abraçando a borda do campo, como uma criança aterrorizada por ir muito longe das mãos de sua mãe. A partir do caminho, a terra começava um declive gradual por cerca de quase dois metros, onde era bloqueada no oeste pelas acidentadas e imponentes falésias de arenito do Gebel. Era ali, escondido nas sombras proibidas das falésias, que o reino dos mortos, os túmulos famosos dos antigos, seriam encontrados e logo abaixo, os vestígios dispersos de seus templos sagrados. 

Série Sheiks Imortais
1 - Lorde do Deserto
2 - Sheik da Escuridão
3 - Sheik Vampiro
Série Concluída

21 de dezembro de 2011

O Conde Cigano







Ele era conhecido por “Conde Demônio”, e diziam que era capaz de tudo. 

Filho de um embusteiro e de uma cigana, Nicholas Davies transformou-se em um notório libertino, até que uma traição devastadora o deixou sozinho e amargurado em meio à paisagem rural do País de Gales. 

Só mesmo o desespero levaria uma tímida e reservada professora a pedir ao Conde Demônio que a ajudasse a salvar seu vilarejo... 

Sem disposição para se envolver nos problemas alheios, Nicholas pediu um preço alto por sua ajuda: somente se Clara concordasse em viver com ele durante três meses, deixando que todos pensassem o pior dela, ele interviria na questão que tanto a afligia. 
Furiosa, porém sem escolha, Clara aceitou o desafio ultrajante, e os dois foram arrastados para um mundo inebriante de perigo e desejo. 
Como aliados, Clara e Nicholas lutavam para salvar a comunidade dela... Como adversários, exploravam um terreno perigoso de poder e sensualidade... 
E como amantes, entregaram-se a uma paixão que ameaçava abalar os alicerces de suas vidas...

Capítulo Um 

 País de Gales, Março de 1814. Chamavam-no de o “Conde Cigano” e, às vezes, de “Velho Nick”, como na lenda. À boca pequena, dizia-se que havia seduzido a jovem esposa do avô, partido o coração deste e, no fim, levado a própria esposa para o túmulo. 
Contavam também que era capaz de qualquer coisa. 
Apenas esta última afirmação interessou a Clare Morgan, conforme seu olhar seguia o homem que galopava em seu cavalo pelo vale, como se todo o fogo do inferno o perseguisse. Nicholas Davies, o Conde Cigano de Aberdare, finalmente tinha chegado em casa após quatro longos anos. Talvez fosse permanecer ali, mas era possível que partisse de novo na manhã seguinte. 
Por isso ela precisava agir depressa. 
Demorou-se um pouco mais, no entanto, sabendo que ele nunca a veria em meio às árvores de onde o espionava. 
O conde montava seu garanhão em pelo, exibindo sua habilidade com o animal, e estava vestido de preto, com exceção do lenço vermelho amarrado no pescoço. 
Mas estava longe demais para que ela visse seu rosto. Clare se perguntou se ele havia mudado, em seguida decidiu que a verdadeira questão não era “se”, mas “quanto”. 
Fosse qual fosse a verdade por trás dos acontecimentos violentos que o tinham levado para longe, estes deviam ter sido devastadores. 
Será que se lembrava dela? Provavelmente não. 
Ele só a vira umas poucas vezes, e ela não passava de uma criança naquele tempo. 
Chamado de visconde Tregar na época, era quatro anos mais velho que ela, e crianças mais velhas nunca prestavam muita atenção às mais novas. 
Já o contrário não era verdade. 
Enquanto voltava para a aldeia de Penreith, Clare repassou mentalmente seus argumentos e justificativas. De uma forma ou de outra, deveria convencer o Conde Cigano a ajudá-la.
Ninguém além dele poderia fazer isso. 
Por alguns breves minutos, enquanto seu garanhão rasgava a propriedade como uma rajada de vento, Nicholas foi capaz de se perder na alegria de sua velocidade. 
A realidade, contudo, logo se abateu sobre ele quando o passeio terminou e ele se viu outra vez em casa. 
Em seus anos no exterior, tinha sonhado muitas vezes com Aberdare, dividido entre o desejo e o medo do que iria encontrar por lá. 
As vinte e quatro horas após seu retorno provaram que seus temores eram justificados. 
Havia sido um tolo em pensar que quatro anos de distância pudessem obliterar o passado. 
Cada quarto daquela casa, cada acre daquele vale evocava lembranças. 
Algumas eram felizes, porém estas tinham sido encobertas por acontecimentos mais recentes, contaminando tudo o que ele um dia amara. 
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Uma Mulher Tentadora





Londres, 1864 


Insuportável... Insolente... Estranho... Sandra Radford era tudo isso e muito mais. 
Mas Aiden não dava a mínima. 


Se ele não fosse seu último recurso para salvá-la de um apuro, ela certamente o teria dispensado depois daquele olhar atrevido que ele lhe lançara...

Um olhar que fizera seu coração disparar com um desejo que ele jamais tinha experimentado. 
Quando o perigo dá as caras, contudo, e segredos do passado vêm à tona, a resistência de Sandra se desfaz e ela acaba buscando conforto em seus braços. 
E, a cada momento que partilham, Aiden deixa de ser o homem do qual ela precisa para se tornar aquele que ela deseja... 
Mas o que irá acontecer quando todos os segredos forem revelados? 


Jena: Adorei este romance ela é inteligente e nada púdica e quando os dois se encontram o nosso herói é tão inseguro se escondendo atrás de um homem que sabe comandar, exigir e ela dobra ele!


Capítulo Um 


 Londres, Inglaterra Janeiro de 1864 
John Aiden Terrell virou-se de costas para a lareira e, pela janela, observou a neve que caía. Odiava o inverno. 
Quase tanto quanto passara a odiar Barrett Stanbridge e a considerá-lo um prepotente desgraçado. 
As três últimas semanas haviam sido um verdadeiro inferno pelo que lhe tinha feito em nome da amizade. 
Acima de tudo por ter insistido com ele para se manter sóbrio a fim de sentir cada momento da infelicidade excruciante. 
E o frio? O inverno gélido de Londres penetrava até os ossos e amortecia a circulação. 
Apenas vir de Haven House ao escritório de Barrett de manhã era um sacrifício. 
Bateu os pés no chão e friccionou as mãos dormentes. 
— Você se importa de parar com essa movimentação? — o alvo de suas queixas indagou sem erguer os olhos do que escrevia. — Não, claro. Vivo para satisfazer suas vontades. Barrett apontou para a bandeja de café do outro lado do escritório e sugeriu:
— Tome uma xícara. — Não quero café e sim um gole de conhaque — Aiden respondeu. — São nove e meia da manhã, e você não vai beber conhaque. Nem agora, nem mais tarde, pois está em período de abstinência. 
Não adiantava nada protestar contra as regras impostas pelo amigo, mas ainda lhe restavam uns fiapos de orgulho. 
— Como já mencionei várias vezes, não estou interessado em me regenerar 
— Aiden replicou. — E, em todas essas vezes, eu lhe disse que seu pai me pediu para pôr você de volta no caminho certo. Costumo cumprir meus deveres — Barrett comentou sem parar de escrever. 
— Nunca palmilhei o caminho certo e você sabe disso tão bem quanto ele. Eu preferia estar morto em vez de levar esta vida insípida que você considera melhor.
— Quando o encontrei caído, pensei que estivesse morto. Se uma carroça tivesse passado sobre seu corpo, você não teria sentido nada — Barrett comentou sem erguer o olhar.
— Sem dúvida, minha única intenção. Então, o amigo o encarou. 
— Se você estivesse consciente para ver seu estado, teria ficado mortalmente embaraçado, pois provocaria nojo num porco. 
Comentários como esse tinham sido freqüentes desde quando Aiden ficara sóbrio o suficiente para entender alguma coisa. Não agüentava mais. 
— Se eu tivesse pensado direito, não teria vindo para Londres 
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Farsa Inocente









A porta do salão abriu-se repentinamente e uma voz conhecida ecoou. 


 Valéria se voltou atônita ao reconhecer o homem que entrava. 
Era o conde de Savin, que ela conhecera durante um espetáculo no Moulin Rouge. 
Seu coração bateu mais forte ao vê-lo de novo. 
Por um momento Valéria pensou que fosse uma miragem, mas aqueles cabelos negros eram inconfundíveis, e não pôde desviar o olhar. 
Como iria lhe explicar que não era uma farsante? 
Que a viúva envolvente por quem ele se apaixonara jamais existira? 


Capítulo Um 


 O conde de Netherton-Strangeways tamborilava os dedos na mesa enquanto aguardava. 
Ele era um homem elegante, de grande importância na corte, possuindo uma posição proeminente entre os aristocratas. 
A família Netherton fizera parte de toda a história do país em que vivera. 
O sétimo conde tinha o firme propósito de manter a tradição. 
Mas seu filho, o visconde Strang, parecia mais interessado em se divertir do que em cumprir suas obrigações, o que muito irritava o conde. 
Porém, o conde era sensato o suficiente para admitir que rapazes comportam-se como rapazes e que não devia esperar muito daquele filho tão atraente. 
Por outro lado, sua filha Valéria era bastante inteligente, além de bonita, o que não era de surpreender, já que a mãe dela fora aclamada como uma das maiores beldades de Londres. 
A condessa possuía uma fascinação que, o conde era obrigado a admitir, devia-se aos seus ancestrais franceses. 
Ela fora meio-francesa já que seu pai, o marquês de Melchester, casara-se com a filha do duque de Chamois. 
O simples fato de pensar na linda esposa, que morrera dois anos antes, trazia lágrimas de tristeza aos olhos do conde. 
Ele se casara pela primeira vez com uma mulher cujos ancestrais se igualavam aos dele. 
Porém, tal união fora arranjada, o que, como sempre acontecia em casos assim, trouxera frustração tanto para a esposa como para o marido. 
Apesar de o conde não admitir, foi um alívio quando, após ter dado à luz a seu único filho e herdeiro, a esposa faleceu. 
Menos de dois anos depois, o conde voltou a contrair núpcias, só que dessa vez por amor. 
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Um Homem e Uma Mulher

Série Tutores
Connor, denominado Muhamed pelos árabes, está a ponto de dar uma mudança decisiva em sua vida, mas antes quer saber se é capaz de agradar uma mulher, por isso contrata uma prostituta na estalagem em que se hospeda. Meg é a viúva de um vigário que retorna ao lar que herdou de seus pais para enfrentar uma vida de solidão e pobreza, mas antes quer sentir outra vez o calor do corpo de um homem, por isso intercepta a prostituta que o árabe contratou e troca de lugar com ela.
Assim se cruzam duas vidas, dois destinos cheios de carências, anseios... e desejos.

Capítulo Um

Desejava um homem – mesmo que fosse somente por uma noite.
O homem, de pé diante dela, estava disposto a pagar por uma mulher só por uma noite. Ele bloqueava a porta, 1,82 de altura contra seus 1,64. Seu rosto era rudemente bonito; parecia que seus traços foram esculpidos pela areia e o sol. Rugas emolduravam sua boca e saíam ao lado de seus olhos – olhos tão escuros que pareciam negros. Muhamed, tinha chamado o hospedeiro. Sr. Muhamed. Ele era um árabe. Ela uma inglesa. Estava vestido com uma túnica branca e turbante; ela estava vestida com um vestido negro e véu. Não tinham absolutamente nada em comum exceto seus desejos físicos, mas aqui estavam ambos no Land’s End, Cornwall.
Megan sabia o que tinha que fazer; era a coisa mais difícil que já tinha feito. Lentamente, deliberadamente, levantou o véu e o amarrou no centro do chapéu Windsor. Endireitando a coluna, mentalmente se preparou para saber que seria: recusa ou aceitação.
O árabe lhe tinha pedido ao hospedeiro que lhe conseguisse uma puta; em troca, uma viúva de quarenta e oito anos tinha chamado a sua porta.
E ele a tinha deixado entrar. Como se ela fosse de fato, a prostituta que pretendia ser. E provavelmente o fosse. Nenhuma mulher respeitável teria tomado parte na farsa que agora ela representava.
Seu seio subiu e baixou, seus pulmões enchendo-se, esvaziando-se – não podia obter suficiente ar em seu corpo carente de oxigênio. A áspera lã de seu vestido irritava seus mamilos. Não tinha que olhar para baixo para saber que lhe marcavam através do sutiã.
Seu negro olhar deslizou por seu rosto, seus seios – que se inflamaram sob seu exame, mais cheios que os de uma garota jovem, mais pesados – e desceu por seu corpo para estudar seu estômago e seus quadris que como o resto de seu corpo se arredondaram com o passo dos anos. Lentamente seu olhar se levantou de volta para seu rosto e as rugas que havia ali não tinham nada haver com areia ou sol, mas tudo com a idade de uma mulher. Colocou a mão de um lado da saia e sentiu no bolso, a chave de seu quarto que era justamente no final do corredor. Agora ele a aceitaria, ou agora ele a recusaria...
- É muito velha para ser uma puta, disse seco.
Mas não muito velha para desejar um homem.
Por dentro, estremeceu. Por fora, manteve seu olhar; seus olhos verdes, que ao menos, não tinham trocado com o tempo. - Alguns diriam, senhor, que você é muito velho para necessitar dos serviços de uma.
Uma tênue cor obscureceu suas bochechas – ou provavelmente foi seu próprio descaramento o que coloriu sua visão. - Está nua sob o vestido.
A quente cor que tinha as maçãs do rosto dele se transformou em um ardente calor nos mais arredondados dela.
Desafiante, levantou o queixo. - Sim.
Megan não usava anáguas, espartilho, blusa, calcinhas ou meias. Nenhum dos atrativos que as mulheres respeitáveis usavam.

Série Tutores
1 - O Tutor
2 - Um Homem e Uma Mulher
Série Concluída

20 de dezembro de 2011

O Tutor

Série Tutores
Elizabeth Petre é a honorável esposa de um aspirante a primeiro Ministro britânico. Diante da Sociedade tem que representar o papel da perfeita esposa, em sua casa, seu marido se mostra desdenhoso quando não indiferente com ela. Para Elizabeth é cada vez mais penoso que seu marido a mantenha longe de seu coração e de seu leito e com a idéia de voltar a seduzi-lo, de fazer com que esqueça suas inúmeras amantes, aprendendo as mesmas artes que elas.
Para conseguir, recorre a Ramiel Devington, o filho bastardo de uma nobre inglesa e um Sheik árabe. Repudiado pela sociedade britânica, ele aceita a proposta da dama, pois intui que apesar de sua fria aparência, Elizabeth esconde um espírito livre e apaixonado que prisioneiro de convencionalismos, anseia em escapar e poder desfrutar tudo o que a vida pode oferecer.
Dia a dia, lição a lição, Ramiel vai mostrando a Elizabeth um mundo desconhecido, ensinando-lhe todos os segredos da arte da sedução e sutilmente, atiça o fogo e a sensualidade, com conseqüências dramáticas e inesperadas para os dois.

Capítulo Um

Ramiel não consentiria que nenhuma mulher o chantageasse e não lhe importava quão forte pudesse ser sua necessidade de satisfação sexual. Apoiou contra a porta da biblioteca e observou com os olhos semicerrados à mulher que estava em pé frente às portas envidraçadas que davam ao jardim. Ligeiros retalhos de bruma se estendiam entre ela e as cortinas abertas. Em contraste com estas, como colunas de seda amarela, a mulher parecia um escuro monólito embainhado em lã negra.
Elizabeth Petre.
De costas, não a reconheceu, coberta como estava, dos pés a cabeça com um chapéu e uma grossa capa negra. Mas na realidade não a teria reconhecido nem nua frente a ele, com os braços e as pernas abertas lhe convidando lascivamente.
Ele era o Sheik Bastardo, filho ilegítimo de uma condessa inglesa e de um Sheik árabe. Ela era a esposa do ministro da Economia e Fazenda e seu pai o primeiro-ministro da Inglaterra.
Pessoas como ela não se misturava socialmente com gente como ele, salvo a portas fechadas e sob lençóis de seda.
Ramiel pensou na mulher de escuros cabelos cuja cama acabava de deixar, apenas uma hora. A marquesa de Clairdon o tinha seduzido num baile de rameiras, onde tinha dançado nua igual ao resto das assistentes. Usara-o para alimentar sua excitação sexual e durante algumas horas se converteu no animal que ela desejava, investindo, esmagando e amassando no interior de seu corpo até encontrar aquele momento de liberação perfeita onde não existiam nem passado, nem futuro, nem Arábia, nem Inglaterra, somente o esquecimento.
Talvez teria possuído também aquela mulher se esta não tivesse forçado a entrada de sua casa deliberadamente através da coação e a chantagem. Com os músculos tensos pela cólera contida, afastou devagar do frio contato do mogno e atravessou silencioso o tapete persa que cobria o chão da biblioteca.
— O que é que pretende, senhora Petre, invadindo meu lar e me ameaçando?
Sua voz, um áspero murmúrio de refinamento inglês que ocultava a ferocidade árabe, ricocheteou no arco formado pelas portas e alcançou a barra de bronze da cortina que bordeava o muito alto teto circular.
Pôde sentir o sobressalto de temor da mulher, farejando-o quase por cima da neblina úmida.
Ramiel desejava que sentisse medo. Desejava que se desse conta de quão vulnerável era, sozinha na guarida do Sheik Bastardo sem que seu marido ou seu pai pudessem protegê-la.
Queria que soubesse da maneira mais elementar e primitiva possível que seu corpo lhe pertencia para dar a quem quisesse e que não admitiria chantagens na hora de conceder seus favores sexuais. 

Série Tutores
1 - O Tutor
2 - Um Homem e Uma Mulher
Série Concluída

18 de dezembro de 2011

Reivindicada pelo Highlander

Série Highlanders
Com seus cabelos dourados e rugido feroz, Angus “The Lion” MacDonald é o mais temível guerreiro que Lady Gwendolen já viu, e ela é sua conquista mais gloriosa. 
Capturada em um ataque surpresa no castelo de seu pai, Gwendolen é agora forçada a dividir sua cama com o homem que derrotou seu clã. 
Mas, apesar dos encantos avassaladores de Angus, ela se recusa a entregar sua inocência sem luta ... Prisioneiro da Paixão.
Com sua beleza estonteante, ousadia, e um sorriso que desarma os homens, Gwendolen é a mulher mais irritante que 
Angus já tinha conhecido e a mais inebriante. Forçando-a a se tornar sua noiva vai unir seus dois clãs em um só. 
Mas o desejo de conquistar o coração de Gwendolen vai requerer toda a sua habilidade como amante. 
Noite após noite, o seu toque a consome em fogo. 
Beijo após beijo, vão se perder em sua fome e sua paixão. Mas, como o corpo de Gwendolen trai seu amor crescente por Angus, um inimigo secreto pretende trair a ambos... 

Nota Revisora Ana Paula G: Desde que li o primeiro livro, "Capturada pelo Highlander, fiquei de olho neste Angus..kkkkkkkkkkkk...O melhor amigo do Duncan McLean e que o trai no final,entregando-o para os ingleses. 
Num determinado trecho do primeiro livro, tive a impressão de que o Angus morria pelas mãos do próprio pai por esta traição...Mas como vemos,não foi o que aconteceu... 
Bem,gurias, passei a semana envolvida com este livro! 
É lindo, gostei mais do que o primeiro da série.Uma história maravilhosa, com uma química perfeita entre o casal , faz a gente viajar!!! 
Não tem erro, leiam e divirtam-se...Adoreiiiiiiiiiii!!!! 

Capítulo Um 

Castelo de Kinloch Terras Altas,Escócia, julho 1718 

Despertou do sonho assustada poucos minutos antes do cerco começar. Gwendolen MacEwen sentou-se com um suspiro e voltou os olhos para a janela. 
Foi apenas um sonho, disse a si mesma lutando para acalmar sua respiração. 
Mais tarde ela chamaria isso de premonição, mas por agora, estava certa de que era apenas os truques do sono causando esse terror no seu coração. 
Desistindo de dormir, ela jogou as mantas de lado, sentou-se na beira da cama e pegou o roupão para aquece-la contra o frio da madrugada. 
Levantou-se e foi para a janela, atraída por um tênue brilho de luz no horizonte. 
Um novo dia começou. Finalmente. 
Fechou os olhos e fez uma oração silenciosa para que seu irmão, Murdoch, voltasse para casa de suas viagens. 
Os MacEwens necessitavam de um chefe, e se ele não voltasse em breve para reivindicar seu direito de primogenitura, ela temia que alguém o fizesse, depois de escutar algumas conversas de descontentamento na aldeia. 
Tinha ouvido as reclamações de sua serva, cuja irmã era casada com o dono da cervejaria. 
E depois do sonho que acabou de ter ... O alarme tocou de repente, no pátio. 
Desacostumados a ouvir tal clamor dentro do castelo quando ainda dormiam, Gwendolen se afastou da janela. 
O que em nome de Deus ...? Ele explodiu de novo, pela segunda vez. 
Depois uma terceira. Uma faísca de alarme disparou em seu sangue, pois ela sabia o significado desse sinal. 
Estava vindo das muralhas, e falava de perigo. Gwendolen correu para a porta, abriu-a, e subiu correndo as escadas da torre. 
─ O que está acontecendo? - Ela perguntou para o guarda, que estava andando sem parar, através do frio da manhã. 
Podia ver sua respiração irregular no ar. 
O guarda apontou. ─ Olha lá, Senhorita MacEwen! 
Ela levantou-se na ponta dos pés e inclinou-se ao longo das muralhas, olhando através da luz da manhã para as sombras em movimento no campo. 
Era um exército avançando, aproximando-se rapidamente a partir da floresta. 
lguns vinham a pé, outros montados. ─ Quantos homens?- Perguntou Gwendolen. 
─ Duzentos, pelo menos - respondeu ele ─ Talvez mais. 
Ela afastou-se da parede e olhou-o. ─ Quanto tempo nós temos? ─ Cinco minutos na melhor das hipóteses. 
Gwendolen se virou e viu outro membro do clã, que surgiu da escada da torre com um mosquete em suas mãos. 
Ele parou, em pânico, quando a viu. ─ Eles vieram do nada - explicou. ─ Estamos condenados com certeza. Deve fugir, Senhorita MacEwen, antes que seja tarde demais. 
Irritada, Gwendolen avançou, pegou-o por sua camisa, e sacudiu-o com força. 
─ Repita essas palavras de novo, senhor, e eu vou ter sua cabeça! - Ela virou-se para enfrentar o outro homem. ─ Vá e alerte o administrador. 
─ Mas. ─ Faça isso! 
Eles não tinham um líder. Seu pai estava morto, e seu laird atual era um bêbado que não estava dentro das muralhas do castelo, por que estava passando as noites na aldeia com alguma rameira, desde a morte de seu pai. 
Seu irmão ainda não tinha retornado do Continente. 
Eles tinham apenas seu administrador, Gordon MacEwen, que era um gerente brilhante com livros e números, mas não era nenhum guerreiro. 
─ Sua arma está carregada?- Ela perguntou rapaz. ─ Você tem pólvora suficiente? 
─ Sim. 
─ Então, aponte e defenda o portão! 

Série Highlanders 
0.5 - O Rebelde
1 - Capturada pelo Highlander
2 - Reivindicada pelo Highlander
3 - Seduzida pelo Highlander
4 - Return of the Highlander
5 - Taken by the Highlander
 

Série Império Romano

3- Sete Dias Sem Beijos





Roma, ano 68 A. C. 

Lydia Veratio tinha cometido um engano e agora sua liberdade pertencia a um homem ao que conheciam em toda Roma como Lobo de Mar. 

Uma vez comprada como esposa, Lydia sabia que quão único ainda podia controlar era seu desejo.

Por isso, quando Fabius Aro lhe prometeu que a deixaria livre se depois de sete dias não lhe tinha suplicado que a beijasse, Lydia pensou que seria muito fácil.
Mas Aro era um homem incrivelmente atrativo e Lydia começava a sentir-se mais e mais tentada por aqueles lábios… 

Nota Revisora Neide: Está mais para um florzinha, uma história com um enredo simples, um mocinho com uma ambição que tenta almejar a todo custo, mas que com a convivência com a mocinha passa a não lhe importar tanto, uma mocinha decidida, honrada, forte. Leitura sem emoções, mas bem tranquilo. 

Capítulo Um Roma ano 68 A. C. 

—Lydia, venha ver. Um homem está discutindo com nosso servo Gallus — Sulpicia entrou no tablinum com tal ímpeto, que partiu o fio do fuso do tear que Lydia usava. 
Lydia Veratio largou o fuso e foi para a janela onde sua cunhada estava de pé. 
Agradecia ter uma desculpa para parar de fiar, ainda que não fosse para mais nada, além de observar como o servo de seu pai discutia com alguém. 
—Do que se trata dessa vez? —Perguntou Lydia, olhando através dos postigos da janela. 
Gallus falava com um desconhecido fazendo gestos. 
Sulpicia se aproximou ainda mais da janela e colocou a mão em concha no ouvido para capturar o som. —Acredito que seja algo relacionado com um pedido de vinho. 
—Achei que isso já tinha sido solucionado há várias nonas — Lydia observou o homem com quem discutia o servo. 
O homem tinha seus pés calçados com sandálias, plantados com firmeza, como se estivesse a bordo de um navio. 
A toga azul escura e a túnica bordada que vestia demonstravam que não se tratava de um simples servo. 
O homem levantou a vista, e Lydia se deparou totalmente com seus olhos. 
Ele esboçou um tênue sorriso e a saudou com uma inclinação de cabeça. 
Lydia fechou o postigo e se retirou imediatamente da janela.
—Estou segura de que Gallus saberá resolver o problema. Eu não posso me ocupar com nada disso; devo me comportar como uma dama romana e ficar fiando, enquanto meu pai procura um marido que me convenha. 
—Publio enviou outra tabuleta — disse Sulpicia, enquanto se aproximava dela para abraçá-la. 
— Quer saber se chegou o último carregamento de liquamen*2 ou se tornou a atrasar-se. 
Lydia sentiu uma ligeira dor de cabeça. 
Deveria imaginar que Sulpicia teria um motivo para procurá-la, era por que desejava que fizesse algo para ela. 
Normalmente, àquela hora, sua cunhada já estava nos banhos, mexericando com suas amigas ou inteirando-se das últimas notícias sobre a guerra contra os piratas, da boca dos pregoeiros do fórum*2.
—Deveria perguntar ao nosso pai. 
—Mas Cornélio esteve doente e não quero preocupá-lo, principalmente por algo tão insignificante – acrescentou Sulpicia com uma careta e levando a mão ao ventre. Era evidente que o bebê estava dando pontapés. 
— Você poderia descobrir, Lydia. Publio disse que o cliente se nega a dar mais dinheiro até receber a carga. Só quero saber quando foi enviada. 
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 Série Império Romano 
1– A Noble Captive – na lista 
2– Uma Amante Virginal – em revisão 
3– Sete Dias Sem Beijos 
4– A Honra do Gladiador – em revisão
 

Um Segredo De Natal

Série Natal
Dezembro de 1890: onze dias antes do Natal, Clarice e seu marido o reverendos Dominic Corde, chegam à idílica aldeia de Cottisham para fazer-se encarregados dos paroquianos do reverendo Wynter, o qual está tomando umas merecidas férias. 

Com suas lindas casas de telhados de palha, rodeadas de neve, Cottisham é justamente o contrário da lúgubre paróquia londrina que os Corde deixaram para trás. 

Mas enquanto Dominic se dispõe a dar uma boa impressão a sua nova congregação, Clarice sente que algo não funciona, pressente que há algum fio solto nos sorrisos de boas-vindas dos aldeãos, que bem poderiam estar ocultando algum segredo obscuro. 
Quando um descobrimento surpreendente confirma suas suspeitas, Clarice não pode resistir a ir até o fundo da questão. 
É possível que o reverendo Wynter não seja o que parece? Há alguma ovelha negra no rebanho? 
Uma coisa é certa: Clarice está resolvida a descobrir a verdade... embora isso implique pôr sua vida em perigo. 

Capítulo Um 


Clarice Corde se reclinou para trás em seu assento enquanto o trem saía da estação, envolvido em uma nuvem de vapor. 

O cisco saía voando pelos ares em todas as direções e o motor rugia à medida que ganhava velocidade. 
A chuva golpeava contra a janela e Clarice mal conseguia ver os reluzentes telhados de Londres. Era 14 de dezembro de 1890, faltavam dez dias para a Véspera do natal. 
Estava casada pouco mais de um ano e não conseguia acostumar-se a ser a mulher de um pastor. Nem a obediência, nem o tato eram qualidades naturais nela, e as impunha com considerável esforço, mas o fazia por Dominic. 
Olhou-o de esguelha e o viu imerso nas profundidades insondáveis de seus pensamentos. 
Sabia que o preocupava estar à altura das circunstâncias que se apresentaram de maneira tão inesperada. 
O velho reverendo Wynter tomou umas férias muito merecidas; de maneira que sua igreja, no pequeno povoado de Cottisham, necessitava alguém que o substitui-se no cuidado de seu rebanho durante o Natal. 
Dominic tinha aproveitado a ocasião. 
Depois de ficar viúvo tinha abandonado uma vida dada de presente e tinha abraçado o ministério um pouco tarde. 
Talvez ninguém, exceto Clarice, adivinhasse as dúvidas que se ocultavam atrás de seu rosto atraente e suas maneiras agradáveis. 
Amava-o ainda mais porque sabia que era consciente de suas próprias debilidades e também do poder de seus sonhos. 
Dominic ergueu a vista e sorriu a sua esposa. 
Clarice voltou a sentir uma vez mais a reconfortante sensação de que tivesse escolhido a ela: a irmã mais torpe, a que não demonstrava muito tato ao falar e tinha um desastroso senso de humor, e não a qualquer das mais confiáveis e mais convencionais belezas que desejavam suas atenções. 
Aquela oportunidade para ir a Cottisham, no condado de Hertfordshire, representava o melhor presente de Natal que lhes podiam ter feito. 
Permitia-lhes escapar do reverendo Spindlewood e da inóspita região industrial de Londres para onde Dominic tinham sido enviado como ajudante do pastor. 

Série Natal
1 - Uma Viagem de Natal
2 - Uma Visita Natalina
3 - Uma Convidada de Natal
4 - Um Segredo de Natal
5 - A Christmas Beginning
6 - A Christmas Grace
7 - A Christmas Promise
8 - A Christmas Odissey
9 - A Christmas Homecoming
10 - A Christmas Garland
11 - A Christmas Hope
12 - A New York Christmas
13 - A Christmas Escape
14 - A Christmas Message
15 - A Christmas Return
16 - A Christmas Revelation

Rosa entre espinhos


Inglaterra, 1067

Rose de Carlisle renunciou ao orgulho saxão para proteger seu povo da ira dos normandos. 
Mesmo quando o rude líder dos cavaleiros vitoriosos declarou que a tomaria como esposa, Rose calou-se e aceitou seu destino. 
Então, conheceu seu futuro cunhado, Gaston de Thorne, dono do olhar mais cativante que ela já vira. E soube, pela primeira vez, o real significado da palavra “conquista”.
Sir Gaston viu-se na iminência de perder sua honra no instante em que pôs os olhos em lady Rose que pertencia a seu irmão, por decreto do rei. Mas, ao constatar que despertara nela a mais pura paixão, jurou que Rose de Carlisle seria somente sua!

Capítulo Um

Inglaterra, região rural Primavera de 1067.
Rose olhou por sobre a paliçada, a brisa leve despenteando os cachos castanho-avermelhados que lhe enfeitava a fronte. Correu o olhar pela ampla faixa gramada, de onde as árvores haviam sido retiradas, próximo à alta parede de madeira desbastada. Em seguida, desviou-os para mais além, onde o declive terminava na floresta densa e verdejante. Então, estreitou os grandes olhos verdes, à procura de um sinal concreto de que os normandos estavam mesmo se dirigindo ao seu feudo.
A apreensão provocou-lhe um estremecimento, fazendo com que envolvesse o corpo pequeno e delicado com os braços. Um mau pressentimento apoderou-se dela, o coração batendo num ritmo descompassado. Meu Deus, pensou agitada, não posso permitir que ninguém perceba o quanto estou apavorada.
Respirou fundo, forçando-se a manter a calma. 
Ao longo dos meses que se seguiram às mortes do pai e do irmão, Rose conseguira exercer não mais que uma minúscula parcela de sua liderança sobre Carlisle. Afinal, não era uma tarefa fácil para os servos do feudo, habituados a prestar obediência e lealdade a um lorde, depositarem sua confiança em uma mocinha inexperiente, de apenas dezoito anos de idade.
— O que vamos fazer, lady Rose? — Alfred perguntou de súbito, despertando-a do devaneio sombrio. — Ron retornou de sua cavalgada há poucos instantes. Assim que entrou na fortaleza, informou nossos homens que havia avistado quinze cavaleiros montados. E os invasores se encontram a poucas horas daqui.
Rose deixou escapar um pequeno grito de surpresa. Quinze cavaleiros montados! Seu pai e seu irmão haviam sido os únicos homens de Carlisle a deixar o feudo sobre cavalos. Parecia que, na Normandia, os animais eram muito mais abundantes que na Inglaterra. Além do mais, ela pensou com um leve sorriso de desprezo, os saxões preferiam lutar a pé.
Virou-se para encarar o homenzinho corcunda, que há anos desempenhava o papel de conselheiro, e tomou o cuidado de esconder a ansiedade que a dominava sob uma máscara de confiança. Parado a seu lado, Alfred eslava trêmulo e torcendo as mãos sem parar.
Controlando a voz, a fim de evitar que qualquer demonstração de suas emoções traísse sua agitação, Rose finalmente respondeu:
— Não temos escolha, senão permitir sua entrada. Jamais poderíamos nos defender contra tantos cavaleiros.
— Mas, senhora, são quinze cavaleiros montados — os lábios finos de Alfred movimentaram-se com rapidez e nervosismo —, além de mais uns cinqüenta soldados a pé. O que vamos fazer? — repetiu a pergunta, carregada de medo e apreensão.
A expressão rígida das feições de Rose amenizaram quando um forte sentimento de piedade a invadiu. Num gesto carinhoso, afagou o ombro do conselheiro, sentindo-lhe os ossos salientes sob os dedos. Mas, por mais simpatia que sentisse pelos receios de Alfred, não poderia recuar na decisão tomada.
— Faremos o que devemos fazer. Reúna todos os habitantes do feudo. Preciso lhes falar antes da chegada dos invasores.
— Creio que alguns vão relutar em aceitar sua decisão, lady Rose
— Alfred advertiu. — E difícil para homens como Hugh e John, que participaram da batalha de Hasúngs, junto de seu pai e… Ah, se seu irmão, Edmund, estivesse aqui!

17 de dezembro de 2011

O Herdeiro Perdido

Série Liga das Quartas-feiras

Havia voltado de entre os mortos para encontrar-se cara a cara com um anjo… 
O que Adam Hawthorne via em Grace Forbush era uma beleza etérea que resultava até mais intrigante devido ao halo de mistério que a rodeava. 

Seriam certos os rumores? 
Seria possível que aquela criatura celestial que havia despertado nele algo completamente novo tivesse cometido assassinato? 
Aquele homem não era o que parecia. 

Grace Forbush em seguida se deu conta de que era muito mais; Adam Hawthorne era um cavalheiro inglês… além disso era o verdadeiro herdeiro de seu falecido marido e tinha ido reclamar o que lhe pertencia por direito… 

Capítulo Um 

 Adam Hawthorne levantou o rosto e respirou sob a cálida chuva primaveril antes de entrar no imponente edifício de pedra cinza às dez em ponto. Levantou a gola de sua jaqueta de pele e sacudiu as gotas de chuva do cabelo. 
Comodidades como chapéus e capas brilhavam por sua ausência no selvagem noroeste, e, depois de quatro anos, resultava difícil inclusive lembrar como eram. 
Mal estava um dia na Inglaterra e já se sentia desconjurado. Imaginava que a jaqueta de pele não ajudava.
Quanto tempo demoraria para voltar a pensar e sentir como um inglês? 
Uma semana? Um mês? Alguma vez? 
Bom, ao menos tinha recordado que devia cumprir primeiro com suas obrigações e deixar as preocupações de índole pessoal para depois. 
Subiu as escadas até o segundo andar, seguiu pelo corredor até chegar à porta do fundo e logo se anunciou a um jovem magro e com óculos. 
-Sou Adam Hawthorne e devo ver lorde Barrington. 
O jovem examinou Adam dos pés à cabeça e atrás de seus pálidos olhos azuis se distinguiu um espio de curiosidade. 
Aquele olhar o fez ver com claridade o extremamente estranho que devia resultar seu aspecto dentro de um ministério em Londres. 
Pensou que deveria incluir um alfaiate e um barbeiro em primeiro lugar na lista de coisas que deveria fazer. 
Mas isso dependia do que encontrasse ali. 
-Sua senhoria já está lhe esperando, senhor. Entre, por favor. 
Adam deu um golpe seco no painel de vidro da porta antes de abri-la e entrar. 
Lorde Ronald Barrington elevou a vista de seu bloco de papéis.
-Hawthorne! Pelo amor de Deus, que alegria vê-lo -disse assinalando com um gesto a poltrona de couro que havia em frente a escrivaninha-. Senta-se, por favor. Quando recebi sua mensagem fiquei petrificado. O consideramos morto há quatro anos. 
-Foi o que ouvi, meu senhor.

Série Liga das Quartas-feiras
1 - Por Justiça ou por Amor
2 - A Dama da Noite
3 - Um Segredo de Natal
4 - A Vingança do Libertino
5 - O Herdeiro Perdido
6 - Bela e Culpada
Série Concluída