9 de dezembro de 2011

Nunca Pactue com O Diabo

Série Escola de Senhoritas
O futuro da escola da senhorita Charlotte Harris está em perigo. 

Um belo espanhol, o mago mais famoso do mundo (Diego Montalvo) chega ao limite da ousadia quando propõe adquirir a propriedade para convertê-la em um jardim do prazer. 
Com valentia, Lucinda Seton enfrenta Diego e jura jogar por terra seus projetos e salvar a escola, sem ser consciente de que a verdadeira missão do cavalheiro é encontrar a herdeira de um nobre espanhol e levá-la a Espanha para que recupere o que um dia lhe foi arrebatado. 
Diego é misterioso e inteligente, um sedutor nato que aparece com uma proposta que ninguém rechaçaria. Sua missão é simples, ao menos isso acredita. O problema surge quando se dá conta de que não poderá dirigir a jovem a seu desejo, e deverá desdobrar toda a magia que possui como ilusionista. 
Poderá enfeitiçar à encantadora Lucinda sem que pelo caminho seu coração seja vítima do próprio feitiço? Se pactuar com o diabo houver a possibilidade de cair em sua rede e não liberar-se jamais.

Capítulo Um

Richmond, Surrey
Finais de abril de 1824

Querida Charlotte:
Que desfaçatez por parte de sua professora de desenho, partir justamente antes de começar o trimestre depois da Semana Santa! Por sorte dispõem da ajuda da senhorita Seton até que possa substituir essa mulher tão irresponsável. Entretanto, espero que a senhorita Seton tenha superado essa mania que descreveria como "incapacidade de pensar antes de falar".
Seu primo e amigo, Michael

Lucinda Seton precisava de um pretendente excepcional e o precisava já!
Se pudesse, escolheria um príncipe como primeira opção, embora também estava disposta a aceitar um duque ou inclusive um marquês, preferivelmente um que fosse ostentosamente rico.
E não porque importasse a riqueza, não. Os faetones espantosos que percorriam a cidade a grande velocidade lhe provocavam enjoo e as rosas de estufa a faziam espirrar. As joias não eram ruins, mas a incomodava ter que estar constantemente preocupadas com elas para não perdê-las enquanto passeava por algum parque da cidade acompanhada de uma criada.
Não, Lucy desejava um pretendente excepcional por uma simples razão: Para que Peter Burnes engolisse suas palavras!
Com vontade de chorar, começou a ir e vir pelo quarto situado no andar superior da escola da senhora Harris que ia ocupar durante as seguintes semanas. Maldito canalha!
Furiosa, tirou um xale de sua arca por desfazer. Como era possível que ainda sentisse vontade de chorar quando pensava nele? E por que esse desalmado escolheu aquela tola pretensiosa ao invés dela?
Ao recordar o humilhante episódio no baile do sábado anterior, encolheu-se desolada enquanto guardava o xale em uma das gavetas da cômoda. Que insensatez ter perguntado quais eram as intenções a respeito dela! Mas a resposta...

Série Escola de Senhoritas
1 - Seduzir um Patife
2 - Alguém a Quem Amar
2.5 - Dez Razões para Ficar
3 - A Vingança Escocesa
4 - Um Pilantra em Minha Cama
4.5 - Quando Faíscas Voam
5 - Nunca Pactue com o Diabo
6 - Casar Antes de Ir para a Cama com Ele
6.5 - O Caso Proibido de um Louco 1º de Abril
Série Concluída

Um Pilantra em minha Cama

Série Escola de Senhoritas

Quando Madeline Prescott aceitou um emprego como professora na academia para jovens senhoritas, fez para ajudar a recuperar o bom nome de seu pai. 

Em troca, corre o perigo de arruinar o dela.
O diabolicamente belo Anthony Dalton, visconde Norcourt, aceitou dar "aulas sobre libertinos" às alunas da senhorita Harris para que aprendam a evitar cavalheiros sem escrúpulos, e Madeline deve fiscalizar as aulas.
Sempre achou que a atração é uma questão científica, facilmente classificável e controlável, até que se vê arrastada a um apaixonado desejo que arde ferozmente entre Anthony e ela.
Nada poderia ser mais ilógico que arriscar tudo por uma aventura com um libertino, mesmo que seja por um que tenta se comportar como é devido.
Entretanto, nada poderia ser mais tentador...


Capítulo Um

Querida Charlotte:
Me alegro que finalmente tenha delegado maior responsabilidade a suas professoras, ao invés de cuidar de tudo sozinha. A senhorita Prescott em particular parece muito valiosa, dada sua inclinação pela contabilidade. Sei o muito que os números a aborrecem, então esta é a melhor maneira de continuar mantendo o controle sem ter que se submeter à tortura de fazer contas. Seu primo e amigo, Michael
Pela quinta vez naquele dia, a senhorita Madeline Prescott olhava fixamente o envelope selado. A palavra "recusado" estava escrita nele com caligrafia ousada.
Não podia acreditar. Apesar de não ter recebido resposta a carta anterior, ela continuava esperando que sir Humphry Davy lesse algum dia uma de suas cartas. Se eram recusadas por costume, não havia nem a menor esperança de fazer seu caso chegar pessoalmente ao famoso químico.
Seus olhos se encheram de lágrimas. E agora o que? Não sabia a quem ir, e seu pai piorava a cada dia. Se não encontrasse uma solução logo...
— Ah, está aqui — disse a senhora Charlotte Harris, proprietária e administradora da Escola de Senhoritas da senhora Harris, ao entrar no escritório. — Imaginei que a encontraria aqui.
Madeline guardou a carta no bolso do avental e forçou um sorriso.
— Ainda estou verificando as contas.
A senhora Harris se sentou do outro lado da escrivaninha, agitando os cachos acobreados.
— Não a invejo nem um pouco. Agradeço que se encarregue dessas obrigações.
Sua patroa não estaria tão agradecida se tivesse ideia do escândalo que se associou ao nome dos Prescott em Shropshire. A senhora Harris esperava que suas professoras tivessem uma reputação irrepreensível.
Um lacaio apareceu na soleira da porta do escritório e se dirigiu à senhora Harris.
— Um tal lorde Norcourt veio visitá-la, senhora.
Madeline sentiu a garganta ficar seca. O sobrinho de sir Randolph Bickhams aqui? Será que o visconde Norcourt poderia estar procurando-a pelo malvado plano que o tio dele tinha contra seu pai? Será que sir Randolph descobriu que estavam em Richmond? Não fazia sentido. Não só porque o visconde nunca a conheceu, além disso, havia rumores que ele e sir Randolph estavam brigados. Lorde Norcourt teria se informado sobre a conexão que ela tinha com a família dele? Mesmo que fosse assim, não podia saber que ela dava aulas ali. Não contou a ninguém de sua casa em Telford. E se assegurou em ocultar sua antiga vida à senhora Harris.

Série Escola de Senhoritas
1 - Seduzir um Patife
2 - Alguém a Quem Amar
2.5 - Dez Razões para Ficar
3 - A Vingança Escocesa
4 - Um Pilantra em Minha Cama
4.5 - Quando Faíscas Voam
5 - Nunca Pactue com o Diabo
6 - Casar Antes de Ir para a Cama com Ele
6.5 - O Caso Proibido de um Louco 1º de Abril 
Série Concluída

4 de dezembro de 2011

O Caso do Coração Roubado









Inglaterra, 1892
Um mistério a ser desvendado...

Amélia Watersfield sempre gostou de ler histórias sobre investigações criminais.

E quando uma valiosa estatueta é roubada de dentro de sua própria casa, ela vê uma chance para por em prática seus conhecimentos e tentar desvendar o crime.

A diversão fica melhor ainda ao saber que o detetive.


Capítulo Um

__ Não é possível! Meu bom Deus, ela se foi! Amélia pulou ao ouvir os gritos do pai. Correu o mais rápido que pôde até o escritório para encontrá-lo de pé, no meio da sala, agitando as mãos.
— Papai — disse ofegante. — O que aconteceu?
— Oh, Amélia, é horrível. Entrei aqui para trabalhar como faço todas as manhãs. Entro, leio o jornal, tomo chá, anoto algumas coisas. Tudo estava como deveria estar, mas quando levantei para me servir de outra xícara, percebi que ela havia sumido.
— Sim, papai, mas quem desapareceu?
— Nefertite. — Calma, papai. Deve haver uma explicação lógica. Vamos reconstituir seus passos.
O velho senhor gesticulava tanto que parecia prestes a alçar vôo.
— Meus passos são os mesmos de sempre, querida, não fiz nada de diferente. Precisamos chamar as autoridades e dar queixa do roubo.
— Sentiu falta de mais alguma coisa? Amélia olhou ao redor. Era difícil decifrar se faltava alguma outra coisa no meio daquela confusão de jornais, livros e mapas espalhados. Mas os outros poucos artefatos que o pai mantinha ali estavam em seus lugares.
— Acho que não falta nada, mas ainda não olhei direito. Acabei de perceber que ela havia desaparecido. Oh, Deus, talvez a coleção toda tenha sido levada.
— Papai, sente-se, por favor, antes que desmaie. O senhor está muito pálido.
Watersfield deixou-se levar até uma poltrona, mas assim que sentou-se reagiu com veemência.
— Você deveria saber, garotinha, que homens não desmaiam. Temos uma constituição física muito mais forte que vocês, mulheres. — Claro que sim, papai.
Sabia que a afirmação não era acurada, pois o pai já desmaiara em diversas ocasiões.
Era muito sensível e dizia apenas sentir tonturas. Porém, não fazia sentido discutir com ele naquele momento de tensão. — Respire fundo, parece que nada mais está faltando. De repente, o velho senhor levantou-se.
— As autoridades. Precisamos avisá-las de imediato. Oh, pobre Nefertite.
— Farei isto agora mesmo. Sente-se e tente se acalmar. Logo saberemos o que aconteceu à estatueta. Oh, que maravilha!
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O Anjo Negro

Miguel de Torres e seu irmão são exilados da Espanha para sempre por traição.

Tentam refazer sua vida em Maracaíbo, mas o pirata Morgan ataca a cidade, captura-os, e são vendidos como escravos em Port Royal.
Kelly Colbert viaja a Jamaica como castigo por negar-se a um casamento arranjado.
Em Promise, terá que lutar contra as normas de uma sociedade apoiada na tirania. Mas, sobretudo, combaterá a paixão que um arrogante escravo espanhol desperta nela. 
Escapando de Promise, Miguel se une a piratas franceses. Amargurado e vingativo, jura fazer todos os ingleses pagarem por sua humilhação. E, quando o navio no qual Kelly retorna a Inglaterra cai em suas mãos, encontra a vítima propícia para dar rédea a seus mais baixos instintos. O capitão do Anjo Negro tem dinheiro, poder e rancor. Mas não tem em conta o amor, uma arma muito mais poderosa que o ódio.

Capítulo Um

Corte de Madri. Inverno de 1667
Alejandro de Torres andava de um lado a outro da pequena sala em que aguardavam a decisão do Tribunal da Corte. Com as mãos cruzadas às costas e o semblante sério, ia dando voltas pelos últimos acontecimentos e não podia acreditar que o destino fosse tão injusto.
No final da primavera, seus dois filhos, Miguel e Diego, engrossaram a tripulação do navio Castilla, que batalhou contra dois navios de bandeira inglesa perto de Açores.
Alguns homens morreram em combate e, entre eles, dom Esteban de Albadalejo, personagem muito estimado no palácio.
Embora a notícia daquela morte consumisse todos em dor, só era uma mais das que chegavam, de vez em quando, aos ouvidos públicos, dado que os galeões espanhóis eram constantemente abordados por piratas franceses, holandeses e ingleses, em suas viagens de ida ou volta às costas caribenhas, onde a Espanha mantinha posses. Os galeões eram navios de grande peso, sem equipamentos de batalha; por isso, se convertiam em presas fáceis para os embusteiros e corsários que atacavam sob bandeira estrangeira.
E embora, nos últimos tempos, o soberano doasse grandes somas para sua proteção, o Castilla viajava sozinho. Não, de fato, a notícia da morte de dom Esteban não foi mais que uma má notícia para a Espanha.
Até que acusações secretas sussurradas em certos ouvidos colocaram os dois filhos de dom Alejandro no banco dos réus no tribunal: segundo o Tribunal, acusados de alta traição, por fornecer aos piratas ingleses a rota que o Castilha seguiria.
Alejandro de Torres era um homem influente, ostentava o título de duque de Sobera, e era latifundiário proprietário de extensos imóveis em Salamanca, Toledo e Sevilha; amigo de advogados, ministros e inclusive cardeais. Nada disso liberou seus filhos das acusações nem do julgamento que foram submetidos.
Nem o liberou da tortura de ter que voltar para casa e consolar sua esposa, Mariana, que se desfazia em lágrimas. Nesse momento, depois de um longo mês de espera, de entrevistas com uns e outros e apoiado por seu irmão Daniel, de buscas incansáveis de testemunhas, devia aguardar, como qualquer outro, que o Tribunal da Corte do rei Carlos emitisse seu julgamento.


Vingança







Uma mulher cativa...

Desamparada e sem nenhum recurso, lady Brienne Morrow se verá obrigada a fazer parte do maquiavélico plano de um enigmático desconhecido que não terá piedade dela.

Quando a jovem descobre o que está ocorrendo e tenta escapar, já é muito tarde.

O amor que sente pelo arrogante americano que a mantém prisioneira submergiu suas cruéis garras em seu coração e não poderá fugir dele.



Comentário revisora Poly Ribeiro:Gostei do livro. Tanto a mocinha quanto o mocinho tem seus traumas e principalmente o mocinho que esta em busca de vingança, uma vingança compreensível, mas como sempre a mocinha inocente esta envolvida nesta e ai começa os conflitos.

Capítulo Um

Dinbych-e-pysgod. Tenby, Gales Dezembro de 1780
A jovem que aparecia pela janela da carruagem dirigiu um último e triste olhar a sua casa vazia.
Não tinha teto, e o piso superior estava repleto de escombros úmidos pela chuva.
O povo em que viveu quase toda sua vida, a pequena vila fortificada de Tenby, parecia haver-se ancorado no tempo. Seus habitantes apenas tinham para comer e vestir adequadamente, mas resultava uma morada perfeita para sua mãe e ela.
Ali ninguém dirigia olhares inquisitivos a uma mulher sem marido e a sua filha, uma formosa moça de chamativos cabelos cor avermelhado escuro.
E também não lhes formularam perguntas às que ambas detestariam ter que responder, como de onde vinham, anos atrás, ou quem eram.
Tenby acolhia generosamente a quantos chegavam a ela e lhes oferecia uma formosa vista da baía de Carmarthen desde suas muralhas, assim como camarões-rosa e ostras frescas procedentes do Llangwm.
Mas, agora, ficava vazia uma casa mais, e parecia duvidoso que pudesse voltar a ser alugada, em vista do alarmante declínio da população.
O antigo lar da jovem logo ficaria reduzido a ruínas, e os ruidosos ratos que a enchiam não demorariam para afogar os ecos de risadas passadas.
A moça formava parte da vila. Ali tinha brincado de menina e forjado seus sonhos de adolescente.
Com o cenho franzido e o olhar sombrio, fixou a vista na ilha de St. Catherine e a colina do castelo.
Tenby a perdera e, como se estivesse de luto por sua partida, o povo parecia mais triste que de costume, um pouco mais miserável e abandonado.
Ninguém saiu para despedir-se dela, mas, mesmo assim, ela sentiu que estava dizendo adeus a um querido amigo, um que a tinha protegido e ajudado durante anos.
Desolada, recostou-se em seu assento, tratando de evitar que aquele lugar, velho e frágil, contemplasse as lágrimas de saudade que já começavam a brotar de seus olhos cor violeta.
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O Preço Da Conquista




Nova Orleans, 1895

Tristeza foi a última coisa que Marian Cuvier sentiu ao saber da morte inesperada do marido.

Raiva, choque, humilhação, isso sim. E, acima de tudo, uma forte determinação: garantir o futuro de seus filhos e lutar por um novo espaço no mundo.

Isto a levou aos negócios de Jean e, consequentemente, a Louis Fournet, ex-sócio de seu marido.
Provar a Louis que ela era mais do que um inútil bibelô na sociedade de Nova Orleans seria o primeiro problema.

E quando o atraente e carismático Louis despertou em Marian emoções desconhecidas mas tentadoras, ela descobriu que tentar não se apaixonar seria o mais difícil de todos os desafios...

Capítulo Um

Durante anos, Marian Cuvier imaginou que seu marido tivesse uma amante, e que seu casamento com Jean Cuvier não significasse nada além dos papéis que haviam assinado na cerimônia.
Ainda assim, a imagem do homem que passara os últimos doze anos em sua companhia, dera-lhe dois filhos e com ela construíra um lar, e que agora jazia morto no chão de um quarto no Hotel Chateau, tirava-lhe algumas lágrimas de angústia dos olhos.
— O que aconteceu? — Marian chorava, pensando em seus filhos, agora órfãos de pai.
Policiais em pequenos grupos conversavam em tom baixo à volta do cadáver, dirigindo seus olhares um tanto curiosos para ela.
Um homem, inclinado sobre o corpo de Jean, virou-se e perguntou:— Quem é a senhora? — Sou a esposa dele, Marian Cuvier. — Com as pernas ainda trêmulas pela surpresa do ocorrido, seus pensamentos divagavam. Meu Deus, por mais que o odiasse, nunca desejei encontrá-lo morto!
O policial agachado perto do cadáver se levantou.
Sua expressão era séria, e ao mesmo tempo parecia confusa. - A esposa do sr. Cuvier está sentada na sala ao lado, senhora. — O quê? Sou Marian Cuvier. Esposa dele. E quem é o senhor?
— Sou o detetive Dunegan. — Ele a pegou pelo braço e a encaminhou para fora da sala.
Marian olhou pela última vez para o corpo do homem que havia sido seu marido, seu amor, embora se mantivesse muito ausente de casa ultimamente.
— Vou perguntar mais uma vez. Quem é a senhora?  A esposa do sr. Cuvier se encontra rio cômodo ao lado.
Confusa pelas palavras do detetive, Marian se afastou por um instante e respondeu: — Aquela deve ser a amante de Jean. Eu sou a esposa. Fomos casados por doze anos.
O secretário do hotel, que a havia chamado quando soubera do que ocorrera com seu marido, pigarreou, chamando a atenção do detetive.
Aproximou-se dele e segredou-lhe algumas palavras ao ouvido, o que fez com que Dunegan a observasse de forma direta.
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Um Homem Uma Lenda

A história de uma vida... Inspirou a história de um amor! 


Ethan King era a inspiração perfeita para o romance que Maggie desejava escrever.
Disposta a correr riscos para realizar seus sonhos, ela aventurou-se a viajar sozinha para Gila City, onde o homem mais temido de todo o Arizona se isolara do mundo. 
Mas em vez do temível e legendário "fora-da-lei" que esperava encontrar, Maggie se deparou com um homem atormentado pelo passado... e destinado a atormentar seu coração! 
Ethan perdeu o respeito pela imprensa depois que a reputação de seu pai foi arruinada por manchetes sensacionalistas ameaçando pelo mesmo destino, refugiou-se em uma cidade-fantasma perdida no deserto, onde pretendia executar seu plano de vingança. 
No entanto, ele não contava com a presença da linda e sensual Maggie O'Shea, uma repórter determinada a invadir seu santuário e sua vida... 


Capítulo Um 


Nova York, 1875 
Maggie O'Shea suspirou entediada e se pôs a tamborilar sobre o tampo da mesa de trabalho o lápis cuidadosamente apontado. 
Olhou ao redor da sala de redação com inúmeras escrivaninhas. 
Todas estavam ocupadas por homens atarefados com as matérias que seriam publicadas no dia seguinte, enquanto ela não tinha nada para fazer. 
Ninguém morrera desde a semana anterior, e não havia nenhuma festa nem nascimento para ser notificado. 
Se a situação não mudasse, perderia o emprego. 
Voltou a atenção para a mesa e apontou os lápis pela centésima vez. 
A brisa quente de abril trazia os primeiros aromas da primavera junto com os ruídos da rua movimentada. 
O burburinho de vozes se confundia com o motor dos automóveis. 
Maggie vivera em Nova York a maior parte da vida. 
Em todos os lugares por onde passava, percebia o sotaque familiar da terra natal. 
Entretanto, mesmo em meio a inúmeros imigrantes irlandeses como ela, nunca se sentira em casa. — Com mil diabos, Maggie! Nunca vi um calor como esse! — Ela deu um pulo na cadeira e se viu face a face com Gus Murphy, editor-chefe e dono do The Journal. 
Gus fora o primeiro a contratar uma mulher para trabalhar em um jornal, e causara polêmica ao aceitá-la para a vaga na coluna de obituários. 
Era óbvio que a atitude arrojada de incluir uma representante do sexo frágil num ambiente onde só havia homens se devia à influência de irmã Agatha. 
Gus não media esforços para atender a um pedido da benfeitora que o salvara das ruas de Nova York. 
Irmã Agatha já havia tirado das ruas incontáveis imigrantes órfãos, incluindo Maggie. 
Gus sabia que a jovem e ambiciosa compatriota acalentava desde criança o sonho de se tornar uma grande escritora. No entanto, impusera a condição de que ela se limitasse a escrever obituários e notas sobre nascimentos e festas. 
Era o melhor que podia conseguir para uma mulher. 
— Sei que prometi à irmã Agatha não blasfemar diante de você — o editor-chefe se justificou, erguendo os ombros. — Mas tem de se acostumar com isso se quiser trabalhar na redação de um jornal. 
— Não se preocupe Gus. Já ouvi coisas piores. — Maggie sorriu para o gigante de cabelos ruivos com carregado sotaque irlandês. 
— Não direi nada à irmã Agatha. Será um segredo nosso. 
— Ótimo. Não quero que nossa bondosa salvadora se aborreça comigo. 
O homenzarrão lançou um olhar furtivo ao redor da sala para ver se os outros redatores haviam notado que conversava com a jovem, como se estivesse cometendo um crime ao dirigir a atenção a uma mulher. 
— Tenho algo para você — ele disse. Maggie endireitou a coluna, cheia de esperança. 
— Uma história? Vai permitir que eu saia para investigar um incêndio? Um assassinato? Quem sabe, um roubo...
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Paixão na Abadia

Série Cavaleiros


Ela o conheceu quando era uma jovem de quinze anos e se apaixonou por ele.

Reencontraram-se treze anos mais tarde, no meio de uma guerra. 
Sir Hugh estava ferido e Edlyn como uma herborista faria de tudo para curá-lo, até mesmo pedir ajuda para fadas e duendes.
Agora que estava curado Hugh queria casar com ela, mas será que depois de dois casamentos ruins ela ainda iria se arriscar?
Apesar de estar desterrada e ter perdido tudo, vivendo de favor numa abadia, precisava pensar nos filhos e não os queria junto de um guerreiro, apesar do pai deles ter sido um.
Dessa vez ela não seria vencida, seus filhos não seriam guerreiros, seriam monges e ficariam vivos e sadios.
Mesmo que Hugh dissesse que iria conquistá-la e que sairia triunfante desse embate, ela não se entregaria.

Comentário de Leitura Final Ana Júlia: Deixo meu comentário com uma pequena discrição dos pensamentos de nossa mocinha que explica bem como foi o livro: “Claro que não entendia.
Vivia em seu mundo masculino como a encarnação do êxito, e nesse mundo, as emoções não tinham lugar. Por mais que Edlyn falasse durante uma semana, até que não experimentasse a dor de ver alguém que amava em perigo, ele jamais entenderia.”

Capítulo Um

Inglaterra medieval Wessex, primavera de 1265.
Quando Edlyn se inclinou para colocar a chave na fechadura, a porta rangeu em suas dobradiças.
Confusa, fixou o olhar na abertura que aumentara, ao redor da fechadura, a madeira estava estilhaçada, e o estrago passara despercebido graças à meia luz do amanhecer.
Alguém invadira o dispensário.
Antes que pudesse tomar uma decisão, um braço lhe rodeou o pescoço.
Ficou apertada contra um suado corpo masculino e esperneou, enlouquecida.
Algo tocou sua bochecha e, com a lateral do olho, distinguiu o brilho do aço.
Uma adaga. — Se gritar, eu vou cortar seu pescoço da garganta até as tripas.
Embora falasse o francês normando dos nobres ingleses, sua dicção vulgar e sua tosca gramática o faziam quase ininteligível.
Mas a moça entendeu perfeitamente bem e usando o tom tranquilizador que tinha aperfeiçoado atendendo a doentes e feridos, respondeu:
— Posso garantir meu silêncio. O braço do homem apertou mais. Ergueu-a até que os pés de Edlyn ficaram pendurados, e a pressão sobre a traqueia a sufocava.
 — Sim, uma mulher sempre é capaz de mentir para salvar-se. — Então ele sacudiu Edlyn um pouco e afrouxou a pressão. — Mas você não deve me trair se souber o que é melhor para você.
A mulher respirou fundo, e percorreu com o olhar o interior do jardim de ervas rodeado de muros e o dispensário.
Necessitava de alguma das religiosas. Até mesmo a prioresa, lady Blanche, seria bem-vinda.
O sol mal saíra, e as freiras ainda estavam na oração matinal.
Em seguida, tomariam o café da manhã e só então sairiam para cumprir suas respectivas tarefas no refeitório, na enfermaria e nas hortas.
A sobrevivência de Edlyn dependia de sua própria rapidez mental...
Como sempre.


Série Cavaleiros
1 - Amor no Castelo
2 - Paixão na Abadia
Série concluída

A Noiva Perfeita

Dinastia Warenne
Devido a um trauma sofrido na infância, lady Blanche Harrington é incapaz de sentir alguma emoção, muito menos amor. 

Agora, as circunstâncias exigem que se case, mas Blanche tem medo de escolher entre a multidão de pretendentes aduladores que a assediam, porque o solteiro certo não se candidatou…

Rex de Warenne, um herói de guerra que se tornou um ermitão, admira lady Blanche há muito tempo. 
E embora o destino e seu caráter difícil levem toda a esperança de forjar um futuro que semelhante dama merece, Rex está decidido a reprimir seus próprios sentimentos e ajudá-la.
No entanto, quando sua amizade, cada vez mais forte, leva-os a partilhar uma noite de paixão incrível, as memórias de Blanche ameaçam seu frágil amor... 
E sua própria vida.

Comentário revisora Neide: Delicioso, particularmente prefiro uma leitura mais hot, mas neste caso os personagens nos enredam numa maravilhosa trama. E os momentos sensuais torna a leitura super fácil.


Capítulo Um


Março, 1822

Duzentos e vinte e oito pretendentes. Deus Santo, como ia conseguir escolher um, entre todos eles?
Blanche Harrington estava a sós em um pequeno gabinete anexo ao grande salão onde logo começaria a invasão de visitantes. 
Aquela manhã retirou as cortinas de luto pela morte de seu pai. Blanche tinha conseguido se livrar do matrimônio durante oito anos, mas sabia que, ao ter morrido seu progenitor, necessitava um marido que a ajudasse a administrar sua considerável e complicada fortuna.
Entretanto, tinha pavor à avalanche de admiradores, tanto pavor quanto sentia pelo futuro. 
 Sua melhor amiga entrou agitadamente no gabinete.
—Blanche, querida, está aqui! Agora mesmo vamos abrir as portas! —exclamou com entusiasmo.
Blanche olhou pela janela para o passeio circular. 
Tinham concedido a seu pai o título de visconde muitos anos antes, depois de acumular uma enorme fortuna com o negócio de fabricação. 
Tantos anos antes, que agora ninguém os considerava novos ricos. Blanche não conheceu outra vida que a da riqueza, dos privilégios e o esplendor. 
Era uma das grandes herdeiras do império, mas seu pai tinha permitido que rompesse seu compromisso matrimonial oito anos antes e embora nunca deixasse de lhe apresentar candidatos, sempre quis que sua filha se casasse por amor. É obvio aquela era uma ideia absurda. 
Não porque as pessoas não pudessem se casar por amor; era absurda porque Blanche sabia que era incapaz de apaixonar-se. 
Entretanto, ia se casar.

Dinastia Warenne
1 - O Conquistador
2 - A Promessa da Rosa
3 - O Jogo
4 - O Prêmio
5 - A Farsa
6 - A Noiva Roubada
7 - A Filha do Pirata
8 - A Noiva Perfeita
9 - Um Amor Perigoso
10 - Uma Atração Impossível
11 - A Promessa
12 - Casa dos Sonhos
13 - Amor Escandaloso
14 - Depois da Inocência
Série concluída

Sublime Tentação

Luz da minha vida...

Após a morte da esposa, Michael isolou-se em sua propriedade na Escócia, disposto a amargar sua dor. Mas, a pedido de um parente, teve de acolher em sua casa, a jovem Cathy. Decidido a continuar a viver na solidão, a única saída seria encontrar um noivo para tão graciosa dama. Decerto não faltariam pretendentes...
No entanto, quanto mais se aproximava o dia da despedida, Michael se perguntava se teria tomado a decisão certa. 
Pois, como ele enfrentaria o futuro sem a presença da encantadora jovem que trouxera luz e cor à sua vida?
Como viver sem as fantasias sensuais que ela lhe despertava, fazendo-o ansiar por beijar seus lábios e sentir o calor de seu corpo?

Capítulo Um

Dumfries, Escócia, 1817
— Cathy, vou morrer hoje mesmo. — Cathy Grant forçou um tom alegre na voz, enquanto passava a toalha embebida em água de rosas pela testa de sua prima mais velha, Sofia.— Bobagem — disse. — Você fala isso o tempo todo. Não vai morrer, apenas quer chamar a atenção dos outros.
— Bem, querida, o fato é que todos vamos morrer. — O timbre áspero de Sofia se mantinha mesmo nos dias em que sua voz não passava de um frágil sopro. — Desta vez, tenho certeza.Não, pensou Cathy tristemente. Não a deixarei partir.Sofia Tilden completara noventa anos e durante boa parte da existência dependera dos cuidados da prima mais jovem. Havia estado à beira da morte quando Cathy viera morar com ela, dois anos antes.— Quer um pouco de caldo de galinha? — Cathy ofereceu. — É bom para refazer as forças.A senhora idosa fez uma expressão de desprazer.
— O problema com as pessoas jovens e prestativas é que não respeitam os agonizantes. Acha que deixarei este mundo com o gosto de caldo de galinha na boca? Traga-me um cálice de vinho do Porto. Daquele que sir Michael nos deu no Natal passado.— Álcool não é bom para as suas condições.— Cathy, querida, você não pode me manter viva para sempre.
— Posso tentar. — Evitou chorar diante de sua benfeitora. Haveria bastante tempo para isso, depois.— Estou cansada. Todos os que eu amava, exceto você e Michael, partiram antes de mim.
— Mas o que vou fazer sem você?— O que faria se não estivesse amarrada a uma velha doente como eu? Talvez se casasse com um homem decente e criasse filhos. Sir Michael ficaria contente em acolhê-la.— Sem essa conversa — Cathy rebateu. — Ele não vai querer uma esposa de reputação duvidosa, cuja própria família a deserdou.— Isso sim é que é tolice. Faz anos que aconteceu. Todos já se esqueceram disso.— Eu não esqueci. E prefiro não tocar no assunto.— O que me dará se eu parar de falar nisso?— Um cálice de Porto? — Cathy sorriu.— Excelente. Mas bem cheio, por favor.
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Escândalo E Paixões

Inglaterra, 1789
O preço de um escândalo!
A última coisa que a modelo do quadro "Retrato de uma Divorciada" precisava era que seu nome fosse associado ao infame Angelstone.
Mas aquele homem irritante já deixou bem claro que não aceitará nada menos do que a completa rendição de Imogen.
Viúvas ricas conquistam amantes... Divorciadas pobres tornam-se amantes...
E mulheres de famílias influentes têm de tomar cuidado para não provocar a ira de seus familiares e evitar conseqüências desastrosas que Imogen conhece melhor do que gostaria...
Gabriel Angelstone, o atraente libertino da sociedade, aprendeu uma lição: o amor arruína tudo. Mas o irresistível desafio de seduzir Imogen Mowbray, uma mulher de passado tão escandaloso quanto o dele próprio, logo o leva a reconsiderar essa teoria. Porque talvez essa seja a única mulher por quem valha a pena se apaixonar...
Capítulo Um
Gabriel Angelstone aproximou-se da condessa por trás e a envolveu pela cintura.
Como sentira sua falta! Sua colega de infância, seu primeiro amor, sua melhor amiga.
Ela sempre fora seu maior alvo de admiração e a triste verdade era que se aborrecia longe dela.Estava cansado de beber. Cansado de jogar. Cansado dos amores fáceis... Cansado de Londres. E, segundo se dizia, quando alguém estava cansado de Londres, era porque se cansara da vida.Suspirou.
Nunca palavras mais verdadeiras haviam sido ditas.Voltou a si quando Geórgia soltou uma exclamação e deixou cair a cesta que trazia na mão para lhe dar uma dura cotovelada nos rins.Surpreso, largou-a de pronto.
O que havia com ela? Não reconhecia mais seu amigo?Impetuosamente, ela recolheu as saias e se afastou correndo, proporcionando uma deliciosa visão de saiotes e pernas bem torneadas.
Só parou ao alcançar a fonte, acuada como uma corça.
Então se virou e ergueu a cabeça para fitá-lo.Não era Geórgia.
Tinha um rosto desconhecido e, ao mesmo tempo, familiar. Como uma melodia que se ouve e se pensa reconhecer.A memória de Gabriel se avivou, porém não despertou de todo. Examinou-a dos pés à cabeça, como se a um espécime raro. Ela percebeu e se retraiu ainda mais.Ele avançou em sua direção, abrindo caminho por entre os tufos de folhagens, tirou o chapéu e fez uma leve reverência.— Senhorita...
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Adorável Aventureira

Ao aguardar a travessia do Canal, Sheldon Harcourt sabia que tinha tido sorte, a maioria dos ingleses fugiam da França e voltavam para seu país, com a maior pressa possível.
Na França, para os turistas significava perigo de prisão.
Era óbvio, até mesmo para o mais obtuso dos viajantes, que a Inglaterra ia declarar guerra à França.
Durante a espera foi surpreendido por uma jovem viuva que pediu sua ajuda e propôs um trato,
— Vamos fazer um trato... oui? Você me ajuda e eu o ajudo. Casarei com um homem rico... e dividiremos o dinheiro dele! Quero ser rica. Quero ter posição e ninguém impedirá que isso aconteça.
Sheldon atirou a cabeça para trás e riu.
— Você é sensacional! Se existe alguém que possa conseguir o que pretende na vida, esse alguém é você!

Capítulo Um
1793

O vento sacudia as venezianas e entrava sob as portas da estalagem. Na saleta particular, o homem sentado diante da lareira estremeceu.
Era natural que houvesse tempestade no Canal, em janeiro, e qualquer possibilidade de fazer a travessia para a Inglaterra era improvável, pelo menos nas vinte e quatro horas seguintes.
Sheldon Harcourt sabia que tinha tido sorte em obter acomodações confortáveis e uma saleta particular no Hotel d'Angleterre, em Calais.
Monsieur Dessin, o proprietário, era assediado por visitantes, a maioria composta de ingleses que fugiam da França e voltavam para seu país, com a maior pressa possível. A notícia da execução do Rei francês, Luís XVI, caiu sobre os ingleses como uma bomba.
Em Londres, as notícias foram recebidas, a princípio, com descrença e estupefação, depois, com horror, finalmente, com cólera.
Na França, para os turistas que começavam a acreditar que o país ia se acalmar sob a Convenção, isso significava perigo de prisão. Era óbvio, até mesmo para o mais obtuso dos viajantes, que a Inglaterra ia declarar guerra à França.
Mas Sheldon Harcourt sentia uma grande relutância em aceitar o inevitável e, usando suas próprias palavras, em "atravessar o Canal na disparada".
Porém, seus amigos franceses disseram que não havia alternativa. O massacre de aristocratas, bispos e padres, no mês de agosto anterior, assim como as atrocidades dos septembriseurs transformaram Paris num lugar de horror.
Às vezes, Sheldon Harcourt achava que nunca esqueceria os gritos de pessoas que ele conhecia e amava sendo arrastadas de suas casas, para as prisões que se esvaziavam rapidamente, para fornecer novas vítimas à multidão.
Mesmo assim, por mais que desejasse sair do país onde passara os últimos cinco anos e que considerava como seu lar, Sheldon tinha um jeito inconfundivelmente inglês, ali sentado na poltrona, sentindo o calor da lareira, as chamas iluminando-lhe o rosto.
Era difícil pensar que houvesse um homem mais belo e vestido com maior elegância.
Embora tivesse viajado durante três dias exaustivos, por estradas ruins e lamacentas, dava a impressão de estar pronto para ir a uma festa. Suas roupas assentavam perfeitamente, e as usava com uma elegância natural, essencialmente inglesa.
Fitando as chamas, seus olhos azuis tinham uma expressão séria, mas muitas vezes brilhavam, como que zombando da vida. Quando seu sorriso cínico torcia os lábios, acentuava as rugas entre o nariz e a boca.
Seus pensamentos foram perturbados quando a porta se abriu e Monsieur Dessin entrou, trazendo uma bandeja com uma garrafa de vinho e um copo.
— Espero que esteja bem acomodado, Milorde.
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Bandido Sedutor





Atrevido e ardiloso ele roubava os corações das mulheres.

Sequestrada por impiedosos bandidos, Vanda estava sendo mantida prisioneira nas ruínas de uma antiga Capela.
Pelo que ouvira falar a respeito da ganância e crueldade do chefe do bando, temia que ele não se contentasse apenas com a soma exigida por seu resgate.
Foi com horror, então, que viu suas suspeitas confirmadas ao ser entregue a um homem que, incógnito por uma máscara, ordenou,
"Venha! É inútil resistir, paguei um preço elevado por você e, antes que a noite termine, vou torná-la minha".

Capítulo Um


1817

Vanda atravessava o bosque refletindo que há muito não fazia um dia tão lindo como aquele.
As primaveras estavam floridas, violetas desabrochavam à sombra das árvores. Uma profusão de pássaros enchia o ar com seus trinados.
Sempre gostara de cavalgar no grande parque que circundava a Mansão Wyn.
O Senhor Rushman, o administrador da propriedade, durante a guerra dera permissão para passear à vontade por ali sempre que quisesse.
O velho Conde de Wynstock, nessa época, estava enfermo e preso ao leito, e o filho dele lutava contra Napoleão.
— Será bom ter alguém jovem circulando por aqui —dissera o administrador — e não é preciso se fazer acompanhar por um cavalariço.
Isso para Vanda era mais importante que qualquer outra coisa. Seu pai sempre insistira para que levasse um acompanhante quando saísse de casa para cavalgar. Eles moravam nas proximidades de Wyn Park, no fim da aldeia. Bastava apenas cruzar a estrada, sob as árvores, para se sentir, como ela própria definia, livre, e um acompanhante tolheria boa parte dessa sensação de liberdade.
Vanda refletiu então que seria muito frustrante se, agora que a guerra terminara, o Conde voltasse e a impedisse de usar a propriedade para seus passeios. Não imaginava como ele iria se comportar quanto a isso. Ela mal se lembrava dele. E o jovem Conde tomara posse do título há três anos por intermediação legal.
Soubera que se distinguira na Batalha de Waterloo e recebera Condecoração por atos de bravura. Juntara-se, então, à equipe do Duque de Wellington servindo no Exército de Ocupação.
Agora os soldados haviam sido desmobilizados e centenas deles começavam a voltar para a Inglaterra. Contudo, não haviam tido notícias do novo Conde de Wynstock.
— Talvez ele resolva não voltar — Vanda pensou triste. Assim devaneando, encaminhou-se para o centro do bosque, onde sabia que ninguém além dela ia.
Lá, em meio às árvores, havia as ruínas de uma antiga Capela, construída por um monge que se afastara do mundo civilizado para viver como ermitão.
Era um homem muito religioso, quase um santo, e naquela região corriam lendas sobre seu dom de curar animais.
As raposas que caíam em armadilhas só escapavam da morte porque ele as tocava. Crianças levavam-lhe gatos e cachorros doentes, pássaros com asas quebradas. O monge fazia uma prece e, colocando a mão sobre os animais, curava-os.
A pequena Capela, no entanto, desgastada pela ação do tempo e por falta de conservação, acabara destruída. Os aldeões acreditavam que o fantasma do monge assombrava o bosque e temiam ir até aquele lugar.
— Como é que a Senhora pode ter medo de alguém que foi um santo? — Vanda perguntou a uma mulher idosa, certa vez.
— Pode ser que seja santo, mas mesmo assim é horripilante a idéia de ver alguém que já morreu!
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2 de dezembro de 2011

A Mulher de Gabriel

Série Os Anjos
Desamparada e aterrorizada por um obscuro perseguidor, aos trinta e quatro anos de idade, Victoria Childers possui apenas uma coisa de valor na vida, sua inocência. O seu preço comprará sua segurança. Mas Gabriel, um homem perigosamente lindo, compra a virgindade dela, mas o que realmente quer, é o homem que a persegue, o responsável por destruir seus sonhos inocentes. Aprisionados em um lugar onde todos os desejos podem ser cumpridos, Victoria e Gabriel vão mergulhar em um jogo de paixão onde a maior ameaça é o desejo carnal e desfrutá-lo, é a única regra de sobrevivência.

Capítulo Um

Gabriel reconheceu a mulher da capa gasta. Conhecia-a porque uma vez havia sido como ela. Com frio. Com fome. A presa perfeita para um predador preparado. Ela tinha vindo matar um anjo. Não viveria para ver o alvorecer. Vozes misturadas sobressaiam como a fumaça amarela e do fumo cinzento.   Homens com casacos negros e coletes brancos e mulheres com trajes brilhantes e jóias reluzentes se moviam entre um labirinto de mesas iluminadas por velas: de pé, sentados, recostados em cadeiras de mogno de Honduras, inclinando-se sobre toalhas de seda branca... Não sabiam que era a caça: a flor e nata da alta sociedade inglesa em busca de prazer, e os prostitutos e prostitutas de Londres que ambicionavam sua riqueza. Não sabiam que uma mulher os espreitava; o corpo de Gabriel palpitava diante aquele conhecimento. De prazer; de riqueza. De vida; de morte. Para a reinauguração da Casa de Gabriel - um local aonde era possível satisfazer qualquer desejo carnal, havia convidado tanto os clientes quanto as prostitutas.
Sexo e morte.
Uma labareda branca chispou em uma vela. Uns metros mais abaixo, um homem o olhou diretamente nos olhos. Um homem de cabelo escuro como a noite, em contraste com o loiro dele. Um homem com olhos de cor violeta, em vez de prateados.
E a face direita escurecida por cicatrizes. Vinte e sete anos de lembranças os uniam. Imagens de uma França faminta por causa da guerra em vez de uma Inglaterra inundada no inverno. Eram então dois jovens de treze anos meio mortos de fome. Tinha passado muito tempo. “Meus dois anjos”, havia dito  madame que os tinha recolhido em uma rua de Paris. “O moreno, para as mulheres; o loiro, para os homens”. Tinha-os instruído para exercer a prostituição e se transformarem em autênticos peritos; tinha lhes ensinado o oitavo pecado capital, e o tinham cometido. O brilho da vela enfraqueceu, recordando bruscamente  Gabriel da pistola que segurava em sua mão esquerda. Michael, o anjo marcado de cicatrizes, tinha vindo  proteger  Gabriel, o anjo intocável.
A vingança não seria possível sem ele. Sem ele não haveria necessidade de vingança. A mulher morreria porque um anjo de cabelos escuro vivia. E amava. Seu pulso marcava um ritmo implacável contra a culatra da arma: homens, mulheres; dor, prazer; vida, morte. O revólver Adams tinha um dispositivo de segurança: disparando manual para um disparo de precisão, disparando automático para ganhar rapidez. Podia disparar manualmente o revólver. Podia soltar o gatilho e efetuar um único disparo certeiro.
Uma bala mataria  Michael, e pararia aquele ciclo letal que já durava vinte e nove anos. Gabriel não destravou o revólver.
Não podia matar  Michael. O segundo homem tinha enviado uma mulher para que fizesse o trabalho que Gabriel não tinha feito seis meses antes. Uma pontada aguda percorreu suas costas. A mulher se interpôs entre a luz que projetavam as velas, com o Michael em seu campo visual. Pela extremidade do olho direito, Gabriel viu um garçom com jaqueta negra e colete branco inclinar-se e levantar um guardanapo de seda branca. Debaixo de Gabriel, dois garçons se aproximaram de Michael. Suas mãos permaneciam ao lado; não iam matar uma mulher. Quatro mesas mais à frente, outro garçom servia champanha de uma garrafa recém aberta. Pôde ver o brilho do vidro e até seu líquido faiscante. Do segundo homem ainda não havia nem rastro. Mas estava ali em baixo, um camaleão vestido com jaqueta negra e colete branco, disfarçado de cliente ou de prostituto, recostado em uma cadeira de mogno de Honduras ou inclinado sobre uma toalha de seda branca. Duro. Ereto. Excitado pelo calor do sexo e a expectativa do assassinato. O tempo pareceu sincronizar-se com os batimentos do coração de Gabriel. A mulher da capa espichou os braços e segurou com firmeza um objeto escuro e opaco entre as mãos. Uma pistola de metal azul não refletia a luz. Gabriel sabia por que a sua tinha essa particularidade. O ensurdecedor bulício da troca sexual se atenuou. A cabeça da mulher permanecia oculta depois de um escuro capuz, impedindo Gabriel de ver suas feições. A tristeza o transpassou como uma faca. Pelos homens e mulheres que tinham morrido; pelos homens e mulheres que morreriam. Pela mulher que estava ali abaixo, e que dentro de um instante estaria morta. Presa perfeita de um predador preparado. Gabriel apontou para a mancha clara que se adivinhava como o rosto da mulher. Nesse mesmo instante, uma clara voz feminina proclamou:
—Cavalheiros, ofereço-lhes minha virgindade. Gabriel ficou petrificado. A mulher se vestia como uma prostituta  de ruas, mas falava como uma dama distinta Uma a uma, foi parando as risadas refinadas dos homens e as afogadas risadinhas fingidas das prostitutas. O som da seda se transformou em um sussurro. As velas piscaram. O estupor deixou os garçons petrificados.

Série Os Anjos
1 - O Amante
2 - A Mulher de Gabriel
Série Concluída

1 de dezembro de 2011

O Amante

Série Os Anjos
Aos 36 anos, Anne Aimes é uma solteirona cuja única atração reside em sua enorme riqueza. Mas atrás de sua aparência se esconde uma mulher apaixonada que deseja sentir sobre sua pele as mais ardentes carícias. Michel de Anges é o sedutor do momento: todos elogiam sua capacidade para agradar suas amantes. E tudo o que vai custar a Anne são dez mil libras.
Trespassado pela tragédia e impulsionado por sua ânsia de vingança, Michael procura esquecer de si mesmo satisfazendo uma mulher que a única coisa que lhe pede é prazer, que nem sequer suspeita quais são suas mais íntimas necessidades ou os motivos pelos quais aceitou sua proposta.
Incapaz de resistir à maré de um desejo cada vez mais ardente, Michael enredará  Anne em uma sórdida trama em que o preço do prazer será a vida dela…

Capítulo Um

Morte.
Desejo.
Michael não sabia qual dos dois o havia trazido de volta a Londres. Sentou e esperou que ambos chegassem. As vozes subiam e desciam a seu redor. As pontas vermelhas dos charutos acesos pareciam olhos de ratos famintos. As chamas das velas tremiam, os cristais cintilavam, as jóias brilhavam. Mulheres vestidas com chamativos vestidos longos de seda e cavalheiros embelezados com jaquetas negras e coletes brancos se amontoavam em uma escada de carvalho coberta por um tapete vermelho que amortecia o som de seus passos. Não havia dúvidas sobre o que os havia trazido para aquele local exclusivo. Na Casa de Gabriel a bebida se cobrava por taças e os quartos se alugavam para o sexo.
Uma risada feminina saiu de um canto escuro coberto por cortinas de veludo. Michael sabia perfeitamente o que os homens sussurravam ao redor das mesas iluminadas por candelabros enquanto esperavam sua vez ou recuperavam forças. Também era consciente do motivo pelo qual as prostitutas riam ao mesmo tempo em que bebiam champanha.
Michel de Anges.
Michael dos Anjos.
Um homem a quem antes as mulheres pagavam para que lhes desse prazer, e que agora tinha que pagar para obter prazer delas.
Mon  frére - Gabriel apareceu sem aviso junto a ele. Não tocou em Michael (não havia tocado ninguém em muito tempo)—. Ela está aqui.
Lentamente, Michael virou a cabeça para olhar Gabriel. Seus olhos violetas se encontraram com os prateados. Gabriel manteve o olhar fixo no rosto de Michael, e ele tampouco pôde afastar seus olhos da beleza loira e etérea de Gabriel.
Meus dois anjos, havia dito madame  de maison de rendezvous quando vinte e sete anos antes os tinha salvado de morrer de fome nas ruas de Paris. O moreno para as mulheres. O loiro para os homens. Naquele tempo, naquele tempo eram rapazes de treze anos que escaparam de casa. Agora tinham se transformado em homens de quarenta anos.
E ainda fugiam do passado.
—Está sozinha? —perguntou Michael.
—Sim.
Os testículos de Michael se encolheram diante aquela expectativa. Como um sinal de ira frustrada. Ela não merecia isto, aquela mulher vinha para ele em busca de satisfação sexual.
—Ainda não é muito tarde - murmurou Gabriel—. Posso lhe dizer que vá e acabou o problema.
Cinco anos antes Michael teria estado de acordo.
Cinco anos antes teria pensado que seu segredo estava a salvo. Muito tarde. Ambos estavam presos: a mulher por sua necessidade de prazer e ele por sua necessidade de vingança.
Michael sorriu.
Conhecia o efeito daquele sorriso, quando a pele escura se enrugava, provocando rejeição mais que atração.
Era um sorriso desprovido de alegria.
—Não se precipite mon vieux. Quando ela vir meu rosto, certamente pensará que foi extorquida.

Série Os Anjos
1 - O Amante
2 - A Mulher de Gabriel
Série Concluída

28 de novembro de 2011

O Acompanhante

Os Prazeres do Pecado









Seu trabalho era dar prazer, não roubar o coração.

Lady Isabella aceita casar com lorde Stirling para evitar um escândalo que arruinaria a reputação de sua família.
Forçada a viver um casamento sem amor e confinada em uma fazenda da campina escocesa, Bella leva uma solitária existência.
Mas um dia recebe a visita de sua prima, e esta sugere que tenha um amante que apazigue as paixões que ardem no fundo de seu ser.
Bella se nega, até que aparece Gideon Rosedale, o homem mais sexy e atrativo que já viu, e diz que estará a seus serviço durante duas semanas.
O que era para ser uma paquera inocente, resultará ser um jogo perigoso quando Bella se dá conta de que se apaixonou perdidamente por Gideon.

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27 de novembro de 2011

Um Amor Perigoso

Dinastia Warenne

Uma obsessão perigosa…

Ao visconde Emilian St. Xavier arrancaram dos braços de sua mãe cigana aos doze anos e teve que acostumar-se a viver ignorando os insultos de “cigano” que ouvia as suas costas.
Mas quando os ciganos chegam a Derbyshire com notícias do assassinato de sua mãe às mãos de uma turfa de payos, algo explode em seu interior.
E Ariella de Warenne é a pessoa perfeita para sua luxúria e sua vingança…
Uma paixão perigosa…
A herança de Ariella de Warenne lhe assegura um lugar na boa sociedade, embora como pensadora radical e independente desdenhe os interesses frívolos das damas de sua condição: a moda e o matrimônio.
Até que chega um acampamento de ciganos a Rose Hill e se sente atraída por Emilian, seu carismático líder.
Este tenta afugentá-la lhe dizendo que sua intenção é seduzi-la e desonrá-la, mas ela não pode negar-se a ele. E Ariella está mais que decidida a lutar por esse amor perigoso…

Comentário revisora Ana Júlia : Aqui reencontramos Ariella que conhecemos no livro 7, agora uma mulher bela, inteligente, corajosa, a frente de seu tempo, que se apaixona a primeira vista por seu príncipe, e luta por esse amor a todo custo. Na história vemos como pode ser cruel e desumano o preconceito que o ser humano tem por seus semelhantes, como pode ser irracional e perigoso, e nos envolvemos com a luta em que nossos personagens acabam travando contra esse preconceito, principalmente Ariella. Nosso mocinho, é muito sofrido, nasceu cigano, mas foi criado no mundo inglês, sendo bem tratado por todos á sua frente e ás suas costas sendo motivo de escárnio, inclusive de sua família inglesa. É um mocinho sofrido tanto física como moralmente.
É um livro belo, que te prende do inicio ao fim, lhe fazendo viajar junto aos personagens, sofrer com eles, rir com eles, e se apaixonar com eles.
Espero que gostem. Boa Leitura

Capítulo Um

Derbyshire, primavera de 1838
Tão absorta estava no livro que lia, que não ouviu a chamada na porta até que os golpes se fizeram imperiosos. Ariella se sobressaltou deitada em uma cama de colunas com o livro sobre Genghis Khan nas mãos.
Visões de uma cidade do século XIII dançaram ainda um momento em sua mente e viu homens e mulheres de classe alta vestidos com elegância fugindo presos do pânico entre artesãos e escravos ante as hordas mongóis que galopavam em seus cavalos de guerra pelas ruas poeirentas.
—Ariella de Warenne!
A jovem suspirou e separou de sua mente as visões imaginárias.
Estava em Rose Hill, a residência de seus pais na campina inglesa; tinha chegado à noite anterior.
—Adiante, Dianna — deixou o livro a um lado.
Sua meia irmã, oito anos mais jovem que ela, entrou correndo e se deteve em seco.
—Nem sequer está vestida! —exclamou.
—Não posso levar isto no jantar? —perguntou Ariella com ingenuidade fingida.
Não a interessava a moda, mas sabia que, em sua família, as mulheres tinham vestidos de noite e joias para o jantar e os homens smoking.
Dianna abriu muito os olhos.
—Esse vestido o levou para tomar o café da manhã!
Ariella se levantou da cama com um sorriso. Ainda não tinha assimilado o muito que tinha crescido sua irmãzinha. Um ano atrás, Dianna tinha sido mais menina que mulher, agora custava acreditar que tivesse só dezesseis anos, sobre tudo com um vestido como o que levava.
—Tão tarde é? —olhou por uma janela do dormitório e a surpreendeu ver que o sol estava baixo no céu. Tinha passado horas lendo.
—São quase quatro e sei que sabe que esta noite temos companhia.
Ariella recordava que Amanda, sua madrasta, tinha mencionado que teria convidados para o jantar.
—Sabia que Genghis Khan nenhuma vez começava um ataque sem avisar?
Sempre enviava antes recado aos chefes e reis dos países pedindo sua rendição em lugar de atacar e matar a todos, como afirmam tantos historiadores.
Dianna a olhou confusa.
—Quem é Genghis Khan? De que falas?
Ariella sorriu.
—Estou lendo um livro sobre os mongóis. Sua história é incrível. Com Genghis Khan formaram um império quase tão grande como o britânico. Sabia?
—Não, não sabia. Ariella, mamãe convidou lorde Montgomery e seu irmão…


Dinastia Warenne
1 - O Conquistador
2 - A Promessa da Rosa
3 - O Jogo
4 - O Prêmio
5 - A Farsa
6 - A Noiva Roubada
7 - A Filha do Pirata
8 - A Noiva Perfeita
9 - Um Amor Perigoso
10 - Uma Atração Impossível
11 - A Promessa
12 - Casa dos Sonhos
13 - Amor Escandaloso
14 - Depois da Inocência
Série concluída